Caminhava pela rua 221, tentando encontrar meu namorado, Lucas. O combinado era que, ao sair do trabalho, eu atravessasse o parque e pegasse a rua 221, andando devagar, olhando as vitrines dos muitos comércios que existiam naquela via, até que Lucas me alcançasse no carro dele. Já tinha andado quase seis quarteirões quando ouço a buzina alegre do carro do meu amado Lucas. Que satisfação ouvir aquela buzina; começava a escurecer, e as recomendações eram: quando o sol se põe, ficar em casa ou em lugar seguro.
O carro se aproximou de mim, Lucas abriu a porta. Mal terminei de subir e sinto suas mãos, seus braços, me puxando para ele, seus lábios procurando os meus e os encontrando na hora. Não fiz nenhum esforço para que não os encontrasse. Sua língua, úmida, quente, percorria minha boca entreaberta e a penetrou, buscando minha língua. Nos beijamos intensamente até sentir que outro motorista buzinava, sinal de irritação por estarmos parados atrapalhando o trânsito.
Lucas arrancou com o carro, eu me acomodei no banco, ajustei o cinto de segurança e torci levemente as pernas na direção do meu namorado. Eu tinha me vestido com uma minissaia justa ao corpo, uma regata curta que mostrava minha barriguinha, com uma tatuagem de um golfinho no lado direito que mergulhava em direção à minha buceta, meias escuras com ligas, sapatos de salto alto e uma bolsinha pequena pendurada no ombro. Lucas alternava a direção do veículo com carícias e palavras doces; a mão esquerda no volante e a direita alternando entre a alavanca de câmbio e meus joelhos, tentando separá-los, coisa que estava prestes a conseguir.
O carro parou num semáforo, e ele aproveitou para me dar outro beijinho, que eu respondi com vontade. Eu era fascinada pelo perfume que ele usava; tinha sido eu quem deu de presente, me fazia sentir muito bem. É que Lucas me dominava; estar com ele era um prazer, era um cara muito vital. Eu achava que a idade dele era o melhor que... Tinha. Aos 38 anos (6 a mais que eu), ele tinha um corpo esplêndido, praticava natação, se cuidava na alimentação, era um homem muito disciplinado, em tudo, menos no sexo, aí não conseguia se segurar nem, mesmo que eu me esforçasse e nunca tinha me esforçado porque tudo que ele fazia comigo eu gostava. Eu estava realmente muito apaixonada por ele.
Claro que ele aproveitou aquela parada para pegar minha mão esquerda e levar até a virilha dele, sabia o que viria depois. Conhecia muito bem o Lucas, ele empurrou minha mão para cima e quando senti o pau dele, tive a sensação de que ele carregava uma pedra entre as pernas. Não foi mais do que sentir minha mão no pau dele, para ele me dar um beijo no pescoço que fez minha pele arrepiar, continuou até achar minha orelha e enfiou a língua dentro, percorrendo cada curva da minha orelha, não, não consegui resistir, estava molhada, minha pele arrepiada e Lucas percebia.
Mudou de direção, pegando o caminho do parque Jauregui, um lugar que à noite é frequentado por motoristas que buscam um pouco de privacidade. Era muito cedo, não tinha quase ninguém, ele parou o carro na grama, debaixo de umas árvores frondosas e se jogou em cima de mim. Tentou abrir minhas pernas com uma das dele e conseguiu, não fiz o menor esforço para impedir. Ele estava louco de tesão, pedi para ele se acalmar um pouco e ele voltou para o banco dele, senti a mão dele acariciando meu cabelo e depois empurrando a parte de trás da minha cabeça em direção à virilha dele. Era inequívoco o que ele queria, queria sexo oral e já. Enquanto eu ia chegando onde Lucas empurrava minha cabeça, com o outro braço ele tirou o pau dele para fora da calça, eu peguei com minhas mãos e depois de beijá-lo longamente, suavemente, como quem beija um santo, enfiei ele dentro da minha boca com todo o meu prazer, minha língua percorria ele por todos os lados e com minha boca comecei a me mexer, com toda a doçura que sou capaz de dar, tentando engolir ele por inteiro. De repente, sentia ele na minha garganta, me Eu me afogava, mas adorava, curtia pra caralho, até que comecei a sentir uns espasmos que anunciavam que o final tava chegando. Tirei minha boca da pica dele, não queria ficar sem sentir ela dentro, eu também tava muito tesuda, me levantei e puxei ele pra perto, queria que ele me penetrasse, queria sentir aquela rola dentro de mim.
Lucas puxou meu banco pra trás, até o máximo, e me fez ficar de joelhos no banco de costas pra ele. Levantei a saia até a cintura, puxei minha calcinha fio dental pro lado, e Lucas veio por trás pra me meter na minha buceta. Não deu nem tempo de sentir a cabeça dele empurrando meus lábios e já tava toda dentro, tava super lubrificada, que delícia sentir aquela rola empurrando, entrando e saindo, curti demais. Lucas não parava de percorrer meu corpo com as mãos, tinha tirado meus peitos pra fora da blusa, acariciava, beliscava meus mamilos, eu tava louca de tesão, que bom ser comida por um homem assim.
A gente tava no melhor da foda com Lucas, quando sentimos que dos dois lados do carro estavam empurrando o veículo com uma violência tão grande que parecia que iam virar ele. Eram cinco pessoas, animais, na verdade, que não vinham com as melhores intenções. Lucas tentou chegar no banco do motorista pra ligar o carro e fugir dali, mas não deu. Um deles quebrou o vidro, enfiando metade do corpo dentro do carro, com uma arma apontada pra cabeça de Lucas.
Na hora, imobilizaram ele, tiraram ele do carro na porrada, três seguraram ele e bateram selvagemente até ele apagar. Os outros dois foram na minha porta, abriram, e um deles me pegou pelo pescoço, apertando de um jeito que dificultou minha respiração. Me arrastaram até uma van que estacionou do lado do nosso carro, carregaram o Lucas e, na base da arma e puxando meu cabelo, me obrigaram a subir. Outro dos bandidos já tinha subido no carro de Lucas, ligou o motor e saiu. Ele se mandou rapidinho com o nosso carro. Eu e o Lucas estávamos deitados na parte de trás da van, que já tava indo pra sei lá onde. O Lucas tava pelado da cintura pra baixo e eu tinha conseguido puxar minha saia pra baixo e ajeitar a camiseta.
Um dos caras, o que vinha atrás com a gente, gritou pra mim que, se eu quisesse continuar viva, não tentasse olhar na cara deles e parasse de chorar, coisa que eu não consegui obedecer, tava apavorada. Depois de quase 1 hora de viagem, me tiraram do carro numa casa numa área rural, dava pra ouvir o coaxar dos sapos, que anunciava uma chuva chegando. O cara que tava me vigiando achou divertido me puxar pelos cabelos, igual quem leva um bicho, e assim me levou pra dentro da casa e, já lá, até o que parecia ser um quarto.
- Olha aqui, gatinha, de agora em diante, você vai ter que ser boazinha, não adianta gritar, nem continuar chorando, ninguém vai te ouvir.
Meu coração tava batendo forte, parecia que ia pular pra fora do peito, comecei a tremer, meus dentes batiam os de cima nos de baixo e eu não conseguia fazer nada pra parar.
- Tira essa roupinha, deita na caminha, que a gente já vai te dar o que você merece - disse um que só tinha aparecido na porta pra espiar como tava a situação.
Eu implorei pro cara que tava me vigiando me deixar fugir, prometi dinheiro, prometi que daria o que ele pedisse, mas que não deixasse nada acontecer comigo. Foi pior, acho que ele era o mais filho da puta dos cinco.
Ele se aproximou devagar e, fingindo que ia me dar uma resposta pros meus pedidos, falou:
- Deixa eu ver suas pernas, quero ver sua calcinha, você prometeu me dar o que eu pedisse, cumpre sua parte.
Eu não sabia o que pensar, muito menos o que fazer pra sair dessa situação. Por um instante, me passou pela cabeça que, se eu fosse boazinha com esse cara, podia conseguir algum favor dele, tipo me deixar fugir ou me proteger dos outros bandidos. Resolvi me comportar, tava apavorada, não sabia o que Pior ainda poderia ser.
Levantei um pouco a minissaia, na verdade não precisei levantar muito pra mostrar minhas pernas e nisso ele descobre que eu tô usando meia com liga. Ele ficou louco, eufórico pra caralho. Tentei acalmá-lo, falei que ia ser boazinha com ele, mas que ele teria que me deixar ir, queria fugir, não pensava em outra coisa. Tinha esquecido completamente do Lucas, nem sequer pensei que algo poderia ter acontecido com ele.
O cara pega uma das minhas mãos e leva até o pau dele, senti meio dormente, mas endureceu na hora que senti o tamanho. Ele abaixou a calça pra tirar ele pra fora e junto com o pau saiu um cheiro forte de mijo. Ele segurou minha cabeça e pediu pra eu chupar ele.
- Você disse que ia ser boazinha comigo, chupa ele, devagar, me mostra o que você sabe fazer.
Não tive escolha a não ser obedecer, tentei não respirar enquanto ele levava o pau até minha boca, abri os lábios e chupei o melhor que pude, o cara começou a bombar como se tivesse me comendo pela boca e de repente sinto o gozo dele chegando na minha garganta, me fazendo engasgar, a euforia chegou no limite, ele segurou minha cabeça com as duas mãos, com força contra o corpo dele, pra eu não conseguir tirar o pau da boca, quando acabou a última gota de gozo, ele falou bem baixinho, só pra eu ouvir:
- Engole até a última gotinha de gozo, quero que você me mostre a boca, bem aberta pra eu ver que me obedeceu, entendeu?
Eu obedeci, engoli todo o gozo dele e, levantando a cabeça na direção dele, ofereci minha boca bem aberta pra ele examinar e ver que cumpri o que ele queria.
O cara, depois de verificar que eu fiz o que ele pediu, mandou eu ficar de pé em cima da cama, que queria me ver de meia e liga. Eu fiz, e o que consegui? Que o cara gritasse:
- Galera, venham ver a putinha - gritou pros comparsas dele - olha o que essa putinha tá usando, olha o peixinho que ela tatuou, olha pra onde o peixinho aponta. Nisso, entraram os amigos dele, que estavam bebendo e, com certeza, tramando o que fazer com a gente.
- Antes de tudo, temos que vendar os olhos dela - disse alguém que devia ser o que mandava mais. Meu vigia me venda os olhos rapidamente e, me segurando pelo braço, diz:
- Os caras querem te ver, então é melhor você levantar e dar uma voltinha.
Nessa altura do campeonato, eu já não sabia mais o que fazer. Fui boazinha com um e acabei traída. Enquanto tenho esses pensamentos, um me empurra e arranca minha saia, e esfrega a pica no meu cu. Me aperta tão forte com o braço na minha cintura que corta minha respiração. Eu sentia a pica dele crescendo contra meu cu. O cara, que devia ser um gordo barrigudo, afrouxou o braço e me deu um empurrão nas costas que me jogou de boca na cama, pra se jogar em cima de mim e agora sim eu não conseguia respirar nada. Senti um alívio quando ele levantou uma parte do corpo, mas era pra tirar a pica da calça e passar na minha fenda, de cima pra baixo, fazendo força pra entrar em algum dos meus buracos. Na luta dele, sinto a cabeça começar a penetrar minha buceta, mas não, ele tira, se levanta de cima de mim, cospe no meu cu e, com o dedo grosso e áspero, espalha essa cusparada pelos arredores do meu ânus. A intenção era clara.
- Por favor não, pelo cu não, não vou aguentar... - eu chorava e implorava sem conseguir nada.
- Que não vai aguentar, vai ver como vai aguentar.
Sinto a cabeça começar a entrar e o animal que estava em cima de mim para. Por um instante, achei que tinha tido pena de mim. Tava muito enganada. Só parou pra tomar um impulso forte e, de uma vez, enfiou toda a pica gorda e dura dentro do meu cu. Dei um grito muito forte, mistura de dor com indignação, com frustração. Ele tinha penetrado meu cu como o pior dos selvagens e agora bombeava, festejando a conquista, na vista dos outros animais, que o incentivavam.
Um dos selvagens que incentivava meu estuprador da vez, se aproxima e bate na minha cara com o pau dele, passa na minha boca, nas bochechas molhadas de lágrimas, na testa, pressiona a cabeça do pau nos meus lábios, que mantenho fechados, com careta de nojo, até que levo um soco forte, acho que desse animal, pra eu abrir a boca.
- Você vai chupar meu pau, puta, vai chupar até eu mandar parar, entendeu?
Não conseguia responder pra esse animal, porque ele já tinha enfiado o pau inteiro na minha boca. Ele era curto, dava pra sentir que era bem grosso, não tão fedido quanto o que eu tinha chupado minutos antes. Eu já me sentia em outro planeta, por um lado, estavam arrombando meu cu de um jeito violento pra caralho, eu rezava pra o cara gozar e me deixar o cu livre, não aguentava mais e por sorte ele gozou e, como era bruto, tirou o pau de uma vez, me causando tanta dor quanto quando colocou.
Obviamente não iam me deixar em paz. Chega o quarto dos caras pra usar de mim. Me pega como se eu fosse um pacote e me deita de costas, com a bunda na beirada da cama. Enquanto me virava, o pau que eu tinha na boca escapou, então o cara veio pra cima de novo.
- Você abre a boca sozinha ou eu te bato - ele falou num tom ameaçador
- Por favor, não me batam mais, tão destruindo meu corpo inteiro, tenham piedade de mim - implorei, mas nada ia fazer efeito neles.
Não consegui continuar implorando, porque o animal me calou enfiando o pau na minha boca, me fazendo engasgar quando o pau batia na minha garganta. O quarto dos animais pegou minhas pernas e levantou, expondo minha buceta pra todos ali, achei que esse selvagem tivesse algum lado sensível quando senti ele passar um lubrificante pra facilitar a penetração. Não era isso, acontece que esse animal tinha um pau grande igual o de um cavalo, senti uma dor do caralho quando ele foi me penetrando, era muito grosso, não acabava mais. nunca conseguia entrar, me doíam os ovários, não aguentava mais e ele continuava forçando pra entrar mais fundo em mim.
O que meio que me salvava era que ele não tava muito duro, ele se mexeu um pouquinho e acho que fingiu que tinha gozado, porque eu não senti nada, ele tirou quase na hora.
Já na boca, senti o gozo, o segundo em poucos minutos, que por sorte consegui cuspir, sem ninguém perceber. Os caras foram embora na boa, me deixaram sozinha no quarto, no escuro total e amarrada na cama pra eu não dar trabalho. Agora sim, eu comecei a pensar no Lucas, o que seria do meu querido Lucas. Torcia pra ele nunca ficar sabendo de tudo que fizeram comigo. Não passaram nem 10 ou 15 minutos, a porta abre de novo, os caras maus chegaram, arrastando o Lucas. Lucas ainda tava com a camisa branca, toda suja e manchada de sangue, e da cintura pra baixo completamente pelado.
Trouxeram o Lucas, que depois eu soube que também tava de olhos vendados, e fizeram ele deitar na cama de través, ajoelhado no chão com o corpo em cima da cama, amarrando os braços dele na cabeceira e os pés na outra ponta, pra deixar ele imobilizado. Fizeram a mesma coisa com as pernas dele. Enquanto isso, eu pensava que iam açoitar ele ou algo assim, mas não, tava enganada. Foi uma surpresa danada quando comecei a perceber que todos aqueles brutamontes vinham pra cima da gente, enquanto um me segurava totalmente imóvel, outros três se jogavam em cima do Lucas pra segurar ele do mesmo jeito, e o que sobrou se ajoelhava atrás do Lucas e se deitava sobre ele. Não conseguiam segurar ele, ele não parava quieto, começaram a bater nele até deixar ele semiconsciente, e aí o cara que tava atrás do Lucas se jogou em cima e começou a penetrar ele devagar, aproveitando cada mínimo movimento do Lucas pra enfiar mais e mais fundo, até o pau dele sumir inteiro no cu do Lucas. Aí o cara relaxou e começou a comer ele com tudo. Tranquilidade, até que um dos caras, visivelmente excitado, quis que um de nós dois (Lucas ou eu) chupasse a pica dele.
Prevendo alguma reação violenta do Lucas, ele enfiou uma faca na minha garganta antes e disse baixinho no ouvido do meu namorado, sussurrando:
- Tô com a ponta da faca na garganta da putinha, ela foi boazinha e colaborou com a gente, a gente comeu ela bem comida, como se faz com as cachorras, e sabe o quê? Eu gozo pra caralho.
- Agora é tua vez, já tem uma pica enfiada no teu cu, agora tu vai ter a chance de ter uma na tua boca ou prefere que essa pica vá na boca da putinha? Tu decide.
Enquanto ele terminava de falar, Lucas entreabriu os lábios, não sei se pra responder ou pra deixar a pica do cara que tava pressionando ele entrar. O cara pegou ele pelas orelhas e começou a bombar com força até gozar na boca dele, tirou a pica escorrendo e pediu pra eu secar com a minha língua.
Não consegui resistir, ele ia me bater de novo. Nisso, o estuprador do Lucas se levantou e pediu pra eu fazer o mesmo.
Aquela pica tinha um cheiro ruim, tinha acabado de desvirginar um cu, percebi que enquanto eu passava a língua na pica, ela ficava dura e grossa de novo, não sabia como evitar que ele ficasse de pau duro de novo. Ele tirou a pica da minha boca, me pegou pelos cabelos e mandou eu ficar de quatro, ia me comer no cu como se fode uma puta. Eu disse não e, pá, levei um tapa violento que me jogou no chão.
- Aqui, em cima da cama, na beirada e de quatro - ele gritou, obedeci e fui penetrada no cu de novo, não sei por quanto tempo, o cara não conseguiu terminar, me largou porque tava exausto.
Um deles, o que parecia ser o líder, disse que já era o suficiente, que tinham que nos levar de volta pra cidade, e foi o que fizeram, nos levaram de olhos vendados e nos deixaram numa área pouco habitada. O Lucas ainda tava nu da cintura pra baixo e eu só de meia-calça e cinta-liga, completamente nua. Pelada. Antes de nos largarem lá, falaram que não era bom a gente fazer boletim de ocorrência, porque quando a polícia nos examinasse, iam ver que o Lucas teve o cu arrombado e isso ia sair em rádio, jornal e televisão.
A gente foi pego por um caminhão que tava indo pra zona portuária, achando que a gente era puta ou travesti, e por sorte ele ajudou, dando roupa e um dinheiro pra gente voltar pra casa.
Essa foi a história de uma noite infernal.
O carro se aproximou de mim, Lucas abriu a porta. Mal terminei de subir e sinto suas mãos, seus braços, me puxando para ele, seus lábios procurando os meus e os encontrando na hora. Não fiz nenhum esforço para que não os encontrasse. Sua língua, úmida, quente, percorria minha boca entreaberta e a penetrou, buscando minha língua. Nos beijamos intensamente até sentir que outro motorista buzinava, sinal de irritação por estarmos parados atrapalhando o trânsito.
Lucas arrancou com o carro, eu me acomodei no banco, ajustei o cinto de segurança e torci levemente as pernas na direção do meu namorado. Eu tinha me vestido com uma minissaia justa ao corpo, uma regata curta que mostrava minha barriguinha, com uma tatuagem de um golfinho no lado direito que mergulhava em direção à minha buceta, meias escuras com ligas, sapatos de salto alto e uma bolsinha pequena pendurada no ombro. Lucas alternava a direção do veículo com carícias e palavras doces; a mão esquerda no volante e a direita alternando entre a alavanca de câmbio e meus joelhos, tentando separá-los, coisa que estava prestes a conseguir.
O carro parou num semáforo, e ele aproveitou para me dar outro beijinho, que eu respondi com vontade. Eu era fascinada pelo perfume que ele usava; tinha sido eu quem deu de presente, me fazia sentir muito bem. É que Lucas me dominava; estar com ele era um prazer, era um cara muito vital. Eu achava que a idade dele era o melhor que... Tinha. Aos 38 anos (6 a mais que eu), ele tinha um corpo esplêndido, praticava natação, se cuidava na alimentação, era um homem muito disciplinado, em tudo, menos no sexo, aí não conseguia se segurar nem, mesmo que eu me esforçasse e nunca tinha me esforçado porque tudo que ele fazia comigo eu gostava. Eu estava realmente muito apaixonada por ele.
Claro que ele aproveitou aquela parada para pegar minha mão esquerda e levar até a virilha dele, sabia o que viria depois. Conhecia muito bem o Lucas, ele empurrou minha mão para cima e quando senti o pau dele, tive a sensação de que ele carregava uma pedra entre as pernas. Não foi mais do que sentir minha mão no pau dele, para ele me dar um beijo no pescoço que fez minha pele arrepiar, continuou até achar minha orelha e enfiou a língua dentro, percorrendo cada curva da minha orelha, não, não consegui resistir, estava molhada, minha pele arrepiada e Lucas percebia.
Mudou de direção, pegando o caminho do parque Jauregui, um lugar que à noite é frequentado por motoristas que buscam um pouco de privacidade. Era muito cedo, não tinha quase ninguém, ele parou o carro na grama, debaixo de umas árvores frondosas e se jogou em cima de mim. Tentou abrir minhas pernas com uma das dele e conseguiu, não fiz o menor esforço para impedir. Ele estava louco de tesão, pedi para ele se acalmar um pouco e ele voltou para o banco dele, senti a mão dele acariciando meu cabelo e depois empurrando a parte de trás da minha cabeça em direção à virilha dele. Era inequívoco o que ele queria, queria sexo oral e já. Enquanto eu ia chegando onde Lucas empurrava minha cabeça, com o outro braço ele tirou o pau dele para fora da calça, eu peguei com minhas mãos e depois de beijá-lo longamente, suavemente, como quem beija um santo, enfiei ele dentro da minha boca com todo o meu prazer, minha língua percorria ele por todos os lados e com minha boca comecei a me mexer, com toda a doçura que sou capaz de dar, tentando engolir ele por inteiro. De repente, sentia ele na minha garganta, me Eu me afogava, mas adorava, curtia pra caralho, até que comecei a sentir uns espasmos que anunciavam que o final tava chegando. Tirei minha boca da pica dele, não queria ficar sem sentir ela dentro, eu também tava muito tesuda, me levantei e puxei ele pra perto, queria que ele me penetrasse, queria sentir aquela rola dentro de mim.
Lucas puxou meu banco pra trás, até o máximo, e me fez ficar de joelhos no banco de costas pra ele. Levantei a saia até a cintura, puxei minha calcinha fio dental pro lado, e Lucas veio por trás pra me meter na minha buceta. Não deu nem tempo de sentir a cabeça dele empurrando meus lábios e já tava toda dentro, tava super lubrificada, que delícia sentir aquela rola empurrando, entrando e saindo, curti demais. Lucas não parava de percorrer meu corpo com as mãos, tinha tirado meus peitos pra fora da blusa, acariciava, beliscava meus mamilos, eu tava louca de tesão, que bom ser comida por um homem assim.
A gente tava no melhor da foda com Lucas, quando sentimos que dos dois lados do carro estavam empurrando o veículo com uma violência tão grande que parecia que iam virar ele. Eram cinco pessoas, animais, na verdade, que não vinham com as melhores intenções. Lucas tentou chegar no banco do motorista pra ligar o carro e fugir dali, mas não deu. Um deles quebrou o vidro, enfiando metade do corpo dentro do carro, com uma arma apontada pra cabeça de Lucas.
Na hora, imobilizaram ele, tiraram ele do carro na porrada, três seguraram ele e bateram selvagemente até ele apagar. Os outros dois foram na minha porta, abriram, e um deles me pegou pelo pescoço, apertando de um jeito que dificultou minha respiração. Me arrastaram até uma van que estacionou do lado do nosso carro, carregaram o Lucas e, na base da arma e puxando meu cabelo, me obrigaram a subir. Outro dos bandidos já tinha subido no carro de Lucas, ligou o motor e saiu. Ele se mandou rapidinho com o nosso carro. Eu e o Lucas estávamos deitados na parte de trás da van, que já tava indo pra sei lá onde. O Lucas tava pelado da cintura pra baixo e eu tinha conseguido puxar minha saia pra baixo e ajeitar a camiseta.
Um dos caras, o que vinha atrás com a gente, gritou pra mim que, se eu quisesse continuar viva, não tentasse olhar na cara deles e parasse de chorar, coisa que eu não consegui obedecer, tava apavorada. Depois de quase 1 hora de viagem, me tiraram do carro numa casa numa área rural, dava pra ouvir o coaxar dos sapos, que anunciava uma chuva chegando. O cara que tava me vigiando achou divertido me puxar pelos cabelos, igual quem leva um bicho, e assim me levou pra dentro da casa e, já lá, até o que parecia ser um quarto.
- Olha aqui, gatinha, de agora em diante, você vai ter que ser boazinha, não adianta gritar, nem continuar chorando, ninguém vai te ouvir.
Meu coração tava batendo forte, parecia que ia pular pra fora do peito, comecei a tremer, meus dentes batiam os de cima nos de baixo e eu não conseguia fazer nada pra parar.
- Tira essa roupinha, deita na caminha, que a gente já vai te dar o que você merece - disse um que só tinha aparecido na porta pra espiar como tava a situação.
Eu implorei pro cara que tava me vigiando me deixar fugir, prometi dinheiro, prometi que daria o que ele pedisse, mas que não deixasse nada acontecer comigo. Foi pior, acho que ele era o mais filho da puta dos cinco.
Ele se aproximou devagar e, fingindo que ia me dar uma resposta pros meus pedidos, falou:
- Deixa eu ver suas pernas, quero ver sua calcinha, você prometeu me dar o que eu pedisse, cumpre sua parte.
Eu não sabia o que pensar, muito menos o que fazer pra sair dessa situação. Por um instante, me passou pela cabeça que, se eu fosse boazinha com esse cara, podia conseguir algum favor dele, tipo me deixar fugir ou me proteger dos outros bandidos. Resolvi me comportar, tava apavorada, não sabia o que Pior ainda poderia ser.
Levantei um pouco a minissaia, na verdade não precisei levantar muito pra mostrar minhas pernas e nisso ele descobre que eu tô usando meia com liga. Ele ficou louco, eufórico pra caralho. Tentei acalmá-lo, falei que ia ser boazinha com ele, mas que ele teria que me deixar ir, queria fugir, não pensava em outra coisa. Tinha esquecido completamente do Lucas, nem sequer pensei que algo poderia ter acontecido com ele.
O cara pega uma das minhas mãos e leva até o pau dele, senti meio dormente, mas endureceu na hora que senti o tamanho. Ele abaixou a calça pra tirar ele pra fora e junto com o pau saiu um cheiro forte de mijo. Ele segurou minha cabeça e pediu pra eu chupar ele.
- Você disse que ia ser boazinha comigo, chupa ele, devagar, me mostra o que você sabe fazer.
Não tive escolha a não ser obedecer, tentei não respirar enquanto ele levava o pau até minha boca, abri os lábios e chupei o melhor que pude, o cara começou a bombar como se tivesse me comendo pela boca e de repente sinto o gozo dele chegando na minha garganta, me fazendo engasgar, a euforia chegou no limite, ele segurou minha cabeça com as duas mãos, com força contra o corpo dele, pra eu não conseguir tirar o pau da boca, quando acabou a última gota de gozo, ele falou bem baixinho, só pra eu ouvir:
- Engole até a última gotinha de gozo, quero que você me mostre a boca, bem aberta pra eu ver que me obedeceu, entendeu?
Eu obedeci, engoli todo o gozo dele e, levantando a cabeça na direção dele, ofereci minha boca bem aberta pra ele examinar e ver que cumpri o que ele queria.
O cara, depois de verificar que eu fiz o que ele pediu, mandou eu ficar de pé em cima da cama, que queria me ver de meia e liga. Eu fiz, e o que consegui? Que o cara gritasse:
- Galera, venham ver a putinha - gritou pros comparsas dele - olha o que essa putinha tá usando, olha o peixinho que ela tatuou, olha pra onde o peixinho aponta. Nisso, entraram os amigos dele, que estavam bebendo e, com certeza, tramando o que fazer com a gente.
- Antes de tudo, temos que vendar os olhos dela - disse alguém que devia ser o que mandava mais. Meu vigia me venda os olhos rapidamente e, me segurando pelo braço, diz:
- Os caras querem te ver, então é melhor você levantar e dar uma voltinha.
Nessa altura do campeonato, eu já não sabia mais o que fazer. Fui boazinha com um e acabei traída. Enquanto tenho esses pensamentos, um me empurra e arranca minha saia, e esfrega a pica no meu cu. Me aperta tão forte com o braço na minha cintura que corta minha respiração. Eu sentia a pica dele crescendo contra meu cu. O cara, que devia ser um gordo barrigudo, afrouxou o braço e me deu um empurrão nas costas que me jogou de boca na cama, pra se jogar em cima de mim e agora sim eu não conseguia respirar nada. Senti um alívio quando ele levantou uma parte do corpo, mas era pra tirar a pica da calça e passar na minha fenda, de cima pra baixo, fazendo força pra entrar em algum dos meus buracos. Na luta dele, sinto a cabeça começar a penetrar minha buceta, mas não, ele tira, se levanta de cima de mim, cospe no meu cu e, com o dedo grosso e áspero, espalha essa cusparada pelos arredores do meu ânus. A intenção era clara.
- Por favor não, pelo cu não, não vou aguentar... - eu chorava e implorava sem conseguir nada.
- Que não vai aguentar, vai ver como vai aguentar.
Sinto a cabeça começar a entrar e o animal que estava em cima de mim para. Por um instante, achei que tinha tido pena de mim. Tava muito enganada. Só parou pra tomar um impulso forte e, de uma vez, enfiou toda a pica gorda e dura dentro do meu cu. Dei um grito muito forte, mistura de dor com indignação, com frustração. Ele tinha penetrado meu cu como o pior dos selvagens e agora bombeava, festejando a conquista, na vista dos outros animais, que o incentivavam.
Um dos selvagens que incentivava meu estuprador da vez, se aproxima e bate na minha cara com o pau dele, passa na minha boca, nas bochechas molhadas de lágrimas, na testa, pressiona a cabeça do pau nos meus lábios, que mantenho fechados, com careta de nojo, até que levo um soco forte, acho que desse animal, pra eu abrir a boca.
- Você vai chupar meu pau, puta, vai chupar até eu mandar parar, entendeu?
Não conseguia responder pra esse animal, porque ele já tinha enfiado o pau inteiro na minha boca. Ele era curto, dava pra sentir que era bem grosso, não tão fedido quanto o que eu tinha chupado minutos antes. Eu já me sentia em outro planeta, por um lado, estavam arrombando meu cu de um jeito violento pra caralho, eu rezava pra o cara gozar e me deixar o cu livre, não aguentava mais e por sorte ele gozou e, como era bruto, tirou o pau de uma vez, me causando tanta dor quanto quando colocou.
Obviamente não iam me deixar em paz. Chega o quarto dos caras pra usar de mim. Me pega como se eu fosse um pacote e me deita de costas, com a bunda na beirada da cama. Enquanto me virava, o pau que eu tinha na boca escapou, então o cara veio pra cima de novo.
- Você abre a boca sozinha ou eu te bato - ele falou num tom ameaçador
- Por favor, não me batam mais, tão destruindo meu corpo inteiro, tenham piedade de mim - implorei, mas nada ia fazer efeito neles.
Não consegui continuar implorando, porque o animal me calou enfiando o pau na minha boca, me fazendo engasgar quando o pau batia na minha garganta. O quarto dos animais pegou minhas pernas e levantou, expondo minha buceta pra todos ali, achei que esse selvagem tivesse algum lado sensível quando senti ele passar um lubrificante pra facilitar a penetração. Não era isso, acontece que esse animal tinha um pau grande igual o de um cavalo, senti uma dor do caralho quando ele foi me penetrando, era muito grosso, não acabava mais. nunca conseguia entrar, me doíam os ovários, não aguentava mais e ele continuava forçando pra entrar mais fundo em mim.
O que meio que me salvava era que ele não tava muito duro, ele se mexeu um pouquinho e acho que fingiu que tinha gozado, porque eu não senti nada, ele tirou quase na hora.
Já na boca, senti o gozo, o segundo em poucos minutos, que por sorte consegui cuspir, sem ninguém perceber. Os caras foram embora na boa, me deixaram sozinha no quarto, no escuro total e amarrada na cama pra eu não dar trabalho. Agora sim, eu comecei a pensar no Lucas, o que seria do meu querido Lucas. Torcia pra ele nunca ficar sabendo de tudo que fizeram comigo. Não passaram nem 10 ou 15 minutos, a porta abre de novo, os caras maus chegaram, arrastando o Lucas. Lucas ainda tava com a camisa branca, toda suja e manchada de sangue, e da cintura pra baixo completamente pelado.
Trouxeram o Lucas, que depois eu soube que também tava de olhos vendados, e fizeram ele deitar na cama de través, ajoelhado no chão com o corpo em cima da cama, amarrando os braços dele na cabeceira e os pés na outra ponta, pra deixar ele imobilizado. Fizeram a mesma coisa com as pernas dele. Enquanto isso, eu pensava que iam açoitar ele ou algo assim, mas não, tava enganada. Foi uma surpresa danada quando comecei a perceber que todos aqueles brutamontes vinham pra cima da gente, enquanto um me segurava totalmente imóvel, outros três se jogavam em cima do Lucas pra segurar ele do mesmo jeito, e o que sobrou se ajoelhava atrás do Lucas e se deitava sobre ele. Não conseguiam segurar ele, ele não parava quieto, começaram a bater nele até deixar ele semiconsciente, e aí o cara que tava atrás do Lucas se jogou em cima e começou a penetrar ele devagar, aproveitando cada mínimo movimento do Lucas pra enfiar mais e mais fundo, até o pau dele sumir inteiro no cu do Lucas. Aí o cara relaxou e começou a comer ele com tudo. Tranquilidade, até que um dos caras, visivelmente excitado, quis que um de nós dois (Lucas ou eu) chupasse a pica dele.
Prevendo alguma reação violenta do Lucas, ele enfiou uma faca na minha garganta antes e disse baixinho no ouvido do meu namorado, sussurrando:
- Tô com a ponta da faca na garganta da putinha, ela foi boazinha e colaborou com a gente, a gente comeu ela bem comida, como se faz com as cachorras, e sabe o quê? Eu gozo pra caralho.
- Agora é tua vez, já tem uma pica enfiada no teu cu, agora tu vai ter a chance de ter uma na tua boca ou prefere que essa pica vá na boca da putinha? Tu decide.
Enquanto ele terminava de falar, Lucas entreabriu os lábios, não sei se pra responder ou pra deixar a pica do cara que tava pressionando ele entrar. O cara pegou ele pelas orelhas e começou a bombar com força até gozar na boca dele, tirou a pica escorrendo e pediu pra eu secar com a minha língua.
Não consegui resistir, ele ia me bater de novo. Nisso, o estuprador do Lucas se levantou e pediu pra eu fazer o mesmo.
Aquela pica tinha um cheiro ruim, tinha acabado de desvirginar um cu, percebi que enquanto eu passava a língua na pica, ela ficava dura e grossa de novo, não sabia como evitar que ele ficasse de pau duro de novo. Ele tirou a pica da minha boca, me pegou pelos cabelos e mandou eu ficar de quatro, ia me comer no cu como se fode uma puta. Eu disse não e, pá, levei um tapa violento que me jogou no chão.
- Aqui, em cima da cama, na beirada e de quatro - ele gritou, obedeci e fui penetrada no cu de novo, não sei por quanto tempo, o cara não conseguiu terminar, me largou porque tava exausto.
Um deles, o que parecia ser o líder, disse que já era o suficiente, que tinham que nos levar de volta pra cidade, e foi o que fizeram, nos levaram de olhos vendados e nos deixaram numa área pouco habitada. O Lucas ainda tava nu da cintura pra baixo e eu só de meia-calça e cinta-liga, completamente nua. Pelada. Antes de nos largarem lá, falaram que não era bom a gente fazer boletim de ocorrência, porque quando a polícia nos examinasse, iam ver que o Lucas teve o cu arrombado e isso ia sair em rádio, jornal e televisão.
A gente foi pego por um caminhão que tava indo pra zona portuária, achando que a gente era puta ou travesti, e por sorte ele ajudou, dando roupa e um dinheiro pra gente voltar pra casa.
Essa foi a história de uma noite infernal.
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