Com minha tia, a gente sempre trocava mensagens, fotos, vídeos, áudios, então pra mim era super normal o sexting, mas com a Lupe era o contrário, ela odiava não poder se ver. Acordei cedo, umas 8 horas, tava um frio da porra, minha avó ainda dormia. Quando fui no banheiro, vi que a porta da Susi tava aberta. Dei uma olhada rápida e vi ela deitada lendo. Falei um oi rápido e disse pra ela ficar à vontade, que podia tomar café quando quisesse. Ela agradeceu e eu fui pra cozinha, mas ouvi notificações e fui ver. Meu melhor amigo tinha me mandado fotos dele de quatro enquanto o pica dele metia de ladinho, o que me deixou com tanto tesão que fechei a porta e peguei no bolso escondido da minha bolsa uma fio dental, uma saia curta, meia de renda e um vibrador que meu amigo tinha me dado. Coloquei tudo e me deitei. Tirei meu pau pra fora da fio dental, passei creme no vibrador, encostei na minha bunda e comecei a meter. Tirei umas fotos e mandei pro meu amigo. Continuei me masturbando e quando ia gozar, sentei na cama, juntei os pés e gozei neles. Depois, com a língua, limpei a porra toda. Tirei tudo, guardei as coisas, me troquei e fui pra cozinha. Lá tava a Susi, de camisola, tomando café. Dava pra ver os peitos dela porque a camisola era meio transparente e aberta. "Te preparo alguma coisa?" ela respondeu, levantando rápido. "Não precisa", eu falei, mas ela colocou a água no fogo e a gente começou a conversar. Perguntei sobre o nudismo, o que ela recomendava e tal. No começo, ela disse que recomendava ir sozinha ou com conhecidos pra lugares com menos gente, essas coisas. Falei que minha avó andava sempre pelada, e ela disse que em casa era igual, mas que aqui também ficava com vergonha. Aí falei pra ela ficar à vontade e fazer se tivesse vontade. Ela perguntou se me incomodava, eu disse que não, e ela falou pra gente ficar pelado os dois. Respondi que sim, e na hora tirei a camiseta e o short. Ela tirou a camisola. Ficando nua, só de meias. Tudo segue normal por um tempo, mas depois do café ela foi pro quarto dela. Enquanto lavava minha xícara, percebi que ela tinha deixado a camisola na cozinha, então fui devolver. A porta estava um pouquinho aberta, então perguntei se podia entrar. Claro que ela respondeu, entrei e ela estava deitada pelada lendo. "Esqueceu isso lá", falei. Ela estendeu a mão pra pegar e disse: "Você trouxe só porque se assusta quando me vê nua?" "De jeito nenhum", respondi, "pelo contrário, adoro te ver assim. Olha essas cadeiras", falei enquanto admirava a buceta depilada dela. Suavemente, ela acariciou minha pica, que ficou dura na hora, e começou a chupar. Por uns minutos, ela encheu minha pica de saliva e depois se deitou. Olhando pra ela, tirei as meias e vi que ela tinha pés lindos, então comecei a chupá-los enquanto ela se tocava sozinha. Continuei em direção à buceta e imediatamente enfiei um dedo enquanto passava a língua. Ela pediu pra eu meter, e claro que obedeci. Enquanto metia forte, ela dizia que não ficava tão excitada assim há muito tempo, como com a gente nesses dias. Tirei minha pica da buceta dela e coloquei entre os peitos dela, até que gozei. Levantamos, e fui acordar minha avó. Depois, nós três fomos juntos pro supermercado. Enquanto fazíamos as compras, a Susi recebeu uma ligação do filho dela: eles iam almoçar na casa dela. Então, quando voltamos, ela arrumou tudo e se despediu com beijos. CONTINUA...
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