Roces com a Sogra... 100% real!

Como começar... Teve uma época na minha vida que eu entrei num relacionamento sério com uma mina muito gostosa. A gente formou um casal que durou vários anos. Quando conheci os pais dela, os dois na casa dos 50. Já caí nas graças deles de cara, e eles também caíram na minha. Eram muito gente boa por dentro e por fora, além de serem pais e carinhosos comigo.

No começo, eu ficava pra dormir só no sábado, até que comecei a passar os fins de semana inteiros. Nós quatro nos divertíamos pra caralho comendo, bebendo, ouvindo música e vendo filmes. E rindo de tudo. E terminava com muito sexo com a minha mina no quarto dela.

Sem perceber o momento exato em que começou o que vou contar, eu já tava olhando disfarçadamente o corpo da minha sogra (que não foi, mas vamos chamar assim), elegante na hora de trabalhar, baixinha, peso normal (só uma gordinha), olhos expressivos e lindos, voz muito doce, cabelo castanho ondulado, lábios carnudos... Uma mulher que foi muito bonita quando jovem, julgando pelas fotos de família. Mas, mais velha, ficou ainda mais atraente (uma vez até comentei isso na mesa). Muito sexy também pelo jeito de olhar, que de vez em quando ela me encarava tentando me provocar, com uma taça a mais, e me deixava nervoso porque eu sentia que ela me deixava desconfortável, aí ela sorria. Às vezes, quando eu aparecia pra cumprimentá-la nas manhãs de domingo depois de dormir lá, ela estava de roupão, onde dava pra ver os peitos dela, muito lindos por sinal, e ela costumava dar uma olhada rápida na minha virilha na frente do marido antes de eu sentar, e isso me excitava. Quando ela usava um decote no jantar em família, ela costumava olhar pros próprios peitos bonitos e projetá-los um pouco pra frente, como quem quer chamar atenção. Me excitava porque ela fazia de propósito. Mas tô deixando o melhor pro final, que era... A BUNDA DELA.

Era grande e linda pra idade dela. Empinada pra cima, igual aranha bunda-gorda. Eu olhava possesso sempre que podia e gravava na memória. para as futuras punhetas que eu começava a fazer no banheiro dela.

E me dava um tesão danado quando meu futuro sogro se gabava da bunda da mulher dele. Eles estavam casados há quase 35 anos e ele vivia se vangloriando dos glúteos da esposa: “Casei com a bunda mais gostosa do bairro”, ele dizia. No verão, quando minha sogra usava legging… Meu Deus… Era uma tortura olhar pra ela. Então, vocês sabem, a senhora, mãe da minha namorada, se abaixava pra tirar alguma coisa do forno e o safado do meu sogro, tentando arrancar risadas, pegava ela por trás fazendo algum gesto obsceno. E assim, ele sempre a enchia, pegando ela desprevenida por todos os cantos da casa. Por trás, sempre…

Eu gostava de sentar no vaso que ela mesma usava e me masturbava com força e intensidade antes de tomar banho, porque sentia tudo muito real, palpável. O jato de porra chegava a um metro e meio do chão. Pegava alguma calcinha fininha pendurada nas torneiras do chuveiro e amarrava na minha pica quando batia uma.

Uma manhã, eu estava sozinho naquela casa. E louco por ela. Entrei no quarto dela, pelado com a pica dura porque sabia o que ia fazer. Deitei na cama dela desarrumada, debaixo dos lençóis, do lado onde ela dorme, claro, e comecei a cheirar o travesseiro dela (ela usava um perfume gostoso que passava pra trabalhar), buscando o cheiro adocicado da saliva seca dela, completamente excitado, sentindo a pica querendo se soltar do corpo por causa dos cãibras fortes que a ereção me dava. Peguei o robe de seda dela que estava debaixo daquele travesseiro, coloquei sobre meu corpo e me esfregava nele na área que cobre os peitos dela, passando no meu rosto inteiro, esfregando a pica, a língua e até cheguei a cuspir nele. (Enquanto isso, imaginava que ela vestia o robe na manhã seguinte e via os peitos dela roçando a seda cuspida e babada por mim, com cheiro da minha pica… E assim aconteceu nos dias seguintes!) Sentir a seda nas minhas bolas, os peitos e o perfume que o robe exalava… não precisava bater tanto pra gozar. Que bagunça no meu peito todo. Porque, claro, antes de gozar, eu ajustei o roupão pra baixo, por cima das minhas bolas, pra não sujar ele, e virei a pica pro lado pra não acertar o jato na minha cara. Por isso, uma parte do jato foi parar no travesseiro dela, bem a centímetros da minha cabeça, o resto no peito e no chão, porque eu tava deitado bem na beirada. Achei que tinha sido a melhor punheta que eu podia ter dedicado pra ela… Mas não foi. A próxima ia ser ainda melhor.

Numa manhã de verão, daquelas que só passa uma brisa morna e o pau fica duro, eu tava sozinho em casa com a sogra e um sobrinho de 6 anos que tinha dormido lá. Aconteceu que, depois do almoço, nós três tivemos que fazer um trajeto de ônibus juntos. Eu ia jogar bola num clube, e ela tinha que levar o neto pra escola. Minha sogra e o sobrinho, com a mochila, já estavam prontos pra sair, e eu notei que ela tinha trocado de roupa: uma camiseta preta justa e aquela leggings azul foda que já tinha marcado meu hipotálamo, porque era a que melhor destacava a bunda dela. Era impressionante ver como o tecido da leggings sumia entre aquelas nádegas. Ela andava, e as nádegas balançavam como um pudim, num vai e vem de abrir e fechar. Não to exagerando. Meu coração começou a acelerar porque eu sabia que o ônibus podia ir lotado naquele meio-dia, já que as crianças viajam com as mães tanto pra voltar pra casa quanto pra entrar na escola, como o sobrinho ia fazer. Então, entrei no modo pervertido e comecei a imaginar que esfregar a bunda dela com a minha pica podia se tornar real. Por isso, voltei rápido pro quarto da minha mina, tirei a calça de moletom e a cueca, e coloquei… só o short que uso na quadra, que tem um tecido bem fininho e macio. Assim que troquei, já tava com a pica dura, quase, então depois de sacudi-la um pouco de tão excitado, tive que esperar me acalmar pra sair, porque o sobrinho já tava brincando. com a hora, eles tinham que ir embora.
No fim, saímos nós três para o ponto de ônibus.

Ainda lembro como olhavam pra bunda dela no ponto e até algumas buzinadas. Enquanto conversava com ela sobre não sei o quê, quase de costas pra mim, tive que disfarçadamente colocar a mochila onde carregava as chuteiras na frente da minha virilha pra esconder a ereção que começava a crescer, porque a mina vivia se abaixando, jogando a bunda levemente na minha direção, com a desculpa de arrumar a gola do jaleco do moleque ou dar beijinhos no rosto dele (era muito carinhosa). Eu, enquanto isso, rezava quando via ela “assim” pra que o ônibus viesse lotado, pra que ela sentisse a pica empurrando a bunda dela e descobrisse o que a filha dela tava comendo.

E foi assim, parceiros. Narro no presente pra deixar a situação mais vívida.

Chega o ônibus e, quando você vê que, mesmo com sol forte, não tem luz lá dentro, já sabe que tá até o talo de gente. Sinto o sangue ferver na ponta da pica. A avó levanta o neto (me disse que fazia isso pra conseguirem lugar) e subimos como deu, eu tão perto da bunda que quase dava pra tocar. Mas ainda mantinha distância. Num momento, fico tão ansioso que perco a ereção assim que conseguimos nos acomodar. Ela passa o cartão e não dava pra avançar mais porque tava abarrotado de gente. Já tô frustrado no meu desejo porque ela, além disso, se coloca bem de lado pra mim, de frente pra máquina do cartão, com o moleque no colo, e eu do lado dela, quase colado no motorista. Sinto só um roçar de quadris, mas nada além disso. Relaxo, soltando as duas mãos que seguravam a mochila na frente da virilha, e penduro a bolsa no ombro, já resignado a não conseguir o que queria. As pulsações voltam ao normal.

De repente, um senhor magro, uns 60 anos, vestido informal, levanta do banco da frente que fica virado pro resto do ônibus, com o encosto grudado na máquina do cartão, e oferece o lugar pra minha sogra sentar com o sobrinho. Minha sogra recua pra deixar o senhor se levantar e gira, ficando de costas pra mim, e aí senti uma boa parte da bunda dela apoiada na minha perna. Meu coração acelera de novo. O banco fica vazio. Minha sogra senta o cara, ficando parada do lado dele, e o velho, bem safado, se coloca atrás dela. Olho disfarçadamente enquanto o velho, quietinho, encosta a pika na bunda da minha sogra, e minha ereção volta na hora. Continuo colado na máquina do bilhete único, onde ela estava, então deixo ela endurecer de boa. Sinto o roçar do lado como antes, mas o fato de que o velho e ela estão quase abraçados me deixa duro igual uma estaca. Num momento, pensei que não podia perder a chance, então quando o ônibus para e sobem mais duas pessoas, vou empurrando o velho aos poucos, pedindo licença, e tiro ele daquela bunda linda da minha sogra pra me encaixar bem ali.

Queridos… não consigo explicar o que foi desde o primeiro segundo em que encosto com força a pika dura de lado naquela bunda divina. (Fiquem com tesão e apertem a pika contra um balão bem cheio, é a mesma coisa). Minhas bochechas estão quentes e minhas mãos suam. Ela, de vez em quando, brinca dando beijos no sobrinho sentado, entretido com o celular, e ao mesmo tempo, meio abaixada, empurra minha pika dura com mais força com a bunda. E não satisfeita com isso, começa a mexer ela pros lados como se estivesse dançando enquanto faz cócegas no menino e tira o celular dele de brincadeira. Que filha da puta, penso comigo mesmo! Tô com vontade de abaixar o short e pintar ela toda na legging. Não aguento mais e, possesso, começo a descuidar dos modos na frente dos outros e, com movimentos pélvicos lentos, aperto bem a pika dura, cada vez mais, numa das bandas da bunda. É meu jeito de responder. Ela não se mexe, mesmo eu empurrando bem forte. Quase todo o sangue na ponta da minha pika. Foi LINDO.

Tava completamente alucinado. Tudo Aconteceu entre 5 e 10 minutos até que começou a descer gente, deixando mais espaço. Me acalmei e virei pro outro lado, me fazendo de sonso. Já meio envergonhado porque a tesão tinha baixado, não conseguia olhar na cara da minha sogra. Sentia que tinha estuprado ela com consentimento. Os roços e empurrões dela tinham me feito gozar sem querer. Percebi mais tarde que tinha um pouco de sêmen no pau. Tinha que descer, então dei um beijo nas duas (nela, encostei meus lábios molhados quase na comissura dos lábios dela) e desci do ônibus.

Quando cheguei no clube, ainda era cedo (justamente pra não perder a viagem que tive) e ninguém do time de futebol tinha chegado. Me tranquei no vestiário e bati uma punheta daquelas em 2 minutos. Com pouca energia por tudo que vivi, naquela tarde quase não toquei na bola no jogo porque continuava no modo sonso. "Que vontade de comer ela" pensava enquanto corria feito um idiota de um lado pro outro, ouvindo as zoações dos meus amigos porque não acertava uma… Só pensava naquela bunda grande e gostosa e em meter nela.

Naquela noite, minha mina me chamou pra jantar e fiquei pra dormir também, sendo segunda-feira, nunca esqueço. Aquela noite minha sogra tava estranha… Quieta e meio mal-humorada. O humor dela tava diferente do normal. Tava irritada com o marido, reclamava de qualquer coisa e não dava bola pra filha dela também. Acho que ela também ficou desnorteada. Eu me mostrava feliz e carinhoso com a filha dela. Acho que me mostrar assim de propósito era um mecanismo de defesa pra ela não se preocupar com nada. Mas ela se mostrou frágil. Tenho certeza que me desejava e se sentia impotente por não poder mandar tudo pro caralho e me comer a noite toda. Mas não tinha mais o que fazer. Naquela casa tinha amor e respeito como uma família religiosa presa às regras. E o limite chegou ao máximo naquela tarde no ônibus.

Eu comecei a me comportar direito. Me segurei. Comecei a ter medo. de mim mesmo por não saber até onde ir… E nunca tentei algo parecido. Concentrei toda a atenção na minha parceira, embora nunca tenha deixado de desejá-la e, às vezes, precisava me acalmar com uma punheta. Ela, por outro lado, se distanciou um pouco mais sem deixar de me querer.

Essa história foi real e, sem querer ser desrespeitoso, não é como todas aquelas mentiras que a gente lê sobre sogras e genros, que se baseiam na fantasia cultural de comer a mãe do parceiro. Pode até acontecer de verdade, mas a maioria das histórias é inventada. Aqui não exagerei em nada.

Mando fotos para ilustrar uma ideia da bunda da minha sogra.
Desculpa por roubar as fotos daqui.

É isso aí, galera!Roces com a Sogra... 100% real!

Buceta

madura

rabao

coletivo

veterana

Madrastra

leggings

madura

10 comentários - Roces com a Sogra... 100% real!

Quedó buena la historia, saludos gente!! 😎
me quede con ganas de saber si la podrias coger o no a la suegra 😎
Muy buen relato chabon!! Te doy 10 xq este me lo crei! ojala se repita y lo relates
Muy buen relato, una historia q me deja al cien y me estoy tocando, q sabes de ella ahora.