Por Ramírez: A Sarita é tipo a princesinha da vila, não no mau sentido, mas porque todo mundo adora ela. Todo mundo conhece ela e trata como se fosse filha da própria casa. Deve ser porque ela é tão bondosa e carinhosa com todo mundo. Ela sempre quer ajudar e nunca falta um sorriso no rosto dela.
Eu conheço ela bem, desde sempre, embora não seja estranho já que ela se dá bem com todos os meninos e meninas da vila. Todo mundo tem muito carinho por ela, não só pelo jeito dela ser, mas também porque ela se expressa muito com contato físico. Quando cumprimenta os vizinhos na rua, é sempre muito afetuosa, generosa, dando beijos e abraços em todo mundo por igual.
Todos os caras do bairro que conheço já foram perdidamente apaixonados por ela em algum momento. E não posso negar que eles têm bom gosto, porque pra completar a Sarita é toda uma gostosa. O cabelo dela é liso e escuro como a noite, e ela sempre prende num rabo de cavalo ou trança, dependendo do dia. A carinha dela transmite toda a doçura que tem por dentro. E na plena adolescência, o corpinho dela já promete muito, com um jeito de se mexer que hipnotiza qualquer um.
Eu nunca pensei nela desse jeito, porque sou vários anos mais velho que ela. Eu via ela mais como a irmã mais nova que nunca tive. E pra ser sincero, eu tava mais ligado nas minhas colegas da faculdade, com quem já tinha tido uns rolos desde que comecei o curso.
Naquele verão, os pais dela me pediram pra ajudar ela a reforçar a matemática, porque parecia que tinha um professor novo na escola que pegava pesado e a Sarita tava tendo dificuldade pra acompanhar o ritmo.
Eu tinha acabado de me formar, e tava com bastante tempo livre enquanto esperava as aulas do mestrado em engenharia que tô fazendo. Então, sem dúvida, aceitei o trampo e comecei a ver a Sarita três ou quatro vezes por semana.
Não tínhamos um horário fixo, e dependia um pouco da agenda da mãe. Normalmente eu dava aula ou cedo da manhã, ou à tarde antes do jantar. Eu preferia de manhã, porque à tarde o calor ficava insuportável e era difícil se concentrar. A única coisa boa desses horários era que a Sarita muitas vezes estava de biquíni depois de passar o dia na piscina. Embora na verdade eu nem imaginasse que algo rolasse com ela, era simplesmente um presente para os olhos ver aquela figura esbelta tão de perto. Além disso, era um prazer sentir o contato da pele dela quando ela chegava em casa e me recebia com um abraço quente e demorado, acompanhado de uns beijinhos. E se o menor vislumbre de dúvida e tentação passasse pela minha cabeça, era reduzido a nada rapidamente, porque a mãe dela nunca nos deixava sozinhos, e sempre dava as aulas no salão, bem no centro da casa. Isso foi até aquele dia; o dia em que tudo começou a mudar. A mãe dela tinha me pedido se eu podia ir mais cedo naquela manhã, porque tinha surgido algo no trabalho de última hora, mas ela não queria que a Sarita ficasse sem a aula. Apareci lá umas dolorosas sete e meia da manhã em meados de julho. Quando a mãe abriu a porta, senti na hora o quanto ela estava estressada. Não entendi os motivos totalmente, mas parecia que alguma colega de trabalho tinha desistido, e por causa disso ela tinha uma grande oportunidade de assumir algo importante. Se desculpando um milhão de vezes, ela disse que tinha que ir embora até mais cedo do que tinha previsto e já estava praticamente saindo pela porta. Ela me fez entrar no salão, onde a Sarita devorava uma tigela de cereais com leite. Ela ainda estava de "pijama", ou o que eu imaginei que servisse como tal, que era uma camisetinha branca de alcinha que se apertava contra os peitinhos dela, e as típicas calcinhas de algodão. — Você já tomou café da manhã, coração? — me perguntou a mãe, fingindo generosidade, embora a voz denunciasse o alto nível de estresse. — Não se preocupe comigo, senhora, já vim de café tomado. —respondi, tentando transmitir a maior calma possível—. A senhora precisa de alguma ajuda?
—Muito gentil da sua parte. Só cuida pra Sarita lembrar de tomar o remédio às oito em ponto —e então, virando-se pra ela, disse—. Você vai lembrar, querida? E não esquece que tem natação às dez, tá?
—Sim, mamãe, não se preocupa… que eu já não sou mais criança… —respondeu Sarita.
—Ah, querida! Você sempre vai ser minha menininha… vem cá.
As duas se deram vários beijos e abraços bem antes de a mãe sumir de vez pela porta, me deixando a sós com Sarita pela primeira vez na vida.
Fiquei observando ela por um minuto, parecia tão perdida quanto eu. A gente tinha se visto dezenas de vezes nas últimas semanas, e ainda assim parecia que éramos completos estranhos. Falei pra ela terminar o café da manhã sossegada enquanto eu pegava meus cadernos e me instalava na mesa.
Não trocamos uma palavra enquanto ela tomava as últimas colheradas e guardava o café. Quando foi pra cozinha com os pratos sujos, reparei na bunda dela quase toda à mostra por aquela calcinha branca mixuruca e no balanço natural que rebolava as nalgas dela.
Quando voltou uns dois minutos depois, já vinha com o caderno dela, pronta pra começar a aula.
—Bom, onde a gente parou…? —falei enquanto ela se acomodava do outro lado da mesa.
Secretamente, tentava estudar os peitos dela que se marcavam perfeitamente sob o tecido fino daquela regata. Dava pra ver um mamilo saliente, e a transparência da roupa dela tava me deixando muito nervoso.
Demorei um pouco, mas consegui focar meus pensamentos na matemática. Sarita voltou a ser a de sempre, e o sorriso eterno dela me acalmava. A gente avançou bem rápido conforme o plano que eu tinha pra aquele dia, até porque ela é boa aluna.
A gente tava no meio de um debate sobre como resolver da melhor forma um problema de trigonometria, quando Sarita me surpreendeu. Com um grito repentino.
—Ah, não! O remédio!
Olhei as horas e, de fato, já eram oito e quinze.
—Bom… são só quinze minutos, não tem problema — tranquilizei ela.
—Preciso tomar às oito em ponto pra fazer efeito antes da aula de natação. É muito importante… — disse ela, saindo disparada pelo corredor.
Esperei por ela, revisando algumas anotações que tinha preparado pra aula. Cinco minutos depois, me perguntei quanto tempo dava pra tomar um comprimido com um copo d'água. Talvez ela tivesse aproveitado pra se trocar ou ir ao banheiro.
Antes que eu pudesse imaginar mais, Sarita reapareceu na sala, mas por algum motivo vinha em minha direção bem devagar, de cabeça baixa. Parou bem do meu lado e pude ver que estava extremamente corada, tentando dizer algo sem mexer os lábios.
—O que foi, Sarita? — falei, meio preocupado. — Não tô entendendo…
Então, sem conseguir me olhar, ela levantou a mão, mostrando o tal remédio. Meu sangue gelou quando vi que era um supositório.
—Tentei fazer sozinha, mas não consigo segurar… — continuou ela, gaguejando.
—Bom… eu não… — não sabia bem o que dizer. — Melhor você mostrar pra sua mãe mais tarde, né?
—Ela vai ficar brava se eu não tomar… é um tratamento bem rigoroso de três semanas, e se eu não colocar, vai perder o efeito e vou ter que começar do zero…
Ela tava insinuando que eu colocasse… Queria que eu enfiasse um supositório nela!
—É que eu… também nunca fiz isso… — falei, nervoso.
—Bom… eu consigo colocar, e depois você só precisa me ajudar pra que não… s..a..i..a… — ela terminou a frase tão baixo e sem articular que mal dava pra ouvir.
—Como…? Eu tenho que fazer o quê…?
—Segurar pra não escorrer — disse ela, finalmente, de forma direta.
Fiquei paralisado por um instante, sem conseguir reagir.
—Desculpa… é que eu pensei que conseguiria… mas já desperdicei dois supositórios e minha mãe vai ficar brava se não… — ela falava olhando pro chão. Completamente vermelha e muito nervosa. Fiquei com um pouco de pena, porque estava claro que a Sarita estava envergonhada e não me pediria se não tivesse outra opção.
—Bom, não vamos ficar enrolando —falei num tom compreensivo—. Não se preocupa, que não tem problema. Não quero que você se sinta mal, são coisas que acontecem, tá? Pra isso somos amigos.
O sorriso dela voltou finalmente, e me fez sentir um pouco melhor, embora meio preocupado com o que tinha que fazer em seguida.
Não sabia muito bem como ou onde ela queria que eu ajudasse, e acho que ela também não tinha muita certeza. No fim, ela foi até um dos sofás da sala e sentou. Eu a segui, e fiquei de pé bem na frente dela esperando instruções.
—Você pode se virar enquanto…?
—Claro, eu não sabia… —gaguejei enquanto me virava obediente.
Passaram alguns segundos que pareceram uma eternidade, enquanto eu ouvia a Sarita se mexendo atrás de mim.
—É que… é que eu não alcanço direito… —disse com uma voz bem baixinha, trêmula—. Você… você me ajuda, por favor?
Finalmente me virei, e acho que meu coração deu uns pulos quando a vi. Ela estava encolhida sobre si mesma com as pernas um pouco abertas e tentando alcançar o próprio cu com uma mão, mas a posição que tinha adotado não parecia ser a mais adequada e o antebraço dela ficava bloqueado pela coxa. Dava pra ver a bucetinha dela, coberta por uma fina camada de pelos de adolescente. É que ela tinha a calcinha abaixada uns palmos, impedindo que abrisse mais as pernas e criasse mais espaço pra fazer a manobra.
A garota até podia ser nadadora, mas contorcionista com certeza não era, porque tinha se enrascado toda sozinha. Não consegui evitar dar uma risada.
—Eeeh…! —exclamou, meio rindo também—, não ri, que tô morrendo de vergonha…
—Desculpa, Sarita, desculpa… —falei segurando o riso—, é que você complica mais do que precisa.
—Ah, cala a boca e ajuda, que tá saindo!
Me aproximei, ajoelhando na frente dela. E realmente… Pude ver que o supositório safado estava mais pra fora do que pra dentro, espetado entre as nádegas dela que ainda estavam bem fechadas, já que ela não conseguia abrir muito as pernas. Tremendo que nem um idiota, aproximei um dedo e empurrei, tentando enfiá-lo de novo. Fiz do jeito mais "profissional" e "clínico" possível. Fui apertando, abrindo caminho entre aquelas nádegas macias até sentir a pressão do esfíncter dela na ponta do dedo. Segurei ali, sem deixar o supositório escapar. E de quebra fiquei hipnotizado pela visão daquela rachinha magnífica, formada por uns lábios maiores grossos que escondiam e guardavam uma cavidade que eu imaginava quente e rosada, inundada por um néctar suculento espremido pelas mãos da própria Vênus em toda sua divindade. —Ei! Tá me ouvindo? Que tá saindo! Os gritos da Sarita me trouxeram de volta à realidade. Pois é, a pressão que eu tava fazendo não era suficiente, e o maldito supositório tava se desfazendo em pedacinhos que acabaram escorrendo entre as nádegas dela. —É que você tem que apertar mais, minha mãe faz... — e ela continuou, voltando a um tom mais tímido —, minha mãe enfia mais pra dentro... Fiquei ali parado enquanto a Sarita limpava a bunda dela com um lencinho úmido que tinha trazido, prevenida. —Vem, a gente vai fazer igual eu faço com a minha mãe — ela disse, se levantando, e eu segui ela pelo corredor até o que imaginei ser o quarto dela. Ela tinha deixado a calcinha meio abaixada, o que me deixava ver as nádegas nuas dela enquanto andava. Quando chegou, pegou outro supositório de uma caixa que guardava no criado-mudo. Me entregou, e sem demora subiu na cama dela, deixando a bunda empinada a um palmo de mim. Comecei a suar que nem um porco quando, aos poucos, ela desceu a calcinha até os joelhos. Dessa vez, todos os orifícios íntimos dela ficaram expostos na minha frente, completamente. Não tinha mais o que dizer, era minha vez de fazer minha parte. Tirei o supositório da embalagem e me preparei pra aplicar. Com dois dedos, guiei ele até sua bundinha enrugada e, com pouca dificuldade, comecei a pressionar. — Dessa vez você tem que empurrar mais pra dentro… senão sai… — disse Sarita com uma voz que achei muito doce. Pra facilitar o serviço, tive que separar um pouco mais as nádegas dela com a mão que tava livre. Ao fazer isso, sem querer, também fiz a buceta dela se abrir um pouco na minha frente. Consegui vislumbrar um interior de tons rosados, que, pra minha surpresa, tinha um brilho inconfundível. Sarita tava molhada. Eu nunca tinha ficado tão excitado. Conforme meu dedo empurrava o supositório, minha mão chegava inevitavelmente perto daquela rachinha, e comecei a sentir o calor que ela soltava. Quando o supositório entrou completamente, rente ao cu dela, Sarita insistiu com voz nervosa: — Pra dentro, enfia mais pra dentro… Nunca na minha vida tinha profanado a bunda de uma mina, nem com um dedo, apesar das namoradas que já tive. A vontade de experimentar sempre existiu, e a tentação chegou perto, mas nunca se concretizou. E ali estava eu, e em só alguns segundos meu dedo ia estar enfiado no cu de Sarita. Quase gozo dentro da calça ao sentir o esfíncter dela apertar meu dedo, como se eu tivesse experimentando um anel de um tamanho pequeno demais. Fui o mais devagar que pude, sentindo a cada milímetro o interior ardente dela. Quase me queimava quando não consegui ir mais longe, como se tivesse enfiado o dedo num bolo saindo do forno. Não conseguia evitar que minha mão roçasse os lábios da buceta dela, e pude sentir a maciez dos pelinhos quase recém-crescidos. Queria ter chegado mais perto e provado aquela delícia. A bucetinha dela me pareceu mais inchada e avermelhada que antes, e se abria com mais facilidade com a pressão da minha mão contra as nádegas dela. Olhei com cuidado, e vi como se formava uma gota de umidade na entrada da buceta dela. Como se fosse uma lágrima, aquela gota percorreu toda a rachinha até cair no lençol, se esticando. viscosa como se fosse um pouco de mel. Me perguntei se seria igualmente doce.
Não sei quanto tempo passou, talvez apenas alguns segundos, ou talvez várias horas. Só sei que teria ficado vivendo naquele instante por uma eternidade.
—Acho que já está… —disse Sarita quebrando o feitiço.
—Tem certeza? —perguntei, só por precaução.
Então Sarita, como se quisesse verificar se o supositório estava bem colocado, contraiu o esfíncter. Senti ele se comprimir em volta do meu dedo, e um "porra" escapou da minha boca enquanto ela repetia uma série de contrações curtas e ritmadas.
—Sim, acho que já está… —disse por fim.
Aos poucos fui tirando meu dedo de dentro dela, evitando ser brusco. Ao sair completamente, vi o esfíncter dela se fechar de novo, deixando o cuzinho outra vez pequeno e enrugadinho.
Me levantei e Sarita fez o mesmo, embora tenha deixado a calcinha na altura dos joelhos. Sem que eu esperasse, ela se abraçou em mim como costumava fazer, embora nada mais fosse ser como antes.
Ela disse que eu podia usar o banheiro dela pra lavar as mãos se quisesse, e eu aceitei. Ela, sem nenhum pudor, tirou a calcinha de vez antes que eu saísse. Quando terminei de lavar as mãos e voltei pro quarto dela, vi ela de costas pra mim, vestindo um maiô de uma peça com certa dificuldade.
Discretamente, fui pra sala. Quando ela chegou, se desculpou pela demora e comentou que assim já estaria pronta pra natação. O maiô era verde pastel, e grudava tanto nos peitos dela que dava pra ver a dureza do mamilo através do tecido. E calculei que era talvez um número menor que o dela, já que a buceta também marcava como a pegada de um camelo.
Sem conseguir diminuir minha excitação, fiz o possível pra terminar a aula, embora cada sorriso, cada comentário ou cada roçada de Sarita já não me parecessem mais pura amabilidade e inocência, mas sim um convite pra idolatrar e venerar ela como a deusa do amor e da beleza. que realmente era. Só consegui extravasar meus instintos mais baixos horas depois, quando finalmente voltei pra casa. Não sem passar por uma dor bem aguda em certas partes que só quem já viveu isso consegue entender. A mãe da Sarita me ligou na noite seguinte, de novo com mil desculpas e muito grata por eu ter conseguido seguir com as aulas.
—Muito obrigada… — repetia do outro lado da linha —. A boa notícia é que fui promovida! Tava esperando uma oportunidade dessas há anos… — disse toda emocionada.
—Fico feliz por você, senhora. Parabéns! — falei.
—Valeu, coração… valeu — continuou —. Só que a partir de amanhã não vou mais poder ficar nas aulas da Sarita, vocês vão ter que se virar sozinhos.
—Puxa, que pena… — menti.
—É… Mas espero que você não se importe de cuidar dela… até porque, no fim das contas, a Sarita já não é mais uma criança… né?
Não. Não era. Continua..
Eu conheço ela bem, desde sempre, embora não seja estranho já que ela se dá bem com todos os meninos e meninas da vila. Todo mundo tem muito carinho por ela, não só pelo jeito dela ser, mas também porque ela se expressa muito com contato físico. Quando cumprimenta os vizinhos na rua, é sempre muito afetuosa, generosa, dando beijos e abraços em todo mundo por igual.
Todos os caras do bairro que conheço já foram perdidamente apaixonados por ela em algum momento. E não posso negar que eles têm bom gosto, porque pra completar a Sarita é toda uma gostosa. O cabelo dela é liso e escuro como a noite, e ela sempre prende num rabo de cavalo ou trança, dependendo do dia. A carinha dela transmite toda a doçura que tem por dentro. E na plena adolescência, o corpinho dela já promete muito, com um jeito de se mexer que hipnotiza qualquer um.
Eu nunca pensei nela desse jeito, porque sou vários anos mais velho que ela. Eu via ela mais como a irmã mais nova que nunca tive. E pra ser sincero, eu tava mais ligado nas minhas colegas da faculdade, com quem já tinha tido uns rolos desde que comecei o curso.
Naquele verão, os pais dela me pediram pra ajudar ela a reforçar a matemática, porque parecia que tinha um professor novo na escola que pegava pesado e a Sarita tava tendo dificuldade pra acompanhar o ritmo.
Eu tinha acabado de me formar, e tava com bastante tempo livre enquanto esperava as aulas do mestrado em engenharia que tô fazendo. Então, sem dúvida, aceitei o trampo e comecei a ver a Sarita três ou quatro vezes por semana.
Não tínhamos um horário fixo, e dependia um pouco da agenda da mãe. Normalmente eu dava aula ou cedo da manhã, ou à tarde antes do jantar. Eu preferia de manhã, porque à tarde o calor ficava insuportável e era difícil se concentrar. A única coisa boa desses horários era que a Sarita muitas vezes estava de biquíni depois de passar o dia na piscina. Embora na verdade eu nem imaginasse que algo rolasse com ela, era simplesmente um presente para os olhos ver aquela figura esbelta tão de perto. Além disso, era um prazer sentir o contato da pele dela quando ela chegava em casa e me recebia com um abraço quente e demorado, acompanhado de uns beijinhos. E se o menor vislumbre de dúvida e tentação passasse pela minha cabeça, era reduzido a nada rapidamente, porque a mãe dela nunca nos deixava sozinhos, e sempre dava as aulas no salão, bem no centro da casa. Isso foi até aquele dia; o dia em que tudo começou a mudar. A mãe dela tinha me pedido se eu podia ir mais cedo naquela manhã, porque tinha surgido algo no trabalho de última hora, mas ela não queria que a Sarita ficasse sem a aula. Apareci lá umas dolorosas sete e meia da manhã em meados de julho. Quando a mãe abriu a porta, senti na hora o quanto ela estava estressada. Não entendi os motivos totalmente, mas parecia que alguma colega de trabalho tinha desistido, e por causa disso ela tinha uma grande oportunidade de assumir algo importante. Se desculpando um milhão de vezes, ela disse que tinha que ir embora até mais cedo do que tinha previsto e já estava praticamente saindo pela porta. Ela me fez entrar no salão, onde a Sarita devorava uma tigela de cereais com leite. Ela ainda estava de "pijama", ou o que eu imaginei que servisse como tal, que era uma camisetinha branca de alcinha que se apertava contra os peitinhos dela, e as típicas calcinhas de algodão. — Você já tomou café da manhã, coração? — me perguntou a mãe, fingindo generosidade, embora a voz denunciasse o alto nível de estresse. — Não se preocupe comigo, senhora, já vim de café tomado. —respondi, tentando transmitir a maior calma possível—. A senhora precisa de alguma ajuda?
—Muito gentil da sua parte. Só cuida pra Sarita lembrar de tomar o remédio às oito em ponto —e então, virando-se pra ela, disse—. Você vai lembrar, querida? E não esquece que tem natação às dez, tá?
—Sim, mamãe, não se preocupa… que eu já não sou mais criança… —respondeu Sarita.
—Ah, querida! Você sempre vai ser minha menininha… vem cá.
As duas se deram vários beijos e abraços bem antes de a mãe sumir de vez pela porta, me deixando a sós com Sarita pela primeira vez na vida.
Fiquei observando ela por um minuto, parecia tão perdida quanto eu. A gente tinha se visto dezenas de vezes nas últimas semanas, e ainda assim parecia que éramos completos estranhos. Falei pra ela terminar o café da manhã sossegada enquanto eu pegava meus cadernos e me instalava na mesa.
Não trocamos uma palavra enquanto ela tomava as últimas colheradas e guardava o café. Quando foi pra cozinha com os pratos sujos, reparei na bunda dela quase toda à mostra por aquela calcinha branca mixuruca e no balanço natural que rebolava as nalgas dela.
Quando voltou uns dois minutos depois, já vinha com o caderno dela, pronta pra começar a aula.
—Bom, onde a gente parou…? —falei enquanto ela se acomodava do outro lado da mesa.
Secretamente, tentava estudar os peitos dela que se marcavam perfeitamente sob o tecido fino daquela regata. Dava pra ver um mamilo saliente, e a transparência da roupa dela tava me deixando muito nervoso.
Demorei um pouco, mas consegui focar meus pensamentos na matemática. Sarita voltou a ser a de sempre, e o sorriso eterno dela me acalmava. A gente avançou bem rápido conforme o plano que eu tinha pra aquele dia, até porque ela é boa aluna.
A gente tava no meio de um debate sobre como resolver da melhor forma um problema de trigonometria, quando Sarita me surpreendeu. Com um grito repentino.
—Ah, não! O remédio!
Olhei as horas e, de fato, já eram oito e quinze.
—Bom… são só quinze minutos, não tem problema — tranquilizei ela.
—Preciso tomar às oito em ponto pra fazer efeito antes da aula de natação. É muito importante… — disse ela, saindo disparada pelo corredor.
Esperei por ela, revisando algumas anotações que tinha preparado pra aula. Cinco minutos depois, me perguntei quanto tempo dava pra tomar um comprimido com um copo d'água. Talvez ela tivesse aproveitado pra se trocar ou ir ao banheiro.
Antes que eu pudesse imaginar mais, Sarita reapareceu na sala, mas por algum motivo vinha em minha direção bem devagar, de cabeça baixa. Parou bem do meu lado e pude ver que estava extremamente corada, tentando dizer algo sem mexer os lábios.
—O que foi, Sarita? — falei, meio preocupado. — Não tô entendendo…
Então, sem conseguir me olhar, ela levantou a mão, mostrando o tal remédio. Meu sangue gelou quando vi que era um supositório.
—Tentei fazer sozinha, mas não consigo segurar… — continuou ela, gaguejando.
—Bom… eu não… — não sabia bem o que dizer. — Melhor você mostrar pra sua mãe mais tarde, né?
—Ela vai ficar brava se eu não tomar… é um tratamento bem rigoroso de três semanas, e se eu não colocar, vai perder o efeito e vou ter que começar do zero…
Ela tava insinuando que eu colocasse… Queria que eu enfiasse um supositório nela!
—É que eu… também nunca fiz isso… — falei, nervoso.
—Bom… eu consigo colocar, e depois você só precisa me ajudar pra que não… s..a..i..a… — ela terminou a frase tão baixo e sem articular que mal dava pra ouvir.
—Como…? Eu tenho que fazer o quê…?
—Segurar pra não escorrer — disse ela, finalmente, de forma direta.
Fiquei paralisado por um instante, sem conseguir reagir.
—Desculpa… é que eu pensei que conseguiria… mas já desperdicei dois supositórios e minha mãe vai ficar brava se não… — ela falava olhando pro chão. Completamente vermelha e muito nervosa. Fiquei com um pouco de pena, porque estava claro que a Sarita estava envergonhada e não me pediria se não tivesse outra opção.
—Bom, não vamos ficar enrolando —falei num tom compreensivo—. Não se preocupa, que não tem problema. Não quero que você se sinta mal, são coisas que acontecem, tá? Pra isso somos amigos.
O sorriso dela voltou finalmente, e me fez sentir um pouco melhor, embora meio preocupado com o que tinha que fazer em seguida.
Não sabia muito bem como ou onde ela queria que eu ajudasse, e acho que ela também não tinha muita certeza. No fim, ela foi até um dos sofás da sala e sentou. Eu a segui, e fiquei de pé bem na frente dela esperando instruções.
—Você pode se virar enquanto…?
—Claro, eu não sabia… —gaguejei enquanto me virava obediente.
Passaram alguns segundos que pareceram uma eternidade, enquanto eu ouvia a Sarita se mexendo atrás de mim.
—É que… é que eu não alcanço direito… —disse com uma voz bem baixinha, trêmula—. Você… você me ajuda, por favor?
Finalmente me virei, e acho que meu coração deu uns pulos quando a vi. Ela estava encolhida sobre si mesma com as pernas um pouco abertas e tentando alcançar o próprio cu com uma mão, mas a posição que tinha adotado não parecia ser a mais adequada e o antebraço dela ficava bloqueado pela coxa. Dava pra ver a bucetinha dela, coberta por uma fina camada de pelos de adolescente. É que ela tinha a calcinha abaixada uns palmos, impedindo que abrisse mais as pernas e criasse mais espaço pra fazer a manobra.
A garota até podia ser nadadora, mas contorcionista com certeza não era, porque tinha se enrascado toda sozinha. Não consegui evitar dar uma risada.
—Eeeh…! —exclamou, meio rindo também—, não ri, que tô morrendo de vergonha…
—Desculpa, Sarita, desculpa… —falei segurando o riso—, é que você complica mais do que precisa.
—Ah, cala a boca e ajuda, que tá saindo!
Me aproximei, ajoelhando na frente dela. E realmente… Pude ver que o supositório safado estava mais pra fora do que pra dentro, espetado entre as nádegas dela que ainda estavam bem fechadas, já que ela não conseguia abrir muito as pernas. Tremendo que nem um idiota, aproximei um dedo e empurrei, tentando enfiá-lo de novo. Fiz do jeito mais "profissional" e "clínico" possível. Fui apertando, abrindo caminho entre aquelas nádegas macias até sentir a pressão do esfíncter dela na ponta do dedo. Segurei ali, sem deixar o supositório escapar. E de quebra fiquei hipnotizado pela visão daquela rachinha magnífica, formada por uns lábios maiores grossos que escondiam e guardavam uma cavidade que eu imaginava quente e rosada, inundada por um néctar suculento espremido pelas mãos da própria Vênus em toda sua divindade. —Ei! Tá me ouvindo? Que tá saindo! Os gritos da Sarita me trouxeram de volta à realidade. Pois é, a pressão que eu tava fazendo não era suficiente, e o maldito supositório tava se desfazendo em pedacinhos que acabaram escorrendo entre as nádegas dela. —É que você tem que apertar mais, minha mãe faz... — e ela continuou, voltando a um tom mais tímido —, minha mãe enfia mais pra dentro... Fiquei ali parado enquanto a Sarita limpava a bunda dela com um lencinho úmido que tinha trazido, prevenida. —Vem, a gente vai fazer igual eu faço com a minha mãe — ela disse, se levantando, e eu segui ela pelo corredor até o que imaginei ser o quarto dela. Ela tinha deixado a calcinha meio abaixada, o que me deixava ver as nádegas nuas dela enquanto andava. Quando chegou, pegou outro supositório de uma caixa que guardava no criado-mudo. Me entregou, e sem demora subiu na cama dela, deixando a bunda empinada a um palmo de mim. Comecei a suar que nem um porco quando, aos poucos, ela desceu a calcinha até os joelhos. Dessa vez, todos os orifícios íntimos dela ficaram expostos na minha frente, completamente. Não tinha mais o que dizer, era minha vez de fazer minha parte. Tirei o supositório da embalagem e me preparei pra aplicar. Com dois dedos, guiei ele até sua bundinha enrugada e, com pouca dificuldade, comecei a pressionar. — Dessa vez você tem que empurrar mais pra dentro… senão sai… — disse Sarita com uma voz que achei muito doce. Pra facilitar o serviço, tive que separar um pouco mais as nádegas dela com a mão que tava livre. Ao fazer isso, sem querer, também fiz a buceta dela se abrir um pouco na minha frente. Consegui vislumbrar um interior de tons rosados, que, pra minha surpresa, tinha um brilho inconfundível. Sarita tava molhada. Eu nunca tinha ficado tão excitado. Conforme meu dedo empurrava o supositório, minha mão chegava inevitavelmente perto daquela rachinha, e comecei a sentir o calor que ela soltava. Quando o supositório entrou completamente, rente ao cu dela, Sarita insistiu com voz nervosa: — Pra dentro, enfia mais pra dentro… Nunca na minha vida tinha profanado a bunda de uma mina, nem com um dedo, apesar das namoradas que já tive. A vontade de experimentar sempre existiu, e a tentação chegou perto, mas nunca se concretizou. E ali estava eu, e em só alguns segundos meu dedo ia estar enfiado no cu de Sarita. Quase gozo dentro da calça ao sentir o esfíncter dela apertar meu dedo, como se eu tivesse experimentando um anel de um tamanho pequeno demais. Fui o mais devagar que pude, sentindo a cada milímetro o interior ardente dela. Quase me queimava quando não consegui ir mais longe, como se tivesse enfiado o dedo num bolo saindo do forno. Não conseguia evitar que minha mão roçasse os lábios da buceta dela, e pude sentir a maciez dos pelinhos quase recém-crescidos. Queria ter chegado mais perto e provado aquela delícia. A bucetinha dela me pareceu mais inchada e avermelhada que antes, e se abria com mais facilidade com a pressão da minha mão contra as nádegas dela. Olhei com cuidado, e vi como se formava uma gota de umidade na entrada da buceta dela. Como se fosse uma lágrima, aquela gota percorreu toda a rachinha até cair no lençol, se esticando. viscosa como se fosse um pouco de mel. Me perguntei se seria igualmente doce.
Não sei quanto tempo passou, talvez apenas alguns segundos, ou talvez várias horas. Só sei que teria ficado vivendo naquele instante por uma eternidade.
—Acho que já está… —disse Sarita quebrando o feitiço.
—Tem certeza? —perguntei, só por precaução.
Então Sarita, como se quisesse verificar se o supositório estava bem colocado, contraiu o esfíncter. Senti ele se comprimir em volta do meu dedo, e um "porra" escapou da minha boca enquanto ela repetia uma série de contrações curtas e ritmadas.
—Sim, acho que já está… —disse por fim.
Aos poucos fui tirando meu dedo de dentro dela, evitando ser brusco. Ao sair completamente, vi o esfíncter dela se fechar de novo, deixando o cuzinho outra vez pequeno e enrugadinho.
Me levantei e Sarita fez o mesmo, embora tenha deixado a calcinha na altura dos joelhos. Sem que eu esperasse, ela se abraçou em mim como costumava fazer, embora nada mais fosse ser como antes.
Ela disse que eu podia usar o banheiro dela pra lavar as mãos se quisesse, e eu aceitei. Ela, sem nenhum pudor, tirou a calcinha de vez antes que eu saísse. Quando terminei de lavar as mãos e voltei pro quarto dela, vi ela de costas pra mim, vestindo um maiô de uma peça com certa dificuldade.
Discretamente, fui pra sala. Quando ela chegou, se desculpou pela demora e comentou que assim já estaria pronta pra natação. O maiô era verde pastel, e grudava tanto nos peitos dela que dava pra ver a dureza do mamilo através do tecido. E calculei que era talvez um número menor que o dela, já que a buceta também marcava como a pegada de um camelo.
Sem conseguir diminuir minha excitação, fiz o possível pra terminar a aula, embora cada sorriso, cada comentário ou cada roçada de Sarita já não me parecessem mais pura amabilidade e inocência, mas sim um convite pra idolatrar e venerar ela como a deusa do amor e da beleza. que realmente era. Só consegui extravasar meus instintos mais baixos horas depois, quando finalmente voltei pra casa. Não sem passar por uma dor bem aguda em certas partes que só quem já viveu isso consegue entender. A mãe da Sarita me ligou na noite seguinte, de novo com mil desculpas e muito grata por eu ter conseguido seguir com as aulas.
—Muito obrigada… — repetia do outro lado da linha —. A boa notícia é que fui promovida! Tava esperando uma oportunidade dessas há anos… — disse toda emocionada.
—Fico feliz por você, senhora. Parabéns! — falei.
—Valeu, coração… valeu — continuou —. Só que a partir de amanhã não vou mais poder ficar nas aulas da Sarita, vocês vão ter que se virar sozinhos.
—Puxa, que pena… — menti.
—É… Mas espero que você não se importe de cuidar dela… até porque, no fim das contas, a Sarita já não é mais uma criança… né?
Não. Não era. Continua..
1 comentários - Aulas de verão com a Sarita I