Fizemos de tudo pra deixar o carro bem limpo, já que não podia ficar nenhum vestígio daquela imagem incestuosa depravada que a gente tinha gravado no nosso carro de família de sempre. Depois disso, voltamos pra casa, estacionamos na porta e entramos rápido pra nos proteger da chuva.
Foram só uns segundos debaixo d'água, mas o suficiente pra chegar completamente encharcados. Isso, somado ao fato de que nossos corpos estavam bem suados e ainda cheios dos nossos fluidos quentes recentes, fez a gente entrar no chuveiro assim que chegou. Sem pensar duas vezes, e já quase como um costume de família, fui direto atrás da minha mãe pra entrar no banho com ela, sem lembrar que agora era a vez dela, e obviamente ela não ia facilitar as coisas, porque eu sabia o quanto ela adorava brincar e se fazer de difícil. E foi exatamente isso que aconteceu: depois de tirar a roupa no meu quarto, fui me meter no banheiro com ela, mas quando cheguei, ela já tinha trancado a porta com o ferrolho. Com esse pequeno gesto, percebi que minha mãe tinha começado a usar a vez dela. Tive que ir pro outro banheiro, que tinha um chuveiro bem menor, mas dava pro gasto pra uma pessoa. Não vou mentir, já quase por costume pensei em me masturbar, mas raciocinando por uns segundos, percebi que era muito mais divertido deixar minha mãe escolher cem por cento o que fazer comigo, então tomei um banho rápido e fui pro meu quarto me vestir. No caminho, encontrei ela enrolada no roupão e com uma toalha amarrada no cabelo, acabada de sair do banho.
— E aí, mamãe? O banho caiu bem?
— Ah, ótimo, querido, você não imagina o frio que eu tava. Pena que começou a chover tão forte, eu queria pegar um solzinho antes do jantar.
— Bom, não se preocupa, que essa parece daquelas tempestades rápidas de verão. Além disso, com certeza a gente vai inventar um plano melhor — eu não falei com nenhum tom. insinuante, mas obviamente o duplo sentido tava na mesa-.
- Algum plano melhor, é... Upa, isso me lembra que agora é minha vez, né? - como se você não soubesse bem, pensei eu -.
- Pois é, agora que cê falou, é sim, é sua hora de me fazer sofrer.
- Anda, anda, não fala essas coisas, burro - nós dois rimos -. Eu seria incapaz de fazer mal pro meu pequenino - disse com voz maternal enquanto beliscava meu rosto entre risadas -.
- Tá bom, tá bom, vou ter que acreditar, mas saiba que não confio nem um pouco. Já tem algo em mente?
- Olha, agora que cê falou, até que me veio uma coisinha.
- Sou todo ouvidos - fiz cara de sério, mas por dentro já sentia aquele tesão e aquela euforia esperando alguma proposta perversa -.
- Quero que você me mostre o resto dos meus presentes.
- Como? E por que eu deveria fazer isso?
- Anda, olha o menino, que se lembra do que quer. Se não me engano, a gente disse que a vez servia pra pedir qualquer coisa, né? Então esse é meu primeiro pedido.
- Sua... - efetivamente ela tava certa, já que na noite anterior a gente tinha combinado que os mandos não seriam só coisas sexuais, então isso se encaixava perfeitamente na regra -. Tá bom, não tenho escolha, deixa eu vestir uma roupa e te dou seus presentes.
- Boa - ela ria, dando pulinhos suaves de alegria -. Então vou me trocar também. A gente se vê na sala?
- Perfeito, já vou descer.
Não podia negar que minha mãe, astuta, era um bocado. Dava pra ver também que era uma mulher adulta, então é óbvio que as ordens dela não seriam tão depravadas quanto as minhas, de um garoto jovem recém-saído da puberdade e com os hormônios a mil. Ali percebi que não ia rolar tanta pressão quanto eu imaginava, ela só ia se divertir me enchendo o saco e pronto. Isso me desanimou um pouco, mas pelo menos ainda tinha uma vez pra aproveitar, então nem tudo ia ser ruim.
Cheguei no quarto e me vesti como de costume um short e uma camiseta, já que estava um pouco mais frio. Peguei os presentes do armário onde tinha escondido e comecei a fazer uma leve contagem. Algemas, kit de dominação, lingerie e lubrificantes, era o que tinha sobrado depois de dar o vibrador com controle remoto. Naquele momento me veio uma ideia, que ia um pouco contra as regras estabelecidas, mas que achei necessária. Meu turno teria sido muito chato sem algum desses objetos como surpresa, então decidi esconder alguns deles. Dessa forma, o que eu daria agora seriam as algemas, o kit de dominação com a lingerie que vinha junto e os frascos de lubrificante para anal e o normal. Assim, guardei o outro conjunto de lingerie e o lubrificante especial para retardar o orgasmo.
Depois de guardar esses últimos, coloquei o resto nas sacolas e desci para a sala, onde encontrei minha mãe já sentada no sofá. Ela estava usando um daqueles conjuntos novos que tinha comprado, porque nunca tinha visto antes. Devo dizer que era bem simples, formado por uma camisola e um short, ambos roxos.
— Bom, então aqui estou — falei, sentando ao lado dela e colocando as sacolas na mesa.
— Vamos ver, vamos ver, quero ver esses presentinhos saindo.
— Já te falei que não é nada demais, hein, não espere algo no nível do que te dei no restaurante.
— Uf, não me lembra disso que fico mal. Se todos os presentes fossem como aquele, já casei com você, querido — eu sabia que era uma frase feita, mas algo em mim se remexeu ao ouvir essas palavras saindo da boca dela.
— Bom, então aí estão. Quer abrir você ou vou passando um por um?
— Mmm... Vai me dando você, que me faz mais feliz.
— Lá vamos nós então — falei, pegando primeiro os dois frascos de lubrificante. — Como já te disse, é uma bobagem, mas achei curioso.
— Isso é lubrificante igual ao que já temos, não é?
— Bom, esse grande é parecido, mas é focado para dar massagens. Além disso, é de qualidade muito melhor do que a sua, foi a menina que me atendeu no sex shop que recomendou.
- Então sex shop, hein, safado. Eu fui numa loja dessas pra comprar o brinquedo que você já conhece, mas tive que ir pra cidade vizinha, claro. Imagina se eu encontro alguém conhecido. Ei, e esse pequenininho aí, qual é a diferença?
- Ah, olha, esse já é mais especial, foi feito pra sexo anal.
- Sexo anal? Nossa, querido, aí já não sei o que te dizer.
- Nunca tentou, imagino, né?
- Amor, eu nunca tinha nem feito sexo oral na vida... - a gente riu junto -
- Bom, imaginei hahaha. Mas relaxa, comprei por via das dúvidas, por isso peguei o pequeno. Além disso, como esses dias a gente... já sabe, a gente experimentou um pouco por ali.
- Não, se eu tenho que admitir, é uma boa compra. E você tem razão, esses dias eu gostei muito quando... - de novo a versão mais envergonhada dela aparecia -
- Quando eu coloquei um dedo?
- É... É uma coisa que nem eu mesma tinha experimentado, e tenho que confessar que é bem gostoso.
- Fico feliz que você gostou. E olha, tenho que dizer que você tem bastante facilidade, porque nas primeiras vezes é difícil até colocar um dedo.
- Sério? Então você já fez isso com alguma garota?
- Bom, com uma quase namorada que tive há um tempo a gente tentou, mas não teve jeito. Doía muito e ela não dilatava nada, mesmo usando lubrificante e tudo.
- Poxa, que pena. Pois é verdade que comigo não doeu nada - depois disso, uns segundos de silêncio começaram a mostrar a tensão sexual que estava se formando de novo -. Bom, me mostra o resto.
- Ah, sim. Olha, abre esse aqui, é meio ousado e eu hesitei em comprar ou não, mas enfim - falei enquanto passava a sacola com o kit de dominação e as algemas.
- Uau, umas algemas. Olha, com essas coisas eu tô perdida mesmo. Quer dizer, já vi em filmes e sempre tive curiosidade, mas nunca me deu na telha. experimentar umas, e muito menos sugerir isso pro seu pai, claro. E o que é isso? — ela dizia enquanto tirava o pacote—
—Isso a moça me descreveu como um kit de dominação. Tem umas coisas parecidas com algemas, por exemplo aquele colar. Pensei que, como você gosta que te segurem pelo pescoço e essas coisas, isso também poderia te agradar.
—Nossa, que sensação estranha quando você me fala essas coisas, filho. Se já fico sem graça de me imaginar assim, imagina você me dizendo...
—Mas é verdade que você gosta, né?
—Olha, mentiria se dissesse que não, só que agora é a primeira vez que eu externalizo isso com alguém. Não sei se você me entende?
—Sim, claro, entendo que pro papai você nunca disse nada assim.
—Nossa, não, não. Ele ia me chamar de louca ou algo do tipo — ela disse entre risadas. — Comecei a fazer isso sozinha enquanto usava algum dos meus brinquedos, mas pedir pra uma pessoa é algo muito diferente.
—Com diferente você quer dizer melhor?
—Pode ser...
—Bom, então acertei em algo, né?
—Pois é, acertou sim. Obviamente o primeiro presente foi o melhor de longe, mas esses me agradaram muito, querido — ela disse enquanto se esticava pra me dar um beijinho carinhoso nos lábios.
—Fico feliz que você gostou, amor — chamar minha mãe assim de forma natural ainda era algo que me custava, mas que cada vez mais eu gostava. — Mas ainda falta um presente, hein. Na verdade, é algo que veio junto com o kit.
—Ah, querido, mas isso é demais. Quanto dinheiro você gastou?
—Ei, isso é um presente, é feio falar o preço. Além disso, não se preocupa, essas coisas não são tão caras. Se eu tivesse namorada, ficaria o dia todo experimentando essas besteiras com ela.
—Eu não sirvo pra você? — quase meu coração deu um salto ao ouvi-la dizer isso enquanto fazia biquinho. — É brincadeira, bobo. Olha a cara que você fez — ambos rimos, mas eu um pouco mais desconfortável que ela. — Bom, então vamos ver o que temos aqui.
—Não sei se vai ser do seu tamanho, mas acho que vai ficar muito bem em você. — falei enquanto tirava o conjunto que vinha no pack de dominação, aquele conjunto branco de renda que dava pra remover algumas peças pra deixar a buceta e os peitos de fora. Eu tava ficando louco só de pensar como ficaria nela.
— Mas, querido... — disse ela, surpresa, levando a mão à boca. — É lindo, amor. Sempre quis comprar lingerie desse estilo, mas quando fui me animar já era velha demais, e tinha vergonha do seu pai me ver assim.
— Vergonha? Qual é, mãe, se você tem um corpaço de arrasar. Assim que vi na loja, soube que ia ficar um luxo em você.
— Tanto me falar isso, vou acabar acreditando — disse ela, sorrindo sem tirar os olhos do conjunto.
— Bom, então não tem jeito melhor de acreditar do que ver com seus próprios olhos. Vai lá provar pra ver se gosta.
— Não preciso ouvir duas vezes.
Depois disso, ela se levantou e subiu direto pro quarto dela com todas as sacolas. Eu fiquei na sala, sem parar de pensar um segundo sequer no que tava rolando lá em cima. Minha mãe se despindo, colocando as meias enquanto acariciava a própria pele, encaixando cada liga enquanto se olhava no espelho. Meu pau, claro, começou a endurecer, e a vontade de subir atrás dela e fazer de tudo era desumana. Nem sei como aguentei uns dez minutos, minutos que pra mim foram horas, até começar a ouvir os passos dela descendo a escada pelas minhas costas. Nervoso como tava, me virei pra levar um susto, e não exatamente o que eu esperava.
— Mas, mãe, e o conjunto?
— Ah, amor, já provei. Amei! No começo achei meio exagerado e estranho me ver assim, mas tenho que admitir que me sinto bem gostosa com ele.
— Ah, que bom, fico feliz que tenha gostado, mas por que tirou?
— Ué, não vai querer que eu ande pela casa com isso vestido feito uma qualquer, e ainda na frente do meu filho.
Aí eu entendi o que tava rolando. Minha mãe queria... Brincar comigo, se fazer de doida até eu implorar pra me deliciar com ela, praticamente igual eu tinha feito naquela mesma manhã. Tenho que admitir que achei um pouco cruel da parte dela, mas depois começou a me invadir um tesão que dificilmente consigo explicar. Queria brincar comigo? Então eu ia ser o melhor brinquedo.
— Tem razão, mãe, olha só que cabeça a minha. Pedir pra minha mãe ver ela de lingerie. Não sei como isso me veio à cabeça, sinceramente.
— Bom, se você se comportar bem, pode ser que eu deixe você ver algo mais tarde — disse ela rindo, sentando do meu lado no sofá. — Ei, já que não podemos fazer muito mais, que tal a gente botar um filme até o jantar?
— Bora, parece ótimo. Tem algum em mente?
— Na verdade não, vamos dar uma olhada pra ver o que a gente encontra.
E foi isso que fizemos, ligamos a TV e ficamos passando por vários canais. Depois de um tempo, encontramos um filme que tinha acabado de começar, um daqueles telefilmes típicos sobre uns garotos que se mudavam pra uma universidade ou algo assim. Pra ser sincero, mal lembro de nada do filme, porque minha mente estava em outro lugar. Em certo momento, teve uma cena onde os protagonistas se enfiavam numa festa e acabavam jogando verdade ou desafio, obviamente cercados de gente popular e meio que forçados pela situação. Sim, como vocês podem ver, era a típica americanada meio tosca.
— Olha só esses americanos, que jogos estranhos eles fazem nas festas — disse minha mãe.
— Bom, isso não é tão estranho assim, eu já joguei algumas vezes com meus amigos.
— Sério? Mas vocês não preferem dançar ou coisas assim?
— Claro, isso também rola, mas a noite é muito longa e tem horas que também é legal um pouco de relax.
— Não tô vendo muito relax, não — disse ela, enquanto no filme mostrava um moleque pulando do telhado da casa.
— Calma, não chega a tanto — falei entre risadas. — Normalmente são desafios bestas, tipo beijar alguém ou mandar. uma mensagem ou algo assim. Mas enfim, o que mais se costuma fazer são perguntas, que é o que dá mais jogo.
- Entendo, entendo. E aí, que tal a gente jogar também?
- A gente? Agora?
- Por que não? O filme não é lá essas coisas, e me chamou bastante a atenção.
- Bom, por mim tudo bem, mas como você quer fazer? Porque normalmente se faz com mais gente e bebendo.
- Bom, mas com dois também dá, certeza. Você topa uma cerveja? - disse se levantando em direção à cozinha -
- Agora que você falou, eu toparia uma. E olha, pra fazer rápido, a gente pode jogar com uma moeda, cara ou coroa. Quem perder tem que receber pergunta ou desafio do outro.
- Beleza, me parece divertido.
Ela abriu as cervejas enquanto eu fui pegar uma moeda. A tarde finalmente começava a ficar interessante, mas eu sabia que tinha que ter algum tipo de pegadinha, já que no turno dela não fazia sentido ela se deixar mandar por mim. Depois de alguns segundos pensando, decidi que o melhor seria apostar mais em perguntas, já que eu tinha o pressentimento de que se eu abusasse com alguma ordem, ela se vingaria de algum jeito. Além disso, tinha um certo tesão em poder perguntar qualquer coisa pra ela. Depois de decidir isso, desci pra sala, onde ela estava no sofá com as duas cervejas já servidas.
- Aqui estou. Bom, antes de começar, você quer colocar algum tipo de regra? - falei sentando ao lado dela -
- Regra? Como assim?
- Ué, sei lá, algo que você queira vetar, tipo um assunto ou algo assim.
- Ah, não, não, senão o jogo perde a graça. Vai, por mim a gente começa.
- Me dá medo você. Então, sem mais delongas, eu escolho cara.
- Então fico com coroa.
Assim começamos a jogar. No começo, a gente tava bem equilibrado, mais ou menos cada um ganhou umas três ou quatro vezes, e foram só perguntas. Mas é claro, essas não foram nada comprometedoras, só besteiras sem muito fundo. Aí comecei a pensar que na verdade eu não conhecia muito da minha mãe. Quer dizer, obviamente Sabia da vida dela e tal, mas não a conhecia como conheço uma amiga ou parceira. Acho que é assim que são as relações entre mãe e filho, parecem muito próximas mas no fim acabam caindo em uns papéis bem específicos. Depois dessa pequena reflexão, decidi que já era hora de deixar o jogo mais picante, e justo uma vitória fez com que fosse minha vez de jogar pesado.
- Tá, é minha vez, mãe. Lembra que se não quiser responder, tem que beber, hein.
- Humm... Com isso já imagino que não vai ser uma pergunta fácil.
- Calma, calma, só tô avisando.
- Já sei... Então vai fazer hoje ou o quê?
- Pô, não fica assim - os dois rimos -. Vai lá. Com quantos homens você já transou?
- Seu filho da puta...
- Lembra que se não tiver coragem de responder, pode beber.
- Não, não, fica tranquilo que vou responder. Mas ó, quando você diz transar, é... sabe como é...
- Sim, com penetração e tudo.
- Entendi... Bom, nesse caso, com seis.
- Seis? Pô, sendo sincero, esperava menos.
- Bom, sua mãe é recatada, mas também não é freira, hein.
- Quem me diria... - depois disso, ela me deu um cutucão leve entre risadas -.
Depois de jogar a moeda de novo, foi ela quem venceu. A pergunta dela foi exatamente a mesma que a minha, e minha resposta foram 4 garotas. Na real, não teve muita conversa sobre isso, já que é um número bem normal pra alguém da minha idade. Depois disso, as perguntas foram ficando cada vez mais picantes, começando a revelar mais da nossa vida, principalmente sobre sexo.
Continuamos jogando e eu tive a sorte de acertar duas seguidas. As perguntas não foram muito explícitas, porque imaginei que se o jogo ficasse muito desconfortável, ela ia querer parar em algum momento. Depois que ela respondeu, jogamos a moeda de novo, e essa era a hora de começar a esquentar ainda mais a parada.
- Boa, ganhei de novo! - falei. depois que a moeda caiu-
-Não acredito, eu tava certa que essa ia dar cara.
-Bom, bom, não pensa mais nisso porque aí vai minha pergunta, e te aviso que essa vem forte.
-Você vai ver...
-Vai, alguma vez você traiu o papai? E antes que você fale qualquer coisa, eu obviamente não conto.
-Querido, não sei se quero falar desses assuntos com você.
-Isso quer dizer que sim?
-Não, pelo amor de Deus, não. A gente já conversou sobre isso. Eu sempre fui muito apaixonada pelo seu pai, nem passaria pela minha cabeça ficar com outro homem - obviamente soava brutalmente ilógico, considerando tudo o que tinha rolado entre a gente. Mesmo assim, essa conversa a gente já tinha tido, então decidi não fazer nenhum comentário sobre isso e seguir com a pergunta.
-Se você diz que não quer falar sobre isso, é porque alguma coisa aconteceu. Além disso, não precisa se preocupar comigo, mãe. Eu sei perfeitamente que você ama o papai, e nada do que você disser vai mudar a imagem que tenho de vocês.
-Já sei, filho, eu sei que você é muito compreensivo nesse aspecto, na verdade, diria que até demais - ela disse, já um pouco menos tensa, mas ainda meio sem jeito -. Vamos dizer que uma vez teve algo, mas eu consegui parar antes que as coisas saíssem do controle.
-Viu, sabia que tinha alguma coisa. Mas você não pode me deixar assim, hein, agora tem que me contar a história.
-Sério que tenho que te contar tudo?
-Ei, eu não inventei o jogo - falei, dando de ombros.
-Tá bom, tudo bem. Vamos ver, isso foi há alguns anos, quando você ainda jogava basquete.
-Pois é, faz tempo mesmo, porque eu parei lá no terceiro ou quarto ano do ensino médio, então eu devia ter uns catorze ou quinze anos.
-Por essa época mesmo. Você se lembra de um garoto com quem você jogava? Javi, acho que era o nome.
-Mãe, você tá me dizendo que...
-Não, homem, não! - ela disse, levantando a voz -. O pai dele, eu ia falar do pai dele.
-Calma, mulher, foi só uma brincadeira - falei entre risadas, mas a cara dela deixava bem claro que a brincadeira não tinha pegado bem. — Foi exatamente graciosa. Bom, sim, lembro do Javi, sim. O pai dele era aquele cara alto, né? Mateo, talvez?
— Esse mesmo, sim. Bom, a questão é que ele era divorciado, e claro, o normal, nos jogos você conversa com os outros pais, coisa comum.
— Sim, claro. Lembro que você tinha uma relação muito boa com todo o grupo no geral.
— Sim, verdade, todo mundo se dava bem, mas com o Mateo a coisa foi um pouco além.
— Sou toda ouvidos.
— No começo, a gente conversava como com os outros pais, mas aos poucos começamos a falar um pouco mais da nossa vida pessoal. Além disso, como seu pai quase nunca vinha porque estava sempre trabalhando, na maioria das vezes eu acabava conversando com o Mateo. Até um dia a gente marcou de tomar um café.
— Claro, e imagino que você começou a sentir algo por ele.
— Que nada, eu sempre vi ele como um amigo, acho que por ser casada. Mas claro, ele era solteiro, então depois de um tempo ele começou a tentar dar em cima de mim e fazer umas insinuações.
— E se você não gostava dele, por que continuou conversando?
— Bom, hoje, com o tempo, pensando bem, acho que sempre gostei dele, porque senão eu teria cortado na hora, como você disse. A questão é que ele continuou atrás de mim por vários meses, e claro, eu não cedia, mas também não cortava o barato. Até uma vez ele me mandou mensagem no WhatsApp e me enviou umas fotos meio provocantes.
— Imagino que essas fotos eram mais que "meio provocantes".
— Não vou mentir, o homem sabia que armas usar a favor dele, e essa não era pequena, não — disse ela, indicando um tamanho grande com as mãos. — Resumindo, a coisa continuou assim por um tempo, até que um dia ele se cansou de insinuar e decidiu partir pra ação.
— Mãe, preciso dizer que a coisa tá ficando meio pesada.
— Não, querida, não se preocupa, era só uma expressão. Pode ser que o Mateo pecasse por ser provocador, mas sempre foi um cavalheiro comigo e nunca passou do limite. da raiva.
—Bom, fico feliz em saber disso, me deixa mais tranquilo, pra ser sincero.
—Aww, querido, obrigada por se preocupar comigo — disse ela, pegando na minha mão e fazendo cara de fofa —. Bom, vamos lá, senão nunca termino. Um dia você tinha jogo, e como de costume, fui te ver com o resto dos pais. O Mateo, obviamente, estava lá, e naquele dia percebi que os comentários dele estavam um pouco mais pesados que o normal. Não quis dar importância, e num dos intervalos fui ao banheiro. Minha surpresa veio quando, mal fechei a porta, ele entrou atrás de mim, fechando e trancando. Era um daqueles banheiros grandes e individuais, então ninguém nos incomodaria. Antes que eu pudesse perguntar o que ele estava fazendo, ele se jogou em cima de mim e me beijou sem aviso. No começo, óbvio, me assustei, mas sem perceber, reagi devolvendo o beijo, e aí começamos a... nos pegar — disse ela com cara de culpa, provavelmente esperando uma reação ruim minha, coisa que obviamente não ia acontecer —.
—Uau, parece que o Mateo se cansou de esperar, hein. E me conta, me conta, o que mais rolou?
—Hmm, bom... Depois disso, eu me afastei e falei que não dava, que aquilo não era certo e que a gente tinha que parar. Ele já sabia disso, óbvio. Me disse que me desejava mais que ninguém, mas que sabia que eu nunca seria dele, e que respeitava isso, mas que só queria uma coisa antes de deixar pra lá.
—Um boquete, né?
—Espera, como você soube? — a cara dela era de surpresa total —.
—Sei lá, só supus. Não leva a mal, mãe, mas você tem cara de quem faz uns boquetes muito bons, e obviamente posso confirmar — falei entre risadas, fazendo ela rir também e aliviando a tensão que tinha se formado —.
—Bom, foi isso, esse foi o pedido dele.
—Acho que não preciso perguntar o que aconteceu depois.
—Pra ser sincera, esse foi um dos momentos em que mais fiquei com tesão na minha vida. Não sei se pela situação ou pelo fato de que era algo que não deveria estar acontecendo, mas mal ela terminou de falar, não passaram nem dois segundos e eu já estava ajoelhada na frente dele — eu não queria ter cortado, rezando pra ele continuar contando aquela história que tava me deixando tão molhada. Depois disso, puxei a calça dele pra baixo e pude confirmar o que já tinha visto nas fotos, então nem pensei duas vezes e fui direto ao assunto. Comecei a chupar ele sem frescura de preliminares, já tentando enfiar tudo na boca, porque nunca tinha visto um negócio daquele tamanho na minha frente.
— Era tão grande assim?
— E como era, maior que o seu até, e olha que você não vem mal armado não.
— Pô, agora vou ficar com complexo — falei, fingindo um drama de brincadeira.
— Ui, cala a boca, nada de complexo. Na hora me surpreendeu pela novidade, mas te juro que não quero uma dessas nem de graça. Só fui porque tinha que colocar na boca, se fosse em outro lugar eu saía correndo.
— Bom, acho que grande nem sempre é melhor — falei, enquanto os dois ríamos. — Mas na hora dá pra dizer que você curtiu, né?
— Bom, e muito. Imagina como eu tava molhada naquele momento. Claro que não quis me tocar nem nada, porque sabia que se desse qualquer sinal de querer ir mais longe, a coisa ia muito, muito além, então me concentrei em fazer meu trabalho e tentar fazer o cara gozar logo. Por parte dele, dava pra ver que tava esperando por isso há um tempão. Às vezes era ele quem fodia minha boca, praticamente sem eu fazer nada, até me puxando pelo cabelo pra se ajudar. Se quer saber a verdade, foi uma das primeiras vezes que fizeram algo assim comigo, e você não faz ideia do tesão que tava me dando. Teve um momento que quase mandei tudo pro caralho e fui além, mas aí ele me surpreendeu gozando sem aviso. Depois disso, ele teve que sentar no vaso pra se recuperar. fôlego, enquanto eu engolia e limpava do meu rosto os restos de porra. Depois disso, não falamos nada; eu me levantei e me arrumei um pouco enquanto ele, ainda nu da cintura pra baixo, me admirava sem soltar uma palavra enquanto eu saía daquele banheiro. Sei que isso vai soar meio egocêntrico, mas naquele momento me senti, sei lá, poderosa.
— Nossa, mãe, deve ter sido uma experiência e tanto. E egocêntrico, nada. Pensa que um homem ficou implorando pelos seus ossos a ponto de se contentar com um simples boquete. Nem toda mulher pode dizer que viveu isso. E aí, depois disso, o que aconteceu? Vocês continuaram em contato?
— Bom, mantivemos o contato que todo pai e mãe têm, mas nunca falamos sobre o que aconteceu nem ficamos a sós de novo. Depois disso, eu obviamente deletei todas as mensagens e fotos, então os dois deixamos o assunto pra lá.
— Tenho certeza de que ele não esqueceu assim tão fácil...
— Ah, bobinho, para com isso — ela disse brincando. — Bom, acho que respondi sua pergunta com sobras, então vamos lá que o jogo não para.
Enquanto terminava a frase, ela pegou a moeda e jogou pra cima, escolhendo cara antes de cair, com tanta má sorte que deu coroa. E digo má sorte obviamente pra ela, porque pra mim era um presente. Naquele momento, decidi que era hora de parar de brincar e partir pra algo sério de verdade. Se a pergunta anterior já tinha sido tão pesada, essa tinha que ser muito mais, então não me segurei nem um pouco e soltei uma que vinha pensando desde o dia que chegamos naquela casa.
— Não vou nem te dar tempo de reclamar — falei, cortando o comentário iminente que ela ia fazer por ter perdido de novo. — Lá vai: você já fantasiou em transar comigo?
— Bom, e eu achando que a pergunta ia ser mais difícil. Desde que estamos aqui, mal penso em outra coisa — ela disse com um pouco de timidez.
— Não, não, tô falando antes dessas férias, antes de tudo isso acontecer. entre nós.
- Céu, acho que não devia responder isso... Prefiro beber...
- Respeito, mãe, mas acho que beber é um castigo muito leve pra perguntas tão pesadas, não acha?
- Na real, também acho, mesmo que agora me doa admitir. Alguma sugestão?
- Humm... Me veio à cabeça que se um não quiser responder uma pergunta, o outro manda um desafio que tem que cumprir, sim ou sim.
- Que medo você me dá quando pensa nessas coisas... Mas beleza, acho justo, afinal uma hora vai ser minha vez de perguntar. Já pensou no desafio?
- E como pensei. Quero que você vista a lingerie de novo, mas dessa vez quero te ver com ela – desde que o jogo começou, eu já tinha isso em mente como um dos desafios, e acho que não podia ter escolhido momento melhor.
- Então ficou com vontade, hein.
- Claro, e você sabe muito bem.
- Bom, então acho que tenho que fazer – disse ela se levantando em direção às escadas.
- Não tão rápido – falei me levantando também. – Acho melhor continuarmos o jogo lá em cima. Te espero no meu quarto enquanto você se troca. Tudo bem?
- Não vejo por que não. Me dá uns dois minutos e tô pronta.
Depois disso, cada um foi pro seu quarto. O momento que eu esperava a tarde inteira finalmente estava prestes a chegar. Meu quarto era praticamente igual ao da minha mãe, com uma cama enorme e uma poltrona perto da janela, então decidi sentar nela pra esperar. Não passaram nem dez minutos quando uns saltos me acordaram das minhas fantasias e me trouxeram de volta àquele quarto, o quarto onde em poucos segundos minha mãe ia entrar apertada numa lingerie digna das melhores atrizes pornô. E foi exatamente isso que aconteceu.
A porta se abriu devagar e eu pude ver uma das imagens mais marcantes da minha vida, uma que com certeza não vou esquecer até O fim dos meus dias. Aos poucos, fui percebendo aquela gostosa entrando rebolando o quadril no meu quarto, enquanto eu observava cada detalhe do corpo dela. Ela usava um par de saltos brancos, nada demais, mas o suficiente pra realçar aquelas pernas lindas. Pernas enfiadas nuns meias finas e brancas, que iam até o meio das coxas, deixando elas ainda mais suculentas e apetitosas do que de costume. Junto com essas meias, ela usava um par de ligas de renda, que se conectavam com uma calcinha que mal cobria a cintura larga dela. Conforme ela se aproximava, deu uma volta em si mesma, o que me deixou ver como aquela fio dental sumia entre as nádegas grandes e firmes dela, deixando aquele rabo que eu tanto amava praticamente pelado. Finalmente, já quase do meu lado, ela virou de frente de novo, me dando uma visão perfeita da parte do corpo que eu mais gosto, aquele par de peitos maravilhosos. Mal cabiam num sutiã também branco, que pela tecido fino deixava transparecer quase perfeitamente os bicos escuros dela, que já estavam bem duros, como de costume.
— Uau, mãe... Você tá... — falei eu, me levantando e me aproximando devagar.
— Calma, querido, não vai tão rápido — disse ela, me parando no seco e me encostando no armário com um empurrãozinho no peito. — Tô pensando e acho que a brincadeira acabou. Decidi que é hora de mamãe começar a mandar nessa casa...
Naquele momento, meu coração acelerou tanto que achei que ia sair pela boca. Sem dúvida, minha mãe tinha tomado o controle da situação, e ouvir ela falar essas coisas com um tom sério e sexy me deixou excitado num nível inimaginável. Depois disso, ela mandou eu me despir e, em seguida, jogou as algemas que eu mesmo tinha comprado, me obrigando a colocá-las atrás das costas. Feito isso, ela vendeu meus olhos com a máscara que ela usava pra dormir. Às vezes, pra dormir, me impedindo desde aquele momento de ver qualquer coisa que rolasse naquele quarto. A próxima coisa que percebi foram carícias, minha mãe passando a mão no meu corpo inteiro de cima a baixo, roçando de leve também no meu pau duro, que já tava durasso desde antes da historinha adúltera dela.
— Filho, saiba que você não se comportou nada bem com a mamãe esses dias — ela disse perto da minha boca, já que eu sentia perfeitamente o hálito quente dela.
— Não me comportei bem? E por quê, se é que se pode saber — eu já tava totalmente no clima.
— Porque você me fez fazer coisas muito ruins.
— Pois eu acho que você adorou essas "coisas ruins", como você chama. Na verdade, acho que você queria elas ainda mais do que eu.
— Ah, é? Você acha? Acha que a mamãe gosta de fazer coisinhas sujas com o próprio filho? — a voz dela ficava sussurrante, o hálito cada vez mais perto da minha boca, e eu sentia até uns roçados leves entre nossos lábios.
— Não acho, eu sei que minha mãe adora fazer coisas muuito sujas com o filho dela. E sabe por que eu sei?
— Por quê?
— Pelo mesmo motivo que você deu um boquete naquele cara, porque você é uma puta — falei com um pouco de medo pela gravidade da palavra, mas ao mesmo tempo desafiador, dessa vez sendo eu quem se aproximava da boca dela.
— É isso que você pensa da sua mãe? — ela disse, segurando meu pescoço de leve e me encostando de novo no armário — Nesse caso, só me resta uma coisa a fazer.
Depois disso, senti ela se afastar de mim, sem saber direito o que viria a seguir. Depois de uns segundos que pareceram uma eternidade, senti de repente a boca quentinha dela envolvendo meu pau praticamente inteiro. Sem me dar um respiro e com minhas pernas quase tremendo, ela começou a chupar, me dando um boquete daqueles que só ela sabia fazer, nem lento nem brusco, me fazendo sentir cada cantinho da boca e da garganta dela. Tive que me apoiar de costas no armário. já que por momentos achei que não ia aguentar ficar de pé com as chupadas que tava recebendo. Não sei se foram vários minutos ou só alguns, mas sei que chegou uma hora que não aguentei mais, e tudo que acumulei naquela tarde foi direto pra garganta dela. Senti vários jatos saindo do fundo do meu ser enquanto ouvia perfeitamente ela tentando engolir o máximo que podia, mas sem tirar minha rola da boca nem por um segundo.
Minha surpresa veio quando, depois que parei de gozar, minha mãe continuou chupando, e não devagar, mas no mesmo ritmo de antes. Ela tava me fazendo um boquete de novo sem pausa entre um e outro. No começo isso me deixou bem tenso, porque todo mundo sabe o sensível que o pau fica depois que goza, fazendo cada roçada ser sentida mil vezes mais. Por causa disso, quase implorei pra ela parar, mas depois de alguns segundos aquela sensação ruim foi diminuindo aos poucos, dando lugar a um prazer que eu nunca tinha sentido antes, fazendo eu me contorcer literalmente de gosto. Não precisou mais de dez chupadas pra que, sem me segurar nem mais um segundo, eu gozasse de novo na boca dela, dessa vez acompanhado do orgasmo mais intenso que já senti na vida. Por causa disso, caí exausto sentando no chão, e a próxima coisa que senti foi minha mãe me beijando com uma paixão incrível. Senti perfeitamente restos do meu próprio esperma na boca dela, o que por outro lado não me importou nem um pouco, porque naquele momento eu só conseguia sentir minha rola pulsando e a língua dela percorrendo minha boca de cima a baixo.
— Caralho, mãe… Isso… Isso foi… — eu mal conseguia respirar de tesão.
— Eu sei, amor… Não precisa falar nada… — ela também tava ofegante — Nossa, tava morrendo de vontade de chupar você de novo, e olha que faz só algumas horas desde a última vez.
— Então já sabe que sou todo seu sempre que quiser.
— Já sei, já. Você é um danado mesmo. Minha nossa, duas gozadas em questão de segundos. - A verdade é que você me surpreendeu quando continuou depois da primeira, na verdade quase pedi pra você parar, mas depois…
- Desculpa por isso, amor… Não sei o que deu em mim, mas não consegui parar.
- Fica tranquila, mãe, porque eu amei. Na verdade, foi o melhor orgasmo que já tive na vida.
- Tá me falando sério isso?
- Claro que tô falando sério. Com você eu tive o melhor sexo da minha vida, mãe, isso eu posso te garantir.
- Ai, amor, você é um doce. Acho que nem preciso dizer, mas você também foi o melhor amante que já tive.
- Você não sabe como me deixa feliz ouvir isso, mamãe. Ei, por falar nisso, já posso tirar essa venda? — falei, começando a levantá-la.
- Não, não, não. Espera um pouco, que agora tenho uma surpresa pra você.
- Puf, você me deu uma trepada tão boa que tive que me jogar no chão, mãe, não sei se tô pronto pra mais surpresas — de novo, nós dois rimos.
- Fica tranquilo, meu amor, que por hoje já te fiz sofrer o suficiente. Olha, senta aqui — disse ela me guiando até o sofá — e espera um pouquinho enquanto eu preparo tudo.
Depois de sentar no sofá, ouvi um pouco de movimento no quarto, até percebi minha mãe saindo e entrando umas duas vezes. Mesmo assim, eu tava bem ocupado pensando no que tinha acabado de rolar, e principalmente pensando em como nossa relação tinha mudado em menos de uma semana. Há poucos dias atrás, eu nem teria coragem de falar sobre alguma namorada ou rolo com minha mãe, e agora ela tava me contando as experiências mais íntimas dela. E não só isso, como também tava me algemando e me dando ordens feito um escravo sexual. Esses pensamentos mexeram comigo por dentro, mas principalmente me fizeram começar a ficar excitado de novo. Ainda não entendo de onde vinha toda essa resistência e esse tesão, porque, embora nunca tenha sido precoce ou durado muito pouco na cama, também nunca fui de aguentar mais de duas rodadas sem uma boa pausa pra… recuperar as forças. Com a minha mãe, no entanto, eu sempre tinha energia; em minutos ou até segundos, já estava carregado de novo e pronto pra guerra. Depois de alguns minutos perdido nas minhas punhetas mentais (nunca melhor dito), ouvi ela entrar no quarto e vir na minha direção.
- Bom, parece que já está tudo pronto.
- Me dá medo pensar no que você preparou.
- Não se preocupa, love, já te falei que vou ser boazinha. Na verdade, vou te dar um presente bem especial.
- Sinceramente, não parece nada mal - falei, divertido, enquanto me preparava mentalmente pro que vinha.
- Então vem aqui, que vou tirar as algemas. Mas não pode tirar a venda até eu mandar. Combinado?
- Às suas ordens, senhora.
Não passou nem um minuto até eu ouvir a voz suave dela me dando permissão pra tirar a venda dos olhos, e, pra ser sincero, tive uma das melhores vistas que já encontrei. Minha mãe de quatro na cama, com a bunda apontando direto pra mim, e o pote de lubrificante anal do lado. Tenho que admitir que fiquei doido só com um segundo daquela imagem maravilhosa. Ela ainda estava de lingerie, menos a calcinha fio dental, claro, com aquelas meias que realçavam ainda mais a bunda enorme dela, que me deixou totalmente hipnotizado.
- Olha só... Pois é, que surpresa... - falei, me aproximando devagar pra acariciar as pernas dela.
- Esse é meu presente pra você, querido. Vou te dar a virgindade do meu cu.
- Mãe, não sei o que dizer. Tem certeza?
- Claro que tenho, amor. Não tem pessoa melhor que você pra me estrear nisso.
- É uma honra, querida. Juro que vou estar à altura.
Não terminei a frase e já estava quase ajoelhado na frente daquela delícia. A bunda dela tava perfeita, mas meus olhos iam, como sempre, direto pra aquela buceta linda, bem molhada e pedindo pra ser comida, então, sem pensar duas vezes, quis começar por ali. Enfiei minha língua entre os lábios dela e comecei lambendo de cima a baixo, roçando a ponta no clitóris dela e saboreando aqueles sucos gostosos que escorriam de dentro. Ela começou a se derreter de prazer, aumentando a respiração e caindo rendida sobre um travesseiro que tinha colocado debaixo da cabeça. Isso fez com que a rabeta dela ficasse ainda mais empinada do que já estava, então decidi ir mais longe e subir para aquela bunda apetitosa. Quando comecei a aproximar minha língua da área, senti um cheiro bem perfumado, o que denunciava que minha mãe tinha se preparado de verdade para esse momento. Não enrolei mais e comecei a chupar, devagar mas mantendo a língua meio dura, fazendo com que ela fosse amolecendo aos poucos pra mim. Ficamos assim uns minutos, eu alternando lambidas entre o cu e a buceta dela, enquanto ela se tocava de vez em quando e curtia soltando uns gemidinhos.
- O que você acha, mamãe, cê acha que tá pronta pra ir um pouco mais além?
- Tô doida pra isso, querido...
Depois disso, fiquei de pé, na altura perfeita pra ocasião. Peguei o pote de lubrificante e passei um pouco em dois dedos pra espalhar na área. Quando ficou bem distribuído, até misturado com minha própria saliva, comecei a introduzir bem devagar um dedo, abrindo espaço com o indicador pra, mais tarde, meter também o médio ao mesmo tempo. Assim, comecei um vai e vem suave, que fez a região relaxar bastante, assim como minha própria mãe, que se masturbava enquanto se deixava fazer.
Não demorou muito até eu decidir que era hora de ir mais fundo. Passei mais um pouco de lubrificante no pau e comecei a esfregar ele por toda a área, guiando a cabecinha aos poucos em direção àquela caverninha escura e inexplorada. Depois de várias passadas, tentei meter só a ponta pra ver como ela reagia. Aos poucos, fui enfiando cada vez mais, e minha mãe, surpreendentemente, não fez nenhuma objeção, é Mais, diria que ela estava curtindo bastante e que era ela mesma quem se jogava pra trás, fazendo a penetração ficar cada vez mais funda. A verdade é que tenho que admitir que é uma sensação meio estranha, sem dúvida diferente de como é uma buceta. Aqui tudo era mais apertado e oferecia mais resistência, deixando claro que aquele buraco não foi feito pra essas coisas, embora, na minha opinião, seja exatamente isso que dá aquele tesão na situação.
— Como é que tá, mãe? Tá se sentindo bem? — falei enquanto ia abrindo caminho aos poucos, com meu pau já quase na metade.
— Sim, filho, não se preocupa… É uma sensação meio, esquisita, mas acho que não tô odiando.
— Beleza, então vou tentar meter um pouco mais, mas se doer ou você quiser parar, me fala, hein.
— Fica tranquilo, querido. Na verdade, acho que já é hora de você meter ele inteiro.
— Tem certeza? Pode ser demais pra primeira vez.
— Não se preocupa, filho, tô preparada. Além disso, tô morrendo de vontade. Então vamos, me desvirgina, querido.
Essas palavras me deram motivo suficiente pra relaxar e partir logo pra ação. Na real, achei bem cômico o fato de minha própria mãe me pedir pra desvirginar ela, mas mais do que me fazer rir, me deixou louco de tesão. Depois disso, comecei a parar de empurrar tão devagar, trocando por um vai e vem suave, que ia fazendo meu pau cravar um pouco mais a cada metida. No começo, fui com muito cuidado, mas depois de alguns minutos a coisa começou a fluir melhor, a bunda dela foi alargando e minhas estocadas começaram a pegar mais ritmo, dando início a uma fodida anal de verdade.
A experiência era algo totalmente novo pra nós dois, e isso deu pra ver em várias coisas. Uma, por exemplo, era que a gente mal falava ou se comunicava, algo que eu pessoalmente adoro no sexo, e sei bem que ela também. Dessa vez, nós dois parecíamos estar concentrados em fazer direito, como um jovem casal perdendo a virgindade na primeira vez. Claro, não posso dizer que a coisa foi desconfortável ou séria, longe disso, porque não precisávamos de palavras pra mostrar o quanto estávamos aproveitando. Ela estava totalmente deitada no travesseiro, levantando bem a bunda pra poder receber minhas penetrações enquanto de vez em quando se masturbava. Obviamente, tudo isso acompanhado de uns gemidos que iam aumentando de volume aos poucos. Eu, verdade seja dita, estava um pouco mais envergonhado, porque tinha certeza de que se eu começasse a bombar como de costume, ia machucar ela. Mesmo assim, tava me divertindo pra caralho, e não só pelo fato de estar desvirginando o cu da minha própria mãe (o que até hoje me parece uma loucura), mas porque a sensação era das mais prazerosas. Embora, se você me perguntar, prefiro fazer por frente, porque é tudo mais suave e mais "espontâneo", por assim dizer.
Não demorou muito até que os gemidos dela me fizessem entender que ela tava prestes a gozar. O primeiro orgasmo dela enquanto arrombavam o cu dela, e era eu, o próprio filho dela, que tava arrombando. Sem dúvida, um acontecimento histórico que não sei se aconteceu em muitas famílias. E foi assim: os gemidos dela se transformaram praticamente em gritos enquanto jatos de gozo começaram a sair da buceta dela, sujando o colchão enquanto eu penetrava ela sem parar quase nada. Depois disso, ela caiu rendida de bruços na cama, fazendo meu pau sair de uma vez do cu dela. Tenho que dizer que me surpreendi por ele ter saído totalmente limpo, porque, não vou entrar em detalhes, mas todo mundo sabe o que costuma rolar nessas situações. Pelo visto, minha mãe não só tinha se garantido de perfumar a área, mas também tinha deixado ela bem preparada pra ação.
Ela ficou um bom tempo largada na cama tentando recuperar o fôlego, então eu decidi me deitar ao lado dela para acompanhá-la na recuperação. Dava pra ver que ela mal conseguia falar, então fiquei acariciando o cabelo dela e dando beijinhos suaves por todo o rostinho corado.
- Ia te perguntar se você tinha gostado, mas acho que é meio óbvio, né?
- Meu Deus, filho... Não... Não sei como descrever...
- Então confirmo que você gostou - falei brincando enquanto acariciava o corpo dela.
- Gostado é pouco. É uma sensação que nunca senti... É como... Como...
- Calma, calma, acho que dá pra ter uma ideia - de novo os dois rimos enquanto ela se sentava.
- Querido, você foi incrível. Fico feliz que minha primeira vez tenha sido com você.
- Sério? Não te machuquei em nenhum momento?
- Não, não, não, amor, juro. No começo até estranhei, mas depois foi tudo perfeito. É como você disse, como se...
- ...como se nossos corpos se encaixassem perfeitamente - falamos os dois ao mesmo tempo e ficamos nos olhando por uns segundos.
- Ah, amor, mas olha como você está - ela disse apontando pro meu pau ainda duro, já que eu não tinha tido tempo de gozar. - Fiquei tão focada em mim que nem me preocupei se você tinha terminado ou não.
- Calma, mãe, não fica mal. Normalmente é o cara que deixa a mulher na mão, pela primeira vez que é o contrário, não vai dar nada - falei de brincadeira pra tirar o peso.
- Mas eu me sinto mal - ela acariciando meu pau duro. - Acho que vou ter que cuidar disso.
- Bom, isso é se eu deixar, porque te lembro que você gozou, o que significa que é minha vez - falei com um tom desafiador, o que fez ela corar ainda mais e morder o lábio inferior.
- E você vai recusar a mamãe te fazer sentir bem? - ela disse voltando com a voz de menina má enquanto se aproximava ainda mais de mim.
- Seria idiota recusar, mas também sei que se aceitar, vou perder minha vez rapidinho, né? - ela não Ela respondeu, só sorriu deixando claro que esse era o plano dela. — Por isso mesmo que te proponho um trato.
— Um trato?
— Exato. Bem, na verdade, mais que um trato seria uma trégua. Te proponho que hoje à noite a gente dê uma pausa no jogo, que recomeça amanhã de manhã.
— E posso saber por que eu deveria aceitar essa trégua?
— Porque desde que chegamos nessa casa, eu tô morrendo de vontade de te comer a noite inteira, mamãe. Quero que a gente tenha uma noite de casal, uma noite de amantes…
— Meu amor…
Ela não disse mais nada e se jogou pra beijar minha boca. Ficamos um tempão nos beijando e nos acariciando, igualzinho dois namorados que alugam um quarto de hotel pra dar vazão aos desejos. A gente ia se movendo pela cama toda, nos masturbando um ao outro e nos olhando nos olhos de vez em quando, pra depois continuar com nossos beijos lentos mas cheios de tesão. Num dado momento, ela fez menção de tentar tirar o sutiã, mas eu cortei na hora.
— Espera, amor, não tira. Olha, eu não tinha te falado, mas essa lingerie tem uma coisa muito curiosa.
Levantei da cama e estendi a mão pra ela me seguir, levando ela direto na frente do espelho do quarto e ficando atrás dela. Comecei a desabotoar os botões que ligavam a parte do sutiã que cobria os peitos com o resto do sutiã, deixando assim no ar esses melões lindos. Se já com a lingerie completa ela tava uma gostosa, isso era outro nível. As tetonas dela ficavam super destacadas, um pouco mais firmes do que totalmente pelada por causa das tiras que seguravam, e com uns lacinhos lindos descansando na parte de cima delas. Sem dúvida, parecia uma princesa, mas não da Disney, e sim do melhor filme pornô da história.
— Meu Deus, filho, nunca vi uma lingerie assim… — ela dizia se acariciando enquanto se admirava com a figura refletida no espelho.
— Mamãe, passei o dia inteiro pensando em como você ia ficar uma delícia com isso. Isso, mas sem dúvida você supera minhas expectativas. Você gosta?
- Se eu gosto? Love, eu amo. Fico com muito tesão de deixar as tetas assim… - ela dizia enquanto começava a acariciar suavemente a própria entreperna -. Nossa, me deixa muito puta….
- Mais tesão me dá te ver - eu disse, virando ela e me jogando sem conseguir aguentar nem mais um segundo para chupar aquelas tetinhas brancas que tanto me chamavam.
Foi assim que começou o que possivelmente foi a melhor noite da minha vida. Colocamos em prática tudo o que tínhamos feito na última semana. Só de dizer que nem paramos para jantar, acho que vocês já podem ter uma ideia de como estávamos entregues um ao outro, aos nossos desejos mais primitivos. Não houve um momento em que ficássemos sem fazer nada. Quando ela gozava, eu mal dava descanso, penetrando ela sem quase diminuir o ritmo. Quando era eu que gozava, eu me jogava direto para chupar a buceta dela, fazendo ela gozar em poucos segundos. Gozei na boca dela, nas tetas dela, na buceta dela, no cu dela, em quase todos os cantos e buracos do corpo dela, e claro, ela soltou os sucos quentes dela por todos os cantos do meu. Nos beijamos, nos acariciamos, fodemos em todas as posições possíveis e dissemos as maiores barbaridades que já foram ditas entre uma mãe e um filho. A cama acabou virando uma piscina, cheia de gozadas, sêmen, suor e, no geral, fluidos dos dois, deixando um cheiro de luxúria típico do pior bordel.
Em um momento da noite, ela tinha acabado de gozar depois que eu fiz um oral nela, já que minutos antes era ela quem me fazia gozar depois de me dar uma yummy cubana, deixando as tetas dela bem cheias de porra (embora naquela hora já tivessem recebido mais de uma gozada).
- Vem aqui, mãe - eu disse, sentando na cama e colocando ela em cima de mim.
- Nossa, amor… Você já tá dura de novo? Mas olha como você me deixou agora há pouco… - ela dizia, sentada sobre minhas pernas, enquanto se esfregava os restos de sêmen por todos os melões dela.
- Com você, sabe que tenho energia pra isso e mais.
Depois disso, agarrei ela pela bunda e deixei cair suavemente no meu pau, enfiando com uma facilidade impressionante e fazendo com que as paredes quentes e suculentas dela abraçassem de novo meu membro ereto. Nossos corpos ficaram bem encaixados, eu sentado com os joelhos meio flexionados e ela com as pernas em volta da minha cintura, deixando nossas bocas na altura perfeita pra começar a nos beijar do jeito mais promíscuo possível. A boca dela tinha gosto do meu sêmen, e a minha, com certeza, das gozadas dela, coisa que obviamente ambos adoravam. De vez em quando, nossas línguas brincavam de ir o mais fundo possível, fazendo fios de saliva escorrerem das nossas bocas.
- Mmm, mamãe, adoro como você beija...
- Querido, e eu adoro como você beija... Aaghh... Além disso, me excita muito te beijar depois que você come minha buceta...
- Pois eu... Aaghhh... Eu passaria o dia todo chupando ela... Ufff, é a buceta mais gostosa que já comi...
- Ah, é? Mmm... E me diz, amor... O que é mais gostoso, chupar a bucetinha da mamãe ou foder ela?
- Sabe que foder você é o que eu mais gosto nesse mundo... - falei, começando a me mover com mais vontade, fazendo os peitos dela balançarem suavemente roçando no meu peito.
- Aaghhh assim... Assim, querido... Ufff, vem cá, chupa meus peitos enquanto me fode, amor - disse ela, pegando os melões gostosos dela e colocando os mamilos na minha boca, mamilos que comecei a chupar com delicadeza enquanto acelerava as penetradas.
- Mmmm... Aghhhh, porra, mamãe, adoro as tetonas que você tem... Ufff, e assim vestida você parece... Aaghh, parece...
- Uma puta, amor? Pareço uma puta, né?
- Não parece uma puta, não... Parece MINHA puta - falei, apertando um dos peitos dela enquanto acelerava ainda mais o ritmo.
- Aaaghhhh, sim, querido, sim... - disse ela, me beijando e olhando fixo nos meus olhos. - Sou sua puta, amor... Agghhh, por favor, fode sua puta e faz que ela goze…
—Aaaghhh… Certeza que queria que o Mateo tivesse te fodido assim naquele dia, hein…
—Não… Agghhh não… Eu sou fiel ao teu pai…
—Claro… E por isso agora você tá fodendo o próprio filho… Aaghhh… Cê é uma porca incestuosa, mamãe…
—Aaghh sim… Sou uma mamãe bem porquinha… Mas meu filho é um depravado que passa anos batendo punheta pensando na própria mãe…
Ao ouvir isso, não me segurei nem um pouco e agarrei ela pelo pescoço, como sempre com suavidade, mas puxando a boca dela até a minha e me mexendo com ainda mais vontade.
—Aaaghhhh assim, bebê, assim… Continua assim que eu tô perto — disse ela me envolvendo com os braços e as pernas, esmagando os peitos contra o meu peito e gemendo no meu ouvido.
—Vai, goza pra mim, mamãe… Fode bem o teu filho e faz essa bucetinha gozar… Aaghhh! — acelerei o máximo que pude, abraçando ela também e metendo como se não houvesse amanhã, esfregando nossos corpos suados e fazendo a cabeceira da cama bater na parede, como se fosse desabar.
—Uii uii uii assim assim! Uffa, porra, me fode assim gostoso, neném… Aaaghhh, tô gozando!
—Vai, mamãe, goza pra mim… Aaghhh, porra, eu tô quase lá!
—Tô gozando, filho! Uffa, que gostoso, amor… Que gostoso, que gostoso! Aaaghhhhh, tô indo! TÔ INDO, TÔ INDO, TÔ INDOOOO! AAAGGHHHHH!
E foi isso. Minha mãe começou a gozar como se não houvesse amanhã, se agarrando no meu corpo com todos os membros e cravando as unhas nas minhas costas. Senti perfeitamente a buceta dela se contraindo em espasmos de puro prazer, apertando meu pau no meio dos fluidos que tentavam escapar daquela caverna molhada. Eu tava quase gozando, mas no último momento me segurei, porque depois de ter gozado umas duas vezes dentro dela naquela mesma noite, dessa vez deu vontade de gozar em outro lugar. Sem pedir permissão, agarrei ela e coloquei de joelhos no chão. Isso fez com que, ao tirar meu pau, ela começasse a liberar a gozada dela no tapete, o que me deixou ainda mais tesudo. Impossível. Eu não aguentei mais e fiquei na frente dela, arqueando um pouco as pernas e me masturbando rápido na cara dela. Aí ela entendeu minhas intenções e, sem dizer nada, abriu a boca o máximo que pôde, colocando a língua pra fora enquanto sorria e fechava os olhos. Bastaram alguns segundos pra eu começar a gozar na cara toda dela. Já era tipo a sexta gozada da noite, então a quantidade de porra que saiu não foi das mais generosas, mas deu pra encher boa parte da cara corada e linda dela com uma porrada de leite bem quente.
A noite obviamente não acabou ali, depois disso a gente continuou por mais algumas horas. Foi a primeira noite de sexo sem limites da minha vida inteira, e tenho certeza de que nunca mais vou viver algo assim, pelo menos com uma mulher que não seja minha mãe…
Continua…
Foram só uns segundos debaixo d'água, mas o suficiente pra chegar completamente encharcados. Isso, somado ao fato de que nossos corpos estavam bem suados e ainda cheios dos nossos fluidos quentes recentes, fez a gente entrar no chuveiro assim que chegou. Sem pensar duas vezes, e já quase como um costume de família, fui direto atrás da minha mãe pra entrar no banho com ela, sem lembrar que agora era a vez dela, e obviamente ela não ia facilitar as coisas, porque eu sabia o quanto ela adorava brincar e se fazer de difícil. E foi exatamente isso que aconteceu: depois de tirar a roupa no meu quarto, fui me meter no banheiro com ela, mas quando cheguei, ela já tinha trancado a porta com o ferrolho. Com esse pequeno gesto, percebi que minha mãe tinha começado a usar a vez dela. Tive que ir pro outro banheiro, que tinha um chuveiro bem menor, mas dava pro gasto pra uma pessoa. Não vou mentir, já quase por costume pensei em me masturbar, mas raciocinando por uns segundos, percebi que era muito mais divertido deixar minha mãe escolher cem por cento o que fazer comigo, então tomei um banho rápido e fui pro meu quarto me vestir. No caminho, encontrei ela enrolada no roupão e com uma toalha amarrada no cabelo, acabada de sair do banho.
— E aí, mamãe? O banho caiu bem?
— Ah, ótimo, querido, você não imagina o frio que eu tava. Pena que começou a chover tão forte, eu queria pegar um solzinho antes do jantar.
— Bom, não se preocupa, que essa parece daquelas tempestades rápidas de verão. Além disso, com certeza a gente vai inventar um plano melhor — eu não falei com nenhum tom. insinuante, mas obviamente o duplo sentido tava na mesa-.
- Algum plano melhor, é... Upa, isso me lembra que agora é minha vez, né? - como se você não soubesse bem, pensei eu -.
- Pois é, agora que cê falou, é sim, é sua hora de me fazer sofrer.
- Anda, anda, não fala essas coisas, burro - nós dois rimos -. Eu seria incapaz de fazer mal pro meu pequenino - disse com voz maternal enquanto beliscava meu rosto entre risadas -.
- Tá bom, tá bom, vou ter que acreditar, mas saiba que não confio nem um pouco. Já tem algo em mente?
- Olha, agora que cê falou, até que me veio uma coisinha.
- Sou todo ouvidos - fiz cara de sério, mas por dentro já sentia aquele tesão e aquela euforia esperando alguma proposta perversa -.
- Quero que você me mostre o resto dos meus presentes.
- Como? E por que eu deveria fazer isso?
- Anda, olha o menino, que se lembra do que quer. Se não me engano, a gente disse que a vez servia pra pedir qualquer coisa, né? Então esse é meu primeiro pedido.
- Sua... - efetivamente ela tava certa, já que na noite anterior a gente tinha combinado que os mandos não seriam só coisas sexuais, então isso se encaixava perfeitamente na regra -. Tá bom, não tenho escolha, deixa eu vestir uma roupa e te dou seus presentes.
- Boa - ela ria, dando pulinhos suaves de alegria -. Então vou me trocar também. A gente se vê na sala?
- Perfeito, já vou descer.
Não podia negar que minha mãe, astuta, era um bocado. Dava pra ver também que era uma mulher adulta, então é óbvio que as ordens dela não seriam tão depravadas quanto as minhas, de um garoto jovem recém-saído da puberdade e com os hormônios a mil. Ali percebi que não ia rolar tanta pressão quanto eu imaginava, ela só ia se divertir me enchendo o saco e pronto. Isso me desanimou um pouco, mas pelo menos ainda tinha uma vez pra aproveitar, então nem tudo ia ser ruim.
Cheguei no quarto e me vesti como de costume um short e uma camiseta, já que estava um pouco mais frio. Peguei os presentes do armário onde tinha escondido e comecei a fazer uma leve contagem. Algemas, kit de dominação, lingerie e lubrificantes, era o que tinha sobrado depois de dar o vibrador com controle remoto. Naquele momento me veio uma ideia, que ia um pouco contra as regras estabelecidas, mas que achei necessária. Meu turno teria sido muito chato sem algum desses objetos como surpresa, então decidi esconder alguns deles. Dessa forma, o que eu daria agora seriam as algemas, o kit de dominação com a lingerie que vinha junto e os frascos de lubrificante para anal e o normal. Assim, guardei o outro conjunto de lingerie e o lubrificante especial para retardar o orgasmo.
Depois de guardar esses últimos, coloquei o resto nas sacolas e desci para a sala, onde encontrei minha mãe já sentada no sofá. Ela estava usando um daqueles conjuntos novos que tinha comprado, porque nunca tinha visto antes. Devo dizer que era bem simples, formado por uma camisola e um short, ambos roxos.
— Bom, então aqui estou — falei, sentando ao lado dela e colocando as sacolas na mesa.
— Vamos ver, vamos ver, quero ver esses presentinhos saindo.
— Já te falei que não é nada demais, hein, não espere algo no nível do que te dei no restaurante.
— Uf, não me lembra disso que fico mal. Se todos os presentes fossem como aquele, já casei com você, querido — eu sabia que era uma frase feita, mas algo em mim se remexeu ao ouvir essas palavras saindo da boca dela.
— Bom, então aí estão. Quer abrir você ou vou passando um por um?
— Mmm... Vai me dando você, que me faz mais feliz.
— Lá vamos nós então — falei, pegando primeiro os dois frascos de lubrificante. — Como já te disse, é uma bobagem, mas achei curioso.
— Isso é lubrificante igual ao que já temos, não é?
— Bom, esse grande é parecido, mas é focado para dar massagens. Além disso, é de qualidade muito melhor do que a sua, foi a menina que me atendeu no sex shop que recomendou.
- Então sex shop, hein, safado. Eu fui numa loja dessas pra comprar o brinquedo que você já conhece, mas tive que ir pra cidade vizinha, claro. Imagina se eu encontro alguém conhecido. Ei, e esse pequenininho aí, qual é a diferença?
- Ah, olha, esse já é mais especial, foi feito pra sexo anal.
- Sexo anal? Nossa, querido, aí já não sei o que te dizer.
- Nunca tentou, imagino, né?
- Amor, eu nunca tinha nem feito sexo oral na vida... - a gente riu junto -
- Bom, imaginei hahaha. Mas relaxa, comprei por via das dúvidas, por isso peguei o pequeno. Além disso, como esses dias a gente... já sabe, a gente experimentou um pouco por ali.
- Não, se eu tenho que admitir, é uma boa compra. E você tem razão, esses dias eu gostei muito quando... - de novo a versão mais envergonhada dela aparecia -
- Quando eu coloquei um dedo?
- É... É uma coisa que nem eu mesma tinha experimentado, e tenho que confessar que é bem gostoso.
- Fico feliz que você gostou. E olha, tenho que dizer que você tem bastante facilidade, porque nas primeiras vezes é difícil até colocar um dedo.
- Sério? Então você já fez isso com alguma garota?
- Bom, com uma quase namorada que tive há um tempo a gente tentou, mas não teve jeito. Doía muito e ela não dilatava nada, mesmo usando lubrificante e tudo.
- Poxa, que pena. Pois é verdade que comigo não doeu nada - depois disso, uns segundos de silêncio começaram a mostrar a tensão sexual que estava se formando de novo -. Bom, me mostra o resto.
- Ah, sim. Olha, abre esse aqui, é meio ousado e eu hesitei em comprar ou não, mas enfim - falei enquanto passava a sacola com o kit de dominação e as algemas.
- Uau, umas algemas. Olha, com essas coisas eu tô perdida mesmo. Quer dizer, já vi em filmes e sempre tive curiosidade, mas nunca me deu na telha. experimentar umas, e muito menos sugerir isso pro seu pai, claro. E o que é isso? — ela dizia enquanto tirava o pacote—
—Isso a moça me descreveu como um kit de dominação. Tem umas coisas parecidas com algemas, por exemplo aquele colar. Pensei que, como você gosta que te segurem pelo pescoço e essas coisas, isso também poderia te agradar.
—Nossa, que sensação estranha quando você me fala essas coisas, filho. Se já fico sem graça de me imaginar assim, imagina você me dizendo...
—Mas é verdade que você gosta, né?
—Olha, mentiria se dissesse que não, só que agora é a primeira vez que eu externalizo isso com alguém. Não sei se você me entende?
—Sim, claro, entendo que pro papai você nunca disse nada assim.
—Nossa, não, não. Ele ia me chamar de louca ou algo do tipo — ela disse entre risadas. — Comecei a fazer isso sozinha enquanto usava algum dos meus brinquedos, mas pedir pra uma pessoa é algo muito diferente.
—Com diferente você quer dizer melhor?
—Pode ser...
—Bom, então acertei em algo, né?
—Pois é, acertou sim. Obviamente o primeiro presente foi o melhor de longe, mas esses me agradaram muito, querido — ela disse enquanto se esticava pra me dar um beijinho carinhoso nos lábios.
—Fico feliz que você gostou, amor — chamar minha mãe assim de forma natural ainda era algo que me custava, mas que cada vez mais eu gostava. — Mas ainda falta um presente, hein. Na verdade, é algo que veio junto com o kit.
—Ah, querido, mas isso é demais. Quanto dinheiro você gastou?
—Ei, isso é um presente, é feio falar o preço. Além disso, não se preocupa, essas coisas não são tão caras. Se eu tivesse namorada, ficaria o dia todo experimentando essas besteiras com ela.
—Eu não sirvo pra você? — quase meu coração deu um salto ao ouvi-la dizer isso enquanto fazia biquinho. — É brincadeira, bobo. Olha a cara que você fez — ambos rimos, mas eu um pouco mais desconfortável que ela. — Bom, então vamos ver o que temos aqui.
—Não sei se vai ser do seu tamanho, mas acho que vai ficar muito bem em você. — falei enquanto tirava o conjunto que vinha no pack de dominação, aquele conjunto branco de renda que dava pra remover algumas peças pra deixar a buceta e os peitos de fora. Eu tava ficando louco só de pensar como ficaria nela.
— Mas, querido... — disse ela, surpresa, levando a mão à boca. — É lindo, amor. Sempre quis comprar lingerie desse estilo, mas quando fui me animar já era velha demais, e tinha vergonha do seu pai me ver assim.
— Vergonha? Qual é, mãe, se você tem um corpaço de arrasar. Assim que vi na loja, soube que ia ficar um luxo em você.
— Tanto me falar isso, vou acabar acreditando — disse ela, sorrindo sem tirar os olhos do conjunto.
— Bom, então não tem jeito melhor de acreditar do que ver com seus próprios olhos. Vai lá provar pra ver se gosta.
— Não preciso ouvir duas vezes.
Depois disso, ela se levantou e subiu direto pro quarto dela com todas as sacolas. Eu fiquei na sala, sem parar de pensar um segundo sequer no que tava rolando lá em cima. Minha mãe se despindo, colocando as meias enquanto acariciava a própria pele, encaixando cada liga enquanto se olhava no espelho. Meu pau, claro, começou a endurecer, e a vontade de subir atrás dela e fazer de tudo era desumana. Nem sei como aguentei uns dez minutos, minutos que pra mim foram horas, até começar a ouvir os passos dela descendo a escada pelas minhas costas. Nervoso como tava, me virei pra levar um susto, e não exatamente o que eu esperava.
— Mas, mãe, e o conjunto?
— Ah, amor, já provei. Amei! No começo achei meio exagerado e estranho me ver assim, mas tenho que admitir que me sinto bem gostosa com ele.
— Ah, que bom, fico feliz que tenha gostado, mas por que tirou?
— Ué, não vai querer que eu ande pela casa com isso vestido feito uma qualquer, e ainda na frente do meu filho.
Aí eu entendi o que tava rolando. Minha mãe queria... Brincar comigo, se fazer de doida até eu implorar pra me deliciar com ela, praticamente igual eu tinha feito naquela mesma manhã. Tenho que admitir que achei um pouco cruel da parte dela, mas depois começou a me invadir um tesão que dificilmente consigo explicar. Queria brincar comigo? Então eu ia ser o melhor brinquedo.
— Tem razão, mãe, olha só que cabeça a minha. Pedir pra minha mãe ver ela de lingerie. Não sei como isso me veio à cabeça, sinceramente.
— Bom, se você se comportar bem, pode ser que eu deixe você ver algo mais tarde — disse ela rindo, sentando do meu lado no sofá. — Ei, já que não podemos fazer muito mais, que tal a gente botar um filme até o jantar?
— Bora, parece ótimo. Tem algum em mente?
— Na verdade não, vamos dar uma olhada pra ver o que a gente encontra.
E foi isso que fizemos, ligamos a TV e ficamos passando por vários canais. Depois de um tempo, encontramos um filme que tinha acabado de começar, um daqueles telefilmes típicos sobre uns garotos que se mudavam pra uma universidade ou algo assim. Pra ser sincero, mal lembro de nada do filme, porque minha mente estava em outro lugar. Em certo momento, teve uma cena onde os protagonistas se enfiavam numa festa e acabavam jogando verdade ou desafio, obviamente cercados de gente popular e meio que forçados pela situação. Sim, como vocês podem ver, era a típica americanada meio tosca.
— Olha só esses americanos, que jogos estranhos eles fazem nas festas — disse minha mãe.
— Bom, isso não é tão estranho assim, eu já joguei algumas vezes com meus amigos.
— Sério? Mas vocês não preferem dançar ou coisas assim?
— Claro, isso também rola, mas a noite é muito longa e tem horas que também é legal um pouco de relax.
— Não tô vendo muito relax, não — disse ela, enquanto no filme mostrava um moleque pulando do telhado da casa.
— Calma, não chega a tanto — falei entre risadas. — Normalmente são desafios bestas, tipo beijar alguém ou mandar. uma mensagem ou algo assim. Mas enfim, o que mais se costuma fazer são perguntas, que é o que dá mais jogo.
- Entendo, entendo. E aí, que tal a gente jogar também?
- A gente? Agora?
- Por que não? O filme não é lá essas coisas, e me chamou bastante a atenção.
- Bom, por mim tudo bem, mas como você quer fazer? Porque normalmente se faz com mais gente e bebendo.
- Bom, mas com dois também dá, certeza. Você topa uma cerveja? - disse se levantando em direção à cozinha -
- Agora que você falou, eu toparia uma. E olha, pra fazer rápido, a gente pode jogar com uma moeda, cara ou coroa. Quem perder tem que receber pergunta ou desafio do outro.
- Beleza, me parece divertido.
Ela abriu as cervejas enquanto eu fui pegar uma moeda. A tarde finalmente começava a ficar interessante, mas eu sabia que tinha que ter algum tipo de pegadinha, já que no turno dela não fazia sentido ela se deixar mandar por mim. Depois de alguns segundos pensando, decidi que o melhor seria apostar mais em perguntas, já que eu tinha o pressentimento de que se eu abusasse com alguma ordem, ela se vingaria de algum jeito. Além disso, tinha um certo tesão em poder perguntar qualquer coisa pra ela. Depois de decidir isso, desci pra sala, onde ela estava no sofá com as duas cervejas já servidas.
- Aqui estou. Bom, antes de começar, você quer colocar algum tipo de regra? - falei sentando ao lado dela -
- Regra? Como assim?
- Ué, sei lá, algo que você queira vetar, tipo um assunto ou algo assim.
- Ah, não, não, senão o jogo perde a graça. Vai, por mim a gente começa.
- Me dá medo você. Então, sem mais delongas, eu escolho cara.
- Então fico com coroa.
Assim começamos a jogar. No começo, a gente tava bem equilibrado, mais ou menos cada um ganhou umas três ou quatro vezes, e foram só perguntas. Mas é claro, essas não foram nada comprometedoras, só besteiras sem muito fundo. Aí comecei a pensar que na verdade eu não conhecia muito da minha mãe. Quer dizer, obviamente Sabia da vida dela e tal, mas não a conhecia como conheço uma amiga ou parceira. Acho que é assim que são as relações entre mãe e filho, parecem muito próximas mas no fim acabam caindo em uns papéis bem específicos. Depois dessa pequena reflexão, decidi que já era hora de deixar o jogo mais picante, e justo uma vitória fez com que fosse minha vez de jogar pesado.
- Tá, é minha vez, mãe. Lembra que se não quiser responder, tem que beber, hein.
- Humm... Com isso já imagino que não vai ser uma pergunta fácil.
- Calma, calma, só tô avisando.
- Já sei... Então vai fazer hoje ou o quê?
- Pô, não fica assim - os dois rimos -. Vai lá. Com quantos homens você já transou?
- Seu filho da puta...
- Lembra que se não tiver coragem de responder, pode beber.
- Não, não, fica tranquilo que vou responder. Mas ó, quando você diz transar, é... sabe como é...
- Sim, com penetração e tudo.
- Entendi... Bom, nesse caso, com seis.
- Seis? Pô, sendo sincero, esperava menos.
- Bom, sua mãe é recatada, mas também não é freira, hein.
- Quem me diria... - depois disso, ela me deu um cutucão leve entre risadas -.
Depois de jogar a moeda de novo, foi ela quem venceu. A pergunta dela foi exatamente a mesma que a minha, e minha resposta foram 4 garotas. Na real, não teve muita conversa sobre isso, já que é um número bem normal pra alguém da minha idade. Depois disso, as perguntas foram ficando cada vez mais picantes, começando a revelar mais da nossa vida, principalmente sobre sexo.
Continuamos jogando e eu tive a sorte de acertar duas seguidas. As perguntas não foram muito explícitas, porque imaginei que se o jogo ficasse muito desconfortável, ela ia querer parar em algum momento. Depois que ela respondeu, jogamos a moeda de novo, e essa era a hora de começar a esquentar ainda mais a parada.
- Boa, ganhei de novo! - falei. depois que a moeda caiu-
-Não acredito, eu tava certa que essa ia dar cara.
-Bom, bom, não pensa mais nisso porque aí vai minha pergunta, e te aviso que essa vem forte.
-Você vai ver...
-Vai, alguma vez você traiu o papai? E antes que você fale qualquer coisa, eu obviamente não conto.
-Querido, não sei se quero falar desses assuntos com você.
-Isso quer dizer que sim?
-Não, pelo amor de Deus, não. A gente já conversou sobre isso. Eu sempre fui muito apaixonada pelo seu pai, nem passaria pela minha cabeça ficar com outro homem - obviamente soava brutalmente ilógico, considerando tudo o que tinha rolado entre a gente. Mesmo assim, essa conversa a gente já tinha tido, então decidi não fazer nenhum comentário sobre isso e seguir com a pergunta.
-Se você diz que não quer falar sobre isso, é porque alguma coisa aconteceu. Além disso, não precisa se preocupar comigo, mãe. Eu sei perfeitamente que você ama o papai, e nada do que você disser vai mudar a imagem que tenho de vocês.
-Já sei, filho, eu sei que você é muito compreensivo nesse aspecto, na verdade, diria que até demais - ela disse, já um pouco menos tensa, mas ainda meio sem jeito -. Vamos dizer que uma vez teve algo, mas eu consegui parar antes que as coisas saíssem do controle.
-Viu, sabia que tinha alguma coisa. Mas você não pode me deixar assim, hein, agora tem que me contar a história.
-Sério que tenho que te contar tudo?
-Ei, eu não inventei o jogo - falei, dando de ombros.
-Tá bom, tudo bem. Vamos ver, isso foi há alguns anos, quando você ainda jogava basquete.
-Pois é, faz tempo mesmo, porque eu parei lá no terceiro ou quarto ano do ensino médio, então eu devia ter uns catorze ou quinze anos.
-Por essa época mesmo. Você se lembra de um garoto com quem você jogava? Javi, acho que era o nome.
-Mãe, você tá me dizendo que...
-Não, homem, não! - ela disse, levantando a voz -. O pai dele, eu ia falar do pai dele.
-Calma, mulher, foi só uma brincadeira - falei entre risadas, mas a cara dela deixava bem claro que a brincadeira não tinha pegado bem. — Foi exatamente graciosa. Bom, sim, lembro do Javi, sim. O pai dele era aquele cara alto, né? Mateo, talvez?
— Esse mesmo, sim. Bom, a questão é que ele era divorciado, e claro, o normal, nos jogos você conversa com os outros pais, coisa comum.
— Sim, claro. Lembro que você tinha uma relação muito boa com todo o grupo no geral.
— Sim, verdade, todo mundo se dava bem, mas com o Mateo a coisa foi um pouco além.
— Sou toda ouvidos.
— No começo, a gente conversava como com os outros pais, mas aos poucos começamos a falar um pouco mais da nossa vida pessoal. Além disso, como seu pai quase nunca vinha porque estava sempre trabalhando, na maioria das vezes eu acabava conversando com o Mateo. Até um dia a gente marcou de tomar um café.
— Claro, e imagino que você começou a sentir algo por ele.
— Que nada, eu sempre vi ele como um amigo, acho que por ser casada. Mas claro, ele era solteiro, então depois de um tempo ele começou a tentar dar em cima de mim e fazer umas insinuações.
— E se você não gostava dele, por que continuou conversando?
— Bom, hoje, com o tempo, pensando bem, acho que sempre gostei dele, porque senão eu teria cortado na hora, como você disse. A questão é que ele continuou atrás de mim por vários meses, e claro, eu não cedia, mas também não cortava o barato. Até uma vez ele me mandou mensagem no WhatsApp e me enviou umas fotos meio provocantes.
— Imagino que essas fotos eram mais que "meio provocantes".
— Não vou mentir, o homem sabia que armas usar a favor dele, e essa não era pequena, não — disse ela, indicando um tamanho grande com as mãos. — Resumindo, a coisa continuou assim por um tempo, até que um dia ele se cansou de insinuar e decidiu partir pra ação.
— Mãe, preciso dizer que a coisa tá ficando meio pesada.
— Não, querida, não se preocupa, era só uma expressão. Pode ser que o Mateo pecasse por ser provocador, mas sempre foi um cavalheiro comigo e nunca passou do limite. da raiva.
—Bom, fico feliz em saber disso, me deixa mais tranquilo, pra ser sincero.
—Aww, querido, obrigada por se preocupar comigo — disse ela, pegando na minha mão e fazendo cara de fofa —. Bom, vamos lá, senão nunca termino. Um dia você tinha jogo, e como de costume, fui te ver com o resto dos pais. O Mateo, obviamente, estava lá, e naquele dia percebi que os comentários dele estavam um pouco mais pesados que o normal. Não quis dar importância, e num dos intervalos fui ao banheiro. Minha surpresa veio quando, mal fechei a porta, ele entrou atrás de mim, fechando e trancando. Era um daqueles banheiros grandes e individuais, então ninguém nos incomodaria. Antes que eu pudesse perguntar o que ele estava fazendo, ele se jogou em cima de mim e me beijou sem aviso. No começo, óbvio, me assustei, mas sem perceber, reagi devolvendo o beijo, e aí começamos a... nos pegar — disse ela com cara de culpa, provavelmente esperando uma reação ruim minha, coisa que obviamente não ia acontecer —.
—Uau, parece que o Mateo se cansou de esperar, hein. E me conta, me conta, o que mais rolou?
—Hmm, bom... Depois disso, eu me afastei e falei que não dava, que aquilo não era certo e que a gente tinha que parar. Ele já sabia disso, óbvio. Me disse que me desejava mais que ninguém, mas que sabia que eu nunca seria dele, e que respeitava isso, mas que só queria uma coisa antes de deixar pra lá.
—Um boquete, né?
—Espera, como você soube? — a cara dela era de surpresa total —.
—Sei lá, só supus. Não leva a mal, mãe, mas você tem cara de quem faz uns boquetes muito bons, e obviamente posso confirmar — falei entre risadas, fazendo ela rir também e aliviando a tensão que tinha se formado —.
—Bom, foi isso, esse foi o pedido dele.
—Acho que não preciso perguntar o que aconteceu depois.
—Pra ser sincera, esse foi um dos momentos em que mais fiquei com tesão na minha vida. Não sei se pela situação ou pelo fato de que era algo que não deveria estar acontecendo, mas mal ela terminou de falar, não passaram nem dois segundos e eu já estava ajoelhada na frente dele — eu não queria ter cortado, rezando pra ele continuar contando aquela história que tava me deixando tão molhada. Depois disso, puxei a calça dele pra baixo e pude confirmar o que já tinha visto nas fotos, então nem pensei duas vezes e fui direto ao assunto. Comecei a chupar ele sem frescura de preliminares, já tentando enfiar tudo na boca, porque nunca tinha visto um negócio daquele tamanho na minha frente.
— Era tão grande assim?
— E como era, maior que o seu até, e olha que você não vem mal armado não.
— Pô, agora vou ficar com complexo — falei, fingindo um drama de brincadeira.
— Ui, cala a boca, nada de complexo. Na hora me surpreendeu pela novidade, mas te juro que não quero uma dessas nem de graça. Só fui porque tinha que colocar na boca, se fosse em outro lugar eu saía correndo.
— Bom, acho que grande nem sempre é melhor — falei, enquanto os dois ríamos. — Mas na hora dá pra dizer que você curtiu, né?
— Bom, e muito. Imagina como eu tava molhada naquele momento. Claro que não quis me tocar nem nada, porque sabia que se desse qualquer sinal de querer ir mais longe, a coisa ia muito, muito além, então me concentrei em fazer meu trabalho e tentar fazer o cara gozar logo. Por parte dele, dava pra ver que tava esperando por isso há um tempão. Às vezes era ele quem fodia minha boca, praticamente sem eu fazer nada, até me puxando pelo cabelo pra se ajudar. Se quer saber a verdade, foi uma das primeiras vezes que fizeram algo assim comigo, e você não faz ideia do tesão que tava me dando. Teve um momento que quase mandei tudo pro caralho e fui além, mas aí ele me surpreendeu gozando sem aviso. Depois disso, ele teve que sentar no vaso pra se recuperar. fôlego, enquanto eu engolia e limpava do meu rosto os restos de porra. Depois disso, não falamos nada; eu me levantei e me arrumei um pouco enquanto ele, ainda nu da cintura pra baixo, me admirava sem soltar uma palavra enquanto eu saía daquele banheiro. Sei que isso vai soar meio egocêntrico, mas naquele momento me senti, sei lá, poderosa.
— Nossa, mãe, deve ter sido uma experiência e tanto. E egocêntrico, nada. Pensa que um homem ficou implorando pelos seus ossos a ponto de se contentar com um simples boquete. Nem toda mulher pode dizer que viveu isso. E aí, depois disso, o que aconteceu? Vocês continuaram em contato?
— Bom, mantivemos o contato que todo pai e mãe têm, mas nunca falamos sobre o que aconteceu nem ficamos a sós de novo. Depois disso, eu obviamente deletei todas as mensagens e fotos, então os dois deixamos o assunto pra lá.
— Tenho certeza de que ele não esqueceu assim tão fácil...
— Ah, bobinho, para com isso — ela disse brincando. — Bom, acho que respondi sua pergunta com sobras, então vamos lá que o jogo não para.
Enquanto terminava a frase, ela pegou a moeda e jogou pra cima, escolhendo cara antes de cair, com tanta má sorte que deu coroa. E digo má sorte obviamente pra ela, porque pra mim era um presente. Naquele momento, decidi que era hora de parar de brincar e partir pra algo sério de verdade. Se a pergunta anterior já tinha sido tão pesada, essa tinha que ser muito mais, então não me segurei nem um pouco e soltei uma que vinha pensando desde o dia que chegamos naquela casa.
— Não vou nem te dar tempo de reclamar — falei, cortando o comentário iminente que ela ia fazer por ter perdido de novo. — Lá vai: você já fantasiou em transar comigo?
— Bom, e eu achando que a pergunta ia ser mais difícil. Desde que estamos aqui, mal penso em outra coisa — ela disse com um pouco de timidez.
— Não, não, tô falando antes dessas férias, antes de tudo isso acontecer. entre nós.
- Céu, acho que não devia responder isso... Prefiro beber...
- Respeito, mãe, mas acho que beber é um castigo muito leve pra perguntas tão pesadas, não acha?
- Na real, também acho, mesmo que agora me doa admitir. Alguma sugestão?
- Humm... Me veio à cabeça que se um não quiser responder uma pergunta, o outro manda um desafio que tem que cumprir, sim ou sim.
- Que medo você me dá quando pensa nessas coisas... Mas beleza, acho justo, afinal uma hora vai ser minha vez de perguntar. Já pensou no desafio?
- E como pensei. Quero que você vista a lingerie de novo, mas dessa vez quero te ver com ela – desde que o jogo começou, eu já tinha isso em mente como um dos desafios, e acho que não podia ter escolhido momento melhor.
- Então ficou com vontade, hein.
- Claro, e você sabe muito bem.
- Bom, então acho que tenho que fazer – disse ela se levantando em direção às escadas.
- Não tão rápido – falei me levantando também. – Acho melhor continuarmos o jogo lá em cima. Te espero no meu quarto enquanto você se troca. Tudo bem?
- Não vejo por que não. Me dá uns dois minutos e tô pronta.
Depois disso, cada um foi pro seu quarto. O momento que eu esperava a tarde inteira finalmente estava prestes a chegar. Meu quarto era praticamente igual ao da minha mãe, com uma cama enorme e uma poltrona perto da janela, então decidi sentar nela pra esperar. Não passaram nem dez minutos quando uns saltos me acordaram das minhas fantasias e me trouxeram de volta àquele quarto, o quarto onde em poucos segundos minha mãe ia entrar apertada numa lingerie digna das melhores atrizes pornô. E foi exatamente isso que aconteceu.
A porta se abriu devagar e eu pude ver uma das imagens mais marcantes da minha vida, uma que com certeza não vou esquecer até O fim dos meus dias. Aos poucos, fui percebendo aquela gostosa entrando rebolando o quadril no meu quarto, enquanto eu observava cada detalhe do corpo dela. Ela usava um par de saltos brancos, nada demais, mas o suficiente pra realçar aquelas pernas lindas. Pernas enfiadas nuns meias finas e brancas, que iam até o meio das coxas, deixando elas ainda mais suculentas e apetitosas do que de costume. Junto com essas meias, ela usava um par de ligas de renda, que se conectavam com uma calcinha que mal cobria a cintura larga dela. Conforme ela se aproximava, deu uma volta em si mesma, o que me deixou ver como aquela fio dental sumia entre as nádegas grandes e firmes dela, deixando aquele rabo que eu tanto amava praticamente pelado. Finalmente, já quase do meu lado, ela virou de frente de novo, me dando uma visão perfeita da parte do corpo que eu mais gosto, aquele par de peitos maravilhosos. Mal cabiam num sutiã também branco, que pela tecido fino deixava transparecer quase perfeitamente os bicos escuros dela, que já estavam bem duros, como de costume.
— Uau, mãe... Você tá... — falei eu, me levantando e me aproximando devagar.
— Calma, querido, não vai tão rápido — disse ela, me parando no seco e me encostando no armário com um empurrãozinho no peito. — Tô pensando e acho que a brincadeira acabou. Decidi que é hora de mamãe começar a mandar nessa casa...
Naquele momento, meu coração acelerou tanto que achei que ia sair pela boca. Sem dúvida, minha mãe tinha tomado o controle da situação, e ouvir ela falar essas coisas com um tom sério e sexy me deixou excitado num nível inimaginável. Depois disso, ela mandou eu me despir e, em seguida, jogou as algemas que eu mesmo tinha comprado, me obrigando a colocá-las atrás das costas. Feito isso, ela vendeu meus olhos com a máscara que ela usava pra dormir. Às vezes, pra dormir, me impedindo desde aquele momento de ver qualquer coisa que rolasse naquele quarto. A próxima coisa que percebi foram carícias, minha mãe passando a mão no meu corpo inteiro de cima a baixo, roçando de leve também no meu pau duro, que já tava durasso desde antes da historinha adúltera dela.
— Filho, saiba que você não se comportou nada bem com a mamãe esses dias — ela disse perto da minha boca, já que eu sentia perfeitamente o hálito quente dela.
— Não me comportei bem? E por quê, se é que se pode saber — eu já tava totalmente no clima.
— Porque você me fez fazer coisas muito ruins.
— Pois eu acho que você adorou essas "coisas ruins", como você chama. Na verdade, acho que você queria elas ainda mais do que eu.
— Ah, é? Você acha? Acha que a mamãe gosta de fazer coisinhas sujas com o próprio filho? — a voz dela ficava sussurrante, o hálito cada vez mais perto da minha boca, e eu sentia até uns roçados leves entre nossos lábios.
— Não acho, eu sei que minha mãe adora fazer coisas muuito sujas com o filho dela. E sabe por que eu sei?
— Por quê?
— Pelo mesmo motivo que você deu um boquete naquele cara, porque você é uma puta — falei com um pouco de medo pela gravidade da palavra, mas ao mesmo tempo desafiador, dessa vez sendo eu quem se aproximava da boca dela.
— É isso que você pensa da sua mãe? — ela disse, segurando meu pescoço de leve e me encostando de novo no armário — Nesse caso, só me resta uma coisa a fazer.
Depois disso, senti ela se afastar de mim, sem saber direito o que viria a seguir. Depois de uns segundos que pareceram uma eternidade, senti de repente a boca quentinha dela envolvendo meu pau praticamente inteiro. Sem me dar um respiro e com minhas pernas quase tremendo, ela começou a chupar, me dando um boquete daqueles que só ela sabia fazer, nem lento nem brusco, me fazendo sentir cada cantinho da boca e da garganta dela. Tive que me apoiar de costas no armário. já que por momentos achei que não ia aguentar ficar de pé com as chupadas que tava recebendo. Não sei se foram vários minutos ou só alguns, mas sei que chegou uma hora que não aguentei mais, e tudo que acumulei naquela tarde foi direto pra garganta dela. Senti vários jatos saindo do fundo do meu ser enquanto ouvia perfeitamente ela tentando engolir o máximo que podia, mas sem tirar minha rola da boca nem por um segundo.
Minha surpresa veio quando, depois que parei de gozar, minha mãe continuou chupando, e não devagar, mas no mesmo ritmo de antes. Ela tava me fazendo um boquete de novo sem pausa entre um e outro. No começo isso me deixou bem tenso, porque todo mundo sabe o sensível que o pau fica depois que goza, fazendo cada roçada ser sentida mil vezes mais. Por causa disso, quase implorei pra ela parar, mas depois de alguns segundos aquela sensação ruim foi diminuindo aos poucos, dando lugar a um prazer que eu nunca tinha sentido antes, fazendo eu me contorcer literalmente de gosto. Não precisou mais de dez chupadas pra que, sem me segurar nem mais um segundo, eu gozasse de novo na boca dela, dessa vez acompanhado do orgasmo mais intenso que já senti na vida. Por causa disso, caí exausto sentando no chão, e a próxima coisa que senti foi minha mãe me beijando com uma paixão incrível. Senti perfeitamente restos do meu próprio esperma na boca dela, o que por outro lado não me importou nem um pouco, porque naquele momento eu só conseguia sentir minha rola pulsando e a língua dela percorrendo minha boca de cima a baixo.
— Caralho, mãe… Isso… Isso foi… — eu mal conseguia respirar de tesão.
— Eu sei, amor… Não precisa falar nada… — ela também tava ofegante — Nossa, tava morrendo de vontade de chupar você de novo, e olha que faz só algumas horas desde a última vez.
— Então já sabe que sou todo seu sempre que quiser.
— Já sei, já. Você é um danado mesmo. Minha nossa, duas gozadas em questão de segundos. - A verdade é que você me surpreendeu quando continuou depois da primeira, na verdade quase pedi pra você parar, mas depois…
- Desculpa por isso, amor… Não sei o que deu em mim, mas não consegui parar.
- Fica tranquila, mãe, porque eu amei. Na verdade, foi o melhor orgasmo que já tive na vida.
- Tá me falando sério isso?
- Claro que tô falando sério. Com você eu tive o melhor sexo da minha vida, mãe, isso eu posso te garantir.
- Ai, amor, você é um doce. Acho que nem preciso dizer, mas você também foi o melhor amante que já tive.
- Você não sabe como me deixa feliz ouvir isso, mamãe. Ei, por falar nisso, já posso tirar essa venda? — falei, começando a levantá-la.
- Não, não, não. Espera um pouco, que agora tenho uma surpresa pra você.
- Puf, você me deu uma trepada tão boa que tive que me jogar no chão, mãe, não sei se tô pronto pra mais surpresas — de novo, nós dois rimos.
- Fica tranquilo, meu amor, que por hoje já te fiz sofrer o suficiente. Olha, senta aqui — disse ela me guiando até o sofá — e espera um pouquinho enquanto eu preparo tudo.
Depois de sentar no sofá, ouvi um pouco de movimento no quarto, até percebi minha mãe saindo e entrando umas duas vezes. Mesmo assim, eu tava bem ocupado pensando no que tinha acabado de rolar, e principalmente pensando em como nossa relação tinha mudado em menos de uma semana. Há poucos dias atrás, eu nem teria coragem de falar sobre alguma namorada ou rolo com minha mãe, e agora ela tava me contando as experiências mais íntimas dela. E não só isso, como também tava me algemando e me dando ordens feito um escravo sexual. Esses pensamentos mexeram comigo por dentro, mas principalmente me fizeram começar a ficar excitado de novo. Ainda não entendo de onde vinha toda essa resistência e esse tesão, porque, embora nunca tenha sido precoce ou durado muito pouco na cama, também nunca fui de aguentar mais de duas rodadas sem uma boa pausa pra… recuperar as forças. Com a minha mãe, no entanto, eu sempre tinha energia; em minutos ou até segundos, já estava carregado de novo e pronto pra guerra. Depois de alguns minutos perdido nas minhas punhetas mentais (nunca melhor dito), ouvi ela entrar no quarto e vir na minha direção.
- Bom, parece que já está tudo pronto.
- Me dá medo pensar no que você preparou.
- Não se preocupa, love, já te falei que vou ser boazinha. Na verdade, vou te dar um presente bem especial.
- Sinceramente, não parece nada mal - falei, divertido, enquanto me preparava mentalmente pro que vinha.
- Então vem aqui, que vou tirar as algemas. Mas não pode tirar a venda até eu mandar. Combinado?
- Às suas ordens, senhora.
Não passou nem um minuto até eu ouvir a voz suave dela me dando permissão pra tirar a venda dos olhos, e, pra ser sincero, tive uma das melhores vistas que já encontrei. Minha mãe de quatro na cama, com a bunda apontando direto pra mim, e o pote de lubrificante anal do lado. Tenho que admitir que fiquei doido só com um segundo daquela imagem maravilhosa. Ela ainda estava de lingerie, menos a calcinha fio dental, claro, com aquelas meias que realçavam ainda mais a bunda enorme dela, que me deixou totalmente hipnotizado.
- Olha só... Pois é, que surpresa... - falei, me aproximando devagar pra acariciar as pernas dela.
- Esse é meu presente pra você, querido. Vou te dar a virgindade do meu cu.
- Mãe, não sei o que dizer. Tem certeza?
- Claro que tenho, amor. Não tem pessoa melhor que você pra me estrear nisso.
- É uma honra, querida. Juro que vou estar à altura.
Não terminei a frase e já estava quase ajoelhado na frente daquela delícia. A bunda dela tava perfeita, mas meus olhos iam, como sempre, direto pra aquela buceta linda, bem molhada e pedindo pra ser comida, então, sem pensar duas vezes, quis começar por ali. Enfiei minha língua entre os lábios dela e comecei lambendo de cima a baixo, roçando a ponta no clitóris dela e saboreando aqueles sucos gostosos que escorriam de dentro. Ela começou a se derreter de prazer, aumentando a respiração e caindo rendida sobre um travesseiro que tinha colocado debaixo da cabeça. Isso fez com que a rabeta dela ficasse ainda mais empinada do que já estava, então decidi ir mais longe e subir para aquela bunda apetitosa. Quando comecei a aproximar minha língua da área, senti um cheiro bem perfumado, o que denunciava que minha mãe tinha se preparado de verdade para esse momento. Não enrolei mais e comecei a chupar, devagar mas mantendo a língua meio dura, fazendo com que ela fosse amolecendo aos poucos pra mim. Ficamos assim uns minutos, eu alternando lambidas entre o cu e a buceta dela, enquanto ela se tocava de vez em quando e curtia soltando uns gemidinhos.
- O que você acha, mamãe, cê acha que tá pronta pra ir um pouco mais além?
- Tô doida pra isso, querido...
Depois disso, fiquei de pé, na altura perfeita pra ocasião. Peguei o pote de lubrificante e passei um pouco em dois dedos pra espalhar na área. Quando ficou bem distribuído, até misturado com minha própria saliva, comecei a introduzir bem devagar um dedo, abrindo espaço com o indicador pra, mais tarde, meter também o médio ao mesmo tempo. Assim, comecei um vai e vem suave, que fez a região relaxar bastante, assim como minha própria mãe, que se masturbava enquanto se deixava fazer.
Não demorou muito até eu decidir que era hora de ir mais fundo. Passei mais um pouco de lubrificante no pau e comecei a esfregar ele por toda a área, guiando a cabecinha aos poucos em direção àquela caverninha escura e inexplorada. Depois de várias passadas, tentei meter só a ponta pra ver como ela reagia. Aos poucos, fui enfiando cada vez mais, e minha mãe, surpreendentemente, não fez nenhuma objeção, é Mais, diria que ela estava curtindo bastante e que era ela mesma quem se jogava pra trás, fazendo a penetração ficar cada vez mais funda. A verdade é que tenho que admitir que é uma sensação meio estranha, sem dúvida diferente de como é uma buceta. Aqui tudo era mais apertado e oferecia mais resistência, deixando claro que aquele buraco não foi feito pra essas coisas, embora, na minha opinião, seja exatamente isso que dá aquele tesão na situação.
— Como é que tá, mãe? Tá se sentindo bem? — falei enquanto ia abrindo caminho aos poucos, com meu pau já quase na metade.
— Sim, filho, não se preocupa… É uma sensação meio, esquisita, mas acho que não tô odiando.
— Beleza, então vou tentar meter um pouco mais, mas se doer ou você quiser parar, me fala, hein.
— Fica tranquilo, querido. Na verdade, acho que já é hora de você meter ele inteiro.
— Tem certeza? Pode ser demais pra primeira vez.
— Não se preocupa, filho, tô preparada. Além disso, tô morrendo de vontade. Então vamos, me desvirgina, querido.
Essas palavras me deram motivo suficiente pra relaxar e partir logo pra ação. Na real, achei bem cômico o fato de minha própria mãe me pedir pra desvirginar ela, mas mais do que me fazer rir, me deixou louco de tesão. Depois disso, comecei a parar de empurrar tão devagar, trocando por um vai e vem suave, que ia fazendo meu pau cravar um pouco mais a cada metida. No começo, fui com muito cuidado, mas depois de alguns minutos a coisa começou a fluir melhor, a bunda dela foi alargando e minhas estocadas começaram a pegar mais ritmo, dando início a uma fodida anal de verdade.
A experiência era algo totalmente novo pra nós dois, e isso deu pra ver em várias coisas. Uma, por exemplo, era que a gente mal falava ou se comunicava, algo que eu pessoalmente adoro no sexo, e sei bem que ela também. Dessa vez, nós dois parecíamos estar concentrados em fazer direito, como um jovem casal perdendo a virgindade na primeira vez. Claro, não posso dizer que a coisa foi desconfortável ou séria, longe disso, porque não precisávamos de palavras pra mostrar o quanto estávamos aproveitando. Ela estava totalmente deitada no travesseiro, levantando bem a bunda pra poder receber minhas penetrações enquanto de vez em quando se masturbava. Obviamente, tudo isso acompanhado de uns gemidos que iam aumentando de volume aos poucos. Eu, verdade seja dita, estava um pouco mais envergonhado, porque tinha certeza de que se eu começasse a bombar como de costume, ia machucar ela. Mesmo assim, tava me divertindo pra caralho, e não só pelo fato de estar desvirginando o cu da minha própria mãe (o que até hoje me parece uma loucura), mas porque a sensação era das mais prazerosas. Embora, se você me perguntar, prefiro fazer por frente, porque é tudo mais suave e mais "espontâneo", por assim dizer.
Não demorou muito até que os gemidos dela me fizessem entender que ela tava prestes a gozar. O primeiro orgasmo dela enquanto arrombavam o cu dela, e era eu, o próprio filho dela, que tava arrombando. Sem dúvida, um acontecimento histórico que não sei se aconteceu em muitas famílias. E foi assim: os gemidos dela se transformaram praticamente em gritos enquanto jatos de gozo começaram a sair da buceta dela, sujando o colchão enquanto eu penetrava ela sem parar quase nada. Depois disso, ela caiu rendida de bruços na cama, fazendo meu pau sair de uma vez do cu dela. Tenho que dizer que me surpreendi por ele ter saído totalmente limpo, porque, não vou entrar em detalhes, mas todo mundo sabe o que costuma rolar nessas situações. Pelo visto, minha mãe não só tinha se garantido de perfumar a área, mas também tinha deixado ela bem preparada pra ação.
Ela ficou um bom tempo largada na cama tentando recuperar o fôlego, então eu decidi me deitar ao lado dela para acompanhá-la na recuperação. Dava pra ver que ela mal conseguia falar, então fiquei acariciando o cabelo dela e dando beijinhos suaves por todo o rostinho corado.
- Ia te perguntar se você tinha gostado, mas acho que é meio óbvio, né?
- Meu Deus, filho... Não... Não sei como descrever...
- Então confirmo que você gostou - falei brincando enquanto acariciava o corpo dela.
- Gostado é pouco. É uma sensação que nunca senti... É como... Como...
- Calma, calma, acho que dá pra ter uma ideia - de novo os dois rimos enquanto ela se sentava.
- Querido, você foi incrível. Fico feliz que minha primeira vez tenha sido com você.
- Sério? Não te machuquei em nenhum momento?
- Não, não, não, amor, juro. No começo até estranhei, mas depois foi tudo perfeito. É como você disse, como se...
- ...como se nossos corpos se encaixassem perfeitamente - falamos os dois ao mesmo tempo e ficamos nos olhando por uns segundos.
- Ah, amor, mas olha como você está - ela disse apontando pro meu pau ainda duro, já que eu não tinha tido tempo de gozar. - Fiquei tão focada em mim que nem me preocupei se você tinha terminado ou não.
- Calma, mãe, não fica mal. Normalmente é o cara que deixa a mulher na mão, pela primeira vez que é o contrário, não vai dar nada - falei de brincadeira pra tirar o peso.
- Mas eu me sinto mal - ela acariciando meu pau duro. - Acho que vou ter que cuidar disso.
- Bom, isso é se eu deixar, porque te lembro que você gozou, o que significa que é minha vez - falei com um tom desafiador, o que fez ela corar ainda mais e morder o lábio inferior.
- E você vai recusar a mamãe te fazer sentir bem? - ela disse voltando com a voz de menina má enquanto se aproximava ainda mais de mim.
- Seria idiota recusar, mas também sei que se aceitar, vou perder minha vez rapidinho, né? - ela não Ela respondeu, só sorriu deixando claro que esse era o plano dela. — Por isso mesmo que te proponho um trato.
— Um trato?
— Exato. Bem, na verdade, mais que um trato seria uma trégua. Te proponho que hoje à noite a gente dê uma pausa no jogo, que recomeça amanhã de manhã.
— E posso saber por que eu deveria aceitar essa trégua?
— Porque desde que chegamos nessa casa, eu tô morrendo de vontade de te comer a noite inteira, mamãe. Quero que a gente tenha uma noite de casal, uma noite de amantes…
— Meu amor…
Ela não disse mais nada e se jogou pra beijar minha boca. Ficamos um tempão nos beijando e nos acariciando, igualzinho dois namorados que alugam um quarto de hotel pra dar vazão aos desejos. A gente ia se movendo pela cama toda, nos masturbando um ao outro e nos olhando nos olhos de vez em quando, pra depois continuar com nossos beijos lentos mas cheios de tesão. Num dado momento, ela fez menção de tentar tirar o sutiã, mas eu cortei na hora.
— Espera, amor, não tira. Olha, eu não tinha te falado, mas essa lingerie tem uma coisa muito curiosa.
Levantei da cama e estendi a mão pra ela me seguir, levando ela direto na frente do espelho do quarto e ficando atrás dela. Comecei a desabotoar os botões que ligavam a parte do sutiã que cobria os peitos com o resto do sutiã, deixando assim no ar esses melões lindos. Se já com a lingerie completa ela tava uma gostosa, isso era outro nível. As tetonas dela ficavam super destacadas, um pouco mais firmes do que totalmente pelada por causa das tiras que seguravam, e com uns lacinhos lindos descansando na parte de cima delas. Sem dúvida, parecia uma princesa, mas não da Disney, e sim do melhor filme pornô da história.
— Meu Deus, filho, nunca vi uma lingerie assim… — ela dizia se acariciando enquanto se admirava com a figura refletida no espelho.
— Mamãe, passei o dia inteiro pensando em como você ia ficar uma delícia com isso. Isso, mas sem dúvida você supera minhas expectativas. Você gosta?
- Se eu gosto? Love, eu amo. Fico com muito tesão de deixar as tetas assim… - ela dizia enquanto começava a acariciar suavemente a própria entreperna -. Nossa, me deixa muito puta….
- Mais tesão me dá te ver - eu disse, virando ela e me jogando sem conseguir aguentar nem mais um segundo para chupar aquelas tetinhas brancas que tanto me chamavam.
Foi assim que começou o que possivelmente foi a melhor noite da minha vida. Colocamos em prática tudo o que tínhamos feito na última semana. Só de dizer que nem paramos para jantar, acho que vocês já podem ter uma ideia de como estávamos entregues um ao outro, aos nossos desejos mais primitivos. Não houve um momento em que ficássemos sem fazer nada. Quando ela gozava, eu mal dava descanso, penetrando ela sem quase diminuir o ritmo. Quando era eu que gozava, eu me jogava direto para chupar a buceta dela, fazendo ela gozar em poucos segundos. Gozei na boca dela, nas tetas dela, na buceta dela, no cu dela, em quase todos os cantos e buracos do corpo dela, e claro, ela soltou os sucos quentes dela por todos os cantos do meu. Nos beijamos, nos acariciamos, fodemos em todas as posições possíveis e dissemos as maiores barbaridades que já foram ditas entre uma mãe e um filho. A cama acabou virando uma piscina, cheia de gozadas, sêmen, suor e, no geral, fluidos dos dois, deixando um cheiro de luxúria típico do pior bordel.
Em um momento da noite, ela tinha acabado de gozar depois que eu fiz um oral nela, já que minutos antes era ela quem me fazia gozar depois de me dar uma yummy cubana, deixando as tetas dela bem cheias de porra (embora naquela hora já tivessem recebido mais de uma gozada).
- Vem aqui, mãe - eu disse, sentando na cama e colocando ela em cima de mim.
- Nossa, amor… Você já tá dura de novo? Mas olha como você me deixou agora há pouco… - ela dizia, sentada sobre minhas pernas, enquanto se esfregava os restos de sêmen por todos os melões dela.
- Com você, sabe que tenho energia pra isso e mais.
Depois disso, agarrei ela pela bunda e deixei cair suavemente no meu pau, enfiando com uma facilidade impressionante e fazendo com que as paredes quentes e suculentas dela abraçassem de novo meu membro ereto. Nossos corpos ficaram bem encaixados, eu sentado com os joelhos meio flexionados e ela com as pernas em volta da minha cintura, deixando nossas bocas na altura perfeita pra começar a nos beijar do jeito mais promíscuo possível. A boca dela tinha gosto do meu sêmen, e a minha, com certeza, das gozadas dela, coisa que obviamente ambos adoravam. De vez em quando, nossas línguas brincavam de ir o mais fundo possível, fazendo fios de saliva escorrerem das nossas bocas.
- Mmm, mamãe, adoro como você beija...
- Querido, e eu adoro como você beija... Aaghh... Além disso, me excita muito te beijar depois que você come minha buceta...
- Pois eu... Aaghhh... Eu passaria o dia todo chupando ela... Ufff, é a buceta mais gostosa que já comi...
- Ah, é? Mmm... E me diz, amor... O que é mais gostoso, chupar a bucetinha da mamãe ou foder ela?
- Sabe que foder você é o que eu mais gosto nesse mundo... - falei, começando a me mover com mais vontade, fazendo os peitos dela balançarem suavemente roçando no meu peito.
- Aaghhh assim... Assim, querido... Ufff, vem cá, chupa meus peitos enquanto me fode, amor - disse ela, pegando os melões gostosos dela e colocando os mamilos na minha boca, mamilos que comecei a chupar com delicadeza enquanto acelerava as penetradas.
- Mmmm... Aghhhh, porra, mamãe, adoro as tetonas que você tem... Ufff, e assim vestida você parece... Aaghh, parece...
- Uma puta, amor? Pareço uma puta, né?
- Não parece uma puta, não... Parece MINHA puta - falei, apertando um dos peitos dela enquanto acelerava ainda mais o ritmo.
- Aaaghhhh, sim, querido, sim... - disse ela, me beijando e olhando fixo nos meus olhos. - Sou sua puta, amor... Agghhh, por favor, fode sua puta e faz que ela goze…
—Aaaghhh… Certeza que queria que o Mateo tivesse te fodido assim naquele dia, hein…
—Não… Agghhh não… Eu sou fiel ao teu pai…
—Claro… E por isso agora você tá fodendo o próprio filho… Aaghhh… Cê é uma porca incestuosa, mamãe…
—Aaghh sim… Sou uma mamãe bem porquinha… Mas meu filho é um depravado que passa anos batendo punheta pensando na própria mãe…
Ao ouvir isso, não me segurei nem um pouco e agarrei ela pelo pescoço, como sempre com suavidade, mas puxando a boca dela até a minha e me mexendo com ainda mais vontade.
—Aaaghhhh assim, bebê, assim… Continua assim que eu tô perto — disse ela me envolvendo com os braços e as pernas, esmagando os peitos contra o meu peito e gemendo no meu ouvido.
—Vai, goza pra mim, mamãe… Fode bem o teu filho e faz essa bucetinha gozar… Aaghhh! — acelerei o máximo que pude, abraçando ela também e metendo como se não houvesse amanhã, esfregando nossos corpos suados e fazendo a cabeceira da cama bater na parede, como se fosse desabar.
—Uii uii uii assim assim! Uffa, porra, me fode assim gostoso, neném… Aaaghhh, tô gozando!
—Vai, mamãe, goza pra mim… Aaghhh, porra, eu tô quase lá!
—Tô gozando, filho! Uffa, que gostoso, amor… Que gostoso, que gostoso! Aaaghhhhh, tô indo! TÔ INDO, TÔ INDO, TÔ INDOOOO! AAAGGHHHHH!
E foi isso. Minha mãe começou a gozar como se não houvesse amanhã, se agarrando no meu corpo com todos os membros e cravando as unhas nas minhas costas. Senti perfeitamente a buceta dela se contraindo em espasmos de puro prazer, apertando meu pau no meio dos fluidos que tentavam escapar daquela caverna molhada. Eu tava quase gozando, mas no último momento me segurei, porque depois de ter gozado umas duas vezes dentro dela naquela mesma noite, dessa vez deu vontade de gozar em outro lugar. Sem pedir permissão, agarrei ela e coloquei de joelhos no chão. Isso fez com que, ao tirar meu pau, ela começasse a liberar a gozada dela no tapete, o que me deixou ainda mais tesudo. Impossível. Eu não aguentei mais e fiquei na frente dela, arqueando um pouco as pernas e me masturbando rápido na cara dela. Aí ela entendeu minhas intenções e, sem dizer nada, abriu a boca o máximo que pôde, colocando a língua pra fora enquanto sorria e fechava os olhos. Bastaram alguns segundos pra eu começar a gozar na cara toda dela. Já era tipo a sexta gozada da noite, então a quantidade de porra que saiu não foi das mais generosas, mas deu pra encher boa parte da cara corada e linda dela com uma porrada de leite bem quente.
A noite obviamente não acabou ali, depois disso a gente continuou por mais algumas horas. Foi a primeira noite de sexo sem limites da minha vida inteira, e tenho certeza de que nunca mais vou viver algo assim, pelo menos com uma mulher que não seja minha mãe…
Continua…
2 comentários - Fuga na montanha com minha mãe X