Comi o cu da minha mãe

Meu nome é Andrés, tenho 21 anos e vou contar pra vocês uma parada que aconteceu uns meses atrás, onde descobri que meu velho é um cuck de merda e minha mãe uma puta de carteirinha, e claro que me aproveitei disso.

Como falei, tenho 21 anos, estudo na UBA e moro com meus pais. Eles têm 43 anos (me tiveram novos, digamos) e, apesar da idade, os dois se cuidam pra caralho, malham e levam uma vida saudável até que bem.

Nunca tinha olhado pra minha mãe como um objeto sexual (até aquele momento), mas ela é muito gostosa, morena de cabelo liso, 1,70 de altura, magra, uns peitos de bom tamanho (não exagerados, mas bem redondinhos e firmes pra idade dela) e uma bunda boa, firme e bem cuidada. Além dos atributos, ela sempre se veste muito bem, mesmo em casa, e principalmente se veste bem jovem (usa leggings ou jeans apertados, blusas decotadas, etc., sempre se mostrando sexy).

Um dia como qualquer outro, acordei cedo pra estudar e ao meio-dia fui pra faculdade, tinha aula das 14h às 21h, um dia bem longo e chato, então chegaria em casa lá pelas 22h. A primeira aula foi normal, das 14h às 16h, mas a segunda matéria, que era das 16h às 18h, o professor avisou que não ia dar, então eu tinha que esperar até as 19h pra começar a última aula. A maioria dos meus amigos foi embora, eram muitas horas esperando pra assistir aula e ninguém tava afim. Eu fiz o mesmo, decidi voltar pra casa e aproveitar a tarde pra estudar.

A volta pra casa levou umas horas, mais ou menos, e quando cheguei, estranhei ver um carro que não conhecia estacionado na frente da garagem de casa. Entrei como sempre (sem fazer muito barulho) e a casa tava em silêncio. Olhei na cozinha e não tinha ninguém, fui pra sala e também não, só tinha três xícaras de café, um paletó e uma gravata jogados no sofá (o que já me pareceu estranho). (estranho porque meu pai quase nunca usa terno).

Fiquei parado na sala tentando entender o que tava rolando, porque as luzes e a TV estavam ligadas e não tinha ninguém. Enquanto tava ali parado, ouço um grito, um berro ou algo assim vindo do andar de cima.

Meio com medo e sem fazer barulho, subo devagar a escada e fico ouvindo um pouco mais (com o celular na mão caso acontecesse algo e eu precisasse chamar a polícia ou algo assim (não tava entendendo o que tava acontecendo).

Parado ali, ouvia mais barulhos estranhos que pareciam gemidos, mas naquele momento não era uma opção que passava pela minha cabeça. Esses barulhos vinham do quarto dos meus pais, então decidi ir bem na surdina ver o que tava rolando.

Enquanto me aproximava, os sons ficavam mais fortes e claros (eram gemidos óbvios, mas eu não tava sacando). Ao chegar perto, vejo que a porta do quarto tava encostada, mas não totalmente fechada.

Estando a menos de um metro da porta, ouço meu pai falar "você gosta, putinha? Gosta da pica que eu trouxe hoje pra você?" e sem me dar tempo de pensar em nada, ouço minha mãe responder essa pergunta com um "SIIIIIIIM, adoro, corno, adoro"...

Se antes eu não entendia nada, agora menos ainda: meu pai perguntando sobre uma pica que ele trouxe pra ela e minha mãe chamando ele de corno tão abertamente. Fiquei uns instantes paralisado, ouvindo mais os gemidos de mulher (óbvio que eram da minha mãe) e decidi espiar pra ver o que tava rolando.

Se só ouvir já tinha me deixado gelado, quando vi o que realmente tava acontecendo, quase meu coração parou.

Pela fresta da porta, e mesmo com a única iluminação sendo um pouco de sol que entrava pela janela, a primeira coisa que vi foi meu pai de calças arriadas sentado numa cadeira se masturbando devagar, olhando pra cama. E quando fui me aproximando cada vez mais e ampliando meu campo de visão, apareceu em cena a cama dos meus pais e o que fazia meu pai... estava me masturbando.

Não podia acreditar no que via, na cama estava minha mãe de quatro com um baby doll subido até os quadris e com os peitos de fora, sendo brutalmente penetrada por trás por outro homem, que eu não conseguia ver direito o rosto (além disso, estava concentrado em olhar pra minha mãe).

Minha primeira reação foi de surpresa, repulsa, raiva, confusão, não podia acreditar que estava vendo minha mãe transar, e ainda mais com um desconhecido, e o pior de tudo, meu pai se masturbando com tudo aquilo.

Nenhum deles me via, estavam todos concentrados no que estavam fazendo, fodendo como animais selvagens. As conversas entre meus velhos continuavam. Era constante ouvir minha mãe gemer ou responder ao meu pai que estava gostando, que estava sendo bem comida, até dizia que era uma puta!

O outro cara não dizia nada, só se limitava a penetrar minha mãe, apertar e brincar com os peitos dela, dava tapas na bunda e até enfiava uns dedos no cu dela, que ela celebrava gemendo, gritando e pedindo mais a cada coisa que o cara fazia.

Minha sensação de raiva foi se apagando e, verdade seja dita, a cena estava me excitando, e muito. Era como ver um filme pornô ao vivo, e ainda por cima a atriz (minha mãe) era uma loucura, era hipnótico ver os peitos balançando, as palmadas na bunda, os gemidos, era realmente impressionante.

Eu estava com aquela sensação estranha, por um lado estava excitado com aquela foda do caralho, mas por outro ainda via aquela mulher como minha mãe, até que num momento minhas reservas foram completamente embora ao ouvir minha mãe dizer "enfia no meu cu".

Imediatamente o cara que estava fodendo minha mãe pergunta pro meu velho "o que você acha, corno, arrebento o cu dela?" e o punheteiro do meu pai respondeu "siimm, arrebenta o cu dessa puta".

Minha mãe, entre gemidos tipo ronronos de uma puta, se ajeitou um pouco melhor, embora ainda estivesse de quatro, e mexia os quadris como se estivesse provocando o cara a enfiar no cu dela, coisa que não demorou muito. mas que uns poucos segundos onde ele passou um pouco de lubrificante no cu da minha mãe e penetrou ela devagar.

Ouvir os gemidos, gritos, berros da minha mãe e ver ela agarrada nos lençóis enquanto era penetrada analmente cada vez com mais força por aquele cara acabou me deixando louco de tesão, eu tava com o pau duro, a adrenalina correndo no meu corpo era igual ou até maior que na primeira vez que transei, tava perdido na cena, me tocando por cima da calça e curtindo como nunca. Num momento de tesão abri a câmera do celular e comecei a tirar umas fotos, até gravei uns vídeos curtos da enrabada brutal que minha mãe tava levando.

Não sei se passou muito tempo ou não, perdi total noção, mas num momento o cara tirou o pau do cu da minha mãe, tirou a camisinha e começou a gozar nas nádegas e nas costas dela, que celebrava cada jato de esperma que caía nela.

A porno tinha acabado e eu voltei à realidade, ou ficava em casa e tudo ia pro caralho ou saía sem fazer barulho e sem falar nada pra ninguém saber que vi tudo. Escolhi a segunda opção, rapidão desci e saí de casa sem fazer ruído.

Fui andando umas quadras sem perceber, talvez pela adrenalina que ainda tinha, mas me acalmei um pouco e comecei a pensar, que porra foi essa? qual é a dos meus pais? meu pai é um corno? quem era o outro cara? e ao sentir minha calça molhada lembrei da minha mãe, das tetas dela, da bunda dela, não acreditava como ela era puta, como era gostosa, e meu pau começou a endurecer de novo pra caralho.

Num impulso inexplicável decidi voltar pra minha casa de novo, mas fiquei na esquina. O carro ainda tava estacionado na porta. Esperei um pouco e vi o cara de terno sair, entrar no carro e ir embora bem tranquilo. Quando vi ele na rua me pareceu conhecido, mas não sabia de onde.

Olhei a hora e eram quase 19h, tinha passado mais de uma hora vendo minha mãe ser comida. que loucura, pensei. Deixei passar um tempo e mandei uma mensagem pra minha mãe dizendo que chegava às 20 porque o professor da última aula não ia.
Ela respondeu um tempinho depois (devia estar tomando banho ou descansando, sei lá) falando que era melhor assim, a gente jantava cedo porque ela tava cansada (pensei comigo: "é, cansada de dar a buceta").

Quando cheguei em casa, tudo parecia normal, meus pais estavam normais, de boa, e se eu não tivesse visto o que tinha rolado, nem teria percebido que eles trocavam olhares. Ela realmente parecia meio cansada, e quando perguntei por que tava assim, ela respondeu numa boa: "porque fiquei fazendo exercício a tarde toda".

Nas semanas seguintes, não conseguia tirar aquilo da cabeça. Às vezes batia uma sensação estranha, mas sempre acabava vendo as fotos ou vídeos (que, mesmo não sendo muito nítidos, me ajudavam a lembrar de cada detalhe) e me masturbava. Já tava batendo punheta umas 2 ou 3 vezes por dia, era uma loucura. Não pensava em nenhuma amiga ou colega da faculdade, tava obcecado pela minha mãe, a ponto de, numa noite com uma colega da faculdade com quem tenho um rolo, enquanto a gente transava, a única coisa que passava na minha cabeça era ela.

Tava perdido nessa parada. Comecei até a sair mais cedo das aulas pra voltar pra casa e ver se o carro do outro dia tava lá, mas nada, não conseguia pegar eles de novo. E o pior é que eu não via mais minha mãe como antes. Agora percebia como ela se vestia sexy todo santo dia. Leggings, calças justas, blusas decotadas e curtas pra mostrar a bunda, e até dava pra ver a calcinha dela se prestasse atenção. Além disso, ela sempre andava com um jeito, rebolando a cintura ou se posicionando de um jeito que destacava os peitos, batom vermelho, cabelo bem arrumado... ela tava sempre como uma rainha, ou uma puta gostosa, depende do ponto de vista.

Comecei a investigar quem podia ser o cara, mas... Nada, até que uma noite durante o jantar meu velho solta que ia ganhar um aumento no trampo, e minha mãe mandou uma frase que em outro momento passaria batido: "Isso é por causa do trabalho em equipe". Meu pai sorriu e respondeu "É, verdade, tenho uma boa equipe de trabalho" enquanto olhava fixo pra ela.

Óbvio que a equipe era eles dois, e por dentro eu pensei: é alguém do trabalho o terceiro, e a puta se deixa comer pra que o corno suba de cargo no serviço.

Terminado o jantar, fui pro meu quarto e pesquisei um pouco sobre a empresa onde meu pai trabalha, e era o que eu imaginava: o cara que tinha comido a raba da minha velha era um dos gerentes da empresa onde meu pai trampa.

Já tinha o bagulho todo fechado, o porquê, quem era, mas faltava saber se meu velho era realmente um corno patético e minha mãe uma hotwife, ou se tinha sido só por grana e nada mais. Além disso, continuava com essa obsessão de ficar com tesão e bater uma pensando na minha velha.

Procurei em sites de troca de casais e todo esse mundo, mas nada, nenhum perfil batia com eles. Tava desiludido até que um sábado à tarde meus pais foram caminhar. Como tá foda o bagulho de roubo, deixaram os celulares em casa, oportunidade que aproveitei pra fuçar um pouco de informação.

Primeiro, procurei no celular do meu pai os chats com o gerente, mas não tinha nada estranho. Procurei em outros chats de amigos dele e também nada, até olhei mensagens com minha mãe ou de números desconhecidos, mas não tinha nada suspeito.

Peguei o celular da minha mãe e também não tinha nada, até que entrei no chat com meu pai. Diferente dele, ela não tinha apagado nada da conversa. As últimas mensagens eram de coisas do dia a dia, salvo umas mais quentes, mas entre eles, até chegar nas datas onde tinha rolado tudo.

Os chats iam de uma semana antes até o mesmo dia em que os fatos aconteceram, e a última mensagem era das 13h daquele dia, onde minha mãe dizia pra ele: "Já foi. Foi o Andrés" e meu pai respondeu "Ok, daqui a pouco a gente vai, veste como eu falei"

Continuei procurando mensagens e todo dia eles falavam sobre o assunto. A primeira mensagem sobre isso era uma do meu pai dizendo "já arrumei um macho novo pra você" e depois dessa mensagem tinha várias trocadas onde minha mãe perguntava "quem era, como era a onda, como sabia que eles eram cuckold", até chegou a perguntar se ele tinha uma boa pica", coisas que meu pai ia respondendo que sim, menos a última em que ele respondeu "isso você tem que decidir".

Nos dias seguintes, continuaram se mandando mensagens se esquentando, lembrando outros encontros, outros caras (até colocavam apelidos, o peludo, o magrelo, o pica grossa, tinha um monte, até um que chamavam de vizinho). De alguns riam, e de outros falavam "uuuufff que pica que esse tinha", ou "que foda que ele te deu", e minha mãe dizia que o próximo não queria saber quem era, queria estar de olhos vendados porque assim aproveitava mais e não ligava pro físico nem pra nada além da pica ("QUE puta, QUE mulher" pensei e claro que tava de pau duro enquanto lia, coisa que não aguentei e fiz uma baita punheta olhando as mensagens).

Depois de todas essas descobertas, me tranquei no meu quarto pra processar tudo. Não só continuava excitado, tava cada vez mais excitado, mais louco, com mais vontade de comer minha mãe, era uma obsessão que eu pensava o tempo todo. Naquele fim de semana trancado no quarto me masturbando igual um doido, tive uma ideia, e comecei a pesquisar um pouco sobre o gerente da empresa. Meu plano não era fácil, mas se desse certo eu ia conseguir matar minha vontade, e senão, azar, o não eu já tinha.

Na segunda-feira, a primeira coisa que fiz foi comprar um chip novo pro celular pra ter outro número. Esperei até as 17h, quando sei que meu pai tá sozinho em casa porque minha mãe vai pra academia, e mandei uma mensagem pra ele (reproduzo a conversa):

Eu: Oi, sou o Rodrigo, filho do (coloquei o nome do gerente) (da empresa).
Pai: Oi Rodrigo, como você está? Em que posso ajudar?
Eu: Olha, vou te falar uma parada e espero que você seja bem discreto. Tenho sua palavra?
Pai: O que houve? Fala aí, sem problema.
Eu: Olha, eu sei que meu pai tem outra mulher e que ele trai minha mãe.
Pai: Por que você diz isso? Tem certeza? Olha que é muito feio acusar alguém disso.
Eu: Tenho certeza absoluta, e ainda sei com quem ele está traindo.
Pai: Que merda, mas fazer o quê, essas coisas acontecem às vezes. Sua mãe sabe?
Eu: É muito feio mesmo. Ela não sabe de nada, só eu sei, e espero que você entenda que não quero que conte nada pra ele também.
Pai: Não, fica tranquilo que não falo nada. Posso te perguntar uma coisa?
Eu: Pode falar.
Pai: E por que você tá me contando isso? De onde tirou meu número?
Eu: A primeira pergunta é óbvia, não acha?

(Nisso, meu pai parou de escrever e me ligou, mas eu cortei e mandei mensagem de novo)

Eu: Não me liga, não vou atender.
Pai: Ok, mas não tô entendendo nada.
Eu: Além de cuck, você parece meio burro...

(Com essa frase, eu me arrisquei; se ele se irritasse, ia cortar o papo e meu plano ia pro saco, mas depois de uns segundos ele respondeu).

Pai: Acho que você tá confundindo tudo, errado.
Eu: Nada disso, tô bem ligado. Se quiser, fuck you data e tudo mais, cuck.
Pai: Para com isso, cara, não tô a fim de palhaçada. Tô te tratando bem porque você é filho do meu chefe, então se liga.
Eu: O que foi? Ficou puto, cuck? Ou vai me dizer que o Mercedes Benz do meu pai não esteve na sua casa há três semanas?
Pai: Não sei de onde você tira essas merdas.
Eu: Me poupe!!! Sério que você não sabe que meu pai passou umas horas com sua esposa? Achei que você sabia, não sei por que imaginei que o baby doll preto que ela usava foi você quem escolheu.

(Recebo outra ligação do meu pai e corto de novo)

Eu: Falei pra não me ligar, cuck. Da próxima vez que ligar, fode a chance de ninguém ficar sabendo. Pai: e pra que caralhos você me escreve? Agora é o quê, o polícia da moral?
Eu: hahaha nãoooo, sou o que tem a maior, esse sou eu.
Pai: vai se foder, cara
Eu: Pensei que você fosse mais inteligente, mais razoável, mas ok, se continuar nessa postura vou ter que falar com outra pessoa pra conseguir o que quero.
Pai: O que você quer? Dinheiro? Tá me chantageando agora?
Eu: hahaha dinheiro não, quero o ouro.
Pai: sério, moleque, para com isso, o que você quer
Eu: quero a sua mulher, corno, quero provar o que o papai comeu umas semaninhas atrás.
Pai: Você é louco, cara, tchau
Eu: hahaha, amanhã te escrevo pra ver se você caiu na real, corno, e lembra de não contar pra ninguém.

(me deixou no vácuo e não respondeu nada)

No dia seguinte, tava tentado a escrever pra ele, mas não era o plano, tinha que deixar ele se desesperar e ele mesmo me oferecer a mulher dele, minha mãe, de bandeja.
Na quarta, quando fui pra faculdade, coloquei de novo o chip que tinha comprado e chegaram umas mensagens do meu pai do dia anterior e daquele mesmo dia.

Terça:
Oi.
Tá aí?
Me responde.

Quarta:
Pai: Oi, me responde.
Eu: Oi, corno, o que foi?
Pai: Já começamos? Para com a agressão, moleque.
Eu: ok ok, o que você quer?
Pai: Como assim o que eu quero? Quero resolver esse assunto. Quanto de dinheiro você quer?
Eu: de novo com dinheiro? Já te falei, não quero dinheiro, quero a sua mulher. Vai me entregar ela ou não?
Pai: não é tão fácil, não funciona assim.
Eu: não é? Então como funciona, me explica.
Pai: Ela tem que concordar, e claro que não posso contar quem você é porque senão tudo desanda.
Eu: aham, bom, problema seu, não meu, dá um jeito.
Pai: você não entende que não dá, como vou explicar que ela tem que transar com você porque você sabe que seu pai comeu ela, é uma loucura.
Eu: olha, ela não precisa saber quem eu sou nem por que tô lá, ou vai me dizer que todos que comeram ela tinham uma história ou ela escolheu?
Pai: como assim todos que Comeram ela, mas respeito, mano.
Eu: Vou ser direto porque tô ocupado, já que tu não tem uma ideia, fala pra ela que tu arrumou um homem, com uma boa pica por sinal, e que ela tem que vendar os olhos e pronto, entro, como ela e acabou.
Pai: kkkk me faz rir, como se fosse tão fácil.
Eu: olha, hoje à noite te mando uma foto da minha pica, ela vai se molhar só de ver e vai implorar pra eu comer ela.
Pai: não para, não dá, para de zoar sério. Pra que tu quer minha esposa, com todas as novinhas que tu deve ter, tu tem grana, pra que quer uma coroa, larga mão.
Eu: tenho tudo isso mas quero provar aquele rabo que comeu meu velho.
Pai: como tu sabe dessas coisas, nunca me contou.
Eu: depois te conto, agora espera a foto hoje à noite pra tu mostrar pra ela e as pernas da tua esposa ficarem bambas. Tchau.

(Tirei o chip e coloquei o meu, fiquei na facul até de noite e voltei pra casa).
O jantar foi bem normal, só que meu pai tava meio nervoso. Terminamos de jantar e fui direto pro meu quarto, fechei bem a porta e comecei a ver as fotos e vídeos pra tirar uma foto com a pica dura, coisa que consegui rapidinho.

Editei um pouco o que dava pra ver do meu quarto, coloquei o outro chip e mandei a foto da minha pica durona pro meu pai com o texto "mostra pra tua esposa... 18 x 5 pra ela saber... vai se molhar só de ver".
A mensagem chegou mas ele não leu na hora. Ouvi eles irem se deitar, eu coloquei o celular no vibrar e fiquei esperando.
Passou um tempão até que finalmente meu celular vibrou.

Pai: Como a gente faz?
Eu: Ela gostou da foto?
Pai: sim, por isso tô perguntando como a gente faz. Tem que ser um dia de semana à tarde.
Eu: ok, deixa eu ver como posso encaixar na minha agenda pra semana que vem.
Pai: não, tem que ser amanhã ou depois.
Eu: opa, que foi? Tanto que ela gostou da minha pica, corno?
Pai: não, quero acabar com isso o mais rápido possível.
Eu: kkkk para de mentir, ela ficou com água na boca... além disso certeza que ela vai querer repetir depois.
Pai: Para de encher o saco, pode quinta ou sexta?
Eu: Ok, calma... posso amanhã, me diz o horário.
Pai: Ok, às 15h se te parecer bem. Sabe meu endereço?
Eu: Sei sim, fica tranquilo.
Pai: Ok, então nos vemos amanhã.
Eu: Peraí, peraí, vou botar umas condições.
Pai: O quê? Para de zoar.
Eu: Quero que ela se vista como uma boa mulher, fio dental, liga, meia, salto etc., batom vermelho, perfume...
Pai: Ok, vou falar com ela. Alguma cor específica?
Eu: Não, qualquer cor. Outra coisa, não quero que ela me veja e nem você, então os dois vão ter que ficar de olhos vendados. Você deixa a porta aberta que naquela hora eu tô lá.
Pai: O quê? Não, você é louco, como vou vendar os olhos, nem te conheço, você é maluco!!!
Eu: Como não me conhece? Sou o filho do seu chefe, corno!!! Não quero que me vejam porque fico nervoso com você olhando enquanto como sua esposa. Se não aceitar essas condições, tudo bem, sigo meu caminho e você já sabe como a coisa termina depois, esquece o emprego, sua família, vai ficar marcado como corno em todo lugar.

(Ficou um tempão online sem me responder nada)

Pai: Ok, nos vemos amanhã naquele horário, seja pontual. Vamos estar no quarto, entra e fala "cheguei, estavam me esperando" pra sabermos que é você.
Eu: Ok, corno, tchau.

De tanta excitação, quase não dormi e fiquei tentado a me masturbar, mas queria guardar toda a porra pro outro dia. Tava feliz, excitado, tarado e meio louco também. No dia seguinte acordei um pouco tarde, tipo 10 da manhã, tomei café tranquilo enquanto olhava pra minha mãe, que tava muito alegre. Se não soubesse o que ia rolar, pensaria em qualquer outra coisa, mas sabia que ela tava assim porque em poucas horas ia ter um macho novo, uma boa pica entre as pernas dela.

Tomei banho tranquilo e lá pelas 13h fui pra faculdade, supostamente. Claro que não foi assim, fiquei por ali. Um bar perto, tomando um café até chegar a hora marcada.
Às 15h em ponto, como combinamos, entrei na minha casa fazendo um pouco de barulho com a porta pra eles saberem que eu tinha chegado.
Subi tranquilo a escada e tinha que falar a frase combinada, mas antes olhei se estava tudo como acertamos, ou seja, os dois de olhos vendados.
Me aproximei e vejo meu pai sentado na cadeira dele de olhos vendados, olho um pouco mais e vejo ela, parada ao lado da cama com um conjunto de lingerie vermelha que era um espetáculo de verdade, tinha aqueles sutiãs bem transparentes que deixavam os bicos aparecendo, tanguinha, cinta-liga, meias e saltos altos tudo combinando, era uma gostosa, uma deusa literalmente.

Entrei devagar e coloquei no meu celular uma frase que já tinha digitado no Google Tradutor (pra não reconhecerem minha voz) e falei: "cheguei, estavam me esperando, vou falar pelo telefone pra não ouvirem minha voz, tem algum problema?"
Eles relaxaram um pouco ao saber que era quem esperavam, e meu pai disse, em relação a eu falar pelo celular: "sem problema, só peço que respeite o que ela disser, se ela falar não, é não, tá claro?"
No meu celular digitei: "pra mim tá perfeito... com licença, cuck, vou fazer o que vim fazer."
Devagar fui me aproximando dela, que estava visivelmente nervosa, mas excitada com tanto mistério. Toquei suavemente os ombros dela e acariciei os braços até chegar nas mãos, levantei a mão direita dela e, levando até minha boca, dei um beijo em sinal de saudação.
A respiração dela começou a acelerar um pouco enquanto eu continuava acariciando os ombros, o pescoço e o cabelo dela.

Peguei o celular e falei: "se você concordar, gostaria de acariciar outros lugares..." Ela, com a voz trêmula, respondeu que sim, que eu continuasse. Fiquei atrás dela, comecei a acariciar o cabelo dela como se estivesse penteando e, devagar, fui descendo minhas carícias para as costas e os quadris dela.
Dessa posição, eu tinha uma vista impressionante a bunda da minha mãe, partida no meio por uma fio dental vermelha que era uma loucura, era uma tentação passar a mão, mas queria fazer as coisas com calma, devagar.
Peguei o celular de novo e falei "queria que você fosse contando pro seu marido o que eu tô fazendo com você e o que você vai sentindo, se você achar legal". Ela concordou com a cabeça e, enquanto eu continuava meu jogo de sedução, ela foi relatando um pouco.

"ele tá acariciando meus ombros... agora tá beijando meu pescoço... tá roçando meus mamilos..."
Os gemidos dela começaram a ficar mais altos a cada carícia, até que num momento ela fala "senhor, quero que o senhor toque minha bunda"...
Eu falei "com muito prazer, mas não me chama de senhor, me chama de meu amor, e pede o que você quiser".
Ela concordou com a cabeça e disse "meu amor, toca minha bunda"...
Devagar fui acariciando as costas dela, os quadris, desci pela lateral das coxas e com as duas mãos agarrei com força as nádegas dela, que soltou um suspiro e um gemido profundo e longo.
Ela tentava tocar meu pau, que por sinal já tava durasso, mas eu não deixava, tinha outros planos pra ela levar a primeira impressão.
"meu amor, você não gosta dos meus peitos, que não toca neles?" Eu soltei uma das nádegas na hora e comecei a passar a mão nos peitos por cima do sutiã, e os gemidos e suspiros dela ficavam cada vez mais fortes.
Peguei meu celular e falei "conta pro corno o que eu tô fazendo com você, e fala que ele pode bater uma".
Na hora ela falou "corno, ele tá apalpando meus peitos e minha bunda... ahh e você pode bater punheta". Ele perguntou se ela tava gostando, e ela quase gritou "SIIIIIM, TÔ AMANDOOOOO"...

Nessa altura, eu já tava metendo a mão nos peitos dela por baixo do sutiã, e cada vez a apalpação na bunda dela ia mais fundo pro lado da buceta. Ela arqueava as costas, empinando a bunda pra eu poder tocar mais fundo e talvez roçar no meu pau, mas eu continuava sem deixar.
Segurei ela forte pelo cabelo, virei a cabeça dela um pouco e, por cima do ombro, comi a boca dela toda. Ela tava descontrolada. Do jeito que podia, ela falava "quero cock, quero cock já"....

Eu soltei ela e fiz ela ajoelhar devagar na minha frente. "Cuck, tô ajoelhada, vou comer sua pica, vou chupar ela toda... você tá batendo uma?" Ele respondeu meio sem fôlego que sim (era verdade, ele tava se masturbando pra caralho).

Minha mãe tava morrendo de vontade de engolir meu cock, mas eu continuei brincando com ela. Comecei a passar meus dedos nos lábios dela. Ela tentava chupar eles, mas eu não deixava muito, queria curtir um pouco, que ela pedisse de joelhos pra chupar meu cock.

Num momento, ela pegou minha mão, levou um dedo até a boca dela e começou a chupar. Era foda, um espetáculo sem igual, nunca na minha vida alguém me excitou tanto sem nem tocar no meu cock. Ela devorava meu dedo, fazia caras, se mexia, fingia que tava chupando meu cock, era impressionante.

"Meu amor, você não quer que seja seu cock e não seu dedo que eu chupe?" ela falou.

Eu devagar e fazendo barulho baixei minha calça, ela continuava ajoelhada esperando eu oferecer meu cock. Com o cock na mão, quase encostando na boca dela, ela diz "cuck, ele tá baixando a calça, espero que seja o cock da foto"... Eu quase soltei uma gargalhada, mas por sorte me segurei.

Com a mão direita, eu tava com o cock apontando pra cara dela e com a esquerda peguei ela pela testa, puxando um pouco pra trás, e encostei a glande nos lábios dela, que se abriram rápido pra língua começar a dar lambidas suaves.

Pensei que ela ia se desesperar pra meter na boca, mas não foi assim, continuava dando lambidas na glande, esperando que eu oferecesse. Soltei ela e com o celular falei "é toda sua". Ela sorriu, se ajeitou e primeiro pegou ele, tateando toda a extensão (queria conferir o tamanho). Devagar, me masturbava enquanto mordia os lábios de tesão.

"Mmmm, sim cuck, acho que é o cock da foto, vou comer ele, sabe".... Ele respondi um "aja" (não aguentava mais a punheta que ele tava se dando), e um segundo depois a mamãe começou o show dela.
Ela começou a lamber meu pau desde as bolas até a cabeça, e quando chegava lá em cima com a língua, fazia círculos que me deixavam louco. Eu comecei com os primeiros gemidos, era impossível ficar calado.
Não sei se os gemidos não eram reconhecíveis ou se pelo tesão não reconheceram minha voz, mas ninguém suspeitou de nada e ela continuou na dela. Já tinha começado a enfiar parte do meu pau na boca, e pra ser sincero, nunca tinham me feito um boquete tão incrível, ela era realmente uma expert com a boca.

Num momento, ela tirou rápido, pegou uma bocada de ar e disse: "meu amor, é muito grande, por que você não me ajuda a comer ele inteiro?"... (que puta, pensei, quer que eu coma a boca dela) e óbvio que ajudei. Segurei ela pela nuca, apontei meu pau pros lábios dela e comecei a meter e tirar, cada vez mais fundo e mais rápido, a ponto dela começar a engasgar um pouco, mas longe de pedir pra parar, ela queria mais, me agarrou pelas nádegas e me empurrava pra dentro dela.

Que loucura, nunca uma gostosa tinha feito algo assim comigo, e mesmo arranhando um pouco, a sensação era incrível, sem falar no tesão que eu sentia ao ver a cena completa.
Quando saciou a vontade de comer pau, ela disse: "meu amor, quero que você me coma agora".
Peguei o celular e falei: "primeiro vou comer essa sua bunda, puta"...
Ela disse: "ouviu, corno, ele vai comer minha bunda, diferente de você que tem nojo"...
Ajudei ela a se levantar e, enquanto apalpava ela bem forte, comecei a beijar ela de novo. Minhas mãos já iam bem fundo, tinha tirado os peitos dela do sutiã e de vez em quando chupava e mordia, e com minhas mãos puxei a calcinha fio dental e tocava a buceta dela, que estava incrivelmente molhada.

Ela se agarrava bem forte e, como podia, segurava meu pau e dizia: "chupa minha bunda, meu amor, por favor, não aguento mais".
Joguei ela na cama e continuei beijando ela apaixonadamente. enquanto ela gritava e gemia que nem uma louca. Virei ela meio bruscamente, agarrei na cintura dela pra ela parar a rabeta, e comecei a chupar e morder as nádegas dela. Ela gemia e rebolava o cu que nem uma cadela no cio até que puxei a tanga dela pra baixo, deixando o cu dela à mostra. Ela deu um grito "siim siim, o cuck vai chupar meu cuzão"....
Não sei se era viciada ou se chupavam o cu dela direto, ou os dois, mas quando eu enfiei minha língua no cu inteiro dela, ela soltou um gemido foda e levantava a bunda cada vez mais, querendo que eu enfiasse a língua bem fundo, coisa que obviamente eu fiz.

Minha língua tava quase toda dentro do cu dela e ela gemia como eu nunca tinha ouvido uma mulher gemer. Num momento, tirei a língua do cu dela e desci até a buceta, comecei a chupar com gosto, alternando entre a buceta e o cu, o que deixava ela realmente louca, ela tava descontrolada, gritava literalmente de prazer.

Eu já não aguentava mais, a pica tava explodindo. Virei ela de costas na cama, abri as pernas dela, apoiei a pica na buceta dela e me deixei cair. Penetrei até o fundo, quase de uma vez. Por sorte ela tava muito molhada, então não foi tão difícil entrar e não doeu, ou se doeu, disfarçou porque pedia mais e mais e gemia que nem uma louca. O tempo todo ela falava "o cuck tá me comendo gostoso e eu tô amando".

Eu, por minha vez, tentava me concentrar em outra coisa pra não gozar, mas era impossível, não conseguia resistir a beijar a boca dela ou os peitos, tava louco e muito excitado.

Num momento, ela sussurra no meu ouvido "cê tá de camisinha?" Eu fiz um som de "não" com a boca. Ela mordeu os lábios e sussurrou "goza dentro de mim, mas o cuck não pode saber"....
Eu fiz "não" de novo e toquei a barriga dela, como quem diz "grávida", e ela falou "fica tranquilo, meu amor, tomo pílula".

Isso me deixou tranquilo, não queria fazer merda também, e com certeza meu pai não queria que eu transasse sem camisinha por causa de doenças, não por gravidez, o que era de boa. comecei a aproveitar as estocadas que dava nela um pouco mais devagar, acariciava ela, beijava ela, tava curtindo aqueles últimos momentos. Ela me "abraçou" com as pernas e falou no meu ouvido "me enche de gozo, meu amor, sou sua".

Essa frase detonou tudo, acho que dei mais duas bombadas e comecei a encher literalmente a buceta dela de porra. Ela começou a sentir na hora e mordia os lábios curtindo cada jato de sêmen que inundava o interior dela.

Já exaustos, ficamos na mesma posição até meu pau ir murchando um pouco e começar a escorrer porra que passava pela bunda dela até cair nos lençóis.

Mãe: que horas são?
Eu com o celular falo: são 17 horas
Mãe: bom, temos tempo pra mais um, você aguenta?
Eu: pode ser, me dá um tempo pra recuperar,
ela sorrindo disse "sim claro, e agora te espera meu cuzinho se quiser"
Eu: Sim óbvio, vou arrebentar tudo, gostosa.
Mãe: haha espero que não, trata com cuidado, agora me leva pro banheiro, na cozinha tem coisas pra beber se quiser.
Eu: perfeito, volto daqui a pouco então.

Levei ela até o banheiro e fui pra cozinha pegar algo pra beber, e levar um pouco de água que ela tinha me pedido.

Deve ter passado meia hora onde descansei e voltei a subir fazendo bastante barulho pra elas saberem que eu tava indo e taparem os olhos caso não estivessem com as vendas. Quando entrei, por sorte estavam com as vendas, meu pai na cadeira dele (que por sinal tinha poças de porra ao redor) e minha mãe deitada na cama numa pose sexy e sorrindo.

Me aproximei, dei o copo de água e sentei pra olhar ela.
Mãe: o cuck disse que tava gostoso seu gozo, meu amor.
Eu: Como?
Mãe: hahaha siiiim, ele gosta de tomar porra. Ele não gostou muito que você não usou camisinha, mas eu disse que você é saudável, suponho que seja.
Eu: Sim óbvio, mais que saudável.
Mãe: perfeito, então agora você vai poder encher meu cu de gozo, ou não?
Eu: Claro que sim, puta, de porra e de pau vou encher você.
Mãe: mmmmmm que delícia Que isso!!!!! Já tá pronto ou vou chupar sua pica um pouco, meu amor?
Eu: Tô pronto, mas gosto da sua boca, então chupa ela um pouco, putinha. Depois eu chupo seu cu pra preparar bem, senão minha pica não vai entrar.
Mãe: Mmm, já sei, mas fica tranquilo que já preparei, olha só

(ela se vira mostrando a bunda e a putinha tava com um plug enterrado.)

Eu: Uhhhh, você é uma putinha mesmo, hein?
Mãe: Sou? Sou a melhor puta que você já comeu?
Eu: Sem dúvida, a melhor e mais puta de todas, agora chupa ela, vai.

Ela sorrindo com o elogio (claramente gosta de ser uma puta) pegou minha pica e antes de meter na boca diz: "corno, vou chupar ela de novo, começa a bater uma." Me chupou com gosto por um tempo, e eu, que já tinha gozado, curtia de boa o boquete foda que ela tava fazendo, até que num momento ela me olha e fala: "vai, faz meu cu."

Dei um beijo gostoso nela, coloquei ela de quatro olhando pro meu pai (queria ver ele batendo uma enquanto eu comia o cu dela, já tava com todo o tesão) e bem devagar tirei o plug do cu dela. Chupei ele um pouco e quando ia empalar ela, ela fala: "para, no criado-mudo tem lubrificante, senão acho que não aguento." Passei bem o lubrificante e falei: "agora, putinha, tá pronta?" Ela respondeu: "siimm, faz meu cu, meu amor", e antes de meter a cabeça da pica, falei: "conta pro corno como eu vou te comendo o cu, putinha."

Na hora fiz pressão e meti a cabeça inteira no cu dela. Ela deu um gritinho de dor, mas aguentou.
Mãe: Cornoooo, ele meteu a cabeça da pica no meu cu, tá me partindo ao meio.

Eu fiquei parado, não sabia se tava doendo ou se ela tava zoando meu pai, até que ela falou de novo:
Mãe: Já foi, corno, me acostumei com uma pica de verdade, nem cócegas você vai me fazer depois disso, e você, amor, vai, arrebenta meu cu, vai!"

Que loucura, pensei, eu tô doido, mas a mãe tá pior, tá maluca, humilha o marido pra caralho e pede mais pica. não me negue e comecei a enterrar cada vez mais fundo a pica até bater no fundo. Peguei o celular e falei "agora chupa você mesma, puta". Ela obedeceu e começou a se mexer sozinha pra frente e pra trás, se macetando sozinha, digamos. Eu dava uns tapas na bunda dela de vez em quando e ela ficava louca, gemia, gritava, apertava os peitos, ficava falando pro corno "tão arrombando minha buceta, corno" com uma voz meio rouca, de raiva e prazer, sei lá, era estranho mas ela tava adorando, a putinha.

Eu parei ela e comecei a comer ela eu mesmo, e claro que era mais forte e violento, coisa que ela comemorava e pedia mais. Ela se contorcia de tanto orgasmo que tinha, se masturbando o clitóris e pedindo pra eu meter mais forte, era insaciável, queria mais e mais e eu dava tudo que tinha. Numa hora eu não aguentava mais, e sem avisar nada, empalei ela fundo e comecei a despejar todo meu leite bem dentro do cu dela.

Ela deu um pulinho e começou a gritar "tá enchendo de leite, corno, tá enchendo meu cu de leiteee ahhhhhh" e começou a tremer do orgasmo que teve. Eu agarrei firme nas nádegas dela e com a pica toda enfiada no cu dela, despejei até a última gota e tirei. Ela ficou exausta, com a cara na cama e a bunda pra cima, e eu apreciava o puta buraco que tinha deixado no cu da minha mãe.

Não passou nem um minuto até ela falar:
Mãe: corno, já vai começar a sair o leite do meu cu, você vai tomar?
Pai: se você quiser, meu amor.
Mãe: sim, quero que o convidado veja o corno que você é. Meu amigo, pode trazer o corno perto do meu cu?

Eu me levantei e guiei meu pai até deixar ele na frente do cu ainda aberto da minha mãe, que mandou ele começar a chupar que já tava saindo o leite. O corno obedeceu e esperou com a língua receber o jato de porra que ia saindo das entranhas da minha mãe. Era estranho ver tanta perversão, mas eu já tinha cruzado a linha e fiquei não só pra ver, como também aproximei minha pica da boca da minha mãe e enfiei pra ela chupar um pouco enquanto O marido corno dela limpava a bunda dela da minha porra.

(Se vocês gostaram da história, faço a próxima contando o que aconteceu depois).

13 comentários - Comi o cu da minha mãe

Buen relato fe como disfrutaron los dos m gusto espero los otros t van los 10
Muy bueno espero con ansias la continuación
Estaría bueno que ambientaras con fotos reales o ilustrativas para no hacer tan agobiante de leer.
nermad
Excelente relato me recalento la paja que me hice genial subi fotos