Serena Gosta de Mais Velhos. Parte 16

E chegou o capítulo 16 deste fanfiction do universo Pokémon, dividido como sempre em episódios curtos. Neste, exploramos um novo horizonte, o do netorare, além de aparecerem personagens novos inventados por mim, e uma pokégirl não muito conhecida mas que encaixa perfeitamente. No universo deste fanfiction todos os personagens têm 18 anos ou mais.

Estrelando: SerenaSerena Gosta de Mais Velhos. Parte 16

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Serena

Courtney

Desculpe nao posso traduzir is

netorare

Capítulo 40. NTR


Serena acordou quando todo mundo dormia, vítima de um déjà-vu. Depois de ter aquele pesadelo/mensagem/estado hipnótico estranho com o Creep (nunca dava pra saber exatamente o que era), todo mundo dormia, e agora que ela acordava mais uma vez não era exceção.

Viu a atrevida da Lillie dormindo com um braço em cima do Álex,
“sua”Álex, isso me incomodou. Ela sabia muito bem que, por causa do trabalho dele, ele teria relações sexuais com inúmeras mulheres e que, além disso, organizar uma orgia como a de ontem à noite era tão fácil para ele quanto para qualquer grupo de escritório sair para tomar uns drinks numa sexta-feira. No entanto, uma vez baixado o pano da luxúria, ela não via com bons olhos que continuassem a se dar liberdades na frente dela.

Seminua, levantou-se na penumbra tentando não pisar em Gladio, que dormia sozinho no chão num saco de dormir. Dirigiu-se ao banheiro ao lado do quarto e limpou o rosto com água fria, sentindo-se febril com a agitação sexual da noite anterior. Também borrifou perfume direto no nariz como se estivesse inalando alguma droga. Sentia o cheiro das substâncias de vários corpos impregnados em suas narinas, incluindo os múltiplos respingos de urina de Lillie que a molharam enquanto ela chupava o Gladio.

- Por
Arceusnão tenho perdão de Deus. - Disse rindo diante da descrição de sua última investida se formando em sua cabeça. Para piorar, havia engolido o sêmen de Gladio com uma facilidade que a aterrorizava, sentia-se manipulada, como controlada por uma entidade alheia a ela em certos momentos. Agora parecia que a velha Serena voltava a tomar as rédeas da carruagem e encontrava tudo uma bagunça e ainda por cima fora dos eixos.

- Espero ter um dia de paz, preciso limpar meu organismo e minha mente de tanta… perversão. – Disse ao seu reflexo. Embora não se arrependesse de nada, sentia-se saturada de tantas experiências, nem mesmo seu Pokémon inicial havia escapado da farra e havia visto a nova face de sua treinadora.

No entanto, alguém entrou no banheiro quebrando aquele instante de silêncio e paz que ela tanto precisava. Tratava-se de um jovem magro, taciturno, de cabelos loiros e uma franja que, apesar de estar recém-levantado, estava perfeita.

- Gladio?! O que você está fazendo aqui… - Escandalizou-se escondendo os seios com as mãos, mesmo que há poucas horas tivessem feito algo muito além de apenas se verem nus. O loiro a olhou de cima a baixo e desenhou meio sorriso, algo sinistro.

O garoto aproximou o dedo indicador dos lábios pedindo silêncio, em seguida foi se aproximando até ficar de frente para ela e, com sua expressão inexpressiva habitual, a beijou.

Serena tentou se soltar, mas o garoto a prendeu com força, apertando seu peito contra os seios dela enquanto o beijo a ia dominando como se fosse um feitiço… era um beijo diferente de todos, até dos que Alex lhe dava, muito mais meigo e básico, de uma intensidade muito diferente da que vinha experimentando.

Ela sentiu que ele estava ereto desde o começo e que sua boca e sua pele ainda cheiravam às emanações douradas de sua própria irmã. Aquele jovem, naquelas condições, era um gole forte demais para se tomar de manhã.

- Gladio… não, isso está errado, eu sou namorada do Alex. – Expressou-se, escorregando de seus... braços, se libertando do seu beijo traiçoeiro, embora admitisse que se sentia muito bem baixar os decibéis depois de caminhar num campo de altíssima voltagem por tanto tempo.

O rapaz insistiu, se aproximando por trás e a envolvendo com seus braços enquanto beijava seu pescoço e se afundava em seus cabelos mel. – Te desejo como não imagina, o único motivo pelo qual aceitei vir foi por você, e fiquei com muita vontade de te curtir mais a fundo.

A fundo, ele enterrou seu pênis ereto sob a roupa, sentindo-o afundar entre suas nádegas e roçar sua carne dolorida pela ação da noite passada. Enquanto a devorava com beijos, esfregava o pênis sem controle.

– Não acha que já nos curtimos o suficiente? – Ela se mostrou em desacordo, embora sem resistir às suas carícias nos seios e seus beijos espalhados por toda sua pele… havia um certo encanto no ataque daquele homem atraente (sim, ela o achava muito atraente), havia como uma certa desesperação e raiva.

As mãos de Gladio acariciaram seus mamilos, beliscando-os com suavidade, mais para sentir sua textura sob as pontas dos dedos enquanto se embriagava com o perfume de sua pele, sem parar de beijá-la por toda parte.

– Você é tão linda, não posso acreditar que uma garota tão gostosa se rebaixe a se relacionar com nós, vermes da pornografia, é um sacrilégio contra as leis naturais.
Belezaacho que é um pouco demais. – Embora não tenha achado demais quando ele virou seu rosto para estampar um beijo molhado em seus lábios, lento e profundo, enquanto uma de suas mãos envolvia seu seio, roçando seus mamilos rosados e inchados com os dedos, inflando-os ainda mais sob sua palma cada vez que apertava sua teta, enchendo a mão com ela.

- Gladio… por favor… vão nos ouvir, não quero trair o…

- Você está mais preocupada em ser descoberta do que em trair, não se preocupe, serei silencioso.

Sua mão deslizou por seu ventre, afundando os dedos em sua pele até se introduzir sob a calcinha, onde sua buceta indefesa sentiu a carícia profunda e precisa entre seus lábios, completamente envolvidos sob sua palma suada enquanto os dedos indicador e médio se esfregavam entre seus lábios maiores, desde a base do clitóris até seu interior… seus dedos mais finos e delicados que os de Álex encontraram seu botão de desligar, fazendo com que qualquer resistência cessasse.
Aaahh ooh- Ganiu sem conseguir conter nem o volume nem o tremor.

- Se você gemer como ontem à noite, vamos ser descobertos. – Reprimi ela sem parar de esfregar sua buceta. – Pense nisso como um treinamento. Os gemidos são necessários em algumas situações e em outras não, foi difícil para a Lillie entender isso. Por exemplo, quando em Alola fazíamos sexo em lugares públicos, às vezes ela gemia como quando fazíamos em casa, a bobinha quase fez a gente acabar numa jaula.

Como se um espírito maligno o tivesse possuído (Serena até pensou no Creep), Gladio enfiou seus dedos em sua vagina e, depois de agitá-los por alguns segundos, os retirou todos melados para esfregar o fruto de sua excitação inesperada em sua boca e nariz.

- Chega… já chega. – Ela ofegou, envergonhada por ter gozado com o ataque sorrateiro do jovem.

O que estava acontecendo com ela? Ela era tão puta assim? Tão fraca? Fazia pouco tempo que tinha oficializado com o Álex e, apesar de saber que devia empurrá-lo e sair correndo, talvez se fazer respeitar com um tapa ou um joelhada desqualificadora, ali estava ela, sendo apalpada, cheirada e beijada por aquele garoto tarado… parecia que o Gladio era supereficaz contra a Serena, ela o achava tão atraente que isso a impedia de escapar de suas garras lascivas, como se fosse sua fraqueza.
Hmmdeliciosa, como faria da sua buceta minha religião… - Lambendo os dedos. – Suas tetas estão ótimas, sua bunda é perfeita, mas não entendo como seu querido Álex sempre ignora sua buceta quando ela é uma obra de arte que merece ser cuidada diariamente.

– Por que você faz isso? O Álex te acolheu, permitiu que você transasse comigo, com a Shauna, não terá problemas em trabalharmos juntos no futuro… E você o trai dessa forma? É por vingança? É por remorso?

Serena estava tão paralisada que não percebia a hipocrisia em suas palavras. Ela também estava traindo o Álex, com o agravante de ser quem amava e com quem tinha um namoro recém-começado.
AahhChega… Gladio, isso está errado, pensa na Lillie, pensa no Ále…

O homem a interrompeu antes que ela dissesse o nome dele, tapando sua boca com a mão, como se fosse alérgico àquela palavra: — Chega de dizer esse nome… Álex.

— Me solta! Chega! — Ela resistiu com mais ênfase, virando o rosto.

— Ele está te manipulando pros interesses dele, não te trata como eu te trataria, eu te vejo como mais que uma bunda pra treinar, eu te desejo pra muito mais que uma companhia no trabalho.

— Do que você tá falando? Não fala essas coisas, são bobagens. — Ela tentou se soltar, mas só acabou contra o espelho, com Gladio atrás respirando na sua nuca.

— Ele te trata como uma plebeia quando você é uma rainha, a rainha de Kalos, ele deveria ser fiel a você, eu te levaria comigo pra uma ilha onde você não precisaria trabalhar nem você nem nossos filhos… você tá perdendo tempo sendo a boneca inflável daquele velho.

— Já entendi, temos o típico caso de
eu te mereço mais do que ele– Finalmente se irritou, afastando-se novamente e olhando para ele com reprovação. – Não tenho intenção de trair você e não sabe como ele me trata quando não estamos… transando. O Álex é doce e nos entendemos o tempo todo, mesmo sendo bem mais velho… não fale de merecimentos quando não sabe como ele realmente é, você fica parecendo um idiota falando palavras bonitas e agindo como um troglodita.

– Depois do que aconteceu ontem à noite, você fica desconfortável em dizer
“transando”Você vai me matar de diabetes. – Gracejou, ignorando o insulto dele. – Sólo sei que ele está te moldando como sua puta de última geração e utilitária, para te transformar, à força ou não, em sua nova estrela pornô e assim relançar sua carreira.

– Relançar sua carreira? Você sabe o que está dizendo? O Álex não precisa relançar nada. – Irritou-se, descuidando o tom da voz; ao contrário dela, Gladio sempre falava no mesmo sussurro soturno de vilão de teatro.

– Pense bem. Ele faz apenas duas produções por mês numa empresa bem grande. Não acha estranho? – Argumentou. – Nunca se perguntou por que ele não trabalha tanto quanto os outros?

– Ele não precisa, é muito famoso…

– Talvez seja, mas não pense que os números dele são tão redondos. Os roteiros dele não estão muito atualizados e ele precisa injetar sangue novo porque já não é tão rentável. Além disso, o formato dos vídeos que ele faz cheira a naftalina. – Sentenciou, deixando-a num mar de dúvidas. – Ele vai te usar para melhorar seus números e te descartar se não conseguir.

Serena deu-lhe um tapa sem conseguir processar suas palavras nem mudar a expressão zombeteira de Gladio, assustando-se mais com sua própria perda de controle do que ele com a bofetada.

– De docinho a fera. Adoro isso. – Sorriu de maneira desagradável, tocando a própria bochecha avermelhada.

– Falando em morrer de diabetes, como você disse há pouco… e a Lillie? Ela gosta mais de você do que de um irmão (muito mais, pelo visto) e não acho que ela vá gostar do que você está tentando fazer aqui… tentando me manipular como se eu fosse uma bobinha, colocando-me contra o Álex pelas costas da sua irmã. Tenho certeza de que ela desaprovaria tudo isso que você está tentando fazer.

– O Álex tem uma quantidade incrível de admiradoras, concedo isso. Minha irmã está entre elas e está mais do que agradecida por ter praticamente um passe livre com ele. Ela não vai interferir de forma alguma.

Serena, antes de sair do banheiro, decidiu contra-atacar.

– Falando na Lillie, dá pra ver que você está chateado porque não aguentou que ele tenha tomado a virgindade anal dela. – Atacou com sua dedo, não, melhor dizendo, seu punho inteiro na ferida mais aberta. – Você tenta me manipular para se vingar de forma distorcida me comendo no cu, mesmo parecendo boba eu entendo bem como funciona a mentalidade masculina e como vocês veem esses atos como troféus, você sente que ele roubou o prêmio mais cobiçado e só fazendo isso comigo você poderá se vingar.

- Você está enganada. – Ele a contradisse. – Eu faria um monte de coisas com você e um anal não está no topo da minha lista. O obcecado por sexo sujo é o Álex, minha imaginação é muito superior à dele e vou te mostrar.

- Ah é? O que você chama de imaginação? Comer sua irmãzinha? – Ela continuou sem baixar a guarda, mostrando que não era uma flor delicada como aparentava. – Você não chega nem aos pés do Álex, deveria agradecer que ele deixou você participar ontem à noite, noite que você curtiu bastante, ingrato.

Sem perceber, ela tinha dado um passo à frente, colocando-se em posição de ataque como uma carta colecionável de alguma franquia fantástica.

- Ele tem trabalho logo. O velho vai fazer a 2ª produção mensal, enquanto ele estiver satisfazendo a necessidade dele por cus, eu posso te mostrar meus melhores truques. – Ele propôs, ignorando a discussão acalorada de instantes atrás. Sua insistência só era comparável ao seu ego; para ela, que ele quisesse competir com o Álex parecia ridículo e, no entanto, lá estava ele, plantando dúvidas que germinariam em futuras desconfianças e questionamentos.

- Para de passar vergonha, não quero brigar, é uma pena que você tenha feito esse chilique de novela barata quando a gente se divertiu tanto e você me causou tão boa impressão. Jogou tudo no lixo.

Gládio não se abalou e quando a kalense estava prestes a deixar o banheiro (quase esquecendo que seu namorado e Lillie dormiam a poucos metros) ele se aproximou e num sussurro (muito sedutor) disse:

- Não foi um chilique, foi uma declaração… eu te desejo como você não imagina. – Disse olhando nos olhos dela. – Só preste atenção em seu celular quando o Alex começar a rodar; teremos um par de horas para nos divertir sozinhos e poderei te mostrar que tudo o que digo é verdade, mesmo que te doa. Depois você poderá escolher tranquilamente se... bem, se vira a nova capa do pau dele ou algo mais.

Sair daquele banheiro foi como deixar outro mundo, sabia que tentar deixar para trás a tensão do conflito para passar à paz do descanso era inútil como mergulhar no mar e querer sair seco. Para sua sorte, todos dormiam placidamente sem dar sinais de ter ouvido aquela cena vergonhosa.

- Merda, caralho, merda. Quando vou ter uma semana normal? É assim a vida de todas as atrizes pornô? – Resmungou mal-humorada deitando-se ao lado do Alex, esperando que o Creep e o ilhéu a deixassem em paz.
Mmmpphh– O homem resmungou, envolvendo-a com seu bração como se fosse um bicho de pelúcia, virando as costas para Lillie. – Que horas são? Está muito tarde? – Perguntou-lhe.

– Está cedo, vamos continuar dormindo. – Respondeu, beijando sua boca sem conseguir parar de olhar para o teto, reorganizando todos os seus pensamentos sem saber por onde começar.

Gladio tinha ficado no banheiro, esperando o momento perfeito para sair sem levantar suspeitas. Após alguns minutos de calma, ele saiu deslizando pelo chão como um ninja, trocando olhares cúmplices com a kalense.

Tão perfeita tinha sido a noite anterior, e Gladio tinha que estragar tudo… justo quando parecia que a nova Serena tinha tomado as rédeas da sua vida – a corajosa, a luxuriosa, a que esteve presa por tanto tempo –, novamente ela se sentia naufragando num mar bravio numa jangada sem remos, à deriva, sem saber nem por onde começar nem por onde seguir.

Só uma coisa era certa: Álex tinha que voltar aos holofotes para uma nova produção, e ela tinha que tomar uma decisão imediata.


Capítulo 41. A Ninfa de Hoenn


A kalense se sentiu perseguida pelas palavras de Gladio como se um Gengar tivesse decidido assombrá-la, escondendo-se em sua sombra. Ela se perguntou se, entre tantas palavras canalhas, havia algum fundo de verdade.

A visão que Gladio tinha sobre Álex, como um homem obcecado que a via como um conjunto de órgãos funcionais em torno de uma bunda, foi imediatamente refutada: Serena expressou que estava sentindo um pouco de dor, e nos dias seguintes à festa das surpresas, Álex nem de longe tentou forçá-la a transar. Pelo contrário, ele também parecia curtir os momentos próprios para todos os públicos. Por isso, durante alguns dias, eles passaram as noites vendo filmes, se beijando, se aconchegando e
“a mimir”sem problema. - Não quero que você se sinta forçada a nada, não precisa acompanhar meu ritmo, mas encontrar o seu próprio. Se eu exagerei ao convidar Gladio e Lillie, peço desculpas. – disse ele depois de desligar a TV. Eles tinham se empolgado com um documentário que teorizava queAegislasheram as armas dos antigosGolurk.pokegirl- amor, não... - Agitando os braços como se quisesse parar um carro invisível. - Eu me diverti muito, só que me deixou exausta, só isso! – Disse comovida e muito satisfeita tanto pelo tom daquele homem mais velho, de um interior doce como caramelo, quanto por descobrir que Gladio não sabia porra nenhuma sobre muitas coisas.

- Não deixe de me dizer quando você discorda ou algo te desagrada. Quero que você saiba disso, não se sinta intimidada nem obrigada na correria do momento.

- Eu sei, eu sei, eu entendo. – Aceitou. - Se eu tomar a dianteira e te deixar para trás também quero que você me diga se algo te desagrada.

- Pequena brincalhona. – Pegando seu rosto apertando suas bochechas para estampar um beijo. - Se sua bunda ficou dolorida só me fala, não dê tantas voltas. Você estava toda uma fera.

- Bom, também foi um pouco disso. – Admitiu indo dormir com a cabeça um pouco mais clara.

No dia seguinte, como nos últimos dias, ela fazia companhia a ele na oficina de motocicletas, onde ele colocava uma nova bomba de freio traseira. Com tantas aventuras seu emprego parecia relegado, embora fosse sua principal fonte de renda. A kalense, embora ouvisse suas histórias de estrada com atenção, não conseguia estar ali 100%... queria comentar sobre a intromissão de Gladio no banheiro, embora pudesse significar um desastre.

Lembrava como ele tinha se exasperado até limites perigosos no dia em que Giselle foi substituída por ter sido assediada sexualmente. E se da raiva ele deixasse o rosto de Gladio como o de um...
GarbodorDói admitir, mas eu não o conhecia bem o suficiente para saber como ele levaria aquele episódio secreto na própria casa e com a namorada.

- Por que tão quieta? Aconteceu algo? – Ele perguntou, pegando um pano (entregue por Braixen, que estava grudada neles desde então) para limpar as mãos engorduradas.

- Tava lembrando da ruiva, sua ex. Qual era o nome dela? Acho estranho ela não ter querido trabalhar com você. Não consigo entender, é tipo sair com o dono de um parque de diversões e não aceitar ingressos de graça.

- Misty? – Ele se surpreendeu com a pergunta incomum. – Não tem nada de estranho. Lembra que eu mantive minha profissão e fama em segredo até não aguentar mais, e descobrir… digamos que ela ficou que nem fogo. – Relembrando o escândalo enorme que ela armou naquela mesma oficina, fazendo um estrondo ao derrubar uma estante e atirando uma chave que afundou na parede (e escondeu o buraco com um pôster pervertido).

- Não é fácil saber que seu parceiro ganhou a vida comendo geral como um
RapidashSou um garanhão há anos e ela não é do tipo que topa compartilhar. Quando ela quis pensar em aceitar minha profissão, já era tarde. Achei que você já soubesse dos detalhes, não tem muito mais o que dizer.

- Entendi.
Não terminaram porque ela não aceitou ser a putinha dele no Pokeporn, nem chegou a oferecer isso...pensou, refutando outro argumento essencial de Gladio. - Você gostaria que ela fosse sua colega de trabalho?

O homem riu e fez uma pausa para preparar um típico discurso de homem sábio.

- Não sei o que te preocupa, meu pequeno gafanhoto, só vou dizer que busco uma companheira para minha vida, não para meu trabalho, nem mesmo para minha cama. – Encerrando o assunto. – Me deitei, comi e fiz amor com centenas de mulheres, já não estou a fim de procurar a melhor na cama como na minha juventude. Se é boa na cama, soma pontos extras, admito. O que importa é que seja inteligente, companheira e doce – esta última é minha fraqueza, como você já deve ter notado.

Serena sorriu e se abraçou nele por trás, passando as mãos pelos peitorais imponentes do homem.

- Quer me contar sobre essa inquietação com a Misty? Você não é boa em esconder coisas de mim, hein.

Embora não tenha contado sobre a conversa com Gladio, falou sobre uma das inquietações que ainda persistiam. Serena era habilidosa administrando sua sinceridade; como quase sempre dizia a verdade, suas palavras não eram postas em dúvida, e quando escondia algo, nunca levantava suspeitas.

- Tive a ideia boba de que você precisava de uma colega de trabalho e, como com ela não deu certo, entrei na equação e…

- Não. – Ele a interrompeu de forma bastante seca, pela primeira vez mostrando um tom de irritação. - Você pode sair do projeto quando quiser, nem precisa me ver trabalhar. Basta aceitar que ser ator pornô e comer mulheres é uma das minhas paixões e parte importante da minha vida. Não queria que a Misty gravasse comigo, e se te propus isso, é porque tenho uma conexão que não tive com nenhuma – repito, nenhuma – e sabia que com você poderia misturar prazer e trabalho sem colocar o que sinto em jogo.

- Desculpa, é só que…

- Não peça desculpas, coração. Talvez eu esteja indo rápido demais e não perceba. Se for assim…

- Não! Você não está indo rápido. Quero trabalhar com você e ver você trabalhar, não… É exatamente isso. – Encontrando-se com a língua travada sem saber o que dizer. – Talvez eu seja muito boba e não saiba me expressar.

- Amanhã tenho o capítulo 69, um dos importantes, vou fazer com 3 mulheres e com um diretor famoso. – Ele lembrou. - Com o Duke combinamos que na próxima te incluiria em
International White Sting Whores 70ou em alguma produção mais adequada para uma apresentação, como um casting. Você ainda tem tempo para decidir, tem todo o tempo que quiser, na verdade. Também pode trabalhar com outro em alguma produção clássica, caso...

- Isso, não. – Dessa vez foi ela quem o interrompeu. – Se vou estrear nas câmeras, vou fazer com você. Adoro a ideia de você me apresentar como sua putinha pessoal.

Álex sorriu.

- Na verdade, não te vejo como minha putinha. Vou precisar de todos os meus recursos de atuação para te tratar como uma vadia, já que gosto tanto de você.

- Ah, é? Na nossa última noite de farra, você não teve dificuldade nenhuma em me chamar de vadia. – Como em todo casal saudável, qualquer discussão podia se transformar de maneiras inexplicáveis em uma comédia picante.

- É que você estava toda no papel de vadia, desculpa se te ofende. Se você mostrar esse lado na frente das câmeras, vai deixar todo mundo louco, e as salas intensivas de Kanto... não, do mundo vão receber dezenas de pênis fraturados.

- Por isso que quero estrear nas câmeras com você. – Disse, mudando o tom, se aproximando do seu homem, balançando os quadris e exibindo o peito, esquecendo que a porta estava aberta e algum cliente podia entrar. Serena apalpou a virilha de Álex enquanto começava a se abaixar... – O papel de vadia sai muito fácil ao seu lado.

- Aqui e agora? – Ele se surpreendeu quando ela começou a abaixar seu zíper e a procurar o pau lá dentro, libertando-o como quem tira uma cobra do terrário. – Tudo bem, nunca recusei um boquete surpresa e nunca vou recusar...

- Considere isso um aquecimento para amanhã, seu...
“noite incrível”e uma pequena recompensa por todas as coisinhas lindas que você disse. - Muito bemoohsim, sim, é isso... – ofegou, olhando para o lado para ver se vinha (ou passava) alguém enquanto a cabeleira dourada da kalense começava a subir e descer. – Que seja rapidinho, uma mamadinha rápida pra saciar sua vontade de porra morna e a gente segue com o nosso serviço.

A Serena ficava bem excitada fazendo isso na oficina e na presença da Braixen, isso já não era mais mistério nenhum, então, depois de balançar a cabeça continuamente, saboreando o gosto e o cheiro do pênis, ela disse com a boca toda encharcada: – Você sabe que não consigo começar o dia sem sua porra quente, tenta encher minha boquinha com seu creme que eu tô com fome, quero ela grossa.

– E se sair toda aguada? – sussurrou, esquecendo de verificar o portão de metal aberto. – Não seria bebida se sair muito grossa, né?

– Tanto faz, seu sêmen nunca se sabe se come ou se bebe, não importa como saia, vou engolir tudo.

– Boa garota, boa garota... Tá vendo como é fácil deixar a vadia que tem dentro de você aparecer? Você vai deixar eles malucos, amor, te garanto.

Cada vez que ele dizia vadia ou puta, um formigamento que ela nunca tinha sentido na buceta a invadia como um tique nervoso. Parecia que os fantasmas do Gladio tinham ficado para trás e cada uma das suas questões tinha sido derrubada. Afinal, se o Álex a queria como seu brinquedo ou como sua companheira de trabalho, isso era irrelevante. Ser a putinha dele era fantástico e ela tinha sorte de ser.

Serena apertou o tronco com seus lábios e balançou a cabeça o mais rápido que pôde.

– Aí sai, aí, vem, ah sim, ah sim, ah sim...

Apoiando a cabeça do pau na língua da Serena como se estivesse colocando sua segunda cabeça para descansar em um travesseiro úmido, ele despejou alguns jatos direto na garganta dela; a kalense tinha experiência suficiente para ir engolindo conforme o sêmen era disparado.

– Sim, definitivamente foi bebida, saiu bem aguado, deslizou pela minha garganta como num escorregador de parque de diversões.

– É porque eu tenho tomado mais vitaminas de frutas vermelhas, você sabe o que dizem da fruta plama.
HmmFinalmente, sim, sinto um gostinho novo, queria ter saboreado mais, engoli muito rápido. – Disse limpando a boca com o antebraço.

- Não se preocupa, mesmo trabalhando com três, não vão me esvaziar, sempre guardo um pouco para a minha preferida. – Expressou dando um beijo bem carinhoso. - Vai ser minha grande noite, não a última noite.

Dito e feito, a grande noite de White Sting chegou, embora ele tenha chegado ao prédio da Pokeporn Live ainda de dia, justamente disposto a passar uma tarde cheia de tesão e luxúria. No camarim, acompanhado da kalense, ela disse que tinham trazido um diretor famoso do meio chamado Marshal Cormac.

- Ele trabalhou em filmes independentes do cinema erótico e em várias produções da empresa rival de Alola, a Porkyman. – Disse enquanto se preparava, levantando uns pesos na frente do espelho. – Vamos nos entender, ele me disse que era o capítulo 69 e que sabia o que isso significa. Claro que sei o que significa.

- Você não gosta de ser dirigido, né?

- Na verdade, significa que ele me conhece e que não preciso de muita direção, conhece meu trabalho e sabe que não precisa se preocupar com o que vou fazer. – Disse levantando o peso até o ombro, inflando o bíceps como um balão.

- Você já está bem assim, não precisa continuar malhando. – Disse sem conseguir evitar admirar como ele levantava tanto peso.

- É só para chegar no momento decisivo na minha melhor versão, gosto de como fico com as veias e os músculos saltados. – Disse se olhando no espelho, sem dúvida transbordando vaidade.

- Eu também gosto. – O seduziu Serena acariciando seus braços enquanto ele treinava, sentindo os bíceps sob a pele subindo e descendo como elevadores circulares, cruzados por várias veias salientes. – Admito que antes me davam um pouco de impressão, agora gosto muito.

Álex a beijou com carinho e pegou uma toalha que passou pelo corpo, que, como os melhores vinhos, envelheceu muito bem.

- E aí do seu roteiro? Você trouxe algumas cópias para o Marshal ver?

- Não terminei! Além disso, acho uma ousadia trazer algo para um diretor famoso quando tenho zero experiência – pensou, mostrando seu lado mais humilde.

- Não seja tão dura, amor, boas ideias não têm nada a ver com fama. Vi como você esteve escrevendo todos esses dias e não tenho problema em explicar pra ele que, se ele se interessar pelo roteiro, estou mais do que disposto a me colocar à disposição.

Naquele tempo em que ele esteve atendendo seu trabalho em...
Poison Bikese o corpo dela na academiaOlimpicusSerena reorganizou as palavras do Hypno e uma ideia muito boa surgiu da bagunça que o Pokémon psíquico tinha deixado.“Agora você tem uma história”ela tinha dito e Serena decidiu levar ao pé da letra: E se o próprio sonho fosse a história?

No sonho, Álex era na verdade o disfarce do Creep e era um conceito que ela podia usar. Se o misterioso Pokémon queria que ela contasse uma história que ajudasse a trazer de volta os velhos costumes (o amor livre entre Pokémon e humanos que acontecia antigamente), ela tinha um caderno cheio de boas ideias que transcreveu direto da cabeça quase como uma escriba em transe.

A
escolhidatinha pensado numa história em que um cientista (podia ser o Álex, mesmo que a altura e físico dele não fossem de cientista nenhum) depois de trabalhar numa máquina de teletransporte pokémon (livre de pokébolas), tivesse caído na máquina junto com um intrometidoHipnoseque ele o hipnotiza e ele acaba fundido a ele e sob seu controle, preso da luxúria indescritível do Pokémon.

Como a pokefilia era proibida, Serena teve que encontrar um subterfúgio: o Pokémon seria capaz de controlar o homem para se deitar com todas as humanas possíveis (conhecidas do cientista) e satisfazer sua luxúria ajudado por seus poderes psíquicos até que, para sua surpresa, acaba se apaixonando por uma jovem com um papel a confirmar, o que não precisava de confirmação era que ela poderia personificar esse papel.

Imaginava que o cientista tentaria quebrar o domínio de
Hipnosecontinuamente, no entanto, à medida que fazia sexo, o cientista passaria a curtir esse novo estilo de vida que antes, por seu jeito de ser e por ter um magnetismo nulo com o sexo oposto, lhe era inacessível. Além disso, começaria a entender aHipnosee seus desejos por um mundo onde humanos e Pokémon pudessem ter relações livres como antigamente.Hipnosetambém aprenderia no processo, como se fossem duas espécies em simbiose, da imaginação e inteligência humanas, capazes de ir muito mais longe na hora de inovar e desfrutar na intimidade.

Na sua imaginação poderia ser um filme erótico extremamente transgressor que poderia plantar a semente de que humanos e pokémon poderiam se entender até mesmo num quarto, e que batalhar pelo benefício de seus treinadores não é mais louvável do que compartilhar uma cama após estabelecer um vínculo profundo.

Ela manuseava vários finais possíveis: desde que
Hipnosese redimisse libertando o corpo do protagonista para que vivesse feliz com sua amada, ou que ela aceitasse que se tratava de um Pokémon no corpo de um homem vivendo um relacionamento proibido. Ela também poderia tomar as rédeas e, após entrar no instrumento de teletransporte, sair fusionada a outro Pokémon para ser igual a ele.

Depois de contar ao Álex sobre seu sonho durante o café da manhã, ele expressou uma profunda desconfiança pelos Pokémon psíquicos enquanto fumava um cigarro junto à janela, e disse a ela:

— Todos têm aversão aos Pokémon do tipo veneno por muitos serem insetos, assustadores, noturnos ou viscosos. Admito que alguns são perigosos, mas para mim, se temem um tipo em particular, deveria ser o tipo psíquico — explicou. — O veneno na maioria das vezes é um mecanismo de defesa ou ataque que pode ser evitado com facilidade. Em vez disso, tente evitar uma onda psíquica que viaja de uma mente para outra sem percorrer nenhuma distância.

— Você teve alguma experiência ruim com um tipo psíquico? — ela perguntou, interessada, enquanto comia cereal com porra.

— Olha só. Você pode curar um corte com facilidade, ajudar a cicatrizar uma ferida, aliviar a dor de uma queimadura, usar um antídoto para parar um veneno. Já os ataques à mente não têm cura e podem ser terríveis.

— Eu não tinha pensado nisso… caralho, você tem razão. Com a facilidade que o Creep tem de falar comigo na mente, se transformar ou implantar sonhos e ilusões, eu não tinha parado para pensar que ele poderia fritar meu cérebro se quisesse.

— Eles estão envolvidos em vários mitos de Kanto — continuou Álex. — Criaram um Pokémon tão poderoso quanto agressivo do tipo psíquico em um laboratório, usando genes de outro, e ele matou muitos cientistas. Também, de maneira inexplicável, um garoto da escola de mentalistas de Sabrina se transformou em um
Kadabrae ninguém conseguiu reverter isso nunca.

- **Sério?!** – ela se surpreendeu, quase cuspindo a porra.

- E nem me faça falar da Sabrina. Naquela época, o tipo psíquico aqui era o cara mais foda do pedaço. Até que introduziram espécies do tipo sinistro de outras regiões, que eram quase imbatíveis, e ela era durona pra caralho, além de ter nascido com poderes psíquicos de verdade – e isso não é lenda não.

As palavras de
HipnoseAs lendas de transformações irreversíveis e o misticismo em torno da dadora da medalha Pântano serviram de combustível para a imaginação de Serena, que trabalhou duro no roteiro de uma história naqueles dias, sem conseguir terminá-la.

- Muito bem, mais pra frente você pode dar uma cópia pro Duke, ele é de confiança e pode te dar um conselho profissional se precisar. – Confortou-a, acariciando suas bochechas macias e redondinhas.

- Obrigada. – Aceitou. – Com certeza vou precisar de algum conselho, não sou profissional nenhuma.

- Não se iluda com um longa-metragem, amor. – Alertou. – O mais provável é que ele aceite um curta, nesses tempos que correm os filmes ficam muito caros. Você sabe, todo mundo se adianta pra ação, não presta atenção na trama.

- Que pena… mesmo sendo nova como espectadora de pornô, eu gostaria que houvesse filmes como os de antes.

Essa química entre Álex e Serena era algo que Gladio desconhecia, subestimando o relacionamento que eles tinham. Sem perceber, a hora da filmagem tinha chegado por estarem mergulhados na conversa, e o ator estava atrasado. Por causa disso, uma de suas colegas invadiu o camarim sem avisar, sem dúvidas esperando flagrar alguma cena indecente.

- Nossa, como você demorou tanto e estava com sua namorada novinha em folha, pensei que estariam no meio do delicioso! Tá economizando energia pra hoje?

- Oi, Courtney. – Cumprimentou-a beijando sua bochecha. – Courtney, Serena. Serena, Courtney. – Apresentou-as como um apresentador de TV. – Como você sabia que eu estava com minha namorada?

A atriz era uma jovem meio baixinha, de cabelo curto lilás e olhos da mesma cor. Seu olhar era profundo e sedutor, seu sorriso denotava experiência. Vestia uma jaqueta vermelha curta e volumosa, que deixava o umbigo à mostra e com chifres amarelos no capuz. Por baixo, uma minissaia que não escondia um quadril sinuoso, e usava meias da mesma cor e material que sua jaqueta. Tanto seus peitos quanto sua bunda se destacavam. ela devia ser daquelas que eram 100% atitude, dava pra ver a luxúria em cada traço.

- Você já conhece a Jezz, nada escapa dela e ela não guarda nada pra si… agora que penso, ela é parecida comigo na cama kkkk. – Rio tapando a boca e se aproximando de Serena, observando-a com uns olhos que pareciam alcançar a alma.

- Essa Jezz, cada vez fico mais convencido de que ela plantou câmeras pelo prédio todo. Não é possível ser tão fofoqueira.

- Falando em plantar, estamos te esperando pra você nos regar como planta de apartamento, grandalhão. – Disse passando um dedo com unha afiada pelo braço musculoso dele. – Não demora, não vim de Hoenn só pra conhecer essa cidade feia, pra falar a verdade, entrei naquele barco fedorento pensando só em devorar esse seu pauzão impressionante.

Courtney, fingindo que Serena era invisível, agarrou o volume dele com descaramento, afundando os dedos tanto nos ovos quanto no pau enquanto o encarava desafiador.
OhDesculpa, é o costume, esqueci que você está num relacionamento. – Desculpou-se com falsidade. – De qualquer forma, você deve estar acostumada a vê-lo enfiando seus 30 centímetros de pura satisfação em incontáveis buracos, de novo e de novo.

- Na verdade, sim, ainda mais porque eu tenho esses 30 centímetros só pra mim quando eu quiser, onde eu quiser. – Respondeu desafiante, sem se intimidar.

- Ótimo, melhor assim, embora hoje eles vão ser meus. O que tá por fora e tudo o que tiver por dentro. – Retribuiu sem baixar a intensidade.

Serena ficou com cara de poker após a ameaça da garota, que parecia querer mais seduzi-la do que adverti-la com seu tom sensual de voz.

- Da última vez você se engasgou tanto que tivemos que ir pra um corte, então não venha bancar a corajosa comigo. – Interveio Álex tomando o lado de sua amada, tirando a mão de Courtney de seu membro (ela não tinha parado de apertar o tempo todo). – E você não vai trabalhar sozinha, vieram a Scarlett de Johto e a Magna de Sinnoh.

- Isso foi há muito tempo, eu estive praticando e me guardando pra hoje. – Informou. – Vou avisar o Marshall e as garotas, você não demora muito que hoje é tudo nosso. – Alertou Serena. – Senão você vai acabar mal.

- Me distraí batendo papo, diz pra eles que já estou pronto. – Informou, vestindo a roupa certa do número. – E vamos ver se você não se engasga.

- Ficar na prisão alguns anos a afetou bastante. – Disse Álex assim que Courtney os deixou sozinhos. – Ela pertencia a uma espécie de seita terrorista e acabou atrás das grades, seus Pokémon foram confiscados e ela assinou pra pornografia assim que saiu, alegando que era uma cura pra sua ninfomania.

- Então ela já estava bem mal antes de ser trancada. – Indagou. – Eu adoraria ver você fazê-la se engasgar pra ela baixar a bola.

- Pode dar por certo, vou deixar a garganta dela do tamanho de um cano.

Não demorou muitos minutos para que White Sting e sua namorada aparecessem no set de filmagem, enquanto o ator Eu tive uma breve conversa com o diretor. "Não é o especial episódio 69 à toa, já sabemos o que o público quer e não preciso te dizer o que você tem que fazer." Serena notou uma presença loira e máscula tomando café, encostado numa parede com rosto sombrio.

- Oi, Serena. – Ele disse quando ela se aproximou para cumprimentá-lo. Naquele dia ele vestia uma camisa xadrez escura. – Me surpreende você vir me cumprimentar quando não respondeu nenhuma das minhas mensagens.

Era verdade, ela tinha silenciado a conversa dele no...
Que barulhoe mesmo tendo recebido várias notificações, o roteiro e a tranquilidade de que todos aqueles discursinhos de novela tinham desmoronado como um castelo de cartas o levaram a ignorar.

Serena observou Alex, que estava finalizando os detalhes com o diretor junto a Courtney, que, enfiada entre os dois, soltava algum comentário obsceno de vez em quando, então, a kalense atacou.

- O tiro saiu pela culatra, você pensou que me faria duvidar do Alex com todas essas suas alegações e não foi difícil descobrir que nenhuma era verdade. Ele não me quer só como colega de trabalho, posso sair desse projeto quando quiser e nosso relacionamento não vai mudar. Ele também não terminou porque a ex não quis trabalhar com ele e, mesmo que sexo seja muito importante na vida dele, ele já não é um menino mimado que precisa de uma boneca inflável, ele quer algo mais e eu posso dar, é por isso mesmo que ele mantém o trabalho na oficina, pra não depender do sexo e trabalhar quando der na telha.

- Bravo. – Resolveu Gladio, tomando seu café sem se abalar. – Imagino que devem ter sido um monte de perguntas constrangedoras. Investigar cada um desses assuntos sem levantar suspeitas não deve ter sido nada fácil… mas talvez, já que vocês têm tanta intimidade, você decidiu contar sobre nosso momento a sós.

- Nada disso, uma coisa que você não entende é que com o Alex podemos perguntar qualquer coisa e não escondemos nada um do outro… mas pelo bem da sua integridade física, preferi guardar segredo sobre nosso encontro. – Cedeu, baixando o tom para não ser ouvida. – Ele tem um lado violento que não conheço perfeitamente e prefiro não despertar.

Alex e as três atrizes, Scarlett, Magna e Courtney já estavam em posição, prontas pra começar. Dava pra ver que as garotas estavam muito ansiosas, brincando e gritando com a excitação estampada no rosto.

- Quanto falta pra começar? Já esperei demais. – Reclamou Courtney, ansiosa como uma garotinha esperando a loja de brinquedos abrir.

- Hoje elas quebraram o Grumpig. Essas garotas... são bem caras. – Gladio mudou de assunto.

– Não conheço elas. São boas?

A claquete bateu e as gravações começaram, então as luzes se apagaram e Serena se aproximou de Gladio para sussurrar. Como costumava acontecer na série White Sting,
Putas Brancas Internacionaiselas se apresentavam diante da câmera e do apresentador em off. - Você vai ver que elas são muito boas. – Ele disse antes de explicar o que sabia sobre elas. Scarlett era uma treinadora de Pokémon de aço de Johto, parceira de Jazmina e responsável por testar os desafiadores. Cansada das derrotas no ginásio de Cidade Olivo, especialmente daqueles que optaram pela linha evolutiva deCyndaquildecidiu tentar a sorte na pornografia. Depois de postar uma série de vídeos muito bons, um caça-talentos a contatou e ela se juntou à família Pokerporn Live.

Ela era alta, voluptuosa, com cabelos loiros e muitos piercings e brincos no rosto. De longe, parecia que tinham atirado nela e o rosto tinha ficado cheio de chumbinhos de espingarda. Usava uma blusa de rede e um sutiã minúsculo que deixava transparecer uns mamilos perfurados. Por baixo, tinha um short de jeans destruído e meias de rede com rasgos por toda parte, além de várias tatuagens.

Vinda de Sinnoh, Magna era uma lutadora profissional muito famosa lá que, da noite para o dia, tinha decidido começar uma carreira no pornô devido a uma briga contratual. Era a de curvas mais discretas e corpo leve, sem dúvidas devia ser daquelas que se movem no ringue com agilidade e pulam da terceira corda dando chutes pra todo lado.

Parecia ser a mais jovem do trio, tinha cabelos castanhos escuros e usava uma bandana larga, além de roupas esportivas muito coloridas como se tivesse fugido de uma aula de educação física, só que tinha ido pra ela de culote sem calças.

– Da Courtney você não precisa me dizer muito, já sei o suficiente.

Quando Gladio terminou com o identikit das atrizes, elas já tinham começado a brincadeira lésbica de aquecimento, beijos entre as duas, exposição das tetas e várias chupadas nos mamilos. De fato, Scarlett tinha seus mamilos rosados atravessados por um brinco, assim como seu umbigo, orelhas, nariz, sobrancelhas, lábios e língua. Aquela loira devia ser o terror dos detectores de metal.

A que parecia estar no comando de toda a situação era Courtney, que foi a primeira a liberar suas grandes tetas e pegar suas companheiras pelos cabelos para que as esfregassem, deixando cair saliva em seus mamilos no meio do caminho e trocando beijos de língua com uma e outra. Também foi ela que baixou o culote da Magna para revelar sua buceta e bunda para a câmera, abrindo bem seu segundo buraco. par de nádegas para que a lente capturasse seus buracos. Sem dúvidas, estar na prisão sofrendo de ninfomania deve ter atrofiado a mente dela, parecia hiperativa, não parava de falar obscenidades nem de ocupar os lábios em alguma tarefa. Os diálogos não tinham desperdício, como de costume, acompanhavam as ações das garotas com as palavras precisas e iam "arrebanhando" para agradar aos futuros espectadores com a elaborada
“treta”Sem dúvidas era uma produção com muito enredo, 6 para ser exata, e Serena captou perfeitamente a personalidade de cada uma, sabendo que ela poderia muito bem se encaixar entre elas como a típica tímida e inocente corrompida.

- Cada dia falta menos para eu ser a desnudada e comida por toda essa gente. – Pensou sem saber que esse dia chegaria muito antes do planejado.



Capítulo 42. Ultraimpulso


Como na primeira vez que presencio essas produções ao vivo, enquanto o especial número 69 decolava (agora Scarlett mostrava uma buceta que tinha um piercing no clitóris, e explicou que todos eram feitos do metal desprendido dos seus Pokémon de aço durante as batalhas) Serena começou a ficar excitada, e como um verdadeiro sabujo de faro fino, Gladio percebeu.

- Essas pernas juntas, essas bochechas coradas, esses lábios brilhantes… Se você gosta tanto do que vê, poderíamos imitá-los no último andar, está vazio agora. Era lá que eu pensava em te mostrar meus melhores truques.

- Não, obrigada. Acho que fui clara nisso. – Sentenciou. – Já tenho um mestre que me ensina truques e faz muito bem.

- Você pôde me refutar com bastante facilidade, admito que talvez tenha dado crédito demais às fofocas da Jezz…

- Essa Jezz! Já imaginava que ela era uma fofoqueira intrometida…

- Como ia dizendo, embora meus argumentos fossem fracos, há um que permanece de pé e só a sós você vai poder descobrir se era verdade ou não.

Embora Serena fingisse interesse no vídeo, no qual o trio abria as nádegas para a câmera expondo seus bundões, sendo Courtney a que tinha uma habilidade particular para dilatá-lo e fechá-lo como uma escotilha.

- Minha imaginação é superior à do Álex, se me der uma chance você poderá chegar à sua primeira produção com a mente muito mais aberta. – Antes que Serena pudesse refutá-lo, Gladio disse: - Não me responda agora, vou pegar outro café, os da máquina do refeitório são os melhores, não sei o que colocam, mas não me bastam nem três.

- Melhor não perguntar.

Sozinha, afastada da ação diante da câmera, notou que havia um trabalhador, talvez encarregado da fiação, que estava enfiado em beijos com uma mulher. Também uma produtora se tocando na virilha em uma cadeira ao lado de outras convidadas, voyeuristas elas, que curtiam o espetáculo ao vivo do seu jeito, em silêncio e com dedos travessos.

- Isso nem começou e já descontrolou. – pensou a jovem. kalense.

Finalmente White Sting entrou em cena como alguém que chega no apartamento e encontra uma festa surpresa, mostrando-se surpreso com a presença do trio, que não demorou a recebê-lo com beijos apaixonados e mãos leves que o acariciaram e começaram a tirar sua roupa.

- Olha quem temos aqui! O que traz vocês de tão longe?

- Bom, Johto não é tão longe assim, eu viria mais vezes se dependesse de mim. – Brincou Scarlett.

- Magna, né? Veio pra cidade por causa de uma luta?

- Uma luta contra essa aqui… – Disse, pegando no pacote dele, provocando risadas nas amigas.

- Ah não, licença, eu não vim num barco perigoso pra não ser a primeira a chupar esse pauzão. – Interveio Curtney, criando confusão com Magna.
OiTem White Sting pra todo mundo, não dá pra esperar?!

- Esperei demais, você não sabe o que é esperar…

- Tá se divertindo, né? – Perguntou Gladio oferecendo um café em copo descartável. – Não vejo problema em você também curtir e depois contar pra ele.

- Se quiser curtir comigo, vai ser quando trabalharmos juntos ou quando você nos visitar de novo. – Sentenciou. - Não pelas costas dele, não no horário de trabalho.

- Claro, seria muita deslealdade fazer isso enquanto ele se mata de trabalhar, né? – Suas perguntas retóricas estavam a tirando do sério, embora em algo ela tivesse razão… Alex nem olhava pra onde ela estava e estava curtindo beijá-las do mesmo jeito que gostava quando beijava ela.

A boca experiente do homem não demorou a agarrar os mamilos perfurados de Scarlett, chupando-os com tanto barulho quanto baba, tudo enquanto Courtney e Magna se revezavam para dar as primeiras chupadas. Pelo visto à ex-vilã de Hoenn não gostava de dividir, já que Alex teve que intervir para pegá-la pelos cabelos e desgrudá-la do seu pau, enfiando-o na boquinha de Magna.

- Vamos, anda logo, tô com fome de rola, quero esse tronco veiudo desencaixando meu queixo…

- Espera sua vez, Courtney, faz nem um minuto que a Magna começou e você já quer tirar ela. – Repreendeu Alex dando-lhe um tapa bem forte.

- Isso, isso, me bate, bate mais forte, eu fui má, muito má, isso, isso!

- Gosta de levar tapa, putinha, hein? – Desafiou-a dando tapas em uma bochecha e outra.

- Me bate com o pau, forte, me bate forte com seu pau duro, isso, isso, isso… – Gemeu ao receber golpes de rola por todo o rosto de Alex, que esfregava o membro em seu rosto todo.

Depois de uma chupada desengonçada (que não devia estar no roteiro porque ele a interrompeu) e saborear os lábios e os peitos de Scarlett, Alex as colocou em fila e tomou seu tempo para provar suas bundas, dando chupões sonoros em cada asterisco, especialmente em O de Magna, que era pequeno e discreto e dava trabalho para invadir. No entanto, deixar Courtney por último foi um erro.

— Não vou esperar vinte minutos até você chegar no meu! — Saindo da fila. — Come elas enquanto eu tiro minhas vontades.

— Porra, você vai chupar tanto que ele vai perder tamanho! Se eu notar que ficou alguns centímetros menor, eu processo.

Courtney não respondeu e se limitou a balançar a cabeça como uma possessa, batendo aquela glande no fundo da garganta como um aríete de carne contra uma muralha. Devia ser difícil dirigir uma atriz tão hiperativa e imprevisível, como se não conseguisse decidir entre mamar ou lamber suas bolas, passando de um prato para o outro a cada poucos segundos.

— Acho que não conseguiria trabalhar com ela. Vou especificar isso no meu contrato. — Decidiu Serena, aproveitando por não estar ali com uma atriz tão irritante.

Entre um gole e outro de café (que realmente era muito bom), ela viu que a ninfomaníaca da Courtney estava fora de controle e até parecia querer falar com a boca cheia de carne masculina.

Enquanto isso, Álex fazia uma das coisas que mais gostava: cunilíngue e anilíngue, saboreando tanto os buracos de Magna quanto os de Scarlett, explorando seus orifícios com sua língua experiente e forte que Serena conhecia tão bem.

Segurando a bijuteria que enfeitava sua vagina, ele chupou, descolando o clitóris enquanto um de seus dedos entrava na buceta, fazendo-a gemer demais.

— Não é de chumbo, né? Embora eu goste do gostinho do metal, não quero me intoxicar.

— Relaxa, é de um espinho do meu Steelix, que quebrou quando ganhei a insígnia Gélida.

Enquanto lá embaixo, escarranchada no chão, Courtney balançava a cabeça sendo segurada com força pelos cabelos, demonstrando uma coordenação admirável. Ela conseguia conduzir a felação, masturbar Scarlett e ainda lamber sua buceta com precisão.

Os diálogos picantes, as visitantes se masturbando na escuridão do estúdio e a A ação diante da câmera, que só aumentava de intensidade, começou a dar umas pontadas estranhas de prazer no lugar mais profundo da buceta, uma sensação desconfortável, como uma coceira que não dá pra coçar… pelo menos não cercada de tanta gente.

De repente, Serena se sentiu estranha, mais excitada do que o normal. Sentia uma ardência indescritível na virilha, nos mamilos, na bunda, até na boca. No começo era uma formigação repentina, mas com o passar dos minutos, enquanto observava o namorado trabalhando, aquela sensação foi crescendo ao ponto de ela não conseguir pensar em mais nada além daquela ardência que a atormentava.

Algo percorria sua pele, chicoteando suas zonas erógenas com pontadas de uma ardência febril e intensa, enquanto sua mente ficava turva e só conseguia pensar em uma coisa: juntar-se a Courtney, Scarlett e Magna, afastá-las, e proclamar todo aquele monumento masculino só para ela.

— Tá sentindo, Serena? — sussurrou Gladio no seu ouvido. — Sente o Ultraimpulso viajando pelo seu corpo, se instalando nas suas zonas mais erógenas?

— Ultra o quê? O café tinha alguma coisa? — respondeu ela, enquanto tocava os seios por cima da roupa e quase gozava. A descarga de prazer que a percorreu foi como se ela tivesse ficado anos sem contato e, de repente, alguém tivesse beijado seu mamilo. — Isso que tô sentindo… não é normal, é como se meu corpo, minha pele, sentisse três vezes… não, dez vezes mais prazer do que deveria.

Tudo lhe causava um prazer indescritível, até a roupa que vestia, com seu calor e seu perfume, estava fazendo ela gozar. Para piorar, assim como os doentes de raiva desenvolvem uma fobia mortal à água, ela começou a sentir uma sede, uma necessidade incontrolável por um líquido que não era exatamente água…

— É isso mesmo, e só uma coisa pode te curar. — explicou ele no seu ouvido, enquanto uma mão tocava sua barriga por baixo da blusa. — Curiosamente, essa é a única droga afrodisíaca vinda de um pokémon que funciona em humanos. O que você colocou no café? Como você pôde?

- A isso eu chamo de imaginação. O que você achou? Mordaças, chicotes, loções e velas aromáticas? Qualquer um pensa nisso, mas encher seu corpo de ultraimpulso é algo que só eu posso fazer. Agora, só de respirar na sua boca, posso te dar o maior orgasmo da sua vida.

- O que você colocou no meu corpo... que droga é essa?

Os olhos dela percorriam de perna em perna, sem conseguir controlar o olhar, que era atraído de forma doentia para o que as pessoas ao redor escondiam entre as coxas. Era um tipo de desejo que ela nunca imaginou que existiria.

- São feromônios concentrados do ultraente UE-02 Elegância, mais conhecido como
Pheromosacriadas pela minha própria mãe na Fundação Æther. – Explico como o típico vilão de filme que conta seu plano. – Por causa dela nos afastamos… minha irmã não aguentou seus experimentos com afrodisíacos e cansou, mas por sorte, graças à Lillie, descobrimos uma cura bem eficaz.

- Qual é a cura? Como me livro disso? – Perguntou tonta, quase sendo segurada por Gladio, que continuava sussurrando no seu ouvido, quase fazendo ela chegar ao orgasmo só de sentir a voz suave contra a orelha.

- Muito fácil, a toxina é expelida pela saliva e pelos fluidos vaginais, seu corpo vai limpando conforme você gozar que nem uma louca, senão, os efeitos podem durar até 72 horas e a toxina vai se acumulando no seu corpo, fazendo esses episódios voltarem com frequência.

- 72 horas?! Filho da puta!... – Resmungou fechando os olhos para não ver o Álex metendo na Magna.
“esmagamento de acasalamento”posição que consistia em se jogar com todo o peso sobre a garota, com as pernas dela nos ombros. Para piorar, por trás, Scarlett e Courtney saboreavam seu ânus e testíbooties sincronizadas.

- Não aguento… sinto que estou ardendo, que estou queimando por dentro pra fora… – ofegou a kalense, sem conseguir conter um tremor nas pernas. Para piorar, por trás, Gladio meteu uma mão sob sua saia e apertou uma de suas nádegas.

- Vamos para um lugar seguro, conheço um estúdio vazio ideal onde podemos te libertar dessa sensação horrível. Tenho a cura bem aqui…

Gladio não perdeu tempo e, sem se importar se era visto, esfregou sua virilha contra a bunda dela. Quase sem querer, Serena se virou para ver seu membro, como se tivesse esquecido que ele não estava nu nem a salvo dos olhares de todos. Seu autocontrole pendia por um fio.

- Filho da puta! Como pôde fazer isso comigo, acha que é ter criatividade me drogar? – Ela nem conseguia entender como Gladio tinha ido tão longe; só de saber que por suas veias corria uma toxina de um Pokémon que ela desconhecia a perturbava.

- Vamos, vamos acabar com isso… os orgasmos sob o ultraimpulso são tão prazerosos que você vai me pedir amostras grátis para aproveitar com quem quiser.

O que ela podia fazer? Estava na maior encruzilhada de sua vida: fugir seria cair na loucura, em uma excitação febril impossível de controlar; talvez acabasse fazendo na rua com o primeiro indivíduo que encontrasse (até pensar nisso provocava uma erupção vulcânica entre suas pernas).

Aceitar as condições de Gladio significaria ser infiel a ele e dar-lhe a satisfação de cair em sua armadilha. No entanto, só o que os homens tinham entre as pernas poderia curá-la, à força de orgasmos capazes de levantar a maré. Ir escondida e fazer com ele, ou aguentar como desse, como pudesse, a droga… por milagre, dois neurônios sobreviventes ao incêndio se encontraram e, num último estalo, deram com a solução.

Continua…

NTR

Obrigada por ler! Ficou bem longo, mas eu quis cortar exatamente nessa parte, deixando a incógnita no ar: o que a Serena vai fazer se não quer trair o Alex e ao mesmo tempo precisa dissipar os efeitos da droga?

Se vocês gostaram, sejam legais e me mostrem apoio dando nota e comentando, não sejam Ratatas e não mandem só para os favoritos, por favor, escrever contos não é coisa de uma hora e vocês têm de graça. Se não gostaram, claro que entendo se não derem pontos ou comentários.

Capítulos Anteriores: Capítulo 10:http://www.poringa.net/posts/relatos/3858230/A-Serena-le-Gustan-Mayores-Parte-10.htmlCapítulo 11:http://www.poringa.net/posts/relatos/3868644/A-Serena-le-Gustan-Mayores-Parte-11.htmlCapítulo 12:http://www.poringa.net/posts/relatos/3897135/A-Serena-le

2 comentários - Serena Gosta de Mais Velhos. Parte 16

Erdlox +1
Serena en el siguiente capítulo emperazara a grabar con negros
No esta planeado por el momento, aunque va a hacer algo espcial.
Me gusto el NTR mas que nada porque hace Serena dudar y prenderle algo interior, como que se está viendo que es muy caliente y ya con Alex la consecuencia de probar más tabus hará que pruebe el de la infidelidad. Gladio me pareció es agradable.
Gracias por comentar, esperaba tu opinion. lo mejor es que Alex se lo va a cobrar