Fui no supermercado procurar uma parada bem específica que no final não achei. E já que tava lá, passei no banheiro pra ver se conseguia algo que sempre encontro, mas que sempre quero mais. Entrei, e tinha um cara magrelo mijando no úúúltimo mictório. Fiquei a um de distância (mesmo sendo só eu e ele, tinha uns 7 mictórios a mais pra "mijar"). Nunca ouvi ele mijar, e eu tava com dificuldade até pra soltar o menor jato do pouco que tinha pra largar. Sim, bem disfarçadamente, ele tava se massageando o ganso. Me olhou, eu olhei... Fiz sinal pra gente entrar num box, e eu passei a mão... Piroca linda, já mole era pesadinha e sobrava além da minha palma. Quis entrar num box, mas ele foi tipo pra saída. Pensei "esse se assustou ou só quer punheta ou no final não curtiu a onda..." mas não: ele tava indo pro fundo do banheiro vigiar se vinha alguém. Mostrou a piroca e deixou na minha mercê. Me agarrei como se fosse o grande prêmio! Chupei de boa, mas ele me segurava pela cabeça e falava "TUDO" e enfiava até o fundo. Até as bolas enfiou na minha boca! E olha que não era um cara pequeno, não. Eu aguentei feito um campeão porque era isso que eu queria, e além disso aquela piroca era uma delícia. O cara tava de moletom justo, jaqueta de futebol colada no corpo, uma mochila tipo de treino, e tinha umas tatuagens que dava pra apostar que não foram feitas num estúdio de tatuagem, embora num lugar fechado... Assim ele me manteve chupando piroca, parando umas vezes com fingimento de que vinha gente, que eram alarme falso, e depois das quais ele me oferecia de novo aquela piroca tremenda já dura, cheia de veias, bem generosa... Uma piroca de cinema! O cara ficava louco com o jeito que eu engolia até o fundo fundo. Sentia aquela cabecinha atravessar minha garganta. Numa dessas paradas, quando ele voltou pra confirmar que era alarme falso, não me ofereceu de novo, ficou meio que trancado no mictório dele. Tentei me aproximar e ele perguntou se eu tenho lugar. Por via das dúvidas, falei que não (apesar de morar a Duas quadras, só). Ela deixa eu pegar e peço pra ela gozar na minha cara. Mas o cara pega e começa a guardar a rola e arrumar a roupa. Eu baixei o moletom, mostrando o buraco, pra ver se ele embarcava e me comia um pouco, e ele apalpou um pouco minha bunda, mas terminou de se arrumar tudo e foi embora. Me deixou cheia de vontade, o baita filho da puta!!
Só por precaução, entrei num box, pensando que ela tinha ido embora porque vinha gente. Mas não ouvi nada estranho. Depois de alguns segundos prudentes, saí, esperando que ela estivesse de novo, mas não, já não voltou. Pensei que podia estar nos lavatórios, mas não, nem sinal. Quando saí, nem a via no comprido corredor das caixas que separa o banheiro da entrada. "Não podia ter ido TÃO rápido", pensei. Me ocorreu num momento voltar ao banheiro, pensando que talvez ela tivesse entrado em outro box, quando de repente a vejo olhando coisas em exibição um pouco antes da saída. Passo, olho bem disfarçadamente, e ao sair noto que ela sai atrás de mim. Ao sair, arranco pro meu lado, mas ela vai pro contrário. Eu NÃO ia ficar sem a porra do gozo dela, eu tinha merecido!
Alcanço ele, tinha parado pra acender um cigarro já fora do terreno do supermercado. Ele me disse que tava por ali porque tava fazendo teste num clube perto, mas que era de Flores. Acenderam mais ratos na minha cabeça do que os que já tavam pegando fogo! Chupei a pica de um futuro artilheiro! Fui na fé. "Até daqui a meia hora tenho um lugar aqui a duas quadras, se quiser vem e a gente termina". Por sorte ele topou na hora!
Assim que entramos no meu apê, o magrelo já tava baixando o moletom de novo. "É sim, pa, me dá essa pica!" falei, e me agarrei naquela pica meio acordada por cima da cueca de feira, mas impecável que ele tava. Mesmo assim, foram só uns beijinhos, não aguentava mais sem ter ela de novo na boca! Enfiei tudo fundo, e parece que a tranquilidade da minha casa transformou o cara. "TUDO! TUDO! ABRE BEM A BOCA!" ele falava, e enfiava até as bolas, sem dó!!! Ajeitava minha cabeça do jeito que queria. Tava quase estuprando minha boca!! Engasgos pra caralho, mas aguentei tudo porque aquela porra gigante e aquele jeito dominador que ele tinha, além de ser marcadinho e bem safado, mereciam! Ele me deu pica na boca de lado por um tempo, depois me deitou na cama de barriga pra cima e, com a cabeça pendurada, meteu na minha garganta como se fosse o cu mais aberto da puta mais barata! Sem o menor pingo de piedade! Me fez babar e lacrimejar pra caralho! Me deu pica na boca como se eu não fosse pedir por dias. Depois de uma boa surra de boca do jeito que ele quis, ele se deitou na minha cama com o moletom nos tornozelos e pediu pra eu lamber as bolas dele, devagar. Como ele suspirava com a minha chupada de saco! Ele pedia pra eu alternar com chupada de pica, e eu só comia a cabecinha. "TUDO, TUDO, COME ELA" ele falava, e enfiava de novo. Assim por um bom tempo. Ele perguntou, talvez por inércia: "Quer a porra?". Minha resposta foi óbvia, mas parece que ele não esperava. "Sério? Mas vai tomar mesmo?". "FOI PRA ISSO QUE TE TROUXE AQUI, PA: PRA TOMAR TODA A PORRA. SENÃO, TE DEIXAVA IR". Aí o cara se transformou. Levantou, pediu "ajoelha na minha frente". Me segurou pelas bochechas, enfiou a pica até o fundo e começou a furar meu esôfago com raiva. Quase não me deixava respirar! Olhei pro rosto dele como pude e ele tava com o olhar aceso. Uns minutos assim até que ele empurrou minha cabeça de volta na cama. "Chupa minhas bolas e quando eu mandar, abre bem grande a boca. Você disse que ia tomar, não disse? Sim, pai, me dá a porra da goza!". "O que você quer, viado?" "A goza, pai, me dá toda a goza na boquinha!" "Pede, viado, vai" "Me dá a goza, pai, tudo na boca, é o que eu mais quero!"... "ABRE A BOCA, VAI"...
Lavo minha cara e os lábios com porra! E jogo um monte pra cima! Pouquíssimos dos jatos originais foram pra minha boca, mas os que ficaram pra fora eu empurro com o pau pra onde deviam ir. Quis limpar ele direitinho com a boca (como todo boqueteiro de lei deve fazer), mas ele não deixou. Entrou no banheiro pra se higienizar.
Saiu, porque tava na hora do treino. Trocamos números e ele prometeu voltar essa mesma semana pra arrebentar minha buceta. "Você vai aguentar, né?"...
Só por precaução, entrei num box, pensando que ela tinha ido embora porque vinha gente. Mas não ouvi nada estranho. Depois de alguns segundos prudentes, saí, esperando que ela estivesse de novo, mas não, já não voltou. Pensei que podia estar nos lavatórios, mas não, nem sinal. Quando saí, nem a via no comprido corredor das caixas que separa o banheiro da entrada. "Não podia ter ido TÃO rápido", pensei. Me ocorreu num momento voltar ao banheiro, pensando que talvez ela tivesse entrado em outro box, quando de repente a vejo olhando coisas em exibição um pouco antes da saída. Passo, olho bem disfarçadamente, e ao sair noto que ela sai atrás de mim. Ao sair, arranco pro meu lado, mas ela vai pro contrário. Eu NÃO ia ficar sem a porra do gozo dela, eu tinha merecido!
Alcanço ele, tinha parado pra acender um cigarro já fora do terreno do supermercado. Ele me disse que tava por ali porque tava fazendo teste num clube perto, mas que era de Flores. Acenderam mais ratos na minha cabeça do que os que já tavam pegando fogo! Chupei a pica de um futuro artilheiro! Fui na fé. "Até daqui a meia hora tenho um lugar aqui a duas quadras, se quiser vem e a gente termina". Por sorte ele topou na hora!
Assim que entramos no meu apê, o magrelo já tava baixando o moletom de novo. "É sim, pa, me dá essa pica!" falei, e me agarrei naquela pica meio acordada por cima da cueca de feira, mas impecável que ele tava. Mesmo assim, foram só uns beijinhos, não aguentava mais sem ter ela de novo na boca! Enfiei tudo fundo, e parece que a tranquilidade da minha casa transformou o cara. "TUDO! TUDO! ABRE BEM A BOCA!" ele falava, e enfiava até as bolas, sem dó!!! Ajeitava minha cabeça do jeito que queria. Tava quase estuprando minha boca!! Engasgos pra caralho, mas aguentei tudo porque aquela porra gigante e aquele jeito dominador que ele tinha, além de ser marcadinho e bem safado, mereciam! Ele me deu pica na boca de lado por um tempo, depois me deitou na cama de barriga pra cima e, com a cabeça pendurada, meteu na minha garganta como se fosse o cu mais aberto da puta mais barata! Sem o menor pingo de piedade! Me fez babar e lacrimejar pra caralho! Me deu pica na boca como se eu não fosse pedir por dias. Depois de uma boa surra de boca do jeito que ele quis, ele se deitou na minha cama com o moletom nos tornozelos e pediu pra eu lamber as bolas dele, devagar. Como ele suspirava com a minha chupada de saco! Ele pedia pra eu alternar com chupada de pica, e eu só comia a cabecinha. "TUDO, TUDO, COME ELA" ele falava, e enfiava de novo. Assim por um bom tempo. Ele perguntou, talvez por inércia: "Quer a porra?". Minha resposta foi óbvia, mas parece que ele não esperava. "Sério? Mas vai tomar mesmo?". "FOI PRA ISSO QUE TE TROUXE AQUI, PA: PRA TOMAR TODA A PORRA. SENÃO, TE DEIXAVA IR". Aí o cara se transformou. Levantou, pediu "ajoelha na minha frente". Me segurou pelas bochechas, enfiou a pica até o fundo e começou a furar meu esôfago com raiva. Quase não me deixava respirar! Olhei pro rosto dele como pude e ele tava com o olhar aceso. Uns minutos assim até que ele empurrou minha cabeça de volta na cama. "Chupa minhas bolas e quando eu mandar, abre bem grande a boca. Você disse que ia tomar, não disse? Sim, pai, me dá a porra da goza!". "O que você quer, viado?" "A goza, pai, me dá toda a goza na boquinha!" "Pede, viado, vai" "Me dá a goza, pai, tudo na boca, é o que eu mais quero!"... "ABRE A BOCA, VAI"...
Lavo minha cara e os lábios com porra! E jogo um monte pra cima! Pouquíssimos dos jatos originais foram pra minha boca, mas os que ficaram pra fora eu empurro com o pau pra onde deviam ir. Quis limpar ele direitinho com a boca (como todo boqueteiro de lei deve fazer), mas ele não deixou. Entrou no banheiro pra se higienizar.
Saiu, porque tava na hora do treino. Trocamos números e ele prometeu voltar essa mesma semana pra arrebentar minha buceta. "Você vai aguentar, né?"...
4 comentários - Gozei com o pau do turrão no mercado