Outro ano começava, mas dessa vez era diferente. Já tinha me formado no colégio e me matriculado pra estudar enfermagem numa universidade da capital, igual minha irmã mais velha, Nicole. Passei as primeiras semanas do ano ainda em Curicó, morando em casa.A dos meus pais, passando o tempo cuidando da minha filha ou transando com Alejandro ou com as outras pessoas do Grande Grupo sexual do qual a gente fazia parte. Essas eram as minhas duas ocupações naquele verão na minha casa no sul do país, maternidade e sexo. Pra você me entender um pouco melhor, vou resumir um pouco da minha história.
- Em 2008 tive meu primeiro namorado, Carlos, com quem me iniciei tanto no romance quanto no sexo. Ele me forçou a transar com ele e com os amigos dele, e pouco depois descobri que ele me traía. Enquanto isso rolava, descobri que minha mãe tinha um amante e, quando encarei ele, descobri que ele era meu pai biológico. Pouco tempo depois, esse mesmo homem conseguiu me conquistar e comecei um relacionamento secreto com ele (sim, incesto). Não muito depois de começarmos, engravidei e, pra encobrir isso, transei com meu pai de criação (o marido da minha mãe) pra de certa forma ter o apoio dele, fazendo ele acreditar que a gravidez era dele. Perto do fim do ano, me vinguei do Carlos fazendo ele participar como espectador contra a vontade dele de um encontro de sexo entre o Alejandro, alguns amigos dele e eu.
- O ano de 2009 começou com o fim da minha gravidez, o nascimento da minha filha Andrea. Depois de um tempo, voltei a me envolver com o Alejandro, conheci outras mulheres que tinham sido parceiras dele e conheci minha meia-irmã Tânia, dois anos mais velha que eu. Alejandro me contou que minha mãe sabia do nosso relacionamento, mas também que tanto ela quanto ele faziam parte de um grupo sexual com mais de cinquenta pessoas, incluindo parte da família do Alejandro, e que era de certa forma comandado por homens. Fiz minha iniciação no grupo, tive minha cerimônia de iniciação "só de mulheres", minha cerimônia de iniciação "só da família" e, por fim, fiquei em período de teste, sendo treinada por duas mulheres irmãs, Beatriz e Melissa, durante três meses. Depois de me formar, comecei como a integrante mais nova do grupo, me submetendo a todos os desejos dos seus membros. O resto do ano foi dividido entre minhas férias de inverno viajando com Alejandro e minhas aventuras com o Grupo.
- O ano de 2010 começou tranquilo. Viagem de férias de verão com Alejandro. Encontros sexuais todo fim de semana com amigos. Orgias com muitos participantes todo mês com o grupo grande. O mais marcante, diferente da normalidade sexual, foi a primeira relação sexual com animal, embriagada, com Oso, o cachorro São Bernardo da família.
- Em 2011 continuei transando pra caralho, além de começar meu primeiro namoro (com traição) com alguém de fora do Grande Grupo sexual. O mais marcante do ano foi a primeira vez com um cavalo.
Depois de resumir um pouco os anos anteriores, vamos começar com este ano de 2012.
Antes de março começar e as aulas voltarem, viajei pra Santiago pra me estabelecer onde ia morar, com minha irmã num apartamento que ela alugava no centro. Avisei que ia chegar uma semana antes, mas senti que ela ia esquecer no dia em que eu aparecesse na porta dela. Por sorte, já prevendo isso, minha mãe me deu as chaves do apê, então, quando ninguém atendeu depois que toquei a campainha, usei a chave e entrei. Quando cruzei a porta, senti um cheiro que eu conhecia bem depois de tantos anos, o cheiro de sexo. Depois desse susto inicial, entrei com minha mala e mochilas, e ouvi o som de carne batendo em carne e gemidos que reconheci como sendo da minha irmã. Não tive coragem de chamar o nome dela e fechei a porta principal com o maior cuidado possível pra não alertar que eu tinha chegado, muito menos que tinha invadido.
Devagarzinho fui me aproximando da origem daqueles sons e caminhei por um corredor estreito que terminava num quarto. Quando espiei com cuidado, vi o casal que produzia aqueles barulhos. Eram minha irmã e o parceiro dela, os dois pelados, ela em cima dele subindo e descendo a bunda enquanto se beijavam e ele metia nela. Por sorte, estavam numa posição que ninguém conseguia me ver, o que me deixou observar eles com mais confiança. Fiquei olhando uns segundos antes de, movida pela minha própria perversão, ter a ideia de pegar meu celular e gravar a trepada da minha irmã. E foi o que fiz, por pouco mais de quatro minutos gravei a forte e repetitiva fodida da minha irmã montando no parceiro dela.
Rápido guardei o celular e minha perversão me deu outra ideia. Com uma mão me segurei no batente da porta onde me apoiava enquanto espiava, e a outra mão foi a encarregada de desabotoar o botão da minha calça jeans, abaixar o zíper até a metade e começar a me dar prazer. No mais puro ato voyeurista, me masturbei de pé ali enquanto olhava pra eles. A primeira coisa que meus dedos encontraram foi a porra da umidade toda, resultado da excitação com a cena que eu tava vendo, usei essa umidade pra molhar os dedos e esfregar meu clitóris inchado. Continuei olhando o mesmo ato que já tinha visto antes, nada novo, até que aquele homem parou de segurar os quadris da minha irmã e esticou um braço por cima da bunda dela, e com a outra mão livre que tinha, agarrou esse pulso dela, assim ele teve um aperto bem firme nela pro que veio depois. Sem aviso nenhum, vi como ele levantou os quadris pra cima na cama enquanto, com o aperto que tinha nela, puxou ela contra o corpo dele. Nesse momento, notei um par de bolas enormes que entraram em cena e bateram na bunda enorme da minha irmã, bem no meio dos glúteos dela, no cu dela. Achei excitante e surpreendente. Aquele par de bolas era sem dúvida o maior que já tinha visto na vida, comparável em tamanho a duas bolas de tênis. Ele colocou cada pé em cada ponta inferior da cama, pra se firmar, e começou a meter nela.
Era impressionante ver eles transando daquele ângulo, os dois sem notar minha presença, mas acima de tudo, excitante. Foi isso que turbinou minha punheta escondida. Nicole também mudou a reação dela às investidas do parceiro. Abaixou a cabeça pra apoiar no peito dele, enquanto gemia que nem uma louca, como se estivessem sozinhos no mundo e ninguém pudesse ouvir eles através das paredes. Aquele movimento forte, gostoso e rápido continuou por uns minutos até que eu não aguentei mais ver sem soltar um suspiro leve. Levei a mão à boca pra me calar e, vendo que eles não pararam nem mudaram o ritmo, continuei minha punheta. Passei os dedos pelos lábios até enfiar dois na minha buceta e comecei a penetração. Não aguentei muito tempo assim diante do espetáculo na minha frente, aos poucos fui descendo, apoiada no batente da porta. Meu orgasmo veio, lento, forte e prolongado, mandando espasmos pras minhas pernas enquanto meus joelhos lentamente tocavam o chão e minha vista ficava na altura da bunda da minha irmã, exposta enquanto o parceiro dela entrava sem piedade na buceta dela.
No meio do orgasmo, perdi o equilíbrio e caí sentada, ao mesmo tempo que esmaguei contra mim a mão que estava me penetrando e, por tabela, empurrando essa penetração ainda mais fundo. Essa estimulação inesperada e acidental bagunçou meu orgasmo, e eu caí de costas no chão, sem fazer muito barulho, mas tão extasiada que nem percebi o casal transando a um metro de mim. Quando voltei a mim, continuei ouvindo a música que vinha da série de estocadas que meu cunhado dava com a pélvis na minha irmã e os gemidos que ela soltava, talvez exagerados, ou pelo menos era o que eu queria acreditar. Como podia aquela irmã tão certinha na casa dos meus pais ser a mulher que estava sendo usada daquele jeito naquele momento?
Eles não pareceram notar minha presença, como sempre que eu temia ser descoberto. Me virei no meu lugar e, ao levantar a cabeça para vê-los, me encontrei novamente na altura da bunda da minha irmã, mas dessa vez tive a sorte de observá-los no momento do clímax que ambos compartilharam. Os gemidos dos dois se misturaram enquanto eu via seus espasmos fazê-los se chocar brevemente. Foram orgasmos prolongados antes que ela se deixasse cair sobre ele com todo o peso. Sentei em silêncio para observá-los e vi o cu da minha irmã se contrair e relaxar, enquanto ele ainda tinha o namorado dentro da buceta dela, e grande ele era, pelo que pude ver. Enquanto ambos recuperavam o fôlego, da minha posição privilegiada pude ver o esperma escorrer de dentro dela até cair nele, enquanto o pau dele não perdia o tamanho dentro dela. Ao não ver mais movimento deles, decidi me retirar silenciosamente para evitar que me vissem caso saíssem do quarto. Cheguei ao quarto principal quando ouvi que eles começaram a transar de novo, os corpos voltavam a se chocar e minha irmã gemia extasiada novamente.
Aproveitei essa nova mistura de sons pra abafar minha saída do apartamento com minha mala e esperar sentada na escada de emergência, que ficava do lado do apartamento, até que terminassem. Fiquei sentada lá por quase uma hora quando ouvi o som de um spray dentro do apartamento, o que achei que era um desodorante em spray pra disfarçar o cheiro do que com certeza foram várias horas de sexo. Pra ter mais certeza, esperei mais quinze minutos até ouvir a porta do apartamento abrir e fechar. Rapidão, me apressei até o apartamento e toquei a campainha como tinha feito antes naquele dia. Minha irmã veio me receber, muito surpresa de me ver ali, e me fez entender que tinha esquecido que eu chegaria naquele dia. Com certeza achou que era coincidência eu chegar logo depois que o parceiro dela saiu do apartamento. Não comentei nada sobre as coisas que vi e ouvi e fingi que tinha chegado no prédio naquele momento.
Aquela foi a primeira vez que pensei na minha irmã como um ser sexual, com certeza eu sabia que muitos homens a viam assim por causa das proporções generosas da sua anatomia, mas pra mim ela nunca passou de um desperdício de bunda perfeita que teria sido melhor usada em alguém que curtisse tanto provocar ou tentar quanto eu. Aquela foi a primeira vez que vi minha irmã ou o parceiro dela transando, mas tava longe de ser a última.
- Em 2008 tive meu primeiro namorado, Carlos, com quem me iniciei tanto no romance quanto no sexo. Ele me forçou a transar com ele e com os amigos dele, e pouco depois descobri que ele me traía. Enquanto isso rolava, descobri que minha mãe tinha um amante e, quando encarei ele, descobri que ele era meu pai biológico. Pouco tempo depois, esse mesmo homem conseguiu me conquistar e comecei um relacionamento secreto com ele (sim, incesto). Não muito depois de começarmos, engravidei e, pra encobrir isso, transei com meu pai de criação (o marido da minha mãe) pra de certa forma ter o apoio dele, fazendo ele acreditar que a gravidez era dele. Perto do fim do ano, me vinguei do Carlos fazendo ele participar como espectador contra a vontade dele de um encontro de sexo entre o Alejandro, alguns amigos dele e eu.
- O ano de 2009 começou com o fim da minha gravidez, o nascimento da minha filha Andrea. Depois de um tempo, voltei a me envolver com o Alejandro, conheci outras mulheres que tinham sido parceiras dele e conheci minha meia-irmã Tânia, dois anos mais velha que eu. Alejandro me contou que minha mãe sabia do nosso relacionamento, mas também que tanto ela quanto ele faziam parte de um grupo sexual com mais de cinquenta pessoas, incluindo parte da família do Alejandro, e que era de certa forma comandado por homens. Fiz minha iniciação no grupo, tive minha cerimônia de iniciação "só de mulheres", minha cerimônia de iniciação "só da família" e, por fim, fiquei em período de teste, sendo treinada por duas mulheres irmãs, Beatriz e Melissa, durante três meses. Depois de me formar, comecei como a integrante mais nova do grupo, me submetendo a todos os desejos dos seus membros. O resto do ano foi dividido entre minhas férias de inverno viajando com Alejandro e minhas aventuras com o Grupo.
- O ano de 2010 começou tranquilo. Viagem de férias de verão com Alejandro. Encontros sexuais todo fim de semana com amigos. Orgias com muitos participantes todo mês com o grupo grande. O mais marcante, diferente da normalidade sexual, foi a primeira relação sexual com animal, embriagada, com Oso, o cachorro São Bernardo da família.
- Em 2011 continuei transando pra caralho, além de começar meu primeiro namoro (com traição) com alguém de fora do Grande Grupo sexual. O mais marcante do ano foi a primeira vez com um cavalo.
Depois de resumir um pouco os anos anteriores, vamos começar com este ano de 2012.
Antes de março começar e as aulas voltarem, viajei pra Santiago pra me estabelecer onde ia morar, com minha irmã num apartamento que ela alugava no centro. Avisei que ia chegar uma semana antes, mas senti que ela ia esquecer no dia em que eu aparecesse na porta dela. Por sorte, já prevendo isso, minha mãe me deu as chaves do apê, então, quando ninguém atendeu depois que toquei a campainha, usei a chave e entrei. Quando cruzei a porta, senti um cheiro que eu conhecia bem depois de tantos anos, o cheiro de sexo. Depois desse susto inicial, entrei com minha mala e mochilas, e ouvi o som de carne batendo em carne e gemidos que reconheci como sendo da minha irmã. Não tive coragem de chamar o nome dela e fechei a porta principal com o maior cuidado possível pra não alertar que eu tinha chegado, muito menos que tinha invadido.
Devagarzinho fui me aproximando da origem daqueles sons e caminhei por um corredor estreito que terminava num quarto. Quando espiei com cuidado, vi o casal que produzia aqueles barulhos. Eram minha irmã e o parceiro dela, os dois pelados, ela em cima dele subindo e descendo a bunda enquanto se beijavam e ele metia nela. Por sorte, estavam numa posição que ninguém conseguia me ver, o que me deixou observar eles com mais confiança. Fiquei olhando uns segundos antes de, movida pela minha própria perversão, ter a ideia de pegar meu celular e gravar a trepada da minha irmã. E foi o que fiz, por pouco mais de quatro minutos gravei a forte e repetitiva fodida da minha irmã montando no parceiro dela.
Rápido guardei o celular e minha perversão me deu outra ideia. Com uma mão me segurei no batente da porta onde me apoiava enquanto espiava, e a outra mão foi a encarregada de desabotoar o botão da minha calça jeans, abaixar o zíper até a metade e começar a me dar prazer. No mais puro ato voyeurista, me masturbei de pé ali enquanto olhava pra eles. A primeira coisa que meus dedos encontraram foi a porra da umidade toda, resultado da excitação com a cena que eu tava vendo, usei essa umidade pra molhar os dedos e esfregar meu clitóris inchado. Continuei olhando o mesmo ato que já tinha visto antes, nada novo, até que aquele homem parou de segurar os quadris da minha irmã e esticou um braço por cima da bunda dela, e com a outra mão livre que tinha, agarrou esse pulso dela, assim ele teve um aperto bem firme nela pro que veio depois. Sem aviso nenhum, vi como ele levantou os quadris pra cima na cama enquanto, com o aperto que tinha nela, puxou ela contra o corpo dele. Nesse momento, notei um par de bolas enormes que entraram em cena e bateram na bunda enorme da minha irmã, bem no meio dos glúteos dela, no cu dela. Achei excitante e surpreendente. Aquele par de bolas era sem dúvida o maior que já tinha visto na vida, comparável em tamanho a duas bolas de tênis. Ele colocou cada pé em cada ponta inferior da cama, pra se firmar, e começou a meter nela.
Era impressionante ver eles transando daquele ângulo, os dois sem notar minha presença, mas acima de tudo, excitante. Foi isso que turbinou minha punheta escondida. Nicole também mudou a reação dela às investidas do parceiro. Abaixou a cabeça pra apoiar no peito dele, enquanto gemia que nem uma louca, como se estivessem sozinhos no mundo e ninguém pudesse ouvir eles através das paredes. Aquele movimento forte, gostoso e rápido continuou por uns minutos até que eu não aguentei mais ver sem soltar um suspiro leve. Levei a mão à boca pra me calar e, vendo que eles não pararam nem mudaram o ritmo, continuei minha punheta. Passei os dedos pelos lábios até enfiar dois na minha buceta e comecei a penetração. Não aguentei muito tempo assim diante do espetáculo na minha frente, aos poucos fui descendo, apoiada no batente da porta. Meu orgasmo veio, lento, forte e prolongado, mandando espasmos pras minhas pernas enquanto meus joelhos lentamente tocavam o chão e minha vista ficava na altura da bunda da minha irmã, exposta enquanto o parceiro dela entrava sem piedade na buceta dela.
No meio do orgasmo, perdi o equilíbrio e caí sentada, ao mesmo tempo que esmaguei contra mim a mão que estava me penetrando e, por tabela, empurrando essa penetração ainda mais fundo. Essa estimulação inesperada e acidental bagunçou meu orgasmo, e eu caí de costas no chão, sem fazer muito barulho, mas tão extasiada que nem percebi o casal transando a um metro de mim. Quando voltei a mim, continuei ouvindo a música que vinha da série de estocadas que meu cunhado dava com a pélvis na minha irmã e os gemidos que ela soltava, talvez exagerados, ou pelo menos era o que eu queria acreditar. Como podia aquela irmã tão certinha na casa dos meus pais ser a mulher que estava sendo usada daquele jeito naquele momento?
Eles não pareceram notar minha presença, como sempre que eu temia ser descoberto. Me virei no meu lugar e, ao levantar a cabeça para vê-los, me encontrei novamente na altura da bunda da minha irmã, mas dessa vez tive a sorte de observá-los no momento do clímax que ambos compartilharam. Os gemidos dos dois se misturaram enquanto eu via seus espasmos fazê-los se chocar brevemente. Foram orgasmos prolongados antes que ela se deixasse cair sobre ele com todo o peso. Sentei em silêncio para observá-los e vi o cu da minha irmã se contrair e relaxar, enquanto ele ainda tinha o namorado dentro da buceta dela, e grande ele era, pelo que pude ver. Enquanto ambos recuperavam o fôlego, da minha posição privilegiada pude ver o esperma escorrer de dentro dela até cair nele, enquanto o pau dele não perdia o tamanho dentro dela. Ao não ver mais movimento deles, decidi me retirar silenciosamente para evitar que me vissem caso saíssem do quarto. Cheguei ao quarto principal quando ouvi que eles começaram a transar de novo, os corpos voltavam a se chocar e minha irmã gemia extasiada novamente.
Aproveitei essa nova mistura de sons pra abafar minha saída do apartamento com minha mala e esperar sentada na escada de emergência, que ficava do lado do apartamento, até que terminassem. Fiquei sentada lá por quase uma hora quando ouvi o som de um spray dentro do apartamento, o que achei que era um desodorante em spray pra disfarçar o cheiro do que com certeza foram várias horas de sexo. Pra ter mais certeza, esperei mais quinze minutos até ouvir a porta do apartamento abrir e fechar. Rapidão, me apressei até o apartamento e toquei a campainha como tinha feito antes naquele dia. Minha irmã veio me receber, muito surpresa de me ver ali, e me fez entender que tinha esquecido que eu chegaria naquele dia. Com certeza achou que era coincidência eu chegar logo depois que o parceiro dela saiu do apartamento. Não comentei nada sobre as coisas que vi e ouvi e fingi que tinha chegado no prédio naquele momento.
Aquela foi a primeira vez que pensei na minha irmã como um ser sexual, com certeza eu sabia que muitos homens a viam assim por causa das proporções generosas da sua anatomia, mas pra mim ela nunca passou de um desperdício de bunda perfeita que teria sido melhor usada em alguém que curtisse tanto provocar ou tentar quanto eu. Aquela foi a primeira vez que vi minha irmã ou o parceiro dela transando, mas tava longe de ser a última.
2 comentários - Bem-vindo a Santiago, 2012.01