Desde sempre a família foi muito unida, toda semana se reuniam na casa dos avós. Vou começar dizendo que minha prima se chama Rosy, ela é magrinha, um pouco alta, mas tem uma bunda bonita e umas pernas gostosas. De peitos, muito pouco, na minha opinião, hehe... Há muito tempo, Rosy já se deixava tocar por cima da roupa, mas nunca passava disso. Sempre eram umas brincadeiras que terminavam sem nada, nem beijos. Ela só deixava tocar na bunda e nos peitinhos que tinha. E assim passaram os meses, só nisso, não chegávamos a lugar nenhum, nem deixava eu beijá-la. Acho que isso era demais pra ela.
A primeira vez que vi os peitos dela, ela já tinha uns 18 e eu devia ter uns 16. Bom, nesse dia estávamos na casa dela com toda a família, mas minha tia decidiu que a gente fosse ao mercado. Nenhum dos primos quis acompanhar, mas eu, por querer ficar perto da prima, fui junto. Lembro que nesse dia ela estava com uma saia acima do joelho, e cada vez que sentávamos, eu tentava ficar de frente pra ela pra olhar mais, e ela provocava, abrindo um pouco as pernas, mas disfarçando pra minha tia não desconfiar. E assim passou o dia, eu atrás dela, tocando sempre que dava, cuidando pra ninguém ver. Lembro que eu insistia pra ela me deixar ver, hehe, até que eu a enchi o saco e ela se levantou na minha frente e disse: "Então, o que você quer ver?" Fiquei surpreso, fiquei tão nervoso que não disse nada, mas ela pegou minha mão e colocou nos peitos dela e disse: "Quer ver isso?" com uma risadinha de safada e debochada, o que me deixou com muito tesão. Eu tirei os peitos dela pra fora e fiquei surpreso como eram redondinhos. Não eram tão grandes, cabiam na minha mão, mas pareciam deliciosos. Apertei com força enquanto ela continuava rindo e mordendo o lábio. A putinha gostava. Assim foi na volta pra casa dela, sempre que dava, eu pegava naqueles peitos deliciosos. Às vezes eu abraçava ela e minha mão deslizava por baixo do sutiã dela. Passamos um tempo assim, toda vez que a gente se via, não rolava mais nada. Pouco depois, numa tarde na casa da avó, só estávamos nós três: a avó, a Rosy e eu. Lembro... Estávamos nós três olhando, eu tava fazendo sinal pra minha prima pra gente ir pra sala ou pra fora, sei lá. Levantei, fiz o sinal que ia esperar ela lá fora, achando que ela não ia. Umas 10 minutos depois, sentei na sala esperando e ouvi ela falar pra avó: "vou no banheiro". O nervosismo subiu, pensei "caralho, já era". Levantei, ela vinha andando, segurei ela pela cintura e tirei os peitos dela do sutiã, comecei a beijá-los. Ela jogava a cabeça pra trás olhando pro teto e segurava minha cabeça com força contra os peitos dela, soltando gemidinhos e se contorcendo. Às vezes, uma mão soltava minha cabeça pra se apoiar na parede e apertar a cortina da janela, enquanto com a outra me puxava pelo cabelo com força, dizendo "mais, haaa, mais, ahaa". Enquanto eu perguntava se ela tava gostando, entre ofegos ela dizia "sim, é tão gostoso, haa". Quis beijar ela naquele momento, mas ela recusou. Eu continuava segurando a bunda dela enquanto chupava os peitos, já tava tão excitado que queria comer ela. Tentei enfiar a mão na bucetinha dela, mas ela tirou, dizendo que não, se contorcendo de prazer. Eu já queria meter e tirei a pica pra fora, peguei a mão dela e aproximei pra ela sentir. No começo ela não queria, mas já tava muito excitada também e não aguentou. Senti a maciez da mão dela acariciando a pontinha da minha pica enquanto ela se contorcia por causa das chupadas enormes que eu tava dando. Falei "aperta pra mim", e ela obedeceu na hora. Era tão gostoso que senti que ia explodir. Assim, comecei a desabotoar o shortinho dela, enquanto fazia isso ela só dizia "nãooo, haaa, não, ahh", mas não oferecia resistência, a putinha. Tirei tudo até os joelhos, coloquei a mão, era tão gostoso, era a primeira vez que tocava uma buceta peludinha. Não era muito pelo pubiano, mas cobria parte da bucetinha dela. Acariciei, ela ofegava, apertava minha pica com mais força enquanto me puxava pelo cabelo contra os peitos dela, até que comecei a enfiar um dedo. Quando sentiu entrando, soltou um pequeno gemido. Me abraçando com força, na mesma hora meu dedo já tava perdido dentro dela. Tirei ele, tava todo molhado, levei à boca pra provar. Ela só me olhou, toda tesuda e ofegante, e isso me deixava mais excitado ainda, vê-la daquele jeito, bem putinha. Voltei meu dedo pra dentro, enfiando e tirando. Pensei em meter logo, mas queria sentir o que era fazer um oral, haja. Então me abaixei, passei minhas mãos pelo quadril dela, indo pra trás, depois descendo até as n bundinhas dela. Estavam macias e bem durinhas. Aproximei meu rosto da buceta dela sem encostar, olhei nos olhos dela. Ela me pegou pela cabeça e disse, ainda ofegante: "Não... mmm... não... ahh..." Mas a mão dela empurrava minha cabeça em direção à boceta. Comecei beijando, chegando devagar até o clitóris. Dei umas lambidas e ela soltou outro gemido, mais forte que o anterior. Fiquei preocupado porque minha avó ainda tava vendo TV. Me levantei, encostei ela na parede, abri as n bundinhas dela, deixando ver a raba gostosa. Passei um dedo e ela deu um pulinho, dizendo: "Não, não, nãooo". Peguei meu pau, encostei na bocetinha dela e comecei a empurrar devagar. "Haaa", foi tão gostoso sentir a pontinha entrando, molhando com os fluidos dela, entrando na boceta. Tava quentinha e apertadinha. Enquanto isso, ela soltou outro gemido baixinho, sentindo aquele caminho se abrindo. Pelo que senti, ela ainda era virgem, porque quanto mais eu metia, mais sentia que doía. Sentia como ela apertava meu pau e mais duro ele ficava. Ela só se contorcia de prazer e soltou outro gemido, agora mais alto. Nisso, ouvimos os passos da avó saindo do quarto. Rápido, ela subiu as calças e correu pro banheiro. Eu saí correndo pra fora com a calça desabotoada. Fiquei uns 10 minutos lá fora. A avó entrou na cozinha e a Rosy deitada vendo TV. Pensei em tocar nela de novo. Me aproximei, desabotoei a calça dela. Ela já não queria, com medo da avó entrar. Eu não liguei e enfiei a cara entre a buceta dela, metendo a língua o mais fundo que dava. Ela apertava minha cabeça com força, as pernas dela faziam força a cada lambida que eu dava. Eu me segurando no pau por cima da roupa, sentia que ia gozar quando ouço ela dizer: "minha avó! Minha avó!" E porra... quando virei, a avó estava na porta do quarto vendo tudo, sem falar nada. Rosy abotoou a calça e ficou deitada assim. Eu levantei rápido, fiquei sentado por um minuto enquanto a avó continuava sem dizer nada. Que momento, só pensava: "queria que a terra me engolisse". Levantei, caminhei pra fora e quando já ia sair, só gritei: "já vou, até amanhã". A avó ainda respondeu: "até amanhã". E foi tudo daquele dia. Nunca mais toquei na Rosy nem falei com ela sobre o que aconteceu. Claro, a gente se cumprimenta e tudo normal, ela sempre sorrindo. Devo acrescentar que hoje em dia Rosy é casada, tem 2 filhos e toda vez que a vejo, dá vontade de falar sobre aquele dia. Talvez ainda dê pra comer ela de novo, talvez ela ainda queira. Não tenho fotos pra anexar, desculpa 😔
A primeira vez que vi os peitos dela, ela já tinha uns 18 e eu devia ter uns 16. Bom, nesse dia estávamos na casa dela com toda a família, mas minha tia decidiu que a gente fosse ao mercado. Nenhum dos primos quis acompanhar, mas eu, por querer ficar perto da prima, fui junto. Lembro que nesse dia ela estava com uma saia acima do joelho, e cada vez que sentávamos, eu tentava ficar de frente pra ela pra olhar mais, e ela provocava, abrindo um pouco as pernas, mas disfarçando pra minha tia não desconfiar. E assim passou o dia, eu atrás dela, tocando sempre que dava, cuidando pra ninguém ver. Lembro que eu insistia pra ela me deixar ver, hehe, até que eu a enchi o saco e ela se levantou na minha frente e disse: "Então, o que você quer ver?" Fiquei surpreso, fiquei tão nervoso que não disse nada, mas ela pegou minha mão e colocou nos peitos dela e disse: "Quer ver isso?" com uma risadinha de safada e debochada, o que me deixou com muito tesão. Eu tirei os peitos dela pra fora e fiquei surpreso como eram redondinhos. Não eram tão grandes, cabiam na minha mão, mas pareciam deliciosos. Apertei com força enquanto ela continuava rindo e mordendo o lábio. A putinha gostava. Assim foi na volta pra casa dela, sempre que dava, eu pegava naqueles peitos deliciosos. Às vezes eu abraçava ela e minha mão deslizava por baixo do sutiã dela. Passamos um tempo assim, toda vez que a gente se via, não rolava mais nada. Pouco depois, numa tarde na casa da avó, só estávamos nós três: a avó, a Rosy e eu. Lembro... Estávamos nós três olhando, eu tava fazendo sinal pra minha prima pra gente ir pra sala ou pra fora, sei lá. Levantei, fiz o sinal que ia esperar ela lá fora, achando que ela não ia. Umas 10 minutos depois, sentei na sala esperando e ouvi ela falar pra avó: "vou no banheiro". O nervosismo subiu, pensei "caralho, já era". Levantei, ela vinha andando, segurei ela pela cintura e tirei os peitos dela do sutiã, comecei a beijá-los. Ela jogava a cabeça pra trás olhando pro teto e segurava minha cabeça com força contra os peitos dela, soltando gemidinhos e se contorcendo. Às vezes, uma mão soltava minha cabeça pra se apoiar na parede e apertar a cortina da janela, enquanto com a outra me puxava pelo cabelo com força, dizendo "mais, haaa, mais, ahaa". Enquanto eu perguntava se ela tava gostando, entre ofegos ela dizia "sim, é tão gostoso, haa". Quis beijar ela naquele momento, mas ela recusou. Eu continuava segurando a bunda dela enquanto chupava os peitos, já tava tão excitado que queria comer ela. Tentei enfiar a mão na bucetinha dela, mas ela tirou, dizendo que não, se contorcendo de prazer. Eu já queria meter e tirei a pica pra fora, peguei a mão dela e aproximei pra ela sentir. No começo ela não queria, mas já tava muito excitada também e não aguentou. Senti a maciez da mão dela acariciando a pontinha da minha pica enquanto ela se contorcia por causa das chupadas enormes que eu tava dando. Falei "aperta pra mim", e ela obedeceu na hora. Era tão gostoso que senti que ia explodir. Assim, comecei a desabotoar o shortinho dela, enquanto fazia isso ela só dizia "nãooo, haaa, não, ahh", mas não oferecia resistência, a putinha. Tirei tudo até os joelhos, coloquei a mão, era tão gostoso, era a primeira vez que tocava uma buceta peludinha. Não era muito pelo pubiano, mas cobria parte da bucetinha dela. Acariciei, ela ofegava, apertava minha pica com mais força enquanto me puxava pelo cabelo contra os peitos dela, até que comecei a enfiar um dedo. Quando sentiu entrando, soltou um pequeno gemido. Me abraçando com força, na mesma hora meu dedo já tava perdido dentro dela. Tirei ele, tava todo molhado, levei à boca pra provar. Ela só me olhou, toda tesuda e ofegante, e isso me deixava mais excitado ainda, vê-la daquele jeito, bem putinha. Voltei meu dedo pra dentro, enfiando e tirando. Pensei em meter logo, mas queria sentir o que era fazer um oral, haja. Então me abaixei, passei minhas mãos pelo quadril dela, indo pra trás, depois descendo até as n bundinhas dela. Estavam macias e bem durinhas. Aproximei meu rosto da buceta dela sem encostar, olhei nos olhos dela. Ela me pegou pela cabeça e disse, ainda ofegante: "Não... mmm... não... ahh..." Mas a mão dela empurrava minha cabeça em direção à boceta. Comecei beijando, chegando devagar até o clitóris. Dei umas lambidas e ela soltou outro gemido, mais forte que o anterior. Fiquei preocupado porque minha avó ainda tava vendo TV. Me levantei, encostei ela na parede, abri as n bundinhas dela, deixando ver a raba gostosa. Passei um dedo e ela deu um pulinho, dizendo: "Não, não, nãooo". Peguei meu pau, encostei na bocetinha dela e comecei a empurrar devagar. "Haaa", foi tão gostoso sentir a pontinha entrando, molhando com os fluidos dela, entrando na boceta. Tava quentinha e apertadinha. Enquanto isso, ela soltou outro gemido baixinho, sentindo aquele caminho se abrindo. Pelo que senti, ela ainda era virgem, porque quanto mais eu metia, mais sentia que doía. Sentia como ela apertava meu pau e mais duro ele ficava. Ela só se contorcia de prazer e soltou outro gemido, agora mais alto. Nisso, ouvimos os passos da avó saindo do quarto. Rápido, ela subiu as calças e correu pro banheiro. Eu saí correndo pra fora com a calça desabotoada. Fiquei uns 10 minutos lá fora. A avó entrou na cozinha e a Rosy deitada vendo TV. Pensei em tocar nela de novo. Me aproximei, desabotoei a calça dela. Ela já não queria, com medo da avó entrar. Eu não liguei e enfiei a cara entre a buceta dela, metendo a língua o mais fundo que dava. Ela apertava minha cabeça com força, as pernas dela faziam força a cada lambida que eu dava. Eu me segurando no pau por cima da roupa, sentia que ia gozar quando ouço ela dizer: "minha avó! Minha avó!" E porra... quando virei, a avó estava na porta do quarto vendo tudo, sem falar nada. Rosy abotoou a calça e ficou deitada assim. Eu levantei rápido, fiquei sentado por um minuto enquanto a avó continuava sem dizer nada. Que momento, só pensava: "queria que a terra me engolisse". Levantei, caminhei pra fora e quando já ia sair, só gritei: "já vou, até amanhã". A avó ainda respondeu: "até amanhã". E foi tudo daquele dia. Nunca mais toquei na Rosy nem falei com ela sobre o que aconteceu. Claro, a gente se cumprimenta e tudo normal, ela sempre sorrindo. Devo acrescentar que hoje em dia Rosy é casada, tem 2 filhos e toda vez que a vejo, dá vontade de falar sobre aquele dia. Talvez ainda dê pra comer ela de novo, talvez ela ainda queira. Não tenho fotos pra anexar, desculpa 😔
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