Como eu disse, são relatos reais que aconteceram comigo. Isso foi na minha adolescência, eu tinha 17 anos e naquela época era passar tempo no ciber, melhor dizendo, paquerando no Yahoo, que tinha um chat de Mendoza. Meu nick era buscoGORDITASeMADURASMZ. Esse nick me deu o prazer de conhecer muitas gordinhas e coroas de Mendoza. Comecei a conversar com Marta, ela disse que tinha 53 anos, falei minha idade e ela disse: — Você podia ser meu filho. — E você, minha mamãe — foi minha resposta. Depois de conversar por dias, ela me passou o número do celular. Não existia WhatsApp, então era tudo por mensagens. Ficamos assim uns dias até combinarmos de nos ver na Praça San Martín. Na hora marcada, ela chegou: uma mulher baixinha (1,55m), gordinha, com cachos loiros, um sorriso bonito e uns peitões grandes seguros pelo sutiã, e uma calça que deixava a bunda empinadinha pra idade. Conversamos sobre tudo um pouco e ela se animou a me dar um beijo. Só um beijoooooo, hahaha. Nos despedimos. Dias depois, continuamos conversando e eu falei minha intenção de comer ela. No começo, ela resistiu, dizendo que eu era muito novo e que nunca tinha traído o marido, mas que fazia anos que não transava — ela me confessou com o tempo. Combinamos de nos encontrar na Praça Independência e de lá ir pra um hotel central meia-boca (San Cayetano). Quando nos encontramos na praça, ela me disse que tinha ficado menstruada, mas que queria me ver mesmo assim. Ficamos nos beijando na praça. Aí sim rolou beijos mais apaixonados. Eu sentia a respiração dela mais ofegante e ela disse: — Vamos pra um hotel, pelo menos quero chupar você. — Eu, topando, fomos pro hotel. Já dentro do quarto, ela disse: — Deita. — Eu obedeci e ela subiu em cima de mim. Nos beijamos com força. Eu apalpava os peitos dela, molinhos, e a bunda, que pra minha surpresa estava durinha. Assim, ela tirou minha roupa, a cueca, e eu já tava com o pau bem duro. Ela começou a chupar. Não fazia muito bem, por falta de prática, suponho, mas eu não reclamei. Continuou chupando, passando a língua pelas minhas bolas. Ficou assim por um bom tempão. Num momento, ela parou e disse: — Faz a bunda pra mim, por favor. — Ela. Ela tava muito tesuda, foi no banheiro, voltou e ficou de quatro. Pegou creme da bolsa e mandou eu passar no cu dela. Antes de passar o creme, enfiei a língua no cu dela — mmmm, que gostoso que tava. Eu tentava meter minha língua dentro do cu dela. Fiquei chupando a bunda dela, e ela disse: "Mete logo!" Passei creme no cu dela, coloquei na ponta da pica e encostei no cu. Custou pra entrar, mas depois de empurrar, a pica inteira entrou no cu dela, bem apertadinho. Fui metendo até ela gozar — a velha tava um fogo. Ela disse: "Me avisa quando for gozar, quero seu gozo na minha boca." E foi o que eu fiz. Antes de gozar, tirei a pica do cu dela — pra minha surpresa, saiu limpinha — e joguei o gozo na boca dela. Essa foi minha primeira experiência com uma coroa. Depois desse dia, a gente trepou mais algumas vezes até ela descobrir que eu conhecia o filho dela, que tocava numa banda, e eu ia ver a banda na pista. Desde que ela descobriu, nunca mais a vi. Espero que tenham gostado do relato. Em breve vou postar mais histórias reais que aconteceram comigo. Um abraço.
2 comentários - Primeiro relato: minha primeira coroa