Como eu disse no capítulo anterior, o Ramón e minha amiga Carmen tinham virado bons amigos na base da desculpa do "flamenco". E a verdade é que uma vez por semana meu neguinho Ramón ia dar aulas de dança ou, como a Carmen bem me dizia, dar uma mãozinha. Normal... ela tava tão carente... E é que imagine o leitor como deve andar uma mulher privada de sexo por 9 anos. Pois igual a Carmen... Liguei pra ela um dia.
— E aí, Carmen?
— Bem. Aqui com o Carlitos. Ó, nem te conto como o Ramón é gente boa, hein? Tô louca por ele. Serve pra tudo, minha filha..
— Já sei, já sei... Depois me conta.
— Como você deve ser bem atendida com esses dois homens, hein... Quem me dera...
— Quer que eles vão um dia?
— Ahhh... tá falando sério?
— Sim, claro... você só precisa fazer uma coisa.
— Fala aí. Faço qualquer coisa pra apagar esse fogo... Manda eles virem sexta às 6, que o Carlitos tem piano.
A senha é "FIDELIO".
Com a Carmen era igual comigo. De 46-47 anos, o corpo dela tava totalmente revolucionado numa idade em que a gente acha que o trem do sexo já passou, mas nada mais longe da realidade, porque dura a vida inteira se a gente tiver disposição, claro. Mas é verdade que nessa idade a gente tem experiência, sem complexos nem tabus, e ainda é jovem.
Bem que os caras de 20 anos iam querer pegar duas gostosas como eu e a Carmen...
Contei pros meus meninos, e o Ramón topou de boa. Já o Enrique falou:
— Claro... manda a gente comer sua amiga pra deixar ela satisfeita, como se fôssemos fantoches.
— Eu gosto da Carmen. — disse o Ramón, o negão.
— Claro... você come ela quando quer! Bom... vou fazer um esforço. Porque ela é viúva e até o Ramón pegar ela mês passado, tava há 9 anos no pão e água, senão...
— Faz por mim, Ramón. Ela é muito minha amiga...
Mandei uma mensagem pra Carmen.
— "Eles vão às 6. Faz o que eu te falei, que eu também quero...".
Tava ansiosa. Tinha vezes que tanto rabo por perto me atordoava. E tava menos aqueles dedaços que eu fazia na minha imaginação antes de Enrique e Ramón aparecerem na minha vida. Imaginava vários homens me abordando nos cenários mais inusitados, tipo no campo (como já aconteceu com Enrique e os amigos caçadores no primeiro capítulo), num beco urbano ou num barco no meio do mar. Assim eu dava asas à minha imaginação e podia me sentir suja sem ser, porque no fundo sou uma mulher respeitável. Talvez muitas mulheres não entendam como, tendo duas picas enormes sempre à disposição, eu precise de vez em quando bater uma sozinha. Mas eu precisava, de verdade. As mulheres da nossa idade às vezes preferimos nos masturbar do que ter um homem por perto. Talvez os homens não sejam assim, mas as mulheres, sempre mais ciumentas da nossa intimidade, às vezes precisamos disso, e com mais frequência do que os leitores imaginam, aliás. Ding-Dong...!!!. Não eram nem seis menos quinze e Enrique e Ramón já estavam na casa da minha amiga Carmen. Um com uma camiseta do Metallica, outro com uma do AC/DC, pareciam o Beavis e o Butt-Head. -Oi, garotos!!. Beleza??. Carmen saiu pra recebê-los com uma lingerie de renda branca já surrada e que estava pequena nela. Era óbvio que fazia tempo que não usava aquilo e mostrava o que tinha sido na juventude: uma garota esbelta e magra. A vida tinha transformado generosamente o corpo dela em um corpo voluptuoso e turgente. Claro, ainda mais apetitoso, se é que isso é possível. Ainda por cima, ela vestia um roupão de seda que se ajustava perfeitamente nos peitos e na bunda. Quando beijou os dois homens e se virou de forma graciosa e elegante, olhando pra eles antes com desejo e satisfação, os dois adivinharam através daquele roupão que umas cintas-liga marcavam a bunda dela. Ela não usava sutiã nem calcinha, e no vão dos peitões enormes de mãe, umas finas rugas denunciavam seus 46 anos. Ela estava linda. Uma gostosa de dar água na boca. -Querem alguma coisa antes, garotos??. -Sim. Uma cerveja, pediu Ramón. Quando ela foi pra cozinha, Enrique disse pro Ramón... -Mãe Mía, como é essa tia...
—Já te falei. Olha bem pra ela. Ela deixa qualquer um de pau duro, e você não queria vir, idiota...!
—Toma!!
Enrique deu um pedacinho de Viagra pro Ramón.
—O que é isso?
—Um pouco de Viagra.
—Toma. Retarda a gozada, e essa mulher precisa de uma boa comida. Só a pontinha do comprimido. Se tomar inteiro, não goza em um mês se não tiver disfunção erétil...
Ramón obedeceu.
O tempo passou voando enquanto a gente conversava com essa mulher, que era inteligente e sedutora. Ela pegou o telefone, ligou pro Carlitos e disse:
—Quando terminar a aula de piano, vai pra casa da sua tia merendar. Preciso ir pra Alicante fazer compras.
—Sim, mãe...
—Tão vendo como meu filho é bem mandado? Vamos, galera... agora sim temos a tarde toda...
A única obsessão da Carmen desde que o marido morreu, há 10 anos, era se trancar no quarto pra se masturbar rodeada de câmeras. Ela se deitava nua na cama e, com o vibrador, trabalhava o corpo todo, se filmando em circuito fechado pra depois se masturbar de novo se vendo. Um circuito fechado que ela me deu a senha.
Ela me mandou uma mensagem dizendo que já tava pronta e olhou pra uma das câmeras escondidas, piscando um olho pra mim.
Entrou no quarto com meus dois homens e, na frente deles, tirou o roupão de seda, que caiu no chão como se fosse água, revelando os peitões dela.
Enquanto isso, eu tinha ligado meu notebook na sala, digitado "FIDELIO" e puxado meu consolador. Tava muito cachorra porque ia ver meus dois caras comendo minha melhor amiga com meu consentimento.
Carmen sentou na beira da cama e ficou olhando aqueles dois homens desabotoando as calças e jogando no chão. O resto ela ia fazer.
Ela puxou as cuecas do Ramão e do Enrique, já cheias de paus duros, e foi uma libertação: duas pirocas saltaram como tábuas, loucas pra comer uma mulher madura.
Eu toquei minha buceta, acariciando meu clitóris, e tava... Realmente encharcada. Enfiei meus dedos na frente do meu computador pra alargar enquanto via minha amiga chupando as duas pirocas enormes dos meus caras ao mesmo tempo. Ela tava se esbaldando e nós duas começamos a gemer que nem umas loucas. — Que pau que você tem, Enrique... o do meu negão eu já conhecia de antes, mas o seu não. Que sorte que sua namorada tem quando vocês comem ela juntos!! Por um momento, senti ciúme e inveja dessa minha amiga, mas se eu tinha convencido eles a comerem ela com qualquer desculpa ou premissa, era porque eu os tinha na mão. Além disso, eu precisava ficar sozinha. Pela primeira vez, ia me fazer bem. Nessa altura, eu já tava com uma buceta realmente molhada e dilatada. Pelo menos era o que eu via na câmera do meu celular, já que eu também tava me gravando. — Como eu adoro esses rabos!!! Disse Carmen, colocando eles entre os peitos enormes dela, que tinham mudado de tom por causa da excitação, e subindo e descendo as peles deles ao mesmo tempo. — Vocês gostam, hein? Carmen pegou um pote de lubrificante que usava na buceta dela pra se masturbar e jogou um baita jorro nos peitos. Essas duas pirocas começaram a brilhar enquanto ela as esfregava entre um peito e outro. Ramón e Enrique ofegavam sem parar diante daquela visão. Ramón, mais experiente com ela, enfiou a piroca terrível dele na boca de Carmen, que não parava de balançar os peitos pra deleite de Enrique. — Mmmmm!!! Gemeu Carmen com a piroca do Ramón na boca. Nessa hora, eu já tava com meu vibrador na buceta, me acabando de tanto bater. Consegui fazer força com as paredes da minha buceta e prender ele entre minhas pernas sem deixar escapar pra tocar meus peitos com as mãos. Tava louca de tesão e ia gozar a qualquer momento. Por outro lado, percebi que eles nem tinham começado a aproveitar a Carmen, nem ela esses meus dois pretorianos. Por um momento, Carmen se livrou daquelas pirocas duras que nem castiçais e se deitou na cama, abrindo a buceta com as mãos. — Quem vai me comer primeiro, garotos... Ramón subiu. Foi pra cama e meteu em Carmem de uma vez só, enquanto Enrique não ficou pra trás e encaixou o máximo que pôde o pau dele na boca de Carmem, que soluçava com as estocadas profundas de Ramón. Por um instante, ela soltou o pau de Enrique e exclamou...
— Tão seca por tantos anos e agora tão cheia...!!!!
Diante daquela visão, gozei feito uma puta na frente do meu computador. Quando gozei, meu vibrador caiu no chão, vibrando e encharcado no tapete. Esperei uns minutos pra me enfiar de novo com ele.
Os dois bombavam o corpo de Carmem sem piedade, enquanto ela gemia sem parar, mas não esperava que iam fazer um sanduíche com ela. Enrique deitou de barriga pra cima e enfiou em Carmem, que tinha que afastar os peitos pra conseguir ver o rosto dela. Ramón passou bem o pau dele com lubrificante e atacou devagar o cu de Carmem, que grunhia igual uma loba. As duas cavernas dela soltavam sons molhados que se alternavam um com o outro. Vendo-se empalada pelos dois buracos, ela gozou juntando dois orgasmos um no outro.
Hummmm!!!!!.... Tô gozando!!! Exclamou, por uns 30 segundos...
Nunca tinham feito isso comigo e eu desejei experimentar na próxima vez que me pegassem.
— Tá gostando, hein, Carmem???
— Ahhh... sim... meus meninos... Não parem até gozarem...!!! Sou de vocês...!!!
Diante daquela visão, aumentei a intensidade do meu vibrador, mexendo minha pélvis de um jeito que sentia minha bunda cada vez mais saindo do assento do meu sofá de couro até ficar pendurada no ar. Imaginei que, se naquela hora um pau bom tivesse pegado minha bunda vindo do chão, teria sido fantástico. Era óbvio que eu ia gozar de novo, e foi o que aconteceu. É que ver ao vivo o que aqueles homens iam exigir que fizessem comigo na próxima vez me deixou com muito tesão. Gozei, tocando o clitóris e me penetrando fundo com meu vibrador em forma de pau preto. Quando terminei, parei a gravação do meu celular em meia hora. O mais incrível era que aqueles homens ainda não tinham gozado. dentro de Carmen, que já tava sentindo o cansaço. Pude ver como as pernas dela ainda tremiam de quatro. Era óbvio que tavam dando duro nela. Enrique beijava a boca dela e os peitos como dava, já que não alcançava tudo. Ramón tirou a pica do cu de Carmen. Um cu dilatado no buraco e escuro por dentro. Ramón bateu a pica na palma da mão, e esse cacete de ébano penetrou a Carmen pela buceta, que se viu tomada vaginalmente por duas rolas de quase 20 centímetros. Se recuperando, ela gemeu de novo. A pica de Enrique, enfiada até os colhões, deu lugar à preta do Ramón, que conseguiu meter inteira sem dificuldade aparente. Tirando força da fraqueza, Carmen mexeu a bunda de novo no ritmo daquelas duas rolas. Tava aproveitando como nunca. — Isso sim é estar cheia, meus valentes!!! — exclamou. Deu tempo de eu preparar um café. Quando voltei pro meu notebook, eles continuavam na mesma. Carmen ia gozar de novo, sem jeito. Enquanto isso, eu via como ela era fodida dos dois lados. Definitivamente, Carmen gozou pela quarta vez, uivando enquanto o corpo inteiro tremia sem parar. — Tô gozandooooo... de novo... gaaaleraaaaa!!! — Eles tiraram as picas dela e se deitaram ao lado, com uns paus duros como nunca tinha visto. Beijaram ela toda. Carmen tava cheia dos braços e pernas grandes, pretos e brancos, daqueles dois caras que tinham fodido ela com loucura. Pra surpresa dela, as picas deles estavam completamente duras. Nem em sonhos ela tinha imaginado ter dois homens assim, olhando pra ela como uma rainha, enchendo ela de beijos e palavras carinhosas que elogiavam o corpo e as curvas de milf. Carmen pensou consigo mesma... — "Porra... que bem mandados a Karen trouxe!!! Não aguento mais...!" Ramón beijou os pelinhos branquinhos da buceta dela e a cicatriz de mãe por cesárea, em cima do púbis. Abriu as pernas dela e começou a chupar a buceta, enfiando os dedos. Carmen gemeu de novo. Suavemente, com a língua, Ramón... conquistou a buceta daquela mulher que antes era tão carente. Enrique beijava ela enquanto sua boca, cabelo, pescoço ao mesmo tempo que acariciava com cuidado os peitos dela. Era evidente que Carmen se sentia mais confortável assim, bem deitada na cama dela como uma rainha. Assim que Enrique mergulhou entre os peitões dela, virou o rosto pra uma câmera bufando pra eu sacar o que tava rolando. Já tinha tomado meu café e tava quebrando umas pipocas. Ramón fazia círculos com a língua em toda a pussy dela e enfiou o dedo anelar no cu de Carmen sem dificuldade nenhuma, e com isso o tom dos gemidos dela aumentou. Ela não esperava. — Aihhh... não esperava essa sobremesa, rapazes... — exclamou Carmen. Ela se viu cercada por dois homens. Um pegando o corpo dela, o outro a parte mais íntima dele, e gozou de novo sem jeito, gemendo pela quinta vez. Tava doida de feliz e se sentia uma mulher. Ramón subiu pelo corpo todo dela, tocando ela por inteiro. E beijou Carmen no rosto, soltando um hálito limpo e perfumado, impregnado do doce cheiro da boceta dela. Tinha dois homens beijando ela. Um na direita, outro na esquerda. O que mais uma mulher podia precisar? Ramón perguntou pro Enrique... — Vamos agora?? — Agora?? Carmen, entre soluços, exclamou surpresa: — O que vocês vão fazer comigo agora?? Eles se vestiram, enfiando com certa dificuldade os paus eretos nas calças, e saíram pra rua. Quando voltaram, trouxeram um puta buquê de flores silvestres que tava esperando no carro. Carmen ficou vermelha que nem um tomate, pelada na cama dela. No buquê tinha um envelope que Carmen abriu ansiosa, e dentro dizia: — "Pra melhor mãe e esposa do mundo..." Ela não aguentou e começou a chorar. — Muito obrigada!!! Isso foi o melhor... Ela se vestiu rapidinho e logo chegou o Carlitos. Colocou os porta-retratos do falecido marido dela de pé de novo, que tinha tirado pra ocasião, e se despediu daqueles dois homens dando um beijo neles. Sim. Assim que se tratava uma mulher... O problema é que eles não tinham gozado... Quando saíram, Ramón perguntou ao Enrique...
—Isso de tomar Viagra é trapacear, hein?
—Valeu a pena. Viu como a Carmen ficou feliz?
—Sim.
—Além disso, se a gente explicar pra Karen, ela vai nos esvaziar sem problema...
O que eles não sabiam é que eu tinha aquela hora e meia no disco rígido do meu notebook, e eles vieram pra minha casa mais tarados que um sacana, tudo graças à minha amiga...
(Continua...)
— E aí, Carmen?
— Bem. Aqui com o Carlitos. Ó, nem te conto como o Ramón é gente boa, hein? Tô louca por ele. Serve pra tudo, minha filha..
— Já sei, já sei... Depois me conta.
— Como você deve ser bem atendida com esses dois homens, hein... Quem me dera...
— Quer que eles vão um dia?
— Ahhh... tá falando sério?
— Sim, claro... você só precisa fazer uma coisa.
— Fala aí. Faço qualquer coisa pra apagar esse fogo... Manda eles virem sexta às 6, que o Carlitos tem piano.
A senha é "FIDELIO".
Com a Carmen era igual comigo. De 46-47 anos, o corpo dela tava totalmente revolucionado numa idade em que a gente acha que o trem do sexo já passou, mas nada mais longe da realidade, porque dura a vida inteira se a gente tiver disposição, claro. Mas é verdade que nessa idade a gente tem experiência, sem complexos nem tabus, e ainda é jovem.
Bem que os caras de 20 anos iam querer pegar duas gostosas como eu e a Carmen...
Contei pros meus meninos, e o Ramón topou de boa. Já o Enrique falou:
— Claro... manda a gente comer sua amiga pra deixar ela satisfeita, como se fôssemos fantoches.
— Eu gosto da Carmen. — disse o Ramón, o negão.
— Claro... você come ela quando quer! Bom... vou fazer um esforço. Porque ela é viúva e até o Ramón pegar ela mês passado, tava há 9 anos no pão e água, senão...
— Faz por mim, Ramón. Ela é muito minha amiga...
Mandei uma mensagem pra Carmen.
— "Eles vão às 6. Faz o que eu te falei, que eu também quero...".
Tava ansiosa. Tinha vezes que tanto rabo por perto me atordoava. E tava menos aqueles dedaços que eu fazia na minha imaginação antes de Enrique e Ramón aparecerem na minha vida. Imaginava vários homens me abordando nos cenários mais inusitados, tipo no campo (como já aconteceu com Enrique e os amigos caçadores no primeiro capítulo), num beco urbano ou num barco no meio do mar. Assim eu dava asas à minha imaginação e podia me sentir suja sem ser, porque no fundo sou uma mulher respeitável. Talvez muitas mulheres não entendam como, tendo duas picas enormes sempre à disposição, eu precise de vez em quando bater uma sozinha. Mas eu precisava, de verdade. As mulheres da nossa idade às vezes preferimos nos masturbar do que ter um homem por perto. Talvez os homens não sejam assim, mas as mulheres, sempre mais ciumentas da nossa intimidade, às vezes precisamos disso, e com mais frequência do que os leitores imaginam, aliás. Ding-Dong...!!!. Não eram nem seis menos quinze e Enrique e Ramón já estavam na casa da minha amiga Carmen. Um com uma camiseta do Metallica, outro com uma do AC/DC, pareciam o Beavis e o Butt-Head. -Oi, garotos!!. Beleza??. Carmen saiu pra recebê-los com uma lingerie de renda branca já surrada e que estava pequena nela. Era óbvio que fazia tempo que não usava aquilo e mostrava o que tinha sido na juventude: uma garota esbelta e magra. A vida tinha transformado generosamente o corpo dela em um corpo voluptuoso e turgente. Claro, ainda mais apetitoso, se é que isso é possível. Ainda por cima, ela vestia um roupão de seda que se ajustava perfeitamente nos peitos e na bunda. Quando beijou os dois homens e se virou de forma graciosa e elegante, olhando pra eles antes com desejo e satisfação, os dois adivinharam através daquele roupão que umas cintas-liga marcavam a bunda dela. Ela não usava sutiã nem calcinha, e no vão dos peitões enormes de mãe, umas finas rugas denunciavam seus 46 anos. Ela estava linda. Uma gostosa de dar água na boca. -Querem alguma coisa antes, garotos??. -Sim. Uma cerveja, pediu Ramón. Quando ela foi pra cozinha, Enrique disse pro Ramón... -Mãe Mía, como é essa tia...
—Já te falei. Olha bem pra ela. Ela deixa qualquer um de pau duro, e você não queria vir, idiota...!
—Toma!!
Enrique deu um pedacinho de Viagra pro Ramón.
—O que é isso?
—Um pouco de Viagra.
—Toma. Retarda a gozada, e essa mulher precisa de uma boa comida. Só a pontinha do comprimido. Se tomar inteiro, não goza em um mês se não tiver disfunção erétil...
Ramón obedeceu.
O tempo passou voando enquanto a gente conversava com essa mulher, que era inteligente e sedutora. Ela pegou o telefone, ligou pro Carlitos e disse:
—Quando terminar a aula de piano, vai pra casa da sua tia merendar. Preciso ir pra Alicante fazer compras.
—Sim, mãe...
—Tão vendo como meu filho é bem mandado? Vamos, galera... agora sim temos a tarde toda...
A única obsessão da Carmen desde que o marido morreu, há 10 anos, era se trancar no quarto pra se masturbar rodeada de câmeras. Ela se deitava nua na cama e, com o vibrador, trabalhava o corpo todo, se filmando em circuito fechado pra depois se masturbar de novo se vendo. Um circuito fechado que ela me deu a senha.
Ela me mandou uma mensagem dizendo que já tava pronta e olhou pra uma das câmeras escondidas, piscando um olho pra mim.
Entrou no quarto com meus dois homens e, na frente deles, tirou o roupão de seda, que caiu no chão como se fosse água, revelando os peitões dela.
Enquanto isso, eu tinha ligado meu notebook na sala, digitado "FIDELIO" e puxado meu consolador. Tava muito cachorra porque ia ver meus dois caras comendo minha melhor amiga com meu consentimento.
Carmen sentou na beira da cama e ficou olhando aqueles dois homens desabotoando as calças e jogando no chão. O resto ela ia fazer.
Ela puxou as cuecas do Ramão e do Enrique, já cheias de paus duros, e foi uma libertação: duas pirocas saltaram como tábuas, loucas pra comer uma mulher madura.
Eu toquei minha buceta, acariciando meu clitóris, e tava... Realmente encharcada. Enfiei meus dedos na frente do meu computador pra alargar enquanto via minha amiga chupando as duas pirocas enormes dos meus caras ao mesmo tempo. Ela tava se esbaldando e nós duas começamos a gemer que nem umas loucas. — Que pau que você tem, Enrique... o do meu negão eu já conhecia de antes, mas o seu não. Que sorte que sua namorada tem quando vocês comem ela juntos!! Por um momento, senti ciúme e inveja dessa minha amiga, mas se eu tinha convencido eles a comerem ela com qualquer desculpa ou premissa, era porque eu os tinha na mão. Além disso, eu precisava ficar sozinha. Pela primeira vez, ia me fazer bem. Nessa altura, eu já tava com uma buceta realmente molhada e dilatada. Pelo menos era o que eu via na câmera do meu celular, já que eu também tava me gravando. — Como eu adoro esses rabos!!! Disse Carmen, colocando eles entre os peitos enormes dela, que tinham mudado de tom por causa da excitação, e subindo e descendo as peles deles ao mesmo tempo. — Vocês gostam, hein? Carmen pegou um pote de lubrificante que usava na buceta dela pra se masturbar e jogou um baita jorro nos peitos. Essas duas pirocas começaram a brilhar enquanto ela as esfregava entre um peito e outro. Ramón e Enrique ofegavam sem parar diante daquela visão. Ramón, mais experiente com ela, enfiou a piroca terrível dele na boca de Carmen, que não parava de balançar os peitos pra deleite de Enrique. — Mmmmm!!! Gemeu Carmen com a piroca do Ramón na boca. Nessa hora, eu já tava com meu vibrador na buceta, me acabando de tanto bater. Consegui fazer força com as paredes da minha buceta e prender ele entre minhas pernas sem deixar escapar pra tocar meus peitos com as mãos. Tava louca de tesão e ia gozar a qualquer momento. Por outro lado, percebi que eles nem tinham começado a aproveitar a Carmen, nem ela esses meus dois pretorianos. Por um momento, Carmen se livrou daquelas pirocas duras que nem castiçais e se deitou na cama, abrindo a buceta com as mãos. — Quem vai me comer primeiro, garotos... Ramón subiu. Foi pra cama e meteu em Carmem de uma vez só, enquanto Enrique não ficou pra trás e encaixou o máximo que pôde o pau dele na boca de Carmem, que soluçava com as estocadas profundas de Ramón. Por um instante, ela soltou o pau de Enrique e exclamou...
— Tão seca por tantos anos e agora tão cheia...!!!!
Diante daquela visão, gozei feito uma puta na frente do meu computador. Quando gozei, meu vibrador caiu no chão, vibrando e encharcado no tapete. Esperei uns minutos pra me enfiar de novo com ele.
Os dois bombavam o corpo de Carmem sem piedade, enquanto ela gemia sem parar, mas não esperava que iam fazer um sanduíche com ela. Enrique deitou de barriga pra cima e enfiou em Carmem, que tinha que afastar os peitos pra conseguir ver o rosto dela. Ramón passou bem o pau dele com lubrificante e atacou devagar o cu de Carmem, que grunhia igual uma loba. As duas cavernas dela soltavam sons molhados que se alternavam um com o outro. Vendo-se empalada pelos dois buracos, ela gozou juntando dois orgasmos um no outro.
Hummmm!!!!!.... Tô gozando!!! Exclamou, por uns 30 segundos...
Nunca tinham feito isso comigo e eu desejei experimentar na próxima vez que me pegassem.
— Tá gostando, hein, Carmem???
— Ahhh... sim... meus meninos... Não parem até gozarem...!!! Sou de vocês...!!!
Diante daquela visão, aumentei a intensidade do meu vibrador, mexendo minha pélvis de um jeito que sentia minha bunda cada vez mais saindo do assento do meu sofá de couro até ficar pendurada no ar. Imaginei que, se naquela hora um pau bom tivesse pegado minha bunda vindo do chão, teria sido fantástico. Era óbvio que eu ia gozar de novo, e foi o que aconteceu. É que ver ao vivo o que aqueles homens iam exigir que fizessem comigo na próxima vez me deixou com muito tesão. Gozei, tocando o clitóris e me penetrando fundo com meu vibrador em forma de pau preto. Quando terminei, parei a gravação do meu celular em meia hora. O mais incrível era que aqueles homens ainda não tinham gozado. dentro de Carmen, que já tava sentindo o cansaço. Pude ver como as pernas dela ainda tremiam de quatro. Era óbvio que tavam dando duro nela. Enrique beijava a boca dela e os peitos como dava, já que não alcançava tudo. Ramón tirou a pica do cu de Carmen. Um cu dilatado no buraco e escuro por dentro. Ramón bateu a pica na palma da mão, e esse cacete de ébano penetrou a Carmen pela buceta, que se viu tomada vaginalmente por duas rolas de quase 20 centímetros. Se recuperando, ela gemeu de novo. A pica de Enrique, enfiada até os colhões, deu lugar à preta do Ramón, que conseguiu meter inteira sem dificuldade aparente. Tirando força da fraqueza, Carmen mexeu a bunda de novo no ritmo daquelas duas rolas. Tava aproveitando como nunca. — Isso sim é estar cheia, meus valentes!!! — exclamou. Deu tempo de eu preparar um café. Quando voltei pro meu notebook, eles continuavam na mesma. Carmen ia gozar de novo, sem jeito. Enquanto isso, eu via como ela era fodida dos dois lados. Definitivamente, Carmen gozou pela quarta vez, uivando enquanto o corpo inteiro tremia sem parar. — Tô gozandooooo... de novo... gaaaleraaaaa!!! — Eles tiraram as picas dela e se deitaram ao lado, com uns paus duros como nunca tinha visto. Beijaram ela toda. Carmen tava cheia dos braços e pernas grandes, pretos e brancos, daqueles dois caras que tinham fodido ela com loucura. Pra surpresa dela, as picas deles estavam completamente duras. Nem em sonhos ela tinha imaginado ter dois homens assim, olhando pra ela como uma rainha, enchendo ela de beijos e palavras carinhosas que elogiavam o corpo e as curvas de milf. Carmen pensou consigo mesma... — "Porra... que bem mandados a Karen trouxe!!! Não aguento mais...!" Ramón beijou os pelinhos branquinhos da buceta dela e a cicatriz de mãe por cesárea, em cima do púbis. Abriu as pernas dela e começou a chupar a buceta, enfiando os dedos. Carmen gemeu de novo. Suavemente, com a língua, Ramón... conquistou a buceta daquela mulher que antes era tão carente. Enrique beijava ela enquanto sua boca, cabelo, pescoço ao mesmo tempo que acariciava com cuidado os peitos dela. Era evidente que Carmen se sentia mais confortável assim, bem deitada na cama dela como uma rainha. Assim que Enrique mergulhou entre os peitões dela, virou o rosto pra uma câmera bufando pra eu sacar o que tava rolando. Já tinha tomado meu café e tava quebrando umas pipocas. Ramón fazia círculos com a língua em toda a pussy dela e enfiou o dedo anelar no cu de Carmen sem dificuldade nenhuma, e com isso o tom dos gemidos dela aumentou. Ela não esperava. — Aihhh... não esperava essa sobremesa, rapazes... — exclamou Carmen. Ela se viu cercada por dois homens. Um pegando o corpo dela, o outro a parte mais íntima dele, e gozou de novo sem jeito, gemendo pela quinta vez. Tava doida de feliz e se sentia uma mulher. Ramón subiu pelo corpo todo dela, tocando ela por inteiro. E beijou Carmen no rosto, soltando um hálito limpo e perfumado, impregnado do doce cheiro da boceta dela. Tinha dois homens beijando ela. Um na direita, outro na esquerda. O que mais uma mulher podia precisar? Ramón perguntou pro Enrique... — Vamos agora?? — Agora?? Carmen, entre soluços, exclamou surpresa: — O que vocês vão fazer comigo agora?? Eles se vestiram, enfiando com certa dificuldade os paus eretos nas calças, e saíram pra rua. Quando voltaram, trouxeram um puta buquê de flores silvestres que tava esperando no carro. Carmen ficou vermelha que nem um tomate, pelada na cama dela. No buquê tinha um envelope que Carmen abriu ansiosa, e dentro dizia: — "Pra melhor mãe e esposa do mundo..." Ela não aguentou e começou a chorar. — Muito obrigada!!! Isso foi o melhor... Ela se vestiu rapidinho e logo chegou o Carlitos. Colocou os porta-retratos do falecido marido dela de pé de novo, que tinha tirado pra ocasião, e se despediu daqueles dois homens dando um beijo neles. Sim. Assim que se tratava uma mulher... O problema é que eles não tinham gozado... Quando saíram, Ramón perguntou ao Enrique...
—Isso de tomar Viagra é trapacear, hein?
—Valeu a pena. Viu como a Carmen ficou feliz?
—Sim.
—Além disso, se a gente explicar pra Karen, ela vai nos esvaziar sem problema...
O que eles não sabiam é que eu tinha aquela hora e meia no disco rígido do meu notebook, e eles vieram pra minha casa mais tarados que um sacana, tudo graças à minha amiga...
(Continua...)
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