Sou novo nisso, então as críticas destrutivas de vocês vou enfiar no cu. Nosso protagonista tinha acabado de sair do banho e, enquanto secava o corpo com uma toalha, se olhou no espelho. Aos 17 anos, media 1,60, tinha pele morena clara, cabelo castanho cacheado e olhos de um marrom brilhante, e cara de menina. Aí ele pensou: "Não posso desejar um corpo mais masculino pelo amor de Deus!?" Bom, pelo menos não tinha uma piroca pequena. Ah, sim, o nome dele é Daniel Maximun High (minha história, meus nomes, agora coloquem Bolívar, o herói). Depois de vestir o uniforme e tomar café, saiu correndo pra escola (que bom que não é o CONALEP). Quando chegou na sala, sentou no mesmo lugar de sempre e começou a ouvir músicas da Missasinfonia enquanto vagava o olhar pela sala. Parecia vivo demais pra ser latino-americano. Pera, não importa, estamos numa história da imaginação de um otaku filho da puta. O olhar dele parou numa garota baixinha, pele clara e cabelo castanho comprido. Ela brilhava na mente do nosso protagonista. —Porra, ela é linda demais, tenho que olhar pra outro lado. Vira esse olhar, filho de uma puta— pensava ele, tentando desviar o olhar daquela obra de arte de carne e osso. —Bom... alguém me explica por que ela tá aqui?— O olhar dele tinha parado na "gostosa" da sala. Ela parecia pertencer a outro mundo. A pele dela era branca demais e o cabelo era avermelhado. Como era possível ela estar estudando ali? —Bom, não é impossível alguém como ela estar aqui, mas não é muito fácil encontrar alguém assim— Devagar, ele virou pra esquerda e encontrou a pessoa que tinha dito aquelas palavras, e tirou os fones. —E como é que você explica a sua aparência, hein!?— Lá vamos nós de novo. Baixinha, pele pálida, corte de cogumelo, cabelo branco cobrindo os olhos, blá blá blá, coisas que só acontecem nessas histórias. —Bom, nasci assim. Nada é impossível, só tem coisas muito difíceis— disse a garota estranha. —Deveriam equilibrar as probabilidades — disse Daniel, como se a vida fosse um MMORPG NÃO LINEAR ONDE VOCÊ CRIA SUA PRÓPRIA HISTÓRIA —A vida não é um jogo, agora para de falar das minas que você vê por aí, é estranho ter que te ouvir — bom, a garota tinha razão, ouvir um otaku falar de minas às vezes não é lá essas coisas. As aulas começaram e, tipo, um monte de coisa chata, bom, pra mim sim, cês são daquelas rata de biblioteca? Depois daquelas horas intermináveis de tortura, ele começou a guardar as coisas na mochila "por que sou o único que termina deixando tudo bagunçado?" Quando terminou e saiu da sala em busca da saída daquele inferno, enquanto caminhava pra saída, se viu do lado de um cara estranho, alto, de pele clara e cabelo meio comprido, mas depois de olhar com mais cuidado, o rosto dele tinha traços femininos, caralho, uma tomboy. Enquanto todo mundo se empurrava pra sair (por que sempre ficam parados conversando em vez de sair, ahg!), ele sentia um monte de esbarrão pra todo lado, que nojo, véi. Ao sair de lá, saiu correndo pra evitar ter que abrir caminho pela multidão, mas enquanto andava pra casa, se sentia seguido e, com certeza, ao virar a cabeça, lá estava a tomboy, embora ela estivesse distraída demais pra estar seguindo ele, então NÃO LIGOU. Seguiu seu caminho até que, no meio do percurso, ela chegou do lado dele e começou a puxar assunto —E como é ser um traveco? — perguntou a tomboy com um pouco de curiosidade —QUANTAS VEZES TENHO QUE FALAR, NÃO SOU UM TRAVECO!!!!! — disse Daniel, já cansado de tantas vezes que ela tinha perguntado algo relacionado a isso —Hahaha, você se irrita tão fácil, bom, aqui é onde meu caminho segue um rumo diferente do seu, aliás, meu nome é Mar — "Claro que nesse corpo eu quero navegar" — pensou Daniel na mente depois de ouvir essas palavras —Eu sou Daniel, foi um prazer te conhecer — disse, tentando ser educado. Cavalheiro, mas morrendo de vergonha por dentro —de qualquer jeito— Mar foi embora por outro caminho e Daniel seguiu o dele até seu lar, doce e amado lar. Naquela mesma noite, nosso protagonista não conseguiu evitar e, enquanto estava deitado, imaginava cenários na mente dele e da Mar. MUNDO MENTAL 11:30 Mar estava em cima do Daniel, os olhares dos dois se cruzaram, e de repente, sem que ele pudesse reagir, Mar o beijou de forma apaixonada, enquanto ela tirava como podia a calça do cara, que se separou do beijo para respirar depois de um tempo —isso é muito repentino e-Eu— ficou congelado depois de sentir o toque de uma mulher no pau dele duro, Mar estava batendo uma pra ele —você o quê?, por acaso você não quer isso?, sabe que é mentira— dizia a garota enquanto batia uma pro Daniel, que ficou calado e só se limitou a sentir o prazer que a garota estava causando, até gozar depois de 7 minutos (nem eu aguento tanto, véi) FIM, haha vão lá, ficaram com vontade de mais
0 comentários - Between Feelings 1: La nueva persona que llegó a mi vida