Como começar... Teve uma época na minha vida que eu entrei num relacionamento sério com uma mina muito gostosa. A gente formou um casal que durou vários anos. Quando conheci os pais dela, os dois na faixa dos 50 anos. Eu caí nas graças deles de cara, e eles também caíram na minha. Eram muito legais por dentro e por fora, além de serem pais e carinhosos comigo.
No começo, eu dormia lá só no sábado, até que comecei a passar os fins de semana inteiros. Nós quatro nos divertíamos pra caralho comendo, bebendo, ouvindo música e vendo filmes. E rindo de tudo. E terminava com muito sexo com a minha mina no quarto dela.
Sem perceber o momento exato em que começou o que vou contar, eu já tava olhando disfarçadamente o corpo da minha sogra (que não foi, mas vamos chamar assim), elegante na hora de trabalhar, baixinha, peso normal (só um pouco cheinha), olhos expressivos e lindos, voz muito doce, cabelo castanho ondulado, lábios carnudos... Uma mulher que foi muito bonita quando jovem, julgando pelas fotos de família. Mas, mais velha, ficou ainda mais atraente (uma vez até comentei isso na mesa). Muito sexy também pelo jeito que ela me olhava, de vez em quando me encarando de um jeito que parecia provocação, com uma taça a mais de vinho, e me deixava nervoso porque eu sentia que ela me deixava desconfortável, aí ela sorria. Às vezes, quando eu aparecia pra cumprimentá-la nas manhãs de domingo depois de dormir lá, ela estava de roupão, onde dava pra ver os peitos dela, muito bonitos por sinal, e ela costumava dar uma olhada rápida na minha virilha na frente do marido antes de eu sentar, e isso me excitava. Quando ela usava um decote no jantar em família, ela ficava olhando pros próprios peitos bonitos e os empinava um pouco pra chamar atenção. Me excitava porque ela fazia de propósito. Mas tô deixando o melhor pro final, que era... A BUNDA DELA.
Era grande e linda pra idade dela. Empinada pra cima igual aranha bunduda. Eu ficava olhando feito um possesso sempre que podia e gravava na memória. para as futuras punhetas que eu começava a fazer no banheiro dela.
E me deixava muito excitado quando meu futuro sogro se gabava da bunda da mulher dele. Eles estavam casados há quase 35 anos e ele se vangloriava o tempo todo dos glúteos da esposa: "Casei com a bunda mais gostosa do bairro", ele costumava dizer. No verão, quando minha sogra usava legging... Meu Deus... Era uma tortura vê-la. Então, vocês sabem, a senhora, mãe da minha namorada, se abaixava pra tirar alguma coisa do forno e o safado do meu sogro, tentando arrancar risadas, pegava ela por trás fazendo algum gesto obsceno. E assim, ele sempre a enchia o saco pegando ela desprevenida por todos os cantos da casa. Por trás, sempre...
Eu gostava de sentar no vaso sanitário que ela mesma usava e batia umas punhetas muito fortes e intensas antes de tomar banho porque sentia tudo muito real, palpável. O jato de porra chegava a um metro e meio no chão. Pegava alguma calcinha de renda fina pendurada nas torneiras do chuveiro e amarrava na minha pica quando eu a sacudia.
Uma manhã eu estava sozinho naquela casa. E louco por ela. Entrei no quarto dela, pelado com a pica dura porque sabia o que ia fazer. Deitei na cama dela desarrumada debaixo dos lençóis do lado onde ela dorme, obviamente, e comecei a cheirar o travesseiro dela (ela usava um perfume gostoso que passava pra trabalhar) buscando o aroma adocicado da saliva seca dela, completamente excitado, sentindo que a pica ia se soltar do corpo por causa dos fortes cãibras que a ereção me dava. Peguei o roupão de seda dela que estava debaixo daquele travesseiro, coloquei sobre meu corpo e me esfregava com ele na área onde cobre os peitos dela por todo o meu rosto, passando a pica, a língua e até cheguei a cuspir nele. (Enquanto isso, imaginava que ela vestia o roupão na manhã seguinte e via como os peitos dela roçavam a seda cuspida e babada por mim, com cheiro da minha pica... E assim aconteceu depois nos dias seguintes!) Sentir a seda nas minhas bolas, os peitos e o perfume que o roupão exalava... não precisava bater tanto pra gozar. Que bagunça no meu peito todo. Porque, claro, antes de gozar, eu ajustei o roupão pra baixo, por cima das minhas bolas, pra não sujar ele, e virei a pica pro lado pra não acertar meu próprio rosto com o jato. Por isso, uma parte do gozo foi parar no travesseiro dela, bem a centímetros da minha cabeça, o resto no peito e no chão, porque eu tava deitado bem na beirada. Achei que tinha sido a melhor punheta que eu poderia ter dedicado pra ela…
Mas não foi. A próxima ia ser ainda melhor.
Numa manhã de verão, daquelas que só corre uma brisa morna e a pica já fica dura, me vi sozinho com a sogra e um sobrinho de 6 anos que tinha dormido lá. Aconteceu que, depois do almoço, os três tínhamos que pegar o ônibus juntos. Eu ia jogar bola num clube, e ela tinha que levar o neto pra escola. Minha sogra e o sobrinho, com a mochila, já estavam prontos pra sair, e notei que ela tinha trocado de roupa: uma regata preta justa e aquela leggings azul foda que já tinha marcado meu hipotálamo, porque era a que melhor destacava a bunda dela. Era impressionante ver como o tecido da leggings sumia entre aquelas nádegas. Ela andava, e as bandas balançavam no movimento, como um pudim, num vai e vem de abrir e fechar. Não tô exagerando. Meu coração começou a acelerar porque eu sabia que o ônibus podia ir lotado naquele meio-dia, já que as crianças viajam com as mães tanto pra voltar pra casa quanto pra entrar na escola, como o sobrinho ia fazer. Então, entrei no modo pervertido e comecei a imaginar que esfregar a bunda dela com minha pica podia se tornar real. Por isso, voltei rápido pro quarto da minha mina, tirei a calça de moletom e a cueca, e vesti… só o short que uso na quadra, que tem um tecido bem fininho e macio. Assim que troquei, já tava com a pica dura, quase pronta, então, depois de sacudi-la um pouco de tão excitado, tive que esperar me acalmar pra sair, porque o sobrinho já tava brincando. com a hora passando, eles tinham que ir embora.
No fim, saímos nós três para o ponto de ônibus.
Ainda lembro como olhavam pra bunda dela no ponto e até deram uns buzinados. Enquanto eu conversava com ela sobre não sei o quê, deixando ela quase de costas, tive que disfarçadamente colocar a mochila onde carregava as chuteiras na frente da minha virilha pra esconder a ereção que começava a brotar, porque a mina vivia se abaixando, jogando a bunda pra perto de mim com a desculpa de ajeitar a gola do jaleco do moleque ou dar beijinhos na cara dele (era muito carente). Eu, enquanto isso, rezava quando via ela “assim” pra que o ônibus viesse lotado, pra sentir a pica empurrando a bunda dela e ela descobrir o que a filha dela tava comendo.
E foi assim, parceiros. Conto no presente pra deixar a situação mais vívida.
Chega o ônibus e quando, no meio do sol, você vê que não tem luz lá dentro, já sabe que tá até o talo de gente. Sinto o sangue ferver na ponta da pica. A avó levanta o neto (me disse que fazia isso pra pedirem lugar) e subimos como deu, eu tão perto da bunda que quase dava pra tocar. Mas ainda mantinha distância. Num momento, fico tão ansioso que perco a ereção assim que conseguimos nos acomodar. Ela passa o cartão e não tinha muito mais pra onde ir porque tava abarrotado de gente. Eu já tô frustrado no meu desejo porque ela, além disso, se vira de lado pra mim, de frente pra máquina do cartão, com o moleque no colo, e eu do lado, quase colado no motorista. Sinto só um roçar de quadris, mas nada além disso. Relaxo, solto as duas mãos que seguravam a mochila na frente da virilha e penduro a bolsa no ombro, já conformado em não conseguir o que queria. As batidas do coração voltam ao normal.
De repente, um senhor magro, uns 60 anos, vestido informal, levanta do banco da frente que fica virado pro resto, com o encosto grudado na máquina do cartão, e oferece pra minha sogra sentar o sobrinho. Minha sogra recua pra deixar o senhor se levantar e gira, ficando de costas pra mim, e aí senti uma boa parte da bochecha direita dela apoiada na minha perna. Minhas batidas aceleram de novo. O banco fica vazio. Minha sogra senta o cara, ficando parada do lado dele, e o senhor, bem safado, se coloca atrás dela. Olho disfarçadamente como o velho, quietinho, encosta a pica na bunda da minha sogra, e minha ereção ressuscitou na hora. Continuo colado na máquina do bilhete único, onde ela estava, então deixo ela endurecer de boa. Sinto o roçar de lado como antes, mas o fato de que o velho e ela estão quase abotoados me deixa duro igual uma estaca. Num momento, falei pra mim mesmo que não podia perder a chance, então quando o ônibus para e sobem mais duas pessoas, vou empurrando o velho aos poucos, pedindo licença, e tiro ele da bunda linda da minha sogra pra me encaixar bem ali.
Queridos… não consigo explicar o que foi desde o primeiro segundo que encosto com força a pica dura de lado naquela bunda divina. (Fiquem com tesão e apertem a pica contra um balão bem cheio, é a mesma coisa). Minhas bochechas estão quentes e minhas mãos suando. Ela, de vez em quando, fica dando beijinhos no sobrinho sentado, entretido com o celular, e ao mesmo tempo, meio abaixada, empurra mais forte minha pica dura com a bunda. E não satisfeita, começa a mexer ela pros lados como se estivesse dançando enquanto faz cócegas no menino e tira o celular dele brincando. Que filha da puta, falo pra mim mesmo! Tô com vontade de baixar o short e pintar ela toda na legging. Já não aguento mais e, possuído, começo a descuidar dos modos na frente dos outros e, com movimentos pélvicos lentos, aperto bem a pica dura cada vez mais numa das bochechas. É meu jeito de responder. Ela não se mexe, mesmo eu empurrando bem forte. Quase todo o sangue na ponta da minha pica. Foi LINDO.
Tava alucinadíssimo. Tudo Aconteceu entre 5 e 10 minutos até que começou a descer gente, deixando mais espaço. Me acalmei e virei pro outro lado, me fazendo de sonso. Já meio envergonhado porque a tesão tinha baixado, não conseguia olhar na cara da minha sogra. Sentia que tinha estuprado ela com consentimento. Os roços e empurrões dela tinham feito eu gozar só de leve. Percebi mais tarde que tinha um pouco de sêmen no pau. Tinha que descer, então dei um beijo nas duas (nela, encostei meus lábios molhados quase no canto da boca dela) e desci do ônibus.
Quando cheguei no clube, ainda era cedo (justamente pra não perder a viagem que tive) e ninguém do time de futebol tinha chegado. Me tranquei no vestiário e bati a maior punheta da minha vida em 2 minutos. Com pouca energia por tudo que vivi, naquela tarde quase não toquei na bola no jogo porque continuava no modo sonso. "Que vontade de comer ela" pensava enquanto corria feito um idiota de um lado pro outro, ouvindo as zoações que meus amigos faziam porque eu não acertava uma... Só pensava naquela bunda grande e gostosa e em meter nela.
Naquela noite, justo minha mina me chamou pra jantar e fiquei pra dormir também, sendo uma segunda-feira, nunca esqueço. Aquela noite minha sogra estava estranha... Quieta e meio mal-humorada. O humor dela tava diferente do normal. Tava irritada com o marido, reclamava de qualquer coisa e não dava bola pra filha dela também. Acho que ela ficou desnorteada também. Eu me mostrava feliz e carinhoso com a filha dela. Acho que me mostrar assim de propósito era um mecanismo de defesa pra ela não se preocupar com nada. Mas ela se mostrou frágil. Tenho certeza que me desejava e se sentia impotente por não poder mandar tudo pro caralho e me foder a noite toda. Mas não tinha mais o que fazer. Naquela casa tinha amor e respeito como uma família religiosa presa às regras. E o limite chegou ao máximo naquela tarde no ônibus.
Eu comecei a me comportar bem. Me segurei. Comecei a ter medo. de mim mesmo por não saber até onde ir… E jamais tentei algo parecido. Concentrei toda a atenção na minha parceira, embora nunca tenha deixado de desejá-la e, às vezes, precisava me acalmar com uma punheta. Ela, por outro lado, se distanciou um pouco mais sem deixar de me querer.
Essa história foi real e, sem querer ser desrespeitoso, não é como todas aquelas mentiras que a gente lê sobre sogras e genros, que se baseiam na fantasia cultural de comer a mãe da sua parceira. Pode até rolar de verdade, mas a maioria das histórias é inventada. Aqui não exageraram em nada.
Mando fotos para ilustrar uma parecença da bunda da minha sogra.
Desculpa por roubar as fotos daqui.
É isso aí, galera!







No começo, eu dormia lá só no sábado, até que comecei a passar os fins de semana inteiros. Nós quatro nos divertíamos pra caralho comendo, bebendo, ouvindo música e vendo filmes. E rindo de tudo. E terminava com muito sexo com a minha mina no quarto dela.
Sem perceber o momento exato em que começou o que vou contar, eu já tava olhando disfarçadamente o corpo da minha sogra (que não foi, mas vamos chamar assim), elegante na hora de trabalhar, baixinha, peso normal (só um pouco cheinha), olhos expressivos e lindos, voz muito doce, cabelo castanho ondulado, lábios carnudos... Uma mulher que foi muito bonita quando jovem, julgando pelas fotos de família. Mas, mais velha, ficou ainda mais atraente (uma vez até comentei isso na mesa). Muito sexy também pelo jeito que ela me olhava, de vez em quando me encarando de um jeito que parecia provocação, com uma taça a mais de vinho, e me deixava nervoso porque eu sentia que ela me deixava desconfortável, aí ela sorria. Às vezes, quando eu aparecia pra cumprimentá-la nas manhãs de domingo depois de dormir lá, ela estava de roupão, onde dava pra ver os peitos dela, muito bonitos por sinal, e ela costumava dar uma olhada rápida na minha virilha na frente do marido antes de eu sentar, e isso me excitava. Quando ela usava um decote no jantar em família, ela ficava olhando pros próprios peitos bonitos e os empinava um pouco pra chamar atenção. Me excitava porque ela fazia de propósito. Mas tô deixando o melhor pro final, que era... A BUNDA DELA.
Era grande e linda pra idade dela. Empinada pra cima igual aranha bunduda. Eu ficava olhando feito um possesso sempre que podia e gravava na memória. para as futuras punhetas que eu começava a fazer no banheiro dela.
E me deixava muito excitado quando meu futuro sogro se gabava da bunda da mulher dele. Eles estavam casados há quase 35 anos e ele se vangloriava o tempo todo dos glúteos da esposa: "Casei com a bunda mais gostosa do bairro", ele costumava dizer. No verão, quando minha sogra usava legging... Meu Deus... Era uma tortura vê-la. Então, vocês sabem, a senhora, mãe da minha namorada, se abaixava pra tirar alguma coisa do forno e o safado do meu sogro, tentando arrancar risadas, pegava ela por trás fazendo algum gesto obsceno. E assim, ele sempre a enchia o saco pegando ela desprevenida por todos os cantos da casa. Por trás, sempre...
Eu gostava de sentar no vaso sanitário que ela mesma usava e batia umas punhetas muito fortes e intensas antes de tomar banho porque sentia tudo muito real, palpável. O jato de porra chegava a um metro e meio no chão. Pegava alguma calcinha de renda fina pendurada nas torneiras do chuveiro e amarrava na minha pica quando eu a sacudia.
Uma manhã eu estava sozinho naquela casa. E louco por ela. Entrei no quarto dela, pelado com a pica dura porque sabia o que ia fazer. Deitei na cama dela desarrumada debaixo dos lençóis do lado onde ela dorme, obviamente, e comecei a cheirar o travesseiro dela (ela usava um perfume gostoso que passava pra trabalhar) buscando o aroma adocicado da saliva seca dela, completamente excitado, sentindo que a pica ia se soltar do corpo por causa dos fortes cãibras que a ereção me dava. Peguei o roupão de seda dela que estava debaixo daquele travesseiro, coloquei sobre meu corpo e me esfregava com ele na área onde cobre os peitos dela por todo o meu rosto, passando a pica, a língua e até cheguei a cuspir nele. (Enquanto isso, imaginava que ela vestia o roupão na manhã seguinte e via como os peitos dela roçavam a seda cuspida e babada por mim, com cheiro da minha pica... E assim aconteceu depois nos dias seguintes!) Sentir a seda nas minhas bolas, os peitos e o perfume que o roupão exalava... não precisava bater tanto pra gozar. Que bagunça no meu peito todo. Porque, claro, antes de gozar, eu ajustei o roupão pra baixo, por cima das minhas bolas, pra não sujar ele, e virei a pica pro lado pra não acertar meu próprio rosto com o jato. Por isso, uma parte do gozo foi parar no travesseiro dela, bem a centímetros da minha cabeça, o resto no peito e no chão, porque eu tava deitado bem na beirada. Achei que tinha sido a melhor punheta que eu poderia ter dedicado pra ela…
Mas não foi. A próxima ia ser ainda melhor.
Numa manhã de verão, daquelas que só corre uma brisa morna e a pica já fica dura, me vi sozinho com a sogra e um sobrinho de 6 anos que tinha dormido lá. Aconteceu que, depois do almoço, os três tínhamos que pegar o ônibus juntos. Eu ia jogar bola num clube, e ela tinha que levar o neto pra escola. Minha sogra e o sobrinho, com a mochila, já estavam prontos pra sair, e notei que ela tinha trocado de roupa: uma regata preta justa e aquela leggings azul foda que já tinha marcado meu hipotálamo, porque era a que melhor destacava a bunda dela. Era impressionante ver como o tecido da leggings sumia entre aquelas nádegas. Ela andava, e as bandas balançavam no movimento, como um pudim, num vai e vem de abrir e fechar. Não tô exagerando. Meu coração começou a acelerar porque eu sabia que o ônibus podia ir lotado naquele meio-dia, já que as crianças viajam com as mães tanto pra voltar pra casa quanto pra entrar na escola, como o sobrinho ia fazer. Então, entrei no modo pervertido e comecei a imaginar que esfregar a bunda dela com minha pica podia se tornar real. Por isso, voltei rápido pro quarto da minha mina, tirei a calça de moletom e a cueca, e vesti… só o short que uso na quadra, que tem um tecido bem fininho e macio. Assim que troquei, já tava com a pica dura, quase pronta, então, depois de sacudi-la um pouco de tão excitado, tive que esperar me acalmar pra sair, porque o sobrinho já tava brincando. com a hora passando, eles tinham que ir embora.
No fim, saímos nós três para o ponto de ônibus.
Ainda lembro como olhavam pra bunda dela no ponto e até deram uns buzinados. Enquanto eu conversava com ela sobre não sei o quê, deixando ela quase de costas, tive que disfarçadamente colocar a mochila onde carregava as chuteiras na frente da minha virilha pra esconder a ereção que começava a brotar, porque a mina vivia se abaixando, jogando a bunda pra perto de mim com a desculpa de ajeitar a gola do jaleco do moleque ou dar beijinhos na cara dele (era muito carente). Eu, enquanto isso, rezava quando via ela “assim” pra que o ônibus viesse lotado, pra sentir a pica empurrando a bunda dela e ela descobrir o que a filha dela tava comendo.
E foi assim, parceiros. Conto no presente pra deixar a situação mais vívida.
Chega o ônibus e quando, no meio do sol, você vê que não tem luz lá dentro, já sabe que tá até o talo de gente. Sinto o sangue ferver na ponta da pica. A avó levanta o neto (me disse que fazia isso pra pedirem lugar) e subimos como deu, eu tão perto da bunda que quase dava pra tocar. Mas ainda mantinha distância. Num momento, fico tão ansioso que perco a ereção assim que conseguimos nos acomodar. Ela passa o cartão e não tinha muito mais pra onde ir porque tava abarrotado de gente. Eu já tô frustrado no meu desejo porque ela, além disso, se vira de lado pra mim, de frente pra máquina do cartão, com o moleque no colo, e eu do lado, quase colado no motorista. Sinto só um roçar de quadris, mas nada além disso. Relaxo, solto as duas mãos que seguravam a mochila na frente da virilha e penduro a bolsa no ombro, já conformado em não conseguir o que queria. As batidas do coração voltam ao normal.
De repente, um senhor magro, uns 60 anos, vestido informal, levanta do banco da frente que fica virado pro resto, com o encosto grudado na máquina do cartão, e oferece pra minha sogra sentar o sobrinho. Minha sogra recua pra deixar o senhor se levantar e gira, ficando de costas pra mim, e aí senti uma boa parte da bochecha direita dela apoiada na minha perna. Minhas batidas aceleram de novo. O banco fica vazio. Minha sogra senta o cara, ficando parada do lado dele, e o senhor, bem safado, se coloca atrás dela. Olho disfarçadamente como o velho, quietinho, encosta a pica na bunda da minha sogra, e minha ereção ressuscitou na hora. Continuo colado na máquina do bilhete único, onde ela estava, então deixo ela endurecer de boa. Sinto o roçar de lado como antes, mas o fato de que o velho e ela estão quase abotoados me deixa duro igual uma estaca. Num momento, falei pra mim mesmo que não podia perder a chance, então quando o ônibus para e sobem mais duas pessoas, vou empurrando o velho aos poucos, pedindo licença, e tiro ele da bunda linda da minha sogra pra me encaixar bem ali.
Queridos… não consigo explicar o que foi desde o primeiro segundo que encosto com força a pica dura de lado naquela bunda divina. (Fiquem com tesão e apertem a pica contra um balão bem cheio, é a mesma coisa). Minhas bochechas estão quentes e minhas mãos suando. Ela, de vez em quando, fica dando beijinhos no sobrinho sentado, entretido com o celular, e ao mesmo tempo, meio abaixada, empurra mais forte minha pica dura com a bunda. E não satisfeita, começa a mexer ela pros lados como se estivesse dançando enquanto faz cócegas no menino e tira o celular dele brincando. Que filha da puta, falo pra mim mesmo! Tô com vontade de baixar o short e pintar ela toda na legging. Já não aguento mais e, possuído, começo a descuidar dos modos na frente dos outros e, com movimentos pélvicos lentos, aperto bem a pica dura cada vez mais numa das bochechas. É meu jeito de responder. Ela não se mexe, mesmo eu empurrando bem forte. Quase todo o sangue na ponta da minha pica. Foi LINDO.
Tava alucinadíssimo. Tudo Aconteceu entre 5 e 10 minutos até que começou a descer gente, deixando mais espaço. Me acalmei e virei pro outro lado, me fazendo de sonso. Já meio envergonhado porque a tesão tinha baixado, não conseguia olhar na cara da minha sogra. Sentia que tinha estuprado ela com consentimento. Os roços e empurrões dela tinham feito eu gozar só de leve. Percebi mais tarde que tinha um pouco de sêmen no pau. Tinha que descer, então dei um beijo nas duas (nela, encostei meus lábios molhados quase no canto da boca dela) e desci do ônibus.
Quando cheguei no clube, ainda era cedo (justamente pra não perder a viagem que tive) e ninguém do time de futebol tinha chegado. Me tranquei no vestiário e bati a maior punheta da minha vida em 2 minutos. Com pouca energia por tudo que vivi, naquela tarde quase não toquei na bola no jogo porque continuava no modo sonso. "Que vontade de comer ela" pensava enquanto corria feito um idiota de um lado pro outro, ouvindo as zoações que meus amigos faziam porque eu não acertava uma... Só pensava naquela bunda grande e gostosa e em meter nela.
Naquela noite, justo minha mina me chamou pra jantar e fiquei pra dormir também, sendo uma segunda-feira, nunca esqueço. Aquela noite minha sogra estava estranha... Quieta e meio mal-humorada. O humor dela tava diferente do normal. Tava irritada com o marido, reclamava de qualquer coisa e não dava bola pra filha dela também. Acho que ela ficou desnorteada também. Eu me mostrava feliz e carinhoso com a filha dela. Acho que me mostrar assim de propósito era um mecanismo de defesa pra ela não se preocupar com nada. Mas ela se mostrou frágil. Tenho certeza que me desejava e se sentia impotente por não poder mandar tudo pro caralho e me foder a noite toda. Mas não tinha mais o que fazer. Naquela casa tinha amor e respeito como uma família religiosa presa às regras. E o limite chegou ao máximo naquela tarde no ônibus.
Eu comecei a me comportar bem. Me segurei. Comecei a ter medo. de mim mesmo por não saber até onde ir… E jamais tentei algo parecido. Concentrei toda a atenção na minha parceira, embora nunca tenha deixado de desejá-la e, às vezes, precisava me acalmar com uma punheta. Ela, por outro lado, se distanciou um pouco mais sem deixar de me querer.
Essa história foi real e, sem querer ser desrespeitoso, não é como todas aquelas mentiras que a gente lê sobre sogras e genros, que se baseiam na fantasia cultural de comer a mãe da sua parceira. Pode até rolar de verdade, mas a maioria das histórias é inventada. Aqui não exageraram em nada.
Mando fotos para ilustrar uma parecença da bunda da minha sogra.
Desculpa por roubar as fotos daqui.
É isso aí, galera!








10 comentários - Roces com a Sogra... 100% real!