A história que vou contar aconteceu há alguns anos. Eu tinha 19 anos, era verão e estava cursando a última matéria do cursinho num curso de verão no centro pra poder entrar na faculdade. Sexualmente, tava numa fase ruim há um tempo. Tinha terminado com minha namorada fazia seis meses e desde então as únicas alegrias vinham da punheta. Mas o destino tinha algo especial guardado pra mim, uma porta de entrada pra um mundo novo.
Meus pais tinham ido viajar e, por causa daquela puta matéria que eu ainda precisava passar, não pude acompanhar eles. Pra piorar, meus amigos também tinham viajado tudo, então tava passando um verão horrível, trancado estudando e sem ninguém pra sair nos fins de semana.
A única companhia que eu tinha era a Sandra, a mulher que vinha terça e quinta pra limpar a casa. Minha família nunca foi rica, nem nada, mas naquele último ano meus pais estavam cheios de trampo e, como eu passava muito tempo na faculdade, a casa tava um bagaço. Por isso a Sandra começou a vir, ela era conhecida de uma família amiga dos meus pais.
Quando leio relatos aqui no Poringa, me surpreende que sempre as gostosas são lindas, com peitões firmes e uma raba perfeita. Esse não é o caso. A Sandra deve ter mais de 50 anos, é meio baixinha, gordinha sem ser obesa e morena. Os peitos e a bunda eram grandes, mas caídos. Resumindo, à primeira vista, não era uma mulher que me atraía.
Era uma terça-feira ao meio-dia e eu tava na cozinha tomando uns mates enquanto conversava com a Sandra. Falávamos de besteiras, ela limpava a cozinha e eu passava um mate pra ela de vez em quando. Reclamávamos do calor que tava fazendo.
S: E ainda você tem que ir pro centro com esse calor. Tô é lascada.
Y: É, quero me matar. O metrô tem um cheiro de buceta que derruba.
S: Kkkk E que horas você volta?
Y: Saio de lá às cinco, então chego aqui umas seis ou seis e meia, depende de quão rápido. Vem o trem.
S: Ah, beleza, então leva as chaves porque eu vou sair às quatro.
A gente continuou batendo papo mais um pouco até dar a hora de eu ir, preparei um sanduíche pra caso batesse aquela fome, peguei as coisas da faculdade e fui. A rotina era andar umas quatro quadras até a estação de trem, viajar uns 40/45 minutos e pegar o metrô que me deixava perto da faculdade. Andar quatro quadras sob os mais de 30° que tava fazendo era um inferno, e eu ia devagar, pela sombra.
Cheguei na estação e vi a quantidade de gente esperando. "Porra, deve ter merda no trem de novo. Sempre a mesma bosta", pensei, e logo confirmei. Não tinha trem por problemas técnicos. Os alto-falantes anunciavam que o serviço ia ficar interrompido por pelo menos uma hora. Comecei a calcular quanto tempo levaria de ônibus. Ia perder pelo menos metade da aula que tava indo. Não valia a pena. Putasso, virei e voltei pra casa.
"Com esse calor do caralho, saí à toa, que dia de merda", fui pensando. A única vontade era chegar, tomar um banho e me jogar pra dormir a sesta. Andei as quatro quadras que me separavam de casa, remoendo a raiva. Quando cheguei, abri a porta e fui direto pro meu quarto. No caminho, vi que a porta do quarto dos meus pais tava aberta e achei que a Sandra tivesse lá dentro, então fui contar o que tinha acontecido e avisar que ia tomar um banho.
Quando entrei no quarto dos meus pais, encontrei a Sandra, mas não do jeito que esperava. Ela tava completamente pelada, com uns fones de ouvido, dançando enquanto limpava. Tava de costas pra mim, então não me viu, e com a música nos fones, não devia ter me ouvido chegar. Fiquei uns segundos paralisado olhando aquela bunda gigante, caída e com celulite, balançando de um lado pro outro. Quando a Sandra começou a se virar...
S: AAAAAAAH!!
Ela deu um grito. Ela jogou os fones e o celular e tentou cobrir os peitos e a buceta com as mãos.
S: O QUE CÊ TÁ FAZENDO AQUI? PENSEI QUE CÊ TINHA IDO PRA FACULDADE.
Y: Ééé... os trens... sim, desculpa.
Fiquei super nervoso e saí do quarto. Me pegou completamente de surpresa. Como eu disse antes, a Sandra nunca tinha me parecido atraente. Mas encontrar uma mulher pelada na sua casa quando você não transa há mais de seis meses faz você repensar as coisas. Quando a Sandra se virou, eu consegui ver por alguns segundos os peitos dela com aquelas aréolas grandes e pretas e a buceta cheia de pelo. Não conseguia tirar essas imagens da cabeça e a pica ficou dura que nem uma pedra.
Nisso, ouço baterem na porta do meu quarto. Era a Sandra, já completamente vestida.
Y: Entra
S: Desculpa, moleque, não te esperava e você me pegou de surpresa.
Y: É, a culpa é minha que entrei sem fazer muito barulho. Os trens não estavam funcionando e voltei pra casa.
S: Não esperava que você viesse, como você disse que não voltava até às seis, comecei a limpar a casa como faço quando tô sozinha. Ainda mais com esse calor...
Y: Não esquenta. Todo mundo faz isso de andar pelado em casa quando tá sozinho.
Dava pra ver que a Sandra tava nervosa, mas ela deu uma risadinha.
S: Cê não vai contar pros seus pais, né? (perguntou bem nervosa)
Y: Não, pode esquecer. Além do mais, cê não fez nada de errado. Já te falei, é coisa que todo mundo faz, eu passo o dia pelado nos dias que cê não tá (era verdade).
S: Tô super nervosa, nunca aconteceu nada assim comigo.
Y: Tô falando sério, não esquenta. Você me pegou de surpresa também e eu fiquei sem reação. Continua com o que cê tava fazendo que eu vou tomar um banho e depois a gente toma uns mates. Anda pela casa como quiser...
Dei uma chance pra ver no que dava. A verdade é que com a pica fazendo pressão na calça, o que eu mais queria era continuar vendo ela pelada. Ela ficou nervosa, balançou a cabeça e foi embora. continuar fazendo suas coisas. Da minha parte, fui tomar um banho. Já no banheiro, enquanto me lavava, as imagens daquele rabo, daqueles peitos e daquela buceta peluda continuavam vindo na minha cabeça. A pica começou a endurecer de novo e tive que bater uma punheta. Não acreditava que uma coroa tinha me deixado tão excitado. Quando terminei, me enxuguei, vesti um short de futebol e uma regata e desci pra ver o que a Sandra estava fazendo.
Encontrei ela na sala limpando o chão. Pra minha desgraça, estava vestida. Me aproximei com um chimarrão e começamos a conversar. Ela ainda estava nervosa no começo, mas aos poucos foi se soltando e tudo voltou ao normal. O assunto do calor voltou à tona.
S: O cara da Globo disse que o calor continua a semana toda.
Y: O tempo tá insuportável. A rua é um inferno.
S: Nem me fale. Os ônibus devem vir lotados ainda por cima.
Y: E ainda voltei e te ferrei a chance de limpar pelada, hahaha.
S: Ai, nem me lembra, que eu morro de vergonha.
Y: Mas, por mim, não esquenta. Se quiser tirar tudo pra ficar mais fresca, não tenho problema...
S: Hahahaha, parece que você quer continuar me olhando. Posso ser sua mãe, pivete.
Y: Se você fala assim, eu fico parecendo um punheteiro, hahaha. Eu tava falando pra você ficar mais à vontade.
S: Vai nessa... (ela riu um pouco)
Mas a conversa parou por aí, não quis insistir pra não parecer um tarado. A tarde passou e não toquei mais no assunto. Ela foi embora às quatro e eu fiquei pensando nela. Precisava vê-la pelada de novo.
Nas quintas-feiras eu não tinha aula, então ficava a manhã e a tarde inteiras com a Sandra. Era minha chance e eu tinha um plano.
Chegou a quinta-feira. 33°. Calor. Sandra chega, conversamos um pouco, tomamos uns chimarrões e depois cada um foi fazer suas coisas. Umas horas se passaram e eu estava estudando no meu quarto quando ela bate na porta.
Y: Entra.
S: Eu, Enzo (meu nome), sabe o que acontece com o ar condicionado lá de baixo? Não liga e eu tô morrendo de calor.
Y: Uh, Não, nem ideia. Vou dar uma olhada no que tem.
Fiz de bobo. Eu sabia por que não tava funcionando. Em casa tem dois ares-condicionados de marcas diferentes, mas os controles originais dos dois tinham quebrado, então a gente usava dois controles universais idênticos, configurados pra cada marca. O que eu fiz foi trocar eles de lugar. Desci e continuei fingindo que não sabia de nada.
Y: Não sei o que acontece com ele. As pilhas não são, porque o controle acende. O que não liga é o aparelho.
S: Não me diga que ainda por cima hoje tá mais quente do que nunca.
Y: Deixa eu ver o que posso fazer.
Sandra foi cuidar das coisas dela e eu fiquei fingindo que ia tentar consertar o ar. Peguei uma escada, subi e comecei a fazer de conta que tava olhando umas paradas. Tudo pra ganhar tempo. Depois de 15 minutos, desci e fui falar com a Sandra.
Y: Não tem jeito, não. Não acho o defeito. Liguei pra um amigo que conserta ar-condicionado e ele disse que amanhã vem dar uma olhada.
S: Ah, não! Tô morrendo de calor.
A Sandra já tava suada e morrendo de calor. Servi um copo de água gelada pra ela e falei:
Y: Olha, vou passar a tarde estudando porque tenho uma prova semana que vem (mentira total). Se quiser, finge que não tô aqui e trabalha do jeito que quiser.
S: Ah, não, que vergonha.
Y: Qual é, não seja besta, vai passar calor à toa. Se eu precisar sair do quarto, grito pra gente não se trombar e você não ficar com vergonha.
Não esperei resposta e fui pro meu quarto. Passaram duas horas, era meio-dia e a casa tava um forno. Sem saber se meu plano tinha dado certo ou não, resolvi sair sem avisar. Tirei a camiseta, tirei a cueca e vesti o short mais marcador de volume que tinha e fui.
Ela tava na cozinha. Sem fazer barulho, espiei. Tava pelada! Fiz de bobo e entrei.
Y: Essa casa é um forno!
S: AAAAH (peguei ela de surpresa de novo)
Y: Uhh, desculpa, Sandra. Me distraí estudando e vim. pra tomar água. Tinha esquecido do que a gente conversou.
Sandra se virou, tapando os peitos com uma mão (não conseguia cobrir os dois) e a buceta com a outra.
S: Você disse que me avisava!
Y: Sim, desculpa, desculpa. Me distraí. Mas já foi. Já te vi duas vezes e não é a primeira vez que vejo uma gostosa pelada. Não esquenta.
S: Mas você não pode me ver assim, moleque! Pega isso e vaza daqui!
Y: Pego um copo d'água e vou. Não esquenta.
Agi com tanta naturalidade que Sandra pareceu acreditar que não era nada demais e começou a relaxar. Continuou com as mãos tapando as partes, mas já não a via nervosa. Além disso, vi que ela me olhava de cima a baixo. Pra ir até a geladeira, passei mais perto do que precisava, mas nem olhei pra ela. Peguei a água e fui embora.
Dei meia hora de descanso e voltei pra carga. De longe, gritei: "Vou passar!" pra ela ver que agora eu lembrava do nosso acordo. Ela ainda estava na cozinha, mas agora de sutiã e calcinha. Foi um passo atrás, mas pelo menos estava com pouquíssima roupa.
Y: Quer tomar um tereré?
S: Cê acha? Tô morrendo de vontade, mas não sei se dá pra ficarmos tão perto com eu tão pouca roupa.
Y: Fala sério, gata, não acontece nada. Vou preparar e vou te servindo enquanto você faz suas coisas.
Preparei o termo e fui com ela. Ela ainda estava de sutiã e calcinha.
S: Valeu, tava morrendo de calor.
Y: Então tira o que tá vestindo, não faz drama.
S: Cê tá muito insistente, moleque hahaha
Ela continuava me olhando. Percebia ela muito mais tranquila do que antes.
Seguimos conversando besteiras, eu cada vez olhava mais pra ela e a pica tava endurecendo naquele short que marcava tudo. Cada vez que passava um mate, aproveitava pra tocar na mão dela. Acho que Sandra já percebia todo o jogo que eu tava fazendo.
Num momento, soltei:
Y: Ei, quantos anos você tem?
S: 53. E você?
Y: 19. Pensei que fosse mais nova, cê tá muito bem (enquanto falei isso, olhei ela de cima a baixo)
S: Que Nene charlatão que você é, hahahaha.
Y: Tô falando sério, pra mim você tinha no máximo 40 (outra mentira minha. Dava pra ver que era cinquentona).
S: Assim são os caras, veem um par de peitos e já começam a paquerar, hahahaha.
Y: Hahahaha, mas que lindo par de peitos.
S: Para, nene, que eu posso ser sua mãe.
Y: Mas por sorte não é.
S: Hahaha, tá me cantando mesmo? Sabe a sopa que você precisa tomar...
Y: Eu não tô cantando não, hahahaha. Mas com esse calor, é loucura você ainda estar de sutiã.
S: Para, cara, já é o suficiente eu andar assim pela casa com a vergonha de você me ver. Vou lavar roupa, se tiver roupa suja, vai pegar.
Y: Sim, tenho umas camisetas e esse short pra lavar.
Era tudo ou nada. Tirei o short na hora e fiquei com a piroca meia-bomba no ar. Sandra ficou muda.
S: Você é um punheteiro, como vai me mostrar a piroca assim?
Y: Pô, também não é pra tanto. Eu te vi pelada duas vezes.
S: Mas você é um cara, não posso te ver assim. (Mas enquanto falava, olhava pra minha piroca)
Y: Nunca comeu um cara?
S: Não...
Y: Então hoje é seu dia de sorte.
Cheguei perto e beijei ela na boca. Ela correspondeu ao beijo e eu fui pra cima. Desabotoei o sutiã e libertei aqueles peitos de senhora grande. Comecei a apalpar eles enquanto descia com a boca pelo pescoço dela. Estávamos os dois completamente suados, o corpo dela tinha aquele gosto salgado de suor, mas eu tava com a piroca dura. Fazia tanto tempo que não transava e agora tava comendo uma mulher mais velha. Uma coroa.
Ela pegou na minha piroca e começou a bater uma pra mim enquanto eu chupava os peitos dela. Já tava entregue. Enquanto chupava os peitos, comecei a descer com a mão pela barriga dela até chegar na buceta. Ela tinha o púbis todo peludo e a buceta tava bem molhada. Enfiei um dedo e ouvi um gemido gostoso de prazer. Ela continuava batendo uma pra mim e eu continuava enfiando os dedos sem tirar a calcinha dela, enquanto intercalava beijos no pescoço dela. boca com beijos nos peitos dela.
S: Vem cá, cara, que vou chupar teu pau
Ela me empurrou um pouco, tirou a calcinha e se ajoelhou na minha frente. Aqueles lábios carnudos fizeram contato com a cabeça do meu pau e eu joguei a cabeça pra trás, curtindo a situação. Era a melhor chupada que eu já tinha recebido na vida. Dava pra ver a experiência da Sandra. Ela mudava de ritmo, brincava com meu freio e enfiava tudo na boca. Eu tava quase gozando, mas a Sandra percebeu.
S: Não vai gozar não, que ainda tem que me comer, cara.
Aí a gente deu uma pausa. Olhei pra buceta dela, completamente peluda. Nunca tinha visto algo assim, até então eu só tinha comido novinhas da minha idade e todas depilavam até o último fio de cabelo. Mas não me intimidou. Depois da chupada de pau que ela tinha me dado, eu tinha que estar à altura da situação e lamber a buceta dela como Deus manda.
Levei ela pra sala, deitei ela num sofá e comecei a descer pelo corpo dela até encostar minha cara na xota dela. Inalei os cheiros que aquela buceta madura soltava e meu pau pulsava de prazer. Separei os lábios dela e comecei a chupar. De tanta vontade, devo ter sido bruto demais, porque a Sandra deu um gemidinho e pediu pra eu ir mais devagar. Ela me agarrou pelos cabelos e começou a marcar o ritmo. Chupei toda a buceta dela, de cima a baixo, brinquei com o clitóris e enfiei dedos. O gosto daquela buceta suada me deixava louco, e a Sandra tava adorando, pelos gritos de puta que ela dava.
Ela chegou ao clímax e chupei todos os fluidos dela.
S: Ai, cara, fazia tempo que não chupavam minha buceta tão bem. Meu marido diz que não gosta.
Y: Cê é casada?!
S: Sim, não se faz de surpreso que ainda falta você me comer.
Beijei a boca dela e ela voltou a me punhetar.
S: Cê tem camisinha?
Y: T... Não, não tenho (mais uma mentira). Mas você não vai engravidar, vai?
S: Não é por isso, cara. Ai, espero que você seja saudável.
Y: Fica tranquila
Virei ela de quatro e comecei a passar a cock pela pussy, esquentando ela cada vez mais.
S: Vai, mete em mim, guy.
Cumpri a ordem e meti a cock naquela pussy toda lubrificada.
S: Aaaaa
Y: Tá gostando?
S: Tô adorando, guy. Me come, me come.
Meti de quatro segurando na bunda gorda dela. Sandra gozava e pedia mais e mais forte. Tava soltando a slut que tinha dentro dela.
Y: Que slut que você é, Sandra.
S: Sim, sou sua slut, guy. Dá mais forte.
Sandra gritava e o barulho dos nossos corpos se chocando ficava cada vez mais alto. Plaf plaf plaf. Dei um tapa naquela bunda gigante e Sandra gritou mais alto.
S: AAAAI, não vai me marcar senão dá merda, guy.
*Outro tapa*
S: AAAAA, que guy mal-educado
*Mais um*
S: AAAAAAAAA
Cada vez gritava mais alto. Mas ela não deixou eu continuar metendo no ass. Se separou de mim, me empurrou pra cair no sofá e montou em cima de mim.
S: Chega, guy. Agora você vai ver o que é bom.
Começou a rebolar em mim como ninguém nunca tinha feito. O balanço daqueles peitos me deixava louco. Cada vez gritava mais a tal da slut. Ela já tinha gozado mais uma vez e eu já tava quase explodindo.
Inclinei ela sobre meu peito, beijei a boca dela e comecei a ditar o ritmo. Com as mãos segurando firme na bunda dela e os peitos dela colados no meu peito, comecei a bombar.
PLAF PLAF PLAF
Cada vez mais rápido
S: AAAAH, guy, que tasty
Y: Vou encher sua pussy de cum
S: AHHHHH AHHHH MAIS FORTE
Tava com a cara toda suada de calor, a boca completamente salgada de suor e já não aguentava mais. Continuei metendo cada vez mais rápido até inundar a pussy de cum.
S: AAAAAAAAAAAH ME DÁ TUDO
Fiquei um tempo com a cock dentro dela, escorrendo cum pelos lados. Ela ainda tava em cima de mim, abraçados e exaustos.
Y: O melhor fuck da minha vida.
S: Fazia tempo que não Ela curtia assim.
Comi a boca dela e fui me levantando devagar, aos poucos.
Subi pro meu quarto e, quando desci, ela ainda estava largada no sofá, ofegante. Tirei o controle do ar-condicionado de trás das costas e liguei.
Sandra me olhou, olhou pro ar e disse:
S: Que filho da puta que você é, cara.
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Espero que tenham gostado. É a primeira vez que escrevo um relato. Todos os comentários são bem-vindos. Essa história é algo que vivi. 80% verdade, 20% exagero literário. Os nomes foram trocados. Gostaria de continuar escrevendo sobre minhas aventuras com mulheres mais velhas que eu. Esse é só o primeiro capítulo.
Meus pais tinham ido viajar e, por causa daquela puta matéria que eu ainda precisava passar, não pude acompanhar eles. Pra piorar, meus amigos também tinham viajado tudo, então tava passando um verão horrível, trancado estudando e sem ninguém pra sair nos fins de semana.
A única companhia que eu tinha era a Sandra, a mulher que vinha terça e quinta pra limpar a casa. Minha família nunca foi rica, nem nada, mas naquele último ano meus pais estavam cheios de trampo e, como eu passava muito tempo na faculdade, a casa tava um bagaço. Por isso a Sandra começou a vir, ela era conhecida de uma família amiga dos meus pais.
Quando leio relatos aqui no Poringa, me surpreende que sempre as gostosas são lindas, com peitões firmes e uma raba perfeita. Esse não é o caso. A Sandra deve ter mais de 50 anos, é meio baixinha, gordinha sem ser obesa e morena. Os peitos e a bunda eram grandes, mas caídos. Resumindo, à primeira vista, não era uma mulher que me atraía.
Era uma terça-feira ao meio-dia e eu tava na cozinha tomando uns mates enquanto conversava com a Sandra. Falávamos de besteiras, ela limpava a cozinha e eu passava um mate pra ela de vez em quando. Reclamávamos do calor que tava fazendo.
S: E ainda você tem que ir pro centro com esse calor. Tô é lascada.
Y: É, quero me matar. O metrô tem um cheiro de buceta que derruba.
S: Kkkk E que horas você volta?
Y: Saio de lá às cinco, então chego aqui umas seis ou seis e meia, depende de quão rápido. Vem o trem.
S: Ah, beleza, então leva as chaves porque eu vou sair às quatro.
A gente continuou batendo papo mais um pouco até dar a hora de eu ir, preparei um sanduíche pra caso batesse aquela fome, peguei as coisas da faculdade e fui. A rotina era andar umas quatro quadras até a estação de trem, viajar uns 40/45 minutos e pegar o metrô que me deixava perto da faculdade. Andar quatro quadras sob os mais de 30° que tava fazendo era um inferno, e eu ia devagar, pela sombra.
Cheguei na estação e vi a quantidade de gente esperando. "Porra, deve ter merda no trem de novo. Sempre a mesma bosta", pensei, e logo confirmei. Não tinha trem por problemas técnicos. Os alto-falantes anunciavam que o serviço ia ficar interrompido por pelo menos uma hora. Comecei a calcular quanto tempo levaria de ônibus. Ia perder pelo menos metade da aula que tava indo. Não valia a pena. Putasso, virei e voltei pra casa.
"Com esse calor do caralho, saí à toa, que dia de merda", fui pensando. A única vontade era chegar, tomar um banho e me jogar pra dormir a sesta. Andei as quatro quadras que me separavam de casa, remoendo a raiva. Quando cheguei, abri a porta e fui direto pro meu quarto. No caminho, vi que a porta do quarto dos meus pais tava aberta e achei que a Sandra tivesse lá dentro, então fui contar o que tinha acontecido e avisar que ia tomar um banho.
Quando entrei no quarto dos meus pais, encontrei a Sandra, mas não do jeito que esperava. Ela tava completamente pelada, com uns fones de ouvido, dançando enquanto limpava. Tava de costas pra mim, então não me viu, e com a música nos fones, não devia ter me ouvido chegar. Fiquei uns segundos paralisado olhando aquela bunda gigante, caída e com celulite, balançando de um lado pro outro. Quando a Sandra começou a se virar...
S: AAAAAAAH!!
Ela deu um grito. Ela jogou os fones e o celular e tentou cobrir os peitos e a buceta com as mãos.
S: O QUE CÊ TÁ FAZENDO AQUI? PENSEI QUE CÊ TINHA IDO PRA FACULDADE.
Y: Ééé... os trens... sim, desculpa.
Fiquei super nervoso e saí do quarto. Me pegou completamente de surpresa. Como eu disse antes, a Sandra nunca tinha me parecido atraente. Mas encontrar uma mulher pelada na sua casa quando você não transa há mais de seis meses faz você repensar as coisas. Quando a Sandra se virou, eu consegui ver por alguns segundos os peitos dela com aquelas aréolas grandes e pretas e a buceta cheia de pelo. Não conseguia tirar essas imagens da cabeça e a pica ficou dura que nem uma pedra.
Nisso, ouço baterem na porta do meu quarto. Era a Sandra, já completamente vestida.
Y: Entra
S: Desculpa, moleque, não te esperava e você me pegou de surpresa.
Y: É, a culpa é minha que entrei sem fazer muito barulho. Os trens não estavam funcionando e voltei pra casa.
S: Não esperava que você viesse, como você disse que não voltava até às seis, comecei a limpar a casa como faço quando tô sozinha. Ainda mais com esse calor...
Y: Não esquenta. Todo mundo faz isso de andar pelado em casa quando tá sozinho.
Dava pra ver que a Sandra tava nervosa, mas ela deu uma risadinha.
S: Cê não vai contar pros seus pais, né? (perguntou bem nervosa)
Y: Não, pode esquecer. Além do mais, cê não fez nada de errado. Já te falei, é coisa que todo mundo faz, eu passo o dia pelado nos dias que cê não tá (era verdade).
S: Tô super nervosa, nunca aconteceu nada assim comigo.
Y: Tô falando sério, não esquenta. Você me pegou de surpresa também e eu fiquei sem reação. Continua com o que cê tava fazendo que eu vou tomar um banho e depois a gente toma uns mates. Anda pela casa como quiser...
Dei uma chance pra ver no que dava. A verdade é que com a pica fazendo pressão na calça, o que eu mais queria era continuar vendo ela pelada. Ela ficou nervosa, balançou a cabeça e foi embora. continuar fazendo suas coisas. Da minha parte, fui tomar um banho. Já no banheiro, enquanto me lavava, as imagens daquele rabo, daqueles peitos e daquela buceta peluda continuavam vindo na minha cabeça. A pica começou a endurecer de novo e tive que bater uma punheta. Não acreditava que uma coroa tinha me deixado tão excitado. Quando terminei, me enxuguei, vesti um short de futebol e uma regata e desci pra ver o que a Sandra estava fazendo.
Encontrei ela na sala limpando o chão. Pra minha desgraça, estava vestida. Me aproximei com um chimarrão e começamos a conversar. Ela ainda estava nervosa no começo, mas aos poucos foi se soltando e tudo voltou ao normal. O assunto do calor voltou à tona.
S: O cara da Globo disse que o calor continua a semana toda.
Y: O tempo tá insuportável. A rua é um inferno.
S: Nem me fale. Os ônibus devem vir lotados ainda por cima.
Y: E ainda voltei e te ferrei a chance de limpar pelada, hahaha.
S: Ai, nem me lembra, que eu morro de vergonha.
Y: Mas, por mim, não esquenta. Se quiser tirar tudo pra ficar mais fresca, não tenho problema...
S: Hahahaha, parece que você quer continuar me olhando. Posso ser sua mãe, pivete.
Y: Se você fala assim, eu fico parecendo um punheteiro, hahaha. Eu tava falando pra você ficar mais à vontade.
S: Vai nessa... (ela riu um pouco)
Mas a conversa parou por aí, não quis insistir pra não parecer um tarado. A tarde passou e não toquei mais no assunto. Ela foi embora às quatro e eu fiquei pensando nela. Precisava vê-la pelada de novo.
Nas quintas-feiras eu não tinha aula, então ficava a manhã e a tarde inteiras com a Sandra. Era minha chance e eu tinha um plano.
Chegou a quinta-feira. 33°. Calor. Sandra chega, conversamos um pouco, tomamos uns chimarrões e depois cada um foi fazer suas coisas. Umas horas se passaram e eu estava estudando no meu quarto quando ela bate na porta.
Y: Entra.
S: Eu, Enzo (meu nome), sabe o que acontece com o ar condicionado lá de baixo? Não liga e eu tô morrendo de calor.
Y: Uh, Não, nem ideia. Vou dar uma olhada no que tem.
Fiz de bobo. Eu sabia por que não tava funcionando. Em casa tem dois ares-condicionados de marcas diferentes, mas os controles originais dos dois tinham quebrado, então a gente usava dois controles universais idênticos, configurados pra cada marca. O que eu fiz foi trocar eles de lugar. Desci e continuei fingindo que não sabia de nada.
Y: Não sei o que acontece com ele. As pilhas não são, porque o controle acende. O que não liga é o aparelho.
S: Não me diga que ainda por cima hoje tá mais quente do que nunca.
Y: Deixa eu ver o que posso fazer.
Sandra foi cuidar das coisas dela e eu fiquei fingindo que ia tentar consertar o ar. Peguei uma escada, subi e comecei a fazer de conta que tava olhando umas paradas. Tudo pra ganhar tempo. Depois de 15 minutos, desci e fui falar com a Sandra.
Y: Não tem jeito, não. Não acho o defeito. Liguei pra um amigo que conserta ar-condicionado e ele disse que amanhã vem dar uma olhada.
S: Ah, não! Tô morrendo de calor.
A Sandra já tava suada e morrendo de calor. Servi um copo de água gelada pra ela e falei:
Y: Olha, vou passar a tarde estudando porque tenho uma prova semana que vem (mentira total). Se quiser, finge que não tô aqui e trabalha do jeito que quiser.
S: Ah, não, que vergonha.
Y: Qual é, não seja besta, vai passar calor à toa. Se eu precisar sair do quarto, grito pra gente não se trombar e você não ficar com vergonha.
Não esperei resposta e fui pro meu quarto. Passaram duas horas, era meio-dia e a casa tava um forno. Sem saber se meu plano tinha dado certo ou não, resolvi sair sem avisar. Tirei a camiseta, tirei a cueca e vesti o short mais marcador de volume que tinha e fui.
Ela tava na cozinha. Sem fazer barulho, espiei. Tava pelada! Fiz de bobo e entrei.
Y: Essa casa é um forno!
S: AAAAH (peguei ela de surpresa de novo)
Y: Uhh, desculpa, Sandra. Me distraí estudando e vim. pra tomar água. Tinha esquecido do que a gente conversou.
Sandra se virou, tapando os peitos com uma mão (não conseguia cobrir os dois) e a buceta com a outra.
S: Você disse que me avisava!
Y: Sim, desculpa, desculpa. Me distraí. Mas já foi. Já te vi duas vezes e não é a primeira vez que vejo uma gostosa pelada. Não esquenta.
S: Mas você não pode me ver assim, moleque! Pega isso e vaza daqui!
Y: Pego um copo d'água e vou. Não esquenta.
Agi com tanta naturalidade que Sandra pareceu acreditar que não era nada demais e começou a relaxar. Continuou com as mãos tapando as partes, mas já não a via nervosa. Além disso, vi que ela me olhava de cima a baixo. Pra ir até a geladeira, passei mais perto do que precisava, mas nem olhei pra ela. Peguei a água e fui embora.
Dei meia hora de descanso e voltei pra carga. De longe, gritei: "Vou passar!" pra ela ver que agora eu lembrava do nosso acordo. Ela ainda estava na cozinha, mas agora de sutiã e calcinha. Foi um passo atrás, mas pelo menos estava com pouquíssima roupa.
Y: Quer tomar um tereré?
S: Cê acha? Tô morrendo de vontade, mas não sei se dá pra ficarmos tão perto com eu tão pouca roupa.
Y: Fala sério, gata, não acontece nada. Vou preparar e vou te servindo enquanto você faz suas coisas.
Preparei o termo e fui com ela. Ela ainda estava de sutiã e calcinha.
S: Valeu, tava morrendo de calor.
Y: Então tira o que tá vestindo, não faz drama.
S: Cê tá muito insistente, moleque hahaha
Ela continuava me olhando. Percebia ela muito mais tranquila do que antes.
Seguimos conversando besteiras, eu cada vez olhava mais pra ela e a pica tava endurecendo naquele short que marcava tudo. Cada vez que passava um mate, aproveitava pra tocar na mão dela. Acho que Sandra já percebia todo o jogo que eu tava fazendo.
Num momento, soltei:
Y: Ei, quantos anos você tem?
S: 53. E você?
Y: 19. Pensei que fosse mais nova, cê tá muito bem (enquanto falei isso, olhei ela de cima a baixo)
S: Que Nene charlatão que você é, hahahaha.
Y: Tô falando sério, pra mim você tinha no máximo 40 (outra mentira minha. Dava pra ver que era cinquentona).
S: Assim são os caras, veem um par de peitos e já começam a paquerar, hahahaha.
Y: Hahahaha, mas que lindo par de peitos.
S: Para, nene, que eu posso ser sua mãe.
Y: Mas por sorte não é.
S: Hahaha, tá me cantando mesmo? Sabe a sopa que você precisa tomar...
Y: Eu não tô cantando não, hahahaha. Mas com esse calor, é loucura você ainda estar de sutiã.
S: Para, cara, já é o suficiente eu andar assim pela casa com a vergonha de você me ver. Vou lavar roupa, se tiver roupa suja, vai pegar.
Y: Sim, tenho umas camisetas e esse short pra lavar.
Era tudo ou nada. Tirei o short na hora e fiquei com a piroca meia-bomba no ar. Sandra ficou muda.
S: Você é um punheteiro, como vai me mostrar a piroca assim?
Y: Pô, também não é pra tanto. Eu te vi pelada duas vezes.
S: Mas você é um cara, não posso te ver assim. (Mas enquanto falava, olhava pra minha piroca)
Y: Nunca comeu um cara?
S: Não...
Y: Então hoje é seu dia de sorte.
Cheguei perto e beijei ela na boca. Ela correspondeu ao beijo e eu fui pra cima. Desabotoei o sutiã e libertei aqueles peitos de senhora grande. Comecei a apalpar eles enquanto descia com a boca pelo pescoço dela. Estávamos os dois completamente suados, o corpo dela tinha aquele gosto salgado de suor, mas eu tava com a piroca dura. Fazia tanto tempo que não transava e agora tava comendo uma mulher mais velha. Uma coroa.
Ela pegou na minha piroca e começou a bater uma pra mim enquanto eu chupava os peitos dela. Já tava entregue. Enquanto chupava os peitos, comecei a descer com a mão pela barriga dela até chegar na buceta. Ela tinha o púbis todo peludo e a buceta tava bem molhada. Enfiei um dedo e ouvi um gemido gostoso de prazer. Ela continuava batendo uma pra mim e eu continuava enfiando os dedos sem tirar a calcinha dela, enquanto intercalava beijos no pescoço dela. boca com beijos nos peitos dela.
S: Vem cá, cara, que vou chupar teu pau
Ela me empurrou um pouco, tirou a calcinha e se ajoelhou na minha frente. Aqueles lábios carnudos fizeram contato com a cabeça do meu pau e eu joguei a cabeça pra trás, curtindo a situação. Era a melhor chupada que eu já tinha recebido na vida. Dava pra ver a experiência da Sandra. Ela mudava de ritmo, brincava com meu freio e enfiava tudo na boca. Eu tava quase gozando, mas a Sandra percebeu.
S: Não vai gozar não, que ainda tem que me comer, cara.
Aí a gente deu uma pausa. Olhei pra buceta dela, completamente peluda. Nunca tinha visto algo assim, até então eu só tinha comido novinhas da minha idade e todas depilavam até o último fio de cabelo. Mas não me intimidou. Depois da chupada de pau que ela tinha me dado, eu tinha que estar à altura da situação e lamber a buceta dela como Deus manda.
Levei ela pra sala, deitei ela num sofá e comecei a descer pelo corpo dela até encostar minha cara na xota dela. Inalei os cheiros que aquela buceta madura soltava e meu pau pulsava de prazer. Separei os lábios dela e comecei a chupar. De tanta vontade, devo ter sido bruto demais, porque a Sandra deu um gemidinho e pediu pra eu ir mais devagar. Ela me agarrou pelos cabelos e começou a marcar o ritmo. Chupei toda a buceta dela, de cima a baixo, brinquei com o clitóris e enfiei dedos. O gosto daquela buceta suada me deixava louco, e a Sandra tava adorando, pelos gritos de puta que ela dava.
Ela chegou ao clímax e chupei todos os fluidos dela.
S: Ai, cara, fazia tempo que não chupavam minha buceta tão bem. Meu marido diz que não gosta.
Y: Cê é casada?!
S: Sim, não se faz de surpreso que ainda falta você me comer.
Beijei a boca dela e ela voltou a me punhetar.
S: Cê tem camisinha?
Y: T... Não, não tenho (mais uma mentira). Mas você não vai engravidar, vai?
S: Não é por isso, cara. Ai, espero que você seja saudável.
Y: Fica tranquila
Virei ela de quatro e comecei a passar a cock pela pussy, esquentando ela cada vez mais.
S: Vai, mete em mim, guy.
Cumpri a ordem e meti a cock naquela pussy toda lubrificada.
S: Aaaaa
Y: Tá gostando?
S: Tô adorando, guy. Me come, me come.
Meti de quatro segurando na bunda gorda dela. Sandra gozava e pedia mais e mais forte. Tava soltando a slut que tinha dentro dela.
Y: Que slut que você é, Sandra.
S: Sim, sou sua slut, guy. Dá mais forte.
Sandra gritava e o barulho dos nossos corpos se chocando ficava cada vez mais alto. Plaf plaf plaf. Dei um tapa naquela bunda gigante e Sandra gritou mais alto.
S: AAAAI, não vai me marcar senão dá merda, guy.
*Outro tapa*
S: AAAAA, que guy mal-educado
*Mais um*
S: AAAAAAAAA
Cada vez gritava mais alto. Mas ela não deixou eu continuar metendo no ass. Se separou de mim, me empurrou pra cair no sofá e montou em cima de mim.
S: Chega, guy. Agora você vai ver o que é bom.
Começou a rebolar em mim como ninguém nunca tinha feito. O balanço daqueles peitos me deixava louco. Cada vez gritava mais a tal da slut. Ela já tinha gozado mais uma vez e eu já tava quase explodindo.
Inclinei ela sobre meu peito, beijei a boca dela e comecei a ditar o ritmo. Com as mãos segurando firme na bunda dela e os peitos dela colados no meu peito, comecei a bombar.
PLAF PLAF PLAF
Cada vez mais rápido
S: AAAAH, guy, que tasty
Y: Vou encher sua pussy de cum
S: AHHHHH AHHHH MAIS FORTE
Tava com a cara toda suada de calor, a boca completamente salgada de suor e já não aguentava mais. Continuei metendo cada vez mais rápido até inundar a pussy de cum.
S: AAAAAAAAAAAH ME DÁ TUDO
Fiquei um tempo com a cock dentro dela, escorrendo cum pelos lados. Ela ainda tava em cima de mim, abraçados e exaustos.
Y: O melhor fuck da minha vida.
S: Fazia tempo que não Ela curtia assim.
Comi a boca dela e fui me levantando devagar, aos poucos.
Subi pro meu quarto e, quando desci, ela ainda estava largada no sofá, ofegante. Tirei o controle do ar-condicionado de trás das costas e liguei.
Sandra me olhou, olhou pro ar e disse:
S: Que filho da puta que você é, cara.
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Espero que tenham gostado. É a primeira vez que escrevo um relato. Todos os comentários são bem-vindos. Essa história é algo que vivi. 80% verdade, 20% exagero literário. Os nomes foram trocados. Gostaria de continuar escrevendo sobre minhas aventuras com mulheres mais velhas que eu. Esse é só o primeiro capítulo.
12 comentários - Me convertí en un comeviejas Capítulo 1: Debut con la muca