Fala leitores, é a primeira vez que posto (é assim que escreve?)
Vou contar uma das várias histórias que tive com a "Moni", a mãe de um amigo. A Moni tem um filho único (meu amigo). Na época, ela tinha 38 e eu 20 anos, igual ao filho dela.
Ela é a típica milf, com quem todo moleque sonha em perder a virgindade. No grupinho da escola, é motivo de piada porque cada um queria ter uma mãe velha, feia, sem graça, sei lá... coisas de moleque que, meio na brincadeira e meio a sério, se acaba na punheta pensando nessa mãe.
A Moni é casada com um taxista, o pai do meu amigo. De rosto não é muito bonita, mas quando passa uma maquiagem na cara, disfarça bem. É quase alta, uns 1,70 mais ou menos, magra, tem uns peitos lindos, durinhos e grandes, tipo os da sobrinha dela (essa história conto outro dia), bota uns 95 ou 100 de peito... A bunda? A bunda é A BUNDA, é imensa, 120 de quadril. É mais ou menos em formato de pera, firme, com um pouco de celulite, mas, rapaz, te juro que isso é o de menos.
Ela vai andando na rua e as rolas sobem sozinhas pra ver uma rabeta dessas. Ela usa muito legging tipo babucha, não usa fio dental, calcinha comum... mas a calcinha se enfia de um jeito que as nádegas ficam separadas e é ali que ela come muito pano, é um espetáculo ver ela andar... aff, quase falo dela e já fico babando na pica.
Eu? Sou o de menos, mas beleza, vou me apresentar. Me chamo "Nico", 1,70, meio gordinho, grandão mas sem definição, jogava rugby, de pica o normal, 15 cm de comprimento, mas sorte que nasceu gordinha, 4 cm.
Beleza, vou começar a história. Como eu disse, tinha 20 anos e já trabalhava com meu amigo "Leandro", o filho da Moni. A gente tinha uma mini empresa onde fazíamos de empreiteiros, ou seja, fazíamos obra e pintura por conta própria. Era pleno inverno quando pegamos um serviço mais ou menos longe e, pra sair cedo e chegar bem, o Leandro me ofereceu o quarto dele pra Eu ia ficar pra dormir, já que ele sempre ia dormir na casa da namorada, a umas 3 ou 4 quadras de distância. Leandro morava na casa do tio dele, e Moni morava em outra casa, em outro lugar, com o marido (pois é, super estranho, mas fazer o quê... parecia que tinha alguma coisa rolando, mas nunca perguntei). Mais ou menos tínhamos umas duas semanas de trampo, e isso significava que eu ia morar na casa do meu amigo por duas semaninhas... O que, pra minha surpresa, ia coincidir com a separação (temporária) da Moni com o parceiro dela.
Na casa só tinha dois quartos: o que eu ia ocupar e o que já era do "Nestor", o irmão da Moni (um solteirão quarentão meio afeminado), ou seja, o tio do Leandro (uma bagunça, sim!). A Moni teve que se virar na sala úmida e fria; eu ofereci o quarto do filho pra ela, mas ela não quis.
Logo no primeiro dia, eu vi ela com um shortinho rosa curto enfiado na bunda, uma regata branca sem sutiã, onde os peitos pediam pra sair pelos lados, uns mamilos duros difíceis de esconder, ainda mais com o frio que fazia... A pica ia explodir. Mesmo que já tivesse rolado algo entre mim e a Moni antes, fui bem respeitoso porque sou meio tímido. Ainda assim, entendia que ela estava se separando e imaginava que não tava a fim de nada, ela parecia muito pra baixo... Enquanto jantávamos, eu olhava pros peitos dela e ela nem percebia, diferente do Nestor, que não tirava os olhos da minha rola, que logicamente tava inchada, quase dura... Esses olhares me ajudavam a não ficar de pau duro completo, me inibia esse promíscuo.
O Nestor foi tomar banho e dormir, e eu e a Moni ficamos na mesa conversando depois da janta. Ela me ofereceu um café, eu aceitei. Enquanto ela foi esquentar a água, sem perceber, fiquei vidrado naquela bunda gostosa e não vi quando ela se virou...
— O que você tá olhando, Nico? — ela perguntou.
— Nada, Moni, ficou a marca da cadeira nas tuas pernas — menti.
Ela ficou vermelha, enquanto com delicadeza tirava o shortinho da bunda, voltou pra mesa e começou a mexer o cafezinho... o que se Mexendo aquelas tetonas, puuuta meeeu Deus!! Eu me fazia de desatento, olhando a TV que tava na mesma direção que ela.
- E a Andrea? - ela me pergunta. (Andrea é sobrinha dela, meio que uma paixão minha)
- Nem ideia, monii, deve tá com o namorado, acho, viu como ela é "linda" - fiz aspas com os dedos pra não dizer que ela é meio rodada.
- Ah, que coisa vocês, hein!! Se querem, mas nunca tão juntos!
- E do nosso jeito a gente tá, kkkk - ri, e ela riu também.
- E é, eu acho, minha sobrinha é linda... que aproveite agora que pode.
- Ela tem com quem sair!! - falo.
- Com quem?
- Com a senhora, monii, não se faz de feia, se a Andrea é o seu retrato.
- Ah, safadinho, te peguei, cê tá me olhando e comparando? - ela diz.
- E quem não olha pra senhora, monii? Praticamente quando vocês duas passam na rua, a gente não sabe pra quem olhar, kkkk...
- Beeeem, gurizinho, me respeita que sou mais velha, hein!! E posso contar isso pra Andrea, então boca calada!! - ela fala.
Tomamos o café e eu já tava me despedindo pra ir dormir, quando ela fala pra eu ver TV se quiser, que não incomoda, que de quebra se distraía um pouco... Hesitei um pouco, na real tava com a pica dura e queria ir bater uma, mas aceitei. Deitamos um do lado do outro, e aos poucos ela vai se afastando e encaixando os pés quase na minha pica.
- Faz umas massagens, guri. - ela diz.
Olhei ela de cima a baixo e falei "só porque a senhora é uma mulher mais velha".
- Mas que, na sua opinião, é gostosa. - completa.
- Baaa, se achou, hein, tia. - falo rindo e passando a mão na perna dela toda.
Deve ter passado meia hora e a Moni dormiu, a primeira coisa que olhei foi dar uma espiada pra ver se escapou uma teta, um mamilo, alguma coisa... E de fato, ela tava de lado com uma teta por cima da outra, quase pra fora, dava pra ver os peitos mas não o mamilo. Aproveitei que ela dormia e soltei a rédea da minha rola, ficava passando a mão nos pés dela, me senti um punheteiro ao quadrado, kkkk. Nisso sinto uma presença, levanto a cabeça e era Nestor me olhando, se fez de besta e acordou a Moni, falando o famoso "tá acordada?" "faz a cama" e vaza... ferrou minha punheta.
Moni acorda exaltada e não percebe que um peito tá pra fora da regata, enquanto eu falo que ajudo ela com o sofá-cama, montamos a cama.. ela com a teta de fora e eu com meu pau já sem disfarçar, até porque tava de short folgado.. quando terminamos, ela levanta o olhar, se vê no espelho e tapa o peito apressada..
- seu tarado hein, não me avisou que eu tava com os peitos de fora. - ela fala
- Moniii, já conheço eles, são iguais aos da Andrea. - eu rio debochado e ela solta um sorriso.
Fui me deitar, tava morrendo de frio, não tinha muitos cobertores e os que tinham, como todo cavalheiro, dei pra Moni.. Daí a pouco volto pra sala e pego a jaqueta.
- tá com frio, Nico?
- um pouco. - falo.
Voltei pro quarto, me deitei, e atrás entra a Moni..
- você é um bobo, Nico, não tem cobertor, por que não falou?
- sem problemas, Moni.
Ela voltou e jogou 2 cobertores em mim, que devolvi de brincadeira, ela juntou de novo e se jogou em cima de mim meio que zoando, começamos a brigar e mão vai, mão vem, eu apalpava a bunda dela e apertava a cintura dela contra mim, quando ela tentou levantar e virou de costas, eu apertei ela de novo contra mim, e senti meu pau se encaixando entre as duas nádegas, foram 2 segundos de eternidade, ela pareceu gostar e jogou a raba mais pra trás, abrindo aquela burra como se fosse estacionar meu pau, se soltou e foi embora... ela ficou com outros 2 cobertores. Eu me fazendo de besta gritei:
- valeeeu Moniii, melhor.. porque é muito chato dormir de jaqueta.
Nisso já era umas 11 da noite, bati uma boa punheta e dormi, lá pela 1 da madrugada escuto a Moni perguntando se eu "tô dormindo".. acordei e perguntei o que foi?
- Nico, tô morrendo de frio, me empresta sua jaqueta que é bem quentinha, me desculpa te incomodar a essa hora.
- e como não Quer se cagar de frio se tá praticamente pelada haha, vem dormir aqui que é mais quentinho. - Levantei
- E você? - ela pergunta.
- Deita aí. - mandando, fingi que fui embora e esperei ela deitar, quando deitou peguei as outras 2 cobertas e levei pro quarto onde ela tava, e estiquei na cama.
- O que cê tá fazendo? E você? Vai se cagar de frio, moleque, não se faz de machão!! Vai ficar doente!
Terminou de falar isso e eu abri as cobertas e me deitei, ficando ela do lado da parede numa cama de solteiro.
- Eu durmo aqui, moni, pra que vamos se cagar de frio? - falei meio sério.
Levamos uns 10 minutos pra nos ajeitar, ficamos de frente um pro outro, eu tentando esconder a pica, e ela tentando não deixar os peitos escaparem..
- Tô com vontade de mijar. - ela fala
- Uhh, dá mais volta que um cachorro, moniii, então vai, passa..
- Mas se você não levanta, não consigo passar, moleque
- Passa por cima, não vou levantar, tá frio.
- Fala sério, cara, se faz de esperto.
- Eu não vou me mexer, se tá com vontade de mijar, passa por cima de mim.
Fiz de ofendido e ela ficou pensando até se decidir a passar.
- Então tá, moleque, tapa isso aí.
- Vai, moni, passa.
Quando ela passa uma perna por cima de mim, seguro ela na cintura e falo:
- Moni, cê tem cócegas? E começo a fazer cócegas nela, pra minha surpresa, tinha, e muita.. Aos poucos ela vai relaxando o corpo e o roço da minha pica com a boceta dela já era evidente, tava super quentinha, quase molhada, ela percebe e sai rápido pro banheiro, demora um pouco mais que o normal. Volta e eu ocupei o lado da parede.
- Ah, não quer mais brincar de cócegas, não? - ela fala.
- Haha, não, senão você se molha! - falo
Ela deita de novo, mas dessa vez vira de costas pra mim enquanto tremia de frio..
- Ô, gordinho, encosta mais pra lá que não cabe nós dois. - ela fala.
- Essa aí me chamou de gordinho. - sussurro..
- O que cê disse?
- Nada, moniii, que sua bunda ocupa espaço haha. - falo.
Moni continuava tremendo de frio, e eu Atino a abraçar ela, parece que isso deixou ela mais nervosa e tremendo.
— Fica tranquila, Moni, não vou te fazer nada, relaxa.
— O problema é se eu não conseguir me controlar, Nico.
Quando ela disse isso, apoiei a pica na bunda dela e pareceu confortar ela.
— Moni, tuas bochechas tão geladas, me lembra a Andrea. — segurando ela pela cintura mais forte.
— E aí, guri, o que tu quer? Tá frio, além disso, não me compara com minha sobrinha, que com certeza não passam frio porque fazem outras coisas, vocês hein! — jogando a bunda mais pra trás.
— Quando a Andrea tá com frio, tem uma coisa só que a gente faz pra esquentar essas nádegas. — falo.
— O que vocês fazem? — ela pergunta.
— Ela tira só o short porque não usa calcinha pra dormir, eu tiro a pica pra fora da cueca e estaciono no meio das nádegas dela..
— É, mas depois vocês transam, certeza..
— Pra que tanta pergunta, Moni? Tu quer que eu coloque a pica no meio da tua bunda, sim ou não?
— Sim, seu bobo, estaciona toda essa pica gorda que tu tem. — com voz quente.
— Tira o shortinho e a calcinha, sua puta. — falei
Primeiro ela tirou o short e jogou no chão... a calcinha ela me deu.
— Enrola ela na mão, não quero perder. — ela disse
Enrolei e ela tava toda molhada, um cheirinho de buceta com fome de pica. E enquanto cheirava aquela delícia, a Moni pegou minha pica e ela mesma acomodou na bunda. E como se falasse com meu pau, diz:
— Quanto tempo pra te sentir de novo?
Não consigo explicar aquele momento nem como aconteceu, mas sinto um jorro de líquido quente na minha pica, e escuto ela gemer de prazer, ela tinha se excitado muito antes.
— Faz tempo que não me sinto digna de ser comida. — ela me diz
Não esperei muito mais e enfiei na buceta, aquela sensação é única, tava com a pica toda molhada com os sucos dela.. ia devagar na posição de quatro, enquanto tirava os peitos pra fora da regata branca, apertava os bicos e ela gemia como uma novinha no cio, pedia pra eu meter mais forte, virei ela de lado Ela ficou de barriga pra cima e eu entre as pernas dela, essa posição me dava a visão da cara de puta dela e daqueles peitos balançando a cada estocada que eu dava.
– AIH PAPAI SIIIM SIIIM ENCHE DE LEITE IGUAL VOCÊ ENCHE A MINHA SOBRINHA AIH SIIIM OHHH MEU AMOR, SOU SUA, CARALHO, SOU SUA PUTA AIH AIH SIIIM SIIIM. – dizia a Moni.
E a Moni gozou pela segunda vez, molhando todos os lençóis, me encharcou a pica pela 2ª vez na noite, eu sentia aquele néctar gostoso, fruto do tesão, escorrendo entre as pernas dela. Não pensei duas vezes e, enquanto ela se recuperava, virei ela, deixando ela de quatro.
– Não, Nico, o cu não, por favor, Nico, nãooo!!
Enquanto a porra da pica dava beijinhos no asterisco, eu dizia pra Moni:
– Não terminei de te contar, Moni. Quando sua sobrinha tá com frio e eu encosto a pica na bunda dela pra esquentar... EU TERMO ENCHENDO O RABO DELA DE PICA E PORRA!!
E sem mais delongas, fui enfiando o pedaço no cu dela, tapava a boca dela com uma mão e com a outra amassava os peitos dela, aos poucos senti que ela tava gostando, ela foi levantando a bunda a ponto de me levantar também.
– Sua filha da puta, viu como você gosta, mamãe, viu? Igualzinho a sua sobrinha, vocês adoram andar com o cu cheio de leite do Nico. – enquanto marcava minha mão nas nádegas dela.
Nessa altura, a bunda da Moni se mexia sozinha e parecia que ela ia gozar pela 3ª vez.
– AIH SIIIM SIIIM ENCHE MEU RABO DE LEITE, CARALHO, SEU SAFADO AIH VOU GOZAR AIH SEU FILHO DA PUTA ACABA COMIGO AIH SIIIIM SIIIIM SIIIIIM!!!
PEDIU E TEVE, GOZAMOS OS DOIS JUNTOS AO MESMO TEMPO, PRA MINHA SURPRESA, QUANDO EU TENTEI TIRAR PRA ELA CHUPAR, ELA DISSE "DEIXA DENTRO, NICO, DEIXA A PICA LATEJANDO" ... SIM, IGUALZINHO A SOBRINHA.
Bom, isso foi só a primeira noite, ainda temos que saber como o Nestor reagiu a essa noite em que eu comi a irmã dele. Então é isso, essa foi minha primeira história, espero que tenham gostado.
Moni tem mais ou menos essa bunda aqui..
Vou contar uma das várias histórias que tive com a "Moni", a mãe de um amigo. A Moni tem um filho único (meu amigo). Na época, ela tinha 38 e eu 20 anos, igual ao filho dela.
Ela é a típica milf, com quem todo moleque sonha em perder a virgindade. No grupinho da escola, é motivo de piada porque cada um queria ter uma mãe velha, feia, sem graça, sei lá... coisas de moleque que, meio na brincadeira e meio a sério, se acaba na punheta pensando nessa mãe.
A Moni é casada com um taxista, o pai do meu amigo. De rosto não é muito bonita, mas quando passa uma maquiagem na cara, disfarça bem. É quase alta, uns 1,70 mais ou menos, magra, tem uns peitos lindos, durinhos e grandes, tipo os da sobrinha dela (essa história conto outro dia), bota uns 95 ou 100 de peito... A bunda? A bunda é A BUNDA, é imensa, 120 de quadril. É mais ou menos em formato de pera, firme, com um pouco de celulite, mas, rapaz, te juro que isso é o de menos.
Ela vai andando na rua e as rolas sobem sozinhas pra ver uma rabeta dessas. Ela usa muito legging tipo babucha, não usa fio dental, calcinha comum... mas a calcinha se enfia de um jeito que as nádegas ficam separadas e é ali que ela come muito pano, é um espetáculo ver ela andar... aff, quase falo dela e já fico babando na pica.
Eu? Sou o de menos, mas beleza, vou me apresentar. Me chamo "Nico", 1,70, meio gordinho, grandão mas sem definição, jogava rugby, de pica o normal, 15 cm de comprimento, mas sorte que nasceu gordinha, 4 cm.
Beleza, vou começar a história. Como eu disse, tinha 20 anos e já trabalhava com meu amigo "Leandro", o filho da Moni. A gente tinha uma mini empresa onde fazíamos de empreiteiros, ou seja, fazíamos obra e pintura por conta própria. Era pleno inverno quando pegamos um serviço mais ou menos longe e, pra sair cedo e chegar bem, o Leandro me ofereceu o quarto dele pra Eu ia ficar pra dormir, já que ele sempre ia dormir na casa da namorada, a umas 3 ou 4 quadras de distância. Leandro morava na casa do tio dele, e Moni morava em outra casa, em outro lugar, com o marido (pois é, super estranho, mas fazer o quê... parecia que tinha alguma coisa rolando, mas nunca perguntei). Mais ou menos tínhamos umas duas semanas de trampo, e isso significava que eu ia morar na casa do meu amigo por duas semaninhas... O que, pra minha surpresa, ia coincidir com a separação (temporária) da Moni com o parceiro dela.
Na casa só tinha dois quartos: o que eu ia ocupar e o que já era do "Nestor", o irmão da Moni (um solteirão quarentão meio afeminado), ou seja, o tio do Leandro (uma bagunça, sim!). A Moni teve que se virar na sala úmida e fria; eu ofereci o quarto do filho pra ela, mas ela não quis.
Logo no primeiro dia, eu vi ela com um shortinho rosa curto enfiado na bunda, uma regata branca sem sutiã, onde os peitos pediam pra sair pelos lados, uns mamilos duros difíceis de esconder, ainda mais com o frio que fazia... A pica ia explodir. Mesmo que já tivesse rolado algo entre mim e a Moni antes, fui bem respeitoso porque sou meio tímido. Ainda assim, entendia que ela estava se separando e imaginava que não tava a fim de nada, ela parecia muito pra baixo... Enquanto jantávamos, eu olhava pros peitos dela e ela nem percebia, diferente do Nestor, que não tirava os olhos da minha rola, que logicamente tava inchada, quase dura... Esses olhares me ajudavam a não ficar de pau duro completo, me inibia esse promíscuo.
O Nestor foi tomar banho e dormir, e eu e a Moni ficamos na mesa conversando depois da janta. Ela me ofereceu um café, eu aceitei. Enquanto ela foi esquentar a água, sem perceber, fiquei vidrado naquela bunda gostosa e não vi quando ela se virou...
— O que você tá olhando, Nico? — ela perguntou.
— Nada, Moni, ficou a marca da cadeira nas tuas pernas — menti.
Ela ficou vermelha, enquanto com delicadeza tirava o shortinho da bunda, voltou pra mesa e começou a mexer o cafezinho... o que se Mexendo aquelas tetonas, puuuta meeeu Deus!! Eu me fazia de desatento, olhando a TV que tava na mesma direção que ela.
- E a Andrea? - ela me pergunta. (Andrea é sobrinha dela, meio que uma paixão minha)
- Nem ideia, monii, deve tá com o namorado, acho, viu como ela é "linda" - fiz aspas com os dedos pra não dizer que ela é meio rodada.
- Ah, que coisa vocês, hein!! Se querem, mas nunca tão juntos!
- E do nosso jeito a gente tá, kkkk - ri, e ela riu também.
- E é, eu acho, minha sobrinha é linda... que aproveite agora que pode.
- Ela tem com quem sair!! - falo.
- Com quem?
- Com a senhora, monii, não se faz de feia, se a Andrea é o seu retrato.
- Ah, safadinho, te peguei, cê tá me olhando e comparando? - ela diz.
- E quem não olha pra senhora, monii? Praticamente quando vocês duas passam na rua, a gente não sabe pra quem olhar, kkkk...
- Beeeem, gurizinho, me respeita que sou mais velha, hein!! E posso contar isso pra Andrea, então boca calada!! - ela fala.
Tomamos o café e eu já tava me despedindo pra ir dormir, quando ela fala pra eu ver TV se quiser, que não incomoda, que de quebra se distraía um pouco... Hesitei um pouco, na real tava com a pica dura e queria ir bater uma, mas aceitei. Deitamos um do lado do outro, e aos poucos ela vai se afastando e encaixando os pés quase na minha pica.
- Faz umas massagens, guri. - ela diz.
Olhei ela de cima a baixo e falei "só porque a senhora é uma mulher mais velha".
- Mas que, na sua opinião, é gostosa. - completa.
- Baaa, se achou, hein, tia. - falo rindo e passando a mão na perna dela toda.
Deve ter passado meia hora e a Moni dormiu, a primeira coisa que olhei foi dar uma espiada pra ver se escapou uma teta, um mamilo, alguma coisa... E de fato, ela tava de lado com uma teta por cima da outra, quase pra fora, dava pra ver os peitos mas não o mamilo. Aproveitei que ela dormia e soltei a rédea da minha rola, ficava passando a mão nos pés dela, me senti um punheteiro ao quadrado, kkkk. Nisso sinto uma presença, levanto a cabeça e era Nestor me olhando, se fez de besta e acordou a Moni, falando o famoso "tá acordada?" "faz a cama" e vaza... ferrou minha punheta.
Moni acorda exaltada e não percebe que um peito tá pra fora da regata, enquanto eu falo que ajudo ela com o sofá-cama, montamos a cama.. ela com a teta de fora e eu com meu pau já sem disfarçar, até porque tava de short folgado.. quando terminamos, ela levanta o olhar, se vê no espelho e tapa o peito apressada..
- seu tarado hein, não me avisou que eu tava com os peitos de fora. - ela fala
- Moniii, já conheço eles, são iguais aos da Andrea. - eu rio debochado e ela solta um sorriso.
Fui me deitar, tava morrendo de frio, não tinha muitos cobertores e os que tinham, como todo cavalheiro, dei pra Moni.. Daí a pouco volto pra sala e pego a jaqueta.
- tá com frio, Nico?
- um pouco. - falo.
Voltei pro quarto, me deitei, e atrás entra a Moni..
- você é um bobo, Nico, não tem cobertor, por que não falou?
- sem problemas, Moni.
Ela voltou e jogou 2 cobertores em mim, que devolvi de brincadeira, ela juntou de novo e se jogou em cima de mim meio que zoando, começamos a brigar e mão vai, mão vem, eu apalpava a bunda dela e apertava a cintura dela contra mim, quando ela tentou levantar e virou de costas, eu apertei ela de novo contra mim, e senti meu pau se encaixando entre as duas nádegas, foram 2 segundos de eternidade, ela pareceu gostar e jogou a raba mais pra trás, abrindo aquela burra como se fosse estacionar meu pau, se soltou e foi embora... ela ficou com outros 2 cobertores. Eu me fazendo de besta gritei:
- valeeeu Moniii, melhor.. porque é muito chato dormir de jaqueta.
Nisso já era umas 11 da noite, bati uma boa punheta e dormi, lá pela 1 da madrugada escuto a Moni perguntando se eu "tô dormindo".. acordei e perguntei o que foi?
- Nico, tô morrendo de frio, me empresta sua jaqueta que é bem quentinha, me desculpa te incomodar a essa hora.
- e como não Quer se cagar de frio se tá praticamente pelada haha, vem dormir aqui que é mais quentinho. - Levantei
- E você? - ela pergunta.
- Deita aí. - mandando, fingi que fui embora e esperei ela deitar, quando deitou peguei as outras 2 cobertas e levei pro quarto onde ela tava, e estiquei na cama.
- O que cê tá fazendo? E você? Vai se cagar de frio, moleque, não se faz de machão!! Vai ficar doente!
Terminou de falar isso e eu abri as cobertas e me deitei, ficando ela do lado da parede numa cama de solteiro.
- Eu durmo aqui, moni, pra que vamos se cagar de frio? - falei meio sério.
Levamos uns 10 minutos pra nos ajeitar, ficamos de frente um pro outro, eu tentando esconder a pica, e ela tentando não deixar os peitos escaparem..
- Tô com vontade de mijar. - ela fala
- Uhh, dá mais volta que um cachorro, moniii, então vai, passa..
- Mas se você não levanta, não consigo passar, moleque
- Passa por cima, não vou levantar, tá frio.
- Fala sério, cara, se faz de esperto.
- Eu não vou me mexer, se tá com vontade de mijar, passa por cima de mim.
Fiz de ofendido e ela ficou pensando até se decidir a passar.
- Então tá, moleque, tapa isso aí.
- Vai, moni, passa.
Quando ela passa uma perna por cima de mim, seguro ela na cintura e falo:
- Moni, cê tem cócegas? E começo a fazer cócegas nela, pra minha surpresa, tinha, e muita.. Aos poucos ela vai relaxando o corpo e o roço da minha pica com a boceta dela já era evidente, tava super quentinha, quase molhada, ela percebe e sai rápido pro banheiro, demora um pouco mais que o normal. Volta e eu ocupei o lado da parede.
- Ah, não quer mais brincar de cócegas, não? - ela fala.
- Haha, não, senão você se molha! - falo
Ela deita de novo, mas dessa vez vira de costas pra mim enquanto tremia de frio..
- Ô, gordinho, encosta mais pra lá que não cabe nós dois. - ela fala.
- Essa aí me chamou de gordinho. - sussurro..
- O que cê disse?
- Nada, moniii, que sua bunda ocupa espaço haha. - falo.
Moni continuava tremendo de frio, e eu Atino a abraçar ela, parece que isso deixou ela mais nervosa e tremendo.
— Fica tranquila, Moni, não vou te fazer nada, relaxa.
— O problema é se eu não conseguir me controlar, Nico.
Quando ela disse isso, apoiei a pica na bunda dela e pareceu confortar ela.
— Moni, tuas bochechas tão geladas, me lembra a Andrea. — segurando ela pela cintura mais forte.
— E aí, guri, o que tu quer? Tá frio, além disso, não me compara com minha sobrinha, que com certeza não passam frio porque fazem outras coisas, vocês hein! — jogando a bunda mais pra trás.
— Quando a Andrea tá com frio, tem uma coisa só que a gente faz pra esquentar essas nádegas. — falo.
— O que vocês fazem? — ela pergunta.
— Ela tira só o short porque não usa calcinha pra dormir, eu tiro a pica pra fora da cueca e estaciono no meio das nádegas dela..
— É, mas depois vocês transam, certeza..
— Pra que tanta pergunta, Moni? Tu quer que eu coloque a pica no meio da tua bunda, sim ou não?
— Sim, seu bobo, estaciona toda essa pica gorda que tu tem. — com voz quente.
— Tira o shortinho e a calcinha, sua puta. — falei
Primeiro ela tirou o short e jogou no chão... a calcinha ela me deu.
— Enrola ela na mão, não quero perder. — ela disse
Enrolei e ela tava toda molhada, um cheirinho de buceta com fome de pica. E enquanto cheirava aquela delícia, a Moni pegou minha pica e ela mesma acomodou na bunda. E como se falasse com meu pau, diz:
— Quanto tempo pra te sentir de novo?
Não consigo explicar aquele momento nem como aconteceu, mas sinto um jorro de líquido quente na minha pica, e escuto ela gemer de prazer, ela tinha se excitado muito antes.
— Faz tempo que não me sinto digna de ser comida. — ela me diz
Não esperei muito mais e enfiei na buceta, aquela sensação é única, tava com a pica toda molhada com os sucos dela.. ia devagar na posição de quatro, enquanto tirava os peitos pra fora da regata branca, apertava os bicos e ela gemia como uma novinha no cio, pedia pra eu meter mais forte, virei ela de lado Ela ficou de barriga pra cima e eu entre as pernas dela, essa posição me dava a visão da cara de puta dela e daqueles peitos balançando a cada estocada que eu dava.
– AIH PAPAI SIIIM SIIIM ENCHE DE LEITE IGUAL VOCÊ ENCHE A MINHA SOBRINHA AIH SIIIM OHHH MEU AMOR, SOU SUA, CARALHO, SOU SUA PUTA AIH AIH SIIIM SIIIM. – dizia a Moni.
E a Moni gozou pela segunda vez, molhando todos os lençóis, me encharcou a pica pela 2ª vez na noite, eu sentia aquele néctar gostoso, fruto do tesão, escorrendo entre as pernas dela. Não pensei duas vezes e, enquanto ela se recuperava, virei ela, deixando ela de quatro.
– Não, Nico, o cu não, por favor, Nico, nãooo!!
Enquanto a porra da pica dava beijinhos no asterisco, eu dizia pra Moni:
– Não terminei de te contar, Moni. Quando sua sobrinha tá com frio e eu encosto a pica na bunda dela pra esquentar... EU TERMO ENCHENDO O RABO DELA DE PICA E PORRA!!
E sem mais delongas, fui enfiando o pedaço no cu dela, tapava a boca dela com uma mão e com a outra amassava os peitos dela, aos poucos senti que ela tava gostando, ela foi levantando a bunda a ponto de me levantar também.
– Sua filha da puta, viu como você gosta, mamãe, viu? Igualzinho a sua sobrinha, vocês adoram andar com o cu cheio de leite do Nico. – enquanto marcava minha mão nas nádegas dela.
Nessa altura, a bunda da Moni se mexia sozinha e parecia que ela ia gozar pela 3ª vez.
– AIH SIIIM SIIIM ENCHE MEU RABO DE LEITE, CARALHO, SEU SAFADO AIH VOU GOZAR AIH SEU FILHO DA PUTA ACABA COMIGO AIH SIIIIM SIIIIM SIIIIIM!!!
PEDIU E TEVE, GOZAMOS OS DOIS JUNTOS AO MESMO TEMPO, PRA MINHA SURPRESA, QUANDO EU TENTEI TIRAR PRA ELA CHUPAR, ELA DISSE "DEIXA DENTRO, NICO, DEIXA A PICA LATEJANDO" ... SIM, IGUALZINHO A SOBRINHA.
Bom, isso foi só a primeira noite, ainda temos que saber como o Nestor reagiu a essa noite em que eu comi a irmã dele. Então é isso, essa foi minha primeira história, espero que tenham gostado.
Moni tem mais ou menos essa bunda aqui..
6 comentários - Moni, a mãe gostosa do meu amigo