Não vou me alongar e vamos pra próxima parte, que parece que tudo começa a melhorar...
Recapitulando um pouco, dá pra dizer que pela primeira vez na minha vida eu não tava: amargurado por ser virgem, ameaçado ou chantageado por outra pessoa... nem torturado, principalmente, e também não tava estressado por ter que proteger minha irmã da tia Chloé, não precisava me esconder dos meus pais (bom, isso sim, mas eles ficavam fora de casa boa parte do dia) nem da minha irmã pra poder bater uma. Se for pra achar um defeito, por assim dizer... seria que ainda tava devendo um puta favor pra Chloé por não ter matado minha irmã quando ela bem mereceu.Acordei de repente, e não por necessidade... se fosse por mim, ficaria o dia inteiro assim, mas o despertador do meu celular já tava me lembrando que naquele dia tinha aula e, não importava o quão confortável eu estivesse, ia ter que ir... e eu tava, tava perfeitamente confortável, já que, diferente de quando dormia com a Chloé e a Eva, a gente não deixava o aquecimento no talo durante a noite em casa... e acordar com a Eva toda abraçada em mim e com três cobertores por cima... uff, que conforto e que quentinho. Desliguei o despertador, que tava debaixo do travesseiro, e me acomodei de novo na cama, porque eu sempre coloco o despertador com bastante folga. Baixei o olhar e me deparei com a carinha da Eva me encarando, ainda sem maquiagem, tava uma graça. Comecei a ficar mais consciente do que tava ao meu redor e das sensações do meu corpo... porque comecei a sentir algo estranho no meu pau. Levantei os lençóis e dei uma olhada: o braço da Eva tava em cima de mim, mais especificamente dentro da minha cueca.
- Irmãzinha... quanto tempo faz que você tá acordada?
- O mesmo que você, se tanto, uns segundos a menos, por quê? - e a Eva desenhou um sorrisinho safado na carinha dela.
- Nada não... só tava me perguntando há quanto tempo essa mão tá tocando onde tá tocando... não percebi - falei, apontando com o olhar.
- Então, acontece que eu levantei no meio da noite e fui ao banheiro. Quando voltei, tava com a mão fria e pensei que esse seria o lugar mais quentinho.
- Me Tá dizendo que deixou ela a noite inteira enfiada? Muito bonito... mas se tiver um pesadelo... digamos que não quero perdê-la por esmagamento.
- Kkkk, calma, gostoso, só sonhei com você fazendo umas coisas boas comigo.
- Ok... mas por via das dúvidas, melhor não repetir... e já que você tocou no assunto de coisinhas boas, temos tempo de sobra pra nos preparar pras aulas e fazer algo... papai e mamãe já vão estar fora trabalhando...
- Pera... pera... pera. Tá insinuando que vai poder me foder na sua caminha? - disse Eva com uma voz que só dava pra definir como melosa, aquela voz que a gente faz quando fala de bico.
- Bom... sim, mas não daria pra sacanear muito porque não sei se daria pra tomar banho nós dois com essa margem de tempo - falei enquanto passava um dos meus dedos na bochecha dela e roubava um beijinho nos lábios dela.
- Acho que se a gente tomasse banho juntos daria sim! - assim que terminou a frase, Eva tirou a mão do meu pau, puxou minha cueca e deixou ela na altura dos meus joelhos.
- Ok, mas se a gente chegar atrasado, a culpa vai ser sua, Eva.
Eva me calou na hora, enfiando a língua na minha boca, enquanto com a perna tentava achar minha cueca. Quando o pé dela encostou nela... deu um chute que deixou a cueca nos meus tornozelos. Pra abrir minhas pernas, tirei um pé da cueca e deixei o outro dentro, mas não adiantou muito porque depois percebi que perdi a cueca no canto mais longe da cama... Eva pegou meu pau, que já tava meio "animado", e apertou ele contra o peito dela pra começar a esfregar na bucetinha dela, que ainda tava protegida pela calcinha. Não calculei, mas com certeza em menos de quinze segundos já tava 100% no gás, e Eva deve ter percebido porque tava fazendo bastante resistência batendo na bucetinha dela.
— Eva, não é por maldade não... mas se você continuar assim, eu vou acabar gozando e você vai ficar sem graça — falei pra Eva, parando o beijo dela. — E quem disse que eu não tô gostando? Eva se levantou e deixou a calcinha cair no chão, se abaixou pra pegar e jogou na minha cara.
— Tão completamente encharcada nessa parte aqui...
— Fica à vontade pra cheirar se quiser, ou lamber, ha! Não vou te julgar — Eva se abaixou um pouco, enfiou a mão entre o colchão e o estrado, puxou uma tira de camisinhas e separou uma.
— Quando é que você enfiou isso aí, caralho?
Eva deu de ombros como quem não liga e disse que colocou ontem, quando foi dormir comigo. Eva colocou a camisinha em mim com todo cuidado e subiu de novo na cama, e depois em cima de mim também. Eva começou a se mexer rápido e, a cada investida, aumentava o ritmo aos poucos. Falei que a gente tinha tempo de sobra e que não precisava ir tão rápido, mas ao ouvir isso ela continuou como se nada e mordeu meu mamilo de castigo. Ela caiu na risada e me presenteou de novo com aqueles lábios, enquanto me beijava não parava de apertar meus mamilos, e eu resolvi fazer o mesmo, apertando com vontade os peitos dela. Daí a pouco eu gozei dentro da Eva, infelizmente... na camisinha... adoraria ter deixado o interior da bucetinha dela ainda mais quentinho com meu gozo, mas não deu... Eva se levantou de cima de mim e, vendo que eu tinha terminado, puxou meu pulso na direção do banheiro. A gente entrou na banheira, ela pediu pra eu tomar banho primeiro, enquanto Eva se deitou na banheira e começou a se masturbar devagarzinho. Já tava um tempinho me limpando quando olhei pra Eva e ela tinha uma carinha de safada do caralho, mas continuava no mesmo ritmo. Falei que ela não sabia se masturbar e ela ficou estranha. Ajoelhei e, com uma mão bem pertinho da buceta dela, falei... primeiro se limpa, e comecei a esfregar bem rápido usando a esponja. Eva soltou um grito seguido de gemidos meio altos, depois um massagemzinha... e enfiei vários dedos. como pude na bucetinha dela, comecei a masturbá-la o mais rápido que conseguia e, entre os gemidos incontroláveis da Eva, começou a jorrar um pouquinho da buceta da Eva. Levantei e tirei o chuveiro da parede pra poder limpar a Eva, parei e antes de qualquer coisa perguntei: imagino que você deve estar sensível por ali, né? melhor não jogar água direto... não é? Eva balançou a cabeça bem rápido enquanto me agradecia, imaginei acertadamente que era por eu me preocupar com ela e apontei pra barriguinha dela, a água escorria um pouco pros lados mas também em direção à bucetinha dela e com muito cuidado comecei a limpar a região, assim por um tempinho e depois dei pra Eva a esponja e o sabonete, eu tinha que começar a lavar meu cabelo. Quando terminei, pedi o chuveiro e me enxaguei, saí antes dela e comecei a me vestir no meu quarto. Daí a pouco a Eva aparece e eu falei que, como mencionei antes... a gente tinha tempo de sobra e não precisava de pressa. Eva se aproximou da mochila que estava em cima do meu sofá e começou a procurar roupa pra vestir, tirou uma calcinha roxa bem enfeitada e o sutiã combinando, nada a ver com um dia de aula... mais pra me seduzir antes do que a gente tinha acabado de fazer... ela vestiu aquela calcinha pequena bem rápido, mas pro sutiã precisou da minha ajuda, fechou ele na frente e depois virou, até aí tudo bem e fácil, mas na hora de passar os braços pelas alças não conseguia, me pediu pra ajustar uns fechinhos que tinha nas costas, seguindo as instruções dela e com um tempinho ela mandou parar, que as duas alças já estavam perfeitas, ela se virou e estava absolutamente maravilhosa.
- Porra... parecem enormes debaixo desse sutiã - falei meio besta. - Viu como no final eu vou conseguir usar eles...
- Ok, você tinha razão, mas pelo bem do meu futuro escolar... sai daqui e vai se vestir no seu quarto, ou eu te como aqui e agora!!! - falei pra Eva enquanto a empurrava pra fora com uns tapinhas.
- Pra mim não tem problema, maninho, ha ha ha!!
Terminei de me vestir, arrumar a mochila e ajeitar o quarto pra arejar, saí do meu quarto e fechei a porta. Já na cozinha, comecei a preparar um café da manhã meio rápido, coloquei umas torradas na torradeira e, com um pouco de dificuldade, comecei a espremer umas laranjas enquanto fazia dois ovos fritos. Com um pouco de paciência, terminei fazendo algo parecido com um bom café da manhã... não era bonito de se ver, mas o sabor não seria nada ruim. Coloquei tudo na mesa da sala e esperei sentado pela Eva, já que ainda tínhamos tempo de sobra. Daí a pouco ouço o som de uns saltos, e a próxima coisa que vi foi um clarão amarelo. Eva tava usando uma saia amarela chamativa demais... na verdade, era tipo uma saia dupla, a de dentro bem justinha que quase batia no joelho por pouco... e, sendo parte da mesma saia, outra mais soltinha e curta por cima. Parece que ela colocou duas meias, igual ensinou pra Chloé, mas nesse caso não dava pra ver a emenda ou o corte de uma pra outra. Ela calçou os sapatos de salto grosso que disse pra Chloé que ficaria, e o que achei mais desproporcional... uma camisa de manga comprida com um decaimento enorme por baixo de uma jaqueta de couro também de manga comprida, mas não abotoou.
- Gostosa... e é pra ter aula hoje? Certeza? Não vai pra um casamento ou festa... né? - falei com tom sarcástico.
- Sim... pra aula. Tenho que ficar assim pra galera não olhar pra coleira de cachorra que a Chloé colocou em mim.
- Tira essa importância... fala que é a nova moda em Madri e quem não entender é porque é umas ultrapassadas ou algo assim, isso pras minas e pros caras... bom, não Nem louco que vão olhar pro teu pescoço, ha ha ha.
- Tá falando disso? - disse Eva, apontando pro decote enorme.
- Sim, sim, sim... exatamente essas duas delícias gostosas.
- Pois é, há pouco tempo... você adorava apertar elas pra mim - disse Eva, enquanto apertava os próprios peitos.
- E é exatamente isso que todos os caras vão pensar, não vão conseguir parar de pensar nisso ou coisa pior...
- Então que pensem o que quiserem, mas só suas mãos têm permissão pra tocar, he he.
Começamos a tomar café da manhã e, como eu esperava, Eva comeu tudo felizona. Normalmente, nem ferrando ela comeria um ovo frito no café da manhã... mas dessa vez comeu toda contente. Esfreguei na cara dela que ela só comeu porque o querido irmãozinho preparou com todo carinho, e minha recompensa foi um chute na minha perna. Terminamos de arrumar a mesa depois do café e deixamos tudo na pia da cozinha, que passou de completamente limpa pra ter que acumular um monte de louça suja. Coloquei o casaco e peguei a mochila, Eva também, e por sorte agora ela vestiu uma jaqueta de verdade, uma que protegesse ela de um resfriado. No caminho pra aula, percebo Eva se jogar em cima de mim e me agarrar pelo braço como dois namorados, tudo isso enquanto se maquiava sem parar de andar.
- Eva... e aquilo que você me disse, que fora de casa é como sempre?
- Nem fodendo que vou deixar você ir como antes por aqui, isso sim... quando estivermos mais perto, mas por enquanto vou assim.
- Ok... mas se por acaso alguém te ver, você é quem vai explicar isso.
- Fácil, vou dizer que nas férias perdi uma aposta e você me obriga a ser assim com você.
- Ótimo, e agora eu vou ser o vilão... a que me usou de criado é que é a boazinha.
- Exato, se você se comportar bem, quando voltarmos vou cuidar de você com muito mimo.
Seguimos o caminho e, como ela disse, quando começaram a aparecer mais alunos, ela se afastou um pouco de mim, mas mesmo assim a imagem que veriam de nós não seria a mesma de sempre, já que Raramente a gente ia junto ao mesmo tempo. Às vezes ela saía primeiro, outras vezes eu... outras vezes ela saía primeiro e mesmo assim tarde... o que fazia com que eu fosse mais tarde e tivesse que ir correndo, geralmente eu a ultrapassava, mas se ela chegasse atrasada, não ligava.
Ao chegar, me separei da Eva e me juntei com meus amigos, já de longe o Fran me cumprimentou com o braço levantado e gritando literalmente em público "O garanhão já voltou das férias de pegar todas as minas da capital!!!" obviamente todos olharam pra ele e depois pra mim quando me juntei a eles, virei a cabeça procurando a Eva, que já estava com a jaqueta desabotoada e ao ver como ela se juntava com as amigas, elas primeiro alucinavam com a aparência dela e segundo não paravam de perguntar (ou pelo menos me parecia) sobre o colar, já que olhavam, tocavam e apontavam, mas parecia numa boa...
Fomos caminhando pra sala e o Fran não parava de me perguntar sem parar; quantas vezes eu comi ou com quantas minas, ele insistia que pelo meu jeito de falar, de me mexer e pela minha cara... eu tinha transado com certeza, fiz um gesto tipo "cala a boca" mas que deu pra entender perfeitamente que eu queria dizer que depois contaria pra ele em particular.
O resto do dia foi bem normalzinho, perdi alguns dias de aula e alguns professores me fizeram o favor de me atualizar mais ou menos no intervalo, no primeiro intervalo o de ciências, um cara jovem que provavelmente se formou na faculdade não faz muito tempo (Lucas) se destacava pela simpatia tanto com alunos quanto com alunas e era casado com a professora de educação física, que infelizmente não dava aula pra mim... infelizmente porque ela era uma gostosa... e muito odiada pelas minas que tinham aula com o marido dela. E no segundo intervalo, a Raquel, a professora de matemática, apesar de ser uma mulher mais velha com umas quantas rugas... eu sempre defendia que ela tinha um corpão de matar e que mesmo com o rosto um pouco "gasto" ainda era muito gata, a personalidade dela mesmo sendo simpática e vamos admitir que ela perdeu a Tempo de descanso por me ajudar... ela se destacava por ser bem rígida na hora de ensinar... já não tão amigável... mas depois, no âmbito pessoal, ela era sim... Tive que agradecer no segundo intervalo o fato de eu e Eva termos nos divertido em casa, diferente do Lucas, que sentou do meu lado. Raquel virou a cadeira na frente da minha mesa e sentou de frente pra mim, lia perfeitamente tudo de cabeça pra baixo e não precisava ficar do meu lado. Raquel, quase sempre, fosse verão ou inverno, usava um terno de calça (aquele típico justinho que nos tornozelos deixa de ser justo), sapatos sociais e uma blusa meio decotada, mas que não adiantava nada, já que ela era meio sem peito. Naquele mesmo dia, foi quando confirmei uma teoria que a gente tinha como brincadeira... e era que a gente achava que Raquel não precisava usar sutiã, já que não tinha nada pra segurar... seria jogar dinheiro fora. Diferente de uma aula normal, agora o tratamento que ela me dava era mais pessoal e o lado amigável dela aparecia muito mais. Ela usava o marcador do pequeno quadro branco pra apontar, que geralmente ficava do lado do quadro grande onde ela usava giz. Enquanto me mostrava algo com aquele marcador, ela fazia perguntas pra ver se eu entendia. Numa dessas perguntas, levantei o olhar e vi que, pelo decote da blusa folgada que ela tava usando, dava pra ver perfeitamente tudo por dentro. Não conseguia acreditar no que via... a brincadeira que a gente fazia se tornou completamente verdade e, pra minha surpresa, vi aqueles peitinhos pequenos com seus biquinhos pequenos. Baixei o olhar rápido e, por sorte, ela não percebeu o que tinha acontecido. A "aula particular continuou" e, enquanto me via fazendo os exercícios, Raquel se recostou, me impossibilitando de ver de novo o que tinha debaixo daquela blusa. Na pergunta seguinte, ela voltou pra posição anterior, já que começou a apontar pra mim e precisava se aproximar. Minha curiosidade falava mais alto que meu bom senso e, milímetro por milímetro, meu pescoço se movia tão devagar quanto uma preguiça pra alcançar a visão exata onde Eu só conseguia ver até o pescoço dela, mas ela só via um garoto olhando pra uma mesa, exatamente como eu imaginei... o peito dela, ou toda a área que dava pra ver, já que não dava pra ver tudo, tipo a barriga... não tinha uma única ruga, e mesmo com a sala bem iluminada, aquela área ficava meio escura... mas dava pra ver perfeitamente que não tinha marcas claras, e isso numa mulher de pele morena só gritava uma coisa na minha cabeça... TOPLESS, ELA TÁ DE TOPLESS!!!! Me distraí por uns segundos e pedi pra ela repetir, terminamos o exercício, ela se recostou de novo e me perguntou se eu tinha entendido tudo ou se queria ser livre e aproveitar os últimos sete ou oito minutos de descanso com meus amigos. Eu disse que sim com um sorrisinho, ela agradeceu enquanto dizia que ia tomar um cafezinho, eu falei que não... que agradecia a ela por ter perdido o tempo de descanso dela pra me atualizar. No caminho pro pátio, ela me acompanhou e, desde que levantei da cadeira até a porta do pátio, me perguntou muito educadamente como tinham sido minhas férias e que ficou feliz por eu ter voltado com a pilha recarregada. Depois de me livrar do estresse, ela esperava que minhas notas fossem mais altas... e ela acertou em cheio... o estresse foi embora entre a Chloé e a Eva...
Me encontrei com os amigos e contei a novidade, só que enfeitei um pouco... falei que não vi nada quente... mas que vi o ombro inteiro dela sem alça e quase vi tudo, e não dava pra ver nenhum sutiã.
Mal terminou o dia, faltavam só alguns minutos quando meu celular começa a vibrar. Olho com cuidado e é uma mensagem da Eva, perguntando se eu já tinha saído e que ia me esperar no portão. A sala dela era no térreo, a minha dois andares acima, e normalmente eles saíam sempre primeiro. Respondi que em alguns minutos e guardei o telefone. Quando saí, procurei a Eva pelo portão e encontrei ela debaixo de uma árvore me esperando. Me despedi dos amigos e, quando o Fran viu a Eva, começou a babar e a gritar. que ele também queria ir juntinho com aquela preciosidade, a Eva deu um belo corte de mangas que fez os peitinhos dela balançarem e a gente foi embora junto do mesmo jeito que chegou.
- Você não vai acreditar mas... a professora de matemática, Raquel... sabe quem é, né? - perguntei pra Eva.
- Sim... a bipolar, né? - disse Eva de forma bem natural.
- Bi... bipolar? Tá falando da personalidade dela?
- Claro, ha ha. Na sala de aula super séria e rígida, e no corredor, pátio ou na rua, uma mulher encantadora, ha ha, e ainda tem o que falam, que o marido dela é um amargurado e ela adora ir pra balada com as amigas, até o relacionamento dela é bipolar, ha ha ha.
- Ok, essa mesma... ha ha... então ela e o professor de ciências ficaram nos intervalos pra me atualizar e...
- Não me diga que você comeu ela na sala, Ángel...
- Não, não, não, mas ela ficou na minha frente e quando se abaixou, pude confirmar duas coisinhas... a mina não usa sutiã.
- Isso a gente já sabia - me interrompeu a Eva.
- Ok, e vocês sabiam que... ela faz topless?
- Mentira... tá falando sério?
- 100%. Quando ela se abaixou na minha frente, levantei o olhar sem querer... e vi tudo moreninho...
- Tarado... ficar olhando assim pra uma coroa... - disse Eva enquanto passava a mão nos olhos e balançava a cabeça, dava pra ouvir claramente que ela tava rindo.
- Fala o que quiser... coroa, bipolar, peituda... mas te garanto que ela é mais gostosa que muita mina da minha sala, mesmo com a idade dela...
- Normal, antes de dar aula, geralmente veem ela fazendo cooper na avenida, ou você acha que esse corpo se consegue sem esforço? Ela não tem peitos... mas a putinha tem uma bunda firme e umas pernas do caralho... e um corpão também, não vamos esquecer - disse Eva com um pouco de inveja.
Quando a gente percebeu, já tava em casa. Abri a porta e entramos juntos. Minha mãe nos recebeu com a comida pronta, se surpreendeu ao ver como a Eva tava incrível e se jogou Por mim, ficava me perguntando sem parar se ela já tinha namorado, que se ela se arrumou assim pra compensar o tempo fora e coisas do tipo, eu disse que não... ela tá sem namorado e se vestiu toda só pra estrear umas coisas, já que os sapatos (presente da Chloé), a jaqueta de couro (ela comprou nas férias) e a camisa (a Chloé que comprou), a saia já era de antes, minha mãe não parava de reparar como os peitinhos da Eva estavam grandes e empinados, que já nem pareciam tão peitinhos assim...
Enquanto comíamos, não parávamos de pensar nos planos que teríamos pra tarde, mas infelizmente todos esses planos desapareceram no instante em que ouvimos que naquela tarde em específico nossa mãe não trabalharia, e isso era normal... toda manhã ela trabalhava, mas nem toda tarde, e a gente sabia disso... mesmo assim, percebi aquele pequeno desmoronamento na expressão da Eva. Depois de comer, limpei tudo o que sujei no café da manhã e no almoço, subi pro meu quarto e sentei na frente do computador pra jogar um pouco qualquer videogame ou só ouvir música enquanto olhava o que fosse, ainda estava decidindo o que fazer quando comecei a ouvir os saltos da Eva subindo as escadas. Ela entrou no meu quarto, pegou um controle do videogame e se jogou na minha cama de barriga pra cima. Eva tirou os sapatos com muito cuidado e deixou eles no chão bem arrumadinhos, se deitou de novo e apontou os pezinhos pra mim, balançando eles, e disse:
- Irmãozinho, eu sei que você não é mais meu servo e não precisa fazer isso, mas... você faz uma massagem enquanto eu jogo?
- E você não vai tirar as meias? Só tira os sapatos?
- Mmmmmm isso você pode tirar pra mim - disse Eva piscando um olhinho pra mim e começou a jogar na minha TV.
Levantei e fiquei perto da Eva, olhei pro rosto dela e dava pra ver claramente que ela tava fazendo um esforço enorme pra não rir, nós dois sabíamos como aquilo ia acabar... enfiei minhas mãos entre as pernas dela. abrindo caminho entre as coxas dela e aquela saia tão justa que imaginei que não fosse ceder tanta pressão, mas finalmente consegui alcançar a parte das meias que iam mais pra cima (a cintura dela). Fui descendo as meias dela bem devagarinho, depois de passar da altura da saia já consegui tirá-las rápido. Subi na cama e, usando a parede como encosto, me sentei. Eva levantou as pernas e apoiou elas nas minhas, o resto já era só rotina... com o tempo aprendi onde apertar e onde não... e pelo jeito que tudo começou, eu sabia exatamente onde tinha que tocar... claro que Eva estava com os pés doloridos... ela não costumava usar aquele tipo de sapato e a massagem não foi um pedido por capricho. Depois de um tempinho de massagem, que foi mais que suficiente, comecei a massagear um pouquinho mais pra cima e passei pelos tornozelos dela e, aos poucos, mais... quase quando cheguei no joelho, Eva me olha e, com um gesto e uma voz meio safada, me diz que por ali não estão os tornozelos dela... usei o mesmo tom pra falar: — Calma, irmãzinha, que vou acabar encontrando esses tornozelos fantásticos mesmo que me custe a vida... mais cedo ou mais tarde... vou achar. Continuei minha escalada pelas coxas dela, mas uma das mãos de Eva pegou a que eu não estava usando nas pernas dela, colocou do lado do quadril dela e comecei a tocar por ali. Senti um zíper e puxei ele... a saia fica bem frouxa, ouço Eva dizer pra tirar ela de vez e foi o que fiz... quando coloquei minha mão de novo na calcinha dela, encontrei um pedaço de pano que parecia que tinha saído de uma piscina... Eva já estava muito molhada. Vendo o que ia rolar agora, fui rápido pro banheiro pegar uma toalha. Nesse ritmo, a gente podia ter uma lavadora diária só pra toalhas e lençóis... Assim que entrei no meu quarto, a calcinha de Eva bate no meu peito. Recolhi ela do chão e Eva começa a rir... — Aaa... então é nessa que a gente vai? — falei pra Eva enquanto brincava com a calcinha numa das minhas mãos... — Coloquei com cuidado a toalha debaixo da bunda. da Eva e quando ela se sentiu à vontade, enfiei a bolinha que antes era a calcinha dela na boca dela. A cara que ela fez e o pouco que consegui entender do que ela dizia com "palavras" era claramente um "sério, pervertido"? Sorri e voltei pro meu lugar. Com uma lambida só, de baixo pra cima, percorri toda a buceta da Eva e ela deu um pulinho. Agora sim, comecei a chupar ela de verdade. Basicamente, o que fiz foi limpar o quanto ela tava molhada, tanto por fora quanto por dentro da bocetinha dela. Comecei a enfiar um dedo da minha mão e, com a outra, fingi que ia meter no cu dela, mas ela me deu um tapa na cabeça quando sentiu o que aquela mão tava começando a tocar. Ok... já que você não deixa eu usar essa mão na sua bunda, vou usar as duas no mesmo lugar, pensei... E com as duas mãos, mais a ajuda da minha boca, comecei a aumentar o ritmo tanto que a Eva colocou meu travesseiro no rosto dela pra abafar o barulho que tava fazendo. Daqui a pouco, sinto a mão dela agarrando meu cabelo e ela começa a gozar na minha cara toda. Tentei me afastar, mas a mão dela não deixou...
- Muito engraçado, Eva... E pra que serve a toalha na sua bunda? - falei, e na hora tive que desviar da calcinha que ela tava jogando em mim de novo.
- Ué... pra limpar essa carinha adorável que você tem, não é, maninho?
- Muito engraçadinha...
- Anda... lava um pouco no banheiro e volta pra gente brincar juntinho, mas antes não esquece de me dar uma passada com a toalha e rápido, senão vou pegar frio nas pernas se não me cobrir, por favorzinho...
Me lavei como deu e voltei pro meu quarto, mas dessa vez entrei com todo cuidado, bem devagar... Eva riu quando me viu com tanta cautela. Pegou o controle do segundo jogador e estendeu pra mim. Peguei e ela fez espaço na cama pra eu entrar. Ri, porque eu tinha o sofá perfeitamente, mas ela nem me deu opção. Quando falei que não, ela se levantou um pouquinho, só o suficiente pra alcançar meu pulso e puxou.
Nós dois completamente cobertos e bem coladinhos... já que a cama não era feita pra duas pessoas... Começamos a jogar. Eva até que se virava bem jogando... mas no máximo ganhava uma de cada dez partidas. O problema foi que ela começou a se gabar da primeira vitória e não parava de dizer que ia me vencer sempre, mas que se perdesse era por carinho pelo irmão, pra eu ganhar confiança em mim mesmo. Por causa disso, tive a ideia de fazer uma proposta... criaríamos um sistema de pontos pra cada jogo, e depois faríamos uma lista de recompensas; tipo aquela massagem longa nos pés ou qualquer loucura que a gente inventasse. Ela topou na hora, e Eva já estava cavando a própria cova... cada jogo tinha seu sistema, mas combinamos que mesmo perdendo ou ficando em último numa corrida, o perdedor também ganhava alguns pontos... o resultado final foi uns 250 pra mim, mais ou menos... e uns 30 pra Eva, por aí...
MEU REINADO DO TERROR COMEÇOU. Eva já é quase minha com só um dia de jogo...

Capítulo 15:http://www.poringa.net/posts/relatos/4233934/15-Hogar-dulce-hogar-III.html
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