Espero que isso seja óbvio, mas isso não passa de uma história que me veio à cabeça um dia, não algo que aconteceu na vida real. Espero que curtam, me digam qualquer coisa que vocês gostariam que eu melhore.Já fazem meses que me mudei da casa dos meus pais pra poder chegar mais rápido na faculdade. Hoje moro numa república com três mulheres, duas delas inquilinas como eu: Alice e Laura. Alice é uma guria de 19 anos que, assim como eu, tá na faculdade, mas ela estuda arte e música, enquanto eu faço engenharia. A gente não conversa muito, até porque ela praticamente vive no quarto dela — a faculdade exige muito dela. Ela é baixinha, tem um metro e cinquenta e cinco, cabelo loiro com as pontas tingidas de marrom claro e olhos castanhos claros, magrinha. Laura é um pouco mais velha que Alice, tem 25 anos e trabalha meio período numa cafeteria não muito longe de casa. Pelo que sei, ganha o suficiente pra pagar o aluguel. Laura tem um metro e setenta, quase tão alta quanto eu, batendo só nos meus ombros, magra igual a Alice. O cabelo dela é comprido até as omoplatas e marrom, com olhos azuis que vieram do avô, pelo que ela me contou.
A outra mulher da casa é a proprietária, Daisy, uma viúva que já tá há 4 anos sozinha desde a morte do marido. Ela tem cabelo preto e olhos castanhos escuros, mede um metro e sessenta e oito e pesa 68 quilos. Daisy tem 40 anos, nunca teve filhos por complicações no parto, mas é uma mulher gostosa que não se deixou levar pelos anos. Sim, ela tem uma bunda grande e uma barriguinha, mas mesmo assim, tenho certeza que qualquer homem ficaria louco por ela se visse — aquela bunda e os peitos dela, nada caídos mesmo com a idade dela.
Acho que já ficou óbvio: sinto uma atração por ela e nem me apresentei ainda. Meu nome é Daniel, tenho 23 anos, olhos castanhos escuros e cabelo preto, e meço um metro e oitenta. Minha altura vem da minha família de gigantes — todo mundo do lado do meu pai tem ou passa do metro e oitenta, um dos meus primos chegando até a um metro e noventa. Como já disse antes, sou só um estudante de engenharia, tô no segundo semestre e não tenho Ainda tô trampando, meus pais me dão uma grana pra pagar a estadia na casa da Daisy, que é uma amiga da minha mãe. Quando cheguei lá, a Alice e a Laura já moravam aqui, elas foram contra me deixar dormir na casa, falando que eu era o único homem e que podia estuprar elas, dei sorte que a Daisy conseguiu convencer elas e eu acabei mostrando que não tinha nenhuma intenção de fazer isso, mal falo com a Alice porque a gente tá ocupado, e a Laura e eu nos damos meio bem, mas ela já tem namorado.
O importante dessa história é que acabei fazendo uma coisa que, sinceramente, não me arrependo, mas se meus pais descobrirem, com certeza me tiram de casa.
Num domingo de julho, a Laura e a Alice saíram pra fazer compras enquanto a Daisy e eu ficamos conversando em casa, não passaram nem seis minutos antes de começar a cair um toró na cidade toda, o que deixou minhas duas colegas de casa presas no shopping, porque nenhum táxi queria pegar passageiro naquela situação.
— Eu falei pra essas duas burras, era melhor esperar pra ver como o tempo ia mudar, mas não, quiseram sair na hora e agora tão presas lá fora — Disse a Daisy olhando pela janela, ver ela tão frustrada sempre me dava uma graça.
— Foi decisão delas, Daisy, não vai ficar reclamando quando elas voltarem — Falei enquanto olhava pro meu celular na sala, jogando algum jogo que tinha na hora.
— Mesmo assim, Daniel — A Daisy sentou do meu lado, mantendo uma distância pra não ficar desconfortável — As duas merecem, são teimosas pra caralho!
— Sim, sim, sim, você sempre fala a mesma coisa quando algo assim acontece, não sei como elas ainda moram aqui.
— Também não fala como se eu fosse um monstro — Ela disse me dando um tapinha no braço. Sempre gostei de provocar ela desse jeito, as reações dela eram sempre as mesmas, mas tinham aquele toque que fazia eu não só ficar atraído por O corpo dela, também pelo jeito dela ser, mesmo que me tratasse como um moleque.
Nós dois acabamos levantando e indo pra cozinha comer um pouco de sorvete que eu tinha guardado e falar sobre qualquer assunto que viesse na cabeça, assim ficamos por uma hora, mas não parava de chover.
-Já são 4 horas e ainda não vão poder vir assim.
-A Laura acabou de me falar pelo celular que já ligou pro namorado dela, que assim que ele se livrar das coisas, ele faz o favor com o carro dele de trazer vocês duas, não se preocupa- Falei enquanto deixava os dois potinhos onde comemos o sorvete na pia pra lavar.
-Bom, já é alguma coisa, mas ninguém sabe quanto tempo essa chuva vai durar, capaz da gente ficar sozinho por mais umas quatro horas.
Na hora que ouvi essas palavras fiquei gelado, era a primeira vez que a gente ia ficar sozinho por tanto tempo, coisa que nunca tinha rolado porque eu tava ocupado ou porque a Alice ou a Laura estavam pela casa ou por algum outro motivo. Fiquei um tempão olhando pro nada pensando se devia aproveitar essas horas pra falar pra Daisy o que eu sentia ou perder meu tempo fazendo outra coisa, e enquanto eu tava nessa, ela se levantou pra lavar os dois potinhos.
Olhei ela por trás, ela só tava usando um short que apertava a bunda e as coxas dela, tava uma delícia assim, então acabei soltando um suspiro e abraçando ela por trás, encostando minha virilha na bunda dela.
-Daniel? O que cê tá fazendo? Agora não é hora pra brincadeira, eu posso solt-
-Daisy- Não deixei ela terminar de falar -Eu sinto uma atração forte por você, você é gostosa demais, seu corpo sempre me deixa doido e eu tenho que aguentar isso, mas não aguento mais.
O silêncio reinou por uns minutos, Daisy soltou os potinhos e fechou a torneira, virou a cabeça devagar pra poder me olhar na cara, claramente surpresa.
-Para com a brincadeira, que você é um jovem nos seus 20 anos e eu pareço mais sua mãe.
-Daisy, não fala assim de você, você é linda, mais que até qualquer garota da minha sala.
— Por favor, Daniel, é melhor você se interessar pela Alice ou por alguém como a Laura — ela disse, tentando se soltar do meu aperto, mas eu só apertei mais e acabei roubando um beijo dela.
No começo, ela tentou me empurrar, mas acabou correspondendo ao beijo quando viu que eu não estava forçando um de língua e que realmente queria que ela aproveitasse. O beijo durou um bom tempo, minhas mãos ficaram na cintura dela, e o volume entre minhas pernas acabou roçando na bunda da Daisy. Quando finalmente nos separamos e ela viu como eu estava, soltei ela com a intenção de me desculpar.
— Daniel — Daisy não me deixou falar, a expressão dela era séria, como se estivesse me escaneando —. Você tem certeza do que está dizendo? Você gostaria de fazer isso com uma mulher como eu?
Eu só balancei a cabeça que nem um moleque quando perguntam se ele quer um doce. Até agora, contando essa história, sinto vergonha de como eu devia estar parecendo. Daisy me puxou para o quarto dela e me fez prometer que nunca contaria isso pra ninguém. Quando prometi, a gente se despiu pra se ver.
Quando finalmente vi ela completamente nua, aquele corpo de mulher da idade dela bem cuidado, as coxas, a bunda, os peitos, a buceta meio descuidada, tive uma ereção que até hoje me surpreende, e a Daisy também ficou surpresa.
— Meu Deus, Daniel, quanto é isso?
— Se não me engano, vinte centímetros. Por quê? Não é tão grande assim.
— Esquece, é que faz 4 anos que eu não... Você tem mesmo certeza disso?
— Pela última vez — falei, segurando a mão dela e puxando ela pra perto, fazendo meu pau bater na barriga dela de tão duro que tava —. Sim, e você já devia ter entendido pelo jeito que eu tô.
Daisy começou a desviar o olhar, sem aguentar a situação, e eu acabei beijando ela de novo. Mas dessa vez, ela começou a meter a língua, enrolando na minha e mexendo em várias partes. Enquanto a gente continuava nessa, a... Carreguei um pouco pra deitar ela na cama, ficando por cima e continuando o beijo cheio de saliva que a gente tava trocando.
Roubei o beijo pra ver ela deitada, os dois tavam respirando com dificuldade por causa do beijo, mas não parei por aí, aproximei minha boca do peito dela e comecei a beijar os arredores do mamilo, chupando de repente e pegando ela de surpresa, ouvindo ela soltar um gemidinho. Fui do mamilo até a barriga dela, até chegar nas pernas, que ela mantinha fechadas.
— Acho que não precisa — ela falou com uma risada nervosa e apertando mais as pernas do que antes, eu só olhei pra ela com uma cara que mostrava o quanto eu tava irritado com o jeito dela se fechar e se menosprezar.
Abri as pernas dela à força, finalmente conseguindo ver o que eu mais queria, a buceta dela, coberta por uma quantidade moderada de pelos pubianos, de um tom meio escuro e com os lábios maiores bem salientes. Me aproximei devagar, até colocar minha boca na frente da virilha dela, dando uma boa lambida, roçando o clitóris só um pouquinho pra brincar com ela.
Daisy começou a arquear as costas a cada lambida e beijo que eu dava na buceta dela, continuei assim por um bom tempo até decidir enfiar dois dos meus dedos lá dentro, o do meio e o anelar, com os quais comecei a explorar e roçar cada cantinho do interior dela, tentando achar aquele ponto específico pra fazer ela gritar.
Entre cada lambida e beijo, eu garantia de enfiar os dedos e mexer eles, até que finalmente consegui arrancar alguns gemidos e gritos de prazer, tirei os dedos pra enfiar minha língua e mexer pelos mesmos lugares que os dedos tocaram. Senti as mãos de Daisy se apoiarem na minha cabeça pra me manter ali, cada lambida que eu dava lá dentro fazia as pernas dela tremerem um pouco e o aperto no meu cabelo ficar mais forte, até que ela gozou na minha boca toda.
— Daniel, me desculpa, não era minha intenção, deixa eu pegar algo pra te secar.
— Fica tranquila, não precisa. Chata" — falei, enquanto limpava o rosto com as mãos — "Fico feliz que pelo menos você se soltou no final."
— Mas é que você é... — Daisy terminou me dando um empurrão para me deitar e se colocar agora em cima de mim — "Você gosta de brincar comigo? Então agora vai ter que aguentar."
Assim que terminou de falar, senti a mão dela no meu pau, massageando e dando beijinhos na cabeça, me fazendo suspirar. O calor da mão dela e o contato dos lábios no meu pau era uma sensação incrível, mas ficou ainda melhor quando ela começou a lamber e chupar sem avisar, passando a língua em cada parte do meu pau, da base até a cabeça, para depois meter na boca e levar até onde conseguia, ainda lambendo com meu pau na boca dela.
— Daisy, para — falei, tentando afastá-la para me sentar — "Se eu for gozar, quero que seja fodendo."
Tive sorte naquele momento de que ela me ouviu e tirou antes de me fazer gozar, mas o olhar de tesão dela fez a safadeza do momento aumentar ainda mais. Saí do quarto correndo para pegar dois preservativos no meu quarto. Quando voltei com eles na mão, encontrei Daisy deitada, com as mãos na buceta dela, se abrindo para mim.
Abri um dos preservativos e coloquei o mais rápido que pude, pulando na cama no momento em que consegui vestir, beijando Daisy de língua e ajustando meu pau para poder meter, roçando um pouco para brincar com ela e provocar, coisa que me rendeu outro tapa e um sermão de que brincar com os sentimentos das mulheres não é certo.
Quando meti, a sensação foi uma loucura. Tive que ficar parado um momento para me acostumar com as dobras da buceta dela tocando meu pau, tudo por causa da segurada que dei antes para não gozar na boca dela. Depois de me acostumar com a buceta dela, comecei a me mover, tirando aos poucos e penetrando devagar de novo. Os dois estávamos ofegando pelo prazer de poucos movimentos.
— Você realmente fez isso, não consigo... Achar que você ia querer fazer isso com alguém como eu, espero que não se arrependa depois — disse ela esticando os braços e deixando aqueles peitos lindos aparecerem de novo.
— Para de falar isso e aproveita — respondi enquanto dava uma enfiada forte, me movendo mais rápido, fazendo ela gemer e ofegar, enquanto eu começava a chupar e lamber os mamilos dela, mordendo de vez em quando só pra ver qual reação eu tirava dela.
Continuamos assim pelo que senti serem cinco minutos, a cama estava suada, agora transando com ela de lado e com uma perna levantada, já estávamos nos deixando levar e curtindo o prazer dos nossos corpos.
— Porra, não aguento mais — falei suspirando enquanto começava a ir mais rápido.
— Vai! Goza logo dentro de mim! Você tá de camisinha, então não tem problema.
Ouvir ela falar isso só me fez ir mais rápido até que meus quadris não aguentaram mais quando comecei a gozar, nossa respiração estava misturada, e até com o suor no corpo, ter transado num quarto fechado como a gente fez deixou o ambiente quente e o cheiro de sexo impregnado no ar.
Tirei meu pau com a camisinha cheia de porra e olhei pra Daisy, que se levantou sozinha pra tirar a camisinha de mim e fazer algo que ainda não consigo tirar da cabeça, ela deixou minha goza escorrer pela camisinha até cair na língua dela e começar a engolir.
— Isso não era necessário.
— Ué? Achei que você ia gostar de ver uma coisa dessas.
— S-sim, gostei, mas não quero que você faça coisas assim se não gosta.
— Hehe, meu marido nunca gostou desse meu lado, mas se você não se importa, posso fazer mais.
Ouvir ela falar desse jeito logo depois de engolir minha porra me deu mais vontade de fazer de novo, mas tive que me segurar ao perceber que a chuva já estava passando e ao ouvir meu celular tocar e ver que Laura tinha me mandado uma mensagem dizendo que já estava a caminho.
— Merda, Daisy, se troca rápido que já As duas tão vindo. - Anda! Melhor eu tomar um banho, Daniel. Você se veste rápido e sai do quarto pra receber elas - Daisy levantou e, ao abrir a porta do banheiro do quarto, sentiu a diferença de cheiro e temperatura nos cômodos - E areja meu quarto um pouco. Eu concordei e beijei ela de novo, pegando a camisinha usada e jogando no lixo, pegando minha roupa e me vestindo o mais rápido que pude, abrindo a porta e ligando o ventilador no modo giratório pra arejar o máximo possível antes delas chegarem. Quando ouvi a porta abrindo, saí voando do quarto e recebi a Alice, a Laura e o namorado dela. - Ei, mas vocês demoraram hein? - Haha, muito engraçado, ajuda com as sacolas melhor - Falou Laura, estendendo o braço com duas sacolas cheias. - Ei, por que você tá todo suado? - Perguntou Alice enquanto caminhava do meu lado pra deixar as sacolas na cozinha. - Nada, fiz um exercício pra ver se o tempo passava mais rápido ou algo assim. - E a dona da casa? Queria dar um oi pra ela antes de ir. - Ela entrou no quarto dela pra tomar banho umas meia hora atrás, disse que queria dormir, então não sei se dá - Falei pro namorado da Laura, enquanto deixava as sacolas na mesa - Mas sem problema, a gente fala que você mandou um abraço e tudo. - Ah, como é que vocês vão mandar ela ir embora assim, hein - Disse Daisy atrás de mim, completamente trocada, mas com algumas partes molhadas na roupa e o cabelo molhado, dava pra ver que tinha se secado e trocado de roupa às pressas. Jesus, o namorado da Laura, cumprimentou e se despediu de todo mundo, dando um beijo na namorada antes de ir e deixando os moradores da casa sozinhos. - Bom, eu e a Alice vamos tomar banho, a gente fala depois - Disse Laura enquanto subia pro segundo andar da casa, onde ficam os quartos delas. As duas se despediram e deixaram eu e Daisy sozinhos no primeiro andar. Daisy aproveitou pra me dar um tapão na bunda e me beijar colada no meu corpo, se esticando pra me beijar direito. - Quando elas forem dormir, você e eu vamos usar a segunda camisinha, que você deixou no meu quarto.Bom, foi isso, me digam se gostaram.
Aqui está a segunda parte: http://www.poringa.net/posts/relatos/4108278/Casa-compartida-parte-II.html
Se tiverem interesse, também podem ler Amante japonesa: http://www.poringa.net/posts/relatos/4109453/Amante-japonesa.html
Tchau.
A outra mulher da casa é a proprietária, Daisy, uma viúva que já tá há 4 anos sozinha desde a morte do marido. Ela tem cabelo preto e olhos castanhos escuros, mede um metro e sessenta e oito e pesa 68 quilos. Daisy tem 40 anos, nunca teve filhos por complicações no parto, mas é uma mulher gostosa que não se deixou levar pelos anos. Sim, ela tem uma bunda grande e uma barriguinha, mas mesmo assim, tenho certeza que qualquer homem ficaria louco por ela se visse — aquela bunda e os peitos dela, nada caídos mesmo com a idade dela.
Acho que já ficou óbvio: sinto uma atração por ela e nem me apresentei ainda. Meu nome é Daniel, tenho 23 anos, olhos castanhos escuros e cabelo preto, e meço um metro e oitenta. Minha altura vem da minha família de gigantes — todo mundo do lado do meu pai tem ou passa do metro e oitenta, um dos meus primos chegando até a um metro e noventa. Como já disse antes, sou só um estudante de engenharia, tô no segundo semestre e não tenho Ainda tô trampando, meus pais me dão uma grana pra pagar a estadia na casa da Daisy, que é uma amiga da minha mãe. Quando cheguei lá, a Alice e a Laura já moravam aqui, elas foram contra me deixar dormir na casa, falando que eu era o único homem e que podia estuprar elas, dei sorte que a Daisy conseguiu convencer elas e eu acabei mostrando que não tinha nenhuma intenção de fazer isso, mal falo com a Alice porque a gente tá ocupado, e a Laura e eu nos damos meio bem, mas ela já tem namorado.
O importante dessa história é que acabei fazendo uma coisa que, sinceramente, não me arrependo, mas se meus pais descobrirem, com certeza me tiram de casa.
Num domingo de julho, a Laura e a Alice saíram pra fazer compras enquanto a Daisy e eu ficamos conversando em casa, não passaram nem seis minutos antes de começar a cair um toró na cidade toda, o que deixou minhas duas colegas de casa presas no shopping, porque nenhum táxi queria pegar passageiro naquela situação.
— Eu falei pra essas duas burras, era melhor esperar pra ver como o tempo ia mudar, mas não, quiseram sair na hora e agora tão presas lá fora — Disse a Daisy olhando pela janela, ver ela tão frustrada sempre me dava uma graça.
— Foi decisão delas, Daisy, não vai ficar reclamando quando elas voltarem — Falei enquanto olhava pro meu celular na sala, jogando algum jogo que tinha na hora.
— Mesmo assim, Daniel — A Daisy sentou do meu lado, mantendo uma distância pra não ficar desconfortável — As duas merecem, são teimosas pra caralho!
— Sim, sim, sim, você sempre fala a mesma coisa quando algo assim acontece, não sei como elas ainda moram aqui.
— Também não fala como se eu fosse um monstro — Ela disse me dando um tapinha no braço. Sempre gostei de provocar ela desse jeito, as reações dela eram sempre as mesmas, mas tinham aquele toque que fazia eu não só ficar atraído por O corpo dela, também pelo jeito dela ser, mesmo que me tratasse como um moleque.
Nós dois acabamos levantando e indo pra cozinha comer um pouco de sorvete que eu tinha guardado e falar sobre qualquer assunto que viesse na cabeça, assim ficamos por uma hora, mas não parava de chover.
-Já são 4 horas e ainda não vão poder vir assim.
-A Laura acabou de me falar pelo celular que já ligou pro namorado dela, que assim que ele se livrar das coisas, ele faz o favor com o carro dele de trazer vocês duas, não se preocupa- Falei enquanto deixava os dois potinhos onde comemos o sorvete na pia pra lavar.
-Bom, já é alguma coisa, mas ninguém sabe quanto tempo essa chuva vai durar, capaz da gente ficar sozinho por mais umas quatro horas.
Na hora que ouvi essas palavras fiquei gelado, era a primeira vez que a gente ia ficar sozinho por tanto tempo, coisa que nunca tinha rolado porque eu tava ocupado ou porque a Alice ou a Laura estavam pela casa ou por algum outro motivo. Fiquei um tempão olhando pro nada pensando se devia aproveitar essas horas pra falar pra Daisy o que eu sentia ou perder meu tempo fazendo outra coisa, e enquanto eu tava nessa, ela se levantou pra lavar os dois potinhos.
Olhei ela por trás, ela só tava usando um short que apertava a bunda e as coxas dela, tava uma delícia assim, então acabei soltando um suspiro e abraçando ela por trás, encostando minha virilha na bunda dela.
-Daniel? O que cê tá fazendo? Agora não é hora pra brincadeira, eu posso solt-
-Daisy- Não deixei ela terminar de falar -Eu sinto uma atração forte por você, você é gostosa demais, seu corpo sempre me deixa doido e eu tenho que aguentar isso, mas não aguento mais.
O silêncio reinou por uns minutos, Daisy soltou os potinhos e fechou a torneira, virou a cabeça devagar pra poder me olhar na cara, claramente surpresa.
-Para com a brincadeira, que você é um jovem nos seus 20 anos e eu pareço mais sua mãe.
-Daisy, não fala assim de você, você é linda, mais que até qualquer garota da minha sala.
— Por favor, Daniel, é melhor você se interessar pela Alice ou por alguém como a Laura — ela disse, tentando se soltar do meu aperto, mas eu só apertei mais e acabei roubando um beijo dela.
No começo, ela tentou me empurrar, mas acabou correspondendo ao beijo quando viu que eu não estava forçando um de língua e que realmente queria que ela aproveitasse. O beijo durou um bom tempo, minhas mãos ficaram na cintura dela, e o volume entre minhas pernas acabou roçando na bunda da Daisy. Quando finalmente nos separamos e ela viu como eu estava, soltei ela com a intenção de me desculpar.
— Daniel — Daisy não me deixou falar, a expressão dela era séria, como se estivesse me escaneando —. Você tem certeza do que está dizendo? Você gostaria de fazer isso com uma mulher como eu?
Eu só balancei a cabeça que nem um moleque quando perguntam se ele quer um doce. Até agora, contando essa história, sinto vergonha de como eu devia estar parecendo. Daisy me puxou para o quarto dela e me fez prometer que nunca contaria isso pra ninguém. Quando prometi, a gente se despiu pra se ver.
Quando finalmente vi ela completamente nua, aquele corpo de mulher da idade dela bem cuidado, as coxas, a bunda, os peitos, a buceta meio descuidada, tive uma ereção que até hoje me surpreende, e a Daisy também ficou surpresa.
— Meu Deus, Daniel, quanto é isso?
— Se não me engano, vinte centímetros. Por quê? Não é tão grande assim.
— Esquece, é que faz 4 anos que eu não... Você tem mesmo certeza disso?
— Pela última vez — falei, segurando a mão dela e puxando ela pra perto, fazendo meu pau bater na barriga dela de tão duro que tava —. Sim, e você já devia ter entendido pelo jeito que eu tô.
Daisy começou a desviar o olhar, sem aguentar a situação, e eu acabei beijando ela de novo. Mas dessa vez, ela começou a meter a língua, enrolando na minha e mexendo em várias partes. Enquanto a gente continuava nessa, a... Carreguei um pouco pra deitar ela na cama, ficando por cima e continuando o beijo cheio de saliva que a gente tava trocando.
Roubei o beijo pra ver ela deitada, os dois tavam respirando com dificuldade por causa do beijo, mas não parei por aí, aproximei minha boca do peito dela e comecei a beijar os arredores do mamilo, chupando de repente e pegando ela de surpresa, ouvindo ela soltar um gemidinho. Fui do mamilo até a barriga dela, até chegar nas pernas, que ela mantinha fechadas.
— Acho que não precisa — ela falou com uma risada nervosa e apertando mais as pernas do que antes, eu só olhei pra ela com uma cara que mostrava o quanto eu tava irritado com o jeito dela se fechar e se menosprezar.
Abri as pernas dela à força, finalmente conseguindo ver o que eu mais queria, a buceta dela, coberta por uma quantidade moderada de pelos pubianos, de um tom meio escuro e com os lábios maiores bem salientes. Me aproximei devagar, até colocar minha boca na frente da virilha dela, dando uma boa lambida, roçando o clitóris só um pouquinho pra brincar com ela.
Daisy começou a arquear as costas a cada lambida e beijo que eu dava na buceta dela, continuei assim por um bom tempo até decidir enfiar dois dos meus dedos lá dentro, o do meio e o anelar, com os quais comecei a explorar e roçar cada cantinho do interior dela, tentando achar aquele ponto específico pra fazer ela gritar.
Entre cada lambida e beijo, eu garantia de enfiar os dedos e mexer eles, até que finalmente consegui arrancar alguns gemidos e gritos de prazer, tirei os dedos pra enfiar minha língua e mexer pelos mesmos lugares que os dedos tocaram. Senti as mãos de Daisy se apoiarem na minha cabeça pra me manter ali, cada lambida que eu dava lá dentro fazia as pernas dela tremerem um pouco e o aperto no meu cabelo ficar mais forte, até que ela gozou na minha boca toda.
— Daniel, me desculpa, não era minha intenção, deixa eu pegar algo pra te secar.
— Fica tranquila, não precisa. Chata" — falei, enquanto limpava o rosto com as mãos — "Fico feliz que pelo menos você se soltou no final."
— Mas é que você é... — Daisy terminou me dando um empurrão para me deitar e se colocar agora em cima de mim — "Você gosta de brincar comigo? Então agora vai ter que aguentar."
Assim que terminou de falar, senti a mão dela no meu pau, massageando e dando beijinhos na cabeça, me fazendo suspirar. O calor da mão dela e o contato dos lábios no meu pau era uma sensação incrível, mas ficou ainda melhor quando ela começou a lamber e chupar sem avisar, passando a língua em cada parte do meu pau, da base até a cabeça, para depois meter na boca e levar até onde conseguia, ainda lambendo com meu pau na boca dela.
— Daisy, para — falei, tentando afastá-la para me sentar — "Se eu for gozar, quero que seja fodendo."
Tive sorte naquele momento de que ela me ouviu e tirou antes de me fazer gozar, mas o olhar de tesão dela fez a safadeza do momento aumentar ainda mais. Saí do quarto correndo para pegar dois preservativos no meu quarto. Quando voltei com eles na mão, encontrei Daisy deitada, com as mãos na buceta dela, se abrindo para mim.
Abri um dos preservativos e coloquei o mais rápido que pude, pulando na cama no momento em que consegui vestir, beijando Daisy de língua e ajustando meu pau para poder meter, roçando um pouco para brincar com ela e provocar, coisa que me rendeu outro tapa e um sermão de que brincar com os sentimentos das mulheres não é certo.
Quando meti, a sensação foi uma loucura. Tive que ficar parado um momento para me acostumar com as dobras da buceta dela tocando meu pau, tudo por causa da segurada que dei antes para não gozar na boca dela. Depois de me acostumar com a buceta dela, comecei a me mover, tirando aos poucos e penetrando devagar de novo. Os dois estávamos ofegando pelo prazer de poucos movimentos.
— Você realmente fez isso, não consigo... Achar que você ia querer fazer isso com alguém como eu, espero que não se arrependa depois — disse ela esticando os braços e deixando aqueles peitos lindos aparecerem de novo.
— Para de falar isso e aproveita — respondi enquanto dava uma enfiada forte, me movendo mais rápido, fazendo ela gemer e ofegar, enquanto eu começava a chupar e lamber os mamilos dela, mordendo de vez em quando só pra ver qual reação eu tirava dela.
Continuamos assim pelo que senti serem cinco minutos, a cama estava suada, agora transando com ela de lado e com uma perna levantada, já estávamos nos deixando levar e curtindo o prazer dos nossos corpos.
— Porra, não aguento mais — falei suspirando enquanto começava a ir mais rápido.
— Vai! Goza logo dentro de mim! Você tá de camisinha, então não tem problema.
Ouvir ela falar isso só me fez ir mais rápido até que meus quadris não aguentaram mais quando comecei a gozar, nossa respiração estava misturada, e até com o suor no corpo, ter transado num quarto fechado como a gente fez deixou o ambiente quente e o cheiro de sexo impregnado no ar.
Tirei meu pau com a camisinha cheia de porra e olhei pra Daisy, que se levantou sozinha pra tirar a camisinha de mim e fazer algo que ainda não consigo tirar da cabeça, ela deixou minha goza escorrer pela camisinha até cair na língua dela e começar a engolir.
— Isso não era necessário.
— Ué? Achei que você ia gostar de ver uma coisa dessas.
— S-sim, gostei, mas não quero que você faça coisas assim se não gosta.
— Hehe, meu marido nunca gostou desse meu lado, mas se você não se importa, posso fazer mais.
Ouvir ela falar desse jeito logo depois de engolir minha porra me deu mais vontade de fazer de novo, mas tive que me segurar ao perceber que a chuva já estava passando e ao ouvir meu celular tocar e ver que Laura tinha me mandado uma mensagem dizendo que já estava a caminho.
— Merda, Daisy, se troca rápido que já As duas tão vindo. - Anda! Melhor eu tomar um banho, Daniel. Você se veste rápido e sai do quarto pra receber elas - Daisy levantou e, ao abrir a porta do banheiro do quarto, sentiu a diferença de cheiro e temperatura nos cômodos - E areja meu quarto um pouco. Eu concordei e beijei ela de novo, pegando a camisinha usada e jogando no lixo, pegando minha roupa e me vestindo o mais rápido que pude, abrindo a porta e ligando o ventilador no modo giratório pra arejar o máximo possível antes delas chegarem. Quando ouvi a porta abrindo, saí voando do quarto e recebi a Alice, a Laura e o namorado dela. - Ei, mas vocês demoraram hein? - Haha, muito engraçado, ajuda com as sacolas melhor - Falou Laura, estendendo o braço com duas sacolas cheias. - Ei, por que você tá todo suado? - Perguntou Alice enquanto caminhava do meu lado pra deixar as sacolas na cozinha. - Nada, fiz um exercício pra ver se o tempo passava mais rápido ou algo assim. - E a dona da casa? Queria dar um oi pra ela antes de ir. - Ela entrou no quarto dela pra tomar banho umas meia hora atrás, disse que queria dormir, então não sei se dá - Falei pro namorado da Laura, enquanto deixava as sacolas na mesa - Mas sem problema, a gente fala que você mandou um abraço e tudo. - Ah, como é que vocês vão mandar ela ir embora assim, hein - Disse Daisy atrás de mim, completamente trocada, mas com algumas partes molhadas na roupa e o cabelo molhado, dava pra ver que tinha se secado e trocado de roupa às pressas. Jesus, o namorado da Laura, cumprimentou e se despediu de todo mundo, dando um beijo na namorada antes de ir e deixando os moradores da casa sozinhos. - Bom, eu e a Alice vamos tomar banho, a gente fala depois - Disse Laura enquanto subia pro segundo andar da casa, onde ficam os quartos delas. As duas se despediram e deixaram eu e Daisy sozinhos no primeiro andar. Daisy aproveitou pra me dar um tapão na bunda e me beijar colada no meu corpo, se esticando pra me beijar direito. - Quando elas forem dormir, você e eu vamos usar a segunda camisinha, que você deixou no meu quarto.Bom, foi isso, me digam se gostaram.
Aqui está a segunda parte: http://www.poringa.net/posts/relatos/4108278/Casa-compartida-parte-II.html
Se tiverem interesse, também podem ler Amante japonesa: http://www.poringa.net/posts/relatos/4109453/Amante-japonesa.html
Tchau.
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