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Amante japonesa parte I

Olá, como eu disse na Casa Compartilhada, essa é a segunda história que pretendo postar aqui no Poringa. Nesse conto, vocês vão ver esses dois sinais "<>", que significam que eles estão falando em japonês. Não se preocupem, é só pra dar uma caracterizada, e vocês não vão precisar ler nada em japonês. Só lembrem que "<>" quer dizer que tão falando em japonês.Tava andando normal pelas ruas de Shinjuku, um dos distritos do Japão na província de Tóquio, onde tem uma porrada de estabelecimentos pra adulto, a maioria lugar simples pra conhecer mulher e ter uma noite só de encontro, ou os soaplands, lugar onde você pode receber massagem e banho das trabalhadoras.

Tava andando por essas ruas procurando um karaokê bar que meus amigos me chamaram, mas tava totalmente perdido, porque, mesmo sabendo japonês o suficiente pra me virar, não sou tão fluente pra reconhecer cada Kanji.

— Ei, cadê porra você tá? O Takao tá desesperado de ter que te esperar — Me disse o Lisandro pelo celular onde a gente mantinha a ligação.

— Não sei, verdade, me perdi, não consigo achar o lugar.

— Você virou na 13?

— Tinha uma 13? — Perguntei com um tom surpreso, e aí ouvi uns suspiros fortes de todos os meus amigos.

— Disse o Saiba, arrancando o celular do Lisandro pelo que dava pra ouvir.



— One Night Stand, se apressa de uma vez — Me respondeu o Lisandro, pegando o celular de volta e desligando a ligação.

Meus amigos e eu não somos do Japão, como dá pra perceber já que a gente fala em espanhol, cada um é de um país diferente da América do Sul, todos estudantes de intercâmbio que ganhamos uma bolsa pro país por estudar o idioma e conseguir um bom nível de domínio.

É melhor eu me apresentar enquanto ando, me chamo Miguel, tenho 23 e meço um metro e setenta e cinco, não malho muito, mas me dedico a manter o corpo magro, tenho cabelo marrom meio liso e olhos castanho escuro, minha pele é meio queimada do país de onde venho, mas sou bem mais branco que alguns dos meus amigos. Enquanto Eu tava voltando pelo mesmo caminho que vim, quando vi uma mulher andando na direção oposta. Ela tava meio longe pra dizer se era gostosa ou não, mas dava pra ver que era japonesa.

A mulher tava usando uma camisa branca de botão simples, enfiada dentro de uma calça azul com bordados de rosas. Olhando de longe, dava pra ver que era mais velha que eu e que devia ter entre um metro e sessenta e um metro e sessenta e quatro.

Quando a gente passou um pelo outro, senti alguém segurar meu braço. Quando me virei, a mulher tinha um aperto forte no meu braço e, me pegando de surpresa, me empurrou contra a parede de um dos prédios, ficando inclinada sobre mim, praticamente em cima de mim.

Ela moveu a cabeça de cima pra baixo, me analisando um pouco, e enquanto ela me olhava, aproveitei pra olhar ela também. Ela tinha olhos castanhos claros e um cabelo preto liso que caía até a metade das costas. No rosto dela, bem embaixo da boca, do lado esquerdo, tinha uma pinta pequena.

Eu chutava uns 35 anos, era nova e tinha um corpo bom, embora a roupa não deixasse ver tão bem. A gente tava praticamente na mesma altura, então era certeza que ela era só dois ou três centímetros mais baixa que eu.

— Ei, o que você quer de mim?

— Ah, perfeito, você fala japonês. — A voz dela era meio doce e calma.

— Pois é, não viria pra cá sem saber um pouco do idioma... Vou perguntar de novo: o que você quer de mim?

A mulher ficou pensando um momento, afrouxando o aperto no meu braço e tirando um pouco do peso. Ela não era gorda, tava naquele ponto de mulher adulta que se cuida, talvez com um pouco de músculo e umas curvas por baixo da roupa.

— Você tem interesse em transar comigo?

A pergunta foi tão repentina que tenho certeza que fiz uma cara de surpresa bem óbvia, porque a mulher soltou uma risadinha. Pensei um pouco no que ela acabou de me perguntar. Só tinha duas opções: ou ela era uma profissional do sexo de algum estabelecimento, lembrem-se, Tô em Shinjuku, ou melhor, tinha uma mulher que queria me roubar.

— Se você acha que vou fazer algo contra você, pode ficar tranquilo, ganho dinheiro suficiente com meu trabalho pra não precisar roubar ninguém... E não, não sou puta — Ela disse como se tivesse lido minha mente, mas provavelmente só se baseou nas minhas expressões.

— O que você ganha me propondo transar?

— Nada... Só quero saber como é fazer isso com alguém jovem e de outro país.

Ouvir ela falar tão solta e calma, sendo que é normal pros japoneses ficarem enrolando pra dizer algo simples como "Quer trepar?" por causa da timidez, me deixou realmente perplexo, até o Saiba e o Takao tinham dificuldade pra falar com mulheres.

Acabei aceitando, e ela me pegou pela mão e me puxou pela rua até chegar num motel que cobrava barato pra passar a noite. Nós dois entramos, ela pagando pelos dois, não porque eu não fosse cavalheiro, mas porque ela não me deixou pagar.

Entramos no quarto que nos deram, o cara da recepção parecia meio com ciúmes de me ver com uma mulher que eu tinha acabado de conhecer, e eu também tava surpreso com como tudo tinha escalado tão rápido.

— Vai se despindo, quero tomar um banho antes de começar.

Fiz como ela mandou e tirei a roupa, deixando meu celular debaixo da cama do quarto, que era grande o suficiente pra duas pessoas. Fazia um bom tempo desde a última vez que transei, provavelmente desde que saí do meu país, o que foi há um ano, tudo por causa de uma ex-namorada que parei de amar por ser tão controladora e ciumenta.

— Porra! O bar karaokê — Peguei meu celular debaixo da cama, tinha umas quantas chamadas perdidas, que não senti porque deixei o celular no silêncio pra não incomodar ninguém na rua.

Todo esse encontro foi ideia do Takao pra me animar a vida e me fazer esquecer aquela ex, já que é muito normal, saindo ou entrando nesse estabelecimento, você trombar com alguém. mulheres que queiram passar uma noite.
As ligações e as mensagens que eu recebia do Takao mostravam o pouco de paciência que ele tinha, ele estava me deixando mal numa noite em que ele pensava em pagar tudo, o que é o que ele mais odeia. Fiquei um bom tempo pensando no que fazer, se contava pra elas o que tinha acabado de acontecer ou simplesmente ia embora, até que ouvi a porta do banheiro se abrindo e a vi sair com o cabelo molhado.

- O corpo nu da mulher era exatamente como eu imaginava, não era o corpo de uma modelo, era o corpo normal de uma mulher da idade dela, bem cuidada, com um pouco de músculo na barriga que a deixava muito atraente, com peitos que dava pra dizer só de olhar, eram copo B, não muito grandes, mas a bunda dela era o que mais me chamava a atenção, as coxas grossas e tonificadas se juntavam a uma bunda firme e do tamanho que você veria numa atriz pornô de primeira.

- <.... Nada, não é importante> – Respondi, deixando meu celular de novo debaixo da cama, depois eu daria um jeito de me desculpar com os outros.

Levantei da cama e me aproximei dela, que tinha virado as costas pra terminar de se secar. Peguei ela pela cintura e a fiz se virar pra me olhar, ficar tão perto nos deixou ver bem como éramos diferentes, e enquanto nos olhávamos, ela soltou um pequeno suspiro de surpresa ao ver minha virilha, que, mesmo mole, já aparecia pra ela com uns 14 cm.

- – Ela disse, começando a tocar um pouco no meu pau.

- – Falei, dando uma risadinha, não era a primeira vez que eu tirava essa reação das mulheres com quem já fiquei.

Pra quem não faz ideia do que é um pau de carne, existem dois tipos de pau, de carne e de sangue. Os de sangue são os que parecem pequenos quando estão moles, mas surpreendem quando de repente você vê a mudança quando endurecem, enquanto os de carne mantêm um tamanho flácido bem próximo do ereto. Meu pau não é grande coisa, só cresce dois centímetros a mais quando fico excitado, e não é algo de que eu me orgulhe muito, já que pode ser desconfortável.

— Interessante — ela disse depois de me ouvir explicar o motivo do meu pau. Parecia bem interessada nele, então puxei ela para a cama, sentei e deixei meu pau à disposição dela para fazer o que quisesse.

A mulher se ajoelhou na minha frente e começou a massagear meu pau com desejo, dando pequenos roçados na cabeça com os dedos e apalpando cada pedaço do tronco. Era óbvio que o objetivo dela era me deixar duro de uma vez, então relaxei meu corpo para aproveitar o toque dela, até que meu pau começou a crescer até o tamanho normal ereto.

No momento em que começou a endurecer, ela foi dando pequenas cheiradas e esfregando ele no rosto dela, quase como se quisesse entender aquilo que estava na frente dela, como se fosse algo desconhecido. Quando abriu a boca, imediatamente começou a lamber o tronco, passando a língua por toda a base, garantindo que passasse por cada canto do meu pau, para em seguida, meter toda a cabeça na boca dela e começar a brincar com ela.

A língua dela envolveu ele enquanto começava a chupar, a sensação da língua dela apertada contra minha cabeça por causa da sucção me fazia gemer um pouco, e parece que me ouvir assim só fez ela querer brincar mais comigo.

Tirando meu pau da boca dela, deixou cair um pouco de saliva por cima para começar a me masturbar e chupar seguindo o ritmo da mão dela, subindo e descendo.

— Calma, você faz como se eu fosse fugir.

— Ahh~ — ela tirou meu pau da boca, dando uma grande respirada — Você não vai fugir, mas pelo menos quero aproveitar isso por mais um tempo.

Ela colocou meu pau de volta na boca, começou a chupar com mais vontade, indo mais rápido e me obrigando a morder os dedos para ver se conseguia. aguentar mais.

Quando finalmente parou, eu me sentia exausto, consegui segurar a gozada até o final para liberar tudo dentro dela, mas aquela tortura prazerosa tinha me deixado meio lento.

— Ela disse se levantando e mexendo alguns fios de cabelo no rosto, sentou no meu colo, colocando meu pau na frente da buceta dela, que estava imaculada e sem nenhum pelo, parecia recém-depilada.



— Ela disse se inclinando para me roubar um beijo de língua, levantando o corpo o suficiente para ajustar meu pau e deixá-lo na posição perfeita para enfiar sem problemas.

Enquanto continuávamos o beijo, ela começou a descer lentamente o quadril, deixando meu pau deslizar fácil por causa do quanto estávamos molhados, eu pela mistura de líquido pré-seminal e saliva, e ela pelos próprios fluidos. Quando ela conseguiu chegar até a base, nem demos importância de tão focados que estávamos no beijo.

Enrolei meus braços no corpo dela e levei minhas mãos até a bunda dela, apertando para ter uma boa pegada e levantá-la de novo, deixando ela cair, fazendo o quarto inteiro se encher do som do choque das carnes.



Ouvir ela sussurrar isso no meu ouvido só me deu sinal verde para simplesmente aproveitar e não me preocupar com nada. Enquanto eu a levantava e deixava cair, comecei também a me mexer, erguendo meu quadril enquanto a levantava e sentando de novo enquanto a deixava cair, os gemidos que ela começava a soltar faziam o quarto parecer um onde se grava um filme pornô.

Parei de levantá-la e só movi meu quadril, mexendo ela também para a sensação ser ainda melhor, a mulher não tinha uma buceta que parecia usada, era apertada e de vez em quando tinha momentos em que fechava mais o caminho vaginal, impedindo que eu enfiasse tudo. novamente de uma vez, o que dava pra perceber que era por vários mini orgasmos que ela tava sentindo.

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Nós dois estávamos ofegantes e com dificuldade pra respirar fundo, então, pra não prolongar mais, me levantei carregando ela e comecei a empurrar minha bunda o mais rápido que podia, terminando minha primeira gozada sentando de novo na cama.

A mulher tirou meu pau sozinha e se deitou do meu lado, o calor que nossos corpos exalavam e o suor que escorria no lençol nos fez perceber quanto tempo estávamos transando e quanta vontade a gente botou pra ser nossa primeira foda.

Mas mesmo sabendo do estado que a gente tava, ela se levantou e olhou pra minha pica por um momento, se ajeitou rastejando até a cabeceira da cama e abriu as pernas de novo, me convidando pra fazer o que quisesse e ter mais uma rapidinha.

Da buceta dela começava a escorrer um pouco do meu esperma, então, com dois dedos meus, o anelar e o do meio, comecei a cavucar um pouco pra tirar e começar a masturbá-la, mexendo meus dedos rápido e batendo nas paredes da vagina, a reação dela foi de surpresa ao sentir tão de repente.

Masturbei ela por um bom tempo assim, conseguindo um squirt que voou pela cama toda e chegou até o chão.

-<É que você nunca tinha se masturbado assim?> -Perguntei num tom de brincadeira, mas ao ver ela concordar um pouco, não consegui evitar rir -Não acredito que fui a primeira pessoa que conseguiu fazer você gozar assim.

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- -Esse erro é normal nos japoneses, depois de viver anos numa ilha tão isolada do mundo exterior, a maioria confunde Europa com América ou acha que América é só Estados Unidos, o bom é que eles reconhecem o erro e se desculpam pela ignorância. Faltaram com o respeito.

-- Ela disse enquanto se levantava e se aproximava de mim.

-- Comecei a apontar partes do corpo dela, enquanto dizia os respectivos nomes em espanhol -<"Lábios... Peitos">- Comecei a passar meus dedos por eles, roçando no mamilo dela, que estava tão duro que deixava bem clara a excitação dela -<"Barriga... Buceta">

A mulher avançou e pulou em cima de mim para me roubar uns beijos, um apaixonado e outro de língua, tocando no meu pau e massageando um pouco pra me deixar duro de novo.

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A mulher deu um sorrisinho e voltou pra mesma posição de antes, com as pernas abertas, mas agora com os braços estendidos pra me abraçar e me manter perto, até me enrolando com as pernas dela.

Já com meu pau duro de novo, comecei a roçar a cabeça no clitóris dela e na entrada pra deixá-la mais excitada, e ela respondeu me forçando a enfiar de uma vez, soltando um gemido forte, que eu cortei no meio tapando a boca dela.

-- Qualquer um que já tenha visto pornô japonês com atrizes sabe o escandalosas que elas podem ser, queria aproveitar a transa sem ter que aguentar esses gritos no meu ouvido. Achava que ia parecer mal por pedir algo assim, mas ela só me olhou com um olhar lascivo e manteve a boca fechada pra tentar segurar o máximo de gemidos que conseguia.

Não parei de me mexer nem uma vez, mesmo quando sentia que minha cintura tava cansando, o prazer que eu sentia me impedia, junto com a insistência dela de não me deixar nem tirar pra parar, nem que fosse por um momento, então acabei gozando pela segunda vez dentro e caindo do lado dela quando finalmente ela afrouxou o aperto.

-- Falei sorrindo enquanto recuperava o fôlego -

-Desculpa se vocês acharam essa história longa demais, mas era necessário pra apresentar os dois protagonistas da parada. Espero que mesmo assim tenham curtido o conto. Aqui vai o link pra próxima parte: http://www.poringa.net/posts/relatos/4114147/Amante-japonesa-parte-II.html

E aqui tem outra história minha, caso se interessem pelo que escrevo: https://m.poringa.net/posts/relatos/4105810/Casa-compartida.html

Valeu mesmo por ler, falou.

3 comentários - Amante japonesa parte I

Estuvo buenísimo bro, te sale bien lo de escribir, sigue así y bueno esperando la continuación de este relato o del otro, wow Saeko o Daisy? Con cual de las 2? O un trío con ambas? Jajaja la imaginación, Saludos y Respect!!
Me alegra que te hayan gustado las dos bro
kramalo +2
esta bueno...! pero... no me vas a decir que ni siquiera le chupaste la concha ni la raya del culo..!
No es algo que me pasó, ojalá y llegase a pasar. Y eso llegará a su momento
ME encanto. Me encantan las asiáticas y tengo una historia en el tinter (no es parecida, transcurre aca jeje aviso por las dudas)
Me alegra que te guste, y apenas saques la tuya, avisa para leer