Hermanas: fio dental e calcinhas XI

Esclarecimento: este conto não é de minha autoria, foi escrito há muitos anos por outro usuário do Poringa chamado Nick Bendt, mas como ele não está mais no P! e seus contos foram apagados, quis reenviá-los para que essa excelente história não se perca. Desde já, aproveitem.
Esclarecimento 2: todos os personagens representados neste conto SÃO MAIORES DE IDADE

- O que você está esperando, mano? Quer ver minha buceta molhada ou não?

Martín saiu do transe e se aproximou dela novamente.

- Siiim, quero Agus.
- Então tira minha calcinha!

O mano colocou as duas mãos nos quadris da irmã mais velha, que estava de quatro, apoiada com as mãos na mesa, e segurou o elástico da calcinha de cada lado.

Enquanto Florcha os observava atentamente, o garoto começou a puxá-la devagar, descendo aos poucos. Enquanto ele abaixava a calcinha, Agustina estava curtindo aquilo de olhos fechados e mordendo os lábios, desejando mostrar a buceta pro irmãozinho mais novo.

Martín continuou descendo, o elástico já estava nos músculos da coxa, e a parte do tecido que cobria a buceta dela teimava em não descer, como se a calcinha estivesse grudada naquela buceta molhada.

O tecido estava tão úmido que quase colou na pele dos lábios vaginais de Agustina.

Ele puxou um pouco mais, e finalmente aquela parte se soltou da buceta, descendo com o resto da calcinha até as coxas. O garoto soltou, deixando-a assim, abaixada até o meio da coxa.

Assim que soltou, olhou pra aquela parte e conseguiu ver só um pouquinho das dobras rosadas aparecendo.

Quase gozou sem nem se tocar.

- Tá olhando pra minha buceta, mano? - perguntou Agustina.
- …Sim… mas só um pouco… posso me abaixar pra ver direito?
- Pode…

Martín se ajoelhou no chão, agora com o rosto na altura da bunda da Agus. Uff. Agora sim ele conseguia ver bem a buceta da irmã.

Ela estava ligeiramente aberta, com os lábios bem rosados e brilhantes por causa da umidade.

O molequinho já tava com a pica dura de tanta excitação.

— E aí?... Tá gostando? — Agus perguntou de novo.

— Siiiiim... é linda, maninha!.

Martín continuou olhando pra ela, quantas vezes tinha sonhado com esse momento, e agora era real!

Agus tava adorando mostrar a buceta pro irmãozinho dela.

Além disso, dava pra ver um pouquinho do cu dele também, todo brilhante por causa da baba do pau dele, que minutos antes ele tinha enfiado.

Ela se aproximou mais, até ficar bem entre as pernas da irmã.

— Posso tocar?

— NÃO! Era só pra olhar, cara!

— Tá bom! Não fica brava...

Ao ver aquela rachinha molhada, que tantas vezes ele tinha sentido o cheiro, que tantas vezes tinha sonhado em ver... queria tocar, chupar, passar a língua, comer, enfiar tudo pra dentro...

Ele tava vendo a buceta da linda irmã dele, enquanto ela mostrava com gosto.

— Pronto? — Disse Agustina, segurando o elástico da calcinha.

Ela começou a subir a calcinha, até vestir ela completamente...

Martín se levantou de novo... e olhou pra Florcha. Ela tava tão excitada quanto a irmã, e também queria mostrar a buceta.

Enquanto Agustina também olhava pra ela, com cara de safada, Florcha, sem dizer nada, se colocou na mesma posição e levantou bem a saia. Na mesma hora, Martín se posicionou atrás dela, se abaixando entre as pernas dela, vendo a calcinha enfiada na raba.

— Ah... não sei... — Disse Florencia, quase se arrependendo.

— Vaaaaai!... é sua vez! Quer que eu tire sua calcinha, Flor? — Perguntou o garoto.

— Não... tô com muita vergonha!

Depois disso, Agustina se colocou ao lado dela, e pegou o elástico da calcinha da irmã.

— Eu tiro pra você, quer? — Agus perguntou pra irmãzinha.

— ...Tá bom. — Florencia concordou.

Agora sim, Agustina começou a abaixar devagar a calcinha da irmã, descendo pelas nádegas, até as coxas, enquanto o garoto observava na primeira fila. o show. A irmã mais velha dela puxando a calcinha da irmã mais nova pra baixo pra mostrar a pussy dela pra ele!

Assim que puxou até os muslos, soltou. Dava pra ver todo o pano da calcinha encharcado. Martín olhou pra ela, e desviou o olhar pra entreperna, debaixo da raba.

Florcha tinha a pussy mais fechadinha, com o grelinho no meio, sem mais nada, e os lábios maiores bem gordinhos dos lados. Dava pra ver uns pelinhos escuros. O moleque também notou como ela tava toda molhada.

Mesmo estando super excitada, ela tava morrendo de vergonha.

— Já viu minha pussy, irmãozinho? — Perguntou Florencia, apressada pra puxar a calcinha de novo.
— Só mais um minuto, Flor… adoro como fica toda molhada…

As duas minas não aguentavam aqueles estímulos… era tão excitante. Se sentir tão putas e safadas deixava elas loucas.

— Cê gosta da xereca da Flor? — Perguntou Agustina pro irmão.
— …Demais! Gosto das duas…

Agustina continuava de pé do lado da irmã. Enquanto olhava pra ela, enfiou a mão na parte de dentro dos muslos, acariciando ali.

Martín observava tudo e não acreditava.

Florcha tava se derretendo, não ia aguentar muito.

— …Chega, Agus..! — Disse pra irmã.

Agustina já sabia perfeitamente que Florencia tava na beira do orgasmo. Subiu a mão pelo muslo, até chegar na pussy. A mais nova tremeu.

Agus passou a pontinha de um dedo por cima do clitóris… todo inchadinho e babado.

Assim que sentiu, Florencia se agarrou na irmã. Segurou o braço dela.

Agustina só sorriu, e agora com dois dedos, levou pros lábios vaginais e, colocando um dedo de cada lado, abriu um pouco.

— Olha bem pra pussy dela, cara. — Disse Agustina pro irmão.

O moleque ficou pasmo, agora vendo a irmã mais velha abrindo a pussy da Florcha, mostrando pra ele.

Enquanto Agus abria, os fiozinhos de lubrificação esticavam entre os lábios… agora o moleque podia ver os lábios menores aparecendo, estavam bem avermelhados. Tudo estava extremamente molhado ali.

— Você vai me fazer gozar!! — Disse Florcha já desesperada pra irmã.

Agustina passou um dedo por dentro dos lábios, até voltar ao clitóris. Florencia não aguentou mais. Tapou a boca com a mão, enquanto começou a gemer, e o corpo dela se contorcia.

Agustina continuou estimulando o clitóris dela agora a todo vapor, passando o dedo em círculos.

A mais nova gemia baixinho, enquanto a irmã mais velha a masturbava e a fazia tocar o céu com tanto prazer.

Depois do tremor nas pernas… tudo se acalmou… Martín observava como da buceta da Florencia saíam duas gotas de fluido, que caíam na coxa e desciam pela perna…

Agustina tirou a mão de lá e subiu a calcinha da irmã.

Florcha ficou parada… com o rosto vermelho… mal reagiu, se levantou e ajeitou a calcinha que incomodava. Olhou pros dois e sorriu.

O garoto também se levantou, enquanto se olhavam.

— Adorei ver vocês..!
— Eu também adorei te mostrar, seu porquinho!
— …Eu também…

Martín olhou pra própria pica, super ereta e dura na frente delas. Pegou ela só com os dedos e puxou a pele pra baixo, mostrando a glande inchada pras irmãs.

O rapaz ficou olhando nos olhos das duas.

— O que foi? — Perguntou Florencia.
— É que… bom… depois de ver a buceta de vocês.. me deu uma puta vontade de foder!.. Enquanto olhava pra elas, queria meter o pau aí..!
— …Bom, isso aí não, cara.. isso é proibidíssimo! Entendeu? — Disse Agustina.
— Ahh… Entendo… mas quero foder!
— Eu também agora tô com vontade de foder, irmãozinho. — Disse Agustina.
— Sério?
— Sim.. não viu como eu tô com a xota molhada?

O rapaz concordou.

— Quando as garotas tão com a buceta tão molhada assim é porque querem foder, irmãozinho. Mas entre nós não Podemos, porque isso seria incesto!
– É… eu sei… bem… você mostraria sua buceta de novo, Agus? Quero ver ela de novo!

A garota sorriu. Estava esperando que ele pedisse.
– Sim, seu piazinho…

Agustina, de frente para o irmão, levantou a saia e puxou a calcinha para o lado, mostrando a buceta de frente, com a virilha depilada.
– Adoro sua buceta, irmãzinha!.. Bem, a sua também, Flor…

As duas riram. Martín olhava a virilha da irmã, vendo a frestinha…
– E por onde eu tenho que meter pra foder? Você me mostra, Agus?
– Sério que você não sabe?!
– Bem… mais ou menos! Vi vários vídeos na internet, mas… agora, na real, é diferente!
– Jaja! Quer que eu te ensine a foder de verdade?
– Siiim.
– Bem… mas vamos pro quarto! Aqui a mamãe pode nos ver!
– Ela já tá dormindo…
– Bem, mas não confio! Você porque não liga pra nada!

Agus abaixou a saia, ajeitou a calcinha e andou até o quarto dela.

Martín a seguiu com o pau de fora, e Florcha foi a última, apagou a luz da cozinha e os três entraram no quarto das meninas.
– Fechem bem a porta!

Florencia fechou. Agustina acendeu a luz do criado-mudo, quando o celular tocou. Era o namorado mandando mensagem pra se verem. A garota leu.
– Esse idiota quer que a gente se veja… não enche agora, querido. – Disse Agus pros irmãos.
– O que você vai dizer? – Perguntou Martín.
– Nada… que não tô a fim! Jajaja.

Ela escreveu pra ele, apertou enviar.

Feito isso, Agustina subiu na cama dela.
– Sentem no chão que vou ensinar vocês dois! – Ordenou Agustina.

Ambos obedeceram, então Martín e Florcha sentaram no chão, na beira da cama, olhando pra Agustina.
– Bem, primeiro vou tirar isso…

Agustina tirou a camiseta, ficando de sutiã, e também tirou a saia; agora estava de roupa íntima na cama. Que gostosa ela era!

Ela sentou na cama e se abriu. bem de pernas. Dava pra ver todo o pano da calcinha na região da buceta bem molhada.

Agus puxou a calcinha pro lado de novo, e deixou ela ali, mostrando bem a buceta de perninhas abertas pro irmão e pra irmã mais nova.

— Olha aqui, irmãozinho…

A garota levou os dedos até a buceta e abriu bem os lábios vaginais, mostrando tudo.

— É aqui que você tem que meter o pau! — Disse Agustina, apontando com o dedo o buraquinho da buceta.

Martim olhava, mas não percebia muito. É que nem dava pra ver o furinho. Só dava pra ver os lábios rosados e molhados.

— Cabe isso aí? — Perguntou o menino, surpreso.
— Sim…

Agustina enfiou um dedinho na buceta, pra mostrar melhor pros irmãos.

— Tá vendo como entra?

Martim concordou, com o pau apontando pro teto.

— Pra meter o pau, a buceta tem que estar excitada, irmãozinho.. igual eu tô agora, entendeu?
— Sim…

Agustina tirou o dedo da buceta, todo lambuzado de lubrificação, e chupou ele.

— Outra coisa… quando você tiver namorada e meter na buceta dela.. nunca, mas NUNCA faça sem camisinha… me ouviu?

Martim concordou.

— Pra você também, Flor… nunca vá transar sem camisinha! Tô falando por precaução…

Florzinha também concordou.

— Bom.. agora vou ensinar outra coisa…

Agustina se levantou, e virou de costas. Se ajoelhou na cama, mostrando a raba pros irmãos. Apoiou a cabeça no colchão pra se inclinar e levantar mais a raba.

Ela abaixou a calcinha assim… Martim quase morreu. Abaixou até as coxas, e deixou ali. Agora ele podia ver a bunda e a buceta da irmã mais velha, ajoelhada na cama!

— Também dá pra transar pela raba… eu ainda não fiz, mas posso ensinar como se faz.

Agustina levou as duas mãos pras nádegas, e abriu elas bem, mostrando o furinho pros irmãos… Ela tinha a bunda bem modelada. de asterisco perfeita, bem rosadinho e fechado.

—Tá dando pra ver bem a Booty? — perguntou Agustina.
—Sim — responderam os dois.
—Ok… esse buraquinho é mais fechadinho que a pussy… pra meter ali tem que passar babinha, senão não entra!

A garota levou um dos dedos até a entradinha, passando por cima.

—Quer enfiar o pinto aqui, irmãozinho? Assim eu te ensino direitinho.
—Ok.
—Se você tentar meter na pussy, juro que te mato…
—…Fica tranquila! Não vou fazer isso, Agus..
—Mais te vale!

Martín se levantou, com a cock duríssima. Tinha a irmã ajoelhada na cama, mostrando a bunda e a pussy. Deus. A pussy tava tão gostosa que era impossível não querer enfiar ali. Tava tão rosada e inchada, tão brilhosa de molhada… mas ele apontou mais pra cima e encostou a cabecinha no buraquinho da Booty.

Agustina sentiu, enquanto continuava abrindo a Booty com as mãos.

—Mmmm… bom… pra meter lá dentro, você tem que passar babinha assim, irmãozinho…

Agustina passou um pouco de baba em dois dedos e levou até o buraquinho. Passou por ali, roçando de leve na cock do irmão, lambuzando a Booty de baba.

Depois que a bunda já tava toda melada, Martín encostou de novo ali. Percebeu que deslizava bem mais. Queria abrir aquele cu virgem e tão fechadinho.

—Não empurra, senão você vai meter! — disse Agustina.
—Irmãzinha… quero meter! Só um pouquinho, pelo menos..
—NÃO!… cê tá vendo, Flor?
—Tô…
—É sua vez agora!
—…Fico igual você?
—Sim, bobinha!

Florencia se levantou, tirou a saia… e se ajoelhou na cama do lado da irmã. Dessa vez, ela mesma abaixou a calcinha.

Martín ficou atrás dela. Mãe de Deus! Agora a cock dele apontava pra bunda mais grande e perfeita do mundo, e a pussy virgem e fechadinha da irmã Florcha…

—Bom, Flor… pra foder pela Booty, você tem que estar bem preparada!.. primeiro, abre bem ela!

Florcha fez isso. Ela abriu os enormes glúteos com as mãos. Agora o garoto podia ver o buraquinho dela. Era mais da cor da pele, mas igualmente fechadinho como o da irmã.

-Isso, gatinha!... Agora vou colocar uma babinha na sua bunda...

Agustina cuspiu nos próprios dedos e passou no buraquinho do cu da irmã. Florencia adorou.

-Pronto! Agora ele vai colocar aí... você vai ver que vai gostar!

Martín fez isso. Ele se aproximou e colocou a rola na bunda, molhando de novo a glande com a baba da Agustina, enquanto apertava ela no cu da Florcha.

-Você gostou? -Perguntou Agus.
-...Sim...

O garoto continuou brincando... empurrou um pouco, e sentiu que quase enfiou! Escorregou na baba... mas por um momento ele jurou que quase meteu no cu dela...

-É assim que se fode pela bunda! Aprenderam?

Os dois concordaram. Mas Florencia queria continuar sentindo aquele pau duro na entradinha dela...

Martín se afastou, porque já estava quase gozando.

-Agora sim, não aguento mais, meninas... preciso gozar!

As duas se levantaram e puxaram a calcinha de novo. Sentaram na cama, olhando pro irmãozinho com a mão na rola.

Martín começou a se masturbar, mas... parou.

-Vai! O que foi? Queremos ver você se masturbando, irmãozinho! -Incentivou Agus.
-.. Sim, mas... quero uma coisa!
-O quê?
-Vocês deixam eu gozar nos peitos de vocês?

As duas se olharam.

-Em mim ou nela? -Perguntou Agustina.
-Nas duas!

Imediatamente, elas riram.

-Não sei!... Por mim... deixo... mas ela não sei se topa! -Respondeu Agustina.
-Você topa? Vai, vai...
-Não sei!... -Disse Florencia.

Martín começou a bater uma um pouco mais...

-Deixa eu gozar nos seus peitos, Flor... é a mesma coisa que na bunda!

Florcha olhou pra irmã... e se convenceu.

-Quer fazer as duas juntas? -Agustina.
-...Tá bom!.. mas o que eu tenho que fazer?
-Nada! Chega perto de mim.

Imediatamente, as duas se Sentaram na beirada da cama, bem juntinhas.

Agora o garoto tava de pé na frente delas, a poucos centímetros. A pica ficava na altura das caras das duas. Dobrou um pouco os joelhos pra apontar pras tetas das irmãs.

Dava pra ver quatro tetas bem apetitosas por baixo dos sutiãs… esses decotes matavam ele!

As minas, muito excitadas, não tiravam os olhos daquele pau duro e pulsante… queriam receber porra quente nos peitos…

Martín continuou, até que ver as caras e as tetas das irmãs foi o ponto final. Apertou ela forte enquanto se punhetava, já saindo o esperma.

Apontou bem e o primeiro jato caiu no sutiã da Agustina, o resto na parte de cima das tetas, logo se moveu um pouco pra Florença, enquanto continuava saindo porra, e gozou nas tetas dela também… Florcha mal sentiu a porra, agarrou o braço da irmã.

As últimas gotas caíram nas pernas da Florença, até na calcinha!

O moleque, já satisfeito e cansado, se afastou. Descarregou a tesão que tinha tido o dia inteiro, e do melhor jeito. Tava com tanta porra acumulada, que deu pras duas.

Agora as duas tinham as tetas banhadas em porra quente do irmãozinho!

A parte de cima dos peitos das minas tinha sido salpicada de sêmen… um pouco nos sutiãs… e na Florcha nas pernas e na calcinha. Que putaria!

— Tá muito quente! — Disse Florcha, passando os dedos nos próprios peitos.
— Gostou? — Perguntou a irmã.
— Sim! Primeira vez!

Agus sorriu pra ela.

— Pega algo pra limpar a gente, garoto! — Falou Agustina pro moleque.

O garoto subiu a calça jeans, abotoou, e saiu devagar do quarto.

Enquanto isso, Agustina e Florença se divertiam passando os dedos nas tetas, se lambuzando toda com porra quentinha.

Martín voltou com o rolo de papel toalha. Passou pra irmã. Ela cortou um pedaço e deu pra Florcha. enquanto ela também cortava papel para ela.

- Limpa com isso, Flor.

Ambas começaram a passar o papel toalha pelo peito e pelas tetas, se limpando da porra do irmãozinho mais novo. Enfiavam o papel no meio dos peitos e um pouco no sutiã pra limpar o resto.

Depois que terminaram de se limpar:

- Bom... já tô com muito sono... vou dormir. - Disse Martín.
- Ok, irmãozinho... toma, leva isso e joga fora. - Disse Agustina, enquanto ambas entregavam o papel cheio de porra.

O garoto pegou e foi saindo do quarto.

- Descansa, pervertido! - Disse Agus.

O moleque jogou o papel cheio de porra no lixo e foi deitar... dormiu na hora. Tinha sido muito pra aquele dia.

No quarto das meninas, as duas ficaram juntinhas brincando.

Agustina olhou pra irmã e percebeu que tinha sobrado um pouco de porra na calcinha dela, na região do púbis, e ela não tinha notado.

- Sobrou um pouquinho aqui.

Florcha se olhou.

- Ah, é... nem percebi.
- Tira a calcinha que você vai sujar meu lençol e não quero ter que lavar.
- Ok.

Florcha tirou a calcinha cheia de fluidos e sêmen, e jogou no chão.

- Tira a sua também!
- Por quê?
- Tenho vergonha de ficar pelada e você não!
- Tá bom.

Agustina riu e entendeu, ela também tirou a calcinha, deixando jogada no chão junto com a da Florencia.

- Tá excitada? - Perguntou Agustina pra irmã.
- Siiim... muito! E você?
- Também!... Deixa eu ver...

Florcha abriu um pouco as pernas, mostrando o púbis peludo e a buceta toda babada.

Agus esticou a mão e começou a tocar ela... enquanto se olhavam e sorriam, Florcha disse:

- Adorei quando ele enfiou o pau na minha Booty!
- É, viu!... Quer brincar?
- Tá bom.
- ... Por onde a gente brinca, irmãzinha?.. Pela xota ou pela Booty?
- Mmm... quero brincar na Booty.
- Ok!.. Vira! Fica de putinha...

Florencia obedeceu. à sua irmã mais velha. Ela se virou e se ajoelhou na cama, de quatro, mostrando a raba e a buceta pra irmã dela.

Agustina abriu as nádegas da irmã com as mãos, e colocou mais cuspe no buraquinho… colocou um dos dedinhos em cima, e começou a pressionar.

– Quer que eu meta o dedinho na sua raba, Flor?
– …Sim!

Agus tentou enfiar… a unha pintada de vermelho entrou, deslizando com a saliva, mas empurrou um pouquinho mais, e não entrava. Aquela raba era muito fechadinha.

A mais velha tirou o dedo, e aproximou a carinha de anjo da bunda da irmã… esticou a língua, e bem devagar, deu uma lambida com a pontinha da língua no buraquinho fechado da irmã mais nova.

– Ahhhhhhh!!! Sua idiota!.. O que você fez? – Perguntou Florencia, toda excitada.
– …Passei a língua na sua raba!.. É outro jeito de lubrificar!
– Sério que você fez isso?!
– Haha.. sim, por quê????
– Adorei!.. Mas você não tem nojo?
– Não, sua tonta! É muito gostoso. Quer que eu faça de novo?
– Siiim.

Agustina enfiou a língua de novo, mas dessa vez passou ela no buraquinho de cima pra baixo e deu uma lambida com quase a língua toda. Encheu a raba dela de cuspe.

Florencia estava no paraíso, sentindo a irmã lamber a bunda dela.

– Deus! Eu amo isso… gosto muito, Agus!

A mais velha continuou lambendo… mexia a carinha de baixo pra cima enquanto passava a língua na bunda da irmã…

Florcha apoiou o rosto no travesseiro pra gemer e ninguém ouvir nada. Estava sentindo prazer demais, não acreditava que aquilo fosse tão gostoso.

A linguinha da irmã estava bem quentinha e babada… que delícia sentir a raba sendo lambida.

Agustina já começava a sentir que o cu de Flor abria um pouquinho mais… e de vez em quando enfiava a pontinha da língua pra dentro da bunda. A irmã se mexia toda.

Enquanto Agus passava a língua devagar na raba da irmã, Florchia gemia baixinho, bem de leve.. ida… totalmente entregada ao prazer, como se estivesse dormindo sozinha de tanto prazer enquanto lambiam seu buraquinho. Agustina passava a língua no cu dela uma vez e outra… lento, suave, devagar…

Quando Florencia já estava de olhinhos fechados e totalmente relaxada, Agustina se afastou levemente da bunda dela, desceu um pouquinho e passou a linguinha ao longo da pussy, pelos lábios vaginais.

Florcha se surpreendeu, mas estava tão relaxada que se deixou…

A irmã dela agora estava provando seus fluidos… enquanto passava a língua ao longo da pussy, enchendo ela também de babinha. Fazia tão lento e suave, que a irmã dela estava totalmente ida, com os olhinhos semi-cerrados e gemendo sem muita força debaixo do travesseiro, quase hipnotizada.

Agustina, com dois dedos, abriu os lábios da pussy da irmã dela, e enfiou a língua no meio, lambendo as dobras avermelhadas cheias de umidade vaginal. A mais nova se estremeceu e acordou do transe. Ia ter outro orgasmo em breve.

Florencia levantou a cabeça do travesseiro de novo, pra falar algo pra irmã dela.

— Tá me matando, Agus..! Vou gozar de novo…
— Cê tá gostando?..
— Sim.. sim, irmãzinha…

A mais velha parou de lamber a pussy molhada dela, e se afastou um pouco. Chupou um dedo e colocou na entrada do cu da irmã dela. Pressionou, e agora que estava mais dilatado e excitado, além de cheio de baba, entrou de uma vez até a metade.

— Mmmmmmmmmm!!!!
— Entrou! Aí entrou, irmãzinha…

Florcha se segurava nos gemidos, mas agora tinha meio dedo enfiado no cu.

Agustina começou a mexer, pra fora e pra dentro, bem devagarinho, enquanto enfiava cada vez mais e mais… de repente, numa dessas, enfiou inteiro! Deixou cravado até o fundo por uns segundos.

— Ahhhh.. ahhhhh!!!!
— Cê tem um dedo inteiro enfiado na booty, irmãzinha!.. — Disse Agus, divertida.

Agora continuou mexendo, tirando tudo, notando como O buraquinho dela ficou meio aberto, e depois enfiando ele inteiro de novo.

- Tá vendo? É assim que se fode pela Booty...

Florcha tava no sétimo céu enquanto enfiavam um dedo no cu dela!

Aquele dedinho já entrava e saía com facilidade, enquanto o buraquinho se dilatava.

- Como entra em você, Flor! - Disse Agustina surpresa.
- Mmmmm...!!
- Agora já podiam enfiar o pau em você.. já tá com a Booty aberta.

A mais nova gemia enquanto também se mexia, tentando enfiar o dedo mais pra dentro e sentir tudo.

- Mmmhhh... deus!.. ahhh... eu gosto muito!
- Você teria gostado que o cara enfiasse o pau dentro da sua Booty?
- Siiiiiii.
- Mmmm... que irmãzinha putinha!...

Agus tirou o dedo, passou a língua na Booty, e enfiou de novo.

- Imagina se ele tivesse aqui agora.. você deixaria seu irmãozinho te comer a Booty?.. Lembra que a gente tá brincando...
- ...Sim.. sim, eu deixaria! - Respondeu Florcha.
- Mmm.. eu também.. até deixaria ele enfiar o pau na minha pussy...

As duas tavam no limite... Florcha não aguentava mais, tava possessa, e Agustina tava com a pussy escorrendo pra caralho.. tava encharcada. Mesmo 'brincando' como elas diziam.. tava tudo indo pro caralho com o tesão naquele quarto.

Florencia não resistiu mais, e se tocou no clitóris enquanto gozava com o dedo da irmã enfiado na Booty. Se contorceu e tremeu, enquanto tinha o orgasmo... foi muito intenso e durou vários segundos. Era o terceiro orgasmo dela do dia. Tapou a boca com a mão enquanto gemia.

Caiu destruída na cama, cansada e exausta, suada.. já tava toda despenteada e os cabelos grudavam no rosto por causa do suor.

Agus tirou o dedinho do cu, e deitou do lado dela. Ficaram se olhando cara a cara, ambas deitadas na mesma cama pequena, peladas, exceto pelo sutiã, com um pouco de esperma pegajoso nos peitos, e cheias de fluxo e baba...

- Me desculpa não poder te devolver.. não aguento mais, Agus..
- Não importa, bobinha! - Amanhã te devolvo... prometo.
- É? Vai se animar?
- Sim.. já vai ver kkk.

Florcha já estava fechando os olhos, morrendo de sono. Agustina teve que dormir super excitada e molhada.

- Nunca me contou... já comeu pelo Booty, Agus?
- ..Não.. pelo Booty sou virgem igual você!
- Bom.. já enfiamos os dedinhos kkk.
- Kkkk isso é verdade.. mas nunca enfiaram o pau no meu Booty.

Ficaram conversando baixinho, se acariciando juntinhas na cama, até que dormiram assim! Peladas e sem coberta!

E se a mãe de manhã, antes de sair, abrisse a porta do quarto das meninas?

No meio da noite, altas horas da madrugada, Agustina acordou. Imediatamente percebeu que estava nua dormindo com a irmã na mesma cama.

“A gente dormiu!!!!!!!!!!!!!”

Para não acordar a irmã, e como queria continuar dormindo com ela, pegou o lençol devagar e colocou por cima dos corpos das duas, se cobrindo... agora pelo menos se alguém entrasse, estavam cobertas com o lençol. Voltou a dormir.

:::
Capítulo XV: Tem mais presente?!As horas passaram, o sol já tava saindo no horizonte e o dia amanheceu.

Mamãe acordou primeiro, como sempre. Por sorte, hoje ela não trabalhava, era dia 25, então feriado.

Ela fez algumas tarefas de casa enquanto os filhos dormiam, e lá pelo meio-dia, o Martín acordou. Vestiu um short e foi até a cozinha sem camisa, onde a mãe dele estava. Ela viu ele e falou:

— A tia Rosa nos convidou pra comer... se veste direitinho que daqui a pouco a gente vai, filho.
— A tia Rosa?
— É... vai, faz tempo que a gente não vai lá.
— Ok, mãe...
— Vou ver se aquelas já acordaram. — Disse a mãe, se referindo à Agus e à Florcha.

Ela foi até o quarto das meninas, abriu a porta, e viu as filhas deitadas e enroscadas na mesma cama... cobertas com um lençol.

Ela adorou aquela imagem das filhas dormindo juntas... era tão doce. Achou muito fofo elas estarem assim.

“Que dorminhocas... melhor não acordar.”

O que a mãe não imaginava era o que as filhas faziam, e por que estavam dormindo juntas... e que debaixo daquele lençol, as duas estavam peladas.

Ela saiu do quarto das meninas.

— Elas continuam dormindo... a gente vai sozinho, filho. Vou tomar um banho e aí a gente sai. — Disse a mãe.

O rapaz ficou meio desanimado... ir comer na tia era chato pra caralho.

A mãe entrou no banheiro, Martín ouviu o chuveiro ligado e a água caindo, ela já tava se lavando.

O garoto, antes de ir pro quarto dele se arrumar direito, entrou no das irmãs.

Abriu a porta e deixou ela aberta... assim dava pra ouvir o barulho do chuveiro do banheiro, só por precaução.

Ele ficou surpreso pra caramba... as irmãs estavam dormindo na mesma cama.

“Que estranho.”

Ele chegou perto da cama... até ficar na beirada. Elas estavam deitadas de lado, uma de frente pra outra, cara a cara, por assim dizer.

Do lado da beirada da cama onde o Martín estava, tinha a Florcha... ela tava de costas pra ele. Dava pra ver o contorno da bunda dela no lençol. Sorrateiramente, ele pegou o lençol e tentou puxar pra ver elas. Quando tentou, percebeu que tava preso. Puxou mais um pouco, e com esses movimentos, Florencia foi acordando. Ela abriu os olhos devagar, vendo a irmã dormindo do lado. Logo notou que alguém tava puxando o lençol. Olhou pra trás e viu o irmãozinho.

Ninguém disse nada, o moleque continuou puxando, até que o lençol cedeu e deixou as duas descobertas. Tavam peladas!

Na hora o pau dele endureceu... ele conseguia ver a raba da Florcha, e a buceta da Agustina...

-Cadê a mamãe?-Perguntou Florencia, já acordada e assustada.
-Tomando banho! Fica tranquila, maninha.
-...Me assustou!..
-Por que vocês tão dormindo juntas... e peladas?!
-...A gente ficou conversando... e dormimos, querido.

Com a conversa entre eles, Agustina acordou.

-Burra... ainda bem que a mamãe não viu a gente!-Disse Florencia pra irmã.-Ela tá tomando banho agora.

Martim tirou o pau já duro pra fora do short.

-Uh... já de manhã cedo começamos!-Falou Agustina.
-Vou meter na sua raba, Flor... deixa?-Perguntou o garoto.
-...Sim.-Respondeu Florencia, trocando olhares com a irmã, e rindo, sabendo do que tinham conversado na noite anterior.

Sem perder tempo, Martim se inclinou um pouco, pra deixar o pau na altura da bunda da irmã. Abriu um pouco uma nádega, e enfiou lá dentro, sentindo o calor gostoso.

Enquanto Florencia ficava deitada de ladinho, o irmão na beirada da cama enterrava o pau duro na raba dela, roçando no buraquinho. Florcha fez cara de prazer, enquanto Agus assistia tudo.

De repente, o barulho do chuveiro no banheiro parou.

-Vai, sai que a mamãe já vai sair!!!-Falou Florcha.
-Quero gozar, maninha... deixa eu encher sua raba de leite!
-Mmmm... tá bom, cara! Mas rápido!!!

O moleque se apressou, começou a se masturbar bem rápido no cu da irmã, e por sorte, logo veio o orgasmo nela.

Assim que sentiu que ia gozar, parou de se tocar e enfiou o pau no meio da buceta, enquanto os jatos de porra começavam a sair.

Tinha a cabeça do pau fazendo pressão no furinho do cu da Flor… que sentiu a porra toda escorrer no buraquinho quente dela… mal tinha acordado e já estava com porra no cu.

Como ainda tinha a buceta um pouco aberta depois que a Agustina enfiou o dedo… sentiu um pouco do sêmen escorrendo pra dentro do cu… foda. A porra do irmão tava entrando pelo furinho da buceta dela!

Em que tipo de puta ela tinha se transformado…

O garoto terminou, e tirou de lá, notando a bagunça toda que tinha feito. Deixou a buceta da irmã cheia de porra.

— Meninas, vou com a mãe comer na tia Rosa..

Ele subiu o short e saiu do quarto.. fechou a porta e foi pro quarto dele se trocar.

Florencia e Agustina ficaram como estavam, se olhando.

— Foi bom? — perguntou a Agus com cara de prazer.
— Sim… me deixou a porra escorrendo na buceta. Você vai ter que lavar os lençóis depois de tudo!
— Joooo… que filho da puta! — disse a Agus, enquanto riam.

Ainda nem tinham se mexido das posições.. A Florcha continuava deitada na mesma posição, mas agora com a buceta cheia de porra quente e grossa. Sentia escorrendo pelas coxas, enquanto se olhavam com a irmã.

A mãe saiu do banheiro, já vestida, e foram com o Martín no carro almoçar na tia.

As meninas ouviram o barulho da garagem, agora sabiam que estavam sozinhas.

— .. Acho que entrou um pouco de porra dentro da minha buceta. — disse a Florcha pra irmã.
— Sério?.. Deixa eu ver como ele te deixou.
— Ok.

Florencia, com cuidado, se levantou um pouco… e se posicionou como ontem à noite. De joelhos na cama, mostrando a buceta e a ppk pra irmã mais velha.

— Uff.. olha só a porra toda que ele gozou em você, irmãzinha!

A Agus sentou atrás dela. Ficou com água na boca... e usei a palavra "buceta" também. Ela abriu as nádegas dela com as duas mãos, e olhou todo o sêmen que o irmãozinho tarado tinha deixado... até escorria pelas coxas dela. O lençol já estava todo manchado.

- Você sente que entrou dentro da sua Booty? - Perguntou Agus.
- Sim...

Agustina levou o dedo médio até o buraquinho do cu da irmã, e, de surpresa, começou a acariciar, lambuzando tudo com porra ainda quentinha.

- Vou meter o dedo em você, Flor.
- Você é louca?

Sem responder, só sorrindo, ela empurrou o dedo pra dentro, e foi entrando devagar. Meteu o dedo cheio de porra no cu dela. O sêmen tava servindo como um baita 'lubrificante'.

Ficou mais ousada e foi enfiando e tirando o dedo, enquanto metia com porra dentro do buraquinho...

- Você tá enfiando a porra na minha Booty, irmãzinha!

Agus só agia... já tava toda excitada de novo. Ela enfiava o sêmen pra dentro com o dedo... depois tirava, e juntava mais porra com o dedinho ao redor, mexia até deixar em cima do buraquinho e enfiava o dedo, pra colocar toda a porra dentro da Booty.

- Que puta que você é, Agus!.. você é muito nojenta... meu deus... o pior é que eu adoro. - Disse Florcha.

Agustina tinha dormido excitada ontem à noite... sem se tocar. Já sentia o calorzinho do corpo voltar na hora. Ter dormido toda molhada e sem porra... hoje a irmã ia pagar!

- Posso lamber sua Booty, irmãzinha? Quero provar a porra que ainda tá morna! - Disse Agustina, transformada num demônio sexual, super excitada.

Continua...

2 comentários - Hermanas: fio dental e calcinhas XI

Lo estuve esperando una banda, sos lo mejor!!!
gracias, próximo miércoles el capítuilo XII