No dia seguinte, o negão veio trabalhar, deixou o moleque que trabalha com ele lá no fundo e veio pela porta da frente. Quando ele bateu, meu coração acelerou, me senti super gostosa e sabia que ia comer aquela pica enorme. Eu estava sozinha, de roupão de seda e uma micro calcinha fio dental preta. Assim que abri a porta, me joguei nos braços dele e comecei a beijá-lo. Ele me levantou no colo como se eu fosse uma boneca, me beijava e passava a mão nos meus peitos, na minha bunda, na minha buceta — tudo muito selvagem. Minha buceta escorria, ele puxou a pica enorme dele e começou a roçar e brincar com a minha buceta encharcada, me chamando de puta, dizendo: "Puta, você vai comer uma pica de verdade." Ele arrancou a pouca roupa que eu tinha e se despiu — era um monumento, um negão de quase dois metros, atlético, musculoso, com uma pica de cavalo. Me colocou de joelhos e começou a foder minha boca, literalmente. Eu engasgava com aquela pica enorme, molhava meus peitos, meu rosto, o chão com os fluidos dele. Aquela pica me deixava louca. Ele me batia, me tratava como uma puta, puxava meu cabelo, me batia com aquela pica enorme. Me carregou até a bancada da cozinha, me inclinou e começou a enterrar toda aquela pica — mmmmm, que gostoso, delicioso. Me fez gozar não sei quantas vezes, eu gritava como uma gata no cio. A vizinhança inteira deve ter me ouvido. Aquela pica era tão gostosa, do jeito que ele me comia com força e dizia: "A partir de agora, sou seu dono, puta. Vou foder seu cu, sua boca, sua buceta — tudo que o corno do meu primo não faz." Me pegou no colo e me levou até a cama, disse: "Puta, agora fica de quatro que vou arrebentar seu cu." Me olhei no espelho e estava encharcada de fluidos seminais, minha buceta escorrendo, toda despenteada, as nádegas vermelhas, meu rosto também. Estava feita uma puta, pronta pra receber aquela pica enorme no cu. Ele começou a chupar meu cu e minha buceta, enfiava os dedos nos meus buracos — mmmmm, que gostoso, sim, mete essa pica enorme, sou sua puta, faz o que quiser comigo, a esposa do seu primo, corno, pica, garota. Ele começou a enfiar devagar... Ah, esse pedaço enorme de carne... mmmmm comecei a gemer de dor e prazer, ele enterrou tudinho, cada centímetro no meu bum-bum que meu marido nunca pegou. mmmmmmm continua, preto filho da puta, me come, me dá duroo. Ele me batia e dizia: cala a boca, sua puta. As bolas dele batiam na minha buceta, gozei várias vezes, molhei a cama inteira. Ele encheu meu cu de porra, gozou dentro. Me fez deixar o pau dele limpinho e engolir a porra que escorria do meu cu. Descansamos um pouco, depois fomos pro chuveiro. Ele me comeu no chuveiro, na sala, na cozinha. Ficamos assim das 8:00 até as 16:00. Nunca tinha sido tão comida e tão bem num dia só. Agora eu era a puta dele, disposta a tudo por aquela pica. Ele disse que ia me comer com mais um ou dois. Faço qualquer coisa pra satisfazer ele. Espero que gostem e me mandem coisas bem safadas. Adoro ser a puta casada Eve.
2 comentários - O negrão finalmente me comeu