Normalmente eu acordava antes que a Andrea e a Natalia. Quando fazia isso, ficava de pé ao lado da cama só pra observar elas com atenção. Acordar com duas mulheres gostosas não tem comparação. E duas mulheres gostosas que você comeu na noite anterior. Mas naquele sábado não foi assim. Quando levantei, tava sozinho na cama. Lembrei por um instante do que tinha rolado na noite e aquilo já fez meu dia começar maravilhoso. Levantei e fui em direção aos sons, até encontrar a Andrea encolhida num sofá com um café na mão.
"Bom dia, princesa, como você amanheceu?" Perguntei.
"Banhada de porra sua kkkk." Respondeu a Andrea.
"Que delícia. Ontem foi espetacular, mas não sei se aguento mais uma semana assim, fodendo toda noite."
"Bom, vai ter que aguentar kkkk."
"E a Natalia?"
"Tá tomando banho."
"Ok, vou tomar uma ducha. Por favor, peçam o café da manhã." Falei, antes de ir pro meu quarto. Limpei a roupa e depois caminhei até o banheiro. Me barbeie e entrei no chuveiro quente, deixando a água cair sobre mim, espantando a preguiça da manhã. Não ouvi a porta do banheiro abrir, mas ouvi o "clique" da porta do box. Era a Andrea.
"Eu também preciso de uma limpeza, me ajuda a me lavar?" Ela disse, enquanto me dava um abraço e um beijo.
"Adoraria te lavar, mas cadê a Natalia?"
"Ela foi falar com os amigos dela um instante. Já pedimos o café, então só tem nós por um tempo."
O corpo dela se apertou contra o meu e eu me abaixei um pouco, deixando minha pica dura deslizar entre as pernas dela. Ela gemeu enquanto eu passava minha pica até a buceta molhada dela, ainda cheia de porra. Ela levou uma mão entre as pernas e massageou suavemente a ponta da minha pica, deslizando pra frente e pra trás. A gente se mexeu debaixo da água, deixando o sabão enxaguar. Depois a Andrea empurrou minha pica pra trás e deixou ela se acomodar na entrada do corpo dela. Ela ficou na ponta dos pés e deixou entrar devagar. Que divino. Não foi apressado, já que tínhamos muito tempo. Andrea afundou lentamente no meu pau e gemeu quando deslizou a maior parte do caminho dentro da buceta dela.
"Me come gostoso, Fer, me faz gozar, amor", ela gemeu.
Eu me movi e comecei um ritmo lento e profundo. Ela gosta assim. Segurei ela, deixando que ela se tocasse no clitóris com a mão livre. Continuava lento e apaixonado, mas a velocidade foi aumentando. A respiração dela estava tão rápida quanto a minha, e nossas línguas lutavam entre si enquanto nos aproximávamos rapidamente do orgasmo.
Chegamos ao clímax juntos, a buceta dela agarrou meu pau pulsante enquanto eu a inundava de porra quente de novo. Desabamos contra a parede, recuperando o fôlego, antes de percebermos que a água tinha esfriado. Eu me retirei dela, deixando nossa porra misturada escorrer pelo chão e pelo ralo. Nos beijamos de novo antes de sair; ela ficou mais um tempo terminando de lavar o cabelo para sair e se enrolar numa toalha.
Nos vestimos e nos preparamos para o café da manhã. A Natália voltou e, pouco depois, os garçons chegaram com nossos cafés. Sentamos na varanda para comer com aquela vista linda do mar. A paz foi quebrada pelo toque do meu celular. Era meu sócio. Me desculpei e entrei para atender a ligação.
A conversa foi mais ou menos assim:
Meu sócio explicou que tinha um problema em outra obra. Não era um atraso, mas sim umas preocupações com as compras. Quando a gente assume uma obra, minha empresa coloca certas pessoas em cargos-chave de direção, controle e auditoria da obra. Normalmente, é um engenheiro civil ou um arquiteto quem dirige e supervisiona a obra, e uma pessoa experiente em auditoria que cuida da administração. Boa parte das compras de uma determinada obra é feita pelo nosso escritório central — isso porque, comprando em volume (várias obras civis ao mesmo tempo), os preços finais ficam mais baratos, aumentando nossos lucros. Mas nem todas as compras podem ser centralizadas. Então, algumas são feitas localmente e ficam por conta do Diretor da Obra e do Administrador do Contrato. Todas essas compras são supervisionadas e auditadas pelo nosso escritório central. E naquela obra em particular, tinha acionado certos alarmes no nosso pessoal de auditoria posterior. Em algumas compras locais, houve aumentos de preço entre 3% e 7%. Aumentos pequenos, mas que, somados, davam uma boa grana em euros. A Diretora de Finanças e a Chefe de Auditoria achavam que era necessária uma intervenção naquela obra e fazer uma auditoria imediata.
Claro que eu concordei. Como aquele engenheiro em particular tinha sido contratado pelo meu sócio, e com a família dele existiam fortes laços de amizade, ele me pediu que eu cuidasse dessa situação. Entendi perfeitamente o assunto e, de novo, concordei com meu sócio. Ele me disse que já tinha enviado em... A avioneta da empresa, pra um engenheiro, porque mais ou menos já sacava minha resposta. Então tinha que voltar hoje mesmo.
'Porra, porra, porra' pensei. Belo jeito de foder o fim de semana. Voltei pra cima e encontrei as minas deitadas nas poltronas reclináveis, peladas.
As duas olharam pra cima sorrindo, mas logo perceberam que algo tava errado. Expliquei o que tava rolando e que a gente tinha que voltar pra casa no máximo naquele dia. As duas entenderam, mas perguntaram que horas a gente ia embora. Falei que tinha que ir pro canteiro de obras, me encontrar com o engenheiro que ia me substituir. Tinha que atualizar ele. E isso ia levar umas horas, provavelmente a gente ia embora de tarde, depois do almoço. Andrea e Natalia não ficaram felizes que o tempo delas de pegar sol ia ser tão curto, e prometeram estar prontas pra 1 da tarde. Entrei, fiz as malas e depois chamei elas pra se mexerem. As duas apareceram do terraço na hora certa e começaram a se arrumar ainda peladas, se contorcendo e tremendo na minha frente. Era uma vista gostosa, mas já tava pensando no que me esperava em outro lugar.
Terminei de tomar café e fui pro canteiro. Lá já tava o engenheiro que meu sócio tinha mandado. Depois dos cumprimentos de praxe, a gente começou a trabalhar pra deixar ele por dentro de tudo. Terminamos perto de 1 da tarde. Fomos pro hotel. No caminho, liguei pras minas. Elas ainda tavam no apartamento. Pedi pra se apressarem e, claro, vieram as reclamações. Depois de estacionar e esperar uns 10 minutos no lobby, subi no apartamento pra buscar as minas. A Natalia já tava pronta, mas a Andrea não sabia se o biquíni que ela tinha era atrevido demais pra tomar um banho de piscina. Pelo amor de Deus, falei. Essa "coisa é pequena demais", não cobre nada. Andrea soltou uma gargalhada e disse que ia vestir um mais decente.
Espera um pouco e finalmente a Andrea saiu, de shortinho e blusa branca. Descemos pro lobby do hotel, apresentei o engenheiro pra eles e fomos pra área da piscina, com a intenção de almoçar lá e deixar minhas sobrinhas curtirem a piscina pela última vez na viagem. Sentamos e um garçom veio até a gente. Pedimos a comida e as bebidas logo de uma vez pra ganhar tempo. A Natalia falou que ia dar um mergulho antes de comer. Tirou a roupa e ficou só de biquíni azul "decente". Depois a Andrea tirou a roupa dela. Quis matar ela, ela tinha colocado aquele micro mini biquíni branco super pequeno. Ela me olhou e soltou uma gargalhada infantil antes de sair andando. O engenheiro quase saltou os olhos e perguntou: "Essas são suas sobrinhas?" Acho que nem preciso dizer que os caras ao redor da piscina grudaram os olhos na Andrea, e mais de um levou um belo cascudo de alguma esposa ou namorada ciumenta. E claro, quando ela saiu da piscina e deitou pra pegar um sol, levaram outros cascudos. Enfim, terminamos o almoço e fomos pro apartamento, dessa vez com o engenheiro, que ia ficar lá. Descemos com nossas malas direto pro aeroporto, onde a avioneta da empresa já tava no terminal nacional, e depois dos controles de praxe no aeroporto, em pouco tempo já estávamos voando pra casa.
O voo foi tranquilo, sem nenhum perrengue, e aterrissamos sem novidades. Pegamos nossas malas e fomos pra saída. O Manuel e a Maria estavam lá pra nos buscar, uma surpresa pra mim. A Andrea tinha mandado uma mensagem no WhatsApp pra eles, avisando que chegaríamos cedo em casa. Batemos um papo no carro de volta pra minha casa e entramos. Expliquei o motivo de ter voltado mais cedo e que agora ia pra outra cidade, onde a gente tinha uma obra com problemas. A Andrea perguntou se ainda podia ficar na minha casa, e eu aceitei, mas ela precisava passar na casa dela primeiro. Liguei pro meu sócio e combinamos de nos encontrar. para o dia seguinte, que era domingo.
Todo mundo foi embora logo depois, e a Andrea me disse que voltaria amanhã. Lavei um pouco, arrumei roupa limpa e depois saí pra jantar, não queria preparar janta em casa. Dei risada sozinho durante a comida, pensando na Andrea e na cara do engenheiro e do resto do povo na piscina, quando a Andrea tava "desfilando" com aquele micro mini biquíni branco dela. Toda vez que vejo ela assim, vem na minha cabeça a letra da música Azul do Balvin: "E esse corpinho que você tem, o biquíni pequenininho fica bem. Essa branquinha fode o sol e já fica morena na hora". Com certeza, a Andrea é uma mina super ousada. E eu nem tinha percebido que nem tinha falado com a Andrea sobre isso. Ia ter que esperar.
No dia seguinte, umas 9 da manhã, cheguei no escritório. Já tava lá meu sócio, a Diretora Financeira e a Chefe de Auditoria. Elas me explicaram que naquela obra em específico tavam rolando uns sobrepreços sem justificativa. Eram valores pequenos entre uma nota e outra, mas quando somava tudo, dava pra ver um aumento nos gastos das compras que não tinha motivo. A Chefe de Auditoria achava que o engenheiro responsável pela obra, junto com a Administradora da Obra, tavam superfaturando e ficando com a diferença. A proposta dela era intervir na obra e fazer uma auditoria. Depois de uma hora de explicações, com perguntas e respostas, concordei com todo mundo que era preciso intervir e auditar. Tínhamos o problema de que a auditora que a gente usava pra esses casos tava de licença maternidade, grávida. A Diretora Financeira lembrou da Maria, que era auditora independente e já tinha nos ajudado outras vezes. A Maria é a mãe da Andrea e da Natalia, esposa do meu ex-cunhado Manuel. Ela é uma auditora de total confiança nossa, então topei contratar ela. A Diretora Financeira ligou pra ela, e Expliquei rapidamente a situação e pedi pra ela vir ao escritório pra gente se reunir e entrar em mais detalhes.
A María chegou umas hora depois. A gente se cumprimentou e a Diretora Financeira e nossa Auditora Chefe explicaram a situação pra ela. A María também concordou que tinha algo estranho rolando e aceitou fazer a auditoria. Naquele momento, eu e meu sócio deixamos elas sozinhas, pra María e nossa Diretora Financeira acertarem os honorários profissionais e pegarem mais informações sobre as dúvidas que tinham em relação às diferentes faturas. Almoçamos no escritório e depois disso, combinamos que uma das nossas auditoras novas, que não tinha muita experiência, acompanharia a María e que a saída seria na segunda-feira às 8 da manhã. As mulheres foram embora e ficamos eu e meu sócio a sós pra contar em detalhes como tinha ficado a obra onde eu tava trabalhando. Do escritório fomos jantar pra continuar revisando os diferentes projetos que a gente tinha, já que eu passaria pelo menos uma semana fora do escritório central.
Quando cheguei em casa já tava escurecendo. As luzes estavam acesas lá dentro e o carro da Andrea do lado de fora. As duas me esperavam na cama, e eu já tava quase pelado antes de a porta principal fechar.
Minha última noite em casa por um tempo foi tão boa quanto parece. Duas mulheres gostosas e safadas que eu amo pra caralho me lembraram do que eu ia sentir falta. A gente transou até chegar a hora de ir embora. Eu ia recuperar o sono no avião. Tomamos banho juntos, dessa vez elas rasparam suavemente minha pica e as bolas como se ambas já tivessem feito aquilo muitas vezes antes. Sexo no chuveiro tem que ser um dos melhores lugares, com água morna e corpos escorregadios. Dei um beijo de despedida nelas e fui pro aeroporto pra uma viagem que possivelmente definiria o futuro de algumas pessoas.
Encontrei com o Roberto, o engenheiro que ia cuidar da obra, e a Brandy, a auditora que ia ajudar. a María. A gente se registrou e passou pela alfândega e imigração quando meu celular tocou. Era a María.
“Oi María, bom dia”
“Oi Fernando. Tô me registrando, cadê você?”, a voz dela era quente.
“Oi, fico feliz que você conseguiu vir. Acabamos de passar pela alfândega. Vamos esperar você pra ir até o hangar onde tá o avião.”
“Ok, beleza. Te vejo daqui a pouco.” E ela desligou.
Pedi pro Roberto e pra Brandy esperarem um pouco, que a María tava passando pela alfândega. Pouco depois ela chegou, e apresentei o Roberto pra ela; a Brandy já conhecia ela da reunião do dia anterior. A María tem uns 1,68, cabelo preto e pele bronzeada. Assim como as filhas, ela ama o mar. Tava vestida com calça, camisa e jaqueta sob medida, toda uma auditora executiva. Naquela época, a María tinha 43 anos. Ela era muito inteligente e tinha uns certos atrativos. Claro, não dá pra comparar com as filhas, Andrea e Natalia, que puxaram o pai na cor da pele e nos atrativos. De qualquer forma, aos 43 anos, ela manteve a boa aparência. Daí a gente foi pro hangar onde tava o avião King Air 350i. A María e a Brandy sentaram juntas, e eu e o Roberto também, mas perto dos pilotos.
O voo foi tranquilo, a gente conversou sobre o que podia esperar quando chegasse e começou a definir uns marcos importantes e formatos de relatório. Passamos rápido pela alfândega e imigração. Na sala de desembarque, um par de motoristas nos recebeu. Como estratégia, a María e a Brandy iriam pro hotel primeiro. Eu e o Roberto iríamos pros escritórios no canteiro de obras da empresa.
Quando chegamos nos trailers que servem de escritório, o engenheiro e responsável pela obra já tava nos esperando. Depois de ouvir as reclamações dele por terem tirado ele da obra, a gente começou a trabalhar pra atualizar o progresso da construção. Isso levou umas quatro horas, terminando perto das 2 da tarde. O engenheiro foi pro aeroporto, não sem antes passar pelo hotel para pegar as malas delas. Por volta das 14h30, María e Brandy chegaram aos escritórios. Chamamos a Administradora da Obra e expliquei qual seria a função de María e Brandy, e que queríamos fazer uma auditoria e esperávamos toda a colaboração da parte dela. A administradora ficou pálida. Acho que sabia o que a gente veio fazer e o porquê da mudança tão brusca do chefe da obra.
Sem entrar nos detalhes das nossas atividades, trabalhamos muito e pesado durante aquela semana, principalmente María e Brandy, que tentavam entender o que tinha acontecido e o porquê dos aumentos nos custos. Trabalhamos muito bem como equipe e também nos conhecemos muito melhor. Os dias daquela primeira semana passaram voando. A empresa alugava vários apartamentos grandes e o nosso ficava no décimo andar. Na verdade, ocupava três andares e tinha quatro quartos, sala, copa e cozinha.
Na sexta-feira, depois do jantar, subimos até o apartamento. Roberto e Brandy foram para a cama, então María e eu dividimos uma dose e batemos um papo. O estado de espírito de María e o comportamento dela estavam diferentes, mas eu não tinha certeza do motivo. Ela tinha vestido uma calça de moletom e uma camiseta, e sentou no sofá do meu lado. Bebeu a bebida dela de um gole só, encheu de novo e tomou outro gole.
"Você tá bem? Como é que tão as coisas em casa?" Eu perguntei. Minha preocupação era que, conforme nosso trabalho se aproximava do fim, eu precisava garantir que todo mundo estivesse na mesma sintonia e comprometido, e que qualquer distração devia ser evitada.
"Sim, só cansada, acho." María respondeu, mas não foi convincente. "Só tô tentando resolver umas paradas em casa, mas tô bem."
A gente conversou mais um pouco, mas evitamos os problemas em casa, já que eu não tava a fim de virar psiquiatra, então terminei minha bebida, dei boa noite e fui dormir. A semana seguinte foi igual aos últimos cinco dias, e María e todos estavam no caminho certo. Seguimos em frente com a investigação e nos aproximamos do resultado, um que temíamos, mas esperávamos que não estivesse certo. Foi um resultado devastador pro meu parceiro, porque aquele engenheiro de obra ele mesmo tinha contratado e era filho de um grande amigo dele. E agora cabia a ele resolver diretamente, foi o que ele me pediu. Nosso trabalho estava feito. Já estávamos aqui há duas semanas e o resultado nos deixou vazios. Coube a mim a tarefa de demitir a Administradora da Obra.
Passamos uns dias arrumando as peças finais e fechando nosso trabalho. Naquela sexta, Roberto foi pra uma cidade vizinha visitar uns amigos e a Brandy foi passar o fim de semana com uns parentes que moravam naquela cidade. Era umas oito da noite de sexta, quando alguém bateu na porta do meu quarto. Atendi e fiquei muito surpreso ao ver a María.
Ela entrou e sentou, lutando pra manter a compostura. "O Manuel tá me traindo com outra mulher", soluçou baixinho.
"María, sinto muito, mas você tem certeza? Não pode ser um engano?", e abracei ela enquanto ela continuava chorando.
"Não, ele acabou de confessar. Eu já desconfiava. Uma amiga viu ele se beijando no estacionamento de um shopping. Uma ex-namorada."
Tentei consolar ela, mas era quase impossível. Só sugeri que ela não se precipitasse. Que esperasse chegar em casa e falar com o Manuel pessoalmente, que por telefone não dava pra resolver as coisas, pelo contrário, só piorava a situação. Ela conseguiu se acalmar um pouco. Então sugeri que saíssemos pra caminhar um pouco e procurar um restaurante fora do hotel, pra comer alguma coisa e mudar um pouco de ambiente. Ela topou e saímos do hotel. O jantar foi num restaurante pequeno e ela explicou mais do que tinha rolado nas últimas semanas em casa.
"Acho que sabia que algo tava errado, mas não queria acreditar no que tava acontecendo. Pensava que a gente tava bem, conversava e compartilhava tudo. nossos pensamentos e sentimentos. Tudo parece tão superficial agora".
"Maria, você não precisa me contar nada além do que quiser, mas vou te ouvir se quiser conversar". Tentei acalmá-la, na verdade eu não era a melhor pessoa para dar conselhos, meses atrás tinha me divorciado por trair minha esposa. Mas mesmo assim, tentei. Expliquei que a gente pode ser infiel e ainda assim não deixar de amar a pessoa que está ao nosso lado. Às vezes as circunstâncias aparecem e a gente acaba traindo, mas isso não apaga o amor pela outra pessoa.
Voltamos caminhando pelas ruas locais e, quando estávamos chegando perto do hotel, ela segurou meu braço, me beijou na bochecha e agradeceu por ouvi-la e apoiá-la. Ela me pegou pelo braço durante a curta caminhada até o hotel e tentou se proteger da brisa fresca. No hotel, tomei um banho e depois fiquei vendo TV numa salinha do apartamento, enquanto Maria estava em outro quarto. Eu estava quase dormindo quando ela sacudiu meu braço de leve. Na penumbra, consegui ver que ela estava de camiseta e calcinha feminina. Me sentei e ela se sentou ao meu lado.
"Você dormiu no sofá", disse Maria.
"Ah, é, tô muito cansado, valeu por me acordar".
"Obrigada, Fernando, por me ouvir, precisava desabafar com alguém".
"Fica tranquila, Maria, fico feliz que você está aqui e pode compartilhar seus problemas comigo". Ainda estava tentando me concentrar no que ela dizia, enquanto os peitos dela lutavam para escapar da camiseta apertada. Dei um abraço nela pra acalmar, e ela me abraçou de volta, esmagando os peitos contra mim. Ela se levantou e pegou minha mão, me puxando suavemente para o quarto dela e direto pra cama. Eu parei, soltei a mão dela e tentei ir pro meu quarto. Ela me segurou e ficamos nos olhando por uns instantes. Maria se aproximou e me deu um beijo na boca. Se afastou um pouco. Eu olhava pra ela meio incrédulo. Ela se aproximou de novo e dessa vez a gente se beijou. Um beijo gostoso. Enfiei minha língua na boca dela e ela na minha. De novo, ela pegou na minha mão e me arrastou até a entrada do quarto dela. Aquilo já tava rápido demais, e não pelos motivos certos. "Maria, não, agora não, assim não," falei, soltando a mão dela. Ela pareceu confusa.
"Maria, você é linda e me sinto lisonjeado, mas isso pode não ajudar. Você tá confusa agora, precisa clarear a mente." Ela não disse nada, mas se inclinou e me beijou nos lábios, deu um sorrisinho e voltou pra dentro do quarto.
Acho que não dormimos muito, mas estávamos dispostos e prontos pra aquele sábado, que seria nosso primeiro dia livre em duas semanas. A gente tinha combinado de ir pra uma praia perto, já que o apart-hotel ficava numa área central, mas perto de algumas praias. O tempo tava bom, então fomos pra lá. Alugamos umas cadeiras e uma barraca e sentamos de frente pro mar. Maria tirou a roupa. Tava usando um biquíni normal, roxo. Nada a ver com os micro-mini biquínis da Andrea, e os corpos também não dava pra comparar. Claro, Maria tinha 43 anos e Andrea, 23.


Pedimos umas cervejas, que deixaram numa caixa térmica pequena, e sentamos pra curtir o mar. Tinha pouca gente na praia. Maria ficou um tempo pegando sol e depois entrou na água. Eu só fiquei tomando minhas cervejas na paz, olhando um pouco as pessoas e o mar, de vez em quando a Maria, e também lendo notícias no celular ou respondendo mensagens no WhatsApp ou vendo o Twitter. Uma conversa ou outra com Maria, mas nada fluido. Os dois estávamos imersos nos nossos próprios pensamentos e assuntos. Pedimos o almoço pra comer ali na frente do mar, num lugar que vendia comida e serviram na beira da praia. Não tínhamos falado sobre ontem à noite, mas Maria começou.
"Fernando, desculpa por ontem à noite, não planejei e não quis te colocar numa situação chata. Me desculpa." Ela disse.
"Não se arrepende, Maria. Você realmente me pegou de surpresa", respondi sincero. "É que acho que não é o melhor jeito de resolver seus problemas em casa. Além disso, não tô preparado pra começar um relacionamento com ninguém."
Claro que não ia contar sobre minha relação com Andrea e Natalia. Acho que se ela descobrisse, Maria me matava ali mesmo. Então tive que mentir, principalmente porque a Andrea tinha sugerido a gente ter um relacionamento mais sério, mesmo que escondido, mas sério e também aberto, pra testar. Ela teria liberdade pra sair com outros caras e eu com outras minas. Mas ter um rolo com Maria não entrava nos meus planos. Além disso, transar com uma mina de 23 e outra de 22 é muito diferente de transar com uma mulher de 43 anos e duas gestações. Sempre lembro do meu pai dizendo: "Uma mulher jovem é uma mulher jovem, nada se compara." Então, depois de transar com duas "modelos da Playboy", não ia transar com a Maria. Tem que administrar a fábrica de esperma.
Continuamos curtindo nossa tarde de praia e conversando, além de tirar umas fotos fodas da paisagem. Algumas fotos da María (que vou compartilhar com vocês no Twitter pra vocês compararem a María com a Andrea e a Natalia, e entenderem melhor qual é a diferença entre mulheres de 20 e de 40 anos).
Foi demais compartilhar aquela tarde de praia. Voltamos pro nosso hotel no fim da tarde. Os dois estávamos cansados, então curtimos uma noite tranquila, já que eu tinha dito que a gente ia pra um lugar especial de manhã cedo. Encontrei umas águas termais pequenas perto dali e também descobri que era um lugar foda pra ver o nascer do sol. Dormimos melhor e acordamos cedo pra dirigir uns 30 minutos até as fontes.
O lugar tava sossegado, com só umas poucas pessoas por perto. Nos levaram pros vestiários e saímos de roupão e chinelo. O anfitrião mostrou uma piscina privativa nas pedras. As fontes vêm das profundezas do subsolo e são canalizadas pras piscinas espalhadas pelo local. Cada piscina é cercada por arbustos, isolada das outras, e tem piscinas frias e quentes. Alternar entre elas revigora o corpo e a pele; a piscina fria pode ser bem estimulante.
Tirei o roupão e entrei na piscina quente. Foi celestial. Me virei pra encarar a María, enquanto ela também tirava o roupão, revelando o corpo PELADO!!! Ela caminhou até a piscina e nadou na minha direção.
"Não ligo pro que você pensa, mas quero transar com você nessa viagem e espero que você também esteja a fim." Ela tava com um sorriso safado no rosto.
Fiquei sem palavras. Ela é uma mulher gostosa, e fora a Andrea e a Natalia, não via outra mulher nua desde a separação da minha esposa. Ela sentou no meu colo e me beijou suavemente nos lábios.
Última chance de recuar, pensei.
Aí já era tarde demais. Me inclinei pra frente e encontrei os lábios dela devagar. Eram cheios e macios, e foi incrível sentir eles contra os meus. Não me apressei pra abrir a boca, só aproveitei os beijos suaves e insistentes que ela tava me dando de volta. Quase ao mesmo tempo, nossos lábios se separaram e nossas línguas se enfiaram na boca um do outro. Como na maioria dos primeiros beijos, teve um breve período de adaptação. Primeiro foi meio tímida, mas logo começou a ficar um pouco mais agressiva. Fechamos os lábios pra terminar, só pra começar de novo. As mãos dela apertaram meu pescoço e começaram a esfregar. Meus braços puxaram ela pra mais perto e começaram a acariciar os lados dela. Afastei meus lábios o suficiente pra pegar o lábio inferior dela na minha boca e mordiscar e chupar de leve. Quando fiz isso, ela soltou um suspiro gostoso. Meus pensamentos sumiram, eu tava vendo clarões de luz atrás das minhas pálpebras. Não pensei em certo ou errado, só em como aquele momento era gostoso. Minha mão se moveu e começou a acariciar o peito direito dela. Ela se afastou um pouco e soltou um gritinho abafado. "Isso!" Ela meio que sussurrou, meio que gemeu na minha boca aberta. Depois foi a vez dela puxar meu lábio inferior enquanto eu esfregava meu polegar no mamilo dela. Dava pra sentir os suspiros suaves dela entrando direto na minha boca aberta. Apertei o peito que tava segurando enquanto movia minha mão em círculos pequenos. Isso fez ela gemer ainda mais na minha boca. Nossas línguas dançavam em círculos uma na outra, e nossos corpos tentavam se aproximar mais do que já estavam. As mãos dela estavam no meu cabelo puxando minha boca aberta com mais força contra a dela. Sabia que se eu não parasse agora, não ia ter volta. Comecei a me inclinar um pouco pra trás, mas ela se inclinou pra mim. Finalmente coloquei minhas mãos nos ombros dela e empurrei ela suavemente pra trás, amando o gemidinho que ela soltou na despedida e dando um último beijo bem na hora que nos separamos. "Não sei, María, mas..." Comecei a falar, mas os lábios dela de novo me calaram nos meus, dessa vez com mais sentimento e vigor.
"Shh, não fala, só aproveita". Ela respondeu. "E se eu tô pelada, você também devia ficar", e se abaixou pra pegar meu short. Eu levantei do banco onde tava sentado, tirei o short, pulei da piscina e fui pra piscina fria me refrescar. Minha cabeça tava a mil e meu pau todo duro, até que cheguei na água fria.
"Ahhhh, porra, essa merda tá gelada pra caralho" eu ofeguei, e pulei de volta quase na mesma hora, correndo pra piscina quente. Maria fez o mesmo, mas demorou pra sair, fazendo questão de eu ver bem a bunda dela, o corpo molhado parecia brilhar na luz da manhã, enquanto ia pra piscina. Molhou a ponta do pé e deu um gritinho.
Ela deu um passo pra trás e pulou, com a mesma reação. Os bicos dos peitos dela endureceram e apontaram direto pra mim. Eu também olhei bem pra ela de novo, reparando que tava quase toda raspada e vi a tatuagem pequena perto da cintura do lado esquerdo. Ela voltou pra piscina quente e depois montou nas minhas pernas. Os peitos dela pareciam flutuar na água, os bicos ainda duros roçando no meu peito. Meu pau começou a subir de novo até ficar pressionado entre as pernas dela. A gente se beijou de novo. Eu só pensava: Meu Deus, o que eu fiz pra ser castigado assim. Já comi as duas filhas dela e agora vou comer a mãe.
"Esse lugar é lindo, Fernando, valeu por me trazer". As mãos dela massagearam meu peito, roçando de leve nos meus bicos, deixando eles quase tão duros quanto os dela. Minhas mãos também acharam um bico, rolando ele devagar entre o polegar e o dedo, fazendo ela ofegar e empurrar o colo um pouco mais.
"Vira, Maria, olha o nascer do sol". Respondi, levantando ela na água e virando pra ver o que dava. O sol já tava quase por cima da montanha no fim do vale e criava um tom quente. Ela se reclinou contra mim e eu enrolei meus braços em volta. Dos peitos dela, continuando o ataque nos dois mamilos, enquanto ela lentamente esfregava a bunda no meu pau duro. Ela se abaixou e pegou no meu pau, deixando ele descansar contra os lábios quentes e molhados dela. Ela gemeu baixinho e acariciou meu pau enquanto eu continuava beijando o pescoço e a orelha dela. O nascer do sol esquentou nossos rostos enquanto subia devagar no céu. Maria levantou do meu colo e guiou meu pau pro canal quente dela. Eu deslizei devagar e completamente enquanto ela sentava de novo. As costas dela arquearam e eu movi uma mão de um mamilo pro clitóris dela. Eu tava dentro da Maria pela primeira vez.
"Você me ajuda a gozar quando esfrega nele, Fernando. Meu clitóris é super sensível." A voz dela tava meio trêmula enquanto eu deslizava devagar pra dentro e pra fora do buraco quente e apertado dela. Ela pegou na minha mão e guiou meus dedos em volta do clitóris dela. Ela respondeu quase na hora e trabalhou pra cima e pra baixo no meu pau com mais velocidade. "Ah, porra, vou gozar" ela suspirou e explodiu num orgasmo, e as paredes musculares dela agarraram meu pau com força, quase me levando ao limite também. A buceta dela apertava bastante, quase igual a da Natalia. Só que a Natalia, por ser mais nova e não ter parido, tinha mais força. Isso que eu acho. Mas mesmo assim, a buceta da Maria apertava com força. Eu só pensei que aquilo era hereditário.
A gente fodeu assim por mais uns minutos, antes dela se virar pra me olhar. Agora ela enrolou as pernas em volta da minha cintura, aproximando a gente um do outro. A gente balançou junto, a água segurando nossos corpos, e ela não se apressava nem tentava terminar. A gente se beijou devagar e apaixonado como um casal, e foi gostoso. Maria, usando as pernas, acelerou, moendo o clitóris dela na minha pélvis e deslizando pra cima e pra baixo no meu pau. Agora era eu chegando no limite e agarrei os quadris dela pra acelerar os movimentos também.
"Ah, merda, vou gozar." Eu grunhi e soltei duas semanas jatos de sêmen presos dentro dela, enquanto a buceta dela também pulsava. Nós dois sorrimos um para o outro, nossos corpos colados. Tava feito, tinha comido a mãe e as duas filhas dela.
Começamos a nos balançar devagar, criando ondinhas na piscina que nos empurravam pra frente e pra trás. Nossos corpos estavam quase grudados como um só, então fiquei de pé com ela ainda pendurada e sentei ela na borda. O ar fresco fez nós dois tremer um pouco, e aí ela pegou um pouco de velocidade pra nos esquentar de novo. Nossas bocas se beijaram o máximo que podiam, pescoços, orelhas, peitos e mamilos, mandando ondas de prazer pelos nossos corpos. O corpo da Maria arqueou de prazer enquanto eu tirava devagar meu pau melado. Ela fez biquinho com os lábios enquanto recuava um pouco, antes de se inclinar pra beijar e chupar meu pau. Depois eu fiz o mesmo. Nossos sucos misturados escorriam da fenda inchada dela enquanto eu beijava suavemente bem em cima do clitóris dela.
"Ai meu Deus, isso é tão bom. Não para!!" ela gemeu, enquanto eu rodeava o clitóris dela com a língua. E pensar que a Natalia e a Andrea adoram quando eu faço isso nelas. Mãe e filhas idênticas.
O clitóris dela tava pulsando enquanto eu lambia, e ainda consegui abrir os lábios da buceta dela e deslizar meu dedo pra dentro. Ela não conseguia ficar parada enquanto eu continuava dando prazer na buceta dela com meus dedos e língua. "Ahhhhhh porra, que delíciaaa", ela gemeu quando gozou de novo e caiu na borda de pedra da piscina. Soltei ela e saí da piscina pra deitar no meu roupão do lado dela. A respiração dela tinha desacelerado e ela quase não respondia, mas sorriu quando puxei ela pra perto num abraço suave.
"Maria, você é linda e agradeço por se deixar comer por mim, tava precisando disso." Sussurrei no ouvido dela. "Poderia me acostumar com isso."
Ela riu. "Espero que sim, e de agora em diante você tem que me comer, quando a gente voltar. Sua ex-mulher tinha razão. Você tem um pauzão. — Disse ela, rindo de um jeito bem safado.
— Esse é um acordo que aceito com prazer — respondi, antes de beijá-la de novo, devagar e com paixão.
O resto da manhã passamos nos mimando, nos abraçando e nos beijando. Pra mim, era uma experiência meio estranha. Até pouco tempo atrás, Maria era uma senhora que eu devia respeitar e tratar com cuidado. Além de ser a mãe das minhas duas sobrinhas. E ali estava eu, comendo ela, enchendo a buceta dela com meu leite, igual fazia com as filhas dela. Ficava pensando o que aconteceria se Maria descobrisse minha relação íntima com Andrea e Natalia. Com pensamentos parecidos, almoçamos naquele lugar e fomos pra praia onde estávamos no dia anterior.
Quase todo o caminho de volta, fizemos com Maria completamente pelada no carro. Ela adorava me ver nervoso e ria. Chegamos na praia e Maria vestiu o biquíni amarelo. Alugamos de novo um guarda-sol com cadeiras e pedimos umas cervejas. Ela estendeu uma toalha e deitou pra pegar um bronzeado. Eu sentei pra observar ela.
O que eu tava olhando? Uma MILF? Maria era uma MILF? Acho que sim. Uma mulher de 43 anos, mãe de duas filhas, mas que ainda dá pra comer. Olhava pra uma mulher desejável. Claro. Não era a Andrea. Não era a Natalia. As duas eram melhores que a mãe. Se eu tivesse que escolher, preferia mil vezes minhas sobrinhas. Mas elas não estavam ali, e a Maria sim.
E se a Maria descobre que eu tô comendo as filhas dela? Provavelmente um escândalo. Então decidi ter um trunfo na manga. Transformaria a Maria na minha putinha. Como? Comeria ela como ninguém nunca comeu. Era isso que eu ia fazer. Então falei pra Maria sairmos daquele lugar e ir pro hotel. Ela reclamou, e eu só disse: “Tô com uma vontade nojenta e vulgar de te comer”.
Não passaram nem dois segundos e a Maria já tava pronta pra gente vazar. Fomos pro hotel. Quase não falamos no caminho. Acho que os dois tavam ansiosos pelo que viria. Só que eu tinha um plano. Depois de deixar o carro no estacionamento, pegamos o elevador e a Maria não parava de me beijar e me tocar. Ela sussurrava no meu ouvido: “Quero transar com você de novo” ou algo tipo: “Tô morrendo de preocupação com a ejaculação, mas ao mesmo tempo me fascina você gozar dentro de mim”. Eu tava excitado, e agora entendia por que a Andrea e a Natalia eram assim.
Entramos no apartamento e nos devorávamos de beijos. Já sabia que ela adorava ser tocada suave e bruscamente ao mesmo tempo. Então coloquei uma mão de leve na nuca dela pra puxá-la com carinho pro meu beijo, enquanto deslizava a outra mão pela frente do corpo dela pra agarrar firme o peito dela. Senti que ela aprovou e continuei meu ataque nos peitos dela, passando de acariciar o peito todo pra beliscar o mamilo sensível por cima da camisa e do sutiã. Quando ela respondeu com mais tesão às minhas carícias, deslizei a outra mão, acariciando o pescoço dela, descendo pelas costas até chegar na parte de cima do shortinho dela.
"Bom dia, princesa, como você amanheceu?" Perguntei.
"Banhada de porra sua kkkk." Respondeu a Andrea.
"Que delícia. Ontem foi espetacular, mas não sei se aguento mais uma semana assim, fodendo toda noite."
"Bom, vai ter que aguentar kkkk."
"E a Natalia?"
"Tá tomando banho."
"Ok, vou tomar uma ducha. Por favor, peçam o café da manhã." Falei, antes de ir pro meu quarto. Limpei a roupa e depois caminhei até o banheiro. Me barbeie e entrei no chuveiro quente, deixando a água cair sobre mim, espantando a preguiça da manhã. Não ouvi a porta do banheiro abrir, mas ouvi o "clique" da porta do box. Era a Andrea.
"Eu também preciso de uma limpeza, me ajuda a me lavar?" Ela disse, enquanto me dava um abraço e um beijo.
"Adoraria te lavar, mas cadê a Natalia?"
"Ela foi falar com os amigos dela um instante. Já pedimos o café, então só tem nós por um tempo."
O corpo dela se apertou contra o meu e eu me abaixei um pouco, deixando minha pica dura deslizar entre as pernas dela. Ela gemeu enquanto eu passava minha pica até a buceta molhada dela, ainda cheia de porra. Ela levou uma mão entre as pernas e massageou suavemente a ponta da minha pica, deslizando pra frente e pra trás. A gente se mexeu debaixo da água, deixando o sabão enxaguar. Depois a Andrea empurrou minha pica pra trás e deixou ela se acomodar na entrada do corpo dela. Ela ficou na ponta dos pés e deixou entrar devagar. Que divino. Não foi apressado, já que tínhamos muito tempo. Andrea afundou lentamente no meu pau e gemeu quando deslizou a maior parte do caminho dentro da buceta dela.
"Me come gostoso, Fer, me faz gozar, amor", ela gemeu.
Eu me movi e comecei um ritmo lento e profundo. Ela gosta assim. Segurei ela, deixando que ela se tocasse no clitóris com a mão livre. Continuava lento e apaixonado, mas a velocidade foi aumentando. A respiração dela estava tão rápida quanto a minha, e nossas línguas lutavam entre si enquanto nos aproximávamos rapidamente do orgasmo.
Chegamos ao clímax juntos, a buceta dela agarrou meu pau pulsante enquanto eu a inundava de porra quente de novo. Desabamos contra a parede, recuperando o fôlego, antes de percebermos que a água tinha esfriado. Eu me retirei dela, deixando nossa porra misturada escorrer pelo chão e pelo ralo. Nos beijamos de novo antes de sair; ela ficou mais um tempo terminando de lavar o cabelo para sair e se enrolar numa toalha.

Nos vestimos e nos preparamos para o café da manhã. A Natália voltou e, pouco depois, os garçons chegaram com nossos cafés. Sentamos na varanda para comer com aquela vista linda do mar. A paz foi quebrada pelo toque do meu celular. Era meu sócio. Me desculpei e entrei para atender a ligação.A conversa foi mais ou menos assim:
Meu sócio explicou que tinha um problema em outra obra. Não era um atraso, mas sim umas preocupações com as compras. Quando a gente assume uma obra, minha empresa coloca certas pessoas em cargos-chave de direção, controle e auditoria da obra. Normalmente, é um engenheiro civil ou um arquiteto quem dirige e supervisiona a obra, e uma pessoa experiente em auditoria que cuida da administração. Boa parte das compras de uma determinada obra é feita pelo nosso escritório central — isso porque, comprando em volume (várias obras civis ao mesmo tempo), os preços finais ficam mais baratos, aumentando nossos lucros. Mas nem todas as compras podem ser centralizadas. Então, algumas são feitas localmente e ficam por conta do Diretor da Obra e do Administrador do Contrato. Todas essas compras são supervisionadas e auditadas pelo nosso escritório central. E naquela obra em particular, tinha acionado certos alarmes no nosso pessoal de auditoria posterior. Em algumas compras locais, houve aumentos de preço entre 3% e 7%. Aumentos pequenos, mas que, somados, davam uma boa grana em euros. A Diretora de Finanças e a Chefe de Auditoria achavam que era necessária uma intervenção naquela obra e fazer uma auditoria imediata.
Claro que eu concordei. Como aquele engenheiro em particular tinha sido contratado pelo meu sócio, e com a família dele existiam fortes laços de amizade, ele me pediu que eu cuidasse dessa situação. Entendi perfeitamente o assunto e, de novo, concordei com meu sócio. Ele me disse que já tinha enviado em... A avioneta da empresa, pra um engenheiro, porque mais ou menos já sacava minha resposta. Então tinha que voltar hoje mesmo.
'Porra, porra, porra' pensei. Belo jeito de foder o fim de semana. Voltei pra cima e encontrei as minas deitadas nas poltronas reclináveis, peladas.
As duas olharam pra cima sorrindo, mas logo perceberam que algo tava errado. Expliquei o que tava rolando e que a gente tinha que voltar pra casa no máximo naquele dia. As duas entenderam, mas perguntaram que horas a gente ia embora. Falei que tinha que ir pro canteiro de obras, me encontrar com o engenheiro que ia me substituir. Tinha que atualizar ele. E isso ia levar umas horas, provavelmente a gente ia embora de tarde, depois do almoço. Andrea e Natalia não ficaram felizes que o tempo delas de pegar sol ia ser tão curto, e prometeram estar prontas pra 1 da tarde. Entrei, fiz as malas e depois chamei elas pra se mexerem. As duas apareceram do terraço na hora certa e começaram a se arrumar ainda peladas, se contorcendo e tremendo na minha frente. Era uma vista gostosa, mas já tava pensando no que me esperava em outro lugar.
Terminei de tomar café e fui pro canteiro. Lá já tava o engenheiro que meu sócio tinha mandado. Depois dos cumprimentos de praxe, a gente começou a trabalhar pra deixar ele por dentro de tudo. Terminamos perto de 1 da tarde. Fomos pro hotel. No caminho, liguei pras minas. Elas ainda tavam no apartamento. Pedi pra se apressarem e, claro, vieram as reclamações. Depois de estacionar e esperar uns 10 minutos no lobby, subi no apartamento pra buscar as minas. A Natalia já tava pronta, mas a Andrea não sabia se o biquíni que ela tinha era atrevido demais pra tomar um banho de piscina. Pelo amor de Deus, falei. Essa "coisa é pequena demais", não cobre nada. Andrea soltou uma gargalhada e disse que ia vestir um mais decente.
Espera um pouco e finalmente a Andrea saiu, de shortinho e blusa branca. Descemos pro lobby do hotel, apresentei o engenheiro pra eles e fomos pra área da piscina, com a intenção de almoçar lá e deixar minhas sobrinhas curtirem a piscina pela última vez na viagem. Sentamos e um garçom veio até a gente. Pedimos a comida e as bebidas logo de uma vez pra ganhar tempo. A Natalia falou que ia dar um mergulho antes de comer. Tirou a roupa e ficou só de biquíni azul "decente". Depois a Andrea tirou a roupa dela. Quis matar ela, ela tinha colocado aquele micro mini biquíni branco super pequeno. Ela me olhou e soltou uma gargalhada infantil antes de sair andando. O engenheiro quase saltou os olhos e perguntou: "Essas são suas sobrinhas?" Acho que nem preciso dizer que os caras ao redor da piscina grudaram os olhos na Andrea, e mais de um levou um belo cascudo de alguma esposa ou namorada ciumenta. E claro, quando ela saiu da piscina e deitou pra pegar um sol, levaram outros cascudos. Enfim, terminamos o almoço e fomos pro apartamento, dessa vez com o engenheiro, que ia ficar lá. Descemos com nossas malas direto pro aeroporto, onde a avioneta da empresa já tava no terminal nacional, e depois dos controles de praxe no aeroporto, em pouco tempo já estávamos voando pra casa.O voo foi tranquilo, sem nenhum perrengue, e aterrissamos sem novidades. Pegamos nossas malas e fomos pra saída. O Manuel e a Maria estavam lá pra nos buscar, uma surpresa pra mim. A Andrea tinha mandado uma mensagem no WhatsApp pra eles, avisando que chegaríamos cedo em casa. Batemos um papo no carro de volta pra minha casa e entramos. Expliquei o motivo de ter voltado mais cedo e que agora ia pra outra cidade, onde a gente tinha uma obra com problemas. A Andrea perguntou se ainda podia ficar na minha casa, e eu aceitei, mas ela precisava passar na casa dela primeiro. Liguei pro meu sócio e combinamos de nos encontrar. para o dia seguinte, que era domingo.
Todo mundo foi embora logo depois, e a Andrea me disse que voltaria amanhã. Lavei um pouco, arrumei roupa limpa e depois saí pra jantar, não queria preparar janta em casa. Dei risada sozinho durante a comida, pensando na Andrea e na cara do engenheiro e do resto do povo na piscina, quando a Andrea tava "desfilando" com aquele micro mini biquíni branco dela. Toda vez que vejo ela assim, vem na minha cabeça a letra da música Azul do Balvin: "E esse corpinho que você tem, o biquíni pequenininho fica bem. Essa branquinha fode o sol e já fica morena na hora". Com certeza, a Andrea é uma mina super ousada. E eu nem tinha percebido que nem tinha falado com a Andrea sobre isso. Ia ter que esperar.
No dia seguinte, umas 9 da manhã, cheguei no escritório. Já tava lá meu sócio, a Diretora Financeira e a Chefe de Auditoria. Elas me explicaram que naquela obra em específico tavam rolando uns sobrepreços sem justificativa. Eram valores pequenos entre uma nota e outra, mas quando somava tudo, dava pra ver um aumento nos gastos das compras que não tinha motivo. A Chefe de Auditoria achava que o engenheiro responsável pela obra, junto com a Administradora da Obra, tavam superfaturando e ficando com a diferença. A proposta dela era intervir na obra e fazer uma auditoria. Depois de uma hora de explicações, com perguntas e respostas, concordei com todo mundo que era preciso intervir e auditar. Tínhamos o problema de que a auditora que a gente usava pra esses casos tava de licença maternidade, grávida. A Diretora Financeira lembrou da Maria, que era auditora independente e já tinha nos ajudado outras vezes. A Maria é a mãe da Andrea e da Natalia, esposa do meu ex-cunhado Manuel. Ela é uma auditora de total confiança nossa, então topei contratar ela. A Diretora Financeira ligou pra ela, e Expliquei rapidamente a situação e pedi pra ela vir ao escritório pra gente se reunir e entrar em mais detalhes.
A María chegou umas hora depois. A gente se cumprimentou e a Diretora Financeira e nossa Auditora Chefe explicaram a situação pra ela. A María também concordou que tinha algo estranho rolando e aceitou fazer a auditoria. Naquele momento, eu e meu sócio deixamos elas sozinhas, pra María e nossa Diretora Financeira acertarem os honorários profissionais e pegarem mais informações sobre as dúvidas que tinham em relação às diferentes faturas. Almoçamos no escritório e depois disso, combinamos que uma das nossas auditoras novas, que não tinha muita experiência, acompanharia a María e que a saída seria na segunda-feira às 8 da manhã. As mulheres foram embora e ficamos eu e meu sócio a sós pra contar em detalhes como tinha ficado a obra onde eu tava trabalhando. Do escritório fomos jantar pra continuar revisando os diferentes projetos que a gente tinha, já que eu passaria pelo menos uma semana fora do escritório central.
Quando cheguei em casa já tava escurecendo. As luzes estavam acesas lá dentro e o carro da Andrea do lado de fora. As duas me esperavam na cama, e eu já tava quase pelado antes de a porta principal fechar.
Minha última noite em casa por um tempo foi tão boa quanto parece. Duas mulheres gostosas e safadas que eu amo pra caralho me lembraram do que eu ia sentir falta. A gente transou até chegar a hora de ir embora. Eu ia recuperar o sono no avião. Tomamos banho juntos, dessa vez elas rasparam suavemente minha pica e as bolas como se ambas já tivessem feito aquilo muitas vezes antes. Sexo no chuveiro tem que ser um dos melhores lugares, com água morna e corpos escorregadios. Dei um beijo de despedida nelas e fui pro aeroporto pra uma viagem que possivelmente definiria o futuro de algumas pessoas.
Encontrei com o Roberto, o engenheiro que ia cuidar da obra, e a Brandy, a auditora que ia ajudar. a María. A gente se registrou e passou pela alfândega e imigração quando meu celular tocou. Era a María.
“Oi María, bom dia”
“Oi Fernando. Tô me registrando, cadê você?”, a voz dela era quente.
“Oi, fico feliz que você conseguiu vir. Acabamos de passar pela alfândega. Vamos esperar você pra ir até o hangar onde tá o avião.”
“Ok, beleza. Te vejo daqui a pouco.” E ela desligou.
Pedi pro Roberto e pra Brandy esperarem um pouco, que a María tava passando pela alfândega. Pouco depois ela chegou, e apresentei o Roberto pra ela; a Brandy já conhecia ela da reunião do dia anterior. A María tem uns 1,68, cabelo preto e pele bronzeada. Assim como as filhas, ela ama o mar. Tava vestida com calça, camisa e jaqueta sob medida, toda uma auditora executiva. Naquela época, a María tinha 43 anos. Ela era muito inteligente e tinha uns certos atrativos. Claro, não dá pra comparar com as filhas, Andrea e Natalia, que puxaram o pai na cor da pele e nos atrativos. De qualquer forma, aos 43 anos, ela manteve a boa aparência. Daí a gente foi pro hangar onde tava o avião King Air 350i. A María e a Brandy sentaram juntas, e eu e o Roberto também, mas perto dos pilotos.
O voo foi tranquilo, a gente conversou sobre o que podia esperar quando chegasse e começou a definir uns marcos importantes e formatos de relatório. Passamos rápido pela alfândega e imigração. Na sala de desembarque, um par de motoristas nos recebeu. Como estratégia, a María e a Brandy iriam pro hotel primeiro. Eu e o Roberto iríamos pros escritórios no canteiro de obras da empresa.
Quando chegamos nos trailers que servem de escritório, o engenheiro e responsável pela obra já tava nos esperando. Depois de ouvir as reclamações dele por terem tirado ele da obra, a gente começou a trabalhar pra atualizar o progresso da construção. Isso levou umas quatro horas, terminando perto das 2 da tarde. O engenheiro foi pro aeroporto, não sem antes passar pelo hotel para pegar as malas delas. Por volta das 14h30, María e Brandy chegaram aos escritórios. Chamamos a Administradora da Obra e expliquei qual seria a função de María e Brandy, e que queríamos fazer uma auditoria e esperávamos toda a colaboração da parte dela. A administradora ficou pálida. Acho que sabia o que a gente veio fazer e o porquê da mudança tão brusca do chefe da obra.
Sem entrar nos detalhes das nossas atividades, trabalhamos muito e pesado durante aquela semana, principalmente María e Brandy, que tentavam entender o que tinha acontecido e o porquê dos aumentos nos custos. Trabalhamos muito bem como equipe e também nos conhecemos muito melhor. Os dias daquela primeira semana passaram voando. A empresa alugava vários apartamentos grandes e o nosso ficava no décimo andar. Na verdade, ocupava três andares e tinha quatro quartos, sala, copa e cozinha.
Na sexta-feira, depois do jantar, subimos até o apartamento. Roberto e Brandy foram para a cama, então María e eu dividimos uma dose e batemos um papo. O estado de espírito de María e o comportamento dela estavam diferentes, mas eu não tinha certeza do motivo. Ela tinha vestido uma calça de moletom e uma camiseta, e sentou no sofá do meu lado. Bebeu a bebida dela de um gole só, encheu de novo e tomou outro gole.
"Você tá bem? Como é que tão as coisas em casa?" Eu perguntei. Minha preocupação era que, conforme nosso trabalho se aproximava do fim, eu precisava garantir que todo mundo estivesse na mesma sintonia e comprometido, e que qualquer distração devia ser evitada.
"Sim, só cansada, acho." María respondeu, mas não foi convincente. "Só tô tentando resolver umas paradas em casa, mas tô bem."
A gente conversou mais um pouco, mas evitamos os problemas em casa, já que eu não tava a fim de virar psiquiatra, então terminei minha bebida, dei boa noite e fui dormir. A semana seguinte foi igual aos últimos cinco dias, e María e todos estavam no caminho certo. Seguimos em frente com a investigação e nos aproximamos do resultado, um que temíamos, mas esperávamos que não estivesse certo. Foi um resultado devastador pro meu parceiro, porque aquele engenheiro de obra ele mesmo tinha contratado e era filho de um grande amigo dele. E agora cabia a ele resolver diretamente, foi o que ele me pediu. Nosso trabalho estava feito. Já estávamos aqui há duas semanas e o resultado nos deixou vazios. Coube a mim a tarefa de demitir a Administradora da Obra.
Passamos uns dias arrumando as peças finais e fechando nosso trabalho. Naquela sexta, Roberto foi pra uma cidade vizinha visitar uns amigos e a Brandy foi passar o fim de semana com uns parentes que moravam naquela cidade. Era umas oito da noite de sexta, quando alguém bateu na porta do meu quarto. Atendi e fiquei muito surpreso ao ver a María.
Ela entrou e sentou, lutando pra manter a compostura. "O Manuel tá me traindo com outra mulher", soluçou baixinho.
"María, sinto muito, mas você tem certeza? Não pode ser um engano?", e abracei ela enquanto ela continuava chorando.
"Não, ele acabou de confessar. Eu já desconfiava. Uma amiga viu ele se beijando no estacionamento de um shopping. Uma ex-namorada."
Tentei consolar ela, mas era quase impossível. Só sugeri que ela não se precipitasse. Que esperasse chegar em casa e falar com o Manuel pessoalmente, que por telefone não dava pra resolver as coisas, pelo contrário, só piorava a situação. Ela conseguiu se acalmar um pouco. Então sugeri que saíssemos pra caminhar um pouco e procurar um restaurante fora do hotel, pra comer alguma coisa e mudar um pouco de ambiente. Ela topou e saímos do hotel. O jantar foi num restaurante pequeno e ela explicou mais do que tinha rolado nas últimas semanas em casa.
"Acho que sabia que algo tava errado, mas não queria acreditar no que tava acontecendo. Pensava que a gente tava bem, conversava e compartilhava tudo. nossos pensamentos e sentimentos. Tudo parece tão superficial agora".
"Maria, você não precisa me contar nada além do que quiser, mas vou te ouvir se quiser conversar". Tentei acalmá-la, na verdade eu não era a melhor pessoa para dar conselhos, meses atrás tinha me divorciado por trair minha esposa. Mas mesmo assim, tentei. Expliquei que a gente pode ser infiel e ainda assim não deixar de amar a pessoa que está ao nosso lado. Às vezes as circunstâncias aparecem e a gente acaba traindo, mas isso não apaga o amor pela outra pessoa.
Voltamos caminhando pelas ruas locais e, quando estávamos chegando perto do hotel, ela segurou meu braço, me beijou na bochecha e agradeceu por ouvi-la e apoiá-la. Ela me pegou pelo braço durante a curta caminhada até o hotel e tentou se proteger da brisa fresca. No hotel, tomei um banho e depois fiquei vendo TV numa salinha do apartamento, enquanto Maria estava em outro quarto. Eu estava quase dormindo quando ela sacudiu meu braço de leve. Na penumbra, consegui ver que ela estava de camiseta e calcinha feminina. Me sentei e ela se sentou ao meu lado.
"Você dormiu no sofá", disse Maria.
"Ah, é, tô muito cansado, valeu por me acordar".
"Obrigada, Fernando, por me ouvir, precisava desabafar com alguém".
"Fica tranquila, Maria, fico feliz que você está aqui e pode compartilhar seus problemas comigo". Ainda estava tentando me concentrar no que ela dizia, enquanto os peitos dela lutavam para escapar da camiseta apertada. Dei um abraço nela pra acalmar, e ela me abraçou de volta, esmagando os peitos contra mim. Ela se levantou e pegou minha mão, me puxando suavemente para o quarto dela e direto pra cama. Eu parei, soltei a mão dela e tentei ir pro meu quarto. Ela me segurou e ficamos nos olhando por uns instantes. Maria se aproximou e me deu um beijo na boca. Se afastou um pouco. Eu olhava pra ela meio incrédulo. Ela se aproximou de novo e dessa vez a gente se beijou. Um beijo gostoso. Enfiei minha língua na boca dela e ela na minha. De novo, ela pegou na minha mão e me arrastou até a entrada do quarto dela. Aquilo já tava rápido demais, e não pelos motivos certos. "Maria, não, agora não, assim não," falei, soltando a mão dela. Ela pareceu confusa.
"Maria, você é linda e me sinto lisonjeado, mas isso pode não ajudar. Você tá confusa agora, precisa clarear a mente." Ela não disse nada, mas se inclinou e me beijou nos lábios, deu um sorrisinho e voltou pra dentro do quarto.
Acho que não dormimos muito, mas estávamos dispostos e prontos pra aquele sábado, que seria nosso primeiro dia livre em duas semanas. A gente tinha combinado de ir pra uma praia perto, já que o apart-hotel ficava numa área central, mas perto de algumas praias. O tempo tava bom, então fomos pra lá. Alugamos umas cadeiras e uma barraca e sentamos de frente pro mar. Maria tirou a roupa. Tava usando um biquíni normal, roxo. Nada a ver com os micro-mini biquínis da Andrea, e os corpos também não dava pra comparar. Claro, Maria tinha 43 anos e Andrea, 23.



Pedimos umas cervejas, que deixaram numa caixa térmica pequena, e sentamos pra curtir o mar. Tinha pouca gente na praia. Maria ficou um tempo pegando sol e depois entrou na água. Eu só fiquei tomando minhas cervejas na paz, olhando um pouco as pessoas e o mar, de vez em quando a Maria, e também lendo notícias no celular ou respondendo mensagens no WhatsApp ou vendo o Twitter. Uma conversa ou outra com Maria, mas nada fluido. Os dois estávamos imersos nos nossos próprios pensamentos e assuntos. Pedimos o almoço pra comer ali na frente do mar, num lugar que vendia comida e serviram na beira da praia. Não tínhamos falado sobre ontem à noite, mas Maria começou."Fernando, desculpa por ontem à noite, não planejei e não quis te colocar numa situação chata. Me desculpa." Ela disse.
"Não se arrepende, Maria. Você realmente me pegou de surpresa", respondi sincero. "É que acho que não é o melhor jeito de resolver seus problemas em casa. Além disso, não tô preparado pra começar um relacionamento com ninguém."
Claro que não ia contar sobre minha relação com Andrea e Natalia. Acho que se ela descobrisse, Maria me matava ali mesmo. Então tive que mentir, principalmente porque a Andrea tinha sugerido a gente ter um relacionamento mais sério, mesmo que escondido, mas sério e também aberto, pra testar. Ela teria liberdade pra sair com outros caras e eu com outras minas. Mas ter um rolo com Maria não entrava nos meus planos. Além disso, transar com uma mina de 23 e outra de 22 é muito diferente de transar com uma mulher de 43 anos e duas gestações. Sempre lembro do meu pai dizendo: "Uma mulher jovem é uma mulher jovem, nada se compara." Então, depois de transar com duas "modelos da Playboy", não ia transar com a Maria. Tem que administrar a fábrica de esperma.
Continuamos curtindo nossa tarde de praia e conversando, além de tirar umas fotos fodas da paisagem. Algumas fotos da María (que vou compartilhar com vocês no Twitter pra vocês compararem a María com a Andrea e a Natalia, e entenderem melhor qual é a diferença entre mulheres de 20 e de 40 anos).
Foi demais compartilhar aquela tarde de praia. Voltamos pro nosso hotel no fim da tarde. Os dois estávamos cansados, então curtimos uma noite tranquila, já que eu tinha dito que a gente ia pra um lugar especial de manhã cedo. Encontrei umas águas termais pequenas perto dali e também descobri que era um lugar foda pra ver o nascer do sol. Dormimos melhor e acordamos cedo pra dirigir uns 30 minutos até as fontes.
O lugar tava sossegado, com só umas poucas pessoas por perto. Nos levaram pros vestiários e saímos de roupão e chinelo. O anfitrião mostrou uma piscina privativa nas pedras. As fontes vêm das profundezas do subsolo e são canalizadas pras piscinas espalhadas pelo local. Cada piscina é cercada por arbustos, isolada das outras, e tem piscinas frias e quentes. Alternar entre elas revigora o corpo e a pele; a piscina fria pode ser bem estimulante.
Tirei o roupão e entrei na piscina quente. Foi celestial. Me virei pra encarar a María, enquanto ela também tirava o roupão, revelando o corpo PELADO!!! Ela caminhou até a piscina e nadou na minha direção.
"Não ligo pro que você pensa, mas quero transar com você nessa viagem e espero que você também esteja a fim." Ela tava com um sorriso safado no rosto.
Fiquei sem palavras. Ela é uma mulher gostosa, e fora a Andrea e a Natalia, não via outra mulher nua desde a separação da minha esposa. Ela sentou no meu colo e me beijou suavemente nos lábios.
Última chance de recuar, pensei.
Aí já era tarde demais. Me inclinei pra frente e encontrei os lábios dela devagar. Eram cheios e macios, e foi incrível sentir eles contra os meus. Não me apressei pra abrir a boca, só aproveitei os beijos suaves e insistentes que ela tava me dando de volta. Quase ao mesmo tempo, nossos lábios se separaram e nossas línguas se enfiaram na boca um do outro. Como na maioria dos primeiros beijos, teve um breve período de adaptação. Primeiro foi meio tímida, mas logo começou a ficar um pouco mais agressiva. Fechamos os lábios pra terminar, só pra começar de novo. As mãos dela apertaram meu pescoço e começaram a esfregar. Meus braços puxaram ela pra mais perto e começaram a acariciar os lados dela. Afastei meus lábios o suficiente pra pegar o lábio inferior dela na minha boca e mordiscar e chupar de leve. Quando fiz isso, ela soltou um suspiro gostoso. Meus pensamentos sumiram, eu tava vendo clarões de luz atrás das minhas pálpebras. Não pensei em certo ou errado, só em como aquele momento era gostoso. Minha mão se moveu e começou a acariciar o peito direito dela. Ela se afastou um pouco e soltou um gritinho abafado. "Isso!" Ela meio que sussurrou, meio que gemeu na minha boca aberta. Depois foi a vez dela puxar meu lábio inferior enquanto eu esfregava meu polegar no mamilo dela. Dava pra sentir os suspiros suaves dela entrando direto na minha boca aberta. Apertei o peito que tava segurando enquanto movia minha mão em círculos pequenos. Isso fez ela gemer ainda mais na minha boca. Nossas línguas dançavam em círculos uma na outra, e nossos corpos tentavam se aproximar mais do que já estavam. As mãos dela estavam no meu cabelo puxando minha boca aberta com mais força contra a dela. Sabia que se eu não parasse agora, não ia ter volta. Comecei a me inclinar um pouco pra trás, mas ela se inclinou pra mim. Finalmente coloquei minhas mãos nos ombros dela e empurrei ela suavemente pra trás, amando o gemidinho que ela soltou na despedida e dando um último beijo bem na hora que nos separamos. "Não sei, María, mas..." Comecei a falar, mas os lábios dela de novo me calaram nos meus, dessa vez com mais sentimento e vigor.
"Shh, não fala, só aproveita". Ela respondeu. "E se eu tô pelada, você também devia ficar", e se abaixou pra pegar meu short. Eu levantei do banco onde tava sentado, tirei o short, pulei da piscina e fui pra piscina fria me refrescar. Minha cabeça tava a mil e meu pau todo duro, até que cheguei na água fria.
"Ahhhh, porra, essa merda tá gelada pra caralho" eu ofeguei, e pulei de volta quase na mesma hora, correndo pra piscina quente. Maria fez o mesmo, mas demorou pra sair, fazendo questão de eu ver bem a bunda dela, o corpo molhado parecia brilhar na luz da manhã, enquanto ia pra piscina. Molhou a ponta do pé e deu um gritinho.
Ela deu um passo pra trás e pulou, com a mesma reação. Os bicos dos peitos dela endureceram e apontaram direto pra mim. Eu também olhei bem pra ela de novo, reparando que tava quase toda raspada e vi a tatuagem pequena perto da cintura do lado esquerdo. Ela voltou pra piscina quente e depois montou nas minhas pernas. Os peitos dela pareciam flutuar na água, os bicos ainda duros roçando no meu peito. Meu pau começou a subir de novo até ficar pressionado entre as pernas dela. A gente se beijou de novo. Eu só pensava: Meu Deus, o que eu fiz pra ser castigado assim. Já comi as duas filhas dela e agora vou comer a mãe.
"Esse lugar é lindo, Fernando, valeu por me trazer". As mãos dela massagearam meu peito, roçando de leve nos meus bicos, deixando eles quase tão duros quanto os dela. Minhas mãos também acharam um bico, rolando ele devagar entre o polegar e o dedo, fazendo ela ofegar e empurrar o colo um pouco mais.
"Vira, Maria, olha o nascer do sol". Respondi, levantando ela na água e virando pra ver o que dava. O sol já tava quase por cima da montanha no fim do vale e criava um tom quente. Ela se reclinou contra mim e eu enrolei meus braços em volta. Dos peitos dela, continuando o ataque nos dois mamilos, enquanto ela lentamente esfregava a bunda no meu pau duro. Ela se abaixou e pegou no meu pau, deixando ele descansar contra os lábios quentes e molhados dela. Ela gemeu baixinho e acariciou meu pau enquanto eu continuava beijando o pescoço e a orelha dela. O nascer do sol esquentou nossos rostos enquanto subia devagar no céu. Maria levantou do meu colo e guiou meu pau pro canal quente dela. Eu deslizei devagar e completamente enquanto ela sentava de novo. As costas dela arquearam e eu movi uma mão de um mamilo pro clitóris dela. Eu tava dentro da Maria pela primeira vez.
"Você me ajuda a gozar quando esfrega nele, Fernando. Meu clitóris é super sensível." A voz dela tava meio trêmula enquanto eu deslizava devagar pra dentro e pra fora do buraco quente e apertado dela. Ela pegou na minha mão e guiou meus dedos em volta do clitóris dela. Ela respondeu quase na hora e trabalhou pra cima e pra baixo no meu pau com mais velocidade. "Ah, porra, vou gozar" ela suspirou e explodiu num orgasmo, e as paredes musculares dela agarraram meu pau com força, quase me levando ao limite também. A buceta dela apertava bastante, quase igual a da Natalia. Só que a Natalia, por ser mais nova e não ter parido, tinha mais força. Isso que eu acho. Mas mesmo assim, a buceta da Maria apertava com força. Eu só pensei que aquilo era hereditário.
A gente fodeu assim por mais uns minutos, antes dela se virar pra me olhar. Agora ela enrolou as pernas em volta da minha cintura, aproximando a gente um do outro. A gente balançou junto, a água segurando nossos corpos, e ela não se apressava nem tentava terminar. A gente se beijou devagar e apaixonado como um casal, e foi gostoso. Maria, usando as pernas, acelerou, moendo o clitóris dela na minha pélvis e deslizando pra cima e pra baixo no meu pau. Agora era eu chegando no limite e agarrei os quadris dela pra acelerar os movimentos também.
"Ah, merda, vou gozar." Eu grunhi e soltei duas semanas jatos de sêmen presos dentro dela, enquanto a buceta dela também pulsava. Nós dois sorrimos um para o outro, nossos corpos colados. Tava feito, tinha comido a mãe e as duas filhas dela.
Começamos a nos balançar devagar, criando ondinhas na piscina que nos empurravam pra frente e pra trás. Nossos corpos estavam quase grudados como um só, então fiquei de pé com ela ainda pendurada e sentei ela na borda. O ar fresco fez nós dois tremer um pouco, e aí ela pegou um pouco de velocidade pra nos esquentar de novo. Nossas bocas se beijaram o máximo que podiam, pescoços, orelhas, peitos e mamilos, mandando ondas de prazer pelos nossos corpos. O corpo da Maria arqueou de prazer enquanto eu tirava devagar meu pau melado. Ela fez biquinho com os lábios enquanto recuava um pouco, antes de se inclinar pra beijar e chupar meu pau. Depois eu fiz o mesmo. Nossos sucos misturados escorriam da fenda inchada dela enquanto eu beijava suavemente bem em cima do clitóris dela.
"Ai meu Deus, isso é tão bom. Não para!!" ela gemeu, enquanto eu rodeava o clitóris dela com a língua. E pensar que a Natalia e a Andrea adoram quando eu faço isso nelas. Mãe e filhas idênticas.
O clitóris dela tava pulsando enquanto eu lambia, e ainda consegui abrir os lábios da buceta dela e deslizar meu dedo pra dentro. Ela não conseguia ficar parada enquanto eu continuava dando prazer na buceta dela com meus dedos e língua. "Ahhhhhh porra, que delíciaaa", ela gemeu quando gozou de novo e caiu na borda de pedra da piscina. Soltei ela e saí da piscina pra deitar no meu roupão do lado dela. A respiração dela tinha desacelerado e ela quase não respondia, mas sorriu quando puxei ela pra perto num abraço suave.
"Maria, você é linda e agradeço por se deixar comer por mim, tava precisando disso." Sussurrei no ouvido dela. "Poderia me acostumar com isso."
Ela riu. "Espero que sim, e de agora em diante você tem que me comer, quando a gente voltar. Sua ex-mulher tinha razão. Você tem um pauzão. — Disse ela, rindo de um jeito bem safado.
— Esse é um acordo que aceito com prazer — respondi, antes de beijá-la de novo, devagar e com paixão.
O resto da manhã passamos nos mimando, nos abraçando e nos beijando. Pra mim, era uma experiência meio estranha. Até pouco tempo atrás, Maria era uma senhora que eu devia respeitar e tratar com cuidado. Além de ser a mãe das minhas duas sobrinhas. E ali estava eu, comendo ela, enchendo a buceta dela com meu leite, igual fazia com as filhas dela. Ficava pensando o que aconteceria se Maria descobrisse minha relação íntima com Andrea e Natalia. Com pensamentos parecidos, almoçamos naquele lugar e fomos pra praia onde estávamos no dia anterior.
Quase todo o caminho de volta, fizemos com Maria completamente pelada no carro. Ela adorava me ver nervoso e ria. Chegamos na praia e Maria vestiu o biquíni amarelo. Alugamos de novo um guarda-sol com cadeiras e pedimos umas cervejas. Ela estendeu uma toalha e deitou pra pegar um bronzeado. Eu sentei pra observar ela.
O que eu tava olhando? Uma MILF? Maria era uma MILF? Acho que sim. Uma mulher de 43 anos, mãe de duas filhas, mas que ainda dá pra comer. Olhava pra uma mulher desejável. Claro. Não era a Andrea. Não era a Natalia. As duas eram melhores que a mãe. Se eu tivesse que escolher, preferia mil vezes minhas sobrinhas. Mas elas não estavam ali, e a Maria sim.

E se a Maria descobre que eu tô comendo as filhas dela? Provavelmente um escândalo. Então decidi ter um trunfo na manga. Transformaria a Maria na minha putinha. Como? Comeria ela como ninguém nunca comeu. Era isso que eu ia fazer. Então falei pra Maria sairmos daquele lugar e ir pro hotel. Ela reclamou, e eu só disse: “Tô com uma vontade nojenta e vulgar de te comer”.Não passaram nem dois segundos e a Maria já tava pronta pra gente vazar. Fomos pro hotel. Quase não falamos no caminho. Acho que os dois tavam ansiosos pelo que viria. Só que eu tinha um plano. Depois de deixar o carro no estacionamento, pegamos o elevador e a Maria não parava de me beijar e me tocar. Ela sussurrava no meu ouvido: “Quero transar com você de novo” ou algo tipo: “Tô morrendo de preocupação com a ejaculação, mas ao mesmo tempo me fascina você gozar dentro de mim”. Eu tava excitado, e agora entendia por que a Andrea e a Natalia eram assim.
Entramos no apartamento e nos devorávamos de beijos. Já sabia que ela adorava ser tocada suave e bruscamente ao mesmo tempo. Então coloquei uma mão de leve na nuca dela pra puxá-la com carinho pro meu beijo, enquanto deslizava a outra mão pela frente do corpo dela pra agarrar firme o peito dela. Senti que ela aprovou e continuei meu ataque nos peitos dela, passando de acariciar o peito todo pra beliscar o mamilo sensível por cima da camisa e do sutiã. Quando ela respondeu com mais tesão às minhas carícias, deslizei a outra mão, acariciando o pescoço dela, descendo pelas costas até chegar na parte de cima do shortinho dela.

2 comentários - Minhas sobrinhas Andrea e Natalia (10) Parte 1