Transando com uma Venezuelana no elevador

A verdade é que ela não era meu tipo. Sempre deixei isso claro e nunca dei brecha pra mais, por mais que ela tivesse usado um arsenal de armas sedutoras pra me fazer cair na rede dela. Nem por um momento cedi a qualquer pretensão disfarçada da parte dela. Ela era de constituição normal... peitos redondos e generosos, medianamente gostosa... Olhos castanhos grandes e uma juba cacheada castanha. Não era muito alta... bom... pelo menos pra mim, que tenho um e oitenta e três. A gente foi perdendo contato desde que ela casou com um dos meus grandes amigos. O negócio é que ela nunca largou as pretensões dela, apesar do tempo passando... e no final... aconteceu. Uma noite, durante as festas da cidade, eu tava numa onda bem normal com o grupo de amigos, bebendo todos juntos, quando a amiga dela entrou... uma mina que eu conhecia... pedindo ajuda pra levar a Ana (não é o nome real dela, óbvio) pra casa, porque ela tava meio bebona e impossível de controlar, e o melhor era levar ela pra casa dela pra dormir a bebedeira... mas ela não tava dando ouvidos e pediu pra eu dar uma força. Eu já tinha tomado umas duas doses... e não tava a fim... ainda mais sabendo que era perigoso com ela... mas meus amigos insistiram e no final eu topei. A amiga dela e eu resgatamos a Ana do alpendre de uma casa... onde ela tava dormindo a manguaça... e, apoiada em mim, a gente foi pra casa dela. No caminho, a amiga me contou que o marido dela tava de plantão na fábrica e que a filha... de só um mês... tava com os avós naquela noite. Eles tinham ficado com a menina porque a Ana ia tocar na banda da cidade naquela noite. A caminhada até a casa dela fez o efeito das bebidas que eu tomei subir, e eu tava cada vez mais tonto. O negócio é que, quando chegamos no alpendre do prédio e entramos no hall... ela se virou de repente... rápida que nem um raio... e fechou a porta do prédio, deixando a amiga do lado de fora. Ela me empurrou pro elevador, e eu tentando... controlá-la... mas também não tava em condições... E quando entramos no elevador, apertei o botão do andar dela, pensando que quanto antes a deixasse, mais cedo me livraria dela... me enganei. Ana aproveitou pra se agarrar no meu pescoço e tentar me beijar... e eu resisti às tentativas dela... até a terceira... O álcool me deixou indefeso... Beijei ela... brinquei com os lábios e a língua dela enquanto segurava a bunda dela... dura e firme... Ana também não ficou parada... não... porque percebi que ela tava rapidamente desabotoando minha calça... quando de repente um lampejo de alarme e ao mesmo tempo de esperança... a lucidez voltou na minha mente quando o elevador parou no último andar... pensei na minha salvação... agora meto ela dentro de casa e tchau, muito obrigado... que podem nos pegar... Mas a safada era rápida, pode crer... não sei como ela fez, mas apertou o botão de descer pro subsolo enquanto descia pra chupar meu pau que nessa altura já tinha emergido triunfante da minha cueca e ameaçava explodir a boca dela a qualquer momento. Não sei como... mas juro que eu tava subindo e não descendo pro subsolo cada vez que ela sugava meu membro... fazia com ferocidade... como se tivesse enlouquecida e ao mesmo tempo com uma suavidade de veludo... curtindo ela... Durou exatamente os quinze andares de trajeto... porque fiz ela baixar as alças da blusa e quase arranquei o sutiã dela entre os suspiros de submissa no cio. Ela tinha os peitos firmes e duros... e beijei e chupei eles, saboreando o colostro dos peitos dela de mãe recente. Não aguentei mais... Coloquei ela de pé e de costas pra mim, levantei a saia dela e puxei a calcinha pra baixo... ela apertou de novo o último andar e de novo pra cima... assim que eu tava com ela... totalmente pra cima... dura... ardendo... com as veias inchadas e a ponta como uma ameixa. O elevador já tava chacoalhando quando começou a subir, e outro lampejo de lucidez me atingiu... Como eu ia foder ela sem camisinha?... Raios... raios que... Ataquei então pela retaguarda enquanto Ana suspirava um cogeme, cogeme, papi... sem parar de esfregar a buceta. Molhei meus dedos na saliva e umedeci o buraquinho dela. Ela soltou um gritinho quando meu pau recém-salivado entrou sem cerimônia até o fundo... devagar. Doeu, mas ela mesma se apertava contra mim quase com desespero e eu... eu comecei a bombar... Último andar... agora eu marquei subsolo de novo e foi isso que fiz... meti uma e outra vez, fazendo os 17 cm de percurso grosso irem e virem como o elevador... cobertura, subsolo... subsolo, cobertura. Percebi como ela gemeu até gozar entre espasmos... os dedos dela esfregando a buceta molhada... meu pau perfurando o cu dela sem piedade... Tava numa posição impossível de explicar... a gente suava... Aí ela relaxou e eu tirei... tava prestes a explodir e ela percebeu na hora... sem perder um segundo, pegou meu pau e colocou entre os peitos duros e redondos dela... envolveu ele entre eles, apertando com tanta força e firmeza que jorrou gozo dos mamilos dela. Lembro como os olhos cor de café dela me olhavam enquanto eu olhava pra ela e pra loucura que tava me fazendo. Meu membro ia e vinha deslizando no suor preso no canal dos dois peitos dela... O elevador subia de novo quando explodi, inundando ela com uma descarga exagerada de porra... no pescoço e na cara dela... nos peitos dela... passei a cabeça do pau pelos mamilos dela ainda gozando em espasmos e aí enfiei na boca dela, ela sugando todos os restos e brincando com a língua sapeca. De novo elevador descendo... e eu massageando os peitos cheios dela com as mãos, espalhando minha porra toda por eles até que quase parecia só suor... A gente se vestiu de novo. Não falamos... só ofegávamos. Quando o elevador parou pela última vez no andar, eu disse: Ana, isso não aconteceu... nunca aconteceu... é um sonho. Ela respondeu: fica tranquilo... boa noite... e se despediu com um sorriso. Ao descer pra rua, encontrei a amiga dela sentada num banco da pracinha. ... fumando. Ela tava séria e me perguntou: o que aconteceu?. E eu respondi: Nada... tava tonta.... já passou. Boa noite. Ela não disse nada. Por muitos anos evitei cruzar com a Ana e meu amigo.... sentia um mal-estar pelo que a gente fez.... mas aconteceu.... e pronto. Ele nunca soube... e eles são felizes.... Pelo menos foi a última coisa que soube deles, porque todo mundo perde contato com o tempo. Foi uma das minhas boas gozadas.... Na época eu não tava procurando.... hoje sinto falta de momentos assim..... me pergunto se ainda existem minas assim. Deixem seus pontos e me sigam pra mais.

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