Mi novio inseminó a mi amiga.

Lê a descrição do meu perfil pra não ter problemas c:

Relato: tucu_42
3 meses - Pág 54





Meli: Tem certeza disso?
Eu: Sim, vamos fazer isso, sem dúvidas!

Meu nome é Maria, tenho 30 anos e tô namorando com o Ivan, que tem 32.
Faz 7 anos que a gente tá junto e, com o passar dos anos, sempre rolou o papo de ter filhos. Há um tempo, eu decidi que não quero ter filhos, porque trabalho pra caramba e amo o que faço. Além disso, sinto que não tenho aquele instinto materno que a minha amiga Meli tem.
Ela é uma mina muito gostosa, mas sem sorte no amor. Faz um tempo que tá na fissura de engravidar, mas não quer que o pai seja qualquer um. Vamos combinar que pretendentes não faltam, mas no geral são só isso mesmo.
Com o Iván a gente se dá bem na cama, mas não transamos tanto quanto a gente queria porque eu tô muito focada no meu trampo e ele me toma muito tempo. Mas quando a gente faz, a gente curte pra caralho. Já conversamos sobre fazer um menage uma hora dessas e, na real, a gente tava afim de chamar a Meli pra participar.
Não sou ciumenta, muitas vezes o Ivan sai sozinho com os amigos e não encho o saco. Ele nunca chega muito tarde e geralmente recebo ele com um boquete bem dado, e quase sempre a gente acaba transando gostoso pra caralho.
Há um tempo, eu e Meli estávamos conversando sobre a dificuldade dela em encontrar um parceiro e a vontade de ter um filho, e eu perguntei se ela gostava da ideia de o Ivan ser o doador de sêmen. Ela se abriu comigo, dizendo que ele seria o candidato ideal pra ela, já que nós três nos conhecemos há muito tempo e que ele era um cara encantador pra ela.
A resposta dela me deu um tesão danado e me deixou bem tarado, então perguntei se ela queria fazer do "jeito natural".
Ela ficou vermelha e me perguntou: "Como seria isso?" – disse isso corada, porque sabia muito bem do que se tratava. "O Ivan te comer e te engravidar" – respondi sem rodeios. A Meli, surpresa e completamente vermelha, me perguntou: "E isso não te incomodaria?" Sinceramente, a ideia me atrai bastante, mas "será que ele vai gostar?" Imaginando a cena toda, fiquei com ainda mais tesão e respondi: "Amiga, sou eu quem está fazendo a proposta, não me incomoda nada, pelo contrário, acho que gosto muito" – coloquei a mão na perna dela e mostrei total confiança. "E não se preocupa com o Ivan, ele vai gostar sim... e muito" – respondi com toda a segurança.
Levei as coisas além e propus pra Meli que, pra deixar mais interessante, a gente não contasse nada pro Iván. Que parecesse que ela tava me traindo.
Com muitas dúvidas, Meli aceitou participar do jogo.
O primeiro passo que eu dei foi não transar com o Iván por um bom tempo. Toda vez que surgia uma oportunidade, eu fingia estar cansada ou simplesmente sobrecarregada com o meu trampo.
Comecei a chamar a Meli pra vir aqui em casa com frequência. Toda vez que eu chamava, ela vinha vestida com pouca roupa, decotes marcados, minissaias curtas, tops ou vestidos apertados. Além de olhar pro Ivan mais do que o normal e, de vez em quando, dar um sorrisinho sutil pra ele.
Ele, naturalmente, começou a responder disfarçadamente aos sinais que a Meli insinuava. Recebia ela com um abraço quente toda vez que chegava, se a gente tava no sofá, sentava bem coladinho nela, ou dava uma roçada ou outra, mas nada além disso.
Cara, eu não aguentava mais de tesão e putaria que toda essa cena me dava. Tava doida pra que a oportunidade aparecesse..
Dia após dia, a tensão entre eles só aumentava. Meli me confessou que queria transar com ele o mais rápido possível. A situação tinha se tornado puramente sexual.
Numa sexta, fomos convidados pra uma festa. Era um grupo bem grande de gente, tudo conhecido. O Ivan insistiu pra gente ir, mas eu usei de desculpa que precisava terminar uns trampos pro dia seguinte (trabalho alguns sábados também), mas sugeri que ele fosse mesmo assim, que a festa ia ser boa. No fim, ele topou e foi pra festa.
Imediatamente avisei a Meli que eu não ia, mas que ela TINHA que ir.
Combinamos que depois da festa ela ia dormir em casa, já que ia terminar bem tarde e que no dia seguinte eu ia trabalhar cedo, então eles iam ficar sozinhos.
Era o momento certo para a gente finalmente realizar o que tanto esperávamos (a essa altura, já tenho que incluir o Ivan).
Não soube de nada até às 5 da manhã, quando o Ivã chegou todo excitado e queria transar. Eu recusei, óbvio, e lembrei ele que em poucas horas eu tinha que levantar.
Às 8 da manhã eu levantei pra tomar café e na cozinha tava a Meli sentada. Na hora perguntei o que tinha rolado de noite e ela me contou:

Cheguei na festa um pouco mais tarde com umas amigas, porque ia ser estranho chegar sozinha. Me vesti bem provocante pra chamar a atenção do Ivã. Ele tava lá, rindo com um grupo de amigos. Fui pegar uma bebida no bar e tentei fazer contato visual, mas ele tava muito focado na conversa com os caras. Aí resolvi passar do lado dele e encarar ele bem fixo. Funcionou, ele me olhou de volta com um sorrisão, me deu um abraço bem demorado, como se a gente não se visse há tempos, e perguntou com quem eu tava. Apontei pro grupo de minas que tava bem na frente e continuei andando, falando que a gente se falava depois.
A festa tava muito divertida, a gente, as minas, tava dançando sem parar. Eu sabia que minha saia subia pra caralho quando eu dançava e, de vez em quando, dava pra ver a fio dental. Essa era a ideia. De canto de olho, vi que o Iván tava me encarando, e aí eu fiz questão de rebolar ainda mais.
Tava morrendo de sede, então fui no bar pegar outra bebida. Quando voltei com o copo cheio, esbarrei de propósito nele e derramei quase tudo em cima de mim. Todo preocupado, foi buscar algo pra me secar. Voltou com um pano e tentou me dar pra eu me limpar. Mas pedi pra ele mesmo me secar. Aí ele entendeu tudo e começou a me secar com um sorriso cúmplice. Quando tava terminando, baixei um pouco o top pra indicar que faltava passar ali. Como tava sem sutiã, dava pra ver a auréola do mamilo e ele começou a ficar vermelho.
Cortei um pouco a tensão que tinha se formado levantando o top e agradeci ele. O Iván foi deixar o pano e eu fiquei ali. Quando ele voltou, convidei ele pra dançar. Ele aceitou na hora e fomos pro meio da pista.
De novo comecei a me mexer bastante e a deixar ver minha tanguinha que aparecia por baixo. Iván acompanhava o ritmo em silêncio, enquanto me olhava descaradamente. Devagar, fui encostando de costas nele e comecei a roçar no pau dele, que já tava bem duro. Percebi que ele ficou desconfortável, então me virei, apoiei meus braços nos ombros dele e perguntei:

Por que a Mary não veio pra festa?

Iván: —"juro pra você que insisti com ela, mas ela ficou trabalhando, amanhã acorda cedo".

Eu: "Tá trabalhando demais ultimamente, deve estar morta de cansada.

Iván: "Sim, ela me diz isso toda hora, que a gente tá se vendo muito pouco.

Eu: "Claro, deve ser difícil pra você, né?

Iván: "A verdade é que sim, ela tá muito ausente ultimamente". "Talvez ela esteja se encontrando com outro".

Eu: "Você acha?" "Não, ela tá muito ocupada mesmo, é viciada no trabalho dela.

Iván: "Não sei, nessas últimas semanas tô te vendo mais do que ela e a real é que tô gostando de você vir aqui...

Engoli a saliva e mudei de assunto por um momento, porque ia comer a boca dela ali mesmo, na frente de todo mundo...

Eu: "Vamo na barra pegar uma bebida, porque a que eu tava tu derrubou em cima de mim." O Iván riu meio sem graça, ficou envergonhado por ter falado aquilo, mas me acompanhou mesmo assim.
Já com o gole, pedi pra gente ir pro lado oposto da pista, onde não tinha tanta gente, e lá continuei:

Eu: "Então você gosta de me ver mais vezes na sua casa?

Iván responde meio sem graça: "Pois é, a María tá muito ocupada com as coisas dela, mas pelo menos tenho com quem conversar...

Deixo o copo de lado e coloco os braços de volta nos ombros dela e respondi.

Eu: "E por que você acha que ela tá com outro?

Iván: "Porque a gente não tem mais intimidade, ela tá sempre cansada ou sem vontade. Ela não era assim.

Eu: "Bom, talvez a gente possa fazer mais coisas do que só conversar...

Me aproximei devagar dos lábios dele e a gente se deu o primeiro beijo. Foi curto e suave, mas veio outro e mais outro, até que começamos a brincar com as línguas. Nossas mãos percorriam o corpo todo, com muita intensidade. Ele apertava minha bunda, espremia com desejo. Tudo era intenso demais pra passar despercebido na festa. Ivan falou pra gente ir pra outro lugar, mas eu disse que tinha que vir pra cá dormir.
Ele desanimou um pouco e a gente foi embora da festa.
Quando a gente chegou, estacionou na porta e ele colocou a mão na minha perna e me deu outro beijo, bem longo. De novo a gente tava pegando fogo. A mão dele acariciava minha perna e ia subindo por baixo da minissaia. Eu rapidinho baixei um pouco a calça dele e a cueca, e meti o pau duro dele na minha boca. Uns minutos depois ele falou que tava perto de gozar, e eu parei, falei que era melhor outro dia. A gente desceu do carro e ficou na vontade... * fim do relato da Meli.

Eu tava super excitada com todos os detalhes que a Meli me deu. De repente, ouvi o chuveiro ligar. Era o Iván entrando no banho. Era a hora de eu vazar e deixar eles sozinhos. A Meli me perguntou pela última vez: "Tem certeza disso?" E eu respondi: "Sim, bora fazer isso, sem dúvidas." Mas o tesão foi mais forte que eu, avisei no trampo que tava doente e fiquei.
A Meli entrou de calcinha e sutiã no meu quarto antes de eu sair, fingindo que tava procurando uma roupa minha pra vestir, mas na real tava esperando por ele.
Fiquei escondida no outro quarto até o Ivan sair do banheiro.
Quando ele entrou no quarto, eu me aproximei pra espiar pela porta entreaberta.
Meli fingiu surpresa e ele perguntou o que ela estava fazendo ali dentro. Ela disse que estava procurando roupa dele, já que a dela estava suja. Ivan falou que ela ainda tinha cheiro de Campari. Meli cheira a si mesma e diz que não sente nada. Ele se aproxima, encosta o nariz entre os peitos dela e diz que é ali que está o cheiro. E completa que é culpa dele, já que não limpou direito ontem à noite. Ela tirou o top e ordenou que dessa vez ele limpasse bem. Com toda a luxúria, Ivan agarrou os peitos e começou a saboreá-los com desespero. Ela, entre gemidos, tirou a toalha dele e começou a masturbá-lo suavemente. As bocas deles se encontraram de novo enquanto continuavam se tocando intensamente. Ela disse que a culpa da calcinha fio dental também era dele, por causa da marca que ele deixou nela ontem à noite e da que estava deixando naquele momento. Ele pediu para ver e, na hora, Meli subiu na cama de quatro e pediu para meu namorado tirar a calcinha dela. Ivan, curtindo a vista que ela oferecia, começou a puxar a calcinha que estava enfiada na bunda dela. Depois de tirar, dava para ver um fio viscoso escorrendo da buceta dela até o lençol, ela realmente estava no cio. Ele imediatamente levou a língua até o cu de Meli e depois se dedicou a lamber a buceta dela.
Nenhum dos dois aguentava mais, ela pediu pra ele meter nela na hora. Ivan pegou uma camisinha de uma gaveta, colocou rápido e meteu sem mais enrolação.
Ele bombava com força, era claro que a qualquer hora ia gozar. Meli implorava pra ele tirar a camisinha, que queria sentir melhor, mas ele resistia.
Naquele momento, me deu na telha entrar pra interromper. O Ivan tirou a pica dela de supetão e ficou duro esperando o pior. Tive que explicar tudo e, de certa forma, ele se sentiu ofendido por termos usado ele. Mas, por outro lado, tava adorando comer a Meli.
Então, com o pau mole, tirei a camisinha e nós duas começamos a chupar a rola dele. A gente ia se revezando entre as bolas e o pau, ou uma na cabeça e outra no tronco. Não demorou pra ele ficar bem duro, e eu já sabia o que tinha que fazer.
Meli se deitou de barriga pra cima, abrindo as pernas, e ele começou a beijar o pescoço dela, desceu até os peitos, depois voltou pra boca dela, se beijavam com tesão, se tocavam muito. Estavam conectados de novo. Eu só peguei o pau do meu namorado e coloquei na entrada da buceta da minha amiga. Devagarzinho ele começou a entrar e a se mover suave. Ela gemia baixinho enquanto arranhava as costas do Ivan e o abraçava com as pernas. De vez em quando ele parava e descia pra chupar a buceta dela um pouco. Ele tava curtindo a nova parceira e eu, por trás, devorava o pau dele pra manter ele duro. Até que chegou a hora em que ele tava quase gozando. Ivan começou a meter mais rápido e Meli, entre gemidos, pedia pra ele encher ela de porra, implorava pra ele fazer um filho nela, mas também tava adorando e dizia que ele tava comendo ela muito gostoso. Ele finalmente gozou, quase gritando. Tava depositando uma carga de semanas dentro da Meli. Ficou exausto, deitado em cima dela enquanto o pau dele continuava bombeando leite. Ela tava sorrindo, acariciando a cabeça do Ivan e dizendo "valeu, que filho lindo você vai me dar". Virou pra mim e falou "amiga, você é a melhor, te amo".
Eu fiquei deitada com eles, que apagaram em poucos minutos.
Pra garantir que funcionasse, a gente fez várias vezes e até às vezes a Meil vinha o fim de semana inteiro e a gente se divertia pra caralho.
Depois que o teste deu positivo, continuaram trepando, até que finalmente ela teve a menina..













Valeu por ler! Lembra que se você tem lembranças de uma boa história, escreve o nome dela que a gente posta com prazer pra você ler de novo hehe

3 comentários - Mi novio inseminó a mi amiga.

Muy buen relato lo había leído hace un tiempo, lo están resubiendo? Saludos gente!! 😎