Erica, minha irmã gostosa XIII

Lembra que todo o material é postado em https://hiphop911.webnode.com/ e no instagram hiphop911ok.
Segue e recomenda 😁

Por falta de tempo por causa da faculdade e do trampo, tô postando pouco, mas tem avanços de todas as histórias e novos projetos. Também continuações, tanto pagas quanto gratuitas. Vou manter vocês informados!

Tenho bastante material, assim que arrumar um tempinho, vou postando. Tem uma história nova rolando (A decisão) e a terceira parte de "Minha prima, Mara". Essa última ainda não tem título oficial.

Essa semana, vem aí a terceira parte de "Laura".

Erica, minha irmã postiça.

ADIANTAMENTO CAPÍTULO 1 (SEGUNDA EXTENSÃO)

Buenos Aires, pleno verão.
Meu velho vinha morar um tempo com a outra parceira dele e a filha dela, num bairro nobre da Cidade.
Fazia tempo que ele tinha se separado da minha mãe e formou outra família, em Córdoba.
Não era distante de mim, mas eu não via ele com frequência desde que casou de novo.
Aliás, nunca tive a chance de conhecer sequer a nova filha dele, ou seja, minha irmã postiça.
Erica, esse é o nome dela, tem a minha idade. 20 anos.
É inacreditável que eu nunca tenha conhecido ela, ainda mais porque a mãe dela já tava com meu
velho, Carlos, fazia quase 10 anos.
Nem nos seguíamos no Instagram ou no Facebook.
Ela nunca se envolveu comigo, nem eu com ela.
Enfim, por causa de trampo, uma oportunidade profissional muito foda do meu pai, eles vinham
pra cá.
Quem sabe por quanto tempo.
A mãe dela, Sandra, eu conhecia e gostava bastante.
Nas duas ou três vezes que vi ela, foi muito atenciosa comigo.
Minha mãe, Laura, também tinha refeito a vida dela, então a relação com meu velho não era nada ruim.
Tanto que ele comentou com a minha mãe que a enteada dele não tava muito feliz em voltar pra Buenos
Aires.
E é compreensível, já que voltar pra San Isidro, onde nasceu, depois de ter construído a vida em outra
província, era algo meio chato.
Uma tarde, a gente tava tomando uns mates com a minha mãe. Eu tava de férias da faculdade.
MA: Então, Julián, você vai conhecer sua irmã!
EU: Parece que sim, depois de quase 10 anos, haha, mas ela não é minha irmã.
MA: Não seja mau, filho... ela é filha do seu pai.
EU: Política...
MA: Por que você tá tão relutante?
EU: Não, só tô dizendo... não conheço ela, ela nunca quis me conhecer também... por que eu ia ficar animado?
MA: Coisas da vida. Entra. Além disso, segundo seu pai, ela é muito boa.
EU: Vamos ver, haha.
MA: Ele me manda fotos, de vez em quando. É uma bonequinha.
Era verdade.
De vez em quando, a curiosidade me levava a ver as redes dela.
Não tinha muita coisa, já que eu não seguia ela nem tinha ela entre meus amigos, mas dava pra ver que era gostosa.
Olhos verdes e parecia alta nas fotos.
Tinha cara de ser bem antipática.
Daquelas minas que passam do teu lado e nem te notam.
Nas imagens que vi, o cabelo era castanho, meio avermelhado.
Usava franjinha.
No fim, era como minha mãe dizia. Era uma bonequinha.
Mentiria se dissesse que não tava nervoso pra conhecê-la.
Imaginava ela com uma personalidade forte. Não sei por quê.
Tanto que, dias depois, quando minha mãe ia recebê-los em casa, acordei com uma dor de barriga.
Tomei banho e me troquei pra ocasião.

Minha mãe me olhava e ria.
Mas não queria causar uma má impressão logo de cara. Principalmente porque eu sempre andava muito largado em casa.
Mas como não conseguia controlar meu gênio, fiquei horas pra me decidir.
Finalmente, coloquei uma camiseta preta com o desenho de "DE VOLTA PARA O FUTURO" e o DeLorean com fogo. Na parte de baixo, uma jeans.
Que fosse o que Deus quisesse.
Imaginava ela chegando toda mal vestida.
Mas fazer o quê, também não ia me fantasiar de algo que não sou, né.
Quando a campainha tocou, senti como se fosse um sino do inferno.
Os nervos que vinham eram mais fortes do que aquela vez que perdi a virgindade.
Mas por quê?
Minha mãe foi recebê-los.
Como eu disse, tinha uma relação muito boa com eles. Quando ela abriu a porta, entrou uma luz parecida com a da entrada do paraíso.
Nem vi meu pai e a esposa dele.
Vi ela.
Parecia um anjo.
Fiquei parado, estático.
Era alta, com um olhar luciferino.
Muito gostosa. A verdade é que chamava a atenção de qualquer um.
Até a minha.
Por que eu sentia aquilo?
MA: Eii, não vai cumprimentar, não? – Ela me disse.
Tava completamente besta.
Erica estava na entrada, com as mãos juntas na frente.
EU: É... sim... Oi! – Falei, saindo do transe.
Fazia um tempão que não via meu pai e quase nem reparei nele.
Que idiota.
Não conseguia parar de olhar pra ela feito um otário.
Era minha irmastra, Erica.
Mas, tipo um ímã, minha atenção não largava ela.
Cumprimentei meu pai e a Sandra.
Depois, virei o olhar pra ela.
Acho que ela percebeu que eu tava olhando igual um retardado.
Porque ela me examinou de cima a baixo com uma cara estranha.
Cumprimentei ela com um beijo na bochecha.
"Oi" – ela disse.
Um sorriso saiu do fundo da minha alma quando a cumprimentei.
O que tava rolando comigo?
Ela riu de leve por causa disso.
Deve ter pensado "nossa, que otário esse cara".
EU: Tudo bem??
ERI: Gostei da sua camiseta. – Ela falou e continuou andando, olhando a casa.
Claro que fiquei parado ali feito uma estátua.
Pelo menos não tinha vacilado na camiseta.
Nunca fiquei tão nervoso.
Até minha mãe percebeu.
A atitude dela, meio rebelde, pelo menos de primeira, parecia ser como eu imaginava.
Não me deu muita bola.
Ela tava vestida normal também, tanto problema que eu criei.

Uma calça jeans com um vestidinho curto por cima.
O cabelo dela era bem vermelho. Mais do que na foto.
Tinha umas sardas no rosto.
Sim, reparei pra caralho.
Uma vibe Bella Thorne ou Jennifer Lawrence com a franjinha, mas mais gostosa, hehe.
Com certeza, me impactou.
MA: Vai ficar aí? – Ela falou, rindo.
Eu ainda tava parado na porta de entrada feito um idiota.
Avancei com eles.
Minha mãe conversava com a Sandra e meu pai comigo.
Erica ia na frente. Tinha cara de "O que eu tô fazendo aqui?"
Mais ou menos eu colocava ele a par das coisas, apesar de a gente se falar por telefone.
Enquanto eu escutava ele, eu olhava pra ela e pro jeans apertado dela.
Parecia ter umas pernas muito gostosas.
Eu sabia que tinha que parar de olhar. Mas fazia automático.
Era filha do meu velho e eu não podia ter esse tipo de pensamento.
Bom, por afinidade, mas filha dele, né.
Num momento, ela falou com a minha mãe e quase me pegou com os olhos no rabo dela.
Se não sou um imbecil.
Salvei por um microssegundo.
Mas parecia ter uma bunda boa pra caralho.
É inacreditável, continuo falando dela desse jeito.
Deus.
A gente percorreu a casa como se fosse um museu.
Não era uma mansão, mas era bem grande. Além disso, a cada 2 metros eles paravam
contando coisas da vida e não acabavam mais.
A cara da Erica dizia tudo.
Ela não ia ser mal-educada, mas a cara de poucos amigos dava pra notar.
Quando eu olhava pra ela pra incluir na conversa com meu velho, ela desviava o olhar e continuava
na dela.
Isso ia ser difícil.
Fiquei me perguntando se ela tinha namorado.
Com certeza sim, porque ela era linda pra caralho.
Aliás, era provável que parte da frustração dela de estar em Buenos Aires fosse por causa disso.
Mas eu tava viajando. Não sabia se era verdade.
Só tentava decifrar ela.
Outro atributo que me chamava muita atenção era a frente dela.
Soa punheteiro, mas o corpo dela era um imã de verdade.
Eu me sentia o pior. Tentava consolar minha punhetice me convencendo de que ela não era minha
irmã de sangue.
Mas não deixava de ser errado.
Sei lá.
Também não ia ficar me julgando.
Era uma mina que chamava muita atenção e quem estiver livre de pecado...
Já no fundo (a gente tem uma casa grande), ela se aproximou de mim.
Acho que depois de tudo, ela ia falar comigo.
Juro que ver ela andando na minha direção me intimidava.
1,70m ela tinha, com certeza.
Ela me olhou com uma cara como se eu tivesse cometido um homicídio e disse:
ERI: Cê gosta muito do meu jeans, né? — E levantou uma sobrancelha.

A puta da mãe.
Ela percebeu que eu tinha olhado.
E agora, o que eu fazia? Do que eu me disfarçava?
Senti que tudo podia ir pro caralho. Que ela ia me acusar e a vergonha que ia dar.
ERI: Tá achando legal ficar olhando a bunda da sua irmã postiça?? – Falou de forma veemente, mas baixinho.
EU: Ê... não... que isso, do nada! – Soltei pra ela.
Fiquei a mil graus de temperatura.
Tinha que me livrar dessa de qualquer jeito.
ERI: Que sem noção, cara!!
EU: Juro que não tem nada a ver...
Já era.
Ela ficou em silêncio uns 5 segundos, me olhando com cara de incredulidade.
Que jeito de me apresentar pra ela.
Aí, finalmente, ela falou.
ERI: É brincadeira, moleque... que cara que a gente fez, hein... – Exclamou sorrindo de leve e saindo
feliz da vida com a maldade dela.
Era uma brincadeira o que ela tava fazendo?
Que maldita.
Entrei feito um cavalo.
Comi feio.
Já me via saindo de casa, igual o Chaves quando chamaram ele de ladrão.
Que filha da puta.
Como ela me zuou!
Mas bom, isso quer dizer que ela não percebeu quando eu olhei, hehe.
Respirei aliviado pra caralho.
Meu Deus.
Caminhei até onde todo mundo tava. Quando cheguei, a Erica me olhou com cara de "que susto que
te dei" e tava rindo baixinho.
Claro que eu também.
Além do mais, depois de tudo, ela tinha gastado parte do tempo dela pra me pregar uma peça.
Me senti importante por um segundo.
Conversamos todos juntos por um tempo. A Erica não tava me dando muita bola. De vez em quando me olhava e
ria do que tinha feito.
Eu tentava puxar assunto, mas ela se fazia de difícil.
O personagem de rebelde caía perfeitamente nela.
Mas alguém resolveu quebrar esse gelo.
MA: Gente, por que vocês não vão ali na padaria comprar uns pães doces? De quebra, você mostra um pouco do bairro pra ele.
A Erica respondeu na hora.
ERI: Também não faz tanto tempo que fui embora pra não conhecer, haha. – Respondeu sincera e educada.
Parecia que ela não queria de jeito nenhum me acompanhar.
Foi aí que a Sandra entrou.
SAN: Vai, filha... de quebra você conhece ele um pouco mais. Julián.
Ela se virou e me olhou com aquela cara de “é necessário?”
Meu velho fez um sinal pra ela ir.
Nunca me senti tão rejeitado na minha vida.
Mas no fim, ela cedeu.
ERI: Tá bom... — ela só falou isso.
Eu, meio sem graça com a situação, levantei e comecei a andar.
Ela, com uma cara de certa irritação, ou pelo menos parecia, veio atrás de mim.
Não tava nervoso, mas meio desconfortável.
Parecia que ela era obrigada a me dar trela.
Quando passei pela porta da frente, comentei:
EU: Cê não precisa vir se não quiser. Vou eu comprar.
Deixei bem claro que tinha sacado a irritação dela com a situação.
ERI: Também não tenho nada melhor pra fazer... vamo! — falou. E começou a andar pra rua.
Beleza, valeu! — pensei, cheio de ironia.
Não sabia se puxava assunto ou não.
Pensei em tentar só uma vez. Também não ia ficar aturando as esnobadas dela.
EU: Cê tá chateada de voltar de Córdoba, né?
Ela me olhou meio de lado.
ERI: Um pouco, mas fazer o quê...
A gente ia andando. Ela um pouco na frente.
EU: Eu também estaria, tendo a vida toda num lugar só...
ERI: É, beleza, quem é que tá com fome? — falou, mostrando que não queria papo sobre isso.
Fiquei calado.
Puta merda, era foda acompanhar o ritmo dela desse jeito.
E eu me irritava rápido, então preferi me calar e aguentar o momento chato.
Acho que ela percebeu. E resolveu, finalmente, dar uma aliviada na atitude.
ERI: E você, tem namorada ou algo assim? — perguntou sem filtro.
Primeiro, me surpreendi dela querer conversar. E segundo, essa pergunta.
EU: Não, e você?
ERI: Não, não tenho namorada, hehe.
Pelo menos soltou uma piada.
EU: Kkk... e namorado?
ERI: Isso te importa? — falou com aquele gesto de levantar a sobrancelha.
EU: É só uma pergunta... — respondi sério, olhando pra frente.
Se ela ia ficar nessa de desinteresse comigo, então eu ia fazer o mesmo.
Não ia deixar isso me afetar.
ERI: Não... — ela só disse isso. EU: E por aqui você tem amigos?
ERI: Cê é do FBI, é? kkk
EU: Bom, se quiser, posso falar de futebol, sei lá... — falei meio irritado
ERI: Cê é foguento... gostei... — disse com um ar de satisfação. Sim, tenho amigas que não vejo há mil anos...

Chegamos na padaria.
Entrei pra comprar e ela ficou na porta com o celular.
Pelo visto, não curtia muito socializar e, menos ainda, sendo a novata.
Era uma pessoa difícil de lidar. Ia me dar um trabalhão.
E agora que íamos ser vizinhos de bairro, ia ter que me acostumar.

Depois de comprar, na volta pra casa, ela quase não falou comigo.
Fazia um tempão que não sentia essa estranheza com alguém.
De certa forma, era compreensível. Não me conhecia e não tinha obrigação de falar da vida dela.
Só esperava que isso mudasse. Já que queria me dar bem com ela.

O resto da tarde foi mais ou menos normal.
De vez em quando ela puxava assunto e eu respondia de boa.
Talvez, aos poucos, ela fosse se soltando mais. Mas sempre mantinha aquela distância.
Às vezes, parecia que fazia por obrigação, porque dava pra ver o respeito enorme que tinha pelo meu velho.

E era lógico, ele a tinha adotado como filha.
Durante o jantar, em alguns momentos, sentia que meu olhar escapava pra ela.
Não sei o que era, de todos os atributos dela, tanto pessoais quanto físicos, que me pareciam tão interessantes.
Mas alguma coisa ela tinha. Claramente.
Pra começar, tinha uma beleza natural que formava uma espécie de ímã.
Muito gostosa.
Além disso, se tinha uma coisa que eu curtia em mulher, era franjinha.
Mas, o que tô falando disso?
Não devia ser assim.

Antes dela ir embora, Erica falou comigo uma última vez.
Meio que me olhou de cima a baixo.
ERI: Ei, tem alguma academia por aqui perto?
EU: Tem, sim, nessa rua, a três quadras tem uma... não sabia que você malhava (embora desse pra perceber)
ERI: Sim, você vai lá, né?
EU: Como cê sabe? kkk
Ela me olhou como quem não queria responder.
Fez um gesto meio estranho que eu interpretei como se Dava pra ver que ela malhava. Mas não queria admitir. E a real é que ela era bem gostosa. "Bom, a gente se vê...", falou sem conseguir dizer meu nome. EU: Julião... - Completei. Ela deu um sorrisinho de lado e virou as costas pra sair com a mãe e meu velho. Aquele olhar que ela fez, de algum jeito, me fez ficar vermelho. Senti isso na hora. Não parecia aquele olhar que se dá pra um primo ou irmão. Tinha um outro tipo de intenção, embora eu fosse o único que percebeu. Como se fosse o primeiro sinalzinho de cumplicidade entre a gente. Não sei por quê, mas aquele sorriso ficou gravado na minha mente. Tanto que não parei de pensar nele. E a última vez que lembro de me sentir assim foi quando queria que uma mina me desse bola. Muito estranho. Será que eu podia sentir isso? Acho que não. Mas era o que tava rolando. Ou talvez eu esteja exagerando e seja só impressão, já que ter uma irmã nova é algo meio atípico pra mim.

Naquela mesma noite, já quase de madrugada, tava zuando no face. Fiquei tentado a bisbilhotar o perfil dela, mas com certeza ia aparecer nas sugestões, que é um puta vacilo. E decidi não fazer. Por que será que tava com tanta curiosidade? Apareceu uma notificação. Fui ver o sininho e não tinha nada. Alguém comentou algo e apagou arrependido, pensei. Mas não era isso. Era um pedido de amizade. Tinha alguns pendentes, mas qual não foi minha surpresa quando vi que era da "Erica Herrera". Sim, aquela Erica. Fiquei tipo: what?

Era só um pedido de amizade numa rede social. Não era um pedido de casamento. Mas, mesmo assim, me pegou de surpresa. E pra melhor. Pensei em aceitar na hora, mas não queria parecer um desesperado. Então resolvi esperar. Depois de um tempo, enquanto via vídeos de chinesinhos fazendo casinhas de barro, chegou uma mensagem no inbox. "Tô te vendo online, boy... tá se fazendo de difícil pra aceitar???" Vou cancelar, hein... Quase caí da cama. Que mina ousada! E eu nem tinha percebido que isso, que ela podia me ver.
Respondi na hora, me fazendo de desentendido.
"haha desculpa!! Não tinha visto"
Na mesma hora parei o que tava fazendo e fui aceitar.
Não queria dar motivo pra uma briga besta, já que a gente mal se conhecia.
"Confirmar".
Fiz isso.
Agora sim, já aparecia todo o conteúdo dela online.
EU: Prontinho haha
ERI: Ainda bem... já ia cancelar
EU: Hahaha
ERI: Queria te perguntar uma coisa
Mmmm.
EU: Fala, pode perguntar.
O que ela podia me dizer? E a essa hora?
Tava me deixando curioso.
ERI: Como é essa academia que você vai? É boa?
Aahh. Era isso.
Já tava achando estranho.
EU: Aah... sim, é grande, bons equipamentos, espaçosa... por quê?
ERI: O que você achou que era?
Sempre tão afiada nas palavras.
EU: Nada não hehe
ERI: Ok... e vai muita gente??
EU: Mais ou menos... você não curte multidão haha
ERI: Mmmm sei lá... que nada... bom, valeu!
EU: Imagina!
ERI: Beijos
Assim, cortante, se despediu.
Sem mais.
Me despedi e segui minha vida, já ia ser rotina aquilo. Então decidi não dar muita importância.
O que me dava curiosidade mesmo, era ver o perfil dela.
Então fui dar uma olhada.
Como esperava, tinha milhares de fotos.
Uma foto me hipnotizou.
Ela tava na praia de biquíni.
Fiquei vermelho ao ver.
Tanto que depois de olhar, decidi não continuar vendo mais.
Tava com quem parecia ser uma amiga.
Com um conjunto azul turquesa.
Um corpo divino.

Fiquei alucinado, de verdade.
Tava com o cabelo igual agora, comprido e com franja.
Mas o que mais me perturbava, de alguma forma, eram os peitos dela.
Era errado eu ficar olhando. Sabia disso. Mas não conseguia parar.
Ela tinha um bom par. Era isso ou um push up.
Mas eu tava mais inclinado pra primeira opção. Ou era o que eu queria, hehe.
Se já não conseguia tirar da cabeça aquele sorriso lindo, agora as tetas dela, menos ainda.
E, além disso, me sentia culpado por causa disso.
Sentia o pau endurecendo e não tinha controle.
Como que aconteceu?
Deus ia me castigar, com certeza.
E eu merecia.
Mas o que E agora?
Normalmente, quando fico excitado, eu me masturbo na certa.
Posso admitir, fazia isso direto.
O problema é que a ereção que eu tava era por causa da minha meia-irmã. E isso soava horrível.
Desliguei tudo e tentei pensar em outra coisa.
Rolei pra cá e pra lá na cama, mas não conseguia me concentrar em mais nada.
Que punheteiro!, pensei. Só por causa de uns peitos fiquei assim.
Mas era um pouco mais que isso.
Não eram só os peitos dela, também achava ela muito gostosa.
No fundo, era o tipo de mulher que eu mais olhava sempre.
Com todas as características. Alta, com bunda, peitos, cabelo ruivo e olhos claros.
Parecia de propósito.
Quanto mais pensava nisso, pior ficava.
Tava durasso.
Deixei um pouco pra fora da cueca. Talvez assim passasse um pouco.
Não era tão comprida, sei lá. Mas era grossa.
Lembro que uma vez uma mina me disse que eu tinha uma piroca "muito bonita" kkk.
Sim. Ela usou essas palavras.
Mas, enfim, naquele dia foi difícil me concentrar em outra coisa pra dormir.
Finalmente consegui, sem me masturbar.

Nos dias seguintes, não tive notícias da Erica.
Ela não falou comigo de novo nem nada do tipo.
Vi meu pai duas vezes de passagem, mas dela, nada.
Morávamos a duas quadras de distância, mas nem na rua eu tinha cruzado com ela.
Minha mãe também perguntava se eu falava com ela. Tinha esperança de que a gente se desse bem.
Pensei em escrever pra ela e convidar pra dar um rolê por aí, pra mostrar o bairro e tal.
Tinha vários lugares legais que podiam agradar ela.
Mas como falar isso sem parecer um chato?
Olhava os contatos do Facebook e ela tava online.
Ficava pensando na minha cabeça como dizer "Oi, quer ir caminhar pelo bairro? Pra conhecer", "Oi,
tá afim de sair por aí?"
Nenhuma me convencia.
Até que tive uma boa ideia.
EU: Oi!
Só precisava me responder e pronto.
E depois de dois minutos, foi o que aconteceu.
ERI: Oi, como cê tá??

4 comentários - Erica, minha irmã gostosa XIII

Excelente amigo...el mejor capítulo de la historia hasta ahora....se hizo largo pero valió la pena...van 10pts..
Gracias!!!
Tremenda historia! Me pasó algo de esto parecido con una """prima segunda"""

Este relato es real?
Hay un post tuyo con fotos de una prima lejana...seria la historia de la misma? y, está ese relato tmb?....saludos.
Xq dice capitulo XIII si después salta
Tenes que entrar al sitio que dice arriba
No entiendo, por qué pasan los capítulos y siempre repite lo mismo? Alguien que me explique porfa, quizás lo estoy leyendo mal.
Tenes que entrar al sitio que dice arriba