No spa nudista com minha gostosa

Autor Ramirez: Eu e minha namorada somos um casal de moral bem conservadora, e fizemos voto de castidade até a data do nosso casamento. Mas tudo vai mudar durante umas férias curtas na Eslovênia. Nasci numa família muito religiosa e, desde que me lembro, sexo sempre foi tabu na minha casa. Quando fiquei noivo da Mila, uma gata linda que faz parte da nossa paróquia, foi automático aceitar um voto de castidade rigoroso, bem controlado pelos nossos pais. Apesar da nossa idade — eu terminando Odontologia e ela no segundo ano de Farmácia —, ainda somos muito apegados às nossas famílias e cada um mora na casa dos pais. Sempre que deixam a gente "sair juntos", temos que estar em casa antes das nove da noite. Se queremos ver um filme ou passar um tempo juntos, tem que ser na sala de uma das nossas casas, com todas as portas abertas e um dos nossos pais por perto, de olho pra nada sair do controle. E nos fins de semana, quase sempre temos compromissos de família ou da paróquia, então raramente temos chance de ficar a sós e ter um pouco de intimidade. E olha que vontade não falta, acho que dos dois lados. Nos poucos momentos que conseguimos nos ver sozinhos, aproveitamos pra nos beijar com gosto, soltando a libido, mesmo que só pela boca. A Mila é uma gostosa de dar gosto, e não falo só porque é minha namorada. Percebo o olhar dos outros caras quando saímos pra jantar, e ela fica toda corada. E não é à toa. É uma boneca de porcelana ambulante, com cabelos longos e sedosos, pretos, e uns olhos grandes e azulados que hipnotizam qualquer um. Ainda falta um ano e meio pra data que nossos pais marcaram pro casamento, e eu conto as horas pra finalmente poder amar minha linda Mila por completo. Mas, pra ser sincero, num instante eu mandaria nosso voto de castidade pra puta que pariu. castidade e faria dela minha sem cerimônia. Mas no fundo, sei que tanto eu quanto ela respeitamos muito nossos pais, e embora a tentação tenha estado perto várias vezes, sempre tiramos coragem e força para nos mantermos firmes na decisão deles, que ao mesmo tempo também foi nossa. É por isso que, há três semanas, quando descobri que precisava participar de um Simpósio representando minha Universidade, num hotel perto de Liubliana, Eslovênia, fiquei na dúvida se devia propor à Mila que me acompanhasse. Mas no final criei coragem e sugeri. Deixei bem claro desde o início que era uma proposta honesta, que entendia que nosso voto era importante, e que não tinha a menor intenção de quebrá-lo. Para minha grata surpresa, Mila aceitou sem nenhuma resistência, e simplesmente combinamos de reservar quartos separados. Mesmo assim, estávamos muito animados por poder aproveitar um tempo longe das nossas famílias e ser namorados "normais", mesmo que só por alguns dias. Imaginamos por um momento como seria foda poder conversar à vontade, sem ninguém escutando do quarto ao lado, e também, claro, nos beijar e nos amassar sem medo de sermos pegos. Rapidamente entramos em acordo sobre como resolver com os pais dela. Mila teve que mentir, dizendo que ia visitar Veneza com uma amiga, colega de curso, que topou de boa ser cúmplice da nossa escapada. Para não levantar suspeitas, decidimos que ela chegaria dois dias depois do início do Simpósio e iria embora na noite anterior ao término. Isso nos dava três dias e três noites para ficarmos juntos, o que era muito mais do que nunca tivemos. Nos dias anteriores, fui passando pra Mila pelo Whatsapp os detalhes da viagem; cuidei de reservar o voo dela, as passagens de trem até o hotel e, claro, o quarto, que era ao lado do meu. Tudo com um código que combinamos, caso algum dos nossos pais resolvesse bisbilhotar nossos móveis. Pra completar, fiquei sabendo que o hotel tinha uma área aquática de 600m², com várias piscinas, um balneário e um spa, o que deixou as férias ainda mais excitantes. O grande dia chegou. Depois de um longo dia de palestras e workshops no Simpósio, fui pra estação de trem buscar minha princesa. Não consegui me segurar quando a vi descendo do trem: me joguei nela, agarrei sua cintura e beijei como nunca tinha beijado antes. Mila ficou vermelha, morreu de vergonha; a gente nunca tinha se beijado em público, só em cantos escuros quando ninguém via, com medo de alguém nos reconhecer e contar pros nossos pais. Peguei a bagagem dela e fomos pro hotel, a só uns quinze minutos de caminhada. Mila tava muito animada e excitada, nunca a tinha visto tão feliz, e não era à toa. Ela se agarrava forte no meu braço e perguntava como eu tinha passado aqueles dois dias sozinho, e se já tinha experimentado o balneário. A verdade é que não tive tempo; os primeiros dias do Simpósio eram os mais puxados, e só me sobrava energia à noite pra comer alguma coisa e cair na cama. Além disso, queria descobrir tudo junto com ela. Quando chegamos, acompanhei ela no check-in na recepção e a levei até o quarto dela, bem ao lado do meu, o que me rendeu um beijo doce na bochecha. Ajudei ela a se instalar. Enquanto ela usava o banheiro, tive a ideia de desfazer a mala dela pra arrumar as coisas no armário. Só me toquei quando vi que a roupa íntima dela tava na bagagem. Fiquei vermelho olhando os modelitos que ela trouxe. Claro que nunca tinha visto ela de pouca roupa, e o mais perto que cheguei foi vê-la de maiô inteiro na piscina dos pais dela, com a família toda por perto. – Mas o que você tá fazendo, seu bisbilhoteiro! – disse Mila ao sair do banheiro, me pegando no flagra. – Tava te dando uma mão desfazendo a mala... – respondi, envergonhado. – Você gostou? Tá gostando?" – ela disse.
"Como é?" – respondi.
"Perguntei se você tá gostando dos conjuntos que eu trouxe" – falou, sorrindo inocente. O olhar dela me prendeu de novo, e a malícia na voz era algo novo pra mim, me dando uma ereção que, se não fosse pela calça jeans e a camisa surrada que eu tava usando por cima, teria me entregado.
"A Sandra me ajudou a escolher, cê gostou?" – continuou Mila, num tom brincalhão.
"Adorei" – respondi, todo excitado.
"Então o melhor eu tô vestindo" – disse ela, piscando o olho.
Não aguentei e fui beijar ela. Em poucos minutos a gente já tava se pegando em cima da cama dela. A gente se revirava, roçando os corpos por cima da roupa. Me atrevi a desabotoar a blusa dela, e, mesmo ela resistindo por um segundo quase por instinto, acabou tirando a peça sozinha. Apareceram na minha frente os peitos dela, cobertos com classe por um sutiã preto elegante. Passei os dedos de leve no tecido, sob o olhar atento da Mila.
A gente continuou se amassando, e Mila me incentivou a tirar a camisa também. Minha doce namorada se deitou em cima de mim, e quando senti a pele dela no meu peito, quase gozei de prazer; era um anjo de delícia abrindo as asas sobre o meu corpo. Minhas mãos foram parar na bunda dela, por cima da calça jeans justa. Mesma reação: ela me olhou surpresa por um segundo, mas aceitou.
Poucos minutos depois, me atrevi a levar as mãos até o botão da calça dela pra desabotoar. A gente continuou se beijando, e com o movimento natural dos corpos, o zíper da calça jeans dela abriu sozinho. Mila tava em cima de mim e resolveu dar uma pausa. Ela se sentou ereta em cima de mim, e eu fiquei admirando da minha posição. Era uma mulher maravilhosa, e eu não acreditava que era minha namorada. O cabelão dela tava todo bagunçado, alguns fios rebeldes grudados no rosto, as bochechas coradas de tesão, e a pele branca brilhando de suor. Dava pra ver a calcinha dela aparecendo por cima da calça. desabrochados, combinavam elegantemente o sutiã dela. Eu me sentia no paraíso. –Amor, temos que parar –disse Mila então, partindo meu coração em mil pedacinhos. Fiquei olhando pra ela com uma tristeza e decepção evidentes. –Sei que nós dois desejamos isso, pra caralho, mas sabe que a recompensa vai ser muito maior se esperarmos –continuou Mila, e descendo pra sentar do meu lado na cama, me beijou docemente a bochecha mais uma vez. Uma das mãos dela pousou no meu peito, acariciando de leve. Me fodia pra caralho, mas sabia que ela tinha razão, nós dois sabíamos que aquele era um limite que não devíamos cruzar. –É, Miluchi, você tem razão –consegui falar depois de uns dois minutos–. Te amo loucamente, e não quero estragar o que com tanto sacrifício já conseguimos até agora –concluí. Com muito pesar, nos despedimos cada um pro seu quarto, combinando a hora do café da manhã. Nem preciso descrever a santa punheta que bati em homenagem à minha querida Mila. Na manhã seguinte, bati na porta dela na hora combinada. Lá estava minha princesa, tomada banho e pronta pra começar o dia. Sugeri que ela aproveitasse o balneário e o spa enquanto eu cuidava das reuniões, mas ela recusou na hora. Tinha muita vergonha de ir sozinha de biquíni na frente de tanta gente estranha. Então passamos o dia juntos. Enquanto eu ouvia e anotava nas palestras, meu amorzinho ficava estudando e revisando anotações das aulas dela. Pra ser sincero, me impressionava como ela era uma boa menina. Quando terminou o último workshop da tarde, decidimos que agora sim, devíamos aproveitar o balneário. Subimos pros quartos e vestimos os biquínis, e por cima um roupão e umas havaianas cortesia do hotel. Fomos de mãos dadas pros elevadores, que levavam direto pro nível de acesso ao balneário. Fomos primeiro pra piscina principal, que era bem grande e tinha várias áreas com hidromassagem, jatos d'água de tamanhos diferentes, e Até um toboágua. A Mila tirou o roupão e quase caí no chão de susto. Ela estava usando um biquíni muito bonitinho, branco, que deixava mais pele exposta do que eu nunca tinha visto nela. Não sei quanto tempo fiquei besta olhando pra ela, mas o suficiente pra ela perceber. – Gostou do biquíni? Também é novo – disse a Mila, toda provocante. – É lindo, e fica um escândalo em você – falei. – Obrigada… – disse ela, se sentindo lisonjeada. Passamos um tempinho na piscina, explorando cada canto e aproveitando pra nos abraçar debaixo d'água e trocar uns beijinhos. Não tinha muita gente, umas vinte ou trinta pessoas, e parecia bem vazio pro tamanho do lugar. Foi super relaxante e ao mesmo tempo excitante ficar sozinho com ela ali, nada a ver com a piscina dos pais dela, embora antes de sair da água eu tivesse que esperar uns dois minutos pra barraca baixar, o que a Mila achou muito engraçado. Depois da piscina, quisemos ir testar o spa. A entrada era por um corredor ao lado dos vestiários, e era uma área completamente isolada do resto, então estávamos bem curiosos pra ver. Nenhum de nós dois tinha ido a um spa na vida. Chegamos a outro corredor com muitas portas fechadas e vários cartazes, que eram difíceis de ler porque estavam em esloveno. A primeira coisa que notamos é que fazia bem mais calor naquele lugar. A uns dois metros da entrada, vimos um vestiário pequeno onde penduramos nossos roupões, ao lado de vários outros que também estavam pendurados na parede. Tudo parecia muito tranquilo e vazio, e só se ouvia uma música relaxante de fundo. Começamos a explorar; as portas pareciam ser de saunas e banhos turcos. Decidimos não entrar em nenhuma e primeiro dar uma volta pra ver tudo que o lugar oferecia. Vimos uns chuveiros com gelo e, no fundo, mais piscinas e jacuzzis de vários tamanhos. Foi aí que cruzamos com a primeira pessoa no spa: um adonis musculoso que parecia ter saído de um filme. Ben-Hur, carregando um balde de madeira cheio de água. Mas o mais importante é que ele estava nu, completamente pelado. E o cara era bem dotado, e, seja pelo calor que fazia ali ou sei lá por quê, a piroca dele pendia mole, uns vinte centímetros pra frente e numa curva descendente. Virei pra Mila e a vi com os olhos de topázio cravados no pau daquele desconhecido. Ela corou, e mais ainda quando o sujeito se aproximou de nós falando agitado sem que entendêssemos uma palavra. Quando o cara percebeu que não éramos dali, falou em inglês: –You can’t use swimming suits here, it’s forbidden. You have to take them out and grab a towel! (Não pode usar sunga aqui, é proibido. Vocês têm que tirar e pegar uma toalha). Como ficamos os dois pasmos, ele fez sinais pra olharmos na parede. Tinha um cartaz com o desenho de uma sunga e um biquíni, riscados por um sinal de proibição vermelho. Aí ele nos guiou até o vestiário onde tínhamos deixado o roupão, e indicou que a gente tinha que se pelar e pegar uma toalha da pilha que estava ali. Mila e eu nos olhamos sem saber o que fazer. Perguntei se ela preferia ir embora, mas ela argumentou que era uma pena, que já que estávamos ali, gostaria de experimentar o spa. Enrolamos umas toalhas no corpo e cada um tirou a sunga, sob o olhar atento daquele cara, que entendemos que trabalhava ali e cuidava de manter os banhos prontos pros usuários. Depois de pelados com as toalhas enroladas nos corpos, seguimos o cara até uma das portas e entramos com ele, já que ele estava disposto a nos ensinar como funcionava; mais novatos não podíamos parecer. Era um banho turco, bem escuro por dentro, e com tanto vapor que mal se via a um passo na nossa frente. –You have take the towel off, fold it, and use it to sit on the bench (Vocês tiram a toalha, dobram e usam pra sentar no banco) – ele disse com autoridade. Fizemos exatamente como ele mandou. A gente hesitou um pouco, mas a coragem veio porque não tinha mais ninguém lá, e com a escuridão e o vapor, mal dava pra ver alguma coisa. – Good, you got it guys. You do the same for the saunas, and of course you get in the hot-tubs completely naked (Muito bem, vocês pegaram o jeito. Façam o mesmo nas saunas, e claro, entrem nos jacuzzis completamente pelados) – ele disse antes de ir embora e nos deixar ali sozinhos, sentados em cima das nossas toalhas, no pelo. Ficamos quietos por um tempo, absorvendo o vapor na pele suada, sem saber o que fazer ou dizer. A situação era muito excitante, mesmo que na penumbra eu mal conseguisse distinguir a Mila pelada a poucos centímetros de mim. Mas ainda assim, a vergonha que eu sentia naquele momento fazia meu pau não reagir, ficando à vista da minha amada no estado mais murcho e encolhido dele. Aí me veio à cabeça: era bem provável que a rola daquele cara fosse a primeira que a Mila tinha visto na vida, e agora ela tava vendo o meu pau, bem menor que o daquele adonis, como ponto de comparação. – Quando ele cresce, é maior – falei envergonhado, como desculpa. – O quê? – disse Mila, como se estivesse saindo de um transe. – Meu pau, é bem maior quando ele cresce… – repeti. Mila não disse nada, só ficou olhando pra parede, e como se só então percebesse a situação, fez um movimento de se cobrir os peitos e a buceta, mas sem muito efeito. Os pelos na sua monte de vênus eram abundantes demais pra esconder só com uma mão, e ela mal se esforçou pra tampar os mamilos. Era mais uma declaração de intenções do que uma tentativa real de cobrir as partes íntimas. Uns minutos depois, o calor ficou insuportável pra continuar ali, então a gente se levantou, se cobriu de novo com a toalha e saiu pro corredor. Dessa vez, cruzamos com um pouco mais de gente: um casal mais velho, na casa dos cinquenta, completamente pelados com as toalhas no ombro, e duas minas jovens que entraram. No banho turco de onde a gente saía. Elas estavam com a toalha enrolada no torso, mas tiraram no mesmo instante em que abriram a porta, e eu pude ver rapidamente a nudez delas, mesmo que só de costas. – O que você quer fazer? – perguntei. – Vamos experimentar a sauna? – ela disse. Ela estava toda vermelha, não sabia se por causa da situação ou do calor, e os olhos dela brilhavam de excitação. – Beleza, mas preciso me refrescar primeiro – falei. Entramos nuns chuveiros de água gelada. Eram uns cubículos com baldes cheios de água gelada pendurados, que despejavam o conteúdo quando puxava uma corda. Entrei num deles e joguei a água em cima de mim. Fez um bem danado depois de tanto calor. Me cobri e saí. No cubículo ao lado, encontrei a Mila, parada, segurando a corda com uma mão, sem coragem de puxar. Vi ela de costas pra mim, em toda sua nudez angelical, e fiquei vidrado nas curvas perfeitas da bunda dela. – Não pensa não, puxa logo, é uma delícia, vai ver – falei, surpreendendo ela. – Tô com medo, é muito gelada – ela disse, virando a cabeça por cima do ombro. – Faz você – ela pediu. Cheguei nela por trás, peguei a corda e puxei sem pensar. A Mila gritou, pulando como se a água queimasse, e se virou, se agarrando em mim. Senti os peitos dela batendo no meu peito, e o frio da água rapidamente virou um calor gostoso, sentindo nossos corpos molhados um contra o outro. Rapidinho ela se cobriu com a toalha, e depois de um silêncio meio estranho, fomos pra sauna. Entramos nela e, como o homem tinha falado, tiramos a toalha de novo. Depois de dobrar e sentar em cima, percebemos que não estávamos sozinhos. Dois caras entre 30 e 40 anos estavam sentados bem na nossa frente. Mais uma vez me senti encolher no meu lugar. Esses caras também eram bem dotados e ainda por cima não faziam nenhum gesto pra tentar esconder as rolas. Também sem nenhum pudor, cravaram os olhos na minha. namorada, que completamente nua na frente deles parecia não conseguir fazer outra coisa senão olhar pro teto, ou olhar pros paus daqueles desconhecidos. Cruzei um olhar com a Mila, os olhos dela brilhavam e as bochechas pareciam dois tomates. Aí ela baixou a vista e olhou sem vergonha pro meu pau, que naquela hora tinha crescido um pouco mais. Eu fiz o mesmo e baixei o olhar pros peitos dela e pra sua buceta. Ela tem uma beleza indescritível, minha noiva é uma deusa, não tem nada a invejar nem da própria Vênus de Milo. Também não passou despercebido pra aqueles homens que a observavam com satisfação. Dava pra ver um sorrisinho no rosto deles, claramente curtindo a visão da minha princesa pelada. Um sentimento de ciúme começou a me invadir, embora também me inundasse uma puta excitação. Não podia acreditar que, no dia em que eu finalmente ia ver a Mila nua, um bando de desconhecidos também fosse participar desse momento. E pra piorar, esses dois olhavam pra ela com safadeza na minha frente sem nenhum pudor. Olhando pra Mila de novo, vi que ela também não escondia como olhava descaradamente pra eles. Até mordia o lábio inferior como se tentasse controlar a própria excitação. Notei a respiração dela ofegante, e baixando o olhar pras coxas dela, juraria que estavam bem mais abertas do que quando sentamos. Com as pernas tão separadas, tenho certeza que aqueles homens tinham uma vista privilegiada da buceta da Mila. Não podia acreditar que aqueles desconhecidos fossem ver aquele tesouro precioso antes de mim. Da minha posição, mal dava pra ver o volume peludo da buceta dela. O jogo que eles estavam fazendo não deixou os desconhecidos indiferentes. Pude observar com detalhe como os paus deles ganhavam vida, e sem nenhum pudor aqueles homens exibiam suas ereções pro deleite da minha namorada. Tudo isso enquanto riam e faziam comentários pra Mila, que mesmo sem entender uma palavra, se entendiam perfeitamente. Não podia acreditar. que isso estivesse acontecendo. Ninguém parecia se importar que isso estivesse rolando na minha frente. Não pude evitar ficar excitado também, e já estava começando a ficar aparente. Não queria que a Mila percebesse, então, aproveitando que o calor já estava difícil de aguentar, me levantei e, me cobrindo com a toalha, falei que precisava tomar um banho. Mila mal reagiu, mas meio que acordou do encanto e, corada, se levantou também, se cobrindo com a toalha. Ao sair, aqueles homens falaram algo que soou obsceno, e pareciam se lamentar que o espetáculo tivesse acabado. A poucos metros estavam os banheiros, uma piscina de água quente, outra fria e várias banheiras de hidromassagem. Vimos outro casal mais velho numa banheira, e na piscina quente tinha um grupo de jovens, três caras e duas minas. Enquanto eu hesitava sobre onde queria entrar, Mila tomou a iniciativa e, tirando a toalha, entrou na piscina quente. Eu a segui até um canto a dois ou três metros do grupo de jovens. Eles nos olharam quando entramos e continuaram na deles. Era uma sensação muito gostosa tomar banho pelado naquela piscina, e ainda mais gostoso era fazer isso ao lado da minha querida Mila. – Tá bem? – perguntei, já que ela continuava muito quieta. – Aham... – respondeu ela vagamente, parecia ensimesmada olhando para um ponto indefinido na direção daqueles caras. Eles continuavam na deles. Eram locais, que com certeza estavam acostumados a ir lá pra passar o tempo, não pareciam dar muita importância ao fato de estarem pelados, e mantinham uma conversa bem normal entre caras e minas. Debaixo d'água dava pra ver menos detalhes dos corpos deles, mas preciso admitir que fiquei excitado olhando pra aquelas minas desconhecidas. As duas eram loiras, uma delas com os peitos bem grandes e uns bicos também grandes. As duas pareciam ter a buceta depilada, coisa que pude confirmar quando se levantaram pra trocar de lugar e ir pra uma das banheiras de hidromassagem. Lá onde normalmente teria pelo, só tinha pele, e a rachinha delas ficava completamente exposta. Os Os caras, por outro lado, tin uns pau menos intimidantes na minha opinião, e a Mila não perdeu detalhe de nenhum deles. Depois de uns dois minutos, os dois homens da sauna apareceram e nos cumprimentaram. Entraram na piscina e, com um inglês bem ruim, falaram: –We seat here? (A gente senta aqui?) – apontando pra gente. –Ok.. – disse a Mila, pra minha surpresa. Eles ainda estavam meio de pau duro, e não escondiam isso. Sentaram os dois do outro lado da minha mina, a meio metro. –You lucky man (Você é um cara de sorte) – disse um, falando comigo. –Thanks… – respondi. –You have beautiful eyes (Você tem uns olhos lindos) – disse ele, virando pra Mila. –Ïn lēpò mucõ – falou o outro, incompreensível, e os dois caíram na risada. –Thank you… – respondeu minha mina, tímida. Ficaram um tempão perguntando umas coisas e fazendo comentários que a gente não entendia, rindo entre si. Daí a pouco, o que tava sentado direto do lado da Mila levantou e sentou na borda da piscina, deixando a rola dura à vista de todo mundo. A Mila não conseguia resistir a olhar praquele pau, que a poucos centímetros da cara dela, ficava firme apontando pro teto. O cara percebia tudo e se mexia pra fazer a rola balançar de um lado pro outro. Aí, depois de um tempo, ele disse: –You like dick eeh, do you like dick? (Cê gosta de pau, hein?, cê gosta de pau?) A Mila não falou nada, só continuava encarando o mastro daquele cara. Eu não sabia o que fazer, a situação era tensa, e o outro homem me vigiava com um sorriso idiota na cara. –You touch dick if you want, it's okay (Pode tocar no meu pau se quiser, não tem problema) – continuou aquele desconhecido. Eu pensei que já era demais e que a Mila ia se levantar ofendida e a gente ia vazar daquele lugar. Mas, pra minha surpresa, minha princesinha esticou a mão até alcançar aquela rola e examinou ela com cuidado. Eu fui me levantar puto, mas o outro cara me segurou pelo braço. –It's Ok – ele disse –. She likes it, don't be a jerk. (Tá de boa. Ela gostou, não seja otário.) Ela gosta, não seja cuzão). Fiquei parado olhando como a Mila esfregava a pica naquele estranho, que a guiava ensinando ela a fazer uma punheta suave. O outro cara se masturbava debaixo d'água vendo a cena. –You come here now, stand up (vem aqui, levanta) – o primeiro disse pra Mila, que obedeceu submissa, levantando perto da borda da piscina, deixando metade do corpo pra fora d'água, na altura da bunda dela. O desconhecido mandou ela continuar com a punheta, enquanto ele esticava as mãos pra esfregar os peitos da minha preciosa Mila. O outro chegou por trás e começou a passar a mão na bunda dela. Fiquei chocado, olhei em volta pra ver se mais alguém tava vendo aquilo, mas as poucas pessoas que restavam estavam longe e cagando pra gente. Me senti um merda. –You try with mouth now, you like it is tasty (Tenta com a boca agora, você vai gostar, é gostoso) – ouvi ele falando pra Mila. Claro que ela obedeceu. Quando ela se curvou pra frente pra chupar a pica daquele homem, a bunda dela subiu, ficando empinada na minha frente e na do outro desconhecido. Esse aproveitou pra continuar passando a mão em tudo, deslizando os dedos sobre a buceta virgem da minha namorada, que nesse ponto já tava melada. Eu me entreguei à minha própria excitação. Fazia anos que eu sonhava com a Mila em todo tipo de fantasia sexual, e ali estava ela, nua e crua, fazendo putaria com dois completos estranhos. Claro que eu morria de ciúmes, mas ao mesmo tempo era uma fantasia realizada ver a vontade de foder que a Mila tinha, e o quão puta ela podia ser. Se é que era possível, eu tava me apaixonando ainda mais por ela ao descobrir esse lado dela. Naquele momento, a Mila continuava chupando a pica do primeiro desconhecido, e o segundo tava masturbando ela por trás, com dois dedos enfiados na buceta dela. Meu anjo de amor gemia de prazer e eu me masturbava perto da cena. O segundo cara se levantou com a intenção clara de enfiar a pica buceta virgem da minha namorada, e quase instintivamente gritei "não!". –Tá de boa… só um pouquinho – o cara disse sorrindo. Em seguida, ele guiou a glande dele até o buraco e começou a roçar pra cima e pra baixo sem penetrar ela ainda. Ficou um tempinho assim, o que deixou a Mila louca, se contorcendo de prazer. Aí a glande sumiu da minha vista, entrando um pouco no fundo da bucetinha da minha princesinha. Ela gemeu ainda mais. A glande entrou e saiu umas poucas vezes, e parecia que a bucetinha virgem da Mila tava resistindo porque o cara não conseguia enfiar a pica mais que uns três ou quatro centímetros. –Ela é uma puta virgem, cara, ela é uma puta virgem! – o cara gritou, e os dois caíram na risada. O outro tava perto de gozar, e com mais umas duas chupadas da Mila, ele descarregou todo o esperma na boca doce e na cara da minha namorada, que continuava gemendo sem controle. O segundo continuava penetrando com a glande devagar, mal entrando lá dentro sem dar a estocada final. Ele me olhou por um momento, e me viu batendo uma punheta sem vergonha. Ele tirou o pau de novo, colocou de novo na buceta da Mila, e num segundo eu vi o tronco inteiro daquele desconhecido sumir dentro daquele buraco sagrado. Só os ovos dele ficaram à vista, batendo na vulva da minha doce namorada uma e outra vez enquanto o homem metia com força. Pra minha sorte, não durou mais que meio minuto, o cara não aguentou mais e, tirando a pica de dentro da minha noiva, gozou pra caralho nas nádegas dela. A Mila ficou naquela posição um momento, descansando. Os dois caras, que a gente nem sabia o nome, relaxaram na piscina por uns dois minutos. Eu parei de me masturbar e fiquei ali parado com a pica dura. A Mila finalmente sentou de novo dentro da água, e eu me aproximei pra sentar do lado dela. Naquela hora, os dois caras se despediram e a gente nunca mais viu eles. A gente não se falou por um bom tempo. Mas a Mila Então ela estendeu a mão e agarrou meu pau com firmeza debaixo d'água. Sem dizer uma palavra, começou a me beijar, enfiando a língua até o fundo da minha boca, e com a mão me masturbou. A boca dela tinha gosto de porra. Gozei rapidinho. Não sobrou mais vontade de spa depois disso. Fomos para o vestiário depois de um banho rápido. Nos cobrimos com os roupões e fomos para nossos quartos. A conversa foi bem curta. — Quer passar um tempo no meu quarto? — perguntei quando cheguei na porta dela. — Talvez seja melhor não, acho que não é uma boa ideia — ela disse. — Milucha, eu te amo, hoje mais do que nunca — falei, deixando claro que o que aconteceu não mudava nada do nosso compromisso. Mila respondeu me abraçando bem forte por um bom tempo. Achei que ela estava soluçando. — Eu também te amo — ela terminou dizendo. A gente se beijou no corredor antes de nos despedir pra dormir. Preferimos não voltar ao spa nos dois dias que restavam da nossa escapada. Nas noites seguintes, Mila aceitou dormir comigo, mas fiel ao nosso voto, só nos pegamos e mantivemos a roupa íntima no lugar, sem ir além. Voltamos ao normal, e nossos pais não desconfiam de nada sobre a viagem. Mas tem uma coisa que mudou pra mim; agora sou mais feliz do que nunca, porque sei que minha preciosa Mila é uma gata no cio com muita vontade de foder, e no dia que a gente fizer, ela vai me fazer o homem mais feliz da terra.

5 comentários - No spa nudista com minha gostosa

jajajajajaj, muy gracioso el relato, me parto de risa
No mames, espero que no te hayas casado con esa puta, me diste pena hermano
Muy cierto, tanto para dárselo a otro, eso pasa en la vida real también
Uy mi bro tanto cuidado con la novia para que la estrenará otro, solo te pajeo por culpa en la piscina, no cogio contigo después, si te casaste con ella, coger es lo que menos vas a hacer con ella, ya ella sabe que puede hacerlo con otros, saludos
mercv
Salió cornudo, espero sea ficticio porque sino.... en que rollo te metiste jajaja te la estreno otro 😂