Esclarecimento: esta história não é de minha autoria, foi escrita há muitos anos por outro usuário do Poringa chamado Nick Bendt, mas como ele não está mais no P! e suas histórias foram deletadas, quis repostá-las para que essa excelente história não se perca. Desde já, aproveitem.
Esclarecimento 2: todos os personagens representados nesta história SÃO MAIORES DE IDADE.Capítulo XIV: Presente de NatalDepois de um longo dia cheio de prazer, chegou o dia de Natal.
Florencia acordou de manhã e leu a lista que a mãe deixou escrita num papel com as coisas que precisava comprar pra noite.
Ela se vestiu e foi pro supermercado. Comprou tudo que a mãe tinha mandado e voltou pra casa um pouco depois do meio-dia.
Deixou as compras na mesa e, já se sentindo meio suada por causa do calor, se despiu, ficando só de sutiã e fio dental.
Começou a arrumar as coisas enquanto Agustina acabava de levantar. Ela foi até a cozinha de calcinha e peitos de fora, e encontrou a irmã, ainda esfregando o rosto pra acordar de vez. Foi até ela e deu um beijo no rosto.
— Oi, maninha.
— Bom dia, Agus… tudo bem?
— Sim… você saiu pra comprar?
— Sim. Mamãe deixou uma lista com as coisas pra hoje à noite…
— Ahh… podia ter me acordado… aí a gente ia junto.
— Nada, você com certeza chegou tarde… melhor ter dormido.
— É… bom, é sobre isso que queria te contar.
— O que aconteceu?... Vocês fizeram?
— Hã?
— …Se você transou com seu namorado, sua burra…
— Ahhh… haha… não!
— E então?
Agustina pegou a mão da irmã e colocou sobre os próprios peitos.
— Toca aqui… não sente algo estranho?
Florencia, surpresa, começou a passar a mão nos peitos de Agustina, sentindo aquela sensação típica de quando tocava a Booty e tinha porra já grudada do irmão.
Imediatamente a mais nova sacou.
— Sua putinha! Ele gozou nos seus peitos! Você deixou?!
— Sim, me deixou com muito tesão, sua burra… deixei e ele esporrou tudo nos meus peitos.
— …E foi bom??
— Simmm. Adorei. Acho que nunca te contei que nunca tinham gozado nos meus peitos antes.
— …Não… nunca me disse…
Florcha tirou a mão dos peitos da irmã e continuou arrumando as compras na mesa.
— Vou tomar um banho rápido, maninha, até a calcinha tá suja.
— Ok.
— Depois te ajudo com isso.
Agustina foi tomar banho. pra tirar aqueles restos de porra grudenta dos peitos, e trocar de roupa, porque aquela calcinha azul já tinha molhado inteira na noite anterior. Tirou ela e deixou jogada no canto do banheiro, e tomou banho.
Depois disso, já limpinha, vestiu uma tanga limpa e um sutiã, e foi pra cozinha ajudar a irmã dela.
Já estava no fim da tarde, e começaram a preparar tudo pra noite, porque iam vir alguns parentes como sempre.
As duas se colocaram na bancada da cozinha. Tiraram as pernas de cordeiro, o frango, as batatas, as cebolas…
— Beleza. Quem corta isso? — Perguntou Agustina apontando pro frango.
— Você. Me deixa com as batatas.
— Também tem que trazer a mesa da sala pra cá e arrumar os talheres.
— Disso o Martín podia cuidar, né?
— É… vai acordar ele pra nos ajudar.
— Ok.
Florcha foi até o quarto do irmão dela, abriu a cortina e a janela pra entrar luz, e olhou pro garoto enquanto ele dormia na cama, completamente destapado, de barriga pra cima e de cueca, dava pra ver a rola meio dura.
Ela tocou no ombro do garoto várias vezes até ele acordar.
— Acorda que você tem que nos ajudar a preparar as coisas pra essa noite.. vai!
— …Tá bom! Não grita…
Martín nem abriu os olhos, tava com muito sono.. tentou continuar dormindo!
Florencia ficou esperando do lado da cama, vendo que ele não reagia… continuou olhando pro pau dele e se aproximou, abriu bem a mão e agarrou a rola dele por cima da cueca, e apertou.
— Auu!!! O que você fez? — Disse Martín abrindo os olhos.
— Nada, idiota! Te peguei no pau pra ver se assim você acorda!
— Já entendi… já vou. Apertou forte, vaca.
— Isso é por não me obedecer!.. E ainda já tá dura de novo!
— É.. bom.. é normal ficar assim quando acordo.
O rapaz olhou pra ela e a primeira coisa que viu foi a raba da Florcha enquanto ela caminhava de volta pra cozinha. Ela tava de tanga! Motivo suficiente pra fique dura feito pedra.
Imediatamente se levantou e foi bocejando até o banheiro escovar os dentes. Depois de fazer isso, enquanto secava a boca com uma toalha, viu a calcinha suja azul da Agustina largada ali no banheiro.
Pegou ela e não conseguiu evitar abrir como sempre, e sentir aquele cheiro típico de buceta quente de adolescente.
Ficou tentado a bater uma punheta, mas não fez. Deixou a calcinha cheirosa largada e saiu do banheiro. Foi até a cozinha, enquanto as irmãs preparavam a comida na bancada, de costas pra ele, mostrando as duas a bunda pelada e as costas nuas, só com a tira do sutiã. Porra!
Florcha tava com um conjunto branco, e a Agustina, cor da pele…
Ele se aproximou delas e ficou atrás… ainda só de cueca, e com o pau bem duro por baixo do tecido, se encostou na Agustina, enfiando ele na bunda dela.
-Já começamos… -A garota disse.
Florencia olhou e viu o irmãozinho encostando na Agus.
-Para de brincadeira, querido, você tem que trazer e arrumar a mesa, pegar todos os talheres na sala e colocar eles.. -Disse Flor.
-É tanto trabalho assim pra mim? Que sacanagem! -Disse o rapaz, enquanto continuava esfregando tudo na Agus.
-Se não quer fazer, então vem cozinhar você!
-…Melhor fazer o que vocês mandaram!
-Hahaha.
-Hahahaha.
Martín continuava apertando a Agustina toda, enquanto abaixava a cueca só um pouco, o suficiente pro pau pular pra fora.
Tentou ajustar a posição e mirar bem entre as nádegas da irmã, e encostou ele no meio, por cima da tanga.
Agustina continuava na dela, cortando o frango com uma faca grande, enquanto o irmãozinho encostava o pau entre as bandas da bunda dela.
-Não teve o suficiente com as quatro punhetas de ontem que já tá durinho de novo?
-É Agus.. vocês me deixam assim.
As duas riam.
-Peguei sua calcinha no banheiro agora e você deixou com um cheiro muito gostosa.. ficou excitada ontem à noite?
-Sim, maninho…
A conversa estava esquentando os três. Agustina já estava ficando molhada enquanto sentia o pau duro do irmão batendo na bunda dela.
Enquanto continuava com isso, ele levou as duas mãos para a frente e agarrou os peitos de Agustina, por cima do sutiã, com as mãos abertas, apertando-os.
A garota largou a faca e fechou os olhos, curtindo o maninho apalpando e apertando os peitos dela, enfiando o pau na bunda dela, brincando.
Já tinha deixado ela excitada… Florencia olhava para eles e disse:
-Parem de brincar, temos que fazer as coisas… manda ver!
Martín soltou os peitos da Agus e se afastou dela. A garota abriu os olhos de novo, já toda excitada. O garoto se moveu para o lado, se colocando atrás da Florcha, e com os dedos, levou o pau duro até a bunda enorme da outra irmã dele.
Passou o pau pelas bochechas gordas e depois enfiou entre as nádegas, como sempre.
Florencia suspirou.
Martín levou as duas mãos para a frente e agora agarrou os peitos de Flor por cima do sutiã, enquanto se movia para trás e para a frente, empurrando com o pau na bunda da irmã, enfiando a calcinha fio-dental bem para dentro.
Florcha continuava descascando as batatas como podia, enquanto o maninho fazia de tudo com ela. Ela também começou a sentir o prazer, e como o corpo dela ia esquentando cada vez mais.
Martín apalpava os peitos dela e apertava, enfiava as mãos para dentro do sutiã e roçava os biquinhos rosados, já bem durinhos.
Deixou uma mão num peito, e a outra levou para trás e começou a apalpar a bunda dela, acariciando uma bochecha… tão macia e quente.
Para Florencia, sentir o maninho tocando os peitos dela, a bunda, e o pau duro fazendo contato com a bunda e a calcinha fio-dental… foi o suficiente para ela começar a ficar molhada.
Mesmo se excitando muito, ela fingia que não queria.
-…Chega.. maninho.. tenho que cozinhar.. sério…
-Deixa disso, Flor… Você não tá… - Gostou? - disse Martín apertando o mamilo dela por baixo do sutiã, e enfiando a pica no meio da raba em cima da calcinha fio dental, afundando ela.
- …Sim… sim, tô gostando, cara… mas agora tô cozinhando! - respondeu Florcha, já sentindo a calcinha fio dental molhada pela buceta dela.
Martín tirou a mão daquele peito, ajeitando o sutiã dela, e puxou a pica da raba da irmã, que continuava descascando as batatas, agora toda excitada e com o rosto vermelho.
Ele voltou a ficar atrás da Agustina. Fez a mesma coisa com ela, agarrando os peitos dela e enfiando o pau entre as nádegas… ela se deixava, adorava… largou o negócio de cozinhar de lado, enquanto a buceta dela ficava toda babada e ela mordia os lábios, apoiando as mãos na bancada.
O garoto passava a pica por toda a raba dela, até que, sem querer, a cabecinha entrou por baixo da calcinha fio dental, no meio das nádegas.
A garota adorou… já estava tão excitada que não falou nada.
Martín empurrou um pouco, enfiando agora por baixo da calcinha fio dental..
Ele já estava muito, muito excitado… se se tocasse um pouco, gozava na hora.
Continuou brincando ali, apalpando os peitos dela, quando de repente empurrou um pouco mais, e a glande bateu no buraquinho da raba da irmã dele!
- Mmm… Tá gostando, irmãzinha?
- Deus… cara tarado!... Mete mais pra dentro!
Ela estremeceu ao sentir o pau do irmão roçando o cu dela… tava derretendo lá embaixo na buceta. Queria sentir bem no rabo.
Florencia largou as batatas por um momento, e focou em ver os irmãos.. aquela frase da Agustina surpreendeu ela. Olhou bem e reparou como o pau do irmãozinho tava por baixo da calcinha fio dental da Agus.
- Ele meteu?! Vocês tão fodendo?!???
- ..Não!… ele tá encostando na minha raba! Mas não mete, moleque!
O garoto empurrou mais pra frente, com a calcinha fio dental meio desviada, e conseguiu enfiar a cabeça da pica toda inchada, no meio do cu da Agustina… não podia acreditar. E se ele Metia pra dentro? Ia tar comendo ela! Ia tar comendo a bunda da irmã mais velha dele!!
-Mmmmmhhhhh… aí, irmãozinho… -Disse Agustina toda excitada, sentindo a pica do irmão no buraquinho da bunda.
Martín tentou enfiar mais fundo, fazendo pressão contra a bundinha delicada da Agustina… ver ela tão excitada, encostada na bancada da cozinha… foi demais, ele sentiu que já ia gozar. Imediatamente tirou de lá e se afastou pra trás, pra não gozar… quase!
-O que foi? -Perguntou Agustina de olhos fechados, com uma puta necessidade de sentir a pica roçando a entrada da bunda dela de novo.
-…É que quase gozo, irmãzinha!
-…Enfia de novo… vai!
Agustina já tava super tarada… queria ser comida ali mesmo, em pé… queria que puxassem a calcinha fio dental pro lado e metessem até o fundo da buceta molhada dela… mas era o irmão dela… não podia fazer isso.
Com a irmã mais velha implorando pra ele enfiar a pica na bunda, o garoto não aguentava tanta putaria… respirou fundo, e se aproximou dela de novo, pegou a calcinha fio dental da irmã com dois dedos, e puxou de leve, não conseguia ver o cu dela porque as nádegas estavam fechadas e isso impedia, mas enfiou o pau duro e pulsante lá de novo… era inacreditável o quanto aquela parte do corpo da Agustina era quente… e ela sentia a pica do irmãozinho super quente.
Todo mundo tava suando… Florencia já tava só olhando… e a buceta dela também tava escorrendo.
Enquanto Agustina curtia ter a cabecinha gorda e inchada do pau do irmão na bunda, sentindo ele molhar o buraquinho dela com líquido pré-gozo… abriu os olhos e olhou pra irmã dela… sorriu pra ela, enquanto a Florcha tava se esfregando a buceta por cima da calcinha fio dental, olhando pra eles.
Martín já tava com o instinto animal de gozar tudo e arrebentar o cu da irmã linda dele… de novo tava muito perto de perder a virgindade… mas ele se segurava como podia, empurrando, enquanto o pau dele batia no buraco da bunda da Agus.. e as pernas dele batiam nas da irmã dela… ela tava morrendo de sentir a rola encostar ali.. era foda…
- Posso abaixar sua calcinha, Agus? Quero ver sua buceta!
- …Não!.. isso não, cara…
O garoto saiu dela, porque de novo sentia que ia gozar.. enquanto se acalmava um pouco, olhou pra outra irmã dele, e chegou a vez dela.
Ele voltou a se posicionar atrás da Florencia, agarrou ela pela cintura e encostou bem o pau duro na bunda… enquanto brincava passando ele por cima da calcinha pequenininha…
Ele se mexia como se tivesse comendo ela ali mesmo, em pé… enquanto a Florcha suspirava, sentindo a calcinha encharcada e a buceta virgem toda quente.
A Agustina tava igual uma putinha no cio… olhava pra eles enquanto se acariciava um peito por cima do sutiã e chupava um dedo.
O Martín tava doido… se abaixou, e enfiou a cara entre as pernas da Florencia, chegou bem perto da virilha, ali debaixo da bunda, e sentiu aquele cheirinho típico de buceta excitada…
A garota percebeu.
- O que cê tá fazendo, menino?
- Tava sentindo seu cheiro, Flor.. cê tá muito excitada?
- Sim… mas não faz assim.. me dá vergonha!
- É que eu amo seu cheiro de buceta, irmãzinha…
Isso só deixou o garoto mais louco… o coração já tava batendo a mil… Ele se levantou de novo, e deu um tapa na bunda enorme dela.
- Auuu!!!!
- Que foi? Se você adora…
Deu outro tapa na bunda dela.
- Não faz mais! – Gritou a Florencia.
- Se você ama, porquinha… cê tá muito molhada? – Perguntou o Martín dando outro tapa na bunda dela.
- Ahhh!! Sim…
- Sim o quê?
- Siiiiim, tô molhadaaa!
Depois de ouvir ela assim, o Martín tentou se acalmar porque ia encher a casa inteira de porra…
As duas garotas não paravam de vazar fluidos com a situação…
- Bate você também, Agus! Olha como ela gosta! – Disse o Martín dando um tapa na bunda da Florencia. Flor.
Agustina aceitou e deu um tapa no outro lado da bunda da Florcha.
— Mmhhhh aaaahh. — Gemeu Florcha, inclinada no balcão, com as batatas na frente, meio descascadas.
Martín e Agustina continuaram dando tapas, um em cada lado da bunda gorda da Florencia… que ia ficando cada vez mais vermelha e avermelhada.
— Tá gostando, Flor? — Perguntou Agustina, enquanto dava palmadas na bunda dela.
— Aaaaia… chega… sim… tô gostando… mas isso é errado!
— Menina safada! Cê gosta de levar palmada na bunda! — Disse Agustina.
Martín não se tocava no pau… se ele se tocasse, ou se enfiasse de novo na bunda de alguma das irmãs, ia gozar… ele tava extremamente excitado… enquanto continuava dando tapas na bunda da Florcha, junto com a Agustina… já tava com os lados vermelhos! A cada palmada, a bunda inteira balançava… era incrivelmente excitante!
Florencia também tava quase chegando ao orgasmo… sem nem se tocar… mas agora com cada tapa na bunda… era muito prazer… ela se sentia tão puta e suja que adorava. Cada roçada do clitóris no tecido da calcinha fio-dental era fatal… ele tava molhado e inchadinho.
Ela tentou voltar à realidade, cair na terra depois de toda essa loucura…
— Chega… chega, Agus… chega, irmãozinho… sério… a gente tem que cozinhar e preparar tudo… e ainda não fizemos nada!
Agustina pareceu entender e parou de bater na bunda…
— …Daqui a pouco a mãe vai chegar e vai nos matar… — Disse Florcha de novo.
Martín tentou resistir, não conseguia parar. Tava excitado demais, extremamente tesudo. Deu outro tapa, e depois com as duas mãos abertas nos lados da bunda, amassou ela toda.
— Cê tá passando dos limites, cara!!!!
Florencia tirou as mãos dele dali, e o garoto finalmente parou…
— Deixaram minha bunda vermelha! Tá ardendo um pouco… — Disse Florcha, acariciando a própria bunda, como se estivesse se mimando.
O garoto ficou parado assim… enfiou o pau durasso pra dentro da cueca, notando-se a besta a ereção... obedeceu a irmã e começou a arrumar as mesas, as toalhas e os talheres...
O que dizer da Agustina... engoliu saliva enquanto se acalmava... pegou a faca de novo pra cortar o frango... tava com a buceta bem quentinha e molhada... toda viscosa, com a calcinha fio dental bem úmida... e tinha o furinho rosa do cu cheio de baba da pica do irmão.
Florencia ajeitou o cabelo um pouco... tava toda suada e vermelha... ficou com a raba toda roxa e quente... e a xerequinha babada e inchada. A calcinha fio dental dela tava diretão molhadíssima... o tecido quase não dava conta de absorver tanta excitação que escorria daquela buceta.
As duas minas podiam sentir o cheiro do tesão que tavam... aquele cheiro característico tava no ar... no ar da cozinha... aquele aroma de buceta quente, excitada e molhada... se olharam disfarçadamente e sorriram uma pra outra...
Elas ficaram cozinhando as duas na bancada... e ficaram bem quentes e excitadinhas... ambas com a buceta molhada e escorrendo, prontas pra serem comidas.
Prepararam a comida naquele estado... já era meio da tarde. Deixaram tudo pronto, ligaram o forno, e esperaram a mãe chegar e depois os parentes pra ceia de Natal...
Martim preparou tudo e foi tomar banho... abriu direto a água fria, bem fria, pra se refrescar do calor intenso e da putaria intensa que tinha pego com as irmãzinhas taradas...
As minas deixaram tudo pronto e foram pro quarto delas, pra já escolher que roupa iam vestir, e tal...
Assim que entraram as duas no quarto, Agustina olhou pra Florencia por trás, vendo a raba toda marcada e roxa.
— Ainda tá ardendo?
— O quê? — Perguntou Florcha se virando.
— A raba!
— Ahh... não, já tô de boa... mas ainda tô excitada!
— Eu também... quer me tocar pra ver como eu tô de xereca?
— Fala aí... deixa eu ver.
Agustina ficou de pé e abriu um pouco as pernas. A Irmã Florcha se aproximou e enfiou a mãozinha na virilha dela.
Com dois dedos, tocou a buceta dela por cima da calcinha fio dental, sentindo ela bem molhada e macia.
— Agora me toca você. — Disse Florencia.
Florcha tirou a mão de lá, e agora foi Agustina quem levou dois dedos até a buceta da irmãzinha mais nova. Ela tocou toda a área da vagina e sentiu ela muito, muito molhada.
— Você se molhou toda, irmãzinha!
— Sim…
— Você gosta de levar palmadas na raba, putinha! Haha…
— Já vou te pegar!
Agustina colocou as duas mãos nos quadris da irmã, pegou o elástico da calcinha fio dental e puxou para baixo até as coxas… vendo o púbis cheio de pelinhos.
Passou a mão por ali, agarrando esses pelinhos, brincando enquanto se olhavam…
— Que vontade de transar que eu tô! — Disse Agustina.
Depois, Florencia tirou a própria calcinha fio dental completamente, descendo pelas pernas até deixar caída no chão. Ela se virou e se deitou na cama… meio cansada. Teve uma ideia.
Ela se ajoelhou na cama e mexeu o travesseiro até colocá-lo debaixo dela… ajeitou e sentou em cima do travesseiro.
— Awww… você vai montar no travesseiro como quando éramos crianças?
— Sim! Preciso me masturbar, Agus… e os dedos não são suficientes hoje!
— Que ideia boa! Quer fazer isso juntas?
— Vamos… mas fecha a porta!
Agustina fechou a porta do quarto e, aproveitando que o cara estava tomando banho e a mãe ainda não tinha chegado, as irmãs queriam aliviar o tesão.
Logo ela também tirou a calcinha fio dental, jogando no chão, e se meteu na cama dela, ajeitando o travesseiro e sentando em cima.
— Faz anos que a gente não faz isso!
As duas estavam cada uma na sua cama, só de sutiã, mas sem calcinha fio dental, sentadas em cima dos travesseiros… e começaram a cavalgá-los!
Estavam tão tesudas que precisavam se masturbar… esfregavam a buceta contra os travesseiros, sujando eles com os fluidos… roçando os clitóris contra o telas…
Florencia em pouco tempo já estava gozando… se movia em cima do travesseiro com força, como se estivesse dando… e esfregava a buceta quente por todo o travesseiro.
-Ahhhhhh… deus!
Agustina fazia mais devagar, aproveitando mais… molhando o travesseirinho… se dando prazer, com o clitóris inchado roçando no tecido, era terrivelmente gostoso…
-Mmmmhhhh ayy já tô quase Agus!- Disse Florcha já quase no clímax.
-Eu também maninha… uhmmm… tô com muita vontade de dar! deus… vamos transar rápido?
-Siiim… quero transar rápido!
-Mmmmhhh… vamos transar rápido Flor…
As duas aumentaram a velocidade, se roçando e apertando a buceta contra o travesseiro, se tensionando e gozando juntas num orgasmo simultâneo…
-Ahhhhhhhhhhhhhh… siiiiiiiiiiiiii
Se agarraram firme no travesseiro com as mãos, enquanto o corpo todo derretia depois do orgasmo… ficaram paradas, se deitando exaustas na cama.
-Uff… como foi?-Perguntou Agustina.
-…Não tenho nem vontade de falar… deus que delícia!
Depois de uns minutos descansando assim, Agustina levantou e pegou uma toalha pra tomar banho… foi se lavar… e depois foi Florencia.
Já banhadas, estavam as duas no quarto, peladas, com a porta fechada.
Florencia abriu a gaveta, pegou a primeira calcinha que viu, e jogou outra pra irmã… se vestiram casual… uma saia preta as duas, e uma regata justa com detalhes.
Enquanto conversavam besteira, se vestindo… as duas ainda estavam excitadas… apesar do orgasmo no travesseiro… as duas continuavam com tesão… o que tinha rolado aquela tarde com o irmãozinho, tinha sido demais.
Nisso, chegou a mãe… já no fim da tarde, começaram a chegar os parentes que vinham jantar aquela noite… alguns tios que só viam uma vez por ano… o primo… a prima…
Cumprimentaram todo mundo, colocando as melhores caras, e depois de um tempo jantaram todos juntos.
Cada Tanto a Agustina trocando mensagem com o namorado, enquanto Florcha ficava por dentro da vida da prima… Martín ali quietinho, entediado… mas com a pica meio acordada, qualquer estímulo mínimo e já subia na hora… não tinha gozado à tarde.
Já avançando a noite, depois do jantar… o garoto se cansou do tédio… como do lado dele, à direita, estava sentada a irmã Florcha, esticou a mão até pousar nos joelhos descobertos da garota… tudo isso por baixo da mesa, onde todos estavam jantando, falando das mesmas besteiras familiares de sempre.
Florencia percebeu… e olhou de canto. Martín começou a subir a mão pela perna… pelas coxas, deslizando os dedinhos… até chegar na saia.
Acariciou de leve e enfiou a mão por baixo da saia da irmã… enquanto olhava pros outros na mesa pra ninguém notar. Do outro lado, à esquerda, tinha a tia… por sorte a toalha era comprida e escondia tudo.
Martín começou a acariciar a parte interna das coxas da irmã… que ao receber aqueles carinhos, como já vinha quente, começou a molhar a calcinha de novo… fazer o quê.
Por enquanto não disse nada… até que o garoto subiu mais… e mais… até ficar na beirinha de tocar a calcinha.
Naquela hora, Florencia segurou a mão dele disfarçadamente e apertou… sinal claro que dali não podia subir mais.
Ficou então brincando naquela área… tocando o interior das coxas da irmã… sentia elas quentes, enquanto a garota se umedecia.
Florcha pegou o celular e começou a escrever no WhatsApp…
“Seu irmãozinho tá me tocando…”
Apertou enviar. Mandou pra Agustina, que tava sentada na frente.
Agus olhou o celular… se surpreendeu ao ver que a irmã mandou mensagem. Abriu e leu… sentiu um arrepio no corpo todo… parou de falar com o namorado pra escrever pra irmã.
“Sério?... Como assim? Me conta!” Florencia escreveu:
“Ele tá me acariciando… quer me tocar na buceta!”
Agustina mal leu, engasgou com a bebida…
“Que inveja! Você deixou ele te tocar?”
“Não! Ele tá passando a mão nas minhas coxas… quase tocando na minha buceta!”
As duas nem se olhavam pra não levantar suspeitas… só trocavam mensagens no WhatsApp.
“Você tá ficando molhada?” – Agus escreveu.
“Siiiiim”. – Flor respondeu sorrindo.
“Filha da puta. Vai fazer eu ficar molhada também!”
Enquanto isso, o garoto continuava com os roços… num desses movimentos, sem querer um dos dedinhos dele roçou a calcinha da menina… ela nem percebeu… mas ele já tava com o pau duro fazendo pressão na calça jeans… colocou a toalha da mesa em cima pra ninguém ver a ereção.
Tios, avós, primos… todo mundo conversando normalmente ali… quem ia imaginar que as meninas tavam com a bucetinha escorrendo debaixo da mesa… e que faziam coisas tão safadas com o irmão mais novo…
A tia perguntou pra Florencia sobre a escola, ela respondeu sobre as notas boas que tirou no final, e a tia disse “Que responsável! Sempre foi muito estudiosa… viu? Ela é um exemplo! Vocês deviam aprender!” falou pras filhas, ou seja, as primas de Florencia… enquanto sorria pra ela… o que a tia não sabia era que a menina estudiosa e responsável naquele exato momento tava com a calcinha toda molhada… enquanto o irmão mais novo passava a mão nela e quase tocava na buceta!
Depois disso, trouxeram a comida típica, tipo os torrones e essas coisas, e ‘comemoraram’ o Natal à meia-noite.
Um tempo depois, os outros parentes foram embora… alguns já meio bêbados.
O silêncio voltou pra casa. A mãe limpou um pouco e foi dormir na hora, dizendo que tava com muito sono.
Os três jovens ficaram um tempo vendo TV… quando a mãe foi pro quarto e fechou a porta, começaram a conversar na cozinha, em pé, enquanto arrumavam a bagunça. mesa. Falavam baixinho.
—Não pode ser tão pervertido! Você me toca em qualquer lugar já! — disse Florencia tentando ‘repreender’ de alguma forma o irmão…
— Não foi nada!... Além do mais, cê deve ter gostado…
— …Bom… sim, gostei… mas não é motivo pra enfiar a mão na minha buceta a qualquer hora!
Os três riram baixinho…
— Se nem me deixou tocar nela! — respondeu o garoto.
Martín enfiou a mão entre as pernas dela de novo, agora estavam de frente um pro outro, e meteu a mão por baixo da saia. Acariciou a parte interna das coxas com os dedos outra vez, bem perto da calcinha…
— Assim que eu toquei… não toquei na sua buceta, irmãzinha!
— Tenho vergonha de você me tocar aí!
Florcha tirou a mão dele da sua entreperna, enquanto não parava de se molhar.
— Você tem vergonha, Agus? — perguntou o garoto.
Levou a mão até Agustina… sem dizer nada, enfiou por baixo da saia curta, subindo a mão, roçando a pele das coxas com os dedinhos… brincou com eles no interior das coxas da irmã mais velha…
A garota olhava pra ele enquanto o rapaz continuava brincando… acariciava ela toda ali… sentindo o calorzinho… subiu ainda mais… já roçando a calcinha… o garoto podia sentir o tecido… será que ela sentia que ele já quase tava tocando ela?
Ao ver que a irmã não falava nada, continuou roçando a entreperna dela… passava os dedos o mais leve possível sobre as bordas da calcinha… tocava o tecido… e a garota sentia, mas se deixava.
— Viu, Flor? Não acontece nada… olha como eu tô tocando ela…
Enquanto se olhavam nos olhos, Martín apoiou um dedinho na buceta dela, por cima do tecido… tirou na hora… pareceu molhada.
Voltou a acariciar as coxas, bem em cima… e de novo apoiou o dedo na bucetinha. Como a irmã se deixava, subiu bem a mão na entreperna da Agus, e começou a acariciar com dois dedos a buceta dela por cima da calcinha… Sem dúvida, eu sentia ela bem molhadinha!
Florencia ficou olhando pra eles.
— Ele tá te tocando a buceta? — perguntou.
Agustina pegou a saia e levantou, pra mostrar pra irmã. Agora com a Agus segurando a saia pra cima, dava pra ver a calcinha inteira e as pernas dela. E claro, agora Florencia via direitinho como o Martín tinha os dedos na buceta da irmã.
Ela ficou excitadíssima vendo aquela cena.
O garoto mantinha os dedos acariciando a buceta por cima da calcinha branca da irmã… apertou mais, afundando um pouco os dedos junto com o tecido, dentro dos lábios da buceta.
Na hora, Agustina sentiu o prazer e tremeu, fechando os olhos. Martín não acreditava que tava tocando a buceta da própria irmã.
Ele tirou a mão de lá por um instante. Rapidamente desabotoou a calça jeans e puxou o pau duro pra fora, mostrando pras irmãzinhas.
Assim que o pau ficou no ar, ele enfiou a mão de novo na virilha da Agustina. Enquanto roçava a buceta dela…
— Quero ver… quero que vocês me mostrem a buceta… posso puxar sua calcinha, Agus?
A garota não respondeu… já tava tão molhadinha que não se segurou ao ver o pau dele tão duro, e levou a mão pra tocar.
Ela segurou com dois dedos, de leve… enquanto os dois se tocavam, a Florcha ficava olhando… e ela também começou a se tocar por cima da calcinha.
Agustina parou de tocar nele e se virou, pra mostrar bem a raba… a calcinha branca enfiada entre as nádegas…
— Coloca o pau na minha raba, irmãozinho… mas não tira minha calcinha!
A garota se inclinou, quase de quatro, apoiando as mãos na mesa. Assim, o irmão pegou o pau e se aproximou, até enfiar entre as bandas, fazendo pressão no tecido da calcinha… tava tão excitado que sujou ela com a babinha do pau.
Ele passou o pau por ali, mas depois puxou a calcinha um pouco pra baixo. pouco, passando a pica dela pela buceta, por cima do pano. A irmã dela não falou nada.
Ele apoiou a ponta da pica entre os lábios da buceta e tentou empurrar, quando a irmã mais velha soltou um gemido leve.
Vendo tudo isso, Florencia já estava se tocando no clitóris por cima da calcinha. Ela também se inclinou sobre a mesa, provocando o irmãozinho a fazer o mesmo com ela.
— É minha vez! — disse Florcha.
O menino obedeceu, saiu de Agustina e foi pra trás da outra irmã. Levantou a saia dela, vendo toda a raba, e colocou as duas mãos nas laterais das nádegas. Abriu um pouco, separou a raba dela pra meter a pica… colocou bem embaixo, enquanto segurava ela pela cintura. Tentou fazer o mesmo, dobrou um pouquinho os joelhos pra encaixar a pica na buceta. Conseguiu.
Assim que sentiu o tronco dele encostar e deslizar pelos lábios da buceta da irmã, quase gozou. Ele apoiava a cabecinha da pica na buceta, fazendo pressão pra meter… enquanto Florcha suspirava e ofegava. Ela já tava escorrendo muito, e o irmão percebia.
Enquanto passava a pica na xota, ele pegou o elástico da calcinha dela e quis puxar pra baixo.
— Quero que você me mostre a buceta, irmãzinha… deixa eu tirar sua calcinha!
Ela ficou calada, gemendo baixinho, sentindo a pica do irmão bater na buceta virgem dela…
— Tô com vergonha!…
Martín levou uma das mãos pra baixo e enfiou entre as pernas da irmã. Tocou a buceta inteira por cima da calcinha… tava ensopada!
Florcha já tava muito quente e cheia de lubrificação… pela primeira vez o irmão tava tocando bem na buceta dela, sentindo os lábios grossos através do pano molhado!
— Mmmm… você tá toda molhada, irmãzinha… olha, Agus… toca na buceta dela… olha como ela tá molhada.
Agustina esticou o braço e enfiou a mão na virilha da irmã. Florcha… tocou o clitóris e a buceta dela, a irmã dela se contorceu e gemeu.
-Uhhhhh…- Gemeu Florencia.
O garoto enfiou o pau de novo ali, e passou ele bem ao longo da bocetinha… já o tronco dele ficava molhado com os fluidos da irmã, que o tecido da calcinha já não conseguia mais absorver.
-Você gosta que eu passe o pau por aí, irmãzinha?
-…Siiim… ahhhh
-Como você gosta, Flor… vai, me mostra usa a palavra: buceta… me mostra como você tá com a usa a palavra: buceta molhada, por favor…
-…Ahhhh… eu mostro se a Agus também mostrar…
Florencia já não aguentava mais. Precisava se tocar pra ter o orgasmo… e um só não ia bastar. A coitada já sentia gotas da usa a palavra: buceta escorrendo pelas coxas…
Martín parou por um momento. Olhou pra Agustina.
-…Ok… a gente vai mostrar… mas antes enfia de novo o pinto na Booty… que eu adoro…- Disse Agustina.
O rapaz obedeceu a puta sem vergonha da irmã mais velha, ela abriu a Booty com as mãos, e ele enfiou o pau duro na Booty dela de novo, ela amava aquilo… amava sentir ele ali.
-Mete por baixo da calcinha, irmãozinho… coloca bem na Booty!
Ele obedeceu, e mexeu um pouquinho, de leve, a calcinha pra enfiar o pau bem fundo. Empurrou, e sentiu de novo o buraquinho quente do ass da Agustina, batendo na glande gorda e inchadíssima dele.
-Uhhh… isso… aí, cara…
-Ahh… irmãzinha… não aguento mais!…
-Vai, porquinho… deixa ele mais um pouco na Booty… deixa ele assim cravadinho que eu adoro…
-Vou gozar, Agus… vou gozar…!
Agustina já tava igual uma puta no cio… e o Martín pior… depois de todas aquelas coisas que a irmã lindíssima pedia… era quase desumano continuar resistindo… ele tinha o pau bem cravado no buraquinho da Booty da Agustina, e já não aguentava mais… o líquido pré-seminal jorrava pra caralho, sujando a bunda toda da irmã. Por algumas frações de segundo, passava pela cabeça dele tentar enfiar no cuzinho dela, já que a irmã dele tava tão excitada que ia deixar… mas ele não fez. Tava quase gozando.
Ele se afastou da irmã. Não aguentava mais. Agustina entendeu, enquanto mordia os lábios, mais gostosa e puta do que nunca. A mina se inclinou ainda mais, até ficar de quatro, em pé apoiada na mesa.
— Então… tira minha calcinha, irmãozinho… vai, tira minha calcinha e olha minha pussy!
O cara ficou travado por uns segundos. No meio do tesão doido, da goza que tava prestes a sair, da pica que ia explodir, e do que a irmã mais velha tava pedindo… ele achava que ela ia tirar a calcinha sozinha.
— Tá esperando o quê, cara? Quer ver minha buceta molhada ou não?
Continua…
Esclarecimento 2: todos os personagens representados nesta história SÃO MAIORES DE IDADE.Capítulo XIV: Presente de NatalDepois de um longo dia cheio de prazer, chegou o dia de Natal.
Florencia acordou de manhã e leu a lista que a mãe deixou escrita num papel com as coisas que precisava comprar pra noite.
Ela se vestiu e foi pro supermercado. Comprou tudo que a mãe tinha mandado e voltou pra casa um pouco depois do meio-dia.
Deixou as compras na mesa e, já se sentindo meio suada por causa do calor, se despiu, ficando só de sutiã e fio dental.
Começou a arrumar as coisas enquanto Agustina acabava de levantar. Ela foi até a cozinha de calcinha e peitos de fora, e encontrou a irmã, ainda esfregando o rosto pra acordar de vez. Foi até ela e deu um beijo no rosto.
— Oi, maninha.
— Bom dia, Agus… tudo bem?
— Sim… você saiu pra comprar?
— Sim. Mamãe deixou uma lista com as coisas pra hoje à noite…
— Ahh… podia ter me acordado… aí a gente ia junto.
— Nada, você com certeza chegou tarde… melhor ter dormido.
— É… bom, é sobre isso que queria te contar.
— O que aconteceu?... Vocês fizeram?
— Hã?
— …Se você transou com seu namorado, sua burra…
— Ahhh… haha… não!
— E então?
Agustina pegou a mão da irmã e colocou sobre os próprios peitos.
— Toca aqui… não sente algo estranho?
Florencia, surpresa, começou a passar a mão nos peitos de Agustina, sentindo aquela sensação típica de quando tocava a Booty e tinha porra já grudada do irmão.
Imediatamente a mais nova sacou.
— Sua putinha! Ele gozou nos seus peitos! Você deixou?!
— Sim, me deixou com muito tesão, sua burra… deixei e ele esporrou tudo nos meus peitos.
— …E foi bom??
— Simmm. Adorei. Acho que nunca te contei que nunca tinham gozado nos meus peitos antes.
— …Não… nunca me disse…
Florcha tirou a mão dos peitos da irmã e continuou arrumando as compras na mesa.
— Vou tomar um banho rápido, maninha, até a calcinha tá suja.
— Ok.
— Depois te ajudo com isso.
Agustina foi tomar banho. pra tirar aqueles restos de porra grudenta dos peitos, e trocar de roupa, porque aquela calcinha azul já tinha molhado inteira na noite anterior. Tirou ela e deixou jogada no canto do banheiro, e tomou banho.
Depois disso, já limpinha, vestiu uma tanga limpa e um sutiã, e foi pra cozinha ajudar a irmã dela.
Já estava no fim da tarde, e começaram a preparar tudo pra noite, porque iam vir alguns parentes como sempre.
As duas se colocaram na bancada da cozinha. Tiraram as pernas de cordeiro, o frango, as batatas, as cebolas…
— Beleza. Quem corta isso? — Perguntou Agustina apontando pro frango.
— Você. Me deixa com as batatas.
— Também tem que trazer a mesa da sala pra cá e arrumar os talheres.
— Disso o Martín podia cuidar, né?
— É… vai acordar ele pra nos ajudar.
— Ok.
Florcha foi até o quarto do irmão dela, abriu a cortina e a janela pra entrar luz, e olhou pro garoto enquanto ele dormia na cama, completamente destapado, de barriga pra cima e de cueca, dava pra ver a rola meio dura.
Ela tocou no ombro do garoto várias vezes até ele acordar.
— Acorda que você tem que nos ajudar a preparar as coisas pra essa noite.. vai!
— …Tá bom! Não grita…
Martín nem abriu os olhos, tava com muito sono.. tentou continuar dormindo!
Florencia ficou esperando do lado da cama, vendo que ele não reagia… continuou olhando pro pau dele e se aproximou, abriu bem a mão e agarrou a rola dele por cima da cueca, e apertou.
— Auu!!! O que você fez? — Disse Martín abrindo os olhos.
— Nada, idiota! Te peguei no pau pra ver se assim você acorda!
— Já entendi… já vou. Apertou forte, vaca.
— Isso é por não me obedecer!.. E ainda já tá dura de novo!
— É.. bom.. é normal ficar assim quando acordo.
O rapaz olhou pra ela e a primeira coisa que viu foi a raba da Florcha enquanto ela caminhava de volta pra cozinha. Ela tava de tanga! Motivo suficiente pra fique dura feito pedra.
Imediatamente se levantou e foi bocejando até o banheiro escovar os dentes. Depois de fazer isso, enquanto secava a boca com uma toalha, viu a calcinha suja azul da Agustina largada ali no banheiro.
Pegou ela e não conseguiu evitar abrir como sempre, e sentir aquele cheiro típico de buceta quente de adolescente.
Ficou tentado a bater uma punheta, mas não fez. Deixou a calcinha cheirosa largada e saiu do banheiro. Foi até a cozinha, enquanto as irmãs preparavam a comida na bancada, de costas pra ele, mostrando as duas a bunda pelada e as costas nuas, só com a tira do sutiã. Porra!
Florcha tava com um conjunto branco, e a Agustina, cor da pele…
Ele se aproximou delas e ficou atrás… ainda só de cueca, e com o pau bem duro por baixo do tecido, se encostou na Agustina, enfiando ele na bunda dela.
-Já começamos… -A garota disse.
Florencia olhou e viu o irmãozinho encostando na Agus.
-Para de brincadeira, querido, você tem que trazer e arrumar a mesa, pegar todos os talheres na sala e colocar eles.. -Disse Flor.
-É tanto trabalho assim pra mim? Que sacanagem! -Disse o rapaz, enquanto continuava esfregando tudo na Agus.
-Se não quer fazer, então vem cozinhar você!
-…Melhor fazer o que vocês mandaram!
-Hahaha.
-Hahahaha.
Martín continuava apertando a Agustina toda, enquanto abaixava a cueca só um pouco, o suficiente pro pau pular pra fora.
Tentou ajustar a posição e mirar bem entre as nádegas da irmã, e encostou ele no meio, por cima da tanga.
Agustina continuava na dela, cortando o frango com uma faca grande, enquanto o irmãozinho encostava o pau entre as bandas da bunda dela.
-Não teve o suficiente com as quatro punhetas de ontem que já tá durinho de novo?
-É Agus.. vocês me deixam assim.
As duas riam.
-Peguei sua calcinha no banheiro agora e você deixou com um cheiro muito gostosa.. ficou excitada ontem à noite?
-Sim, maninho…
A conversa estava esquentando os três. Agustina já estava ficando molhada enquanto sentia o pau duro do irmão batendo na bunda dela.
Enquanto continuava com isso, ele levou as duas mãos para a frente e agarrou os peitos de Agustina, por cima do sutiã, com as mãos abertas, apertando-os.
A garota largou a faca e fechou os olhos, curtindo o maninho apalpando e apertando os peitos dela, enfiando o pau na bunda dela, brincando.
Já tinha deixado ela excitada… Florencia olhava para eles e disse:
-Parem de brincar, temos que fazer as coisas… manda ver!
Martín soltou os peitos da Agus e se afastou dela. A garota abriu os olhos de novo, já toda excitada. O garoto se moveu para o lado, se colocando atrás da Florcha, e com os dedos, levou o pau duro até a bunda enorme da outra irmã dele.
Passou o pau pelas bochechas gordas e depois enfiou entre as nádegas, como sempre.
Florencia suspirou.
Martín levou as duas mãos para a frente e agora agarrou os peitos de Flor por cima do sutiã, enquanto se movia para trás e para a frente, empurrando com o pau na bunda da irmã, enfiando a calcinha fio-dental bem para dentro.
Florcha continuava descascando as batatas como podia, enquanto o maninho fazia de tudo com ela. Ela também começou a sentir o prazer, e como o corpo dela ia esquentando cada vez mais.
Martín apalpava os peitos dela e apertava, enfiava as mãos para dentro do sutiã e roçava os biquinhos rosados, já bem durinhos.
Deixou uma mão num peito, e a outra levou para trás e começou a apalpar a bunda dela, acariciando uma bochecha… tão macia e quente.
Para Florencia, sentir o maninho tocando os peitos dela, a bunda, e o pau duro fazendo contato com a bunda e a calcinha fio-dental… foi o suficiente para ela começar a ficar molhada.
Mesmo se excitando muito, ela fingia que não queria.
-…Chega.. maninho.. tenho que cozinhar.. sério…
-Deixa disso, Flor… Você não tá… - Gostou? - disse Martín apertando o mamilo dela por baixo do sutiã, e enfiando a pica no meio da raba em cima da calcinha fio dental, afundando ela.
- …Sim… sim, tô gostando, cara… mas agora tô cozinhando! - respondeu Florcha, já sentindo a calcinha fio dental molhada pela buceta dela.
Martín tirou a mão daquele peito, ajeitando o sutiã dela, e puxou a pica da raba da irmã, que continuava descascando as batatas, agora toda excitada e com o rosto vermelho.
Ele voltou a ficar atrás da Agustina. Fez a mesma coisa com ela, agarrando os peitos dela e enfiando o pau entre as nádegas… ela se deixava, adorava… largou o negócio de cozinhar de lado, enquanto a buceta dela ficava toda babada e ela mordia os lábios, apoiando as mãos na bancada.
O garoto passava a pica por toda a raba dela, até que, sem querer, a cabecinha entrou por baixo da calcinha fio dental, no meio das nádegas.
A garota adorou… já estava tão excitada que não falou nada.
Martín empurrou um pouco, enfiando agora por baixo da calcinha fio dental..
Ele já estava muito, muito excitado… se se tocasse um pouco, gozava na hora.
Continuou brincando ali, apalpando os peitos dela, quando de repente empurrou um pouco mais, e a glande bateu no buraquinho da raba da irmã dele!
- Mmm… Tá gostando, irmãzinha?
- Deus… cara tarado!... Mete mais pra dentro!
Ela estremeceu ao sentir o pau do irmão roçando o cu dela… tava derretendo lá embaixo na buceta. Queria sentir bem no rabo.
Florencia largou as batatas por um momento, e focou em ver os irmãos.. aquela frase da Agustina surpreendeu ela. Olhou bem e reparou como o pau do irmãozinho tava por baixo da calcinha fio dental da Agus.
- Ele meteu?! Vocês tão fodendo?!???
- ..Não!… ele tá encostando na minha raba! Mas não mete, moleque!
O garoto empurrou mais pra frente, com a calcinha fio dental meio desviada, e conseguiu enfiar a cabeça da pica toda inchada, no meio do cu da Agustina… não podia acreditar. E se ele Metia pra dentro? Ia tar comendo ela! Ia tar comendo a bunda da irmã mais velha dele!!
-Mmmmmhhhhh… aí, irmãozinho… -Disse Agustina toda excitada, sentindo a pica do irmão no buraquinho da bunda.
Martín tentou enfiar mais fundo, fazendo pressão contra a bundinha delicada da Agustina… ver ela tão excitada, encostada na bancada da cozinha… foi demais, ele sentiu que já ia gozar. Imediatamente tirou de lá e se afastou pra trás, pra não gozar… quase!
-O que foi? -Perguntou Agustina de olhos fechados, com uma puta necessidade de sentir a pica roçando a entrada da bunda dela de novo.
-…É que quase gozo, irmãzinha!
-…Enfia de novo… vai!
Agustina já tava super tarada… queria ser comida ali mesmo, em pé… queria que puxassem a calcinha fio dental pro lado e metessem até o fundo da buceta molhada dela… mas era o irmão dela… não podia fazer isso.
Com a irmã mais velha implorando pra ele enfiar a pica na bunda, o garoto não aguentava tanta putaria… respirou fundo, e se aproximou dela de novo, pegou a calcinha fio dental da irmã com dois dedos, e puxou de leve, não conseguia ver o cu dela porque as nádegas estavam fechadas e isso impedia, mas enfiou o pau duro e pulsante lá de novo… era inacreditável o quanto aquela parte do corpo da Agustina era quente… e ela sentia a pica do irmãozinho super quente.
Todo mundo tava suando… Florencia já tava só olhando… e a buceta dela também tava escorrendo.
Enquanto Agustina curtia ter a cabecinha gorda e inchada do pau do irmão na bunda, sentindo ele molhar o buraquinho dela com líquido pré-gozo… abriu os olhos e olhou pra irmã dela… sorriu pra ela, enquanto a Florcha tava se esfregando a buceta por cima da calcinha fio dental, olhando pra eles.
Martín já tava com o instinto animal de gozar tudo e arrebentar o cu da irmã linda dele… de novo tava muito perto de perder a virgindade… mas ele se segurava como podia, empurrando, enquanto o pau dele batia no buraco da bunda da Agus.. e as pernas dele batiam nas da irmã dela… ela tava morrendo de sentir a rola encostar ali.. era foda…
- Posso abaixar sua calcinha, Agus? Quero ver sua buceta!
- …Não!.. isso não, cara…
O garoto saiu dela, porque de novo sentia que ia gozar.. enquanto se acalmava um pouco, olhou pra outra irmã dele, e chegou a vez dela.
Ele voltou a se posicionar atrás da Florencia, agarrou ela pela cintura e encostou bem o pau duro na bunda… enquanto brincava passando ele por cima da calcinha pequenininha…
Ele se mexia como se tivesse comendo ela ali mesmo, em pé… enquanto a Florcha suspirava, sentindo a calcinha encharcada e a buceta virgem toda quente.
A Agustina tava igual uma putinha no cio… olhava pra eles enquanto se acariciava um peito por cima do sutiã e chupava um dedo.
O Martín tava doido… se abaixou, e enfiou a cara entre as pernas da Florencia, chegou bem perto da virilha, ali debaixo da bunda, e sentiu aquele cheirinho típico de buceta excitada…
A garota percebeu.
- O que cê tá fazendo, menino?
- Tava sentindo seu cheiro, Flor.. cê tá muito excitada?
- Sim… mas não faz assim.. me dá vergonha!
- É que eu amo seu cheiro de buceta, irmãzinha…
Isso só deixou o garoto mais louco… o coração já tava batendo a mil… Ele se levantou de novo, e deu um tapa na bunda enorme dela.
- Auuu!!!!
- Que foi? Se você adora…
Deu outro tapa na bunda dela.
- Não faz mais! – Gritou a Florencia.
- Se você ama, porquinha… cê tá muito molhada? – Perguntou o Martín dando outro tapa na bunda dela.
- Ahhh!! Sim…
- Sim o quê?
- Siiiiim, tô molhadaaa!
Depois de ouvir ela assim, o Martín tentou se acalmar porque ia encher a casa inteira de porra…
As duas garotas não paravam de vazar fluidos com a situação…
- Bate você também, Agus! Olha como ela gosta! – Disse o Martín dando um tapa na bunda da Florencia. Flor.
Agustina aceitou e deu um tapa no outro lado da bunda da Florcha.
— Mmhhhh aaaahh. — Gemeu Florcha, inclinada no balcão, com as batatas na frente, meio descascadas.
Martín e Agustina continuaram dando tapas, um em cada lado da bunda gorda da Florencia… que ia ficando cada vez mais vermelha e avermelhada.
— Tá gostando, Flor? — Perguntou Agustina, enquanto dava palmadas na bunda dela.
— Aaaaia… chega… sim… tô gostando… mas isso é errado!
— Menina safada! Cê gosta de levar palmada na bunda! — Disse Agustina.
Martín não se tocava no pau… se ele se tocasse, ou se enfiasse de novo na bunda de alguma das irmãs, ia gozar… ele tava extremamente excitado… enquanto continuava dando tapas na bunda da Florcha, junto com a Agustina… já tava com os lados vermelhos! A cada palmada, a bunda inteira balançava… era incrivelmente excitante!
Florencia também tava quase chegando ao orgasmo… sem nem se tocar… mas agora com cada tapa na bunda… era muito prazer… ela se sentia tão puta e suja que adorava. Cada roçada do clitóris no tecido da calcinha fio-dental era fatal… ele tava molhado e inchadinho.
Ela tentou voltar à realidade, cair na terra depois de toda essa loucura…
— Chega… chega, Agus… chega, irmãozinho… sério… a gente tem que cozinhar e preparar tudo… e ainda não fizemos nada!
Agustina pareceu entender e parou de bater na bunda…
— …Daqui a pouco a mãe vai chegar e vai nos matar… — Disse Florcha de novo.
Martín tentou resistir, não conseguia parar. Tava excitado demais, extremamente tesudo. Deu outro tapa, e depois com as duas mãos abertas nos lados da bunda, amassou ela toda.
— Cê tá passando dos limites, cara!!!!
Florencia tirou as mãos dele dali, e o garoto finalmente parou…
— Deixaram minha bunda vermelha! Tá ardendo um pouco… — Disse Florcha, acariciando a própria bunda, como se estivesse se mimando.
O garoto ficou parado assim… enfiou o pau durasso pra dentro da cueca, notando-se a besta a ereção... obedeceu a irmã e começou a arrumar as mesas, as toalhas e os talheres...
O que dizer da Agustina... engoliu saliva enquanto se acalmava... pegou a faca de novo pra cortar o frango... tava com a buceta bem quentinha e molhada... toda viscosa, com a calcinha fio dental bem úmida... e tinha o furinho rosa do cu cheio de baba da pica do irmão.
Florencia ajeitou o cabelo um pouco... tava toda suada e vermelha... ficou com a raba toda roxa e quente... e a xerequinha babada e inchada. A calcinha fio dental dela tava diretão molhadíssima... o tecido quase não dava conta de absorver tanta excitação que escorria daquela buceta.
As duas minas podiam sentir o cheiro do tesão que tavam... aquele cheiro característico tava no ar... no ar da cozinha... aquele aroma de buceta quente, excitada e molhada... se olharam disfarçadamente e sorriram uma pra outra...
Elas ficaram cozinhando as duas na bancada... e ficaram bem quentes e excitadinhas... ambas com a buceta molhada e escorrendo, prontas pra serem comidas.
Prepararam a comida naquele estado... já era meio da tarde. Deixaram tudo pronto, ligaram o forno, e esperaram a mãe chegar e depois os parentes pra ceia de Natal...
Martim preparou tudo e foi tomar banho... abriu direto a água fria, bem fria, pra se refrescar do calor intenso e da putaria intensa que tinha pego com as irmãzinhas taradas...
As minas deixaram tudo pronto e foram pro quarto delas, pra já escolher que roupa iam vestir, e tal...
Assim que entraram as duas no quarto, Agustina olhou pra Florencia por trás, vendo a raba toda marcada e roxa.
— Ainda tá ardendo?
— O quê? — Perguntou Florcha se virando.
— A raba!
— Ahh... não, já tô de boa... mas ainda tô excitada!
— Eu também... quer me tocar pra ver como eu tô de xereca?
— Fala aí... deixa eu ver.
Agustina ficou de pé e abriu um pouco as pernas. A Irmã Florcha se aproximou e enfiou a mãozinha na virilha dela.
Com dois dedos, tocou a buceta dela por cima da calcinha fio dental, sentindo ela bem molhada e macia.
— Agora me toca você. — Disse Florencia.
Florcha tirou a mão de lá, e agora foi Agustina quem levou dois dedos até a buceta da irmãzinha mais nova. Ela tocou toda a área da vagina e sentiu ela muito, muito molhada.
— Você se molhou toda, irmãzinha!
— Sim…
— Você gosta de levar palmadas na raba, putinha! Haha…
— Já vou te pegar!
Agustina colocou as duas mãos nos quadris da irmã, pegou o elástico da calcinha fio dental e puxou para baixo até as coxas… vendo o púbis cheio de pelinhos.
Passou a mão por ali, agarrando esses pelinhos, brincando enquanto se olhavam…
— Que vontade de transar que eu tô! — Disse Agustina.
Depois, Florencia tirou a própria calcinha fio dental completamente, descendo pelas pernas até deixar caída no chão. Ela se virou e se deitou na cama… meio cansada. Teve uma ideia.
Ela se ajoelhou na cama e mexeu o travesseiro até colocá-lo debaixo dela… ajeitou e sentou em cima do travesseiro.
— Awww… você vai montar no travesseiro como quando éramos crianças?
— Sim! Preciso me masturbar, Agus… e os dedos não são suficientes hoje!
— Que ideia boa! Quer fazer isso juntas?
— Vamos… mas fecha a porta!
Agustina fechou a porta do quarto e, aproveitando que o cara estava tomando banho e a mãe ainda não tinha chegado, as irmãs queriam aliviar o tesão.
Logo ela também tirou a calcinha fio dental, jogando no chão, e se meteu na cama dela, ajeitando o travesseiro e sentando em cima.
— Faz anos que a gente não faz isso!
As duas estavam cada uma na sua cama, só de sutiã, mas sem calcinha fio dental, sentadas em cima dos travesseiros… e começaram a cavalgá-los!
Estavam tão tesudas que precisavam se masturbar… esfregavam a buceta contra os travesseiros, sujando eles com os fluidos… roçando os clitóris contra o telas…
Florencia em pouco tempo já estava gozando… se movia em cima do travesseiro com força, como se estivesse dando… e esfregava a buceta quente por todo o travesseiro.
-Ahhhhhh… deus!
Agustina fazia mais devagar, aproveitando mais… molhando o travesseirinho… se dando prazer, com o clitóris inchado roçando no tecido, era terrivelmente gostoso…
-Mmmmhhhh ayy já tô quase Agus!- Disse Florcha já quase no clímax.
-Eu também maninha… uhmmm… tô com muita vontade de dar! deus… vamos transar rápido?
-Siiim… quero transar rápido!
-Mmmmhhh… vamos transar rápido Flor…
As duas aumentaram a velocidade, se roçando e apertando a buceta contra o travesseiro, se tensionando e gozando juntas num orgasmo simultâneo…
-Ahhhhhhhhhhhhhh… siiiiiiiiiiiiii
Se agarraram firme no travesseiro com as mãos, enquanto o corpo todo derretia depois do orgasmo… ficaram paradas, se deitando exaustas na cama.
-Uff… como foi?-Perguntou Agustina.
-…Não tenho nem vontade de falar… deus que delícia!
Depois de uns minutos descansando assim, Agustina levantou e pegou uma toalha pra tomar banho… foi se lavar… e depois foi Florencia.
Já banhadas, estavam as duas no quarto, peladas, com a porta fechada.
Florencia abriu a gaveta, pegou a primeira calcinha que viu, e jogou outra pra irmã… se vestiram casual… uma saia preta as duas, e uma regata justa com detalhes.
Enquanto conversavam besteira, se vestindo… as duas ainda estavam excitadas… apesar do orgasmo no travesseiro… as duas continuavam com tesão… o que tinha rolado aquela tarde com o irmãozinho, tinha sido demais.
Nisso, chegou a mãe… já no fim da tarde, começaram a chegar os parentes que vinham jantar aquela noite… alguns tios que só viam uma vez por ano… o primo… a prima…
Cumprimentaram todo mundo, colocando as melhores caras, e depois de um tempo jantaram todos juntos.
Cada Tanto a Agustina trocando mensagem com o namorado, enquanto Florcha ficava por dentro da vida da prima… Martín ali quietinho, entediado… mas com a pica meio acordada, qualquer estímulo mínimo e já subia na hora… não tinha gozado à tarde.
Já avançando a noite, depois do jantar… o garoto se cansou do tédio… como do lado dele, à direita, estava sentada a irmã Florcha, esticou a mão até pousar nos joelhos descobertos da garota… tudo isso por baixo da mesa, onde todos estavam jantando, falando das mesmas besteiras familiares de sempre.
Florencia percebeu… e olhou de canto. Martín começou a subir a mão pela perna… pelas coxas, deslizando os dedinhos… até chegar na saia.
Acariciou de leve e enfiou a mão por baixo da saia da irmã… enquanto olhava pros outros na mesa pra ninguém notar. Do outro lado, à esquerda, tinha a tia… por sorte a toalha era comprida e escondia tudo.
Martín começou a acariciar a parte interna das coxas da irmã… que ao receber aqueles carinhos, como já vinha quente, começou a molhar a calcinha de novo… fazer o quê.
Por enquanto não disse nada… até que o garoto subiu mais… e mais… até ficar na beirinha de tocar a calcinha.
Naquela hora, Florencia segurou a mão dele disfarçadamente e apertou… sinal claro que dali não podia subir mais.
Ficou então brincando naquela área… tocando o interior das coxas da irmã… sentia elas quentes, enquanto a garota se umedecia.
Florcha pegou o celular e começou a escrever no WhatsApp…
“Seu irmãozinho tá me tocando…”
Apertou enviar. Mandou pra Agustina, que tava sentada na frente.
Agus olhou o celular… se surpreendeu ao ver que a irmã mandou mensagem. Abriu e leu… sentiu um arrepio no corpo todo… parou de falar com o namorado pra escrever pra irmã.
“Sério?... Como assim? Me conta!” Florencia escreveu:
“Ele tá me acariciando… quer me tocar na buceta!”
Agustina mal leu, engasgou com a bebida…
“Que inveja! Você deixou ele te tocar?”
“Não! Ele tá passando a mão nas minhas coxas… quase tocando na minha buceta!”
As duas nem se olhavam pra não levantar suspeitas… só trocavam mensagens no WhatsApp.
“Você tá ficando molhada?” – Agus escreveu.
“Siiiiim”. – Flor respondeu sorrindo.
“Filha da puta. Vai fazer eu ficar molhada também!”
Enquanto isso, o garoto continuava com os roços… num desses movimentos, sem querer um dos dedinhos dele roçou a calcinha da menina… ela nem percebeu… mas ele já tava com o pau duro fazendo pressão na calça jeans… colocou a toalha da mesa em cima pra ninguém ver a ereção.
Tios, avós, primos… todo mundo conversando normalmente ali… quem ia imaginar que as meninas tavam com a bucetinha escorrendo debaixo da mesa… e que faziam coisas tão safadas com o irmão mais novo…
A tia perguntou pra Florencia sobre a escola, ela respondeu sobre as notas boas que tirou no final, e a tia disse “Que responsável! Sempre foi muito estudiosa… viu? Ela é um exemplo! Vocês deviam aprender!” falou pras filhas, ou seja, as primas de Florencia… enquanto sorria pra ela… o que a tia não sabia era que a menina estudiosa e responsável naquele exato momento tava com a calcinha toda molhada… enquanto o irmão mais novo passava a mão nela e quase tocava na buceta!
Depois disso, trouxeram a comida típica, tipo os torrones e essas coisas, e ‘comemoraram’ o Natal à meia-noite.
Um tempo depois, os outros parentes foram embora… alguns já meio bêbados.
O silêncio voltou pra casa. A mãe limpou um pouco e foi dormir na hora, dizendo que tava com muito sono.
Os três jovens ficaram um tempo vendo TV… quando a mãe foi pro quarto e fechou a porta, começaram a conversar na cozinha, em pé, enquanto arrumavam a bagunça. mesa. Falavam baixinho.
—Não pode ser tão pervertido! Você me toca em qualquer lugar já! — disse Florencia tentando ‘repreender’ de alguma forma o irmão…
— Não foi nada!... Além do mais, cê deve ter gostado…
— …Bom… sim, gostei… mas não é motivo pra enfiar a mão na minha buceta a qualquer hora!
Os três riram baixinho…
— Se nem me deixou tocar nela! — respondeu o garoto.
Martín enfiou a mão entre as pernas dela de novo, agora estavam de frente um pro outro, e meteu a mão por baixo da saia. Acariciou a parte interna das coxas com os dedos outra vez, bem perto da calcinha…
— Assim que eu toquei… não toquei na sua buceta, irmãzinha!
— Tenho vergonha de você me tocar aí!
Florcha tirou a mão dele da sua entreperna, enquanto não parava de se molhar.
— Você tem vergonha, Agus? — perguntou o garoto.
Levou a mão até Agustina… sem dizer nada, enfiou por baixo da saia curta, subindo a mão, roçando a pele das coxas com os dedinhos… brincou com eles no interior das coxas da irmã mais velha…
A garota olhava pra ele enquanto o rapaz continuava brincando… acariciava ela toda ali… sentindo o calorzinho… subiu ainda mais… já roçando a calcinha… o garoto podia sentir o tecido… será que ela sentia que ele já quase tava tocando ela?
Ao ver que a irmã não falava nada, continuou roçando a entreperna dela… passava os dedos o mais leve possível sobre as bordas da calcinha… tocava o tecido… e a garota sentia, mas se deixava.
— Viu, Flor? Não acontece nada… olha como eu tô tocando ela…
Enquanto se olhavam nos olhos, Martín apoiou um dedinho na buceta dela, por cima do tecido… tirou na hora… pareceu molhada.
Voltou a acariciar as coxas, bem em cima… e de novo apoiou o dedo na bucetinha. Como a irmã se deixava, subiu bem a mão na entreperna da Agus, e começou a acariciar com dois dedos a buceta dela por cima da calcinha… Sem dúvida, eu sentia ela bem molhadinha!
Florencia ficou olhando pra eles.
— Ele tá te tocando a buceta? — perguntou.
Agustina pegou a saia e levantou, pra mostrar pra irmã. Agora com a Agus segurando a saia pra cima, dava pra ver a calcinha inteira e as pernas dela. E claro, agora Florencia via direitinho como o Martín tinha os dedos na buceta da irmã.
Ela ficou excitadíssima vendo aquela cena.
O garoto mantinha os dedos acariciando a buceta por cima da calcinha branca da irmã… apertou mais, afundando um pouco os dedos junto com o tecido, dentro dos lábios da buceta.
Na hora, Agustina sentiu o prazer e tremeu, fechando os olhos. Martín não acreditava que tava tocando a buceta da própria irmã.
Ele tirou a mão de lá por um instante. Rapidamente desabotoou a calça jeans e puxou o pau duro pra fora, mostrando pras irmãzinhas.
Assim que o pau ficou no ar, ele enfiou a mão de novo na virilha da Agustina. Enquanto roçava a buceta dela…
— Quero ver… quero que vocês me mostrem a buceta… posso puxar sua calcinha, Agus?
A garota não respondeu… já tava tão molhadinha que não se segurou ao ver o pau dele tão duro, e levou a mão pra tocar.
Ela segurou com dois dedos, de leve… enquanto os dois se tocavam, a Florcha ficava olhando… e ela também começou a se tocar por cima da calcinha.
Agustina parou de tocar nele e se virou, pra mostrar bem a raba… a calcinha branca enfiada entre as nádegas…
— Coloca o pau na minha raba, irmãozinho… mas não tira minha calcinha!
A garota se inclinou, quase de quatro, apoiando as mãos na mesa. Assim, o irmão pegou o pau e se aproximou, até enfiar entre as bandas, fazendo pressão no tecido da calcinha… tava tão excitado que sujou ela com a babinha do pau.
Ele passou o pau por ali, mas depois puxou a calcinha um pouco pra baixo. pouco, passando a pica dela pela buceta, por cima do pano. A irmã dela não falou nada.
Ele apoiou a ponta da pica entre os lábios da buceta e tentou empurrar, quando a irmã mais velha soltou um gemido leve.
Vendo tudo isso, Florencia já estava se tocando no clitóris por cima da calcinha. Ela também se inclinou sobre a mesa, provocando o irmãozinho a fazer o mesmo com ela.
— É minha vez! — disse Florcha.
O menino obedeceu, saiu de Agustina e foi pra trás da outra irmã. Levantou a saia dela, vendo toda a raba, e colocou as duas mãos nas laterais das nádegas. Abriu um pouco, separou a raba dela pra meter a pica… colocou bem embaixo, enquanto segurava ela pela cintura. Tentou fazer o mesmo, dobrou um pouquinho os joelhos pra encaixar a pica na buceta. Conseguiu.
Assim que sentiu o tronco dele encostar e deslizar pelos lábios da buceta da irmã, quase gozou. Ele apoiava a cabecinha da pica na buceta, fazendo pressão pra meter… enquanto Florcha suspirava e ofegava. Ela já tava escorrendo muito, e o irmão percebia.
Enquanto passava a pica na xota, ele pegou o elástico da calcinha dela e quis puxar pra baixo.
— Quero que você me mostre a buceta, irmãzinha… deixa eu tirar sua calcinha!
Ela ficou calada, gemendo baixinho, sentindo a pica do irmão bater na buceta virgem dela…
— Tô com vergonha!…
Martín levou uma das mãos pra baixo e enfiou entre as pernas da irmã. Tocou a buceta inteira por cima da calcinha… tava ensopada!
Florcha já tava muito quente e cheia de lubrificação… pela primeira vez o irmão tava tocando bem na buceta dela, sentindo os lábios grossos através do pano molhado!
— Mmmm… você tá toda molhada, irmãzinha… olha, Agus… toca na buceta dela… olha como ela tá molhada.
Agustina esticou o braço e enfiou a mão na virilha da irmã. Florcha… tocou o clitóris e a buceta dela, a irmã dela se contorceu e gemeu.
-Uhhhhh…- Gemeu Florencia.
O garoto enfiou o pau de novo ali, e passou ele bem ao longo da bocetinha… já o tronco dele ficava molhado com os fluidos da irmã, que o tecido da calcinha já não conseguia mais absorver.
-Você gosta que eu passe o pau por aí, irmãzinha?
-…Siiim… ahhhh
-Como você gosta, Flor… vai, me mostra usa a palavra: buceta… me mostra como você tá com a usa a palavra: buceta molhada, por favor…
-…Ahhhh… eu mostro se a Agus também mostrar…
Florencia já não aguentava mais. Precisava se tocar pra ter o orgasmo… e um só não ia bastar. A coitada já sentia gotas da usa a palavra: buceta escorrendo pelas coxas…
Martín parou por um momento. Olhou pra Agustina.
-…Ok… a gente vai mostrar… mas antes enfia de novo o pinto na Booty… que eu adoro…- Disse Agustina.
O rapaz obedeceu a puta sem vergonha da irmã mais velha, ela abriu a Booty com as mãos, e ele enfiou o pau duro na Booty dela de novo, ela amava aquilo… amava sentir ele ali.
-Mete por baixo da calcinha, irmãozinho… coloca bem na Booty!
Ele obedeceu, e mexeu um pouquinho, de leve, a calcinha pra enfiar o pau bem fundo. Empurrou, e sentiu de novo o buraquinho quente do ass da Agustina, batendo na glande gorda e inchadíssima dele.
-Uhhh… isso… aí, cara…
-Ahh… irmãzinha… não aguento mais!…
-Vai, porquinho… deixa ele mais um pouco na Booty… deixa ele assim cravadinho que eu adoro…
-Vou gozar, Agus… vou gozar…!
Agustina já tava igual uma puta no cio… e o Martín pior… depois de todas aquelas coisas que a irmã lindíssima pedia… era quase desumano continuar resistindo… ele tinha o pau bem cravado no buraquinho da Booty da Agustina, e já não aguentava mais… o líquido pré-seminal jorrava pra caralho, sujando a bunda toda da irmã. Por algumas frações de segundo, passava pela cabeça dele tentar enfiar no cuzinho dela, já que a irmã dele tava tão excitada que ia deixar… mas ele não fez. Tava quase gozando.
Ele se afastou da irmã. Não aguentava mais. Agustina entendeu, enquanto mordia os lábios, mais gostosa e puta do que nunca. A mina se inclinou ainda mais, até ficar de quatro, em pé apoiada na mesa.
— Então… tira minha calcinha, irmãozinho… vai, tira minha calcinha e olha minha pussy!
O cara ficou travado por uns segundos. No meio do tesão doido, da goza que tava prestes a sair, da pica que ia explodir, e do que a irmã mais velha tava pedindo… ele achava que ela ia tirar a calcinha sozinha.
— Tá esperando o quê, cara? Quer ver minha buceta molhada ou não?
Continua…
8 comentários - Irmãs: fio dental e calcinhas X
Gracias por repostearla , te dejó 10 Puntos crack