Minha fantasia na balada
Mais que um relato, é minha fantasia. Sempre fiquei na pilha com essa fantasia, e sempre acabo me masturbando, com orgasmos intensos. Sinceramente, adoraria realizá-la.
Não tem nada a ver aqui com pudor, fidelidade, moral (menos ainda). Se algo está claro é que me sinto uma putinha reprimida e insatisfeita, e é algo que preciso resolver urgente.
Por sorte, tenho o apoio do Jaime, meu marido ❤️. O relato se desenrola como diz o título, numa balada, e óbvio que sou a protagonista.
Com meu marido, combinamos de ir a uma balada, daquelas de ambiente escuro e música salsa boa. Ao entrar, já nos entregamos à música, mexendo os corpinho, ficamos quase no centro da pista e começamos a dançar.
Eu estava vestida bem gostosa e sensual, sem sutiã e com uma fio dental bem enfiada no rabo, dava pra ver sem levantar o vestidinho.
Não foi por acaso. Me vesti assim já sabendo o que ia causar nos homens naquela noite, e claro, Jaime, sabendo da minha fantasia, me apoiando em tudo, é um amor.
Começamos a dançar e eu, com os olhos — não no Jaime, óbvio — perdidos por aí, feito radar, tentando detectar o homem dos meus sonhos, erótico e safado.
A noite não demorou pra trazer o interesse de um. Sorrateiros e discretos, uns olhos pervertidos e ousados se fixaram nas minhas tetas grandes, descendo conforme a luz permitia pra visualizar minha bunda. Como não sou nenhuma boba, captei o sinal safado daqueles olhares e tratei de interceptá-los. Como se fizesse um escaneamento do corpo do cara, olhei pra ele e dei o ok com um sorrisinho.
Quero deixar claro que, apesar dos anos, decidi e fui ficando cada vez mais sexy, gostosa, atraente. Os atos sexuais no meu casamento foram ficando cada vez mais intensos e ricos em situações, isso me deu a chance de me tornar expert na cama, e fora dela. Chupo o pau como ninguém, tenho uma buceta linda, suculenta, gostosa, um rabo de invejar, que penetrar ia te deixar Cara, meter uma rola ali é encher de leite. Os peitos são de tamanho bom a grande, lindos, tenho umas auréolas grandes e deliciosas. Foi a esse nível que elevei minha autoestima. Vocês imaginam que o conjunto de tudo isso, e com minha experiência transando, me sinto uma deusa, e pra completar, como a cereja do bolo, tenho um sorriso lindo, desesperadamente safado. Uma mulher assim você não encontra fácil, uma mulher assim precisa ser livre. Eu sei que qualquer um ia querer me comer, qualquer um perderia a cabeça por essa puta gostosa❤️. Bom, voltando ao que interessa. O cara, tendo o ok telepático e multifrequencial meu, foi se aproximando, rebolando a cintura, e como um relógio de pêndulo, ia e vinha, mas cada vez mais perto. Numa dessas, ele passa roçando em mim, eu ali abaixo a mão seguindo supostamente o ritmo da música, mas só pra roçar a mão dele, e deixar claro que as portas da sedução estavam abertas. Pra minha sorte, era um moreno gato, sarado, alto, tipo atlético, a camisa justa mostrava seus atributos, assim como a calça que ele usava e que fazia sobressair a silhueta da sua rola enorme, que foi a primeira coisa que notei. Nesse momento, tocou uma música salsa tão boa, daquelas em que todo mundo acaba dançando com todo mundo. Foi nesse exato momento que Jaime me diz: "vou ao banheiro e depois ao balcão pegar umas cervejas, você dança aí 'sozinha🙄', volto depois de mandar uma e te trago outra". Assim ele fez, foi ao banheiro, depois foi ao balcão e sentou de frente pra mim. Nessa altura, o moreno sarado já estava dançando comigo, e com a música de cúmplice, eu colocava o moreno de pau grande atrás de mim, eu rebolando bem gostoso a bunda e ele a pélvis em uníssono, sem se encostar no começo. Nisso, olho pro Jaime, aquele era o momento ou ponto sem volta, ou ele parava tudo ali, ou me deixaria seguir até as últimas consequências. Mas acho que a perversão dele falou mais alto, porque ele me olhou e sorriu. Isso foi mais que suficiente. Nesse mesmo Momento, estico minhas duas mãos pra trás e seguro os lados do quadril dele, puxando ele em direção à minha bunda pra forçar aquela pica monstra a encostar no meu rabo. O moleque abriu um sorriso de orelha a orelha, era óbvio que tava prestando atenção nos sinais entre eu e o Jaime, e entendeu perfeitamente que a luz verde tinha acendido. Ficamos assim, coladinhos, e o volume do moreno já tava quase no máximo: grande e duro. Viro de frente e começamos a dançar cara a cara. Aí desço a mão direita e começo a acariciar a pica do moreno de um lado pro outro, que cada vez ficava maior. Ele me agarra pelas nádegas, enfiando as mãos por baixo do vestidinho, me puxa com força pra perto dele. Daí em diante, dançamos grudados assim por mais um tempo, a música e a luz fraca, como sempre cúmplices de tudo. Eu já não aguentava mais, e num dado momento, desço o zíper da calça dele e enfio a mão, confirmando com a mão o que a vista já tinha me mostrado. Ele jogou a cabeça pra trás, os olhos revirando. Tirei a mão da calça e levei os dedos à boca, molhados com o pré-gozo da pica dele. Nisso, ele abaixa a mão, afasta minha calcinha fio dental e enfia os dedos grossos na minha buceta, tira eles todos molhados, os fluidos da minha buceta brilhavam nos dedos dele mesmo com a pouca luz do ambiente, e levou eles à boca, ele primeiro e depois a minha boca. Dançamos grudados por um bom tempo nessa posição: eu com a mão na pica dele e ele com os dedos dentro da minha buceta. Aos poucos, fomos nos afastando pra uma área escura, debaixo do cantinho VIP que tinha formato de L, com uns sofás compridos e mesinhas com pufes. Era um lugar tão escuro que a única luz que chegava vinha do reflexo da luz na pista, ou de um globo espelhado que de vez em quando mandava um raio de luz refletida. Por um momento, perdi o Jaime de vista, que tava se deliciando com uns peitos e umas bundas que passavam na frente dele 🤣. Pouco depois, vejo ele. aproximando-se e ficando na mira. Meu moreno me leva pra uma área bem escura, onde tinha vários casais, todo mundo se pegando e até transando "discretamente", ninguém ligava pro que o outro fazia, cada um na sua. Lá, meu moreninho abaixa as alças do meu vestido e deixa meus dois peitos à mostra, abaixa a cabeça devagar e começa a chupá-los intensamente, primeiro um e depois o outro, sem parar de meter a mão na minha buceta, que nessa altura já tava escorrendo pra caralho. Depois de me apalpar, ele se abaixa e tira minha calcinha fio dental, puxa ela toda molhada, eu pego e jogo de brincadeira, como quem não quer nada, no Jaime, hahaha, se vocês vissem a cara dele, dava pra ler nos lábios: "que filha da puta". Nisso, ele me pega e me deita numa das mesas, abre minhas pernas, abaixa a calça e tira aquela pica enorme, um sorriso safado estampa minha cara, e eu falo: "que pica gostosa e enorme, papai, me fode agora, por favor". Ele coloca aquela cabeçona na entrada da minha buceta toda encharcada e empurra com força, daí pra frente era só vai e vem de bombadas e fluidos, eu me sacudia pra todo lado com a boca aberta, gemendo de prazer. Eu gritava: "mais, mais, até o fundo", e o filho da puta me arrebentava com estocadas realmente brutais. Ele se agarrava nos meus dois peitos e batia uma e outra vez com as bolas no meu cu. Depois, tira a pica da buceta e enfia os dedos, tira de novo e mete no meu cu, já lubrificando pra o que vinha. Aí eu falo: "senta, papai", então ele senta, eu me ajoelho e começo a chupar a pica. Começo pelas bolas enormes e percorro a pica toda pra depois meter ela inteira na boca. Grossa, comprida, cabeçuda, e tudo isso eu chupei, com a ajuda dele que empurrava minha cabeça pra chegar até a garganta, eu molhei a pica dele com tanta saliva. Quando olho pro Jaime, vejo ele de calça arriada se masturbando bem gostoso. Depois o moreno se levanta e me coloca de quatro contra a mesa, fica atrás de mim e começa de novo a me comer pela buceta, nessa altura já não sei em que momento me tirei o vestido, e já não estava mais com ele, tanto eu quanto ele estávamos completamente nus. Ele me comeu uma vez e outra com muita intensidade, depois tirou a pika da buceta e apontou pro meu cu, devagar começou a empurrar, parava e empurrava, até que enfiou tudo, parou um pouco, e começou a bombar, cada vez mais rápido, nessa altura meu cu já estava alargado, bem gostoso e dilatado. Daí em diante ele meteu com tudo, "siim, filho da puta, arrebenta meu cu" eu falei, eu estava, dizer excitada é pouco, estava uma puta desesperada. Nisso ele me pega pelos cabelos e me encosta na parede, "finalmente" adoro ser comida em pé contra a parede. Ele me bate na bunda, enfia 3 dedos, e logo me come de novo pelo cu. A cada estocada meu corpo arqueava pra trás, tirava do cu e metia na buceta, uma hora e outra, assim por 15 minutos. Eu estava toda exausta, suada, e muito feliz. Me sentia uma puta completa, estava realmente gozando e agradecida. Quando o moreno não aguentou mais, me fez sentar de uma vez e me jogou o leite na cara toda, na boca, nos peitos, antes de parar de jorrar, me virou, e enfiou no cu e descarregou mais uns três jatos, com um grito de prazer. Ficamos assim grudados um bom tempo, até nos recuperarmos, eu apoiada na parede, ele em pé atrás. Ele foi tirando a pika o mais devagar possível, ainda estava enorme, pedi pra ele fazer devagar, queria sentir até o último segundo. Quando tirou, me virei, nos abraçamos e nos beijamos apaixonadamente. Depois de uma fodida dessas, era de se esperar, e muito merecido. Ele veste a calça, a camisa, me dá outro beijo gostoso, fala: "você é um docinho muito gostoso", e vai embora. Visto o vestidinho e olho Onde o Jaime estava, vejo ele com o pau na mão. Chamo ele e mando sentar. Começo a chupar o pau dele, afinal ele merecia. Ele se levanta bruscamente, me vira e me empurra contra a mesa, levanta meu vestidinho e mete o pau no meu cu de uma vez. Uma e outra vez ele me soca contra a mesa. Dá pra ouvir o chiado do sêmen do moreno ainda dentro da minha bunda. Depois de alguns minutos, sinto mais uma vez um monte de porra quente, só que dessa vez do meu marido. Entre a porra do moreno e a do Jaime, meu cu já não aguentava mais e escorria pela minha perna até os pés. Nunca vi nem senti tanto sêmen branco e quente saindo do meu cu. O cheiro era forte e gostoso. Depois chupei o pau dele todo, pra limpar, óbvio, e engolir as últimas gotas de porra daquela noite. O Jaime me passa a calcinha fio dental, e eu falo "fica com ela, papi, você mereceu" e vou pro banheiro me lavar. "Vamos embora?" o Jaime me pergunta. "Embora nada" eu falo, a gente toma umas cervejas e depois de um descanso merecido começamos a dançar. Daí o Jaime ficou sabendo e me conta que o moreno é o dono do lugar, e eu falo: "que bom, já sabemos onde vir sempre" E com certeza vai ser assim ❤️ Fim💋💋💋
Mais que um relato, é minha fantasia. Sempre fiquei na pilha com essa fantasia, e sempre acabo me masturbando, com orgasmos intensos. Sinceramente, adoraria realizá-la.
Não tem nada a ver aqui com pudor, fidelidade, moral (menos ainda). Se algo está claro é que me sinto uma putinha reprimida e insatisfeita, e é algo que preciso resolver urgente.
Por sorte, tenho o apoio do Jaime, meu marido ❤️. O relato se desenrola como diz o título, numa balada, e óbvio que sou a protagonista.
Com meu marido, combinamos de ir a uma balada, daquelas de ambiente escuro e música salsa boa. Ao entrar, já nos entregamos à música, mexendo os corpinho, ficamos quase no centro da pista e começamos a dançar.
Eu estava vestida bem gostosa e sensual, sem sutiã e com uma fio dental bem enfiada no rabo, dava pra ver sem levantar o vestidinho.
Não foi por acaso. Me vesti assim já sabendo o que ia causar nos homens naquela noite, e claro, Jaime, sabendo da minha fantasia, me apoiando em tudo, é um amor.
Começamos a dançar e eu, com os olhos — não no Jaime, óbvio — perdidos por aí, feito radar, tentando detectar o homem dos meus sonhos, erótico e safado.
A noite não demorou pra trazer o interesse de um. Sorrateiros e discretos, uns olhos pervertidos e ousados se fixaram nas minhas tetas grandes, descendo conforme a luz permitia pra visualizar minha bunda. Como não sou nenhuma boba, captei o sinal safado daqueles olhares e tratei de interceptá-los. Como se fizesse um escaneamento do corpo do cara, olhei pra ele e dei o ok com um sorrisinho.
Quero deixar claro que, apesar dos anos, decidi e fui ficando cada vez mais sexy, gostosa, atraente. Os atos sexuais no meu casamento foram ficando cada vez mais intensos e ricos em situações, isso me deu a chance de me tornar expert na cama, e fora dela. Chupo o pau como ninguém, tenho uma buceta linda, suculenta, gostosa, um rabo de invejar, que penetrar ia te deixar Cara, meter uma rola ali é encher de leite. Os peitos são de tamanho bom a grande, lindos, tenho umas auréolas grandes e deliciosas. Foi a esse nível que elevei minha autoestima. Vocês imaginam que o conjunto de tudo isso, e com minha experiência transando, me sinto uma deusa, e pra completar, como a cereja do bolo, tenho um sorriso lindo, desesperadamente safado. Uma mulher assim você não encontra fácil, uma mulher assim precisa ser livre. Eu sei que qualquer um ia querer me comer, qualquer um perderia a cabeça por essa puta gostosa❤️. Bom, voltando ao que interessa. O cara, tendo o ok telepático e multifrequencial meu, foi se aproximando, rebolando a cintura, e como um relógio de pêndulo, ia e vinha, mas cada vez mais perto. Numa dessas, ele passa roçando em mim, eu ali abaixo a mão seguindo supostamente o ritmo da música, mas só pra roçar a mão dele, e deixar claro que as portas da sedução estavam abertas. Pra minha sorte, era um moreno gato, sarado, alto, tipo atlético, a camisa justa mostrava seus atributos, assim como a calça que ele usava e que fazia sobressair a silhueta da sua rola enorme, que foi a primeira coisa que notei. Nesse momento, tocou uma música salsa tão boa, daquelas em que todo mundo acaba dançando com todo mundo. Foi nesse exato momento que Jaime me diz: "vou ao banheiro e depois ao balcão pegar umas cervejas, você dança aí 'sozinha🙄', volto depois de mandar uma e te trago outra". Assim ele fez, foi ao banheiro, depois foi ao balcão e sentou de frente pra mim. Nessa altura, o moreno sarado já estava dançando comigo, e com a música de cúmplice, eu colocava o moreno de pau grande atrás de mim, eu rebolando bem gostoso a bunda e ele a pélvis em uníssono, sem se encostar no começo. Nisso, olho pro Jaime, aquele era o momento ou ponto sem volta, ou ele parava tudo ali, ou me deixaria seguir até as últimas consequências. Mas acho que a perversão dele falou mais alto, porque ele me olhou e sorriu. Isso foi mais que suficiente. Nesse mesmo Momento, estico minhas duas mãos pra trás e seguro os lados do quadril dele, puxando ele em direção à minha bunda pra forçar aquela pica monstra a encostar no meu rabo. O moleque abriu um sorriso de orelha a orelha, era óbvio que tava prestando atenção nos sinais entre eu e o Jaime, e entendeu perfeitamente que a luz verde tinha acendido. Ficamos assim, coladinhos, e o volume do moreno já tava quase no máximo: grande e duro. Viro de frente e começamos a dançar cara a cara. Aí desço a mão direita e começo a acariciar a pica do moreno de um lado pro outro, que cada vez ficava maior. Ele me agarra pelas nádegas, enfiando as mãos por baixo do vestidinho, me puxa com força pra perto dele. Daí em diante, dançamos grudados assim por mais um tempo, a música e a luz fraca, como sempre cúmplices de tudo. Eu já não aguentava mais, e num dado momento, desço o zíper da calça dele e enfio a mão, confirmando com a mão o que a vista já tinha me mostrado. Ele jogou a cabeça pra trás, os olhos revirando. Tirei a mão da calça e levei os dedos à boca, molhados com o pré-gozo da pica dele. Nisso, ele abaixa a mão, afasta minha calcinha fio dental e enfia os dedos grossos na minha buceta, tira eles todos molhados, os fluidos da minha buceta brilhavam nos dedos dele mesmo com a pouca luz do ambiente, e levou eles à boca, ele primeiro e depois a minha boca. Dançamos grudados por um bom tempo nessa posição: eu com a mão na pica dele e ele com os dedos dentro da minha buceta. Aos poucos, fomos nos afastando pra uma área escura, debaixo do cantinho VIP que tinha formato de L, com uns sofás compridos e mesinhas com pufes. Era um lugar tão escuro que a única luz que chegava vinha do reflexo da luz na pista, ou de um globo espelhado que de vez em quando mandava um raio de luz refletida. Por um momento, perdi o Jaime de vista, que tava se deliciando com uns peitos e umas bundas que passavam na frente dele 🤣. Pouco depois, vejo ele. aproximando-se e ficando na mira. Meu moreno me leva pra uma área bem escura, onde tinha vários casais, todo mundo se pegando e até transando "discretamente", ninguém ligava pro que o outro fazia, cada um na sua. Lá, meu moreninho abaixa as alças do meu vestido e deixa meus dois peitos à mostra, abaixa a cabeça devagar e começa a chupá-los intensamente, primeiro um e depois o outro, sem parar de meter a mão na minha buceta, que nessa altura já tava escorrendo pra caralho. Depois de me apalpar, ele se abaixa e tira minha calcinha fio dental, puxa ela toda molhada, eu pego e jogo de brincadeira, como quem não quer nada, no Jaime, hahaha, se vocês vissem a cara dele, dava pra ler nos lábios: "que filha da puta". Nisso, ele me pega e me deita numa das mesas, abre minhas pernas, abaixa a calça e tira aquela pica enorme, um sorriso safado estampa minha cara, e eu falo: "que pica gostosa e enorme, papai, me fode agora, por favor". Ele coloca aquela cabeçona na entrada da minha buceta toda encharcada e empurra com força, daí pra frente era só vai e vem de bombadas e fluidos, eu me sacudia pra todo lado com a boca aberta, gemendo de prazer. Eu gritava: "mais, mais, até o fundo", e o filho da puta me arrebentava com estocadas realmente brutais. Ele se agarrava nos meus dois peitos e batia uma e outra vez com as bolas no meu cu. Depois, tira a pica da buceta e enfia os dedos, tira de novo e mete no meu cu, já lubrificando pra o que vinha. Aí eu falo: "senta, papai", então ele senta, eu me ajoelho e começo a chupar a pica. Começo pelas bolas enormes e percorro a pica toda pra depois meter ela inteira na boca. Grossa, comprida, cabeçuda, e tudo isso eu chupei, com a ajuda dele que empurrava minha cabeça pra chegar até a garganta, eu molhei a pica dele com tanta saliva. Quando olho pro Jaime, vejo ele de calça arriada se masturbando bem gostoso. Depois o moreno se levanta e me coloca de quatro contra a mesa, fica atrás de mim e começa de novo a me comer pela buceta, nessa altura já não sei em que momento me tirei o vestido, e já não estava mais com ele, tanto eu quanto ele estávamos completamente nus. Ele me comeu uma vez e outra com muita intensidade, depois tirou a pika da buceta e apontou pro meu cu, devagar começou a empurrar, parava e empurrava, até que enfiou tudo, parou um pouco, e começou a bombar, cada vez mais rápido, nessa altura meu cu já estava alargado, bem gostoso e dilatado. Daí em diante ele meteu com tudo, "siim, filho da puta, arrebenta meu cu" eu falei, eu estava, dizer excitada é pouco, estava uma puta desesperada. Nisso ele me pega pelos cabelos e me encosta na parede, "finalmente" adoro ser comida em pé contra a parede. Ele me bate na bunda, enfia 3 dedos, e logo me come de novo pelo cu. A cada estocada meu corpo arqueava pra trás, tirava do cu e metia na buceta, uma hora e outra, assim por 15 minutos. Eu estava toda exausta, suada, e muito feliz. Me sentia uma puta completa, estava realmente gozando e agradecida. Quando o moreno não aguentou mais, me fez sentar de uma vez e me jogou o leite na cara toda, na boca, nos peitos, antes de parar de jorrar, me virou, e enfiou no cu e descarregou mais uns três jatos, com um grito de prazer. Ficamos assim grudados um bom tempo, até nos recuperarmos, eu apoiada na parede, ele em pé atrás. Ele foi tirando a pika o mais devagar possível, ainda estava enorme, pedi pra ele fazer devagar, queria sentir até o último segundo. Quando tirou, me virei, nos abraçamos e nos beijamos apaixonadamente. Depois de uma fodida dessas, era de se esperar, e muito merecido. Ele veste a calça, a camisa, me dá outro beijo gostoso, fala: "você é um docinho muito gostoso", e vai embora. Visto o vestidinho e olho Onde o Jaime estava, vejo ele com o pau na mão. Chamo ele e mando sentar. Começo a chupar o pau dele, afinal ele merecia. Ele se levanta bruscamente, me vira e me empurra contra a mesa, levanta meu vestidinho e mete o pau no meu cu de uma vez. Uma e outra vez ele me soca contra a mesa. Dá pra ouvir o chiado do sêmen do moreno ainda dentro da minha bunda. Depois de alguns minutos, sinto mais uma vez um monte de porra quente, só que dessa vez do meu marido. Entre a porra do moreno e a do Jaime, meu cu já não aguentava mais e escorria pela minha perna até os pés. Nunca vi nem senti tanto sêmen branco e quente saindo do meu cu. O cheiro era forte e gostoso. Depois chupei o pau dele todo, pra limpar, óbvio, e engolir as últimas gotas de porra daquela noite. O Jaime me passa a calcinha fio dental, e eu falo "fica com ela, papi, você mereceu" e vou pro banheiro me lavar. "Vamos embora?" o Jaime me pergunta. "Embora nada" eu falo, a gente toma umas cervejas e depois de um descanso merecido começamos a dançar. Daí o Jaime ficou sabendo e me conta que o moreno é o dono do lugar, e eu falo: "que bom, já sabemos onde vir sempre" E com certeza vai ser assim ❤️ Fim💋💋💋
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