Lê a descrição do meu perfil pra não ter problema c:
Relato: tucu_42
3 meses - Pág 54
Meli: Tem certeza disso?
Eu: Sim, vamos fazer isso, sem dúvidas!
Meu nome é Maria, tenho 30 anos e tô namorando com o Ivan, que tem 32.
Faz 7 anos que a gente tá junto e, com o passar dos anos, sempre rolou aquele papo de ter filhos. Há um tempo, eu decidi que não quero ter filhos, porque trampo pra caralho e amo o que faço. Além disso, sinto que não tenho aquele instinto materno que a minha amiga Meli tem.
Ela é uma mina muito gostosa, mas sem sorte no amor. Faz um tempo que tá na fissura de engravidar, mas não quer que o pai seja qualquer um. Vamos combinar que pretendentes não faltam, mas no geral são só isso mesmo.
Com o Iván a gente se dá bem na cama, mas não transamos tanto quanto a gente queria porque eu tô muito focada no meu trampo e ele me toma muito tempo. Mas quando rola, a gente curte pra caralho. Já conversamos sobre fazer um menage uma hora e, na real, a gente tava afim de chamar a Meli pra participar.
Não sou ciumenta, muitas vezes o Iván sai sozinho com os amigos e não encho o saco. Ele nunca chega muito tarde e geralmente recebo ele com um boquete bem dado, e quase sempre a gente acaba transando bem gostoso.
Há um tempo, a gente tava conversando com a Meli sobre a dificuldade dela em encontrar um parceiro e a vontade de ter um filho, e eu perguntei se ela curtia a ideia de o Iván ser o doador de sêmen. Ela abriu o jogo e disse que ele seria o candidato ideal pra ela, já que nós três nos conhecemos há muito tempo e que ele era um cara encantador pra ela.
A resposta dela me excitou um pouco e me deu um tesão danado, então perguntei se ela queria fazer do "jeito natural".
Ela ficou vermelha e me perguntou — "como seria isso?" — disse corada, já que sabia bem do que se tratava. "O Ivan te comer e te engravidar" — respondi sem rodeios. A Meli, surpresa e completamente vermelha, me perguntou — "e você não se importaria com isso?" Sinceramente, a ideia me atrai bastante, mas "será que ele vai gostar?". Imaginando a cena toda, fiquei com ainda mais tesão e respondi — "amiga, sou eu quem está fazendo a proposta, não me incomoda nada, pelo contrário, acho que gosto muito" — coloquei a mão na perna dela e mostrei total confiança. "E não se preocupa com o Ivan, porque ele vai gostar... e muito" — respondi com toda a segurança.
Levei as coisas além e propus pra Meli que, pra deixar mais interessante, a gente não falasse nada pro Iván. Que parecesse que ela tava me traindo.
Com muitas dúvidas, Meli aceitou participar do jogo.
O primeiro passo que eu dei foi não transar com o Iván por um bom tempo. Toda vez que surgia uma oportunidade, eu fingia estar cansada ou simplesmente sobrecarregada com o meu trabalho.
Comecei a chamar a Meli pra casa com bastante frequência. Toda vez que eu fazia isso, ela vinha vestida com pouca roupa, decotes marcados, minissaias curtas, tops ou vestidos justinhos. Além de olhar pro Ivan mais do que o normal e, de vez em quando, dar um sorrisinho sutil pra ele.
Ele, naturalmente, começou a responder disfarçadamente aos sinais que a Meli insinuava. Recebia ela com um abraço quentinho toda vez que chegava, se a gente tava no sofá, sentava bem coladinho nela, ou dava uma roçada aqui e ali, mas nada além disso.
Cara, eu não aguentava mais de tesão e da putaria que aquela cena toda me dava. Tava louca pra que a oportunidade aparecesse..
Dia após dia, a tensão entre eles só aumentava. Meli me confessou que queria transar com ele o mais rápido possível. A situação tinha se tornado puramente sexual.
Numa sexta, a gente foi convidado pra uma festa. Era um grupo bem grande de gente, tudo conhecido. O Ivan insistiu pra gente ir, mas eu usei de desculpa que tinha que terminar uns trampos pro dia seguinte (trabalho alguns sábados também), mas sugeri pra ele ir mesmo assim, que a festa ia ser boa. No fim, ele topou e foi pra festa.
Na hora eu avisei a Meli que eu não ia, mas que ela TINHA que ir.
Combinamos que depois da festa ela ia dormir em casa, já que ia terminar bem tarde e que no dia seguinte eu ia trabalhar cedo, então eles iam ficar sozinhos.
Era o momento certo para que se concretasse o que tanto estávamos esperando (já tenho que incluir o Iván a essa altura).
Não soube de nada até as 5 da manhã, quando o Ivã chegou todo excitado e queria transar. Eu recusei, óbvio, e lembrei ele que em poucas horas eu tinha que levantar.
Às 8 da manhã eu levantei pra tomar café e na cozinha tava a Meli sentada. Na hora perguntei o que tinha rolado na noite e ela me contou:
Cheguei na festa um pouco mais tarde com umas amigas, porque ia ser estranho chegar sozinha. Me vesti bem provocante pra chamar a atenção do Iván. Ele tava lá, rindo com um grupo de amigos. Fui pegar uma bebida no bar e tentei fazer contato visual, mas ele tava muito focado na conversa com os caras. Aí resolvi passar do lado dele e encarar bem. Funcionou, ele me olhou de volta com um sorrisão, me deu um abraço bem demorado, como se a gente não se visse há tempos, e perguntou com quem eu tava. Apontei pro grupo de minas que tava bem na frente e continuei andando, falando que a gente se falava depois.
A festa tava muito divertida, a gente, as minas, tava dançando sem parar. Eu sabia que minha saia subia pra caralho quando eu dançava e, de vez em quando, dava pra ver a fio dental. Essa era a ideia. De canto de olho, vi que o Iván tava me encarando, e aí eu fiz questão de rebolar ainda mais.
Tava morrendo de sede, então fui no bar pegar outra bebida. Quando voltei com o copo cheio, esbarrei de propósito nele e derramei quase tudo em mim. Todo preocupado, ele foi buscar algo pra me enxugar. Voltou com um pano e quis me dar pra eu me limpar. Mas pedi pra ele mesmo me secar. Aí ele sacou tudo e começou a me enxugar com um sorriso cúmplice. Quando tava terminando, baixei um pouco o top pra dar a dica que faltava passar ali. Como tava sem sutiã, dava pra ver a auréola do mamilo e ele começou a ficar vermelho.
Cortei um pouco a tensão que tinha se formado levantando o top e agradeci ele. O Iván foi deixar o pano e eu fiquei ali. Quando ele voltou, chamei ele pra dançar. Ele topou na hora e fomos pro meio da pista.
De novo comecei a me mexer bastante e a deixar ver minha tanguinha que aparecia por baixo. Ivan seguia meu ritmo em silêncio, enquanto me olhava sem vergonha. Devagar, fui encostando de costas nele e comecei a roçar no pau dele, que já tava bem duro. Percebi que ele ficou desconfortável, então me virei, apoiei meus braços nos ombros dele e perguntei:
Por que a Mary não veio pra festa?
Iván: —"Juro pra você que insisti, mas ela ficou trabalhando, amanhã acorda cedo".
Eu: "Tá trabalhando demais ultimamente, deve estar morta de cansada.
Iván: "Sim, ela me fala isso toda hora, a gente tá se vendo muito pouco.
Eu: "Claro, deve ser difícil pra você, né?
Iván: "Pois é, verdade, ela tá muito ausente ultimamente". "Talvez ela esteja se encontrando com outro".
Eu: "Cê acha? Não, ela tá muito ocupada mesmo, é viciada no trampo dela.
Iván: "Não sei, nessas últimas semanas tenho te visto mais do que ela e a verdade é que gosto quando você vem..
Engoli a saliva e mudei de assunto por um momento, porque ia devorar a boca dela ali mesmo, na frente de todo mundo..
Eu: "Vamo pra barra pegar uma bebida, porque a que eu tava tu derrubou em cima de mim." O Iván riu meio sem graça, devia ter ficado envergonhado por ter falado aquilo, mas mesmo assim veio comigo.
Já com o gole, pedi pra gente ir pro lado oposto da pista, onde não tinha tanta gente, e lá continuei:
Eu: "Então você gosta de me ver mais vezes na sua casa?
Iván responde meio sem graça: "Pois é, verdade, a María tá muito ocupada com as coisas dela, pelo menos tenho com quem conversar...
Deixo o copo de lado e coloco os braços de volta nos ombros dela e respondi.
Eu: "E por que você acha que ela tá com outro?
Iván: "Porque a gente não tem mais intimidade, ela tá sempre cansada ou sem vontade. Ela não era assim.
Eu: "Bom, talvez a gente possa fazer mais coisas do que só conversar...
Aproximei meus lábios dos dele devagar e a gente se deu o primeiro beijo. Foi curto e suave, mas veio outro e mais outro, até que começamos a brincar com as línguas. Nossas mãos percorriam o corpo todo, com muita intensidade. Ele apertava minha bunda, espremia com desejo. Tudo era intenso demais pra passar despercebido na festa. Ivan falou pra gente ir pra outro lugar, mas eu disse que tinha que vir dormir aqui.
Ele desanimou um pouco e a gente foi embora da festa.
Quando a gente chegou, estacionou na porta e ele colocou a mão na minha perna e me deu outro beijo, bem longo. De novo a gente tava pegando fogo. A mão dele acariciava minha perna e entrava por baixo da minissaia. Eu rapidinho baixei um pouco a calça dele e a cueca e meti o pau duro dele na minha boca. Uns minutos depois ele falou que tava perto de gozar e eu parei, falei que era melhor outra hora. A gente desceu do carro e ficou na vontade.. * fim do relato da Meli.
Eu tava super excitada com todos os detalhes que a Meli me deu. De repente, ouvi o chuveiro ligar. Era o Ivan entrando no banho. Era a hora de eu ir embora e deixar eles sozinhos. A Meli me perguntou pela última vez: "Tem certeza disso?" E eu respondi: "Sim, vamos fazer isso, sem dúvidas." Mas o tesão foi mais forte que eu, avisei no trabalho que tava doente e fiquei.
A Meli entrou de calcinha e sutiã no meu quarto antes de eu ir embora, fingindo que tava procurando roupa minha pra vestir, mas na real tava esperando por ele.
Fiquei escondida no outro quarto até o Ivan sair do banheiro.
Quando ele entrou no quarto, me aproximei pra espiar pela porta entreaberta.
Meli se fez de surpresa e ele perguntou o que ela tava fazendo ali dentro. Ela disse que tava procurando roupa dele porque a dela tava suja. Iván falou que ela ainda tinha cheiro de Campari. Meli se cheira e diz que não sente nada. Ele se aproxima, enfia o nariz entre os peitos dela e fala que é ali que tá o cheiro. Ainda completa que é culpa dela, porque ele não limpou direito ontem à noite. Ela tirou o top e ordenou que dessa vez deixasse bem limpinho. Cheio de tesão, Iván agarrou os peitos e começou a saborear com desespero. Ela, entre gemidos, tirou a toalha dele e começou a masturbar ele devagar. As bocas se encontraram de novo enquanto continuavam se tocando intensamente. Ela disse que a culpa da calcinha fio dental também era dele, por causa da marca que ele deixou ontem à noite e a que tava deixando naquele momento. Ele pediu pra ver e na hora Meli subiu na cama de quatro e pediu pro meu namorado tirar a calcinha dela. Iván, curtindo a vista que ela tava oferecendo, começou a puxar a calcinha que tava enfiada na bunda dela. Depois de tirar, dava pra ver um fio viscoso escorrendo da buceta dela até o lençol, ela tava no cio mesmo. Ele na hora levou a língua pro cu de Meli e depois se dedicou a lamber a buceta dela.
Nenhum dos dois aguentava mais, ela pediu pra ele meter na hora. Ivan pegou uma camisinha de uma gaveta, colocou rápido e meteu sem mais enrolação.
Ele bombava com força, era claro que a qualquer hora ia gozar. Meli implorava pra ele tirar a camisinha, que queria sentir melhor, mas ele resistia.
Naquele momento, me deu na telha entrar pra interromper. O Ivan tirou a pica dela de uma vez e ficou duro esperando o pior. Tive que explicar tudo e, de certa forma, ele se sentiu ofendido por termos usado ele. Mas, por outro lado, tava adorando foder com a Meli.
Então, com o pau mole, tirei a camisinha e nós duas começamos a chupar a rola dele. Ficamos nos revezando entre as bolas e o pau, ou uma na cabeça e outra no tronco. Não demorou pra ele ficar de pau duro e eu já sabia o que tinha que fazer.
Meli se deitou de barriga pra cima, abrindo as pernas, e ele começou a beijar o pescoço dela, desceu até os peitos, voltou pra boca dela, se beijavam com tesão, se tocavam muito. Estavam conectados de novo. A única coisa que eu fiz foi pegar o pau do meu namorado e colocar na entrada da buceta da minha amiga. Devagarzinho ele começou a entrar e a se mover suave. Ela gemia baixinho enquanto arranhava as costas do Ivan e o abraçava com as pernas. De vez em quando ele parava e descia pra chupar a buceta dela um pouco. Ele tava curtindo a nova parceira e eu, por trás, devorava o pau dele pra manter duro. Até que chegou a hora em que ele tava quase gozando. Ivan começou a meter mais rápido e Meli, entre gemidos, pedia pra ele encher ela de porra, implorava pra ele fazer um filho nela, mas também tava adorando e dizia que ele tava comendo ela gostoso pra caralho. Ele finalmente gozou, quase gritando. Tava depositando uma carga de semanas dentro da Meli. Ficou exausto, deitado em cima dela, enquanto o pau dele continuava bombeando leite. Ela tava sorrindo, acariciando a cabeça do Ivan e dizendo "valeu, que filho lindo você vai me dar". Virou pra mim e falou "amiga, você é a melhor, te amo".
Eu fiquei deitada com eles, que dormiram em poucos minutos.
Pra garantir que funcionasse, a gente fez várias vezes e até às vezes a Meil vinha o fim de semana inteiro e a gente se divertia pra caralho.
Depois que o teste deu positivo, continuaram trepando, até que finalmente ela teve a menina..
Valeu por ler! Lembra que se você tem lembrança de uma boa história, escreve o nome dela que a gente posta de novo pra você reler, hehe.
Relato: tucu_42
3 meses - Pág 54
Meli: Tem certeza disso?
Eu: Sim, vamos fazer isso, sem dúvidas!
Meu nome é Maria, tenho 30 anos e tô namorando com o Ivan, que tem 32.
Faz 7 anos que a gente tá junto e, com o passar dos anos, sempre rolou aquele papo de ter filhos. Há um tempo, eu decidi que não quero ter filhos, porque trampo pra caralho e amo o que faço. Além disso, sinto que não tenho aquele instinto materno que a minha amiga Meli tem.
Ela é uma mina muito gostosa, mas sem sorte no amor. Faz um tempo que tá na fissura de engravidar, mas não quer que o pai seja qualquer um. Vamos combinar que pretendentes não faltam, mas no geral são só isso mesmo.
Com o Iván a gente se dá bem na cama, mas não transamos tanto quanto a gente queria porque eu tô muito focada no meu trampo e ele me toma muito tempo. Mas quando rola, a gente curte pra caralho. Já conversamos sobre fazer um menage uma hora e, na real, a gente tava afim de chamar a Meli pra participar.
Não sou ciumenta, muitas vezes o Iván sai sozinho com os amigos e não encho o saco. Ele nunca chega muito tarde e geralmente recebo ele com um boquete bem dado, e quase sempre a gente acaba transando bem gostoso.
Há um tempo, a gente tava conversando com a Meli sobre a dificuldade dela em encontrar um parceiro e a vontade de ter um filho, e eu perguntei se ela curtia a ideia de o Iván ser o doador de sêmen. Ela abriu o jogo e disse que ele seria o candidato ideal pra ela, já que nós três nos conhecemos há muito tempo e que ele era um cara encantador pra ela.
A resposta dela me excitou um pouco e me deu um tesão danado, então perguntei se ela queria fazer do "jeito natural".
Ela ficou vermelha e me perguntou — "como seria isso?" — disse corada, já que sabia bem do que se tratava. "O Ivan te comer e te engravidar" — respondi sem rodeios. A Meli, surpresa e completamente vermelha, me perguntou — "e você não se importaria com isso?" Sinceramente, a ideia me atrai bastante, mas "será que ele vai gostar?". Imaginando a cena toda, fiquei com ainda mais tesão e respondi — "amiga, sou eu quem está fazendo a proposta, não me incomoda nada, pelo contrário, acho que gosto muito" — coloquei a mão na perna dela e mostrei total confiança. "E não se preocupa com o Ivan, porque ele vai gostar... e muito" — respondi com toda a segurança.
Levei as coisas além e propus pra Meli que, pra deixar mais interessante, a gente não falasse nada pro Iván. Que parecesse que ela tava me traindo.
Com muitas dúvidas, Meli aceitou participar do jogo.
O primeiro passo que eu dei foi não transar com o Iván por um bom tempo. Toda vez que surgia uma oportunidade, eu fingia estar cansada ou simplesmente sobrecarregada com o meu trabalho.
Comecei a chamar a Meli pra casa com bastante frequência. Toda vez que eu fazia isso, ela vinha vestida com pouca roupa, decotes marcados, minissaias curtas, tops ou vestidos justinhos. Além de olhar pro Ivan mais do que o normal e, de vez em quando, dar um sorrisinho sutil pra ele.
Ele, naturalmente, começou a responder disfarçadamente aos sinais que a Meli insinuava. Recebia ela com um abraço quentinho toda vez que chegava, se a gente tava no sofá, sentava bem coladinho nela, ou dava uma roçada aqui e ali, mas nada além disso.
Cara, eu não aguentava mais de tesão e da putaria que aquela cena toda me dava. Tava louca pra que a oportunidade aparecesse..
Dia após dia, a tensão entre eles só aumentava. Meli me confessou que queria transar com ele o mais rápido possível. A situação tinha se tornado puramente sexual.
Numa sexta, a gente foi convidado pra uma festa. Era um grupo bem grande de gente, tudo conhecido. O Ivan insistiu pra gente ir, mas eu usei de desculpa que tinha que terminar uns trampos pro dia seguinte (trabalho alguns sábados também), mas sugeri pra ele ir mesmo assim, que a festa ia ser boa. No fim, ele topou e foi pra festa.
Na hora eu avisei a Meli que eu não ia, mas que ela TINHA que ir.
Combinamos que depois da festa ela ia dormir em casa, já que ia terminar bem tarde e que no dia seguinte eu ia trabalhar cedo, então eles iam ficar sozinhos.
Era o momento certo para que se concretasse o que tanto estávamos esperando (já tenho que incluir o Iván a essa altura).
Não soube de nada até as 5 da manhã, quando o Ivã chegou todo excitado e queria transar. Eu recusei, óbvio, e lembrei ele que em poucas horas eu tinha que levantar.
Às 8 da manhã eu levantei pra tomar café e na cozinha tava a Meli sentada. Na hora perguntei o que tinha rolado na noite e ela me contou:
Cheguei na festa um pouco mais tarde com umas amigas, porque ia ser estranho chegar sozinha. Me vesti bem provocante pra chamar a atenção do Iván. Ele tava lá, rindo com um grupo de amigos. Fui pegar uma bebida no bar e tentei fazer contato visual, mas ele tava muito focado na conversa com os caras. Aí resolvi passar do lado dele e encarar bem. Funcionou, ele me olhou de volta com um sorrisão, me deu um abraço bem demorado, como se a gente não se visse há tempos, e perguntou com quem eu tava. Apontei pro grupo de minas que tava bem na frente e continuei andando, falando que a gente se falava depois.
A festa tava muito divertida, a gente, as minas, tava dançando sem parar. Eu sabia que minha saia subia pra caralho quando eu dançava e, de vez em quando, dava pra ver a fio dental. Essa era a ideia. De canto de olho, vi que o Iván tava me encarando, e aí eu fiz questão de rebolar ainda mais.
Tava morrendo de sede, então fui no bar pegar outra bebida. Quando voltei com o copo cheio, esbarrei de propósito nele e derramei quase tudo em mim. Todo preocupado, ele foi buscar algo pra me enxugar. Voltou com um pano e quis me dar pra eu me limpar. Mas pedi pra ele mesmo me secar. Aí ele sacou tudo e começou a me enxugar com um sorriso cúmplice. Quando tava terminando, baixei um pouco o top pra dar a dica que faltava passar ali. Como tava sem sutiã, dava pra ver a auréola do mamilo e ele começou a ficar vermelho.
Cortei um pouco a tensão que tinha se formado levantando o top e agradeci ele. O Iván foi deixar o pano e eu fiquei ali. Quando ele voltou, chamei ele pra dançar. Ele topou na hora e fomos pro meio da pista.
De novo comecei a me mexer bastante e a deixar ver minha tanguinha que aparecia por baixo. Ivan seguia meu ritmo em silêncio, enquanto me olhava sem vergonha. Devagar, fui encostando de costas nele e comecei a roçar no pau dele, que já tava bem duro. Percebi que ele ficou desconfortável, então me virei, apoiei meus braços nos ombros dele e perguntei:
Por que a Mary não veio pra festa?
Iván: —"Juro pra você que insisti, mas ela ficou trabalhando, amanhã acorda cedo".
Eu: "Tá trabalhando demais ultimamente, deve estar morta de cansada.
Iván: "Sim, ela me fala isso toda hora, a gente tá se vendo muito pouco.
Eu: "Claro, deve ser difícil pra você, né?
Iván: "Pois é, verdade, ela tá muito ausente ultimamente". "Talvez ela esteja se encontrando com outro".
Eu: "Cê acha? Não, ela tá muito ocupada mesmo, é viciada no trampo dela.
Iván: "Não sei, nessas últimas semanas tenho te visto mais do que ela e a verdade é que gosto quando você vem..
Engoli a saliva e mudei de assunto por um momento, porque ia devorar a boca dela ali mesmo, na frente de todo mundo..
Eu: "Vamo pra barra pegar uma bebida, porque a que eu tava tu derrubou em cima de mim." O Iván riu meio sem graça, devia ter ficado envergonhado por ter falado aquilo, mas mesmo assim veio comigo.
Já com o gole, pedi pra gente ir pro lado oposto da pista, onde não tinha tanta gente, e lá continuei:
Eu: "Então você gosta de me ver mais vezes na sua casa?
Iván responde meio sem graça: "Pois é, verdade, a María tá muito ocupada com as coisas dela, pelo menos tenho com quem conversar...
Deixo o copo de lado e coloco os braços de volta nos ombros dela e respondi.
Eu: "E por que você acha que ela tá com outro?
Iván: "Porque a gente não tem mais intimidade, ela tá sempre cansada ou sem vontade. Ela não era assim.
Eu: "Bom, talvez a gente possa fazer mais coisas do que só conversar...
Aproximei meus lábios dos dele devagar e a gente se deu o primeiro beijo. Foi curto e suave, mas veio outro e mais outro, até que começamos a brincar com as línguas. Nossas mãos percorriam o corpo todo, com muita intensidade. Ele apertava minha bunda, espremia com desejo. Tudo era intenso demais pra passar despercebido na festa. Ivan falou pra gente ir pra outro lugar, mas eu disse que tinha que vir dormir aqui.
Ele desanimou um pouco e a gente foi embora da festa.
Quando a gente chegou, estacionou na porta e ele colocou a mão na minha perna e me deu outro beijo, bem longo. De novo a gente tava pegando fogo. A mão dele acariciava minha perna e entrava por baixo da minissaia. Eu rapidinho baixei um pouco a calça dele e a cueca e meti o pau duro dele na minha boca. Uns minutos depois ele falou que tava perto de gozar e eu parei, falei que era melhor outra hora. A gente desceu do carro e ficou na vontade.. * fim do relato da Meli.
Eu tava super excitada com todos os detalhes que a Meli me deu. De repente, ouvi o chuveiro ligar. Era o Ivan entrando no banho. Era a hora de eu ir embora e deixar eles sozinhos. A Meli me perguntou pela última vez: "Tem certeza disso?" E eu respondi: "Sim, vamos fazer isso, sem dúvidas." Mas o tesão foi mais forte que eu, avisei no trabalho que tava doente e fiquei.
A Meli entrou de calcinha e sutiã no meu quarto antes de eu ir embora, fingindo que tava procurando roupa minha pra vestir, mas na real tava esperando por ele.
Fiquei escondida no outro quarto até o Ivan sair do banheiro.
Quando ele entrou no quarto, me aproximei pra espiar pela porta entreaberta.
Meli se fez de surpresa e ele perguntou o que ela tava fazendo ali dentro. Ela disse que tava procurando roupa dele porque a dela tava suja. Iván falou que ela ainda tinha cheiro de Campari. Meli se cheira e diz que não sente nada. Ele se aproxima, enfia o nariz entre os peitos dela e fala que é ali que tá o cheiro. Ainda completa que é culpa dela, porque ele não limpou direito ontem à noite. Ela tirou o top e ordenou que dessa vez deixasse bem limpinho. Cheio de tesão, Iván agarrou os peitos e começou a saborear com desespero. Ela, entre gemidos, tirou a toalha dele e começou a masturbar ele devagar. As bocas se encontraram de novo enquanto continuavam se tocando intensamente. Ela disse que a culpa da calcinha fio dental também era dele, por causa da marca que ele deixou ontem à noite e a que tava deixando naquele momento. Ele pediu pra ver e na hora Meli subiu na cama de quatro e pediu pro meu namorado tirar a calcinha dela. Iván, curtindo a vista que ela tava oferecendo, começou a puxar a calcinha que tava enfiada na bunda dela. Depois de tirar, dava pra ver um fio viscoso escorrendo da buceta dela até o lençol, ela tava no cio mesmo. Ele na hora levou a língua pro cu de Meli e depois se dedicou a lamber a buceta dela.
Nenhum dos dois aguentava mais, ela pediu pra ele meter na hora. Ivan pegou uma camisinha de uma gaveta, colocou rápido e meteu sem mais enrolação.
Ele bombava com força, era claro que a qualquer hora ia gozar. Meli implorava pra ele tirar a camisinha, que queria sentir melhor, mas ele resistia.
Naquele momento, me deu na telha entrar pra interromper. O Ivan tirou a pica dela de uma vez e ficou duro esperando o pior. Tive que explicar tudo e, de certa forma, ele se sentiu ofendido por termos usado ele. Mas, por outro lado, tava adorando foder com a Meli.
Então, com o pau mole, tirei a camisinha e nós duas começamos a chupar a rola dele. Ficamos nos revezando entre as bolas e o pau, ou uma na cabeça e outra no tronco. Não demorou pra ele ficar de pau duro e eu já sabia o que tinha que fazer.
Meli se deitou de barriga pra cima, abrindo as pernas, e ele começou a beijar o pescoço dela, desceu até os peitos, voltou pra boca dela, se beijavam com tesão, se tocavam muito. Estavam conectados de novo. A única coisa que eu fiz foi pegar o pau do meu namorado e colocar na entrada da buceta da minha amiga. Devagarzinho ele começou a entrar e a se mover suave. Ela gemia baixinho enquanto arranhava as costas do Ivan e o abraçava com as pernas. De vez em quando ele parava e descia pra chupar a buceta dela um pouco. Ele tava curtindo a nova parceira e eu, por trás, devorava o pau dele pra manter duro. Até que chegou a hora em que ele tava quase gozando. Ivan começou a meter mais rápido e Meli, entre gemidos, pedia pra ele encher ela de porra, implorava pra ele fazer um filho nela, mas também tava adorando e dizia que ele tava comendo ela gostoso pra caralho. Ele finalmente gozou, quase gritando. Tava depositando uma carga de semanas dentro da Meli. Ficou exausto, deitado em cima dela, enquanto o pau dele continuava bombeando leite. Ela tava sorrindo, acariciando a cabeça do Ivan e dizendo "valeu, que filho lindo você vai me dar". Virou pra mim e falou "amiga, você é a melhor, te amo".
Eu fiquei deitada com eles, que dormiram em poucos minutos.
Pra garantir que funcionasse, a gente fez várias vezes e até às vezes a Meil vinha o fim de semana inteiro e a gente se divertia pra caralho.
Depois que o teste deu positivo, continuaram trepando, até que finalmente ela teve a menina..
Valeu por ler! Lembra que se você tem lembrança de uma boa história, escreve o nome dela que a gente posta de novo pra você reler, hehe.
2 comentários - Meu namorado inseminou minha amiga.