Papelaria da Buceta

Fala, galera! Dessa vez vou começar dando um contexto pra vocês terem uma ideia de como as coisas rolaram. Parênteses: essa história é 100% real, sem fake, então se não tiver muita ação e for longa, não fiquem decepcionados. Agora sim, bora pro contexto. Minha casa fica mais ou menos no meio da quadra, na esquina tem uma rua que quase ninguém passa, e do outro lado da esquina tem uma farmácia. Dando a volta na farmácia, já tem uma papelaria, então a farmácia e a papelaria ficam no mesmo terreno e, na real, tem um corredor que liga as duas. Naquela época, eu tinha acabado de fazer 17 anos, tava no segundo ano do ensino médio, se não me engano. Tinha comido só duas minas até então: uma de 15 com quem perdi a virgindade e outra de 21 no banheiro de uma festa. O ponto é que eu não tinha muita experiência e me dava vergonha, e até um certo medo, de abrir minha mente e falar tudo que queria fazer na hora do ato. Eu era um cara muito tímido e sempre fui muito aplicado na escola, então nunca deixava um trabalho sem entregar. Por outro lado, tenho meus segredos... Eu batia uma umas seis vezes por dia, via pornô de todo tipo: anal, vaginal, agressão, footjob, lésbicas e umas paradas mais extremas tipo humilhação e mijo. O que quero dizer é que, naquela época, meu celular tava cheio de GIF e imagem pornô, além de que sou um puta fã de meia-calça. Qualquer mina de meia e com uma bunda gostosa já era motivo pra eu tentar gravar ou fotografar escondido. Então também tenho um monte de foto de pernas de meia. O ponto principal dessa história começa num dia qualquer, umas 8:50 da noite. Eu tava batendo uma no banheiro, vendo uns GIF de pornô anal que tinha baixado, porque naquela época fazer sexo anal era minha maior fantasia, quando de repente lembrei que tinha que imprimir uma lista de palavras pra aula de inglês. Como já falei, eu era um nerd, então tranquei o celular e, sem pensar, saí correndo pra farmácia. correndo pra chegar e imprimir. Naquele dia tava garoando e eu cheguei correndo perguntando se ainda dava pra mandar imprimir. E foi aí que a Lucía me respondeu. Lucía é uma mulher de 37 anos (sei porque uma vez ouvi ela falando no telefone), é morena, um pouco cheinha, cabelo preto, uns 1,60m e o rosto dela é lindo demais, sério, pela cara ela parece mais nova. O melhor dela são os peitos e a rabetona, é daquelas coroas que têm os peitos meio caídos e não tô mentindo se eu chuto um sutiã duplo D, e a bunda é super gostosa, não sou o primeiro nem o último que chegou na papelaria e deu uma olhadinha discreta. E surpreendentemente ela quase não tem estrias, aquele par de nalgas tá bem conservado e durinho. Além disso, ela sempre anda com roupa justa, salto alto e é daquelas putinhas que se maquiam sempre. Resumindo, foi assim: +"Boa noite, desculpa, ainda dá pra imprimir?" -"Dá sim, ainda dá pra imprimir" +"Ah, muito obrigada, pensei que fechava às 9" -"Não, hahaha fechamos às dez" e ela continuou rindo baixinho. Eu me perguntei o que era tão engraçado e quando vi o rosto dela, os olhos dela tavam meio que olhando pra minha calça, como eu não tinha terminado de me masturbar ainda tava com uma ereção bem visível que minha calça molhada deixava ainda mais evidente. Então assumi que ela percebeu e foi aí que começou uma sequência de coisas vergonhosas pra mim. Pra não deixar a ereção aparecer, me aproximei do balcão onde ela tava e coloquei o celular em cima. +"Preciso imprimir uma imagem mas tá no celular" -"Tá bom, me manda por e-mail da papelaria" e apontou pra uma folha colada na parede com o e-mail. +"Tá bom, já vou te mandar" Vale dizer que Lucía é daquelas coroas bem fofoqueiras que não perdem um detalhe, então ela se aproximou e, bem sem vergonha, ficou olhando pro meu celular pra ver qual era a senha. Com o olhar fixo no meu telefone e eu apressado e nervoso por causa da ereção, eu, cara... Desbloqueei o celular sem lembrar o que tava vendo. Foi aí que apareceu um gif da Stella Cox (uma das minhas atrizes favoritas) de meia sendo penetrada no cu e na buceta ao mesmo tempo. Ela fez um som de surpresa e arregalou os olhos como se tivesse assustada, mas quem se assustou mesmo fui eu e, no pânico, apertei o botão de voltar, grande erro porque isso só fez mostrar todas as miniaturas dos meus milhares de imagens pornô. Ela só falou: — "Ah, menino, cuida bem das tuas coisas!" +"Me desculpa mesmo, juro que foi um erro, que vergonha, me perdoa, juro que não conto pra ninguém, por favor, se quiser te dou dinheiro, mas que vergonha." Todas as falas seguintes foram eu pedindo desculpa. Enquanto isso, abri a imagem pra imprimir e meus dedos trêmulos e atrapalhados mal conseguiram mandar pro e-mail. Enquanto ela recebia a imagem, ria baixinho e, enquanto mandava imprimir, comentou: — "Quem te vê, hein, ha, ha, ha, tão bonzinho que você parece e tudo o que tem escondido." Aí sim soltou uma gargalhada. Sinceramente, esse comentário me irritou e achei meio agressivo, então respondi: +"Bom, todo mundo tem algo escondido. Ou você não?" Ela continuava rindo baixinho e, quando a impressão saiu, olhou pra ver se não vinha ninguém, depois se abaixou pra pegar, mas não dobrou os joelhos, tipo, de propósito pra me mostrar aquela bunda enorme. Eu ainda tava em pânico com o que aconteceu e decidi virar o rosto pra outro lado, mas ela olhou pra mim e, vendo que eu não tava olhando, chamou minha atenção: — "E o que você acha que eu escondo?" Foi aí que a visão gostosa da bunda dela me venceu e comecei a olhar com tesão, mas minha voz ainda saía medrosa e só consegui dizer: "sei lá." Ela me entregou a folha impressa e disse: "E que tipo de pornô os meninos bonzinhos como você gostam de ver?" Aí já tava excitado, mas ainda confuso. +"Gosto dos que usam meia." — "Ah Olha que gostosa, mas dá pra ver que você nem estreou ainda" e riu de novo. Aquilo me pareceu de novo um tom de deboche e eu assumi que tudo antes era coisa da minha cabeça e ela sempre esteve zoando, então peguei a impressão e deixei a nota de $20 que tinha sem esperar o troco, saindo rapidinho. A verdade é que cheguei em casa com o coração acelerado, mas fui direto me masturbar com a imagem na minha mente daquele rabão enorme que acabara de ver. Não passei naquela rua por umas duas semanas, depois ia de vez em quando, mas tentava ir em outra papelaria ou chegar quando ela estivesse atendendo outra pessoa. Até que um dia, lembro que foi um sábado lá pelas 11 da manhã, me mandaram comprar um negócio na farmácia e fui com a receita na mão. Agora, vocês lembram da rua pouco movimentada e da farmácia que liga com a papelaria? Pois é, eu não sabia até aquele dia que pra abrir a papelaria tinha que entrar pela farmácia. Bem na hora que eu tava pedindo os remédios, chegou a Lúcia e cumprimentou a mulher que tava me atendendo: "bom dia". Ela olhou e recebeu resposta da Fany, a da farmácia. Aí ela virou pra mim e disse: — "Que milagre, pensei que não ia te ver mais... Na farmácia você trouxe a receita escrita ou tá no celular?" E riu com aquela risada de safada. A Fany, a da farmácia, ficou sem graça mas deixou pra lá, enquanto isso eu tava bem puto porque com o comentário dela os outros podiam desconfiar de algo. Voltei rápido pra casa, deixei os remédios e voltei agora pra papelaria pra conversar com a Lúcia e botar um ponto final. Virei a esquina e a cortina ainda tava fechada, mas a porta tava aberta, então bati e ouvi um: "entra". Entrei e ela pareceu surpresa, e eu comecei a falar: — "Bom dia, senhora, quero conversar com a senhora e chegar num acordo porque vou ser sincero, me irritam seus comentários e ainda pedi discrição". Aquilo pareceu deixar ela meio irritada e foi aí que ela me pegou de surpresa. — "Ah, então Bom, então você apareceu, pensei que não tinha culhão pra se aproximar de novo" Isso me irritou de novo +"Então me diga logo o que quer pra parar de me encher o saco" -"O que você quer? Se quer que eu te deixe em paz, vem e me obriga" e entre murmúrios disse "porra de pivete" Não quis continuar e saí, mas minha raiva me fez voltar na hora. +"Já te falei, se quer dinheiro eu te dou, mas me deixa em paz, por favor. Além disso, como é que eu vou te obrigar?" -"Que outra maneira você imagina? Não tenta me fazer de otária, se eu te vejo sempre olhando pra minha bunda" Isso me deixou sem palavras +"É, bom... não é verdade, e se alguma vez olhei, foi na discrição. Agora me fala logo o que quer" -"O que eu quero? Quero que você tenha culhão suficiente pra vir me comer, e você gosta assim, né?" E levantou a saia branca, longa e justa (tipo dois números menores) e mostrou umas lindas meias pretas que deixavam ver uma calcinha fio dental. Isso me pegou de surpresa de novo e foi aí que toda a raiva virou tesão. Me aproximei e falei que eu tinha culhão suficiente pra encher a boca dela, e ela se animou na hora. Me pegou pela camisa e lambeu meu pescoço. Na hora, meu pau ficou duro e grande, então comecei a acariciar os peitos dela. Ela se afastou e foi fechar a porta, depois foi até o corredor da farmácia e só ouvi: "Fany, vou pegar um desses, já pago daqui a pouco". Pensei que era camisinha, mas minha imaginação voou quando vi que era óleo de massagem. Ela voltou e dessa vez fechou a porta que dava pro corredor, e sussurrou: "Agora sim, meu amor, vou te ensinar como se fode". Eu peguei ela pela cintura e encostei meu pau duro na bunda dela, ela começou a zoar e disse: "Olha, filho da puta, um homem de verdade domina as mulheres e fode elas com força, então faz como homem". Ela se encostou na porta e pediu pra eu olhar com a mesma cara de tarado que eu sempre olhava a bunda dela toda vez que ia lá. comprar e depois fazer bruscamente tudo o que pensasse. Foi aí que não aguentei e tirei uma foto dela, ela percebeu e disse que não, que não confiava em imaturos como eu e mandou eu apagar, eu fingi que apaguei mas antes mandei pro meu messenger. Enfim, continuamos com o ato e levantei a saia dela pra depois me abaixar e lamber as pernas dela por cima da meia-calça até chegar na bunda enorme dela. Lambi tentando enfiar a língua entre as nádegas e ela disse: "cê gosta que esteja molhadinho né, pai? Pois o que eu escondo é algo que vai te agradar" (riu de novo) E tirou a saia e a blusa, eu arranquei bruscamente o sutiã e deixei ver os peitões de milf. Me agarrei de imediato e comecei a chupar os bicos, morder e bater nas tetas. Na sequência, belisquei as tetas dela e fiz vários chupões. Já no clima, por cima da meia-calça ela derramou o óleo de massagem. Eu me empolguei na hora e esfreguei meu nariz e rosto no cu dela besuntado de óleo enquanto ela gemia. Depois, puxei a meia-calça pra baixo e comecei a lamber a buceta e a calcinha fio dental, em seguida esfreguei o nariz tentando enfiar no cu dela. E aqui vem a melhor parte. Ela se virou e começou a me beijar de língua enquanto abaixava minha calça e derramava óleo pra me masturbar, depois se abaixou e começou a chupar, acho que é uma das melhores boquetas que já recebi. Depois ela disse: "viu como é fácil comer uma puta barata? Só precisei dessa nota de 20 pra abrir as pernas e o cu, vai lá, pai, me chama de puta, vou te ensinar a dominar". Eu comecei a chamar ela de puta barata e vadiazinha enquanto dava tapas e cuspia na cara dela, pelo visto isso excitou ela demais. Aí, virei ela e puxei pelo cabelo e enfiei a rola inteira direto e ela gritou, eu tapei a boca dela e falei que vadias obedecem e não gritam e ela ficou mais excitada ainda, então começou a rebolar o cu com minha rola dentro. Fiquei uns 15 minutos metendo e de vez em quando Enfiei um dedo no cu dela, mas ela não quis que eu enfiasse a pica. Quando gozei, mal deu tempo de tirar e um jato enorme de porra caiu no chão. Foi aí que lembrei de um vídeo pornô que tinha visto e achei que ela ia gostar, não me enganei. Peguei ela pelo pescoço e levei até o chão, e enquanto empurrava a cabeça dela contra o chão, esfregava forte com a outra mão a buceta e o cu dela, como se estivesse limpando. Também mandei ela engolir a comida dela, e a putinha colocou a língua pra fora e lambeu o chão procurando porra. Tudo acabou quando a Fany bateu na porta, e a Lucia respondeu que já ia, que estava arrumando uns papéis. Ela terminou de se despir e rapidamente vestiu um moletom que tinha na mochila, enquanto me mandava abrir a porta da rua e vazar. Fiz isso, finalmente cheguei em casa com a cara cheirando a buceta e cu dela, e toda melada de óleo. Entrei no banho e me masturbei com a única foto que tirei. Desde então, agora sei como tratar as mulheres, porque mesmo as mais tímidas, todas gostam de ser tratadas como putas na hora do ato. Quanto à Lucia, ela continuou trabalhando lá até hoje, mas não tive mais chance de fazer outros encontros porque o marido começou a levar ela pro trabalho, embora eu ache que com a quarentena essa papelaria vai falir. Amigos, peço discrição com a foto, porque se chegar até ela, vou me foder kkkkk, aqui vai ela.Papelaria da BucetaMe contem o que vocês teriam feito no meu lugar e, se quiserem, no próximo post posso contar alguma dessas experiências pessoais:
- Uma puta que guarda um segredo.
- Minha amiga do colégio, faminta de pica, sabendo que nós dois estamos em um relacionamento.
- O upskirt falho no metrô.
- Colega de aula, uma mãe solteira que eu comi no começo da faculdade.

1 comentários - Papelaria da Buceta

Bueno discreción creo que no haya, ya la está viendo un montón de gente, que buen culo bro, comiste bien, no creo que se entere si no se le ve la cara, puede ser cualquiera ahi, saludos