Mais uma com meu padrasto

Blowww ¡ glaaaajg¡ aggwwwj aaaggllwj¡ mais devagar, que podem nos ouvir. Minhas primeiras palavras depois de uns longos meses. Era domingo, se não me engano, um clássico de Boca e River, depois disso fomos dormir cedo, ficar em casa com essas restrições de pandemia faz a gente ter uma vida mais saudável, respeitar os horários das refeições, acordar cedo, etc etc. O caso é que faz meses que não transo, era só tudo da minha parte, tive noites muito gostosas comigo mesma, experimentando mais coisas e praticando outras, já não brinco só com os dedos e meu dilatador, fabriquei uns sugadores e comprei outras coisas e bom, com isso me distraio bastante. Esses meses todos ficamos em casa, meu padrasto é o único que trabalha, das 6 às 14h. E depois fica o dia todo com a gente. Não podemos fazer nada, sempre estamos esquentando a chaleira (pisca, pisca), mandando memes ou coisas assim por mensagem. Mas nunca consigo ter um encontro com ele até aquele dia. Fazia tempo que ele me dizia que queria fazer algo, mas nunca temos o espaço, e naquela noite, sem organizar nada, deu tudo certo. Era 1 da manhã, passei pelo quarto do meu irmão e ouvia ele roncando bem baixinho, com certeza tava no sono profundo. Quando desci pra sala, mandei uma mensagem pra ele dizendo que já tava lá, ele saiu do banheiro, tava tudo escuro, a única luz que tinha era da rua que entrava um pouco na cozinha e iluminava um pouco a sala e os sofás, mas só um pouco. Caminhou até mim, eu esperava com um sorriso bobo, me ajoelhei e acredito que ele tava se tocando ou pensando em mim, porque quando puxei a cueca dele pra baixo, o pau dele já tava meio duro. Chupei a cabeça como um pirulito, ele segurou meu cabelo com uma mão e com a outra me agarrou pela nuca e começou a foder minha garganta. Eu: Blowww ¡ glaaaajg¡ aggwwwj aaaggllwj¡ mais devagar, que podem nos ouvir. Cara: desculpa, desculpa, é que tô muito tesudo. Eu: mãe? Cara: tá dormindo. qualquer coisa, você entra no banheiro e eu vou pra geladeira 😉 Continuei chupando a rola dele de boa, curtindo a pré-gozada salgadinha misturada com minha saliva, mas não. O cara queria a todo custo meter a rola até o fundo, bater as bolas dele na minha cara. Dei o gosto, óbvio. Cada vez que ele queria, deixava ele foder minha boca, e quando parava, era minha vez de engolir toda aquela saliva e curtir o meu momento. Ele me levou até o sofá, me sentou pra eu continuar chupando ele enquanto ele ficava de pé me olhando, não tirou os olhos de mim nem um segundo enquanto acariciava meu rosto e passava a mão no meu cabelo. Eu acariciava a bunda dele enquanto chupava, massageava, passava a mão nas bolas e com o dedo médio massageava a parte entre a bunda e as bolas dele, aproximei meu dedo do cu dele pra ver a reação, quem sabe ele me pedia pra enfiar o dedo e acariciar o ponto G masculino dele. Mas não falou nada, acho que ele ficou com vergonha, ou se sentiu desconfortável. Não sei se foram 5 ou 8 minutos chupando ele, mas foi o suficiente pra deixar bem dura e lubrificada. Ele se inclinou na minha frente, me beijou, passou a língua no meu pescoço até minha orelha e sussurrou: ajoelha em cima do sofá que eu te como um pouquinho. Tava muito nervosa, tipo, se minha mãe ou meu irmão aparecessem e eu tivesse chupando ele, era fácil ir pra geladeira e ele pro banheiro, mas ficar em cima do sofá era mais barulhento, o sofá é de courino e com a pele faz barulho, a estrutura também era de madeira e só de sentar já range. Talvez fosse tão fácil quanto ir pra geladeira estando ajoelhada chupando ou trepando em cima do sofá, mas naquele momento eu me sentia nervosa. Me ajoelhei em cima do sofá, de quatro, colocando meus peitos no encosto. O cara esfregou a cara na minha bunda, eu sentia ele respirando e passando a língua nas minhas nádegas. Mordeu uma bochecha minha, puxou minha calcinha fio dental pro lado e...Mais uma com meu padrastoFalco: e isso?
Eu: haha, é um amigo que tenho (meu dilatador anal).
Falco: quer que eu tire e a gente faça por ali?
Eu: não, deixa aí. É só algo decorativo pra você ter uma vista bonita...
Falco: é bonito, mas com ou sem isso, a vista assim é linda.

Ele cuspiu na mão e passou na minha pussy. Deixou a saliva dela e começou a me penetrar. (Vou ser sincera com vocês, quase toda noite eu me dedo, brinco com meu cu também, e de vez em quando treino um pouco minha garganta e respiração. Quero transar e que seja mais prazer do que dor. Embora não tenha sentido muita dor, gosto de ficar confortável e que as coisas sejam fáceis.)

Quando ele me penetrou, começou devagar como sempre. Eu empurrei um pouco minha bunda em direção a ele pra entrar toda, como um sinal pra me foder e parar de ser bonzinho querendo começar devagar.
Falco: mmmm, que quentinha você está.
Eu: você gosta? Mmmm.
Falco: sim, sim. É gostoso sentir as cócegas e o medo ao mesmo tempo.
Eu: te dá adrenalina, adoro isso. Ahhhh! Sss.
Falco: não tem problema se eu gozar dentro?
Eu: não, não tem problema. Ahhhhy, se concentra pra durar um pouquinho mais.
Falco: é que foi muito tempo te chupando, fiquei a ponto de bala.
Eu: mmmmm. Ssss, bom mas... ahhhh ahhhsss. Contanto que me deixe bem molhada, eu fico satisfeita.
Falco: molhada?
Eu: sim, bem molhada, papai. Ahh! Ahh!
Falco: vamos devagar, o sofá faz muito barulho.
Eu: não, não... vamos pra bancada assim a gente termina.

Me inclinei lá e coloquei minhas mãos na bancada, ali não íamos fazer barulho nenhum. Fiquei na ponta dos pés pra poder me foder melhor. Ele me segurou pela cintura e começou no ritmo de coelho duracell.
Plas, plas, plas. (Ai, sim. Me dá assim.) Dava pra ouvir minhas nádegas batendo no corpo dele. Não era um som forte. Eu tava com tanta fome que fiz o possível pra meus gemidos serem suaves, mais sussurrados do que qualquer coisa. Ahhhhy, sim. Siii. Me dá forte e rápido, flaco, assim vou dormir feliz. Ssssh, ahhh. Abre minha booty com sua mão e empurra pra dentro. brinquedo pra dentro... assim assimiiiiiiiii i i i i. Magro: ahhhh, já tô Eli, já tô
Eu: me enche bem e continua
Até não aguentar mais

Tava tão excitada que não queria que parasse, se continuasse um pouco mais ia me fazer gozar também... senti o pau dele explodir dentro de mim. Senti como ele inchava, quando soltava o sêmen. Ele continuou por uns minutos me comendo, até que eu já não sentia o pau dele tão duro.

A melhor parte foi me ajoelhar na frente dele, colocar uma mão na minha buceta pra não deixar o sêmen cair no chão, e chupar ele. Limpar um pouco e pronto, pra sentir também o sêmen quentinho na minha boca.

Magro: vou lavar rápido e te deixo passar no banheiro.
Eu: não esquenta, eu me limpo aqui em cima. Tchau...

Fui pra minha cama. Me limpei com uma camiseta, tava com tanta vontade de continuar que me toquei um pouco mais. Pra ficar um pouco mais satisfeita. Só dando massagem no meu clitóris... imaginando coisas, me imaginando com mais gente. Imaginando um ménage ou ficar com negões... nos momentos que são meus, imagino que sou bem puta. Que sou toda uma atriz que dá pra pegar em qualquer lugar sem problema...

É tudo até chegar meu orgasmo, depois disso não tem mais imaginação, não tem mais comportamento de puta. Mas sei muito bem que no momento que eu ficar excitada de novo, vou voltar a imaginar essas coisas...

Foi curto, mas talvez o começo de coisas novas.

PS: a foto não é minha... minha bunda é um pouco mais redonda e o pau dele é mais cheio de veias.

1 comentários - Mais uma com meu padrasto

tremendo como me gusta lo putita que sos