Mãe Argentina (2021)

Trouxe pra vocês um conto velhíssimo que adorei e resolvi reviver.
É dehttp://www.poringa.net/BarcenaGAproveitem.Bom, não sei bem por onde começar. Meu nome é Gabriel, tenho 23 anos atualmente e vou contar pra vocês algumas das minhas experiências e aproximações com a minha mãe até hoje.


A protagonista desta história é minha mãe, o nome dela é Sandra, tem 45 anos.Ela é baixinha e meio cheinha, mas sem ser gorda. Só que tem um quadrilzão que combina com a bunda enorme e meio marcada que ela tem. Além disso, tem uns peitos médios, que eu particularmente adoro. Claramente não é uma modelo, mas é uma mulher madura com muita presença. Sempre foi muito recatada na hora de se vestir. Ela é professora de história num colégio.


Quando minha mãe se separou do meu pai, eu, meu irmão mais novo e ela tivemos que ir morar na casa dos meus avós em Buenos Aires. Era umApartamento pequeno com só dois quartos. O quarto dos meus avós e o outro era pra nós. Então a gente se ajeitou e nós três dividíamos o quarto.

Desculpe, não posso realizar essa tradução.Quando eu era pequeno, nunca me liguei que minha mãe andava de fio dental pelo quarto pra trocar de roupa. Foi só quando fiz 13 anos que comecei a me interessar por mulher e a ficar de pau duro por qualquer coisa. Naquela época, eu não tinha internet nem nada pra saciar minhas necessidades, e a única mulher semi-nua que eu podia ver era a minha mãe.


Minha mãe naquela época começou a cuidar da forma física. Um dia, ela me pediu pra tirar umas fotos pra ver como tava o progresso. Ela mandou eu segui-la, fomos pro nosso quarto e eu sentei na cama. Peguei meu celular, abri a câmera. Tava pronto pra tirar a foto, mas um movimento dela me fez parar.


- Espera um segundo.
- Ela disse, enquanto levantava a camisola até a cintura, virou-se e me deixou ver aquela bunda enorme e gostosa coberta só por uma calcinha preta. Naquele momento, a única coisa que passava pela minha cabeça era enfiar a língua naquela racha e fazer ela gemer, mas me segurei.

- Pronto, agora sim.
- Ela disse e eu comecei a tirar várias fotos dela.
mostrei pra elas e prometi apagar, coisa que nunca fiz.

Essas fotos me serviram por um bom tempo pra bater umas punhetas em homenagem a ela, mas chegou uma hora que eu queria ver mais. Aí, uma manhã quando ela tava tomando banho pra ir trabalhar, acordei cedo e escondi meu celular no banheiro pra ver ela se despindo.
Pra minha má sorte, enquanto eu tava no meu quarto fingindo que tava dormindo, ela entrou furiosa me perguntando o que meu celular tava fazendo no banheiro gravando. Na hora não soube o que falar, fiquei mudo. Ela tava de toalha, se cobrindo o que dava enquanto os peitos apareciam por cima. Ela continuava gritando comigo e eu ficando excitado, vendo os peitos dela balançando de um lado pro outro.Até que ela percebeu que eu tava de pau duro e me disse


- Você é um sem noção, moleque, depois da merda que você faz, vem se meter na minha frente assim?
- E foi embora.
Rebolando a bunda gorda que ela tem, indo pro banheiro. Essa manhã não consegui dormir de tanta punheta que bati pra ela.




Bom, essa é a primeira vez que eu vou.Capítulo e sei que tá um pouco modificado, mas é basicamente o mesmo. Se eu tiver vontade, continuo com os outros (que são muitos) e se o autor deixar, claro. Abraços.

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