No dia seguinte de manhã, ele bateu 10 vezes na porta do quarto dela. Depois de um tempo, ela sai. Nem tinha lavado o rosto... escovado os dentes, hum. O cabelo comprido todo bagunçado, ela só estava usando aquela mesma cueca boxer. Ela se aproxima da bancada do café da manhã, onde ele tinha preparado a comida. Numa sacola de papel kraft meio amassada, com um beijo ele me diz: "Isso eu vendia na praia... trouxe de presente pra você, mãe." Um pacotinho... uma regatinha de alças verde fluorescente. "Meu amor, o que é isso?", eu digo, e dou um beijo na bochecha dele. "Valeu pela regata." E ele fala: "É um vestido, mãe." Abre o outro pacote: é uma combinação com um biquíni. Abro depressa, estico entre minhas mãos e não conseguia acreditar no tamanho pequeno que era. "Nossa, filho, que pequenininho isso, meu amor." "Vai ficar bem em você, mãe, estica. É marca Bum Bum, usa-se muito no Brasil." Dei um beijo longo e estalado, apertando meus peitos quase zero km contra ele. Tomamos café da manhã conversando, e já era meio-dia. Num momento ele fala: "Eu, mãe, vamos pra piscina." Era pleno fevereiro. "Te espero lá, coloca a 'Maya' que eu trouxe." (Quem quiser ver como ficou em mim, me escreve.) Experimentei no meu quarto o biquíni e o vestidinho... biquíni minúsculo. Ainda bem que estava toda depilada. Saí pro quintal e ele me chama da piscina. Pergunto: "Quer tomar alguma coisa?" "Tem cerveja gelada, mãe?" "Tenho uns long necks." "Traz eles." Voltei pra pegar. Ele fala: "Entra, a gente toma aqui." Eu me sentia mais que nua. Sentia os olhos dele em mim. Entrei e parei na água na frente dele. Estendi o braço dando as cervejinhas pra ele. E ele fala: "Ficou alucinante em você, mãe. Quando você me disse que fez os peitos, procurei outro modelo." "Nossa, filho, adorei, mas tô quase pelada." "Qual é o problema?" Tomamos a cerveja no sol forte. Ele como se nada. Eu meio... meio... e me soltei. A gente foi se aproximando... até que resolvi sair, porque me conheço e tive medo. Fiquei na borda tomando sol... e cerveja vai, cerveja vem... já era. Tardeava... e eu falei: vou deitar um pouquinho. Cozinhei e tô tonta. Fica tranquila, mãe, eu preparo algo pra jantar aqui fora ou na varandinha. Fui pro meu quarto, me despi e entrei no chuveiro. Meu corpo pedia carícias... minha mente não tava clara. Me acariciei enquanto tomava banho... e terminei o serviço na cama, com as persianas baixas e o ar condicionado no talo. Tava excitada pelo meu filho? Sim. Adormeci de bruços depois de me masturbar, lembrando do que tinha acontecido minutos antes. Dormi. Um tempo depois, ele bateu na minha porta: "Mãe, preparei uns petiscos pra gente comer, beber algo e ver o pôr do sol. Vai vestir o vestidinho? Te espero lá embaixo." Lavei o rosto, passei creme, me penteiei um pouco, calcei umas sandálias... e o vestido vestiu como uma luva. Ver aquilo no meu corpo... Quando ele me viu, só soltou: "TREMENDA!
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