Valeu pelo love no meu post anterior! Aqui está a segunda parte dessa história excitante que espero, se vocês gostarem, continuar por um bom tempo. Recomendo ler a primeira parte antes se ainda não fizeram.
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Quando o Expresso de Hogwarts chegou na escola e todos os alunos entraram no castelo, o banquete começou. O teto do Salão Principal estava coberto de nuvens, como sempre, e a iluminação era por conta de milhares de velas acesas. A gritaria dos alunos quase não deixava ouvir nada. Até que o diretor se levantou e pediu silêncio. Dumbledore vestia sua túnica cinza comum e usava a barba prateada mais comprida que o normal (até abaixo da cintura). Quando começou o discurso dele, até as moscas calaram a boca.
— Bem-vindos a todos a um novo ano em Hogwarts! Vejo muitas caras novas e muitas caras ansiosas por conhecimento, entre outras coisas. Vamos tentar ter um ano menos conturbado que o anterior. Vocês sabem que a situação com o Ministério está meio tensa; e com o retorno das forças das trevas, temos que estar mais unidos do que nunca. Deixem-me apresentar o novo professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, Robert Kerr.
Todo mundo viu um professor de cabelo escuro, altura mediana e uma expressão meio sombria quando ele se levantou da cadeira e, como pra compensar a aparência, cumprimentou todo o Salão com um sorriso meio estranho.
— Lembro que o Bosque da escola é proibido pros alunos do primeiro ano. Só isso por enquanto. Se comportem — e o velho piscou um olho pra eles — ou pelo menos não deixem ninguém ver. — Todo mundo ficou matutando essas palavras. — Agora sim, que cada um encontre seu lar!
Dito isso, no meio do palco apareceu o banquinho tão conhecido por todos e o famoso Chapéu Seletor, que, colocado na cabeça de cada novo aluno, decidia a qual das 4 casas ele pertencia: Grifinória, Corvinal, Sonserina, Lufa-Lufa.
Os calouros e as calouras foram passando um por um. Alguns demoravam mais, outros menos, como se tivessem mais certeza de qual casa pertenciam. O Harry sabia muito bem que o Chapéu levava em conta os desejos de cada um na hora de escolher. A distribuição foi bem equilibrada. Os dois últimos a passar, surpreendentemente, não pareciam ser calouros, e eram extremamente parecidos. "Irmãos, com certeza", pensou a Hermione. "São alunos de intercâmbio", murmurou alguém na mesa da Grifinória. Primeiro passou o garoto. Ambos foram parar na Corvinal, e sentaram perto da Luna, que estava distraída olhando as constelações do teto, caso tivessem mudado.
‒ Por último – disse Dumbledore – Vamos comer! Quando ele disse isso, todas as mesas se encheram magicamente de comida e bebida das mais variadas. Ninguém esperou mais e todos se jogaram pra matar a fome.
— Oi, tudo bem? — disse uma voz perto da Luna, que estava distraída olhando pra mesa da amiga Gina e pros outros, mais especificamente, olhando as tetas da Hermione, toda encantada. A Luna se virou bem devagar pra garota que tava falando com ela. Era a menina nova, sentada do lado dela. Parecia ter a idade dela, tinha cabelo castanho avermelhado e era bem gostosa, pensou a Luna.
— Oi? Sou a Clare. Clare Duke. Esse aqui é meu irmão, Johnny. — e apontou pro garoto do lado, que parecia meio entediado e meio irritado, só mastigando a comida dele. — Qual é o teu nome?
Luna demorou pra caramba pra responder, a outra mina já tava quase desistindo. Quando ela falou, arregalou os olhos e deu um sorrisão: Oi! Sou a Luna. Cês são da Corvinal, né.
Clare tava meio sem graça com o olhar intenso da Luna. — Sim, sim. Nós viemos de outra escola. Dos Estados Unidos. Nossa família se mudou pra cá faz pouco, por causa do trabalho. — Mas a Luna já nem tava mais prestando atenção. Continuou com a comida dela. Clare fez o mesmo, dando uma risadinha.
No dia seguinte, cedo, como ainda não tinham aula, Harry aproveitou pra passar e dar um oi pra Hagrid, que ele não tinha conseguido cumprimentar na recepção. Chegou perto da cabana, mas por mais que batesse na porta várias vezes, ninguém abria. "Ele não deve estar aqui", pensou.
Decidiu voltar mais tarde, mas como também não tinha nada pra fazer, resolveu dar uma volta pela floresta. Já era o sexto ano dele em Hogwarts e tinha um monte de áreas da floresta que ele não conhecia. "O que é mais seguro, provavelmente", pensou Harry, rindo. Num cantinho, a uns 70 metros de onde ele estava, achou que viu uma coisa grande, tipo uma mancha escura entre as árvores. Teve que chegar perto pra ver o que era, e pra isso precisou passar por uns galhos. Era uma cabana. Uma cabaninha pequena, meio caindo aos pedaços, com madeiras escuras.
Luna voltou correndo pra Sala Comunal. Precisava mostrar pra Ginny um treco novo pra detectar Duendes à distância que veio com a última edição do Pasquim, mas tinha esquecido. Era meio da manhã, então não tinha ninguém, todo mundo tava lá fora aproveitando o sol. Ou pelo menos era o que a Luna achava. Mal entrou, ouviu uns barulhos. Primeiro, uns baques secos e uns rangidos, depois umas vozes que pareciam estar sofrendo. Vinham dos dormitórios. Luna largou as coisas num sofá e foi ver o que era. Quando espiou pela porta, ficou parada.
Numa das camas tinha duas pessoas. Peladas, uma por cima da outra. Tavam deitadas e de frente uma pra outra, então a Luna não conseguia distinguir quem era, mas o espetáculo deixou ela paralisada e ela se aproximou mais um pouco em silêncio. Quando a pessoa que tava por cima se levantou, a Luna viu a cara dela: era a Clare, a mina que tinha cumprimentado ela na mesa na noite anterior. Tinha uns peitões grandes, brancos e com uns bicos grandes e rosados. A Luna já tava babando. Via aqueles peitos quicando pra cima e pra baixo. E viu, pra surpresa dela, que o cara que tava embaixo era o Johnny, também pálido e suado por algum motivo. Agora era quase grito o que se ouvia. A Clare tava sentada em cima do cara que continuava deitado e apertava os peitos dela com força, fazendo a ruiva gritar como se tivesse sendo morta. A Clare cada vez mexia a bunda com mais força pra frente.
— Para, para — disse o garoto e tirou a irmã de cima dele. Levantou-se e colocou a irmã na cama de bruços. Ela também tinha uma bunda muito bonita e redondinha, pensou Luna, mas estava mais ocupada olhando o corpo do garoto. Da cintura dele pendia algo que Luna nunca tinha visto. Era como se tivesse um pau grudado, mas parecia se mexer, e era tão pálido quanto o garoto. Viu Johnny se aproximar de Clare e enfiar o pau dentro da irmã, enquanto ela gemia. Parecia entrar com facilidade. Logo o garoto começou a meter e tirar o pau da garota, e ela gritava e gemia e se agarrava nos lençóis.
Luna se sentiu toda arrepiada. A região entre as pernas tava coçando e ela começou a se esfregar por cima da túnica. Num instante, ela passou as pernas por trás das costas do Johnny e puxou ele pra perto dela. Nessa hora, Luna enfiou a mão por baixo da calcinha fio dental e sentiu todos os pelinhos se eriçarem. Não parecia suficiente. Então, ela meteu um dedo no buraquinho que tinha ali. E gostou. Tirou e enfiou de novo umas duas vezes, enquanto olhava pros dois irmãos se sacudindo na cama. Luna tava com a visão meio embaçada, mas não conseguia parar de enfiar o dedo, cada vez mais rápido.
Por algum motivo, sentiu vontade de pegar no próprio peito, e gostou da sensação, então apertou mais forte e beliscou um mamilo de leve. Isso, junto com o dedo que entrava e saía cada vez mais molhado lá dentro, deu uma espécie de choque elétrico no corpo inteiro dela; foi um instante, mas Luna não conseguia mexer um músculo e ficou olhando pro teto, exausta. Sem saber, tinha tido um orgasmo, e tinha amado. Tirou a mão de dentro da roupa e olhou pra ela, tinha uma coisa pegajosa num dedo.
Enquanto isso, o garoto aumentou o ritmo das estocadas. ‒ Toma, toma, putinha … vai tudo aí… ‒ disse, primeiro gritando e depois perdendo as forças. Parou de se mexer e se inclinou contra Clare. A mina levantou da cama e se ajoelhou na frente do garoto, pegou o pau dele e enfiou na boca. E começou a chupar. Tava mole agora, mas parecia que não importava pra Clare, ela chupava e passava a língua como se fosse uma iguaria.
Então era isso do trem", pensou Luna, ainda cansada, mas entendendo um monte de coisas de uma vez só.
Quando Clare terminou de limpar o pau do irmão dela, tirou ele da boca e se levantou pra se vestir. Quando voltou pra sala, a Luna já tinha saído e esquecido o treco dela de novo.
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Ginny, cansada de esperar a Luna aparecer, aproveitou pra ir no banheiro. Agora era monitora, então podia usar os banheiros delas, mais espaçosos e privados. Já tava meia hora esperando a amiga chegar, então dar uma caminhada fez bem. Entrou no banheiro e viu uma luz acesa. "Que estranho", pensou, "devem ter esquecido". Quando chegou perto do espelho da pia pra arrumar o cabelo, ouviu um gemido. "Não, não", falou pra si mesma, "ouvi errado". E ouviu outro gemido. Dessa vez tava claro, alguém tava se divertindo em um dos compartimentos. Decidiu que podia esperar pra ir no banheiro, mas a curiosidade, e um pouco de tesão, falaram mais alto e ela se aproximou de onde vinham os gemidos. Entrou, bem silenciosamente, na cabine ao lado, enquanto a garota misteriosa continuava gemendo cada vez mais, mas baixinho.
Ginny fez um esforço de memória e lançou para o teto acima dela o feitiço que fazia aparecer uma espécie de espelho em qualquer superfície que se quisesse. Assim, conseguiu ver quem ocupava a cabine ao lado, e não acreditou quando viu uns cachos castanhos bem armados e aquelas tetonas que ela já tinha visto tantas vezes: Hermione. Sua amiga estava se masturbando no banheiro. E não apenas se masturbando, ela tinha um pedaço de plástico roxo que se parecia muito com uma rola. Ginny viu que sua amiga tinha metade enfiada na buceta, e enfiava com força, enquanto gemia e quase chorava.
Os olhos dela se arregalaram quando Hermione tirou o pau de plástico de dentro dela e Ginny viu o tamanhão que era. “Como é que enfia isso tudo?”, pensou apavorada. Hermione começou a meter e tirar com uma violência danada e, para o deleite de Ginny, soltou os peitos do sutiã e começou a massageá-los. Parecia apressada pra gozar e agora gemia que nem uma puta no cio, e o vaso sanitário inteiro tremia debaixo da bunda dela enquanto o pau de plástico quase ficava vermelho de tanta fricção.
Ginny, com medo de ser descoberta, e porque ao ver a amiga também sentiu vontade de enfiar dois ou três dedos, foi saindo devagar. Antes de sair, ouviu duas coisas que a deixaram agitada. Uma foi o gemido monumental de "vou gozar" que a amiga soltou do banheiro, e a outra foi o nome que ela quase gritou enquanto parecia ter um puta orgasmo: — Ah, Rooon…!
Ginny abriu a porta e saiu correndo, surpresa e muito excitada.
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Quando o Expresso de Hogwarts chegou na escola e todos os alunos entraram no castelo, o banquete começou. O teto do Salão Principal estava coberto de nuvens, como sempre, e a iluminação era por conta de milhares de velas acesas. A gritaria dos alunos quase não deixava ouvir nada. Até que o diretor se levantou e pediu silêncio. Dumbledore vestia sua túnica cinza comum e usava a barba prateada mais comprida que o normal (até abaixo da cintura). Quando começou o discurso dele, até as moscas calaram a boca.
— Bem-vindos a todos a um novo ano em Hogwarts! Vejo muitas caras novas e muitas caras ansiosas por conhecimento, entre outras coisas. Vamos tentar ter um ano menos conturbado que o anterior. Vocês sabem que a situação com o Ministério está meio tensa; e com o retorno das forças das trevas, temos que estar mais unidos do que nunca. Deixem-me apresentar o novo professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, Robert Kerr.
Todo mundo viu um professor de cabelo escuro, altura mediana e uma expressão meio sombria quando ele se levantou da cadeira e, como pra compensar a aparência, cumprimentou todo o Salão com um sorriso meio estranho.
— Lembro que o Bosque da escola é proibido pros alunos do primeiro ano. Só isso por enquanto. Se comportem — e o velho piscou um olho pra eles — ou pelo menos não deixem ninguém ver. — Todo mundo ficou matutando essas palavras. — Agora sim, que cada um encontre seu lar!
Dito isso, no meio do palco apareceu o banquinho tão conhecido por todos e o famoso Chapéu Seletor, que, colocado na cabeça de cada novo aluno, decidia a qual das 4 casas ele pertencia: Grifinória, Corvinal, Sonserina, Lufa-Lufa.
Os calouros e as calouras foram passando um por um. Alguns demoravam mais, outros menos, como se tivessem mais certeza de qual casa pertenciam. O Harry sabia muito bem que o Chapéu levava em conta os desejos de cada um na hora de escolher. A distribuição foi bem equilibrada. Os dois últimos a passar, surpreendentemente, não pareciam ser calouros, e eram extremamente parecidos. "Irmãos, com certeza", pensou a Hermione. "São alunos de intercâmbio", murmurou alguém na mesa da Grifinória. Primeiro passou o garoto. Ambos foram parar na Corvinal, e sentaram perto da Luna, que estava distraída olhando as constelações do teto, caso tivessem mudado.
‒ Por último – disse Dumbledore – Vamos comer! Quando ele disse isso, todas as mesas se encheram magicamente de comida e bebida das mais variadas. Ninguém esperou mais e todos se jogaram pra matar a fome.
— Oi, tudo bem? — disse uma voz perto da Luna, que estava distraída olhando pra mesa da amiga Gina e pros outros, mais especificamente, olhando as tetas da Hermione, toda encantada. A Luna se virou bem devagar pra garota que tava falando com ela. Era a menina nova, sentada do lado dela. Parecia ter a idade dela, tinha cabelo castanho avermelhado e era bem gostosa, pensou a Luna.
— Oi? Sou a Clare. Clare Duke. Esse aqui é meu irmão, Johnny. — e apontou pro garoto do lado, que parecia meio entediado e meio irritado, só mastigando a comida dele. — Qual é o teu nome?
Luna demorou pra caramba pra responder, a outra mina já tava quase desistindo. Quando ela falou, arregalou os olhos e deu um sorrisão: Oi! Sou a Luna. Cês são da Corvinal, né.
Clare tava meio sem graça com o olhar intenso da Luna. — Sim, sim. Nós viemos de outra escola. Dos Estados Unidos. Nossa família se mudou pra cá faz pouco, por causa do trabalho. — Mas a Luna já nem tava mais prestando atenção. Continuou com a comida dela. Clare fez o mesmo, dando uma risadinha.
No dia seguinte, cedo, como ainda não tinham aula, Harry aproveitou pra passar e dar um oi pra Hagrid, que ele não tinha conseguido cumprimentar na recepção. Chegou perto da cabana, mas por mais que batesse na porta várias vezes, ninguém abria. "Ele não deve estar aqui", pensou.
Decidiu voltar mais tarde, mas como também não tinha nada pra fazer, resolveu dar uma volta pela floresta. Já era o sexto ano dele em Hogwarts e tinha um monte de áreas da floresta que ele não conhecia. "O que é mais seguro, provavelmente", pensou Harry, rindo. Num cantinho, a uns 70 metros de onde ele estava, achou que viu uma coisa grande, tipo uma mancha escura entre as árvores. Teve que chegar perto pra ver o que era, e pra isso precisou passar por uns galhos. Era uma cabana. Uma cabaninha pequena, meio caindo aos pedaços, com madeiras escuras.
Luna voltou correndo pra Sala Comunal. Precisava mostrar pra Ginny um treco novo pra detectar Duendes à distância que veio com a última edição do Pasquim, mas tinha esquecido. Era meio da manhã, então não tinha ninguém, todo mundo tava lá fora aproveitando o sol. Ou pelo menos era o que a Luna achava. Mal entrou, ouviu uns barulhos. Primeiro, uns baques secos e uns rangidos, depois umas vozes que pareciam estar sofrendo. Vinham dos dormitórios. Luna largou as coisas num sofá e foi ver o que era. Quando espiou pela porta, ficou parada.
Numa das camas tinha duas pessoas. Peladas, uma por cima da outra. Tavam deitadas e de frente uma pra outra, então a Luna não conseguia distinguir quem era, mas o espetáculo deixou ela paralisada e ela se aproximou mais um pouco em silêncio. Quando a pessoa que tava por cima se levantou, a Luna viu a cara dela: era a Clare, a mina que tinha cumprimentado ela na mesa na noite anterior. Tinha uns peitões grandes, brancos e com uns bicos grandes e rosados. A Luna já tava babando. Via aqueles peitos quicando pra cima e pra baixo. E viu, pra surpresa dela, que o cara que tava embaixo era o Johnny, também pálido e suado por algum motivo. Agora era quase grito o que se ouvia. A Clare tava sentada em cima do cara que continuava deitado e apertava os peitos dela com força, fazendo a ruiva gritar como se tivesse sendo morta. A Clare cada vez mexia a bunda com mais força pra frente.
— Para, para — disse o garoto e tirou a irmã de cima dele. Levantou-se e colocou a irmã na cama de bruços. Ela também tinha uma bunda muito bonita e redondinha, pensou Luna, mas estava mais ocupada olhando o corpo do garoto. Da cintura dele pendia algo que Luna nunca tinha visto. Era como se tivesse um pau grudado, mas parecia se mexer, e era tão pálido quanto o garoto. Viu Johnny se aproximar de Clare e enfiar o pau dentro da irmã, enquanto ela gemia. Parecia entrar com facilidade. Logo o garoto começou a meter e tirar o pau da garota, e ela gritava e gemia e se agarrava nos lençóis.
Luna se sentiu toda arrepiada. A região entre as pernas tava coçando e ela começou a se esfregar por cima da túnica. Num instante, ela passou as pernas por trás das costas do Johnny e puxou ele pra perto dela. Nessa hora, Luna enfiou a mão por baixo da calcinha fio dental e sentiu todos os pelinhos se eriçarem. Não parecia suficiente. Então, ela meteu um dedo no buraquinho que tinha ali. E gostou. Tirou e enfiou de novo umas duas vezes, enquanto olhava pros dois irmãos se sacudindo na cama. Luna tava com a visão meio embaçada, mas não conseguia parar de enfiar o dedo, cada vez mais rápido.
Por algum motivo, sentiu vontade de pegar no próprio peito, e gostou da sensação, então apertou mais forte e beliscou um mamilo de leve. Isso, junto com o dedo que entrava e saía cada vez mais molhado lá dentro, deu uma espécie de choque elétrico no corpo inteiro dela; foi um instante, mas Luna não conseguia mexer um músculo e ficou olhando pro teto, exausta. Sem saber, tinha tido um orgasmo, e tinha amado. Tirou a mão de dentro da roupa e olhou pra ela, tinha uma coisa pegajosa num dedo.
Enquanto isso, o garoto aumentou o ritmo das estocadas. ‒ Toma, toma, putinha … vai tudo aí… ‒ disse, primeiro gritando e depois perdendo as forças. Parou de se mexer e se inclinou contra Clare. A mina levantou da cama e se ajoelhou na frente do garoto, pegou o pau dele e enfiou na boca. E começou a chupar. Tava mole agora, mas parecia que não importava pra Clare, ela chupava e passava a língua como se fosse uma iguaria.
Então era isso do trem", pensou Luna, ainda cansada, mas entendendo um monte de coisas de uma vez só.
Quando Clare terminou de limpar o pau do irmão dela, tirou ele da boca e se levantou pra se vestir. Quando voltou pra sala, a Luna já tinha saído e esquecido o treco dela de novo.
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Ginny, cansada de esperar a Luna aparecer, aproveitou pra ir no banheiro. Agora era monitora, então podia usar os banheiros delas, mais espaçosos e privados. Já tava meia hora esperando a amiga chegar, então dar uma caminhada fez bem. Entrou no banheiro e viu uma luz acesa. "Que estranho", pensou, "devem ter esquecido". Quando chegou perto do espelho da pia pra arrumar o cabelo, ouviu um gemido. "Não, não", falou pra si mesma, "ouvi errado". E ouviu outro gemido. Dessa vez tava claro, alguém tava se divertindo em um dos compartimentos. Decidiu que podia esperar pra ir no banheiro, mas a curiosidade, e um pouco de tesão, falaram mais alto e ela se aproximou de onde vinham os gemidos. Entrou, bem silenciosamente, na cabine ao lado, enquanto a garota misteriosa continuava gemendo cada vez mais, mas baixinho.
Ginny fez um esforço de memória e lançou para o teto acima dela o feitiço que fazia aparecer uma espécie de espelho em qualquer superfície que se quisesse. Assim, conseguiu ver quem ocupava a cabine ao lado, e não acreditou quando viu uns cachos castanhos bem armados e aquelas tetonas que ela já tinha visto tantas vezes: Hermione. Sua amiga estava se masturbando no banheiro. E não apenas se masturbando, ela tinha um pedaço de plástico roxo que se parecia muito com uma rola. Ginny viu que sua amiga tinha metade enfiada na buceta, e enfiava com força, enquanto gemia e quase chorava.
Os olhos dela se arregalaram quando Hermione tirou o pau de plástico de dentro dela e Ginny viu o tamanhão que era. “Como é que enfia isso tudo?”, pensou apavorada. Hermione começou a meter e tirar com uma violência danada e, para o deleite de Ginny, soltou os peitos do sutiã e começou a massageá-los. Parecia apressada pra gozar e agora gemia que nem uma puta no cio, e o vaso sanitário inteiro tremia debaixo da bunda dela enquanto o pau de plástico quase ficava vermelho de tanta fricção.
Ginny, com medo de ser descoberta, e porque ao ver a amiga também sentiu vontade de enfiar dois ou três dedos, foi saindo devagar. Antes de sair, ouviu duas coisas que a deixaram agitada. Uma foi o gemido monumental de "vou gozar" que a amiga soltou do banheiro, e a outra foi o nome que ela quase gritou enquanto parecia ter um puta orgasmo: — Ah, Rooon…!
Ginny abriu a porta e saiu correndo, surpresa e muito excitada.
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