Me chamo Andrés, tenho 21 anos e vou contar uma coisa que aconteceu há uns meses, quando descobri que meu velho é um corno de merda e minha mãe é uma puta com todas as letras, e claro, me aproveitei disso.
Como falei, tenho 21 anos, estudo na UBA e moro com meus pais. Eles têm 43 anos (me tiveram jovens, digamos) e, apesar da idade, os dois se mantêm muito bem fisicamente, fazem esporte e levam uma vida saudável no geral.
Embora nunca tivesse olhado pra minha mãe como um objeto sexual (até aquele momento), ela é muito gostosa, morena de cabelo liso, 1,70 de altura, magra, um par de peitos de bom tamanho (não exagerados, mas bem redondinhos e firmes pra idade dela) e uma bunda boa, firme e bem cuidada. Além dos atributos, ela sempre se veste muito bem, mesmo em casa, e principalmente se veste de um jeito bem jovial (usa leggings ou jeans justos, blusas decotadas, etc., sempre se mostrando sexy).
Um dia como tantos outros, levantei cedo pra estudar e ao meio-dia fui pra faculdade. Tinha aula das 14h às 21h, um dia bem longo e tedioso, então só chegaria em casa perto das 22h.
A primeira aula foi normal, das 14h às 16h, mas na segunda matéria, que era das 16h às 18h, o professor avisou que não viria, então eu teria que esperar até as 19h, quando começaria a última matéria. A maioria dos meus amigos decidiu ir embora — eram muitas horas pra esperar e, sinceramente, não tava com vontade. Eu fiz o mesmo, decidi voltar pra casa e aproveitar a tarde pra estudar.
A volta pra casa levou mais ou menos 1 hora, e quando cheguei, me chamou a atenção ver um carro que não conhecia estacionado na frente da garagem da minha casa. Entrei como sempre (sem fazer muito barulho) e a casa estava em silêncio. Olhei na cozinha e não tinha ninguém, fui pra sala e também não, só tinha 3 xícaras de café, um paletó e uma gravata jogados no sofá (o que me pareceu... (estranho porque meu pai quase nunca usa terno).
Fiquei parado na sala tentando entender o que estava acontecendo, porque as luzes e a TV estavam ligadas e não tinha ninguém. Enquanto estava ali parado, ouvi um grito, uma espécie de berro ou algo assim que vinha do andar de cima.
Um pouco receoso e sem fazer barulho, subi a escada devagar e fiquei ouvindo um pouco mais (com o celular na mão caso acontecesse algo e eu precisasse chamar a polícia ou algo do tipo (não entendia o que estava rolando).
Parado ali, ouvia mais barulhos estranhos que pareciam gemidos, mas naquele momento essa não era uma opção que passava pela minha cabeça. Esses barulhos vinham do quarto dos meus pais, então decidi me aproximar bem silenciosamente pra ver o que estava acontecendo.
Enquanto me aproximava, os sons ficavam mais fortes e claros (eram gemidos óbvios, mas eu não percebia). Ao me aproximar, vi que a porta do quarto estava encostada, mas não totalmente fechada.
Já a menos de um metro da porta, ouvi meu pai dizer: "você gosta, putinha? Gosta do pau que eu trouxe hoje?" e, sem me dar tempo pra pensar em nada, ouvi minha mãe responder essa pergunta com um sonoro "SIIIIIIIII, eu adoro, corno, eu adoro"...
Se antes eu não entendia nada, agora entendia menos ainda: meu pai perguntando sobre um pau que ele trouxe pra ela e minha mãe chamando ele de corno de forma tão aberta. Fiquei alguns instantes petrificado, ouvindo principalmente gemidos de mulher (obviamente eram da minha mãe) e decidi espiar pra ver o que estava acontecendo.
Se só ouvir já tinha me deixado gelado, quando vi o que realmente estava rolando, meu coração quase parou.
Pelo vão da porta, e mesmo com a única iluminação sendo um pouco de sol que entrava pela janela, a primeira coisa que vi foi meu pai com as calças abaixadas sentado numa cadeira, se masturbando lentamente enquanto olhava pra cama. E, conforme me aproximava cada vez mais e ampliava meu campo de visão, apareceu em cena a cama dos meus pais e o que fazia meu pai se... estava me masturbando.
Não conseguia acreditar no que via: na cama, minha mãe estava de quatro, com um baby doll levantado até os quadris e os peitos para fora, sendo brutalmente penetrada por trás por outro homem, cujo rosto eu não conseguia ver direito (além do mais, estava concentrado em olhar minha mãe).
Minha primeira reação foi de surpresa, repulsa, raiva, perplexidade. Não conseguia acreditar que estava vendo minha mãe transando, ainda mais com um desconhecido, e o pior de tudo: meu pai se masturbando com aquela cena.
Nenhum deles me via, estavam todos concentrados no que faziam, fodendo como animais selvagens. Os diálogos entre meus pais continuavam. Era constante ouvir minha mãe gemer ou responder ao meu pai que estava gostando, que estavam comendo ela bem, até dizia que era uma puta!
O outro cara não dizia nada, só se limitava a penetrar minha mãe, apertar e brincar com os peitos dela, dava palmadas na bunda e até metia alguns dedos, obviamente no cu dela, o que ela celebrava gemendo, gritando e pedindo mais a cada coisa que o cara fazia.
Minha sensação de raiva foi diminuindo e, na verdade, a cena estava me excitando, e muito. Era como assistir a um filme pornô terrível ao vivo, e ainda por cima a atriz (minha mãe) era uma loucura, era hipnótico ver o balanço dos peitos, as palmadas, os gemidos, era realmente impressionante.
Estava com essa sensação estranha: por um lado, estava ficando excitado com aquela foda tremenda, mas por outro ainda via aquela mulher como minha mãe. Até que, em um momento, minhas reservas desapareceram completamente ao ouvir minha mãe dizer: "mete no meu cu".
Imediatamente, o cara que estava fodendo minha mãe disse ao meu velho: "O que você acha, corno, arrebento o cu dela?" e o masturbador do meu pai respondeu: "Siiiii, faz o cu dela, puta".
Minha mãe, entre gemidos que pareciam ronronar como uma puta, se ajeitou um pouco melhor, embora continuasse de quatro, e movia os quadris como tentando o cara a enfiar no cu, o que não demorou muito a acontecer. mas que uns poucos segundos em que ele passou um pouco de lubrificante no cu da minha mãe e a penetrou lentamente.
Ouvir os gemidos, gritos, guinchos da minha mãe e vê-la agarrada aos lençóis enquanto era penetrada analmente cada vez com mais força por aquele cara terminou de me deixar louco de tesão, estava com o pau duro, a adrenalina que corria pelo meu corpo era similar ou até maior do que a primeira vez que transei, estava perdido na cena, esfregando o pau por cima da calça e curtindo como nunca. Num momento de tesão, abri a câmera do celular e comecei a tirar algumas fotos, até cheguei a gravar alguns vídeos curtos da enrabada brutal que minha mãe estava levando.
Não sei se passou muito tempo ou não, perdi totalmente a noção, mas em um momento o cara tirou o pau do cu da minha mãe, tirou a camisinha e começou a gozar nas nádegas e nas costas dela, que comemorava cada jato de esperma que caía sobre ela.
O pornô tinha acabado e voltei à realidade, ou ficava em casa e a situação ficava uma merda, ou ia embora sem fazer barulho e sem dizer nada para ninguém descobrir que vi tudo. Optei pela segunda opção, rapidamente desci e saí de casa sem fazer ruído.
Fui andando algumas quadras sem perceber, talvez pela adrenalina que ainda tinha, mas me acalmei um pouco e comecei a pensar, que porra aconteceu? Qual é a dos meus pais? Meu pai é um corno? Quem era o outro cara? E ao sentir minhas calças molhadas, lembrei da minha mãe, dos seus peitos, da sua bunda, não conseguia acreditar no quanto ela era uma puta, no quanto ela era gostosa e meu pau começou a ficar duro de novo, pra caralho.
Num impulso inexplicável, decidi me aproximar de casa novamente, mas fiquei na esquina. O carro ainda estava estacionado na porta. Esperei um pouco e vi o cara de terno sair, entrar no carro e ir embora muito tranquilamente. Quando o vi na rua, me pareceu conhecido, mas não sabia de onde.
Olhei a hora e eram quase 19h, tinha passado mais de uma hora vendo minha mãe sendo comida, Que loucura, pensei. Deixei passar um tempo e mandei uma mensagem pra minha mãe dizendo que chegaria às 20h porque o professor da última aula não viria.
Ela me respondeu um tempo depois (devia estar tomando banho ou descansando, sei lá) dizendo que melhor assim, jantaríamos cedo porque ela estava cansada (por dentro pensei, "sim, cansada de puta safada").
Quando cheguei em casa tudo parecia normal, meus pais estavam normais, de boa, e se eu não tivesse visto o que aconteceu nem teria percebido que eles trocavam olhares entre si. Realmente vi que ela estava um pouco cansada, e quando perguntei por quê, ela me disse com toda naturalidade "porque fiz exercício a tarde toda".
Nas semanas seguintes, não conseguia tirar da cabeça o que tinha visto. Às vezes tinha uma sensação estranha, mas sempre acabava vendo as fotos ou vídeos (que, mesmo não estando muito nítidos, me ajudavam a lembrar todos os detalhes) e me masturbava, já me punhetava umas 2 ou 3 vezes por dia, era uma loucura. Não pensava em nenhuma amiga ou colega da faculdade, estava obcecado pela minha mãe, a ponto de, numa noite com uma colega da faculdade com quem tenho um rolo, enquanto transávamos, a única coisa em que pensava era na minha mãe.
Estava perdido nisso, até comecei a sair das aulas mais cedo pra voltar pra casa e ver se o carro da outra vez estava lá, mas nada, não conseguia pegá-los de novo. Além disso, já não via minha mãe como antes, agora percebia o quão gostosa ela se vestia todo dia. Leggings, calças justas, blusas decotadas e curtas pra mostrar a bunda, até mesmo, se prestasse atenção, dava pra ver a calcinha dela muitas vezes, e ela sempre andava com "graça", rebolando o quadril ou se colocando em posições que destacavam os peitos, batom, cabelo sempre arrumado... ela sempre andava como uma rainha, ou uma puta gostosa, tudo depende da perspectiva.
Comecei a investigar quem poderia ser o cara, mas nada, até que uma noite, durante o jantar, meu velho disse que ia ganhar um aumento no trabalho, e minha mãe soltou uma frase que em outro momento teria passado despercebida: "isso é pelo trabalho em equipe". Meu pai sorriu e respondeu "sim, a verdade é que tenho uma boa equipe de trabalho" enquanto encarava ela fixamente.
Óbvio que a equipe eram os dois, e por dentro pensei: é alguém do trabalho o terceiro, e a puta se deixa foder para que o corno suba no trabalho.
Terminado o jantar, fui para o meu quarto e pesquisei um pouco sobre a empresa onde meu pai trabalha, e era o que eu imaginava: o cara que tinha comido a buceta da minha velha era um dos gerentes da empresa onde meu pai trabalhava.
Já tinha todo o assunto fechado: o porquê, quem era, mas me faltava saber se meu pai era realmente um corno patético e minha mãe uma hotwife, ou se tinha sido só por grana e nada mais. Além disso, continuava com essa obsessão de me esquentar e me masturbar pensando na minha mãe.
Busquei em páginas de swing e todo esse mundo, mas nada, nenhum perfil batia com eles. Estava desiludido até que um sábado à tarde meus velhos saíram para caminhar. Como a questão de roubos está difícil, eles deixaram os celulares em casa, oportunidade que aproveitei para buscar um pouco de informação.
Primeiro busquei no celular do meu pai os chats com o gerente, mas não tinha nada estranho; busquei em outros chats com amigos dele e também nada; até olhei mensagens com minha mãe ou de números desconhecidos, mas não tinha nada estranho.
Peguei o celular da minha mãe e também não tinha nada, até que entrei no chat com meu pai. Diferente dele, ela não tinha apagado nada da conversa. As últimas mensagens eram de coisas cotidianas, exceto por algumas mais picantes, mas entre eles, até que cheguei nas datas em que tudo tinha acontecido.
Os chats iam desde uma semana antes até o mesmo dia em que os fatos ocorreram, e a última mensagem era das 13h daquele dia, onde minha mãe dizia "Já se Foi o Andrés" e meu velho respondeu "Ok, daqui a pouco a gente vai, se veste como eu falei"
Continuei procurando mensagens e todo dia eles falavam do assunto. A primeira mensagem sobre isso era do meu pai dizendo "já arrumei um macho novo" e depois dessa mensagem tinha várias trocadas onde minha mãe perguntava "quem era, como era a parada, como ele sabia que eles eram cuckold, até chegou a perguntar se ele tinha uma boa pica", coisas que meu velho foi respondendo que sim, exceto a última onde ele respondeu "isso você tem que decidir você".
Nos dias seguintes eles continuaram trocando mensagens se excitando, lembrando outros encontros, outros caras (até davam apelidos, o peludo, o magro, o pica grande, tinha um monte até um que chamavam de vizinho) sobre alguns eles riam e com outros colocavam uffff que pica que aquele tinha, ou que foda ele te deu, e minha mãe falava que no próximo ela não queria saber quem era, que queria ter os olhos vendados porque assim ela curte mais e não fica olhando o físico nem outra coisa que não seja a pica ("QUE puta, QUE mulher" pensei e óbvio que fiquei de pau duro enquanto lia, coisa que não aguentei e fiz uma masturbação tremenda olhando as mensagens).
Depois de todas essas descobertas me tranquei no meu quarto pra processar tudo. Não só continuei excitado, estava cada vez mais excitado, mais louco, com mais vontade de comer minha mãe, era uma obsessão na qual eu pensava o tempo todo. Esse fim de semana trancado no meu quarto me masturbando que nem um louco me veio uma ideia, e comecei a investigar um pouco o gerente da empresa. Não era fácil meu plano, mas se desse certo ia poder saciar minha vontade e se não, azar, no fim o não eu já tinha.
Na segunda-feira a primeira coisa que fiz foi comprar um chip novo pro celular pra ter outro número. Esperei até as 17h onde sei que meu pai tá sozinho em casa já que minha mãe vai pra academia e mandei uma mensagem pra ele (reproduzo a conversa)
Eu: Oi, sou o Rodrigo, filho do (coloquei o nome do gerente da empresa).
Pai: Oi Rodrigo, como você está? Em que posso te ajudar?
Eu: Olha, vou te propor uma coisa e espero que você seja muito discreto. Tenho sua palavra?
Pai: O que foi? Pode me contar qualquer coisa, não se preocupe.
Eu: Olha, eu sei que meu pai tem outra mulher e que ele traiu minha mãe.
Pai: Por que você diz isso? Tem certeza? Olha, é muito feio acusar alguém de fazer uma coisa dessas.
Eu: Tenho muita certeza e ainda sei com quem ele está traindo.
Pai: Que ruim, mas enfim, são coisas que acontecem às vezes. Sua mãe sabe disso?
Eu: É muito feio mesmo. Ela não sabe de nada, o único que sabe sou eu e espero que você entenda que não conte nada pra ele também.
Pai: Não, fique tranquilo que não falo nada. Posso te perguntar uma coisa?
Eu: Pode falar.
Pai: E por que você está me contando isso? De onde você pegou meu telefone?
Eu: A primeira pergunta é óbvia, não acha?
(nisso meu pai parou de escrever e me ligou, mas eu cortei e mandei mensagem de novo)
Eu: Não me liga, não vou atender.
Pai: Ok, mas não entendo nada.
Eu: Além de corno, você ainda é meio burro, parece...
(com essa frase eu tinha me arriscado, se ele ficasse bravo ia cortar a conversa e meu plano ia por água abaixo, mas depois de alguns segundos ele respondeu)
Pai: Acho que você está se confundindo e errado.
Eu: Nada a ver, tenho tudo muito claro, se quiser provas e tudo, corno.
Pai: Para com isso, cara, não tô pra besteira e te trato bem porque você é filho do meu chefe, então se toca.
Eu: O que foi? Ficou bravo, corno? Ou vai me dizer que o Mercedes-Benz do meu pai não esteve na sua casa há 3 semanas?
Pai: Não sei de onde você tira essas besteiras.
Eu: Tá me zoando!!! Sério que você não sabe que meu pai passou umas horas com sua esposa? Pensei que você soubesse, não sei por que imaginei que o baby doll preto que ela tava usando foi você quem escolheu.
(de novo recebo outra ligação do meu pai e corto de novo)
Eu: Já disse pra não me ligar, corno. Da próxima vez que me ligar, não vou te dar a chance de ninguém descobrir. Pai: E pra que caralhos você tá me escrevendo? Agora você é o policial da moral, é?
Eu: kkkkk nãoooo, sou o que tem o pau maior, esse sou eu.
Pai: Vai se fuder, cara
Eu: Achei que você fosse um cara mais inteligente, mais razoável, mas ok. Se você continuar nessa postura, vou ter que falar com alguém pra conseguir o que quero.
Pai: O que você quer? Grana? Tá me chantageando agora?
Eu: kkkkk grana não, quero o ouro.
Pai: Sério, moleque, para com isso. O que você quer?
Eu: Quero a sua mulher, corno. Quero experimentar o que o papai comeu há algumas semaninhas.
Pai: Você tá louco, cara. Tchau.
Eu: kkkkk, amanhã te escrevo pra ver se você reconsiderou, corno. E lembra de não contar pra ninguém.
(Me deu no visto e não respondeu nada)
No outro dia, fiquei tentado a escrever pra ele, mas não era o plano. Tinha que deixar ele se desesperar e me oferecer a mulher dele, minha mãe, de bandeja.
Na quarta, quando fui pra faculdade, coloquei de novo o chip que tinha comprado, e entraram algumas mensagens do meu pai do dia anterior e do mesmo dia.
Terça:
Oi.
Tá aí?
Responde.
Quarta:
Pai: Oi, responde.
Eu: Oi, corno. Que foi?
Pai: Já começou? Baixa a agressão, moleque.
Eu: Ok, ok. O que você quer?
Pai: Como assim o que eu quero? Resolver esse assunto, é o que eu quero. Quanto você quer de grana?
Eu: De novo com grana? Já te falei, não quero grana, quero a sua mulher. Vai me entregar ou não?
Pai: Não é tão fácil, não funciona assim as coisas.
Eu: Ah, não? E como funciona, explica aí.
Pai: Ela tem que concordar, e óbvio que não posso dizer quem você é, senão fode tudo.
Eu: Aham, bom, o problema é seu, não meu. Arranja alguma solução.
Pai: Você não entende que não dá pra fazer isso. Como vou explicar pra ela que tem que transar com você porque você sabe que seu pai transou com ela? É uma loucura.
Eu: Olha, ela não precisa saber quem eu sou nem por que tô aí. Ou você vai me dizer que todos que comeram ela tinham uma história ou foram escolhidos por ela?
Pai: Como todos que se... ela comeram, mais respeito, garoto.
Eu: Vamos ser diretos que tô ocupado, já que você não tem uma ideia, fala pra ela que você arrumou um cara, com uma pica boa por sinal, e que ela tem que vendar os olhos e pronto, eu entro, como ela e acabou.
Pai: hahaha você me faz rir, como se fosse tão fácil.
Eu: olha, hoje à noite te mando uma foto da minha pica, ela vai ficar molhada só de ver e vai implorar pra eu comer ela.
Pai: não para, não dá, para de zoar sério. Pra que você quer minha esposa, com todas as novinhas que você deve ter, você tem grana, pra que quer uma veterana, relaxa.
Eu: tenho tudo isso mas quero experimentar esse cu que meu velho comeu.
Pai: como você sabe dessas coisas, nunca me contou.
Eu: Depois te conto, agora espera a foto hoje à noite pra você mostrar e sua esposa ficar de pernas bambas. Tchau
(tirei o chip e coloquei o meu, fiquei na faculdade até a noite e voltei pra casa).
O jantar foi bem normal, exceto que dava pra notar que meu pai tava meio nervoso. Terminamos de jantar e fui direto pro meu quarto, fechei bem a porta e comecei a ver as fotos e vídeos pra tirar uma foto com a pica dura, o que consegui rapidinho.
Editei um pouco o pouco que dava pra ver do meu quarto, coloquei o outro chip e mandei a foto da minha pica duríssima pro meu pai com a mensagem "mostra pra sua esposa... 18 x 5 pra ela saber... ela vai ficar molhada só de ver".
A mensagem chegou mas ele não leu na hora. Ouvi que eles foram deitar, coloquei o telefone no vibrar e fiquei esperando.
Passou um tempão até que finalmente meu telefone vibrou.
Pai: Como a gente faz?
Eu: Ela gostou da foto?
Pai: sim, por isso tô perguntando como a gente faz. Tem que ser num dia de semana à tarde.
Eu: ok, deixa eu ver como posso ajustar minha agenda pra semana que vem.
Pai: não, tem que ser amanhã ou depois.
Eu: opa, o que foi? Ela gostou tanto assim da minha pica, corno?
Pai: não, quero terminar isso o quanto antes.
Eu: hahaha para de mentir, ela ficou com água na boca... além do mais com certeza ela vai querer repetir depois.
Papa: para de besteira, você pode quinta ou sexta?
Eu: Ok, calma... posso amanhã, você me diz a hora.
Papa: ok, às 15h se tá bom. Sabe meu endereço?
Eu: sei sim, relaxa.
Papa: ok, nos vemos amanhã então.
Eu: pera pera, vou te dar umas condições.
Papa: o quê? para de sacanagem.
Eu: quero que ela se vista como uma mulher direitinho, calcinha fio-dental, cinta-liga, meia-calça, salto alto, etc, batom vermelho, perfume...
Papa: Ok, eu falo pra ela. Alguma cor específica?
Eu: Não, qualquer cor. Outra coisa, não quero que ela me veja e você também não, então os dois vão ter que ficar de olhos vendados. Você deixa a porta aberta que eu chego na hora.
Papa: Quê? não, pera, você tá louco, como vou ficar de olhos vendados? nem te conheço, maluco!!!
Eu: como não me conhece? sou o filho do seu chefe, corno!!! Não quero que me vejam porque fico nervoso com você olhando enquanto como sua esposa. Se não aceitar as condições, tudo bem, sigo meu caminho e você já sabe como termina a coisa depois, esquece o emprego, sua família, vai ficar marcado como corno pra todo mundo.
(Ficou um tempo online sem responder nada)
Papa: ok, nos vemos amanhã na hora, seja pontual. Vamos estar no quarto, entra e fala "cheguei, me esperavam" pra sabermos que é você.
Eu: ok, corno, tchau.
De tanta excitação quase não dormi e fiquei tentado a me masturbar, mas queria guardar toda a porra pro dia seguinte. Tava feliz, excitado, com tesão, e um pouco louco também. No outro dia acordei um pouco tarde, tipo 10 da manhã, tomei café tranquilo enquanto olhava pra minha mãe, que tava toda animada. Se não soubesse o que ia acontecer, teria pensado em qualquer outra coisa, mas sabia que ela tava assim porque em poucas horas ia ter um macho novo, uma rola boa entre as pernas.
Tomei banho de boa e por volta das 13h fui pra faculdade, supostamente. Claro que não foi isso, fiquei um bar próximo tomando um café até dar a hora marcada.
Às 15 horas em ponto, como combinamos, entrei na minha casa fazendo um pouco de barulho com a porta para que soubessem que eu havia chegado.
Subi a escada tranquilamente e precisava dizer a frase combinada, mas antes olhei para ver se estava tudo como havíamos acertado, ou seja, ambos com os olhos vendados.
Me aproximei e vi meu pai sentado na sua cadeira com os olhos vendados, olhei um pouco mais e a vi, ela estava em pé ao lado da cama com um conjunto de lingerie vermelha que era um espetáculo de verdade, tinha aqueles sutiãs bem transparentes que deixavam transparecer seus mamilos, calcinha fio-dental, cinta-liga, meias e sapatos de salto alto, tudo combinando, era uma gostosona, uma deusa literalmente.
Entrei devagar e coloquei no meu celular uma frase que já havia digitado no tradutor do Google (para que não reconhecessem minha voz) e disse: "Cheguei, me esperavam, vou falar pelo meu telefone para que não ouçam minha voz, tem algum problema?"
Eles se relaxaram um pouco ao saber que era quem esperavam e meu pai disse, em relação a eu falar pelo celular: "Não tem problema, a única coisa que peço é que se respeite o que ela disser, se ela disser não é não, está claro?"
No meu celular digitei: "Por mim está perfeito... com licença, corno, vou fazer o que vim fazer".
Lentamente fui me aproximando dela, dava para notar que ela estava visivelmente nervosa, mas excitada com tanto mistério. Toquei suavemente seus ombros e acariciei seus braços até chegar às suas mãos, levantei sua mão direita e, aproximando-a da minha boca, dei um beijo em sinal de cumprimento.
Sua respiração começou a acelerar um pouco enquanto eu continuava acariciando seus ombros, pescoço e cabelo.
Peguei o celular e disse: "Se estiver de acordo, gostaria de acariciá-la em outros lugares"... Ela, com a voz embargada, me respondeu que sim, que continuasse. Fiquei atrás dela, comecei a acariciar seu cabelo como se estivesse penteando e lentamente fui descendo minhas carícias para suas costas e seus quadris.
Dessa posição eu tinha uma vista... impressionante a bunda da minha mãe dividida ao meio por uma calcinha fio dental vermelha que era uma loucura, era uma tentação esfregar mas eu queria fazer as coisas com calma, devagar.
Peguei o celular de novo e disse "eu gostaria que você vá contando pro seu marido o que eu tô fazendo e o que você vai sentindo, se quiser". Ela balançou a cabeça e enquanto eu continuava com meu jogo de sedução ela foi relatando um pouco.
"Ele tá acariciando meus ombros... agora tá beijando meu pescoço... tá roçando meus mamilos..."
Os gemidos dela começaram a ficar audíveis a cada carícia até que num momento ela me diz "senhor, quero que toque minha bunda"...
Eu disse "com muito prazer, mas não me chama de senhor, me chama de amor, e pede o que quiser".
Ela balançou a cabeça e disse "amor, toca minha bunda"...
Lentamente fui acariciando suas costas, seus quadris, desci pelo lado das suas coxas e com minhas duas mãos agarrei bem forte as nádegas dela, o que fez ela soltar um suspiro e um gemido profundo e longo.
Ela tentou tocar no meu pau, que por sinal já estava duríssimo, mas eu não deixei, tinha outros planos pra primeira impressão que ela ia ter.
"Amor, você não gosta dos meus peitos que não toca neles?" Eu imediatamente soltei uma de suas nádegas e comecei a esfregar os peitos por cima do sutiã e os gemidos e suspiros dela ficavam cada vez mais fortes.
Peguei meu celular e disse "conta pro corno o que eu tô fazendo, e fala que ele pode se masturbar".
Imediatamente ela disse "corno, ele tá apalpando meus peitos e minha bunda... ahh e você pode bater uma". Ele perguntou se ela tava gostando e ela quase gritou "SIIIIIII TÔ AMANDOOOO"....
Nessa altura eu já metia a mão nos peitos dela por baixo do sutiã e cada vez que apalpava suas nádegas ia mais fundo na direção da buceta. Ela arqueava as costas empinando a bunda pra eu conseguir tocar mais fundo e talvez tentar roçar no meu pau, mas eu continuava sem deixar.
Agarrei forte no cabelo dela, virei um pouco sua cabeça e por cima do seu... Comi a boca dela com uma fome descontrolada. Ela estava totalmente desesperada. No meio dos gemidos, ela ficava repetindo "quero pau, quero pau agora"...
Soltei ela e a fiz ajoelhar suavemente na minha frente. "Cuck, tô de joelhos, vou comer esse pau, vou chupar ele todinho... você tá batendo uma?" Ele respondeu, entrecortado, que sim (era verdade, ele tava fazendo uma punheta das fortes).
Minha mãe estava louca pra engolir meu pau, mas eu continuei brincando com ela. Comecei a passar meus dedos pelos lábios dela. Ela tentava chupá-los, mas eu não deixava muito, queria curtir um pouco, fazer ela me pedir de joelhos pra chupar meu pau.
Num certo momento, ela pegou minha mão, levou um dedo à boca e começou a chupar. Foi incrível, um espetáculo sem igual, nunca na minha vida alguém me excitou tanto sem tocar no meu pau. Ela devorava meu dedo, fazia caras, se mexia, fingia que estava chupando meu pau, era impressionante.
"Meu amor, não quer que seja seu pau e não seu dedo que eu chupe?" ela disse.
Eu, lentamente e fazendo barulho, abaixei minha calça, ela continuou ajoelhada esperando que eu oferecesse meu pau. Com o pau na mão, prestes a encostar na boca dela, ela diz: "Cuck, ele tá abaixando a calça, espero que seja o pau da foto"... Quase soltei uma gargalhada, mas por sorte me segurei.
Com a mão direita eu tinha o pau apontado pra cara dela e com a esquerda peguei sua testa, puxando um pouco pra trás, e encostei a cabeça nos lábios dela, que rapidamente se abriram pra sua língua começar a dar lambidinhas suaves.
Pensei que ela ia ficar desesperada pra enfiar na boca, mas não foi assim, ela continuou dando lambidas na cabeça, esperando que eu oferecesse.
Soltei ela e com o telefone disse: "É toda sua". Ela sorriu, se ajeitou e primeiro pegou ele, apalpando toda a extensão (queria confirmar o tamanho). Lentamente, ela me masturbava enquanto mordia os lábios em sinal de desejo.
"Mmmmm, é cuck, acho que é o pau da foto mesmo, vou comer ele sabia"... Atendi um "aja" (não aguentava mais a masturbação que estava me pegando), e um segundo depois a mamãe começou seu show.
Ela começou a lamber meu pau dos ovos até a cabeça, e quando chegava lá em cima com a língua fazia círculos que me deixavam louco. Eu comecei com os primeiros gemidos, era impossível me segurar calado.
Não sei se os gemidos não são reconhecíveis ou se pela tesão não reconheceram minha voz, mas ninguém desconfiou de nada e ela continuou com o dela. Já tinha começado a enfiar parte do meu pau na boca, e para ser sincero nunca tinham me feito um boquete tão incrível, ela era realmente uma especialista com a boca.
Em um momento ela tirou rápido, tomou uma baita golada de ar e me disse "meu amor, é muito grande, por que você não me ajuda a comer ele inteiro?"... (que puta, pensei, ela quer que eu foda a boca dela) e óbvio que ajudei. Peguei ela pela nuca, apontei meu pau para os lábios dela e comecei a meter e tirar, cada vez mais fundo e mais rápido, a ponto dela começar a se engasgar um pouco, mas longe de pedir para parar, ela queria mais, me agarrou pelas nádegas e me empurrava para dentro.
Que loucura, nunca uma gatinha tinha feito algo assim comigo, e mesmo que raspasse um pouco, a sensação era incrível, e nem se fala no tesão que sentia ao ver a cena completa.
Quando ela saciou a vontade de chupar pau, me disse "meu amor, quero que você me coma agora".
Peguei o celular e disse "primeiro vou comer seu cu, puta"...
Ela falou "ouviu, corno? Ele vai comer meu cu, não é como você que tem nojo"...
Ajudei ela a levantar e enquanto apalpava ela com força, comecei a transar com ela de novo. Minhas mãos já iam bem fundo, tinha tirado os peitos do sutiã e de vez em quando chupava e mordia, e com minhas mãos puxei a calcinha e toquei sua buceta, que estava impressionantemente molhada.
Ela se agarrava com muita força e, quando podia, pegava no meu pau e dizia "chupa minha bunda, meu amor, por favor, não aguento mais".
Joguei ela na cama e continuei beijando-a apaixonadamente. enquanto ela gritava e gemia como uma louca. Virei ela meio bruscamente, agarrei seus quadris para parar a bunda, e comecei a chupar e morder suas nádegas. Ela gemia e movia a bunda como uma puta no cio até que puxei sua calcinha deixando seu ânus à vista. Ela soltou um grito "siiii siiii, o corno vai chupar meu cuuuuuu"...
Não sei se era fã ou se chupavam com frequência, ou ambas as coisas, mas quando encostei minha língua em todo seu ânus ela soltou um gemido impressionante e levantava cada vez mais com a intenção de que eu metesse minha língua bem no interior, coisa que obviamente fiz.
Minha língua estava quase completamente dentro de seu ânus e ela gemia como nunca antes tinha ouvido uma mulher gemer. Em um momento tirei minha língua de seu ânus e desci até sua vagina e comecei a comê-la com vontade, alternando entre a buceta e o cu, o que a deixava realmente louca, estava descontrolada, gritava literalmente de prazer.
Eu não aguentava mais, minha rola já estava explodindo. Virei ela colocando-a de barriga para cima na cama, abri suas pernas, apoiei minha rola em sua vagina e me deixei cair. Penetrei até o fundo e de uma vez quase. Por sorte ela estava muito molhada, então não custou tanto entrar e não doeu, ou se doeu ela disfarçou porque pedia mais e mais e gemia como louca. O tempo todo ela dizia "o corno está me fodendo muito e eu adoro"
Eu por minha parte tentava me concentrar em outra coisa para não gozar, mas era impossível, não conseguia resistir a comer sua boca ou os peitos, estava louco e muito excitado.
Em um momento ela me sussurra no ouvido "você está de camisinha?" Eu com uma onomatopeia disse que não. Ela mordeu os lábios e me sussurrou "goza dentro, mas que o corno não descubra"...
Eu fiz que não novamente e toquei sua barriga em sinal de gravidez e ela me disse "tranquilo, meu amor, tomo pílula".
Isso me deixou tranquilo, não queria fazer merda também, e com certeza meu pai não queria que eu transasse sem camisinha por causa das doenças, não por gravidez, o que estava certo.
Eu comecei a curtir as estocadas que dava um pouco mais devagar, acariciava ela, beijava, estava aproveitando esses últimos momentos. Ela me "abraçou" com as pernas e sussurrou no meu ouvido "me enche de porra, meu amor, sou sua".
Essa frase disparou tudo, acho que dei mais duas bombadas e comecei a encher literalmente a buceta dela de porra. Ela sentiu na hora e mordia os lábios curtindo cada jato de sêmen que inundava o interior dela.
Já exaustos, ficamos na mesma posição até meu pau ir murchando um pouco e começar a vazar porra que escorreu pelo cu dela até cair nos lençóis.
Mamãe: que horas são?
Eu pego o celular e digo: são 17 horas
Mamãe: bom, temos tempo pra mais um, você aguenta?
Eu: pode ser, me dá um tempinho que eu me recupero,
ela sorrindo disse "sim, claro, e agora te espera meu rabinho se quiser"
Eu: Sim, óbvio, vou arrebentar ele todinho, linda.
Mamãe: haha espero que não, trata ele com cuidado, agora me leva ao banheiro, na cozinha tem coisas pra beber se quiser.
Eu: perfeito, volto num instante então.
Acompanhei ela até o banheiro e fui pra cozinha tomar alguma coisa, e levar um pouco de água que ela tinha me pedido.
Deve ter passado meia hora em que descansei e voltei pra cima fazendo bastante barulho pra que soubessem que eu estava indo e se tapassem os olhos caso não tivessem as vendas. Quando entrei, por sorte estavam com as vendas, meu pai na cadeira dele (que por sinal tinha poças de porra ao redor) e minha mãe deitada na cama numa pose sexy e sorrindo.
Me aproximei, dei o copo de água e sentei pra olhar ela.
Mamãe: o corno disse que estava gostoso sua porra, meu amor.
Eu: Como?
Mamãe: hahaha siiim, ele gosta de tomar porra. Não gostou muito que você não usou camisinha, mas eu disse que você está saudável, suponho que esteja.
Eu: Sim, óbvio, mais que saudável.
Mamãe: perfeito, então agora você vai poder encher minha bunda de porra, ou não?
Eu: Claro que sim, putinha, de porra e de pau eu vou encher.
Mamãe: mmmmmm que delícia que você é!!!!! Já está pronto ou eu chupo seu pau um pouco, meu amor?
Eu: Tô pronto, mas gosto da sua boca, então chupa ele um pouco, putinha. Depois eu chupo seu cu pra preparar bem, senão meu pau não vai entrar.
Mamãe: mmm, eu sei, mas calma que já preparei, olha
(ela se vira mostrando a bunda, e a putinha tinha um plug enterrado).
Eu: uhhhh, você é mesmo uma putinha boa
Mamãe: É? Sou a melhor putinha que você já comeu?
Eu: sem dúvidas, a melhor e mais putinha de todas, agora chupa ele, vai.
Ela, sorrindo com o elogio (obviamente adora ser uma putinha), pegou meu pau e, antes de colocar na boca, disse: "corninho, vou chupar ele de novo, começa a se masturbar". Ela chupou com vontade por um tempo, e eu, que já estava relaxado, aproveitava tranquilo o boquete incrível que ela estava fazendo, até que em um momento ela me olha e diz: "vai, me come no cu".
Dei um beijo nela, coloquei ela de quatro virada pro meu pai (queria ver ele se masturbando enquanto comia ela, já estava com muito tesão) e bem devagar tirei o plug do cu dela. Chupei um pouco e, quando estava prestes a enfiar, ela disse: "espera, na mesa de cabeceira tem lubrificante, senão acho que não aguento". Passei bastante lubrificante nela e perguntei: "agora, putinha, tá pronta?" Ela respondeu: "siiiii, me come no cu, meu amor", e antes de enfiar a cabeça, eu disse: "conta pro corninho como eu vou comendo seu cu, putinha".
Imediatamente fiz pressão e enfiei a cabeça toda no cu dela. Aí ela soltou um grito de dor, mas aguentou.
Mamãe: Cornudoooo, ele enfiou a cabeça do pau no meu cu, tá me partindo ao meio.
Eu fiquei parado, sem saber se estava doendo ou se ela só estava zoando meu pai, até que ela falou de novo:
Mamãe: Já deu, corninho, me acostumei com um pau de verdade, você nem vai fazer cócegas depois disso, e você, amor, vai, arromba meu cu, vai!"
Que loucura, pensei, eu tô maluco, mas a mamãe tá pior, tá louca, humilha o marido pra caralho e ainda pede mais pau, mas não me neguei e comecei a enfiar cada vez mais fundo o pau até bater no fundo.
Peguei o celular e disse: "Agora come você, sua vagabunda". Ela obedeceu e começou a se mover sozinha pra frente e pra trás, se fodendo sozinha, digamos assim. Eu dava uns tapas na bunda dela de vez em quando e ela ficava louca, gemendo, gritando, apertando os peitos, falando o tempo todo pro papai: "tão me comendo o cu, corno" com uma voz meio rouca, de raiva e prazer, sei lá, era estranho, mas ela adorava, a putinha.
Eu parei ela e comecei a comer eu mesmo, e claro, era mais forte e violento, coisa que ela celebrava e pedia mais. Ela se contorcia nos orgasmos, esfregando o clitóris e pedindo mais forte, era insaciável, queria mais e mais, e eu dava com tudo que tinha.
Num momento, eu já não aguentava mais, e sem avisar nada, enfiei bem fundo e comecei a descarregar toda minha porra bem dentro do cu dela.
Ela deu um pulinho e começou a gritar: "Enche meu cu de porra, corno, enche meu cu de leiteeeeee ahhhhhh" e começou a tremer com o orgasmo que teve. Eu segurando firme na bunda dela, com o pau todo enfiado no cu dela, descarreguei até a última gota e tirei. Ela ficou exausta, com o rosto apoiado na cama e a bunda pra cima, e eu apreciava o buraco enorme que tinha deixado no cu da minha mãe.
Não passou nem um minuto até ela dizer:
Mãe: Corno, já vai começar a sair a porra do meu cu, você vai tomar?
Pai: Se você quiser, sim, meu amor.
Mãe: Sim, quero que o convidado veja o quanto você é corno. Meu amigo, pode trazer o corno até meu cu?
Eu me levantei e guiei meu pai até deixá-lo na frente do cu ainda aberto da minha mãe, que disse pra ele começar a chupar porque já estava saindo a porra.
O corno fez isso e esperou com a língua de fora receber o jato de sêmen que saía das entranhas da minha mãe. Era estranho ver uma perversão daquelas, mas já tinha cruzado a linha, e fiquei não só olhando, mas também aproximei meu pau da boca da minha mãe e enfiei pra ela chupar um pouco enquanto Seu marido corno limpava sua bunda do meu leite. (se curtiram a história, faço a próxima contando o que aconteceu depois).
Como falei, tenho 21 anos, estudo na UBA e moro com meus pais. Eles têm 43 anos (me tiveram jovens, digamos) e, apesar da idade, os dois se mantêm muito bem fisicamente, fazem esporte e levam uma vida saudável no geral.
Embora nunca tivesse olhado pra minha mãe como um objeto sexual (até aquele momento), ela é muito gostosa, morena de cabelo liso, 1,70 de altura, magra, um par de peitos de bom tamanho (não exagerados, mas bem redondinhos e firmes pra idade dela) e uma bunda boa, firme e bem cuidada. Além dos atributos, ela sempre se veste muito bem, mesmo em casa, e principalmente se veste de um jeito bem jovial (usa leggings ou jeans justos, blusas decotadas, etc., sempre se mostrando sexy).
Um dia como tantos outros, levantei cedo pra estudar e ao meio-dia fui pra faculdade. Tinha aula das 14h às 21h, um dia bem longo e tedioso, então só chegaria em casa perto das 22h.
A primeira aula foi normal, das 14h às 16h, mas na segunda matéria, que era das 16h às 18h, o professor avisou que não viria, então eu teria que esperar até as 19h, quando começaria a última matéria. A maioria dos meus amigos decidiu ir embora — eram muitas horas pra esperar e, sinceramente, não tava com vontade. Eu fiz o mesmo, decidi voltar pra casa e aproveitar a tarde pra estudar.
A volta pra casa levou mais ou menos 1 hora, e quando cheguei, me chamou a atenção ver um carro que não conhecia estacionado na frente da garagem da minha casa. Entrei como sempre (sem fazer muito barulho) e a casa estava em silêncio. Olhei na cozinha e não tinha ninguém, fui pra sala e também não, só tinha 3 xícaras de café, um paletó e uma gravata jogados no sofá (o que me pareceu... (estranho porque meu pai quase nunca usa terno).
Fiquei parado na sala tentando entender o que estava acontecendo, porque as luzes e a TV estavam ligadas e não tinha ninguém. Enquanto estava ali parado, ouvi um grito, uma espécie de berro ou algo assim que vinha do andar de cima.
Um pouco receoso e sem fazer barulho, subi a escada devagar e fiquei ouvindo um pouco mais (com o celular na mão caso acontecesse algo e eu precisasse chamar a polícia ou algo do tipo (não entendia o que estava rolando).
Parado ali, ouvia mais barulhos estranhos que pareciam gemidos, mas naquele momento essa não era uma opção que passava pela minha cabeça. Esses barulhos vinham do quarto dos meus pais, então decidi me aproximar bem silenciosamente pra ver o que estava acontecendo.
Enquanto me aproximava, os sons ficavam mais fortes e claros (eram gemidos óbvios, mas eu não percebia). Ao me aproximar, vi que a porta do quarto estava encostada, mas não totalmente fechada.
Já a menos de um metro da porta, ouvi meu pai dizer: "você gosta, putinha? Gosta do pau que eu trouxe hoje?" e, sem me dar tempo pra pensar em nada, ouvi minha mãe responder essa pergunta com um sonoro "SIIIIIIIII, eu adoro, corno, eu adoro"...
Se antes eu não entendia nada, agora entendia menos ainda: meu pai perguntando sobre um pau que ele trouxe pra ela e minha mãe chamando ele de corno de forma tão aberta. Fiquei alguns instantes petrificado, ouvindo principalmente gemidos de mulher (obviamente eram da minha mãe) e decidi espiar pra ver o que estava acontecendo.
Se só ouvir já tinha me deixado gelado, quando vi o que realmente estava rolando, meu coração quase parou.
Pelo vão da porta, e mesmo com a única iluminação sendo um pouco de sol que entrava pela janela, a primeira coisa que vi foi meu pai com as calças abaixadas sentado numa cadeira, se masturbando lentamente enquanto olhava pra cama. E, conforme me aproximava cada vez mais e ampliava meu campo de visão, apareceu em cena a cama dos meus pais e o que fazia meu pai se... estava me masturbando.
Não conseguia acreditar no que via: na cama, minha mãe estava de quatro, com um baby doll levantado até os quadris e os peitos para fora, sendo brutalmente penetrada por trás por outro homem, cujo rosto eu não conseguia ver direito (além do mais, estava concentrado em olhar minha mãe).
Minha primeira reação foi de surpresa, repulsa, raiva, perplexidade. Não conseguia acreditar que estava vendo minha mãe transando, ainda mais com um desconhecido, e o pior de tudo: meu pai se masturbando com aquela cena.
Nenhum deles me via, estavam todos concentrados no que faziam, fodendo como animais selvagens. Os diálogos entre meus pais continuavam. Era constante ouvir minha mãe gemer ou responder ao meu pai que estava gostando, que estavam comendo ela bem, até dizia que era uma puta!
O outro cara não dizia nada, só se limitava a penetrar minha mãe, apertar e brincar com os peitos dela, dava palmadas na bunda e até metia alguns dedos, obviamente no cu dela, o que ela celebrava gemendo, gritando e pedindo mais a cada coisa que o cara fazia.
Minha sensação de raiva foi diminuindo e, na verdade, a cena estava me excitando, e muito. Era como assistir a um filme pornô terrível ao vivo, e ainda por cima a atriz (minha mãe) era uma loucura, era hipnótico ver o balanço dos peitos, as palmadas, os gemidos, era realmente impressionante.
Estava com essa sensação estranha: por um lado, estava ficando excitado com aquela foda tremenda, mas por outro ainda via aquela mulher como minha mãe. Até que, em um momento, minhas reservas desapareceram completamente ao ouvir minha mãe dizer: "mete no meu cu".
Imediatamente, o cara que estava fodendo minha mãe disse ao meu velho: "O que você acha, corno, arrebento o cu dela?" e o masturbador do meu pai respondeu: "Siiiii, faz o cu dela, puta".
Minha mãe, entre gemidos que pareciam ronronar como uma puta, se ajeitou um pouco melhor, embora continuasse de quatro, e movia os quadris como tentando o cara a enfiar no cu, o que não demorou muito a acontecer. mas que uns poucos segundos em que ele passou um pouco de lubrificante no cu da minha mãe e a penetrou lentamente.
Ouvir os gemidos, gritos, guinchos da minha mãe e vê-la agarrada aos lençóis enquanto era penetrada analmente cada vez com mais força por aquele cara terminou de me deixar louco de tesão, estava com o pau duro, a adrenalina que corria pelo meu corpo era similar ou até maior do que a primeira vez que transei, estava perdido na cena, esfregando o pau por cima da calça e curtindo como nunca. Num momento de tesão, abri a câmera do celular e comecei a tirar algumas fotos, até cheguei a gravar alguns vídeos curtos da enrabada brutal que minha mãe estava levando.
Não sei se passou muito tempo ou não, perdi totalmente a noção, mas em um momento o cara tirou o pau do cu da minha mãe, tirou a camisinha e começou a gozar nas nádegas e nas costas dela, que comemorava cada jato de esperma que caía sobre ela.
O pornô tinha acabado e voltei à realidade, ou ficava em casa e a situação ficava uma merda, ou ia embora sem fazer barulho e sem dizer nada para ninguém descobrir que vi tudo. Optei pela segunda opção, rapidamente desci e saí de casa sem fazer ruído.
Fui andando algumas quadras sem perceber, talvez pela adrenalina que ainda tinha, mas me acalmei um pouco e comecei a pensar, que porra aconteceu? Qual é a dos meus pais? Meu pai é um corno? Quem era o outro cara? E ao sentir minhas calças molhadas, lembrei da minha mãe, dos seus peitos, da sua bunda, não conseguia acreditar no quanto ela era uma puta, no quanto ela era gostosa e meu pau começou a ficar duro de novo, pra caralho.
Num impulso inexplicável, decidi me aproximar de casa novamente, mas fiquei na esquina. O carro ainda estava estacionado na porta. Esperei um pouco e vi o cara de terno sair, entrar no carro e ir embora muito tranquilamente. Quando o vi na rua, me pareceu conhecido, mas não sabia de onde.
Olhei a hora e eram quase 19h, tinha passado mais de uma hora vendo minha mãe sendo comida, Que loucura, pensei. Deixei passar um tempo e mandei uma mensagem pra minha mãe dizendo que chegaria às 20h porque o professor da última aula não viria.
Ela me respondeu um tempo depois (devia estar tomando banho ou descansando, sei lá) dizendo que melhor assim, jantaríamos cedo porque ela estava cansada (por dentro pensei, "sim, cansada de puta safada").
Quando cheguei em casa tudo parecia normal, meus pais estavam normais, de boa, e se eu não tivesse visto o que aconteceu nem teria percebido que eles trocavam olhares entre si. Realmente vi que ela estava um pouco cansada, e quando perguntei por quê, ela me disse com toda naturalidade "porque fiz exercício a tarde toda".
Nas semanas seguintes, não conseguia tirar da cabeça o que tinha visto. Às vezes tinha uma sensação estranha, mas sempre acabava vendo as fotos ou vídeos (que, mesmo não estando muito nítidos, me ajudavam a lembrar todos os detalhes) e me masturbava, já me punhetava umas 2 ou 3 vezes por dia, era uma loucura. Não pensava em nenhuma amiga ou colega da faculdade, estava obcecado pela minha mãe, a ponto de, numa noite com uma colega da faculdade com quem tenho um rolo, enquanto transávamos, a única coisa em que pensava era na minha mãe.
Estava perdido nisso, até comecei a sair das aulas mais cedo pra voltar pra casa e ver se o carro da outra vez estava lá, mas nada, não conseguia pegá-los de novo. Além disso, já não via minha mãe como antes, agora percebia o quão gostosa ela se vestia todo dia. Leggings, calças justas, blusas decotadas e curtas pra mostrar a bunda, até mesmo, se prestasse atenção, dava pra ver a calcinha dela muitas vezes, e ela sempre andava com "graça", rebolando o quadril ou se colocando em posições que destacavam os peitos, batom, cabelo sempre arrumado... ela sempre andava como uma rainha, ou uma puta gostosa, tudo depende da perspectiva.
Comecei a investigar quem poderia ser o cara, mas nada, até que uma noite, durante o jantar, meu velho disse que ia ganhar um aumento no trabalho, e minha mãe soltou uma frase que em outro momento teria passado despercebida: "isso é pelo trabalho em equipe". Meu pai sorriu e respondeu "sim, a verdade é que tenho uma boa equipe de trabalho" enquanto encarava ela fixamente.
Óbvio que a equipe eram os dois, e por dentro pensei: é alguém do trabalho o terceiro, e a puta se deixa foder para que o corno suba no trabalho.
Terminado o jantar, fui para o meu quarto e pesquisei um pouco sobre a empresa onde meu pai trabalha, e era o que eu imaginava: o cara que tinha comido a buceta da minha velha era um dos gerentes da empresa onde meu pai trabalhava.
Já tinha todo o assunto fechado: o porquê, quem era, mas me faltava saber se meu pai era realmente um corno patético e minha mãe uma hotwife, ou se tinha sido só por grana e nada mais. Além disso, continuava com essa obsessão de me esquentar e me masturbar pensando na minha mãe.
Busquei em páginas de swing e todo esse mundo, mas nada, nenhum perfil batia com eles. Estava desiludido até que um sábado à tarde meus velhos saíram para caminhar. Como a questão de roubos está difícil, eles deixaram os celulares em casa, oportunidade que aproveitei para buscar um pouco de informação.
Primeiro busquei no celular do meu pai os chats com o gerente, mas não tinha nada estranho; busquei em outros chats com amigos dele e também nada; até olhei mensagens com minha mãe ou de números desconhecidos, mas não tinha nada estranho.
Peguei o celular da minha mãe e também não tinha nada, até que entrei no chat com meu pai. Diferente dele, ela não tinha apagado nada da conversa. As últimas mensagens eram de coisas cotidianas, exceto por algumas mais picantes, mas entre eles, até que cheguei nas datas em que tudo tinha acontecido.
Os chats iam desde uma semana antes até o mesmo dia em que os fatos ocorreram, e a última mensagem era das 13h daquele dia, onde minha mãe dizia "Já se Foi o Andrés" e meu velho respondeu "Ok, daqui a pouco a gente vai, se veste como eu falei"
Continuei procurando mensagens e todo dia eles falavam do assunto. A primeira mensagem sobre isso era do meu pai dizendo "já arrumei um macho novo" e depois dessa mensagem tinha várias trocadas onde minha mãe perguntava "quem era, como era a parada, como ele sabia que eles eram cuckold, até chegou a perguntar se ele tinha uma boa pica", coisas que meu velho foi respondendo que sim, exceto a última onde ele respondeu "isso você tem que decidir você".
Nos dias seguintes eles continuaram trocando mensagens se excitando, lembrando outros encontros, outros caras (até davam apelidos, o peludo, o magro, o pica grande, tinha um monte até um que chamavam de vizinho) sobre alguns eles riam e com outros colocavam uffff que pica que aquele tinha, ou que foda ele te deu, e minha mãe falava que no próximo ela não queria saber quem era, que queria ter os olhos vendados porque assim ela curte mais e não fica olhando o físico nem outra coisa que não seja a pica ("QUE puta, QUE mulher" pensei e óbvio que fiquei de pau duro enquanto lia, coisa que não aguentei e fiz uma masturbação tremenda olhando as mensagens).
Depois de todas essas descobertas me tranquei no meu quarto pra processar tudo. Não só continuei excitado, estava cada vez mais excitado, mais louco, com mais vontade de comer minha mãe, era uma obsessão na qual eu pensava o tempo todo. Esse fim de semana trancado no meu quarto me masturbando que nem um louco me veio uma ideia, e comecei a investigar um pouco o gerente da empresa. Não era fácil meu plano, mas se desse certo ia poder saciar minha vontade e se não, azar, no fim o não eu já tinha.
Na segunda-feira a primeira coisa que fiz foi comprar um chip novo pro celular pra ter outro número. Esperei até as 17h onde sei que meu pai tá sozinho em casa já que minha mãe vai pra academia e mandei uma mensagem pra ele (reproduzo a conversa)
Eu: Oi, sou o Rodrigo, filho do (coloquei o nome do gerente da empresa).
Pai: Oi Rodrigo, como você está? Em que posso te ajudar?
Eu: Olha, vou te propor uma coisa e espero que você seja muito discreto. Tenho sua palavra?
Pai: O que foi? Pode me contar qualquer coisa, não se preocupe.
Eu: Olha, eu sei que meu pai tem outra mulher e que ele traiu minha mãe.
Pai: Por que você diz isso? Tem certeza? Olha, é muito feio acusar alguém de fazer uma coisa dessas.
Eu: Tenho muita certeza e ainda sei com quem ele está traindo.
Pai: Que ruim, mas enfim, são coisas que acontecem às vezes. Sua mãe sabe disso?
Eu: É muito feio mesmo. Ela não sabe de nada, o único que sabe sou eu e espero que você entenda que não conte nada pra ele também.
Pai: Não, fique tranquilo que não falo nada. Posso te perguntar uma coisa?
Eu: Pode falar.
Pai: E por que você está me contando isso? De onde você pegou meu telefone?
Eu: A primeira pergunta é óbvia, não acha?
(nisso meu pai parou de escrever e me ligou, mas eu cortei e mandei mensagem de novo)
Eu: Não me liga, não vou atender.
Pai: Ok, mas não entendo nada.
Eu: Além de corno, você ainda é meio burro, parece...
(com essa frase eu tinha me arriscado, se ele ficasse bravo ia cortar a conversa e meu plano ia por água abaixo, mas depois de alguns segundos ele respondeu)
Pai: Acho que você está se confundindo e errado.
Eu: Nada a ver, tenho tudo muito claro, se quiser provas e tudo, corno.
Pai: Para com isso, cara, não tô pra besteira e te trato bem porque você é filho do meu chefe, então se toca.
Eu: O que foi? Ficou bravo, corno? Ou vai me dizer que o Mercedes-Benz do meu pai não esteve na sua casa há 3 semanas?
Pai: Não sei de onde você tira essas besteiras.
Eu: Tá me zoando!!! Sério que você não sabe que meu pai passou umas horas com sua esposa? Pensei que você soubesse, não sei por que imaginei que o baby doll preto que ela tava usando foi você quem escolheu.
(de novo recebo outra ligação do meu pai e corto de novo)
Eu: Já disse pra não me ligar, corno. Da próxima vez que me ligar, não vou te dar a chance de ninguém descobrir. Pai: E pra que caralhos você tá me escrevendo? Agora você é o policial da moral, é?
Eu: kkkkk nãoooo, sou o que tem o pau maior, esse sou eu.
Pai: Vai se fuder, cara
Eu: Achei que você fosse um cara mais inteligente, mais razoável, mas ok. Se você continuar nessa postura, vou ter que falar com alguém pra conseguir o que quero.
Pai: O que você quer? Grana? Tá me chantageando agora?
Eu: kkkkk grana não, quero o ouro.
Pai: Sério, moleque, para com isso. O que você quer?
Eu: Quero a sua mulher, corno. Quero experimentar o que o papai comeu há algumas semaninhas.
Pai: Você tá louco, cara. Tchau.
Eu: kkkkk, amanhã te escrevo pra ver se você reconsiderou, corno. E lembra de não contar pra ninguém.
(Me deu no visto e não respondeu nada)
No outro dia, fiquei tentado a escrever pra ele, mas não era o plano. Tinha que deixar ele se desesperar e me oferecer a mulher dele, minha mãe, de bandeja.
Na quarta, quando fui pra faculdade, coloquei de novo o chip que tinha comprado, e entraram algumas mensagens do meu pai do dia anterior e do mesmo dia.
Terça:
Oi.
Tá aí?
Responde.
Quarta:
Pai: Oi, responde.
Eu: Oi, corno. Que foi?
Pai: Já começou? Baixa a agressão, moleque.
Eu: Ok, ok. O que você quer?
Pai: Como assim o que eu quero? Resolver esse assunto, é o que eu quero. Quanto você quer de grana?
Eu: De novo com grana? Já te falei, não quero grana, quero a sua mulher. Vai me entregar ou não?
Pai: Não é tão fácil, não funciona assim as coisas.
Eu: Ah, não? E como funciona, explica aí.
Pai: Ela tem que concordar, e óbvio que não posso dizer quem você é, senão fode tudo.
Eu: Aham, bom, o problema é seu, não meu. Arranja alguma solução.
Pai: Você não entende que não dá pra fazer isso. Como vou explicar pra ela que tem que transar com você porque você sabe que seu pai transou com ela? É uma loucura.
Eu: Olha, ela não precisa saber quem eu sou nem por que tô aí. Ou você vai me dizer que todos que comeram ela tinham uma história ou foram escolhidos por ela?
Pai: Como todos que se... ela comeram, mais respeito, garoto.
Eu: Vamos ser diretos que tô ocupado, já que você não tem uma ideia, fala pra ela que você arrumou um cara, com uma pica boa por sinal, e que ela tem que vendar os olhos e pronto, eu entro, como ela e acabou.
Pai: hahaha você me faz rir, como se fosse tão fácil.
Eu: olha, hoje à noite te mando uma foto da minha pica, ela vai ficar molhada só de ver e vai implorar pra eu comer ela.
Pai: não para, não dá, para de zoar sério. Pra que você quer minha esposa, com todas as novinhas que você deve ter, você tem grana, pra que quer uma veterana, relaxa.
Eu: tenho tudo isso mas quero experimentar esse cu que meu velho comeu.
Pai: como você sabe dessas coisas, nunca me contou.
Eu: Depois te conto, agora espera a foto hoje à noite pra você mostrar e sua esposa ficar de pernas bambas. Tchau
(tirei o chip e coloquei o meu, fiquei na faculdade até a noite e voltei pra casa).
O jantar foi bem normal, exceto que dava pra notar que meu pai tava meio nervoso. Terminamos de jantar e fui direto pro meu quarto, fechei bem a porta e comecei a ver as fotos e vídeos pra tirar uma foto com a pica dura, o que consegui rapidinho.
Editei um pouco o pouco que dava pra ver do meu quarto, coloquei o outro chip e mandei a foto da minha pica duríssima pro meu pai com a mensagem "mostra pra sua esposa... 18 x 5 pra ela saber... ela vai ficar molhada só de ver".
A mensagem chegou mas ele não leu na hora. Ouvi que eles foram deitar, coloquei o telefone no vibrar e fiquei esperando.
Passou um tempão até que finalmente meu telefone vibrou.
Pai: Como a gente faz?
Eu: Ela gostou da foto?
Pai: sim, por isso tô perguntando como a gente faz. Tem que ser num dia de semana à tarde.
Eu: ok, deixa eu ver como posso ajustar minha agenda pra semana que vem.
Pai: não, tem que ser amanhã ou depois.
Eu: opa, o que foi? Ela gostou tanto assim da minha pica, corno?
Pai: não, quero terminar isso o quanto antes.
Eu: hahaha para de mentir, ela ficou com água na boca... além do mais com certeza ela vai querer repetir depois.
Papa: para de besteira, você pode quinta ou sexta?
Eu: Ok, calma... posso amanhã, você me diz a hora.
Papa: ok, às 15h se tá bom. Sabe meu endereço?
Eu: sei sim, relaxa.
Papa: ok, nos vemos amanhã então.
Eu: pera pera, vou te dar umas condições.
Papa: o quê? para de sacanagem.
Eu: quero que ela se vista como uma mulher direitinho, calcinha fio-dental, cinta-liga, meia-calça, salto alto, etc, batom vermelho, perfume...
Papa: Ok, eu falo pra ela. Alguma cor específica?
Eu: Não, qualquer cor. Outra coisa, não quero que ela me veja e você também não, então os dois vão ter que ficar de olhos vendados. Você deixa a porta aberta que eu chego na hora.
Papa: Quê? não, pera, você tá louco, como vou ficar de olhos vendados? nem te conheço, maluco!!!
Eu: como não me conhece? sou o filho do seu chefe, corno!!! Não quero que me vejam porque fico nervoso com você olhando enquanto como sua esposa. Se não aceitar as condições, tudo bem, sigo meu caminho e você já sabe como termina a coisa depois, esquece o emprego, sua família, vai ficar marcado como corno pra todo mundo.
(Ficou um tempo online sem responder nada)
Papa: ok, nos vemos amanhã na hora, seja pontual. Vamos estar no quarto, entra e fala "cheguei, me esperavam" pra sabermos que é você.
Eu: ok, corno, tchau.
De tanta excitação quase não dormi e fiquei tentado a me masturbar, mas queria guardar toda a porra pro dia seguinte. Tava feliz, excitado, com tesão, e um pouco louco também. No outro dia acordei um pouco tarde, tipo 10 da manhã, tomei café tranquilo enquanto olhava pra minha mãe, que tava toda animada. Se não soubesse o que ia acontecer, teria pensado em qualquer outra coisa, mas sabia que ela tava assim porque em poucas horas ia ter um macho novo, uma rola boa entre as pernas.
Tomei banho de boa e por volta das 13h fui pra faculdade, supostamente. Claro que não foi isso, fiquei um bar próximo tomando um café até dar a hora marcada.
Às 15 horas em ponto, como combinamos, entrei na minha casa fazendo um pouco de barulho com a porta para que soubessem que eu havia chegado.
Subi a escada tranquilamente e precisava dizer a frase combinada, mas antes olhei para ver se estava tudo como havíamos acertado, ou seja, ambos com os olhos vendados.
Me aproximei e vi meu pai sentado na sua cadeira com os olhos vendados, olhei um pouco mais e a vi, ela estava em pé ao lado da cama com um conjunto de lingerie vermelha que era um espetáculo de verdade, tinha aqueles sutiãs bem transparentes que deixavam transparecer seus mamilos, calcinha fio-dental, cinta-liga, meias e sapatos de salto alto, tudo combinando, era uma gostosona, uma deusa literalmente.
Entrei devagar e coloquei no meu celular uma frase que já havia digitado no tradutor do Google (para que não reconhecessem minha voz) e disse: "Cheguei, me esperavam, vou falar pelo meu telefone para que não ouçam minha voz, tem algum problema?"
Eles se relaxaram um pouco ao saber que era quem esperavam e meu pai disse, em relação a eu falar pelo celular: "Não tem problema, a única coisa que peço é que se respeite o que ela disser, se ela disser não é não, está claro?"
No meu celular digitei: "Por mim está perfeito... com licença, corno, vou fazer o que vim fazer".
Lentamente fui me aproximando dela, dava para notar que ela estava visivelmente nervosa, mas excitada com tanto mistério. Toquei suavemente seus ombros e acariciei seus braços até chegar às suas mãos, levantei sua mão direita e, aproximando-a da minha boca, dei um beijo em sinal de cumprimento.
Sua respiração começou a acelerar um pouco enquanto eu continuava acariciando seus ombros, pescoço e cabelo.
Peguei o celular e disse: "Se estiver de acordo, gostaria de acariciá-la em outros lugares"... Ela, com a voz embargada, me respondeu que sim, que continuasse. Fiquei atrás dela, comecei a acariciar seu cabelo como se estivesse penteando e lentamente fui descendo minhas carícias para suas costas e seus quadris.
Dessa posição eu tinha uma vista... impressionante a bunda da minha mãe dividida ao meio por uma calcinha fio dental vermelha que era uma loucura, era uma tentação esfregar mas eu queria fazer as coisas com calma, devagar.
Peguei o celular de novo e disse "eu gostaria que você vá contando pro seu marido o que eu tô fazendo e o que você vai sentindo, se quiser". Ela balançou a cabeça e enquanto eu continuava com meu jogo de sedução ela foi relatando um pouco.
"Ele tá acariciando meus ombros... agora tá beijando meu pescoço... tá roçando meus mamilos..."
Os gemidos dela começaram a ficar audíveis a cada carícia até que num momento ela me diz "senhor, quero que toque minha bunda"...
Eu disse "com muito prazer, mas não me chama de senhor, me chama de amor, e pede o que quiser".
Ela balançou a cabeça e disse "amor, toca minha bunda"...
Lentamente fui acariciando suas costas, seus quadris, desci pelo lado das suas coxas e com minhas duas mãos agarrei bem forte as nádegas dela, o que fez ela soltar um suspiro e um gemido profundo e longo.
Ela tentou tocar no meu pau, que por sinal já estava duríssimo, mas eu não deixei, tinha outros planos pra primeira impressão que ela ia ter.
"Amor, você não gosta dos meus peitos que não toca neles?" Eu imediatamente soltei uma de suas nádegas e comecei a esfregar os peitos por cima do sutiã e os gemidos e suspiros dela ficavam cada vez mais fortes.
Peguei meu celular e disse "conta pro corno o que eu tô fazendo, e fala que ele pode se masturbar".
Imediatamente ela disse "corno, ele tá apalpando meus peitos e minha bunda... ahh e você pode bater uma". Ele perguntou se ela tava gostando e ela quase gritou "SIIIIIII TÔ AMANDOOOO"....
Nessa altura eu já metia a mão nos peitos dela por baixo do sutiã e cada vez que apalpava suas nádegas ia mais fundo na direção da buceta. Ela arqueava as costas empinando a bunda pra eu conseguir tocar mais fundo e talvez tentar roçar no meu pau, mas eu continuava sem deixar.
Agarrei forte no cabelo dela, virei um pouco sua cabeça e por cima do seu... Comi a boca dela com uma fome descontrolada. Ela estava totalmente desesperada. No meio dos gemidos, ela ficava repetindo "quero pau, quero pau agora"...
Soltei ela e a fiz ajoelhar suavemente na minha frente. "Cuck, tô de joelhos, vou comer esse pau, vou chupar ele todinho... você tá batendo uma?" Ele respondeu, entrecortado, que sim (era verdade, ele tava fazendo uma punheta das fortes).
Minha mãe estava louca pra engolir meu pau, mas eu continuei brincando com ela. Comecei a passar meus dedos pelos lábios dela. Ela tentava chupá-los, mas eu não deixava muito, queria curtir um pouco, fazer ela me pedir de joelhos pra chupar meu pau.
Num certo momento, ela pegou minha mão, levou um dedo à boca e começou a chupar. Foi incrível, um espetáculo sem igual, nunca na minha vida alguém me excitou tanto sem tocar no meu pau. Ela devorava meu dedo, fazia caras, se mexia, fingia que estava chupando meu pau, era impressionante.
"Meu amor, não quer que seja seu pau e não seu dedo que eu chupe?" ela disse.
Eu, lentamente e fazendo barulho, abaixei minha calça, ela continuou ajoelhada esperando que eu oferecesse meu pau. Com o pau na mão, prestes a encostar na boca dela, ela diz: "Cuck, ele tá abaixando a calça, espero que seja o pau da foto"... Quase soltei uma gargalhada, mas por sorte me segurei.
Com a mão direita eu tinha o pau apontado pra cara dela e com a esquerda peguei sua testa, puxando um pouco pra trás, e encostei a cabeça nos lábios dela, que rapidamente se abriram pra sua língua começar a dar lambidinhas suaves.
Pensei que ela ia ficar desesperada pra enfiar na boca, mas não foi assim, ela continuou dando lambidas na cabeça, esperando que eu oferecesse.
Soltei ela e com o telefone disse: "É toda sua". Ela sorriu, se ajeitou e primeiro pegou ele, apalpando toda a extensão (queria confirmar o tamanho). Lentamente, ela me masturbava enquanto mordia os lábios em sinal de desejo.
"Mmmmm, é cuck, acho que é o pau da foto mesmo, vou comer ele sabia"... Atendi um "aja" (não aguentava mais a masturbação que estava me pegando), e um segundo depois a mamãe começou seu show.
Ela começou a lamber meu pau dos ovos até a cabeça, e quando chegava lá em cima com a língua fazia círculos que me deixavam louco. Eu comecei com os primeiros gemidos, era impossível me segurar calado.
Não sei se os gemidos não são reconhecíveis ou se pela tesão não reconheceram minha voz, mas ninguém desconfiou de nada e ela continuou com o dela. Já tinha começado a enfiar parte do meu pau na boca, e para ser sincero nunca tinham me feito um boquete tão incrível, ela era realmente uma especialista com a boca.
Em um momento ela tirou rápido, tomou uma baita golada de ar e me disse "meu amor, é muito grande, por que você não me ajuda a comer ele inteiro?"... (que puta, pensei, ela quer que eu foda a boca dela) e óbvio que ajudei. Peguei ela pela nuca, apontei meu pau para os lábios dela e comecei a meter e tirar, cada vez mais fundo e mais rápido, a ponto dela começar a se engasgar um pouco, mas longe de pedir para parar, ela queria mais, me agarrou pelas nádegas e me empurrava para dentro.
Que loucura, nunca uma gatinha tinha feito algo assim comigo, e mesmo que raspasse um pouco, a sensação era incrível, e nem se fala no tesão que sentia ao ver a cena completa.
Quando ela saciou a vontade de chupar pau, me disse "meu amor, quero que você me coma agora".
Peguei o celular e disse "primeiro vou comer seu cu, puta"...
Ela falou "ouviu, corno? Ele vai comer meu cu, não é como você que tem nojo"...
Ajudei ela a levantar e enquanto apalpava ela com força, comecei a transar com ela de novo. Minhas mãos já iam bem fundo, tinha tirado os peitos do sutiã e de vez em quando chupava e mordia, e com minhas mãos puxei a calcinha e toquei sua buceta, que estava impressionantemente molhada.
Ela se agarrava com muita força e, quando podia, pegava no meu pau e dizia "chupa minha bunda, meu amor, por favor, não aguento mais".
Joguei ela na cama e continuei beijando-a apaixonadamente. enquanto ela gritava e gemia como uma louca. Virei ela meio bruscamente, agarrei seus quadris para parar a bunda, e comecei a chupar e morder suas nádegas. Ela gemia e movia a bunda como uma puta no cio até que puxei sua calcinha deixando seu ânus à vista. Ela soltou um grito "siiii siiii, o corno vai chupar meu cuuuuuu"...
Não sei se era fã ou se chupavam com frequência, ou ambas as coisas, mas quando encostei minha língua em todo seu ânus ela soltou um gemido impressionante e levantava cada vez mais com a intenção de que eu metesse minha língua bem no interior, coisa que obviamente fiz.
Minha língua estava quase completamente dentro de seu ânus e ela gemia como nunca antes tinha ouvido uma mulher gemer. Em um momento tirei minha língua de seu ânus e desci até sua vagina e comecei a comê-la com vontade, alternando entre a buceta e o cu, o que a deixava realmente louca, estava descontrolada, gritava literalmente de prazer.
Eu não aguentava mais, minha rola já estava explodindo. Virei ela colocando-a de barriga para cima na cama, abri suas pernas, apoiei minha rola em sua vagina e me deixei cair. Penetrei até o fundo e de uma vez quase. Por sorte ela estava muito molhada, então não custou tanto entrar e não doeu, ou se doeu ela disfarçou porque pedia mais e mais e gemia como louca. O tempo todo ela dizia "o corno está me fodendo muito e eu adoro"
Eu por minha parte tentava me concentrar em outra coisa para não gozar, mas era impossível, não conseguia resistir a comer sua boca ou os peitos, estava louco e muito excitado.
Em um momento ela me sussurra no ouvido "você está de camisinha?" Eu com uma onomatopeia disse que não. Ela mordeu os lábios e me sussurrou "goza dentro, mas que o corno não descubra"...
Eu fiz que não novamente e toquei sua barriga em sinal de gravidez e ela me disse "tranquilo, meu amor, tomo pílula".
Isso me deixou tranquilo, não queria fazer merda também, e com certeza meu pai não queria que eu transasse sem camisinha por causa das doenças, não por gravidez, o que estava certo.
Eu comecei a curtir as estocadas que dava um pouco mais devagar, acariciava ela, beijava, estava aproveitando esses últimos momentos. Ela me "abraçou" com as pernas e sussurrou no meu ouvido "me enche de porra, meu amor, sou sua".
Essa frase disparou tudo, acho que dei mais duas bombadas e comecei a encher literalmente a buceta dela de porra. Ela sentiu na hora e mordia os lábios curtindo cada jato de sêmen que inundava o interior dela.
Já exaustos, ficamos na mesma posição até meu pau ir murchando um pouco e começar a vazar porra que escorreu pelo cu dela até cair nos lençóis.
Mamãe: que horas são?
Eu pego o celular e digo: são 17 horas
Mamãe: bom, temos tempo pra mais um, você aguenta?
Eu: pode ser, me dá um tempinho que eu me recupero,
ela sorrindo disse "sim, claro, e agora te espera meu rabinho se quiser"
Eu: Sim, óbvio, vou arrebentar ele todinho, linda.
Mamãe: haha espero que não, trata ele com cuidado, agora me leva ao banheiro, na cozinha tem coisas pra beber se quiser.
Eu: perfeito, volto num instante então.
Acompanhei ela até o banheiro e fui pra cozinha tomar alguma coisa, e levar um pouco de água que ela tinha me pedido.
Deve ter passado meia hora em que descansei e voltei pra cima fazendo bastante barulho pra que soubessem que eu estava indo e se tapassem os olhos caso não tivessem as vendas. Quando entrei, por sorte estavam com as vendas, meu pai na cadeira dele (que por sinal tinha poças de porra ao redor) e minha mãe deitada na cama numa pose sexy e sorrindo.
Me aproximei, dei o copo de água e sentei pra olhar ela.
Mamãe: o corno disse que estava gostoso sua porra, meu amor.
Eu: Como?
Mamãe: hahaha siiim, ele gosta de tomar porra. Não gostou muito que você não usou camisinha, mas eu disse que você está saudável, suponho que esteja.
Eu: Sim, óbvio, mais que saudável.
Mamãe: perfeito, então agora você vai poder encher minha bunda de porra, ou não?
Eu: Claro que sim, putinha, de porra e de pau eu vou encher.
Mamãe: mmmmmm que delícia que você é!!!!! Já está pronto ou eu chupo seu pau um pouco, meu amor?
Eu: Tô pronto, mas gosto da sua boca, então chupa ele um pouco, putinha. Depois eu chupo seu cu pra preparar bem, senão meu pau não vai entrar.
Mamãe: mmm, eu sei, mas calma que já preparei, olha
(ela se vira mostrando a bunda, e a putinha tinha um plug enterrado).
Eu: uhhhh, você é mesmo uma putinha boa
Mamãe: É? Sou a melhor putinha que você já comeu?
Eu: sem dúvidas, a melhor e mais putinha de todas, agora chupa ele, vai.
Ela, sorrindo com o elogio (obviamente adora ser uma putinha), pegou meu pau e, antes de colocar na boca, disse: "corninho, vou chupar ele de novo, começa a se masturbar". Ela chupou com vontade por um tempo, e eu, que já estava relaxado, aproveitava tranquilo o boquete incrível que ela estava fazendo, até que em um momento ela me olha e diz: "vai, me come no cu".
Dei um beijo nela, coloquei ela de quatro virada pro meu pai (queria ver ele se masturbando enquanto comia ela, já estava com muito tesão) e bem devagar tirei o plug do cu dela. Chupei um pouco e, quando estava prestes a enfiar, ela disse: "espera, na mesa de cabeceira tem lubrificante, senão acho que não aguento". Passei bastante lubrificante nela e perguntei: "agora, putinha, tá pronta?" Ela respondeu: "siiiii, me come no cu, meu amor", e antes de enfiar a cabeça, eu disse: "conta pro corninho como eu vou comendo seu cu, putinha".
Imediatamente fiz pressão e enfiei a cabeça toda no cu dela. Aí ela soltou um grito de dor, mas aguentou.
Mamãe: Cornudoooo, ele enfiou a cabeça do pau no meu cu, tá me partindo ao meio.
Eu fiquei parado, sem saber se estava doendo ou se ela só estava zoando meu pai, até que ela falou de novo:
Mamãe: Já deu, corninho, me acostumei com um pau de verdade, você nem vai fazer cócegas depois disso, e você, amor, vai, arromba meu cu, vai!"
Que loucura, pensei, eu tô maluco, mas a mamãe tá pior, tá louca, humilha o marido pra caralho e ainda pede mais pau, mas não me neguei e comecei a enfiar cada vez mais fundo o pau até bater no fundo.
Peguei o celular e disse: "Agora come você, sua vagabunda". Ela obedeceu e começou a se mover sozinha pra frente e pra trás, se fodendo sozinha, digamos assim. Eu dava uns tapas na bunda dela de vez em quando e ela ficava louca, gemendo, gritando, apertando os peitos, falando o tempo todo pro papai: "tão me comendo o cu, corno" com uma voz meio rouca, de raiva e prazer, sei lá, era estranho, mas ela adorava, a putinha.
Eu parei ela e comecei a comer eu mesmo, e claro, era mais forte e violento, coisa que ela celebrava e pedia mais. Ela se contorcia nos orgasmos, esfregando o clitóris e pedindo mais forte, era insaciável, queria mais e mais, e eu dava com tudo que tinha.
Num momento, eu já não aguentava mais, e sem avisar nada, enfiei bem fundo e comecei a descarregar toda minha porra bem dentro do cu dela.
Ela deu um pulinho e começou a gritar: "Enche meu cu de porra, corno, enche meu cu de leiteeeeee ahhhhhh" e começou a tremer com o orgasmo que teve. Eu segurando firme na bunda dela, com o pau todo enfiado no cu dela, descarreguei até a última gota e tirei. Ela ficou exausta, com o rosto apoiado na cama e a bunda pra cima, e eu apreciava o buraco enorme que tinha deixado no cu da minha mãe.
Não passou nem um minuto até ela dizer:
Mãe: Corno, já vai começar a sair a porra do meu cu, você vai tomar?
Pai: Se você quiser, sim, meu amor.
Mãe: Sim, quero que o convidado veja o quanto você é corno. Meu amigo, pode trazer o corno até meu cu?
Eu me levantei e guiei meu pai até deixá-lo na frente do cu ainda aberto da minha mãe, que disse pra ele começar a chupar porque já estava saindo a porra.
O corno fez isso e esperou com a língua de fora receber o jato de sêmen que saía das entranhas da minha mãe. Era estranho ver uma perversão daquelas, mas já tinha cruzado a linha, e fiquei não só olhando, mas também aproximei meu pau da boca da minha mãe e enfiei pra ela chupar um pouco enquanto Seu marido corno limpava sua bunda do meu leite. (se curtiram a história, faço a próxima contando o que aconteceu depois).
13 comentários - Comi o cu da minha mãe