Um dia, vendo o Facebook, vejo uma foto de uma coroa loira, corpo gostoso, com uma calça jeans, jaqueta preta e umas botas. A carinha de safada denunciava. Mando uma mensagem, como mando pra tantas, e surpresa: ela responde. Pergunto: "De onde você é?" - "De Las Heras, Panquegua". Falo de onde sou (de Godoy Cruz) e ela me pergunta se posso fazer um favor, já que moro perto da casa de uma amiga dela: se posso levar dois gatinhos que a amiga ia dar pra ela. Falei que sim, sem problema, mas teria que ser de noite, porque por causa do trabalho não dava antes. Ela disse que sim. Passamos quase o dia todo falando besteira, nada sexual. Eu achava que só ia na casa dela entregar os gatos e pronto, hahaha. Já chegando umas 22h, pergunto se ela queria que levasse uma cerveja e algo pra petiscar. Ela diz que sim. Compro tudo e vou pra casa dela. Chego numa casinha humilde de bairro. Quando ela abre a porta, era aquela coroa de corpo divino: uns peitos firmes pra ter 48 anos, uma bunda pequena mas tentadora, e dava pra ver pela calça uma calcinha fio-dental bem pequenininha. Ela me faz entrar, entrego os dois gatinhos, muito lindos, e sentamos pra tomar a cerveja e comer o petisco. Enquanto tomávamos, eu pensava: "Nossa, que peitos grandes e firmes". Terminamos a cerveja e compramos mais uma. Compro um chocolate pra ela, que sempre ajuda, e como era a Semana do Doce, ganhei um beijo. Só um selinho, porque estávamos na rua, e ela disse: "Só um em público". Chegamos na casa dela, abrimos a cerveja, e eu não parava de olhar pros peitos dela. Ela percebeu, e acho que de propósito, juntava os braços e eles ficavam ainda maiores. Ela pergunta: "O que você tanto olha?" E eu falei: "Você tem uns peitos lindos". Ela reclamou que são grandes demais, que não servem pra nada. Eu falei que não, e aí dei um beijo mais forte, com muita língua. Ela se entregou. Eu, nem lerdo nem preguiçoso, comecei a apalpar os peitos dela até que puxei um pra fora da blusa. Um mamilo rosado, grandinho. Comecei a chupar, e ele ficou bem durinho. Ela começou a passar a mão na minha pica, que já tava dura, baixou minha calça e começou a chupar. Parado ela sentada, que boquete bom que a veterana fazia. Mandei ela levantar, virei ela e encostei na rabeta dela enquanto acariciava e apertava os pezões dela. Abaixei a calça dela e tava uma calcinha fio-dental preta minúscula, deixando ver duas bundinhas brancas, uma delícia de rabo. Enfiei a cara entre as bundas e comecei a chupar o cu dela, tava uma delícia. Ela com as mãos apoiadas na mesa e eu ajoelhado atrás dela, chupando o cu e tocando na ppk depilada dela, que tava muito molhada. Tirei o primeiro orgasmo dela, ela pergunta: "Trouxe camisinha?" Falei que não, e ela me levou pro quarto dela, pegou uns preservativos que dão no postinho e falou: "Me come". Coloquei ela de quatro na cama, vesti a camisinha e comecei a meter forte. Agarrei ela pelo cabelo e ela adorou, começou a rebolando, os cachos dela ficaram vermelhos na hora. Assim comi ela gostoso. Molhava o dedo e passava no cu dela, e percebi que o rabo dela tava bem aberto. Sem perguntar, tirei a piroca, tirei a camisinha e enfiei a cabecinha na bunda dela. Ela não falou nada, e ela mesma empurrava pra trás até que a bunda dela engoliu minha pica toda. Ela sozinha tava me comendo, até que não aguentei mais e falei: "Vou encher teu cu de leite!" "Siiiiim", ela respondeu, e num empurrão gozei no cu dela. Tirei a piroca e via o leite saindo do cu dela. Terminamos a cerveja e fui embora. Depois a gente transou outras vezes, mas isso é pra outro capítulo. Espero que tenham gostado, e são histórias reais que aconteceram comigo.
1 comentários - A veterana das gatas