Era julho de 2019, tava viajando do sul pro norte do país, uma baita viagem pra um motorista só. O clima tava agradável, mas tava ventando e dava pra ver umas nuvens carregadas, prenúncio de uma tempestade braba. Dirigindo meu Gol cinza, passei pela Pampa e entrei em Córdoba. Tava com pouco combustível e precisava abastecer. Cheguei em Rio Cuarto e entrei num posto. Fui até o frentista e pedi pra encher o tanque.
Enquanto abasteciam, chega um loiro alto (uns 2 metros), magro, branco, jovem de vinte e poucos anos, com cara de mochileiro. Ele tava com uma garrafa d'água e uma placa de papelão escrito "Córdoba".
- Oi, cê viaja sozinho? - Ele perguntou, e na hora me travou, porque teria que dar carona pra ele, e como todo mundo sabe, no nosso país isso é um risco danado.
- Hum... sim. - Falei meio seco.
- Vou pra Córdoba, cê passa por lá?
- Eu vou pra Jujuy. Passo sim, por Córdoba.
- Dá pra me dar uma carona?
- Olha, não sou de pegar gente... - Nisso, chegaram dois caminhoneiros.
- Ô magrão, pelo amor, dá uma carona pro gringo (falaram). Ele é da Alemanha, vai encontrar uns parentes em Córdoba. É um cara de boa, a gente trouxe ele desde Neuquén. Leva ele tranquilo que não vai dar nada. Desde as 18h que ele tá pedindo carona (já era meia-noite). A gente vai pra Buenos Aires.
- Beleza, se vocês tão falando que é de confiança, levo.
- Valeu, valeu! - Dizia o alemão.
Os caminhoneiros se despediram do gringo e ele ficou do meu lado.
- Qual é teu nome? - Perguntei.
- Anthon - ele disse. - Eu sou Juan. Se quiser, pode guardar suas coisas no porta-malas.
O alemão colocou as mochilas atrás e ficou do meu lado...
- Pronto o carro - falou o frentista. Terminei de pagar.
- Ó Anthon, eu pago a gasolina e vou no banheiro.
- Eu também vou - ele disse (o cara não largava do meu pé).
Entrei no banheiro junto com ele. Fui no mictório mijar e ele se colocou do meu lado pra fazer o mesmo. Fiquei curioso pra ver a rola dele, já que era loiro e muito alto. (eu tenho 1,90 e fiquei surpreso com a altura dele).
Enquanto eu pensava como seria o pau dele, ele me contava (num espanhol quase perfeito) que tinha 23 anos e que veio pra Argentina conhecer o país, tinha uns tios, etc., etc.
Baixei o olhar e pude ver (muito pouco) a camiseta branca dele cobrindo o pau, a mão branca e grande direita segurando o pinto e um jato de urina saindo.
Voltei o olhar pro rosto dele, ele se sacudiu e foi lavar as mãos. Enquanto eu continuava mijando. Quando terminei, me virei e pude ver o volume gostoso que ele tinha, numa calça hippie verde.
Ele falava comigo (nem ideia do quê, porque eu tava meio excitado), me aproximei pra lavar o rosto pra dar uma clareada.
- Saímos do banheiro e subimos no carro. Liguei o carro e começou a chover. O Anthon falava e falava... Começamos a bater papo. Conversamos sobre política, o que ele fazia, como era a Alemanha, etc., etc.
- Eu sou o Anthon. E aí, tá namorando ou solteiro?
- Tinha minha namorada, mas como comecei a viajar, terminamos.
- Ah, olha. Kkkk. E como se fala blow job em alemão? (foda-se, fui na cara e na coragem).
- Blow job? O que é blow job? Não entendi.
- Quando chupam seu pinto...
- Ah, vocês falam felación... Felatio se diz.
- E você já teve felatio aqui na Argentina? Kkkk. Enquanto chovia pra caralho e não tinha ninguém na estrada.
- Não, não. Kkkk.
- Mas alguma vez já recebeu um.
- Sim, mas quando era adolescente.
- Uau... conta!
- Não... Tô com vergonha kkkk...
- Beleza, tudo bem. Pra passar essa vergonha, vamos jogar de contar coisas íntimas. Uma minha e uma sua.
- Beleza...
- Já que você contou quando era adolescente, conto a mesma coisa. Quando eu tinha 14 anos, saía da escola com meus amigos e a gente via uns filmes pornô. Sempre éramos 3 ou 4. Depois comparávamos tamanho e nos punhetávamos, que significa masturbação.
- Eu também fazia isso. Jogava videogame no quarto da minha casa e com um amigo a gente se masturbava vendo revista ou vídeos de celular.
- Típico. E você gostava? — Sim, igual que o boquete hahaha.
— Hahaha.
— E você bateu uma pro teu amigo?
— Sim, e ele pra mim.
— Legal, eu fiz o mesmo. É gostoso com uma mão diferente.
— É, é bom.
— Teu amigo é quem te fez o boquete?
— ..... (Anthon hesitou em responder).
— Vou considerar que sim. Tinha um amigo que fazia em mim e eu nele... Serve se você tá sozinho há muito tempo. Do mesmo jeito, tudo fica em silêncio.
— É, eu tô sozinho há três meses. Ele disse.
— Então quer dizer que há três meses você vive na base da punheta. Hahaha.
— Não, porque quase sempre tô com várias pessoas ou dormindo em lugares diferentes que não são propícios.
— Claro, te entendo. Tô na mesma. Me deu vontade de bater uma com essa conversa.
— Hahaha sim. Ele disse.
— Não tem ninguém na estrada, você topa?
— Bora, me deu vontade haha.
Parei o carro no acostamento da estrada. Parecia que tinha começado uma enchente de como tava chovendo. A gente tava sozinho no meio do caminho.
Acendi a luz da cabine, enquanto minha respiração acelerava.
Ele tava parado, meio com medo ou esperando eu fazer alguma coisa. Soltei o cinto de segurança, ele fez o mesmo.
Comecei a me tocar no volume, como dando a iniciativa, ele copiou o que eu fazia. Com a palma da mão, ele passava sobre o volume dele em cima daquela calça verde.
De repente, eu tirei minha pica. Não tava dura, mas tava meia-bomba. Anthon fez o mesmo.
Eu me tocava na pica, nas bolas e nos pelos. Ele repetia.
A pica dele era branca, meia-bomba e com a cabeça rosada. As bolas dele estavam penduradas com uns pelos loiros gostosos. A única coisa que se ouvia era a chuva caindo...
— Pica bonita, hein... Falei.
— A sua também. Ele disse, enquanto fazia círculos com a pica.
Soltou minha pica e levei a mão até a dele. Ele se deixou tocar. Enquanto com uma mão segurava a calça e a outra a camiseta.
De repente, as duas picas ficaram duras...
— Posso tocar na sua? Ele disse. Peguei a mão dele e levei até meus genitais.
O alemão tocava as bolas com a mão esquerda e minha pica com a direita. Ele começou a pajear...
Eu soltei ele e curti uma boa punheta... enquanto esperava o boquete.
- Faz felação... ele disse. Enquanto se recostava no banco, abaixava a calça e tirava a camiseta.
Eu me aproximei do pau dele. Cuspi e comecei a chupar, enquanto via de canto os abdominais meio definidos e sentia a mão dele na minha nuca.
Tirei a boca do pau dele e levei a língua até as bolas. Enquanto lambia, ele se masturbava.
- Come meu pau, ele falou. Obedeci. Subi a língua das bolas até a ponta do pau dele, passando por todo aquele tronco grosso e comprido. Lambia a cabeça como se fosse um pirulito e dava uns chupões. Sentia como o quadril e a pélvis dele se levantavam pra enfiar o pau até o fundo da minha garganta.
Senti um movimento rápido e feroz do pau dele na minha boca, que me enchia de prazer.
Me recuperei no meu banco e tirei a camiseta... - Vamos pra trás...
Nós dois abrimos a porta do carro e fomos pros bancos de trás enquanto a chuva molhava nossos torsos...
Uma vez atrás, nós dois tiramos as calças e os tênis. Toda a roupa foi pros bancos da frente enquanto ficávamos pelados.
Nós nos tocamos os paus enquanto nos fundíamos num beijo... Com uma mão eu tocava o cabelo molhado dele, enquanto ele com a outra tocava minha bunda.
Ele se inclinou e começou a chupar meu pau furiosamente, enquanto eu com as mãos abria as nádegas dele. Ele cuspiu, cuspiu nos próprios dedos e enfiou no cu dele.
Virou de costas e começou a enfiar meu pau no cu dele, enquanto eu tocava o peito molhado dele e me deixava levar por ele.
Entrou devagar meu pau no cu dele (tudo no pelo), e ele se movia pra frente e pra trás enquanto gemia e com uma mão segurava meu quadril. Ficamos assim uns minutos que pareciam eternos...
Comecei a meter mais rápido, mais rápido e mais rápido. Tirei meu pau e enchi as costas dele de porra morna. Inclinei ele, de quatro, e passei a língua pegando minha própria porra.
Ele se virou e começou a se masturbar rápido, eu me inclinei pras partes íntimas dele enquanto chupava a ponta da pica e ele se batia uma.
- Soltou a pica e segurou minha cabeça, enfiando a pica toda na minha boca e me encheu de porra alemã.
Ouviu-se um gemido enquanto eu engolia todo o sêmen dele. Depois fiquei chupando o pau dele uns cinco minutos enquanto ele dormia na minha boca.
Nós sentamos, nos olhamos e sorrimos. Não houve uma palavra, mas a cara de prazer que nós dois tínhamos dizia tudo.
Espero que tenha excitado vocês meu relato real que aconteceu comigo...
Deixem seus 10 pontos.
Enquanto abasteciam, chega um loiro alto (uns 2 metros), magro, branco, jovem de vinte e poucos anos, com cara de mochileiro. Ele tava com uma garrafa d'água e uma placa de papelão escrito "Córdoba".
- Oi, cê viaja sozinho? - Ele perguntou, e na hora me travou, porque teria que dar carona pra ele, e como todo mundo sabe, no nosso país isso é um risco danado.
- Hum... sim. - Falei meio seco.
- Vou pra Córdoba, cê passa por lá?
- Eu vou pra Jujuy. Passo sim, por Córdoba.
- Dá pra me dar uma carona?
- Olha, não sou de pegar gente... - Nisso, chegaram dois caminhoneiros.
- Ô magrão, pelo amor, dá uma carona pro gringo (falaram). Ele é da Alemanha, vai encontrar uns parentes em Córdoba. É um cara de boa, a gente trouxe ele desde Neuquén. Leva ele tranquilo que não vai dar nada. Desde as 18h que ele tá pedindo carona (já era meia-noite). A gente vai pra Buenos Aires.
- Beleza, se vocês tão falando que é de confiança, levo.
- Valeu, valeu! - Dizia o alemão.
Os caminhoneiros se despediram do gringo e ele ficou do meu lado.
- Qual é teu nome? - Perguntei.
- Anthon - ele disse. - Eu sou Juan. Se quiser, pode guardar suas coisas no porta-malas.
O alemão colocou as mochilas atrás e ficou do meu lado...
- Pronto o carro - falou o frentista. Terminei de pagar.
- Ó Anthon, eu pago a gasolina e vou no banheiro.
- Eu também vou - ele disse (o cara não largava do meu pé).
Entrei no banheiro junto com ele. Fui no mictório mijar e ele se colocou do meu lado pra fazer o mesmo. Fiquei curioso pra ver a rola dele, já que era loiro e muito alto. (eu tenho 1,90 e fiquei surpreso com a altura dele).
Enquanto eu pensava como seria o pau dele, ele me contava (num espanhol quase perfeito) que tinha 23 anos e que veio pra Argentina conhecer o país, tinha uns tios, etc., etc.
Baixei o olhar e pude ver (muito pouco) a camiseta branca dele cobrindo o pau, a mão branca e grande direita segurando o pinto e um jato de urina saindo.
Voltei o olhar pro rosto dele, ele se sacudiu e foi lavar as mãos. Enquanto eu continuava mijando. Quando terminei, me virei e pude ver o volume gostoso que ele tinha, numa calça hippie verde.
Ele falava comigo (nem ideia do quê, porque eu tava meio excitado), me aproximei pra lavar o rosto pra dar uma clareada.
- Saímos do banheiro e subimos no carro. Liguei o carro e começou a chover. O Anthon falava e falava... Começamos a bater papo. Conversamos sobre política, o que ele fazia, como era a Alemanha, etc., etc.
- Eu sou o Anthon. E aí, tá namorando ou solteiro?
- Tinha minha namorada, mas como comecei a viajar, terminamos.
- Ah, olha. Kkkk. E como se fala blow job em alemão? (foda-se, fui na cara e na coragem).
- Blow job? O que é blow job? Não entendi.
- Quando chupam seu pinto...
- Ah, vocês falam felación... Felatio se diz.
- E você já teve felatio aqui na Argentina? Kkkk. Enquanto chovia pra caralho e não tinha ninguém na estrada.
- Não, não. Kkkk.
- Mas alguma vez já recebeu um.
- Sim, mas quando era adolescente.
- Uau... conta!
- Não... Tô com vergonha kkkk...
- Beleza, tudo bem. Pra passar essa vergonha, vamos jogar de contar coisas íntimas. Uma minha e uma sua.
- Beleza...
- Já que você contou quando era adolescente, conto a mesma coisa. Quando eu tinha 14 anos, saía da escola com meus amigos e a gente via uns filmes pornô. Sempre éramos 3 ou 4. Depois comparávamos tamanho e nos punhetávamos, que significa masturbação.
- Eu também fazia isso. Jogava videogame no quarto da minha casa e com um amigo a gente se masturbava vendo revista ou vídeos de celular.
- Típico. E você gostava? — Sim, igual que o boquete hahaha.
— Hahaha.
— E você bateu uma pro teu amigo?
— Sim, e ele pra mim.
— Legal, eu fiz o mesmo. É gostoso com uma mão diferente.
— É, é bom.
— Teu amigo é quem te fez o boquete?
— ..... (Anthon hesitou em responder).
— Vou considerar que sim. Tinha um amigo que fazia em mim e eu nele... Serve se você tá sozinho há muito tempo. Do mesmo jeito, tudo fica em silêncio.
— É, eu tô sozinho há três meses. Ele disse.
— Então quer dizer que há três meses você vive na base da punheta. Hahaha.
— Não, porque quase sempre tô com várias pessoas ou dormindo em lugares diferentes que não são propícios.
— Claro, te entendo. Tô na mesma. Me deu vontade de bater uma com essa conversa.
— Hahaha sim. Ele disse.
— Não tem ninguém na estrada, você topa?
— Bora, me deu vontade haha.
Parei o carro no acostamento da estrada. Parecia que tinha começado uma enchente de como tava chovendo. A gente tava sozinho no meio do caminho.
Acendi a luz da cabine, enquanto minha respiração acelerava.
Ele tava parado, meio com medo ou esperando eu fazer alguma coisa. Soltei o cinto de segurança, ele fez o mesmo.
Comecei a me tocar no volume, como dando a iniciativa, ele copiou o que eu fazia. Com a palma da mão, ele passava sobre o volume dele em cima daquela calça verde.
De repente, eu tirei minha pica. Não tava dura, mas tava meia-bomba. Anthon fez o mesmo.
Eu me tocava na pica, nas bolas e nos pelos. Ele repetia.
A pica dele era branca, meia-bomba e com a cabeça rosada. As bolas dele estavam penduradas com uns pelos loiros gostosos. A única coisa que se ouvia era a chuva caindo...
— Pica bonita, hein... Falei.
— A sua também. Ele disse, enquanto fazia círculos com a pica.
Soltou minha pica e levei a mão até a dele. Ele se deixou tocar. Enquanto com uma mão segurava a calça e a outra a camiseta.
De repente, as duas picas ficaram duras...
— Posso tocar na sua? Ele disse. Peguei a mão dele e levei até meus genitais.
O alemão tocava as bolas com a mão esquerda e minha pica com a direita. Ele começou a pajear...
Eu soltei ele e curti uma boa punheta... enquanto esperava o boquete.
- Faz felação... ele disse. Enquanto se recostava no banco, abaixava a calça e tirava a camiseta.
Eu me aproximei do pau dele. Cuspi e comecei a chupar, enquanto via de canto os abdominais meio definidos e sentia a mão dele na minha nuca.
Tirei a boca do pau dele e levei a língua até as bolas. Enquanto lambia, ele se masturbava.
- Come meu pau, ele falou. Obedeci. Subi a língua das bolas até a ponta do pau dele, passando por todo aquele tronco grosso e comprido. Lambia a cabeça como se fosse um pirulito e dava uns chupões. Sentia como o quadril e a pélvis dele se levantavam pra enfiar o pau até o fundo da minha garganta.
Senti um movimento rápido e feroz do pau dele na minha boca, que me enchia de prazer.
Me recuperei no meu banco e tirei a camiseta... - Vamos pra trás...
Nós dois abrimos a porta do carro e fomos pros bancos de trás enquanto a chuva molhava nossos torsos...
Uma vez atrás, nós dois tiramos as calças e os tênis. Toda a roupa foi pros bancos da frente enquanto ficávamos pelados.
Nós nos tocamos os paus enquanto nos fundíamos num beijo... Com uma mão eu tocava o cabelo molhado dele, enquanto ele com a outra tocava minha bunda.
Ele se inclinou e começou a chupar meu pau furiosamente, enquanto eu com as mãos abria as nádegas dele. Ele cuspiu, cuspiu nos próprios dedos e enfiou no cu dele.
Virou de costas e começou a enfiar meu pau no cu dele, enquanto eu tocava o peito molhado dele e me deixava levar por ele.
Entrou devagar meu pau no cu dele (tudo no pelo), e ele se movia pra frente e pra trás enquanto gemia e com uma mão segurava meu quadril. Ficamos assim uns minutos que pareciam eternos...
Comecei a meter mais rápido, mais rápido e mais rápido. Tirei meu pau e enchi as costas dele de porra morna. Inclinei ele, de quatro, e passei a língua pegando minha própria porra.
Ele se virou e começou a se masturbar rápido, eu me inclinei pras partes íntimas dele enquanto chupava a ponta da pica e ele se batia uma.
- Soltou a pica e segurou minha cabeça, enfiando a pica toda na minha boca e me encheu de porra alemã.
Ouviu-se um gemido enquanto eu engolia todo o sêmen dele. Depois fiquei chupando o pau dele uns cinco minutos enquanto ele dormia na minha boca.
Nós sentamos, nos olhamos e sorrimos. Não houve uma palavra, mas a cara de prazer que nós dois tínhamos dizia tudo.
Espero que tenha excitado vocês meu relato real que aconteceu comigo...
Deixem seus 10 pontos.
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