Olá a todos e a todas: Pois é, depois de tantos anos lendo as experiências dos outros, tô com vontade de também contar minha experiência simples e real, entre o Willy, que era o apelido que eu usava pra chamar meu velho amigo, e eu. Espero que gostem. Embora eu e meu amigo tenhamos crescido juntos sempre, vou focar nos nossos 18 anos, mais ou menos, lá por 1998, porque foi nessa época que a gente teve nosso início sexual, juntos, que é o que, pelo menos eu, costumo relembrar de vez em quando com uma certa nostalgia e com a mesma carga erótica daquelas vezes. Foi justamente por ter crescido no mesmo bairro em Bs. As. e compartilhado tanta coisa, estudos, família, fins de semana, várias férias, etc. Que eu e o Willy acho que nos conhecíamos quase perfeitamente e, tendo ainda a mesma idade, passamos por quase as mesmas histórias pessoais e também sexuais. Por exemplo, compartilhar desde as primeiras revistas pornô, passando pelas primeiras punhetas escondidas até as punhetas cruzadas e toda a diversão que a gente podia ter naquela altura da vida. Mas também lembro que era uma época em que a culpa ainda inundava nossa adolescência. Menos a paixão pelo futebol (eu só ia um pouco pra academia), a gente tinha muito em comum e os dois eram muito mecânicos, vivíamos mexendo nos carros dos nossos velhos naquela época. Foi então que ambos, já com uns 18 anos. Porque a gente se diferenciava por alguns meses e com tanta confiança entre nós, uma noite a gente deu um passo a mais que é o que vou contar. Os dois eram bem na deles, caras de bairro com o boné virado pra trás e tudo, e embora não fossemos feios, na maioria das vezes, por algum motivo, passávamos despercebidos pelas minas hahahahaha, o que nos obrigava a ser um par de punheteiros tarados de mão dupla. O Willy devia ter mais ou menos um metro e setenta e oito de altura e 80 kg, meio moreno, lábios grossos, era magro mas de estrutura grossa, não tanto em cima que era harmônica, mas de Da cintura pra baixo. Peludo nas pernas e bem musculoso, como um bom jogador amador de bola, mas o peito e a bunda eu lembro bem, com poucos pelinhos, mais finos e bem arrumadinhos. Mas o Willy, se tinha uma coisa a favor dele era aquela bunda enorme, dura e apertada, e tão bunduda que qualquer calça que ele vestia ficava bem, e aí, cedo ou tarde, meninas e meninos acabavam elogiando ele de várias formas. E eu, que cresci com o Willy, conhecendo ele vestido e pelado de todos os jeitos, fingia com os outros a mesma surpresa nos comentários e piadas que faziam. Eu, por outro lado, era mais baixo que o Willy, 1,65 de altura e 60 kg. Era magrinho e praticamente liso, de pele branca, e como ia pra academia desde os 14 anos — coisa que meus pais eram contra, dizendo que eu ia ficar baixinho, e fiquei baixinho kkkkkk — já tinha um corpo bem harmônico. Nós dois usávamos cabelo curto, eu estilo militar, hoje em dia geralmente raspo, era a única coisa que a gente tinha em comum no corpo, o cabelo curto. O Willy vinha bem de pau, medir o pau era normal e sempre uma boa desculpa pra dar o próximo passo. O dele tinha 17 x 5 cm, em forma de torpedo, eu falava kkkkkk porque a cabeça era menor que o tronco, com aquele formato, glande rosada e prepúcio escuro, ficava bem grossa no meio do tronco quando endurecia e afilava na base. Meu pau, por outro lado, tinha 15 x 4,5, reto e branco até a base, e um pouco curvado pra cima, cabeçudo, com a glande meio roxa brilhante e os ovos grandes. Já o Willy tinha os ovos mais pequenos. Eu de bunda pequena, redonda e lisa, também branca. Alto contraste quando eu pegava um bronzeado. Naquela época, nós dois já trabalhávamos. Ele era cadete administrativo e eu num Mc, então naquele fim de semana, como tantas outras vezes, fui direto pra casa dele depois do trampo e à meia-noite já estávamos deitados. E como tantas outras noites, dormíamos juntos na mesma cama de solteiro. praça, pés com cabeça, num mezanino onde ficava o quartinho dela. Eram momentos geralmente bem sexuais na hora de deitar, tirar a roupa, ficar de cueca e sem fazer muito barulho, se olhar e soltar alguma besteira em voz baixa e rir. Naquela noite, diferente das outras, dava pra sentir no ar, não sei por quê, que nós dois estávamos a fim de algo mais, no mínimo de compartilhar uma boa punheta. A TV tava aos pés da cama dela num suporte, então, uma vez de cueca os dois, o Willy apagou a luz, ligou a TV e se deitou do meu lado, só a luz da TV iluminava a parada. Eu já do lado da parede fria, como de costume, esperei meu amigo se acomodar do meu lado dentro dos lençóis na cama dele de apenas 80cm de largura. Ligar a TV significava que a gente ia olhar pra ela antes de dormir e, além disso, que a gente não ia dormir ainda. (Piscada piscada) Fazendo zapping, ele deixou num canal de porno softcore a cabo, típico dos anos 90, no mudo. A gente sorriu cúmplice em silêncio. O roçar do lado dele com o meu, o calor de outro corpo tão colado, os atores semi nus na TV insinuando porno, me deixaram de pau duro na hora, então comecei a ajeitar a rola por cima do lençol. O Willy tava com um sorriso divertido com aquela situação. Bem no ouvido, bem baixinho, ele me conta mais sério que outra noite tinha visto como um cara dava pra outro por trás naquele canal, mas nada explícito, o que na verdade era estranho de ver porque era tudo muito hétero naquela época. Não acreditei nele. — Que estranho, cara. Falei. — Juro, foi doideira... Você faria isso? Ele me pergunta. Falei que não, duvidando. Disfarcei que não. E a verdade é que, por um lado, com outro amigo que o Willy não conhecia, a gente tinha falado sobre o assunto e ele me dizia convencido que tinha que experimentar tudo na vida. Falei pra ele também que, quem sabe, estando bêbado e na confiança, talvez rolasse se apoiar entre caras... Sempre propunha novas formas de bater punheta bem criativas pra ele, mas, se não parecia coisa de viado, parecia muito Foda. Mas acho que o que mais deixava ele doido eram os lugares aleatórios. Na garagem do meu prédio jogando pênalti, era certeza que no final ele ia propor uma punheta pra encerrar o dia escondidos na escada. Dentro do carro estacionado do meu pai foi várias vezes um esconderijo bom, onde até trocamos bronha pela primeira vez. Até no meu quarto, noiados de alguém entrar, isso esquentava. Lembro outra vez na casa de outro amigo, éramos uns 6 caras bebendo cerveja e fumando num quarto de 3x3. O ar tava irrespirável. A gente se cagava de rir a noite toda. Aos poucos fomos apagando e todo mundo começou a dormir. Éramos três numa cama de solteiro e três no chão. Todos dormiram, menos nós dois. Eu do lado da parede de barriga pra cima, o Willy do meu lado mas de bruços (pés com cabeça) e nosso outro amigo de costas pra nós dois. Meio bêbados, zoando, lembro de ter passado a mão na bunda dele bem gostoso, esperando que ele me mandasse pastar, mas em vez disso, muuuuito devagar ele virou de barriga pra cima e passou a mão no meu volume por cima da calça. Na hora, apalpei o pacote dele com a mão direita, ele tava com um foguete prestes a explodir, abrimos a braguilha um do outro e o botão da calça jeans, colocamos o pau pra fora e, de algum jeito, sem ninguém perceber ou ouvir nada, terminamos numa punheta cruzada foda, gozando cada um numa meia, com as calças no meio da bunda. Então nem foi uma punheta rápida, foi bem gostosa, tendo que segurar o prazer e o orgasmo. Outras vezes, o terraço da casa dele parecia um lugar bom, outras, a casa de outro amigo que tínhamos em comum quando a mãe dele viajava e a gente armava uma festa. Ele quase implorava quando o dono da casa dormia pra eu ir pra sala fazer coisas juntos. Os lugares estranhos pareciam que acendiam ele e, às vezes, uma vez pegando fogo, eu cedia e acompanhava. Do mesmo jeito que ele fazia comigo quando me deixava com a gozo na mão depois de uma punheta. sozinha kkkkkkk. Durante nossa curta vida, a gente soube ser parceiros, pegar umas gatas, sair pra farra, se divertir com todo mundo até não poder mais, mas se ficávamos sozinhos, nada impedia a gente de matar a vontade. Mas voltando àquela noite, o Willy ficou calado e eu fiquei com o coração a mil. Falei no ouvido dele o que já era óbvio. — Tô com o pau durasso, mano. E você? E mais uma vez naquele vai e vem que a gente tinha, ele disse que ainda não tinha empalmado. Que não tava muito afim. Insisti: — Vê aí, cara. E levantei o lençol. Eu conhecia bem o Willy e sabia que ele também não tava com ele morto. Então, enquanto eu segurava o lençol, o Willy levantou a cueca, esticando o elástico, e ficou lá, meio que esperando algo. Lá estava o pau dele, meio mole, deitado na pélvis. O pau dele era escuro, mas quando tava morto ou mole, ficava bem mais preto, isso me deixava doidão, ver ele assim, tão gostoso. Meu amigo tinha um pau de tiozão. Tinha um corpo mais velho. De uma vez, sem preâmbulos, enfiei minha mão na virilha dele até o pau e as bolas, devagar e curtindo muito, enquanto ele segurava a cueca esticada. O pau começou a endurecer na minha mão, devagar eu puxava o prepúcio pra trás pra liberar a cabecinha rosada e depois cobria de novo, fazendo pausas. Também passeava a mão pelo saco dele. As bolas dele eram pequenas em relação ao pau, mas eu adorava subir e descer a capinha da cabeça no tronco. E ver a cara de prazer dele. Aquele pauzão era macio demais. Quanto mais eu batia até a base, sentia perfeitamente minha mão abrindo mais no caminho. Sempre era igualmente intenso masturbar ele. Curti tantas vezes fazer a masturbação nele que acho que ninguém mais bateu uma pra ele assim. — Cê gosta assim, cara? — eu sempre falava só pra ouvir aquele "sim" prolongado de prazer que ele soltava num sussurro baixo. Soltei o pau dele pra me dedicar um pouco ao meu. Com as pernas, a gente baixou os lençóis até os pés e a gente Tiramos os slips também. Eu já estava bem duro, fervendo, e o Willy destacava que eu tinha a cabeça da pica grossona e o tamanho dos meus ovos leiteiros. Eu retribuía o elogio dizendo que ele tinha uma pica muito boa e coisas tipo que com certeza as minas iam sentir dor quando ele metesse. Aí, como bom camarada, com muita inspiração, ele começou o trabalho individual dedicado à minha pica. Deixei ele fazer. Ele envolveu minha pica na mãozona morna dele, subindo e descendo a pele na velocidade e pressão exatas. Como era destro, teve que se virar de lado na minha direção pra me bater uma punheta confortavelmente, o que fez ele merecer minha menção clássica e enfática: "que punheta boa, cara..." E ele me dizia: "faz durar, não goza". E quando chegou a hora de sincronizar os movimentos, porque punheta mútua é assim, tínhamos dois jeitos: ou um deitava aos pés do outro, ou o menos confortável, que era cruzar os braços. Na posição de cabeça com os pés, como geralmente dormíamos depois de gozar, a tática era deitar os dois de barriga pra cima com as picas na mesma altura, passar o braço por baixo da perna direita do outro e começar a punheta. Nessa posição, a pica fica bem tensa e ereta pelo próprio peso da mão do parceiro, então não é só o prazer que você sente que é foda, mas também o prazer que você pode dar. A gente brincava assim. Dedos vão, dedos vêm, separávamos as pernas liberando a área pra brincar embaixo e do lado dos ovos do outro. Fazíamos os movimentos em espelho e, nessa de inventar carícias, nos matávamos de dedadas brincando bem no limite do nosso cu e arredores, e várias portarias ousadas que só iam até ali... Dessa vez, fizemos a punheta só cruzando os braços. A desconfortável. Um do lado do outro. Coloquei minha perna por cima da perna esquerda dele porque adorava roçar minha pele lisinha nas pernas carnudas e peludas dele, e deslizando minha palma pela barriga dele e vice-versa, começamos uma... Nova sessão de punheta cruzada. Lembro muito bem desde a primeira vez que cruzamos as bronhas e acho que conseguiria lembrar de quase todas desses anos todos. Porque com meu amigo, acho que o que mais nos excitava era que sempre a gente ultrapassava o limite. E era uma delícia. E não era amor, nem era romântico. Era pura amizade, confiança e camaradagem. Era segredo e coisa nossa. Ponto final. Só com a luz da TV ligada e daquele ângulo em que a gente ficava um do lado do outro, eu explodia de tesão vendo como todas as formas do corpo se marcavam. O bom de ser liso é que você sente a flanela como ninguém e, transbordando testosterona, propus, confidente, com a voz quase saindo: — E aí, que tal a gente experimentar chupar? A pausa dele me pareceu eterna e a dúvida, razoável. — Sei lá, fazer isso não me desce — ele falou. Sei lá. Se quiser, experimenta você... Pensei um pouco. — Deixa eu experimentar pra ver como é — falei. — Fala aí... — ele aceitou. Minha rola explode só de lembrar do tesão e da sensação quando comecei a aproximar minha cabeça até a rola dele. E, uma vez ali pertinho da ponta dele, descobrir aquele cheirinho de macho, cheiro do sexo de outro cara. A sensação de ter acesso ao que ninguém tem acesso. Ao que não podia rolar entre caras porque só as gatinhas podiam ter acesso, era pura lascívia. Apoiado no cotovelo direito no colchão e a um centímetro da minha boca contra a rola dele, sem acreditar no que estava prestes a fazer, com a mão esquerda puxei a pele macia da rola dele até deixar a cabeça bem pelada e, quando já não aguentava mais de vontade de provar tudo aquilo, confesso que, muito sem jeito, só soube passar a língua suavemente no contorno de toda a rola dele e, só por um tempo, de lado, tentei abrir a boca pra provar mais, mas era larga demais pra mim, questão que me levantei pra ficar lado a lado de novo, talvez até meio envergonhado. — E aí, é bom? — perguntei frustrado. — Não sinto muito — ele disse. — É estranho chupar — falei. Aquela noite acabou e a gente gozou assim, com penas e sem glórias. A verdade é que passaram tantos anos que é difícil lembrar o que veio antes e depois. Porque além disso, o Willy teve um love de verão com uma mina e a gente se viu muito pouco durante o caso dele. Tempo depois, como de costume, recebi um novo convite pra casa dele, da família que eu também sentia como minha. Eu já tinha mudado de bairro e tudo parecia diferente e melhor. Como sempre, ia por um dia e ficava dois ou três, dependendo do feriado, era vício. Nesse dia fui, a gente se reencontrou todo mundo, menos o Willy que ainda não tinha chegado, e nisso me mostraram as mudanças novas na casa e na sala um sofá novo que virava cama de casal pras visitas. Indo direto ao ponto, o Willy chegou, o jantar, a conversa, as risadas, os jogos de tabuleiro, a hora do banho e a hora de dormir. Insistiram pra eu passar o fim de semana com eles e topei. Sério, eu sempre me divertia pra caralho. Quando só restavam nós dois, perguntei pro Willy se a gente dormia no quarto dele ou na sala, e ele respondeu: — Minha mãe já arrumou a cama pra gente no sofá, mano. — Mas Willy, se quiser, pra ficar mais confortável, um dorme de cada lado — sugeri. — Não, mano, qual é! Vamos nós dois pra sala, é grande! Na minha cama você vai morrer de calor à toa — insistiu. Acho que ele queria dizer algo mais sem falar. Então, rindo, falei "beleza" e fomos dormir. Ele fechou tudo hermeticamente, hahahaha. Persianas, portas e cortinas. Apagou a luz, ligou a TV e lá estávamos nós dois de novo. Ele me contou da namorada, que já não se viam muito, que morava longe pra caralho, e quando o assunto foi pro sexo, o Willy confessou que continuava tão virgem quanto eu, hahahaha. Eu sempre puxava a conversa pro lado do sexo pra sondar a parada e falei: — Eu, agora que você tem namorada, com certeza largou a punheta! — Pelo contrário! — ele disse. — Tô com mais vontade do que antes, continuo sem meter! E a gente riu. Deitados um do lado do outro, muito mais confortáveis do que antes por causa da cama de casal, só de cueca. mas sem lençol nem nada, e com aquela liberdade incrível de estar quase pelado com seu melhor amigo do lado, com as pernas dobradas, vejo ele baixar a perna direita e mostrar a pica dura saindo da cueca, e dá risada. E eu também rio e falo: — quiiiiijo da puta! Kkkkkk tá mó bonner, Willy, imagina se sua mãe entra e nos vê assim! — tão tudo dormindo já, mano, nem fudendo que vem alguém — ele fala, e puxando o elástico da cueca por baixo dos ovos, deixa no ar a pica dura em formato de torpedo, fazendo ela quicar na barriga enquanto ri. Eu já tinha aceitado de boa que a simples presença do meu amigo na intimidade comigo já deixava minha rola treinada, sempre pronta como um escoteiro pra entrar em ação. Tive uma ereção em segundos. E puxei a minha também pra fora da cueca. Já sabíamos o que fazer, mas queria continuar inovando e, com tom de pacto, propus: — Vamos tentar fazer mais coisas, mano, a gente é mó tarado e tem toda confiança... E sem a menor esperança de que algo mudasse, ele solta de uma vez: — cê topa um seis nove? Talvez porque eu não conseguia acreditar, porque saiu muito fácil ou sei lá, não consegui pensar e perguntei o que era aquilo. — Um 69 — ele falou mais claro — com gesto e tudo, mas mais tímido, completou engolindo seco — você chupa eu e eu chupo você. O bom de apagar a luz e a TV pra ninguém nos ver, claro, era que depois que os olhos se acostumavam com a pouca luz que as persianas deixavam entrar, naquela penumbra você via tudo muito melhor do que com luz, porque o erótico reinava. Aqueles meses sem nos ver vieram a calhar, porque quase por instinto tudo se ajeitou. Com o Willy deitado sempre de barriga pra cima, subi em cima dele num 69. Já com a cabeça dele entre minhas pernas, não acreditava como o corpo do meu amigo parecia diferente daquela posição. Dessa vez, com a mão direita, puxei o prepúcio dele até a base e meti decididamente a pica dele na minha boca bem aberta até onde deu. Apertei os lábios com força. em volta daquela pica, principalmente no começo, e com litros de saliva lubrificava, descia e subia por todo o pau dele com a boca. Enfiando praticamente tudo, brincava com os lábios, a língua e um pouco de sucção, puxava a pele da pica dele quando subia e, antes de chegar na cabecinha, puxava de novo só com o polegar e o indicador em volta, e engolia tudo de novo envolta com meus lábios e minha língua. Parava quando cansava e aproveitava pra ver tudo de novo, meu amigo peladão todo pra mim, as coxas grossas dele, a pica enorme que eu tava literalmente comendo. Com meu peito apoiado na barriga dele, usava as mãos só pra tocar todas as partes que conseguia enquanto engolia a pica dele. Num momento, separei aquelas pernonas que pareciam enormes daquele ângulo, dobrei elas, beijei as coxas dele, senti o cheiro, e graças ao saco retraído dele, tive a primeira visão próxima da zona proibida... por baixo dos ovos dele e da base das nádegas, no final do períneo, entre aquelas duas metades carnudas da bunda dele, tava o caminho pra meca do desejo de todos os sexos... passei as duas mãos por baixo das pernas separadas dele, ajustei minha cabeça desafiando toda a excitação e, com os cinco dedos de ambas as mãos, separei as bandas dele pra descobrir, naquele sulco natural da racha funda dele, escondido entre os pelos, o cu redondo e fechado dele. Ali dentro, nas profundezas genitais que meu amigo não parecia disposto a deixar a gente descobrir, tava o último mistério das nossas luxúrias ainda não revelado. Com a boca cheia d'água, abandonei essa exploração, me reposicionei, estiquei a pica dele de novo e chupei de cima a baixo uma e outra vez. O tempo passava e, como minha pica às vezes tem vida própria, demorei um pouco pra perceber o esforço que o Willy tava fazendo pra chupar minha pica também, porque quem tá embaixo quase não consegue mexer o pescoço se quem tá em cima (ou seja, eu) não bombeia ou tá viajando hahaha, o instinto me levou a Vamos de 69 de lado. —De lado, mano, senão não sinto nada.— Falei e, antes de voltar a chupar ele, de continuar na minha, olhando nos olhos dele do outro lado, preferi colocar eu mesmo meu próprio pau duro como pedra na porta da boca dele, convidando ele a chupar direito. Willy abriu os lábios, esticou o pescoço e, aguentando os primeiros roçados de dente na minha glande, vi ele engolir tudo, dando na boca dele meu leite pré-seminal enquanto via meu pau afundar entre os lábios dele, pra dentro e pra fora, se misturando com a saliva dele, molhando devagar, melhorando, enquanto meu músculo detrusor continuava bombeando as babas do meu pau dentro da boca carnuda e suculenta dele. O pescoço dele aprendeu rápido qual cadência curte um bom boquete entre manos pra dar e receber prazer com camaradagem. Sem fazer ele esperar mais, e com uma ereção tão dura quanto a minha, voltei a chupar o pau dele com mais vontade, saboreando com mais gosto o pré-seminal salgado que agora Willy bombeava pra mim, inflando e desinflando a rola dele. Naquele boquete, a gente tava se dando a melhor desvirginada de paus boca a boca que podia rolar entre colegas. Willy, verdade seja dita, ficava meio molenga no sexo. Parava. Era repetitivo. Mas ele ficou grato pela posição nova. Enquanto Willy só me chupava com dedicação e deixando claro que valia improvisar também se um de nós quisesse, enquanto meu amigo só me mamava o pau, eu não deixava um canto do corpo dele sem decorar com as mãos. Na hora de gozar, a coisa ficou mais grossa e ele teve que tirar meu pau da boca pra não gozar dentro sem querer. Acompanhei com a mão a gozada dele o mais rápido que pude, vendo o leite grosso dos ovos dele jorrar como lava de vulcão caindo entre meus dedos, e com aquela imagem tão perto dos meus olhos, avisei que eu tava prestes a gozar também, que, me conhecendo, meu amigo, com uma mão ousada, ordenhou meu poronga usando a outra como um teto pra evitar a bagunça típica quando eu gozava meu esperma. Só assim consigo ir resumindo os passos que demos e que aprendemos sozinhos. A sós, a diferença entre nós dois era que eu sabia brincar tanto com meu pau quanto com meu cu. Não tinha preconceito de me explorar. Com o tempo, aprendi brincando comigo mesmo como me higienizar e ficar pronto pra estimular meu cu, e até tentava às vezes em posições impossíveis gozar na minha própria boca pra saber qual era a sensação. Nunca consegui fazer essa manobra direito. Por isso, a noite que pintou a hora de nos pegar, é inesquecível pra mim. Então, com nosso começo naquela vez, queria terminar de contar nossa história. Desculpa se fiz ela longa, mas as coisas foram assim, curtas e assim, longas, e nessa ordem. Durante meses, as coisas foram se aperfeiçoando nos encontros. De dia, dois grandes amigos que nada a ver, de noite, íntimos, não todas as noites, óbvio, mas a real é que sempre que dava, a gente ficava se esfregando. Eu tinha experimentado raspar todos os pelos da minha virilha e depilar completamente os pelos ao redor de onde o sol não batia. De dia, e muito mais seguro de mim, comentei a novidade sobre minhas zonas erógenas num dado momento. Também falei que causava um pouco de coceira. No mesmo dia, na hora de dormir (dos outros), ficamos conversando sozinhos na mesma penumbra, no mesmo bendito sofá-cama da sala. Tava frio, mas com o aquecedor ligado ali dentro, era uma sauna seca. Os pais já sabiam que a gente fumava cigarro e deixavam a gente fumar dentro de casa. Antigamente era assim, deixavam fumar dentro. No maior relax, acendemos um baseado cada um e, conversa vai, conversa vem, ele me fala que também aproveitou no chuveiro e tinha depilado o pau, mas com a maquininha de barbear. Ou seja, raspou na lata. Eu ri. Falei que ia coçar muito, e ele disse que já tava coçando e coçou a pélvis por cima da cueca, e eu ri mais ainda. Ainda lembro do barulho do O tecido raspava ao tocar sua virilha depilada, dava pra ouvir o atrito. Eu fumava sentado na cama e ele fumava deitado com os dois travesseiros e as pernas esticadas. A pele morena dele brilhava na penumbra. O cara tinha um corpo singular, bem firme. A pele era lisa onde não tinha pelo e onde tinha, formava uns desenhos redondos que eu não conseguia evitar de olhar e apertar. Ele tinha aquelas coxas peludas, exceto na parte interna, onde o pelo ficava mais fino e arrumado, que só de olhar eu já ficava duro na hora. E uma bunda turgente, quase sem pelo, que eu segurava sempre que chupava a rola dele, mas um cuzinho peludo que eu adorava brincar ao redor porque sabia que ele amava aquilo. Acho que o Willy tinha tesão em excitar bocetas e bichas por igual. Se exibir. E quem não gosta, afinal? Parecia sentir o cheiro das endorfinas e sabia lidar com isso. "Vamos ver como ficou?" — sugeri. Ele colocou o cigarro na boca enquanto abaixava a cueca. A rola dele mole balançou pra todo lado. Pra um lado e pro outro, mexeu os ovos e o pau juntos, se expondo todo, e ficou ali pelado como se esperasse um veredito. "Ficou boa" — falei seco. Mas não vou mentir pra vocês. A rola dele tinha ficado espetacular. Depilada, parecia mais limpa e robusta. Mais pesada. Até o mais hétero teria vontade de ver qual era. "Olha a minha" — convidei. A minha já estava meio dura, inevitavelmente. Tirei tudo e fiquei pelado na mesma posição que ele. Ele olhou, não opinou, e se espreguiçou. Só de eu falar "deixa ver", ele liberou a área e eu passei a mão em todo o trabalho de depilação que ele tinha feito. Ficou braba. "Vamos trocar uma punheta?" — perguntei — "tô muito tesudo." — "Sei não, cê acha?" — ele disse se fazendo de besta. "Se não, vou no banheiro sozinho" — falei. "Não, mano, bate aqui" — ele me intimou. "Me dá uma mão e bate pra mim se não quiser bater a sua" — sugeri. E como quem não quer nada, ele começou a bater punheta pra minha rola. a dele com as duas mãos e nessa punheta a dois, na hora endureceu de novo. - ressuscitou, hein - falei irônico. - e já que estamos nessa - justificou. Mas a real é que ninguém depila o saco se não for pra botar pra jogo. - cê gosta de se fazer de difícil, maluco - falei. - é que você é muito tarado - ele riu. - é que eu curto suas punhetas, cara - fechei. Dito isso, como se nada, soltou o pau dele e se dedicou só ao meu, com os olhos vidrados no que fazia. Eu queria gemer mas me segurava, claro. Deixei ele fazer o dele por um tempo até que tirei a mão dele do meu pau pra me dedicar eu mesmo ao prazer dele por inteiro. Lado a lado. O de sempre, mas sempre melhor. - dá pra sentir mais com tudo depilado - ele disse. Isso me motivou. De lado, encaixei a perna dele entre as minhas e comecei esfregando meu pau. Willy, como sempre, de barriga pra cima, eu batia uma pra ele de lado e beijava de língua ao mesmo tempo. Ao mesmo tempo, comecei a chupar o mamilo dele enquanto meu amigo deixava o prazer escapar na respiração. Cê gosta, cara? - falei. Óbvio que sim... - ele disse. Eu teria me contentado naquela noite só com um tempero a mais. Brincando, enfiar um dedinho no meio da punheta, até porque eu já tinha o cu preparado e pronto. Mas (tudo ou nada), falei sem anestesia que queria que a gente experimentasse como é meter um no outro. Primeiro ele ficou calado e depois soltou: Agora?? - como se fosse o fim do mundo. Sim, assim a gente vê qual é, não enche o saco sempre a punheta? - terminei. No meio do suspense longo que se formou, eu sabia que se eu não agitasse de uma vez, nunca mais ia rolar. E como a gente faz? - perguntou mais interessado e mole. E sem esperar mais, me levantei, me ajoelhei no colchão, levantei a perna direita sobre a barriga dele e, decididamente, MONTEI NO MEU AMIGO! Que loucura! De repente, tava totalmente aberto de pernas sobre o Willy, os dois pelados! Tava montando descaradamente meu amigo Willy de toda a vida, era uma das situações mais punheteiras e quentes que podia fantasiar, mas nunca achei que fosse viver. Sentado literalmente em cima do corpo largo e pelado do meu amigo, com o pau dele fervendo e duro, latejando entre minha buceta e minhas bolas, comecei uma rebolada tímida pra frente e pra trás enquanto sentia e tentava processar tudo sem parar. Se ele já parecia um macho grosso antes de eu montar, depois de montar, a estrutura dele parecia o dobro. Era o prazer mais rústico de todos: estar de pernas abertas em cima do cara que, além de ser meu amigo mais íntimo, pra qualquer um seria impensável que a gente pudesse estar secretamente assim, prestes a trepar. Primeiro, deslizei minha bunda pra trás pra juntar os dois paus e começar uma punheta dupla que mal dava pra fazer com uma mão só. Glande com glande e tronco com tronco, eu corria os dois prepúcios ao mesmo tempo e acompanhava com a cintura, imitando uma metida. Willy me substituiu na punheta porque, com as mãos grandes dele, dava pra bater uma melhor pra nós dois, e eu só precisava me mexer curto, pra frente e pra trás. Meu pau explodia de duro e o dele, de prazer, quando eu olhava na cara dele. Então, me deitei sobre Willy, peito com peito e pau com pau, até quase sentir o hálito da excitação dele boca a boca. Beijar a gente não beijava nem fodendo, mas, todo tesudo, me endireitei, enchi a mão de saliva pra passar na minha bunda e lubrificar, e com a racha bem molhada, comecei a encaixar a ponta do torpedo dele na porta do meu cu, que parecia fechar em vez de abrir. Tinha que relaxar, queria relaxar, mas a vontade de ter o pau dele dentro me comendo não deixava. Quando finalmente achei um ângulo, sempre montado em cima do meu amigo, um ângulo que me ajudasse a furar o cu, com litros de saliva entre minha bunda e o pau dele, a dor no anel do meu esfíncter começou assim que ele enfiou só a ponta da cabeça. Tive que parar. — Agora vou, Willy, me aguenta. — O que foi? — ele disse. — Vou pegar creme, macho. — e fui pro banheiro. Na tampinha do mesmo pote, coloquei creme, enxaguei e voltei sem perder tempo pra concretar a foda com meu amigo. Resumindo. Willy continuava duro e eu já não, mas besuntei o tronco inteiro dele com creme frio, fazendo o mesmo com minha bunda, montei nele de novo e, com a ponta do pau dele na porta do meu cu, forcei mais a entrada empurrando e, embora já sentisse ele dilatando mais, a dor era diretamente proporcional. Até que comecei a relaxar minha bunda como se fosse cagar enquanto me masturbava ao mesmo tempo que tentava me empalar, devagar mas seguro, aquele prazer estranho reapareceu. No ângulo perfeito entre meu cu e o pau dele, o creme e a masturbação, descobri que a verdade é: prazer mata dor. Eu começava a ter tudo sob controle, minha dor, meu prazer e o prazer dele. Quando já tinha meio pau do meu amigo dentro depois de várias tentativas e vai-e-vem, sentia meu cu se abrindo com incômodo, mas o prazer já era inversamente proporcional à dor que sumia à medida que eu me abria. Era questão de tempo e pausas. Quando finalmente o anel do meu cu deixou ser penetrado pela segunda metade da vara do meu amigo, atravessando a parte mais grossa do pau dele, ter os 17cm inteiros enfiados no meu cu foi sublime. 17cm de pau tinham aberto um caminho de 5cm de largura nas minhas entranhas. Eu estava cheio dele. Estava literalmente sentado em cima do pau dele até o talo. "Entrou todo, chavão", murmurei. E parei de me masturbar pra não gozar. Levei as mãos dele pra minhas nádegas lisas pra ele sentir com os dedos, além do rabo dele, meu cu aberto apertando o tronco dele. Eu mesmo notei a circunferência do meu ânus abraçando o pau dele totalmente cravado em mim. Profundamente dentro. Uma loucura, eu morria de prazer... Então comecei a cavalgar só com meio pau pra fora. Quando subia e meu cu começava a incomodar na parte grossa do pau dele, era hora de descer. Assim, sem parar e sem tirar, a gente trepou um bom tempo, era delicioso, ele pedia pra parar porque gozava, mas era hora de Willy agora botar a parte dele e, no auge do prazer, decidi me desprender subindo. De uma vez só. Já com o Willy pra fora do meu cu, com as pobres meias limpamos o pau dele e meu cu cheios de creme, mas sem surpresas maiores ou desagradáveis. Aí veio uma grande decepção pra mim. Quando chegou a minha vez de meter naquela bunda, ele só aceitou ficar de lado, na conchinha. Disse que não queria ficar por cima de mim, sugeri que pelo menos ficasse de quatro e ele também disse que não ia gostar assim. Lidar com isso, e com a porrada que eu tinha levado agora há pouco e pela primeira vez, nunca foi tão difícil manter ele duro o suficiente pra uma penetração decente. Quando finalmente consegui ter uma ereção de novo, passei o creme às pressas no meu pau e no cu dele e, com um dedo cuidadoso procurando o butico do meu amigo, encaixei minha cabecinha entre as nádegas dele e empurrei várias vezes em vão porque ele não deixava entrar. Com paciência, comecei a esfregar meu pau entre as bandas dele, na rachadura daquele bundão, pra não perder a dureza, perguntei pelas costas se tava doendo e ele disse textualmente: — Não, cara, encaixa direito, não sei o que tá rolando. Comecei a bater uma por trás, me esfregando no sulco dele. Num dado momento, intuindo que já tava quente o suficiente, fazendo mais pressão no anel do cu dele, ele se abriu de uma vez e eu enfiei a cabeça. Aí deixei ele parado, esperando ele dilatar pra não doer, e o ânus dele fechou tão forte no colo do meu pau que doeu, eu aguentei firme e, assim que afrouxou, dei uma estocada só e senti entrar no esfíncter quente dele e nas paredes escorregadias que me abriam caminho. Não conseguia ver o rosto dele, mas confiava que tava bem, embora imóvel. Em três ou quatro estocadas, senti a profundidade deliciosa, mas entendi que com Willy tudo ia parar por ali. Já não era divertido nem me parecia excitante. Era como foder uma boneca inflável com medo de furar. Zero onda, ele tava imóvel. Isso me broxava completamente. Falei isso pra ele depois e ele caiu na risada, sem dar importância. Quase que o cu dele sozinho expulsou meu pau e naquela noite acabou na mão. Cada um pro seu lado. Meu amigo, por preconceito ou sei lá o quê, ainda não tava pronto pra me entregar a bunda e curtir. Talvez nunca fosse conseguir. Ali se quebrou nosso pacto íntimo de cavalheiros. Uns meses depois, a gente continuou com nossos encontros sexuais escondidos. Sem grandes expectativas, mas com as coisas mais claras. A última grande foda que a gente teve, ou melhor, que ele me deu, foi no sítio de uma amiga da minha mãe, numa noite improvisada de verão que ela passou na minha casa de carro. Ela e outra amiga iam atrás, eu dirigindo, Willy do meu lado, na estrada estreando e curtindo minha nova carteira a 140 por hora, pensando em tirar a roupa do trampo quando chegasse pra pular na piscina. Eu ainda tava com a roupa do serviço. A gente conversou um pouco, os quatro, tomamos algo e passamos o entardecer e parte da noite na água, só eu e o Willy. A gente tomou banho junto pra economizar água quente e ficamos com o quarto de cama de casal do sítio, sem desconfiar que éramos dois punheteiros tarados no mesmo quarto e isso nunca muda hahahahaha. Bem desenvolvidos de corpo e alma, falei na lata antes de deitar junto: quando a gente tava lá na piscina, se tivéssemos sozinhos, com certeza faríamos de tudo dentro d'água. — Fechou, mano, eu imaginei a mesma coisa. Ele riu, cúmplice e relaxado. — Bom, finalmente concordamos! O que você imaginou? Perguntei. — Entrarmos os dois pelados e fazermos de tudo. Ia ser bom transar na água. Nunca fizemos, óbvio. Na mesma posição de sempre na cama, ele embaixo e eu em cima montando nele, emprestei minha buceta e ele meteu o pau ativamente como nunca antes. Eu já não subia e descia no tronco dele. O Willy só segurava minha bunda e, com a cintura dele, entrava e saía de dentro de mim. Antes, ele me emprestou a boca, deitado como tava, e eu, dessa vez ajoelhado na altura dos ombros dele, apontando meu pau brilhante na cara dele, enquanto ele segurava minha cintura e eu apoiava a nuca dele. Sem empurrar e com muita ousadia, entrava e saía da boca dela. Diria que eu comi ela. Tirava, mostrava, batia uma um pouco, e colocava de novo. Ela só deixou eu gozar fora do cu, entre as nádegas, dentro nunca quis que eu gozasse. Eu gozei com o pau dela dentro antes que ele tirasse do meu cu pra gozar. Fim. E a vida seguiu, como seguem as coisas que não fazem muito sentido, diz a música. E com a vida, buscamos novas experiências e novas pessoas, e eu já tinha começado a me abrir pro mundo há um tempão, mas nós dois sempre continuamos sendo grandes amigos. Ele casou cedo e tem três pivetes. A gente parou de se ver, mas conversamos pelo Face uns anos atrás. Até um minuto antes da internet, a vida era assim, assim era a velha escola, dependia da gente e de como a gente se virava pra ter experiências ou não. Tive várias experiências, mas costumo ler em questão de relatos: isso já é outra história! Só me pergunto às vezes se, de vez em quando, o Willy bate uma lembrando ou em homenagem aos velhos tempos. Obrigado a todos por me lerem. Falou, galera.
1 comentários - Amigos são os amigos