Me apresento, sou a Sofia, 21 anos. Um dia, tava conversando com meu namorado por videochamada, e ele sugeriu esquentar a conversa, mas falei que não achava excitante só fazer por chamada, sendo que a gente mal tinha transado umas vezes. Ele se irritou e desligou. No dia seguinte, resolvi falar com uma amiga (Camila) sobre isso.
C - Cê não acha que foi muito chata?
S - Nah, é que ele é um babaca. Se quer foder, que venha, não tenho problema.
C - Mas se ele fica excitado te vendo, cê não pode fazer nada tão tarde, não vai fazer ele viajar a essa hora, né?
S - Sei lá, que venha mais cedo, ué.
C - Ele só quer bater uma te vendo, não é tão ruim assim. Acho que cê precisa dar uma desligada pra pensar melhor. Quer sair hoje à noite?
S - ... Tá bom, beleza. Onde?
C - Aqui mesmo, com uns amigos, tomar algo de boa.
S - Ok, cê passa me pegar?
C - Sim, umas 9 horas tô na sua casa.
C - Cê troca de roupa aqui ou em casa?
S - Trocar pra quê? Já tô arrumada.
C - Não te falei que a gente ia ficar na piscina? Porque tenho certeza que sim.
S - Filha da puta, não me falou nada! E agora? Já era, vamos voltar.
C - Não, não, já tão nos esperando aqui. Além disso, com certeza têm algo pra te emprestar.
S - Tem certeza?
C - Sim, sim, fica tranquila. E me espera que vou trocar aqui no banco de trás assim que a gente chegar.
Quando chegamos, a música tava no talo, uma casa gigante, toda chique, e o portão longe pra caralho da entrada.
C - Vou avisar o Franco que chegamos pra ele abrir.
1 segundo depois de mandar a mensagem, a porta da entrada se abriu.
S - Parece que já tava pronto pra quando a gente chegasse.
C - É, falei um pouco de você pra eles, pra te conhecerem e ficarem à vontade rápido, e parece que cê agradou.
S - Agradou? - falei enquanto a gente estacionava, e a Cami aproveitou pra me ignorar.
C - Oi, Franco, tudo bem? Tão todos lá dentro?
Franco era bem bonito, todo definido e de shorts, com o corpo molhado dava pra ver tudo bem marcado na camiseta, e não consegui evitar de olhar como o volume dele aparecia.
F - Sim, tudo certo. Já chegaram. Todos... menos a convidada desta noite.
S- Oi, oi, prazer, espero que não estejamos incomodando.
F- Pelo contrário, você é o motivo de eu mesmo ter vindo te receber.
S- Obrigada, ah, e eu queria te perguntar se...
C- Ela não trouxe roupa pra piscina, cê tem algo pra ela?
S- CAMI!!!
F- Sim, entra, entra, sobe pro meu quarto que eu te arrumo algo.
S- Valeu, com licença.
Já no quarto dela.
F- Acho que a Cami não te explicou direito como é essa noite.
S- Na real, ela só falou que tava me convidando, nada mais.
F- É, ela é meio tapada, mas enfim, vou te contar: aqui a gente é um grupo mais "livre", por assim dizer.
S- Como assim?
F- Olha pela janela, dá direto pra piscina.
Ao olhar pela janela, não conseguia acreditar: um monte de gente completamente pelada e na farra como se nada fosse.
F- Fica tranquila, não vamos te obrigar a tirar a roupa, mas espero que não se sinta desconfortável com todo mundo assim. — enquanto me entregava a sacola com a roupa, tentando bancar a corajosa, respondi:
S- Não, se isso é normal pra vocês, eu entendo. Desde que eu não fique pelada, tá de boa.
F- Perfeito, porque isso já tava me incomodando. — disse enquanto tirava a roupa — Assim é melhor.
S- Ai, puta merda.
F- O que foi? AAAH, desculpa, você não tava preparada, foi mal.
S- Não, não é isso, é que meu namorado... bom, ele não é tão... desenvolvido. — falei tentando não olhar diretamente pra ele.
F- Ah, beleza, você se assustou? Fica tranquila que é pra isso que essa noite serve, pra você olhar um pouco de tudo e ninguém se importa, hehe. Bom, não vou te encher, se troca e te espero lá embaixo.
Olhei a sacola e tinha um biquíni bem sexy, parecia novo.
Desci as escadas, cumprimentei geral de forma genérica e fiquei grudada na Cami (que já tava com os peitos de fora) o máximo que pude. — sussurrando —
S- Sua sem-vergonha, você sabia de tudo isso e não me falou nada.
C- Óbvio, senão você não vinha.
S- Você é a pior amiga do mundo.
C- Sou a melhor amiga do mundo. Olha, acho que o Franco gostou de você.
S- E daí, mal conheço ele.
De repente, ouço atrás de mim:
F- Desculpa, Sofi, te vejo meio mal com isso tudo. Querem tomar algo pra soltar? Pouco? S—Eu... C—se a gente quiser, e algo forte pra minha amiga S—(sussurrando) algo forte, mas não tanto quanto você F—Desculpa, não entendi S—Que sim, algo forte, só isso Passamos a noite toda bebendo e conversando com o Franco, e lá pras 2-3 da manhã um monte de gente foi embora F—Bom, isso aqui já tá caindo, quer subir pra gente continuar conversando lá em cima? S—Sim, bora, mas e a Cami? Vamos deixar ela aqui? F—Por que você diz isso? S—Porque ela tá dormindo há meia hora no meio desses dois F—... bom, é, melhor deixar ela dormir Quando voltamos pro quarto do Franco S—Sabe, no começo me senti desconfortável, mas depois percebi que ninguém tava me encarando, nem tinha nenhum tarado por perto F—É, são tudo gente boa, nunca passam do ponto na festa S—Te incomoda se eu sentar um pouco na sua cama? Tô muito tonta F—Eu também, vou sentar contigo Quando o Franco sentou, ficou perto demais de mim, e eu não consegui resistir S—Fran? F—O que foi? S—Quero fazer agora mesmo Sem esperar ele responder, me joguei em cima do pau dele S—Preciso ver ele duro, preciso sentir ele dentro de mim F—Eu queria te comer desde que te vi de biquíni O Franco mudou na hora, passou de um garoto meigo e educado pra um animal completo F—Quer ser putinha? Então começa a chupar ele Não sei se foi pelo álcool ou porque já tava com vontade antes, mas obedeci tudo que ele mandou S—Sou sua putinha, me alimenta, por favor — falei enquanto começava a lamber ele De repente, sinto a mão dele na minha nuca F—Não falei pra lamber, falei pra chupar — ele gritou enquanto empurrava Já me engasgando, senti ele crescendo ainda mais S—Papai, quero que você meta, que me transforme na sua putinha F—Beleza, Sofi, já que você pediu... mas te aviso que muitas não aguentam Ele me levantou nos braços, me jogou na cama e pulou em cima de mim F—Toma, putinha S—ISSO AI AI AI O Franco me deixou de quatro, na cama dele, apertava meus peitos e mordia pra marcar, puxava meu cabelo enquanto enfiava o pau durão na minha buceta Mas aí ele começou a diminuir o ritmo S—Que Por que tu para? F- teu telefone não tocou? Era verdade, e era o corno, então resolvi atender. A primeira coisa que vejo na chamada é o manequinho dele se sacudindo.
— Oi, amor, olha o que eu tenho pra você.
S- do jeito mais sarcástico possível — Ai, que lindo.
— Tá muito escuro aí, por que não acende a luz e vem me fazer companhia?
S- Beleza, vou acender, mas tenho uma surpresa pra você, fecha os olhos.
— Pronto.
— Aí, acendi, mas não abre ainda, deixa eu preparar tudo.
Ajeitei o telefone, pulei na cama e o Franco me ajudou sem hesitar.
S- Já pode abrir.
- Gosta do que vê, amor?
- QUE PORRA CÊ TÁ FAZENDO, SOFIA??
- Não queria bater uma me vendo? Então vai lá, faz agora, enquanto eu continuo aqui com meu macho
- Vadia DEL rabo
- Até mais, pinto curto
》 Parece que o Franco gostou, porque senti ele mais duro
- CONTINUA, puta, CONTINUA ASSIM
- NOSSA, QUE VADIA QUE CÊ É GOSTOSA
Ficamos nessa por um tempo e não lembro o que aconteceu depois. Mas no dia seguinte acordei na cama dele, abraçada com ele. Saí sem acordar ninguém e, quando cheguei em casa, vi meu celular cheio de mensagens do meu namorado:
- Esse corno curtiu o show, capaz que eu deva voltar a ver o Franco
C - Cê não acha que foi muito chata?
S - Nah, é que ele é um babaca. Se quer foder, que venha, não tenho problema.
C - Mas se ele fica excitado te vendo, cê não pode fazer nada tão tarde, não vai fazer ele viajar a essa hora, né?
S - Sei lá, que venha mais cedo, ué.
C - Ele só quer bater uma te vendo, não é tão ruim assim. Acho que cê precisa dar uma desligada pra pensar melhor. Quer sair hoje à noite?
S - ... Tá bom, beleza. Onde?
C - Aqui mesmo, com uns amigos, tomar algo de boa.
S - Ok, cê passa me pegar?
C - Sim, umas 9 horas tô na sua casa.
C - Cê troca de roupa aqui ou em casa?
S - Trocar pra quê? Já tô arrumada.
C - Não te falei que a gente ia ficar na piscina? Porque tenho certeza que sim.
S - Filha da puta, não me falou nada! E agora? Já era, vamos voltar.
C - Não, não, já tão nos esperando aqui. Além disso, com certeza têm algo pra te emprestar.
S - Tem certeza?
C - Sim, sim, fica tranquila. E me espera que vou trocar aqui no banco de trás assim que a gente chegar.
Quando chegamos, a música tava no talo, uma casa gigante, toda chique, e o portão longe pra caralho da entrada.
C - Vou avisar o Franco que chegamos pra ele abrir.
1 segundo depois de mandar a mensagem, a porta da entrada se abriu.
S - Parece que já tava pronto pra quando a gente chegasse.
C - É, falei um pouco de você pra eles, pra te conhecerem e ficarem à vontade rápido, e parece que cê agradou.
S - Agradou? - falei enquanto a gente estacionava, e a Cami aproveitou pra me ignorar.
C - Oi, Franco, tudo bem? Tão todos lá dentro?
Franco era bem bonito, todo definido e de shorts, com o corpo molhado dava pra ver tudo bem marcado na camiseta, e não consegui evitar de olhar como o volume dele aparecia.
F - Sim, tudo certo. Já chegaram. Todos... menos a convidada desta noite.
S- Oi, oi, prazer, espero que não estejamos incomodando.
F- Pelo contrário, você é o motivo de eu mesmo ter vindo te receber.
S- Obrigada, ah, e eu queria te perguntar se...
C- Ela não trouxe roupa pra piscina, cê tem algo pra ela?
S- CAMI!!!
F- Sim, entra, entra, sobe pro meu quarto que eu te arrumo algo.
S- Valeu, com licença.
Já no quarto dela.
F- Acho que a Cami não te explicou direito como é essa noite.
S- Na real, ela só falou que tava me convidando, nada mais.
F- É, ela é meio tapada, mas enfim, vou te contar: aqui a gente é um grupo mais "livre", por assim dizer.
S- Como assim?
F- Olha pela janela, dá direto pra piscina.
Ao olhar pela janela, não conseguia acreditar: um monte de gente completamente pelada e na farra como se nada fosse.
F- Fica tranquila, não vamos te obrigar a tirar a roupa, mas espero que não se sinta desconfortável com todo mundo assim. — enquanto me entregava a sacola com a roupa, tentando bancar a corajosa, respondi:
S- Não, se isso é normal pra vocês, eu entendo. Desde que eu não fique pelada, tá de boa.
F- Perfeito, porque isso já tava me incomodando. — disse enquanto tirava a roupa — Assim é melhor.
S- Ai, puta merda.
F- O que foi? AAAH, desculpa, você não tava preparada, foi mal.
S- Não, não é isso, é que meu namorado... bom, ele não é tão... desenvolvido. — falei tentando não olhar diretamente pra ele.
F- Ah, beleza, você se assustou? Fica tranquila que é pra isso que essa noite serve, pra você olhar um pouco de tudo e ninguém se importa, hehe. Bom, não vou te encher, se troca e te espero lá embaixo.
Olhei a sacola e tinha um biquíni bem sexy, parecia novo.
Desci as escadas, cumprimentei geral de forma genérica e fiquei grudada na Cami (que já tava com os peitos de fora) o máximo que pude. — sussurrando —
S- Sua sem-vergonha, você sabia de tudo isso e não me falou nada.
C- Óbvio, senão você não vinha.
S- Você é a pior amiga do mundo.
C- Sou a melhor amiga do mundo. Olha, acho que o Franco gostou de você.
S- E daí, mal conheço ele.
De repente, ouço atrás de mim:
F- Desculpa, Sofi, te vejo meio mal com isso tudo. Querem tomar algo pra soltar? Pouco? S—Eu... C—se a gente quiser, e algo forte pra minha amiga S—(sussurrando) algo forte, mas não tanto quanto você F—Desculpa, não entendi S—Que sim, algo forte, só isso Passamos a noite toda bebendo e conversando com o Franco, e lá pras 2-3 da manhã um monte de gente foi embora F—Bom, isso aqui já tá caindo, quer subir pra gente continuar conversando lá em cima? S—Sim, bora, mas e a Cami? Vamos deixar ela aqui? F—Por que você diz isso? S—Porque ela tá dormindo há meia hora no meio desses dois F—... bom, é, melhor deixar ela dormir Quando voltamos pro quarto do Franco S—Sabe, no começo me senti desconfortável, mas depois percebi que ninguém tava me encarando, nem tinha nenhum tarado por perto F—É, são tudo gente boa, nunca passam do ponto na festa S—Te incomoda se eu sentar um pouco na sua cama? Tô muito tonta F—Eu também, vou sentar contigo Quando o Franco sentou, ficou perto demais de mim, e eu não consegui resistir S—Fran? F—O que foi? S—Quero fazer agora mesmo Sem esperar ele responder, me joguei em cima do pau dele S—Preciso ver ele duro, preciso sentir ele dentro de mim F—Eu queria te comer desde que te vi de biquíni O Franco mudou na hora, passou de um garoto meigo e educado pra um animal completo F—Quer ser putinha? Então começa a chupar ele Não sei se foi pelo álcool ou porque já tava com vontade antes, mas obedeci tudo que ele mandou S—Sou sua putinha, me alimenta, por favor — falei enquanto começava a lamber ele De repente, sinto a mão dele na minha nuca F—Não falei pra lamber, falei pra chupar — ele gritou enquanto empurrava Já me engasgando, senti ele crescendo ainda mais S—Papai, quero que você meta, que me transforme na sua putinha F—Beleza, Sofi, já que você pediu... mas te aviso que muitas não aguentam Ele me levantou nos braços, me jogou na cama e pulou em cima de mim F—Toma, putinha S—ISSO AI AI AI O Franco me deixou de quatro, na cama dele, apertava meus peitos e mordia pra marcar, puxava meu cabelo enquanto enfiava o pau durão na minha buceta Mas aí ele começou a diminuir o ritmo S—Que Por que tu para? F- teu telefone não tocou? Era verdade, e era o corno, então resolvi atender. A primeira coisa que vejo na chamada é o manequinho dele se sacudindo.
— Oi, amor, olha o que eu tenho pra você.
S- do jeito mais sarcástico possível — Ai, que lindo.
— Tá muito escuro aí, por que não acende a luz e vem me fazer companhia?
S- Beleza, vou acender, mas tenho uma surpresa pra você, fecha os olhos.
— Pronto.
— Aí, acendi, mas não abre ainda, deixa eu preparar tudo.
Ajeitei o telefone, pulei na cama e o Franco me ajudou sem hesitar.
S- Já pode abrir.
- Gosta do que vê, amor? - QUE PORRA CÊ TÁ FAZENDO, SOFIA??
- Não queria bater uma me vendo? Então vai lá, faz agora, enquanto eu continuo aqui com meu macho
- Vadia DEL rabo
- Até mais, pinto curto
》 Parece que o Franco gostou, porque senti ele mais duro
- CONTINUA, puta, CONTINUA ASSIM
- NOSSA, QUE VADIA QUE CÊ É GOSTOSA
Ficamos nessa por um tempo e não lembro o que aconteceu depois. Mas no dia seguinte acordei na cama dele, abraçada com ele. Saí sem acordar ninguém e, quando cheguei em casa, vi meu celular cheio de mensagens do meu namorado:
- Esse corno curtiu o show, capaz que eu deva voltar a ver o Franco
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