A sissy do professor Juan Marques V.

Uma semana depois do episódio anterior, a poderosa senhora Minerva jazia submissa sobre um vibrador Sybian sincronizado a um computador, que o acionava em intervalos com base nas imagens e sons emitidos pelos óculos de realidade virtual. Seus braços estavam presos às costas com um armbinder de couro, cuja ponta permanecia fixada ao chão, impedindo que a dominatrix cativa se mexesse. Isso era reforçado por tiras de couro que a prendiam ao chão nas pernas e tornozelos, mas sua mobilidade era ainda mais limitada pela corrente que segurava sua coleira de postura na frente. Como sempre, JM não gostava da nudez total de suas escravas, então MM usava meias de vinil com cinta-liga do mesmo material. Nos óculos, eram projetadas rodadas de hypnos e áudios subliminais sugestionando-a a ser escrava da excitação pela submissão — o mesmo modus operandi que com Bunny. Ele não queria uma bimbo, queria uma escrava submissa, mas consciente disso. Além de sádico físico, era sádico psicológico: não permitia que suas vítimas se resignassem, deixava-as lutar e sucumbir repetidas vezes. A imagem de MM era completada pelo gag, que deixava cair um fio de baba até a altura do umbigo e descia até a buceta, onde se misturava com seus fluidos, fruto da interminável rodada de orgasmos forçados por tanta estimulação. Sessões como essa duravam 6 horas por dia. Depois, sem forças para lutar, MM era levada para a banheira para ser higienizada, hidratada e alimentada, e então depositada em um colchão na sala de jogos, imobilizada por uma corrente de 30 cm presa ao chão que não permitia que ela se levantasse. Suas mãos usavam uma espécie de luvas, mas sem espaço para os dedos, o que impedia que ela tirasse o gag. Ficava ali até o dia seguinte, quando o processo recomeçava. JM tomava um café na sala de jantar lendo e-mails, enquanto Bunny, debaixo da mesa, fazia um boquete lento e pausado, como lhe era ordenado. ordenou, e ela, consciente de que estava testemunhando outro sequestro como o dela, não pensava em fazer nada, já que nunca conseguiu impedir que aquele homem saísse impune. Mas dessa vez, a ânsia de caçador do seu algoz pregou uma peça nele. A Mistress Brasileira também tinha amigos poderosos, então a entrada estrondosa dos agentes o pegou de surpresa. Antes mesmo de conseguir guardar o pinto, já estava no chão algemado. Os agentes especiais antissequestro o seguraram. Bunny, a princípio, também foi algemada, mas quando confirmaram que era uma vítima, a colocaram a salvo. Assim, as duas cativas foram libertadas. A MM foi devolvida ao seu país para dar continuidade ao julgamento, e Bunny foi levada para assistência psicológica. Sua família no começo a apoiou, mas depois a deixaram de lado, porque Bunny decidiu não reverter o efeito da transição. Ela abraçou seu lado feminino no cativeiro. Sua família conservadora, apesar do trauma terrível, não conseguiu lidar com isso. Então, Bunny teve que se virar sozinha. Entrou num programa de proteção a vítimas, então teve moradia e o básico para sobreviver, mas isso não duraria para sempre, só enquanto o julgamento durasse. Ela manteve sua rotina de exercícios e cuidados físicos, então se manteve em boa forma. Seu pinto, já liberado da jaula, não tinha solução: tinha virado um micropênis flácido, mas isso não a incomodava. Porém, a incomodava não poder comprar coisas. Os hormônios o governo fornecia, mas as roupas e a comida, não. Então, o melhor jeito de conseguir dinheiro rápido foi virar webcamer. E foi o que fez. 8 meses depois... Já tinham se passado meses e, para Bunny, tudo ia bem. Com os lucros das transmissões, conseguiu muitas regalias graças ao sucesso do site. Uma femboy tão fina e delicada enlouquecia a audiência. A única coisa ruim acontecia à noite: quase todo dia tinha os mesmos pesadelos. Era perseguida pelo seu ex-Mestre, agora Presa, e mesmo lutando com todas as forças, ela era subjugada e estuprada repetidas vezes em cenários diferentes, mas não era isso que mais a torturava. O que a consumia era perceber que seu pijama de algodão estava encharcado de porra quando conseguia acordar. Ela ainda sofria as consequências da hipnose a que foi submetida; só assim conseguia gozar. Quando usava vibradores na câmera, saíam apenas algumas gotas aguadas de sêmen, coisa que ela também não odiava, já que seu público pervertido adorava aquilo. Um dia normal, depois de acordar, Bunny fazia sua rotina de chutes em um colchonete, vestindo um shortinho curto e top, tênis esportivos tudo da marca com o cachimbo, e tornozeleiras com peso, enquanto ouvia as primeiras notícias do dia. Foi por causa dessas notícias que Bunny sentiu um nó no estômago, fruto do terror que sentiu ao ouvir... "E em uma decisão polêmica, o ex-professor universitário Juan Marques foi solto, já que o Ministério Público cometeu erros na apresentação das provas. A soltura ocorreu no fim da tarde de ontem." Os olhos de Bunny quase saltaram das órbitas, o desespero a consumiu, mas um tempo depois ela tentou se acalmar com a ideia de que aquele homem horrível com certeza não faria mais nada com ela depois de escapar por tão pouco da prisão. Respirou fundo e tentou retomar sua rotina, mas foi interrompida pelo som da porta. Caminhou lentamente até ela com certo medo. Ao espiar pelo olho mágico, notou um boné de polícia que olhava para baixo. Ao ver o escudo da polícia, seu medo se acalmou, então girou a chave, mas antes de abrir, sentiu um empurrão violento. A surpresa a impediu de reagir mais rápido. Antes que pudesse entender o que estava acontecendo, as mãos de JM já estavam em seu pescoço, arrastando-a violentamente para trás até a cama. As mãos de Bunny lutavam para liberar o pescoço e gritar, mas seus pesadelos, onde ela perdia a batalha, começavam a se tornar realidade novamente. A primeira coisa que seu captor fez foi tirar dela Jaqueta. Um gag que, após uma luta com as mãos da vítima, conseguiu prender. Agora, como uma boneca, girou e sentou o corpo dela sobre as nádegas da sua sissy, para poder amarrar as mãos e os cotovelos com cordas tiradas dos outros bolsos. Já com ela assim, girou novamente, contemplando-a. Os olhos dele brilhavam ao ter sua sissy de volta. Apalpou-a até chegar ao pênis, apertando o volume debaixo do short... JM: "Que isso, bunny? Por que você não está enjaulada?" Continuou apalpando, abaixando o short até os joelhos e levantando as pernas dela para examinar o ânus, maravilhado com o quão pequeno a bunda dela tinha ficado, isso porque os dildos que ela usava eram pequenos, mas ainda mais pela cor rosada daquela parte, graças ao clareamento anal que bunny tinha feito. Depois, tirou da jaqueta um pequeno frasco e um lenço branco. Na mente de bunny, já antecipava do que se tratava. Começou a lutar com mais força, chutando e tentando se soltar, mas o pouco terreno que ganhou se afastando com esse esforço foi completamente inútil quando seu captor a pegou pelos tornozelos, puxando-a até ficar na altura do rosto dele. Agora, o lenço com clorofórmio já tampava suas vias respiratórias. Embora a luta tenha continuado por uns 30 segundos por parte de bunny, ela precisou respirar, o que fez pelo nariz, deixando entrar uma alta dose da substância. Aos poucos, seus membros foram perdendo força e seus olhos se fechando. Bunny tinha perdido novamente a luta pela liberdade e estava de volta nas mãos de JM. Algumas horas depois, a sissy novamente cativa abria lentamente os olhos. Ao se recuperar do torpor inicial, pôde notar que no teto do quarto onde estava havia um espelho, convenientemente colocado para que visse sua situação miserável. Vestia meias com ligas e luvas longas pretas de látex, saltos de 10 cm presos aos pés por tornozeleiras com cadeado. Com a maestria que caracterizava seu captor, tinha Com os braços amarrados às costas com um box tied bem complexo, uma mordaça de bola grande impedia que ela sequer conseguisse engolir saliva, o que gerava salivação excessiva e muito cansaço na mandíbula. Além disso, usava um colar preto preso com cadeado e uma argola pronta para ser enganchada em algo. Mas o que mais causou desespero na sissy cativa foi que, novamente, seu pequeno pau estava aprisionado numa diminuta gaiola de castidade, que nem deixava a pele cobrir a glande. Bunny só conseguiu se contorcer para tentar se livrar das amarras, assim podendo aproveitar o fato de não ter as pernas presas e se defender quando seu captor aparecesse. Ela não perdia a esperança de vencer uma luta e escapar — sua mente jamais se resignaria a ser uma escrava de novo. Para isso, virou-se de bruços, levando o corpo para trás numa posição de doggy, tomando impulso para se levantar. E conseguiu. Olhou ao redor para tentar ver a porta, mas não a encontrou, pois parecia ser uma porta oculta. As luzes eram todas vermelhas, dando um aspecto infernal ao lugar, ainda mais vendo que num dos cantos havia uma parede com instrumentos de tortura: pinças, chicotes, varas, plugs, máscaras, etc. Também tinha cavaletes, correntes, mesas, argolas no teto, nas paredes e no chão. Só de imaginar o que o maldito do seu captor poderia fazer com ela ali, fez com que virasse a cabeça para o outro lado da sala. Lá havia umas cabines separadas por divisórias de acrílico, parecendo um habitat de hamster. Eram quatro e se interligavam por pequenas portinhas de cachorro na parte de baixo, de modo que dava para passar de uma para outra por elas. Bunny foi se aproximando, fazendo seus saltos encherem o ambiente com o som. A primeira cabine era como um quarto, estava vazia, mas dava para deduzir que o colchonete era dela. A do lado tinha halteres, bicicleta ergométrica, colchonete, faixas elásticas, etc — uma mini academia. Em alguns cabides... Elas usavam conjuntos de academia rosa com a palavra Bunny. Ela continuou andando ao lado dele até chegar no terceiro cômodo, onde dava pra ver chuveiro, vaso, bidê e pia, incluindo a mangueira usada pra enemas. Na última cabine, uma pequena bancada com espelho cheia de cosméticos, maquiagens, cremes e produtos de cuidados pessoais. Nos cabides, tinham roupinhas minúsculas de empregadinha de látex. Assim que terminou o percurso, ela percebeu qual era a intenção daquelas cabines. Caindo em si, continuou procurando a porta ou algo que ajudasse a soltar suas amarras. Tava nessa até ouvir uns passos se aproximando. O som de uma fechadura abrindo veio na sequência, até que finalmente ela conseguiu ver onde ficava a porta. JM apareceu completamente nu, a pele brilhando pelo óleo que tinha passado, dando uma imagem poderosa que combinava com as luzes vermelhas e os músculos definidos. Ele usava só umas botas táticas, e uma ereção firme do pau enorme dele terminava de decorar a fisionomia. Numa das mãos, ele segurava um vidro de lubrificante, deixando claro qual era o propósito da aparição. Caminhou direto pra Bunny, olhando fixamente nos olhos dela sem dizer nada. A sissy recuou até bater na parede. Não tinha mais pra onde ir. Só conseguiu fazer uma cara de súplica, balançando a cabeça de um lado pro outro, e dava pra entender um murmúrio de "por favor". O que ela ganhou foi um tapa na cara. Antes que pudesse se recuperar, o amo pegou ela pelo cabelo e a colocou em pé de novo. "Não sabe o quanto senti sua falta, slutty. Vou te partir ao meio", foi o que JM disse. Bunny levou a bunda pra trás, juntou os joelhos trêmulos e deixou escapar um jato de mijo, sinal do terror que sentia na hora. O captor dela, ao ver aquilo, disse: "Você me encanta". Virou ela violentamente contra a parede, esfregando o pau na bunda da vítima. Bunny podia sentir o calor daquele glande enorme no escroto dela. Ia e vinha, torturando ela. Saber o que a esperava, às vezes ela tentava se soltar, mas era segurada com força. A próxima coisa que ela sentiu foi o lubrificante no ânus, sinal claro de que já iam meter nela. A luta dela foi mais forte, mas igualmente inútil. O cu dela já não estava mais acostumado a receber aquele tamanho de pau. A penetração não foi gentil: ele enfiou devagar no começo, por causa do aperto que ela tava. Assim que a cabeça abriu caminho, o pau enorme empalou a Bunny até as bolas. Claro que ela se contorceu, chorou, tentou gritar com a mordaça. Num momento, desejou com toda a alma desmaiar. Isso não aconteceu. As penetrações eram tão brutas e intensas que ela sentia uma dor no baixo ventre. Aquele membro entrava e saía roçando a próstata, fazendo ela se mijar várias vezes. As nádegas brancas dela já tinham ficado avermelhadas, porque o choque das peles era muito forte. Nessa posição, a bombada durou quase 10 minutos. Às vezes, JM pegava um ar e continuava a faina. Mais uma vez, a Bunny sentiu vontade de mijar, ou pelo menos foi o que pensou, porque quando saíram os primeiros jatos de urina, veio um jato de esperma atrás. De novo, aquele maldito abusador conseguiu um sissygasm nela, confirmando que ainda podia dominá-la completamente, gerando excitação apesar das circunstâncias. Pouco depois disso, JM pegou ela pelo cabelo, virou ela e a levou ao chão de joelhos. Com muita violência, tirou a mordaça para meter, em seguida, o pau enorme até a garganta dela. A cabeça da Bunny ficou entre o pau e a parede. Para o horror dela, o captor se contorceu, avisando que vinha um orgasmo. Isso ia acontecer com o membro bem enfiado na garganta dela. O jorro de esperma grosso inundou toda a garganta dela e até abriu caminho pelas narinas, fazendo a Bunny expelir como meleca o sêmen grosso. Terminada a faina, JM tirou o membro. A sissy desabou no chão, sobre a própria urina e esperma, humilhada e exausta. Só conseguiu chorar enquanto tentava tirar todo o resto de sêmen. do nariz dela. JM olhou pra ela dizendo, descansa um pouco que depois eu venho te explicar como vão ser as coisas daqui pra frente, Bunny. Então é isso, Bunny voltava a ser presa daquele homem sádico mais uma vez.

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