Vivendo com meu irmão

Meu nome é Paula, tenho 26 anos agora e vou contar o que aconteceu há 3 anos, quando morei com meu irmão.
Isso aconteceu quando eu tinha 23 anos e Matías (meu irmão), 26. Nossa relação de irmãos sempre foi boa. Na época, eu tinha brigado com Javier, meu namorado, e decidi ir morar com ele enquanto procurava um apartamento que coubesse no meu orçamento.
- Irmãozinho, não quero te encher o saco.
- Relaxa, mina, vem comigo pelo tempo que precisar.
- Tem certeza? Olha, mesmo não sendo o que mais quero, posso voltar pra casa dos pais.
- Não se fala mais nisso. Fica no meu apê o tempo que precisar.

Tudo seguiu normal. Apesar de estar bem pra baixo, o fato de estar acompanhada, ter com quem jantar toda noite, conversar e não ter tanto tempo pra pensar foi muito bom pra mim.
Eu procurava um apartamento de dois cômodos e precisava dividir com alguém, porque sozinha não conseguia bancar o aluguel, então minha estadia no apê do meu irmão se prolongou.

**A surpresa**
Isso aconteceu em novembro e, conforme o tempo passava, o calor aumentava. Um dia, eu já quase não conseguia dormir de calor e me levantei pra ir ao quarto do meu irmão perguntar se podia dormir com ele. Quando abri a porta, encontrei ele vendo TV e com a mão no pau, se masturbando de um jeito frenético. Apesar da rapidez da situação, consegui ver o pênis dele, super ereto e de um tamanho considerável. Não me perguntem como, mas em um décimo de segundo eu apreciei tudo em seu esplendor: a cabeça vermelha e inchada, a grossura, o comprimento e até umas veias que agora acho que imaginei, já que o tronco estava envolto pela mão dele.

Fechei a porta e saí confusa, ao mesmo tempo rindo e dizendo:
- Me desculpa! Me desculpa, por favor! Não bati na porta, sou uma idiota! Me desculpa!

30 segundos depois, para meu espanto, meu irmão sai do quarto me perguntando se eu tinha visto alguma coisa. passou por algo que me fez entrar assim no quarto dele:
- O que foi, gata?
- Me desculpa, Mati!
- Relaxa, gata, já foi. — disse ele, meio sem graça.
- Eu sei que já foi, é algo que todo mundo faz. — falei pra tranquilizar ele e deixar o clima mais leve.
- É, eu sei. Imagino que todo mundo, você também, deve fazer.
- Sim, neném.
- Então te peço pra esquecer o que rolou, bater antes de entrar e, se quiser privacidade, vir pro meu quarto quando eu não tiver e fechar a porta, que eu vou bater antes de entrar. Tudo bem?
- Não, eu não preciso…
- Mas você acabou de dizer que também faz…
- Sim, mas não com tanta frequência…
- Mmmm e você sabe com que frequência eu faço?
- Acho que os homens fazem mais que a gente.
- Isso não é verdade. Além disso, já faz um tempinho que você terminou com seu namorado, então deve estar com as necessidades à flor da pele. Então me obedece: se precisar se aliviar (dessa vez não usou a palavra privacidade), me avisa e pronto.
- Valeu, maninho. Agora pode continuar o que tava fazendo… — e olhei pro volume dele, que tinha crescido bastante.
Ele percebeu e falou:
- Sim, haha, agora termino o que comecei… Mas, e aí, por que abriu a porta no meio da noite?
- Ah, nada não. Outro dia te conto.
- Certeza?
- Sim, certeza. Vai pro teu quarto e fecha a porta, que qualquer coisa eu bato, haha.
- Hahaha.
Ele me deu um beijo e saiu com aquela ereção, e senti minha calcinha molhando. Acho que foi a primeira vez que senti isso desde que tinha terminado com o Javier.
Naquela noite, não conseguia dormir de tanto tesão e comecei a me masturbar no sofá debaixo das cobertas, enquanto na minha cabeça rodava: a situação que acabava de rolar, a lembrança das gozadas com o Javier e, de vez em quando, a pica do meu irmão aparecia na minha mente e me deixava super excitada. Resumindo, gozei em 10 minutos imaginando a pica do meu irmão na minha buceta entrando até o fundo. Atormentada por ter esse tipo de pensamento, dormi, mas acordava toda hora por causa do calor. No dia seguinte, acordo e, com os olhos semicerrados, vejo meu irmão passando de cueca com uma ereção descomunal indo pro banheiro. O que esse cara tem?, penso eu. Não se masturbou ontem à noite? Ficou duro mesmo assim depois da punheta? Então finjo que tô dormindo e, depois que ele entra no banheiro, levanto do jeito que tava, de camiseta e calcinha, pra preparar o café. Tava fazendo o café quando Matías me pergunta: – O que você ia me perguntar ontem à noite quando me pegou batendo uma? hahaha – Hahaha, a gente ria junto. A linguagem do meu irmão era pesada, não tava acostumada a ele falar comigo nesses termos, mas depois daquela cena, acho que algo se quebrou pra sempre. – Nada, mano. Esquece! – Não, sério, você queria alguma coisa pra entrar no meu quarto meia-noite. – Ia te pedir pra dormir na sua cama porque tava morrendo de calor, mas depois do que vi... – ...dormir comigo podia ser mal interpretado? – disse meu irmão completando minha frase. – Não, mano! O que ia te dizer é que fiquei sem palavras. – Eeeey! É tão grande assim? Mas o que tava acontecendo com meu irmão? Agora me perguntava sobre o tamanho da pica dele? Isso tava começando a sair do controle, mas não queria bancar a santinha, então respondi: – Não era por isso, embora seu tamanho não seja nada mal, fica tranquilo. – Ah! Você olhou, hein, gostosa! – E aí, mano! Faz tempo que não via uma ao vivo e a cores! Nessa hora, olhei pro pacote dele e vi que tava com um volume enorme. Ele percebeu e me disse, olhando nos meus olhos: – Parece que você ficou com vontade de ver ela mais um tempo! – Não, mano, é que você também tá com uma barraca enorme aí! Nesse momento, aconteceu algo que eu não esperava. Meu irmão pegou na própria pica por dentro da cueca e ajeitou ela. Eu achei que ia morrer ali mesmo. Meus mamilos endureceram na hora e minha buceta encheu de sucos automaticamente. Ele percebeu e me disse:
-       Que foi, mana? Ficou com tesão que seus mamilos endureceram?
Eu fiquei paralisada. Não sabia o que fazer nem como reagir. O jogo me agradava, mas já estava indo longe demais. Tentei cortar e acho que foi pior:
-       Qual é a sua, mano?! Como você vai ajeitar a pica assim na minha frente.
-       Ué, não é pra tanto, gata! Ontem você me viu ao vivo e me masturbando.
-       É, mas foi de surpresa. Agora você tá fazendo de propósito.
-       É que essa conversa me deixou com tesão, e não se faz de sonsa porque eu sei que você também, mana!
-       Mmmm. Pode ser, mas não é certo.
-       O que não é certo? Você me ver batendo uma ou eu ajeitar a pica na sua frente?
Cada vez que meu irmão dizia a palavra pica, eu me arrepiava, e ainda por cima o volume dele só aumentava.
-       Sério, Mati. Melhor ir se trocar.
-       Por quê? Você tá de calcinha e regata sem sutiã (isso ele falou com certo destaque) e eu não posso ficar de cueca?
-       Sim, mano, mas olha como você tá! — falei eu, olhando de novo pro volume dele pela enésima vez.
-       Ué. Te incomoda tanto assim?
E ele ajeitou de novo, pegando bem firme, mas dessa vez fez mais devagar. Como se quisesse que eu aproveitasse. E enquanto fazia isso, me olhou nos olhos, e eu não conseguia desviar o olhar do volume dele. Naquela hora, minha calcinha era um lago. E não resisti: mordi o lábio inferior.
-       Isso, mana! Olha à vontade. Aproveita! Quer que eu tire um pouco?
-       Mas você é louco, mano!
-       Calma, gata, é só pra te ajudar a lembrar como são as picas! — e de novo ele disse a palavra que tanto me afetava.
-       Fica tranquilo que eu lembro bem. Já te vi ontem à noite. e essa cueca não deixa muita coisa pra imaginação também.
- Pois é, ele completou, você mesma disse: é quase a mesma coisa que mostrar.
Eu não tinha dito isso, mas…
- Vamos fazer uma coisa, ele falou, visivelmente excitado. Vou tirar ela um minuto pra ajeitar, e se quiser, dá uma olhada.
- Não seja idiota, falei. Nem pense nisso. E virei de costas pra bancada da cozinha.
- Já! Bem que você queria!
- Cara, para com isso!
- Olha!, ele me disse.
Eu me virei de propósito, porque sabia que ele não ia tirar assim à toa. Isso, em vez de intimidar, parece que deixou ele mais ousado, e de repente ele puxou o elástico da boxer, baixou de uma vez, e o pau dele saltou como se fosse uma mola.
- Chega, Matías! O que cê tá fazendo? Mas eu não conseguia parar de olhar extasiada praquele pau lindo.
- Vai, você adora olhar ele! E ele sacudiu como se estivesse se masturbando.
Isso foi o auge.
- Chega!, falei.
E saí correndo pro banheiro. Sentei no vaso e me acariciei a buceta encharcada e gozei na hora! Foi um choque elétrico de uma intensidade que eu não esperava. Ahhhhh! Soltei um gemido porque não consegui segurar.
Meu irmão do outro lado da porta perguntou preocupado:
- Tá bem? Me desculpa.
Eu não queria nem conseguia falar. Por outro lado, não tinha nada pra dizer.
- Já foi, Matías! Vai embora!
- Não, não. Me desculpa. Fui longe demais.
- Já foi, cara.
Foi nesse momento que meu irmão percebeu que eu não tava chorando. E que aquele gemido não foi de choro. E que eu não tava com raiva. E que eu tinha acabado de ter um orgasmo. E que…
- Paula? Aquele gemido foi o que eu tô pensando?
- O quê, cara? Vai embora! Me deixa em paz!
- Nãooo acredito! Ele falava do outro lado da porta. Você se tocou depois de ver meu pau e agora finge que tá brava comigo.
Já mais calma, saí do banheiro e encarei ele:
- Olha, cara! O que você fez foi demais! Sim, me toquei porque tava muito excitada. Você não sabe que não Fa tempo que eu transo? Será que não te falei que eu também tenho necessidades?
Enquanto eu falava, as palavras fluíam e eu começava a dizer coisas que nem achava que era capaz.
- Só porque a conversa subiu de tom, ou porque meus peitos ficaram duros, ou porque eu fiquei molhada… tudo isso não te dá o direito de tirar ela assim do nada e começar a bater uma na minha frente.
- Mas eu não tava batendo…
- Não importa se você bateu ou não. Sou sua irmã! Entendeu?
- É que naquele momento eu esqueci que você era minha irmã…
- Te entendo, Matías, e eu também esqueci, senão não teria feito o que fiz. Por isso a gente tem que ter cuidado. Tem limites que não podem ser ultrapassados.
Já estava mais calma. Mesmo ainda excitada.
- Tá bom! Mas tem uma coisa… ele disse.
- Que coisa?
- É que você se aliviou e eu não!
- Kkkkkk, a gente riu junto.
- Sério, gata! Olha como eu fiquei — e ele pega na piroca de novo!
- Matías! Não entendeu nada do que eu acabei de falar?
- Sim, mas isso não quer dizer que eu não tenha ficado com tesão sabendo que você acabou de se tocar depois de ver minha piroca.
Mas o que esse cara tá pensando?, eu pensava… Me espera, falei.
Não sei como tive coragem, mas fui pro quarto, me troquei e falei:
- Vou tomar café no bar da esquina, fica aqui se aliviando, e da porta eu falo: “espero que isso te ajude” — e tiro da bolsa minha calcinha toda molhada que eu tava usando até agora.
A cara que meu irmão fez foi um poema.
De tarde chego em casa e não tocamos no assunto, mas o clima tava quente.
- E aí? Como foi? Perguntei com um sorriso bem safado.
- Quando? Ele perguntou se fazendo de besta.
- Depois que eu fui embora e te deixei sozinho!
- Foi bem! Muuuuito bem!
- Que bom, falei.
- Foi bem duas vezes.
- Eeeeee, irmãozinho, tava com tesão hein!
- Gata, você não sabe o que é depois daquela conversa. ouvir teu gemido e ainda sentir aquele cheiro...
Senti que tinha ido longe demais dando a calcinha pro meu irmão.
- Você tem razão! Mas acho que foi demais. A gente precisa parar.
- Você acha que é fácil?
- Não, neném. Mas acho que é muito forte te dar minha calcinha. Isso é demais.
- E te mostrar a rola é pouco?
- Também é demais.
- Mas você tem que admitir que gostou!
- Claro, neném. Te falei que não sou de pau.
- Bom, vamos fazer uma coisa, ele soltou como se fosse besteira. Quando um de nós pedir, o outro concede algo pra ajudar a ter prazer.
- Mas... do que você tá falando, neném?
- Que se você quiser, eu mostro a minha e você pode me dar alguma coisa pra ajudar a me excitar. E enquanto falava isso, ele ajustava o volume que eu não consegui evitar de olhar.
- Acho que você não precisa de muito pra se excitar...
- E você?
- E eu o quê, neném?
- Que você também se excita com essas conversas. Ou tô errado?
- Não. Não tá errado.
- Já tá molhada pra me emprestar um pouco?, ele diz enquanto olha sem nenhum disfarço pra minha entreperna.
- Neném, mas você já bateu duas vezes hoje! Para um pouco!
- Você tem razão! Mas... olha como eu tô! e ele começa a desabotoar a calça.
- Para, Matias!, eu falo enquanto olho pro volume dele.
- Acho que você não quer que eu pare...
- Para!, sério!. Cada vez eu falava com menos convicção. Minha calcinha tava toda molhada.
Ele desabotoou devagar, um por um, os botões. Minhas defesas tinham caído e eu não consegui me segurar:
- Se continuar, vai fazer minha calcinha ficar muito molhada...
- É isso que eu quero...
- Para, Matias...
- Não quero parar! e enquanto falava isso, ele pôs pra fora a rola enorme dele de novo.
- Ai, Mati...
- Olha ela o quanto quiser, irmãzinha...
- Isso não tá certo...
- Não se segura, olha como ela tá dura.
- Aii sim. Ela é linda...
- Quer tocar nela? Nãããão. Mati, isso não.
- Como quiser…
- Mas pelo menos me dá alguma coisa…
- O que você quer, maninho?
- Sua calcinha…
- Agora?
- Sim, agora. Isso foi dito como uma ordem.
Naquele momento, me levantei no sofá e, sem tirar a saia, puxei a calcinha por baixo da minissaia.
- Toma, maninho, pra você…
Ele pegou com uma mão e levou até o nariz. Quando aspirou, eu não consegui me segurar e levei minha mão até minha buceta, que já estava um verdadeiro charco.
- Issso, maninha, se toca…
- Sim, adoro ver sua pica.
- E olha o que eu faço. Naquele momento, ele pegou a parte da calcinha que estava encharcada e passou a língua. Um fio de gozo escorria.
Aí eu não aguentei mais e, abrindo as pernas sem me importar que meu irmão visse minha buceta por completo, comecei a me masturbar, enfiando dois dedos, gozando que nem uma louca e gemendo como uma possessa. Meu irmão começou a soltar jatos de porra que espirravam pra todo lado, e um até acertou minha perna. A cena era tremenda. Eu de pernas abertas e meu irmão com a pica a 40 cm do meu rosto. Tava tão excitada que, com um dedo, peguei um pouco do que escorria na minha perna e levei à boca.
- Mmmmm, gemi.
- Adoro quando você prova meu leite.
- É uma delícia, Mati, falei olhando nos olhos dele, e devo ter feito uma cara de puta que nem imagino. Ou imagino, sim.
Foi então que minha mente começou a clarear e eu percebi o que a gente tinha acabado de fazer. Instintivamente, me levantei e entrei no banheiro, totalmente atormentada. Como pude me deixar levar daquele jeito? Sou um monstro, e meu irmão também! Se continuássemos assim, poderíamos ter terminado de qualquer jeito!
Isso tinha que acabar.
Nisso, Matías se aproxima da porta e, com um tom de total arrependimento, me diz:
- Pau, vou dar uma volta e volto umas 12 da noite pra dormir direto. Acho que nós dois precisamos pensar.
- É, falei. Ei.
- Chau
- Chau

À meia-noite o Matías chegou, mas como não sabia o que dizer, fingi que tava dormindo e deixei ele ir pro quarto dele.
Só fui dormir às 4 da manhã.

No dia seguinte, o Matías fez uma coisa que achei muito certa, mas por dentro me decepcionou um pouco: ele se levantou já vestido com uma jeans e camiseta e começou a preparar o café da manhã. Enquanto ele tava de costas, passei pro banheiro pra me trocar e sair. Um grito veio da cozinha:
- Pau, já tá o lei... e ele parou quando ia falar.

Saí e falei, sorrindo:
- Quase escapou, né?
- É.
- Bom, não quero mais fazer de besta. Mati, o que aconteceu ontem à noite não pode se repetir nunca mais.
- Cê tem razão.

Por um lado, me dava uma tranquilidade, mas por outro, me desiludia um pouco que meu irmão tivesse fechado o assunto assim.
- Mas não precisa fazer essa cara de enterro, neném.
- Vamos desdramatizar, cê tem razão!
- Passa o leite condensado, falei pra zoar um pouco.
- Kkkkkkk, a gente riu junto.

Terminamos de tomar café e cada um foi pro seu trampo.

De tarde, a gente se juntou pra ver um filme e, numa cena erótica, ele me diz:
- Avança, por favor.
- Por quê?
- Porque não quero que suba...
- Para, neném, não tem problema.
- Como quiser, mas depois não reclama.
- De quê?
- De subir e eu começar a passar a mão...
- Aí é onde a gente tem que cortar, expliquei. A gente pode se excitar, esquentar, mas não pode passar daí.
- O que acontece é que quando sobe, igual agora, preciso ajeitar e parece que tô me tocando e te provocando...
- Não é que eu me provoque toda vez que você se ajeita. Eu vou fazer um esforço pra não olhar...
- Por mim, pode olhar...
- Mas foi assim que começou da outra vez... e enquanto falava, já sentia minha calcinha molhando.
- É, verdade... É que esquento muito fácil.
- Deve ser genético, falei.
- Você também. — Você também tá molhada?
— Mati! Não começa! Pelo amor!
— É só uma pergunta, nada mais!
— Sim, e chega!
— Eu também. Tô com a pica dura pra caralho.
Toda vez que ele falava a palavra “pica”, eu ficava louca e tava começando a perder o controle de novo.
— Sim, gato! Já vi!
— Como você é olhuda, hein!
— Já te falei que não sou de madeira, gato.
— Que calientes que a gente é, irmãzinha. Agora tô morrendo de vontade de ver seus peitos.
— Chega, Mati! — eu falava, já sem convicção, enquanto olhava pro volume dele.
A gente tava deitado no sofá, e meu irmão começou a desabotoar a calça.
Eu olhava e falava: Mati, não!
Ele continuava desabotoando a calça. Eu não conseguia parar de olhar.
— Me fala que você não quer ver ela.
— Não aguentei mais e desabotoei os três botões da minha calça pra enfiar a mão e começar a me tocar.
Nessa altura, meu irmão já tinha a pica pra fora e tava batendo uma devagar.
Minha cara devia ser um poema.
Matías aproximou a outra mão no meu peito esquerdo e falou, como se pedisse permissão:
— Posso?
Olhei pra ele e não falei nada, mas fechei os olhos devagar e senti ele apertar meu peito. Meu nível de tesão tava no talo.
— Aiii, Mati, pelo amor de Deus!
— Como você me excita, irmãzinha!
— E você me excita, gato!
— Mostra seus dedos molhados, deixa eu sentir seu cheiro, por favor.
Na hora, tirei meus dedos e levei até o rosto dele. Ele pegou minha mão e enfiou meus dois dedos na boca, começando a chupar.
Não me perguntem como, mas aquilo foi o máximo que eu aguentei. Peguei na pica dele, me abaixei e comecei a chupar. Meu irmão, instintivamente, enfiou a mão na minha buceta.
— Ahhhh — meu irmão gemeu. — Para, que não vou aguentar muito e vou gozar a qualquer momento.
Tirei a pica da boca pra falar:
— Não importa, goza na minha boca. Quero sentir o gosto da sua porra.
Na hora, uns jorros grossos de sêmen encheram minha boca. Continuei chupando e... engolindo. Meu irmão se contorcendo começou a tentar baixar minha calça. Levantei o quadril pra ajudar. Queria gozo, não ligava pra mais nada.
Ele tirou minha calça e calcinha de um puxão e na sequência começou a chupar minha buceta de um jeito tão selvagem que me fez gozar na hora.
Terminou de chupar minha buceta e eu empurrei ele pra ir embora. Precisava clarear minha mente.
Adormeci.
No dia seguinte a situação era diferente. Mais relaxados os dois.
Eu tava fazendo o café da manhã de legging e meu irmão levanta de cueca e senta na cadeira me olhando. Eu preparava o café e sentia os olhos do meu irmão no meu rabo. Não ousava me virar porque tava sem sutiã e com os bicos totalmente duros.
— Que bem que dormi!
— Eu também, falei.
— Que nem um neném.
— Eu, que nem uma bebê.
Sabíamos do que estávamos falando mas ninguém queria deixar claro até que ele solta:
— Que nem uma bebê depois de tomar o gozo…
— Kkkkk
— Kkkkkk
— Mas eu não, porque não pude mamar na teta… ele disse
Como essas conversas com meu irmão me excitavam, meu Deus!
— Ficou com vontade? Falo virando a cabeça e fazendo cara de menina inocente.
Nisso sinto o volume duro do meu irmão se enfiando entre minhas duas nádegas enquanto ele me agarra a cintura. Eu viro pra olhar ele e ele me beija. Nossas bocas se encontraram e nunca mais se desgrudaram. Enfiávamos a língua e o volume me pressionava de um jeito tremendo.
As mãos dele subiram pros meus peitos por dentro da camiseta. Pegou as tetas com as palmas enquanto com os dois polegares e indicadores apertava suavemente meus bicos. Eu não queria, nem podia parar. Em questão de segundos minha camiseta voou pelo ar. Enfiei minhas mãos pelo elástico da cueca e baixei ela enquanto meu irmão tirava minha legging e calcinha juntas. Sentei na bancada e abrindo as pernas e pegando no pau dele falo:
— Me come Irmãozinho! Não aguento mais!
-       É? Ele diz. Quer que eu te coma?
Se tinha algo que aumentava meu tesão era isso: a linguagem suja. E entrei no jogo que mais gosto.
-       Siiim! Me come, por favor!
-       Adoro te comer, irmãzinha!
-       E eu adoro ser comida pelo meu irmãozinho!
-       Siiim?
-       Siiiiim
-       E você gosta do meu pau?
Já não aguentava mais, gozei que nem uma louca enquanto respondia
-       Adoro seu pau!!! Tô gozando!!!
-       Siiim, irmãzinha! Goza pra mim! Molha meu pau com seu orgasmo
As palavras que meu irmão usava não podiam me deixar mais excitada
-       Como eu gosto que você me come, irmãozinho!
-       E eu adoro te comer!
-       É? Você gosta de comer minha buceta? Eu dizia, entrando nessa linguagem suja que nós dois amávamos
-       Siiim! Tô quase gozando!
Eu me cuidava com pílulas há muito tempo e não queria perder a sensação de sentir aquele pau pulsando dentro de mim, então falei:
-       Goza dentro de mim, por favor! Quero sentir seu leite! Mas enquanto goza, não para de me beijar, por favor!
Ele, me obedecendo, enfiou a língua fundo enquanto eu, com minhas pernas e braços, o abraçava pra sentir ele mais fundo, se é que dava. Eu sentia o pau dele pulsar. Sentia a língua dele se mexendo dentro da minha boca. O prazer não podia ser maior. O prazer do proibido. O prazer do incesto.

Espero que tenham gostado. Podem me escrever em reybaco2005@hotmail.com
telegram @reybaco2005

25 comentários - Vivendo com meu irmão

Muy buen relato, gracias por compartir.
Gracias a vos por comentar
Si Nymeros, por supuesto
Uffff terrible relato, uno de los mejores relatos de incesto, amo el incesto. Me encanto
ms-1167 +1
Acabo de leer esta historia y es excelente! Me encantaría que hagas una continuación
Tremendo el relato... lo estoy leyendo en el laburo y tuve que esconder mi pija parada. Van 10 de una
Gracias Manu
Ese relato me recordo a como empece a cojer con mi hermana. Es lo mas lindo que hay. Van los puntos. Me re calento
Gracias MarceLin
Excitante relato…quien que tenga hermana, no se ratoneo, espió o pajeo con ella? Van 10….
Gracias pirilampo
Abrazo