Irmãs: fio dental e calcinha III



Esclarecimento: esta história não é de minha autoria, foi escrita há muitos anos por outro usuário do Poringa chamado Nick Bendt, mas como ele não está mais no P! e suas histórias foram deletadas, quis reenviá-las para que essa excelente história não se perca. Desde já, aproveitem.
Esclarecimento 2: todos os personagens representados nesta história SÃO MAIORES DE IDADE.
Capítulo VI: Tudo tem um preçoMartín estava atento. O olhar dele se fixava na raba da irmã. Ela, presa pela excitação, largou o lápis em cima da pasta e, deitada de bruços como estava, colocou as duas mãos nos quadris, segurando de cada lado o elástico da legging.

Ela olhou pela última vez pro irmãozinho e começou a puxar pra baixo. Foi descendo a legging devagar, bem devagarinho. A primeira coisa que saltou aos olhos foi a borda da tanga rosa. Continuou descendo, e as nádegas bem grandes foram aparecendo cada vez mais descobertas. Ela foi descendo a legging até o fim da raba e o começo das coxas, quando parou.

O moleque observava tudo. Ele tava vendo a raba da irmã ao vivo e a cores! A tanga era pequena demais, mal cobria a fresta da bunda, tava quase tudo à mostra. Pareceu extremamente excitante… carnuda, volumosa, um rabão bem grande… a tanga se enterrava dentro de toda aquela carne.

Ele tava com o pau duro fazendo pressão na calça. Tava tão excitado que nem escondia mais a ereção, não ligava que a Florcha tivesse vendo.

Florencia também tava muito tesuda, de vez em quando olhava pro volume do irmão e por uns segundos queria ver ele, mas se segurava.

— Bom, já chega — disse a garota.

Martín ficou olhando. Ela puxou a legging de volta, dessa vez mais rápido. Colocou no lugar.

— Ufaa, mais um pouquinho??
— Hahaha não, amanhã, pervertido. Acabou o turno de hoje.

Terminaram o estudo, e Martín aproveitou o que restava da manhã pra fazer as tarefas de casa… em dobro. Teve que esfregar o chão de quase toda a casa. Mas nada se comparava a ter visto a irmã de tanga. Valia a pena, ele tava saindo no lucro, pensava consigo mesmo.

Também cozinhou o almoço, deixando tudo pronto. A mãe chegou do trabalho e agradeceu ao menino por ter cozinhado. Florencia também sentou na mesa e chamaram a Agustina pra acordar. A O prefeito acusou uma clássica dor de cabeça por ter bebido tanto na noite anterior, e ficou na cama.

O dia foi passando, e o garoto ainda estava muito excitado por causa do que tinha acontecido de manhã. Ele tinha a bunda nua da irmã na cabeça, e o pau ficava duro a toda hora. Quando a noite a irmã fosse tomar banho, ele pensou em usar a calcinha fio dental para se masturbar.

Um amigo o chamou, porque precisavam dele para jogar uma partida, já que faltava um jogador. Ele aceitou de boa a proposta e foi.

Como era de se esperar, quando voltou para casa ao anoitecer, a irmã Agustina ainda estava na cama. Passou pelo quarto das meninas e a viu lá acordada, conversando com alguém no whatsapp. Foi até a cozinha e lá estava Florcha tomando um chá. Ela ainda estava com a mesma roupa de manhã.

- Oi Flor, vai tomar banho agora?
- Oi, não, agora tenho que ir na casa da Lucía um pouquinho. Por quê?
- Ahh... ok... nada.
- Hã? Fala, vai!
- Bom... é que agora que vou tomar banho... queria... fazer aquilo.
- Fazer o quê?
- Isso! Me... masturbar... e queria fazer com a sua calcinha fio dental.
- Ahhhhhhh. Shh, que a mãe ou a Agu podem te ouvir. Que safado. Quando eu voltar da casa da Lucía, te dou, vai tomar banho.
- Sério? Valeu, irmãzinha!

Martín deu um beijo na bochecha da irmã e entrou na banheira. Assim que tirou a calça e a cueca, o pau duro saltou, louco por uma boa punheta para aliviar as tensões... mas ele tinha que esperar mais um pouco. Durante o banho, ele se tocava, se masturbava pensando na bunda da irmã com a calcinha fio dental rosa, e quando estava prestes a gozar, parava.

Saiu do banho e esperou pela Florencia. Enquanto isso, se distraía no facebook.

Florcha finalmente chegou em casa. Martín estava sentado com o notebook na sala. A garota olhou para ele e perguntou onde estavam os outros.

- Agustina continua no quarto dela, e a mãe saiu para comprar comida.

O garoto falou de novo.

- Flor.... Você — Acordas, de...?
— Sim, tá com tanta pressa assim?
— Bom... um pouco sim, hehe.
— Aiiiiii, vem comigo pro banheiro que já te dou ela.

Florencia foi até o quarto dela pra ter certeza de que Agustina tava lá. Depois foi pro banheiro com o irmão atrás dela. O moleque já sentia o pau mais duro que tudo e o coração a mil. Florcha abriu a porta e entrou no banheiro.

— Me espera aí... não faz barulho. — Falou pro cara atrás da porta, do lado de fora do banheiro.

A primeira coisa que ela fez foi tirar os tênis. Na sequência, tirou a legging, e por fim abaixou a tanga até os pés, pra tirar ela e segurar nas mãos. Abriu a porta de leve, só um pouquinho, e esticou a mão pra entregar pro irmão.

— Toma aqui.
— Valeu!!!!

Martín pegou a tanga que a irmã tava oferecendo e vazou dali enquanto a mina começava a tomar banho. Foi pro quarto dele, fechou a porta, acendeu a luz, sentou na cama e baixou as calças.

Agora ele podia ver claramente a tanga da irmã. Tava super molhada! Abriu ela toda e reparou no de sempre: a parte de dentro tava muito muito molhada, completamente. A parte fina era bem pequena, o moleque sem dúvida pensou que aquela parte tinha ficado toda enfiada dentro da buceta. Sentiu o cheiro e teve que se tocar. Levou ela no rosto pra sentir o cheiro profundo de buceta que saía daquela tanga que de manhã ele tinha visto na irmã. Enquanto com uma mão deixava a tanga no rosto pra cheirar, com a outra se punhetava. Depois de umas batidas, começou a gozar. Foi intenso pra caralho. Caía e caía porra do pau dele. Achou que nunca tinha tirado tanta porra. Encheu o chão do quarto dele de porra grudenta.

Na maior pressa, abriu a porta e deu uma espiada pra ver se ninguém tava perto. Foi até o tanque e achou o pano de chão que tinha usado de manhã. Levou pro quarto e limpou tudo em segundos. O mais rápido que pôde, enfiou o pano num balde d'água. E levou ele para o quintal.

Voltou pro quarto, que alívio. Tudo certo. Pegou a calcinha fio-dental de novo e olhou pra ela. Ter visto ela toda enfiada na bunda... o pau foi endurecendo de novo. Mais uma vez, cheirou ela.

Agora já tava duro de novo. Teve que baixar a calça outra vez. Tava afim de outra. Por que não?

Além de cheirar, lambeu ela, passou a língua na parte molhada. Adorou o gosto da buceta da irmã.

Depois enrolou a fio-dental no tronco do pau duro, e bateu uma... a porra que saiu dessa vez não veio com tanta força. Não jorrou, escorreu da cabeça pra baixo. Desceu pelo tronco do pau, sujando toda a calcinha de esperma.

Quando terminou, Martinho tinha o pênis cheio de porra. Desenrolou a peça e limpou o pau com a fio-dental da irmã. Passou ela por todo o pau e o púbis, um pouco nas bolas, pra limpar toda a porra.

A fio-dental rosa da Florcha ficou cheia de porra morna. Ele subiu a calça e saiu do quarto com a calcinha escondida na mão.

Foi até o banheiro. Abriu a porta e falou pra irmã que já tinha usado, que tava deixando ela com toda a roupa dela. Ela aceitou.

Ele ficou na sala vendo TV.

Quando Florença saiu do banheiro, já foi procurar o irmão. Achou ele na sala, sentado no sofá na frente da TV.

- Mano, que porra é essa?
- Que coisa?

Florcha mostrou a fio-dental cheia de porra pro irmão, segurando ela pela ponta dos dedos.

- Isso é o que eu tô pensando?
- Ahh... sim, achei que podia te incomodar... não sabia se te falava.
- Essa coisa é sua porra, né?
- Sim...
- Você é idiota? Não pode ser TÃO NOJENTO ASSIM. Me estragou a fio-dental!
- Por quê?
- Como assim por quê???!!! Se deixou ela cheia de porra, nojento.
- Mas dá pra lavar, Flor.
- Dá???!!?? E quem vai lavar essa nojeira? E se a mãe vê isso?
- Ah.. haha, cê tem razão.
- Viu? E você acha que eu vou usar de novo? Isso depois de você ter enchido ela de porra? Além disso, eu e a Agustina compartilhamos nossas calcinhas fio dental, imagina se ela descobre.!!!!
- Relaxa, a gente lava bem e fica como nova.
- Você resolve tudo fácil, hein. O que você fez com isso? Não entendo como conseguiu sujar ela assim.
- Bom… primeiro eu cheirei… tinha um cheiro delicioso, aí bati uma punheta..
- De novo essas palavras!
- Bom, desculpa… tava..
- Não, deixa, fala do jeito que quiser… já era.
- Tá, bati uma punheta… e fiquei com tesão ainda, então cheirei de novo e tive que bater outra.
- Você bateu duas punhetas???? – Perguntou Florencia, surpresa.
- É… é que o negócio de hoje de manhã, quando você mostrou a raba, e depois cheirar sua calcinha, tava excitadíssimo! Aí quando bati a segunda, gozei e me sujei todo… e me limpei com sua calcinha.
- Como assim?!?! Você passou minha calcinha no seu pau???
- Sim, relaxa que lava, maninha…
- Não acredito. E eu quase tocando na sua porra, toma, lava você, porco!

Florencia entregou a calcinha fio dental pro irmão.

- Não é pra tanto, foi foda, valeu por me dar, Flor.
- É, já vi como foi foda, se você bateu duas punhetas e encheu ela de porra.
- Kkk, é que eu amo o cheiro da sua buceta.
- Biiiiirll! Não exagera.
- Desculpa, mas tô tentando ser sincero…
- É, eu sei, mas você é nojento. Da próxima vez que fizer isso, não me devolve, joga direto na máquina de lavar!
- Tá.
- Ah, e minha buceta tem um cheiro horrível, tenho vergonha de você sentir o cheiro. Só isso. E é, falo esses palavrões, pra ver se você me entende, kkk.

Florcha riu e foi pro quarto dela.

Martín foi pro tanque limpar a calcinha fio dental. Deixou de molho e tirou a porra grudada. Depois, jogou direto na máquina de lavar.

:::

Naquela mesma noite, como tinham combinado, Florencia e as amigas saíram com Martín. O cara não tava muito a fim de sair com um monte de mulher, mas era o que tinha que ser, o amigo dela não quis. Foram pra uma balada, onde algumas amigas da Florcha beberam demais e ficaram de paquera com os caras.

Florencia e Martín também tinham bebido, e a noite foi divertida na companhia. Ninguém chegou perto da Florencia, talvez pensassem que ela tava com o namorado… mas era o irmão dela.

Chamaram um taxi e voltaram juntos pra casa, já amanhecendo o domingo.

Entraram em casa tentando fazer o menor barulho possível. Zoavam um cara que tava tão bêbado que não conseguia ficar em pé na balada.

Florencia chegou no quarto dela, enquanto Martín tinha que seguir pelo corredor até o dele.

- Finalmente dormir. – Falou Florencia, bocejando.
- É, tô muito cansado.
- Essa tarde a gente estuda mais um pouco?
- Sim!!
- Haha, você quer estudar pra me ver.
- Também… embora eu goste de te ajudar.
- Haha, sim, claro.. descansa aí.
- Igualmente.

Depois do descanso, e após almoçar, Martín tava vendo um jogo de futebol, quando Florencia chegou na sala perguntar se ele queria estudar um pouco. Claro, o cara desligou a TV e saiu voando com ela.

A mesma cena se repetiu. Ela deitada na cama, ele sentado do lado, estudaram. Enquanto estudavam, Martín olhava pra rabeta dela e como a calcinha aparecia mínima por baixo da jeans.

- Tá olhando o quê? – Disse a mina.
- Que já tá aparecendo um pouco…

Florcha se olhou e riu.

- Bom, foca no estudo agora… depois isso.
- Tá usando desde ontem à noite, né?
- Sim.
- É uma fio dental como a de ontem ou uma calcinha?
- É uma calcinha, tarado, agora estuda!

Quando finalmente terminaram de estudar, Martín já tava com a calça apertando. Florencia fechou a pasta.

- Vai lá, irmãzinha, me mostra a calcinha.
- Vai ver se tem alguém perto. – Disse a mina.

Martín abriu a porta do quarto, mas não tinha ninguém por perto.
Fechou de novo, e sentou do lado ela.

- Ninguém.
- Ok.

Florcha desabotoou o jeans e ia abaixá-lo, mas antes Martín a segurou.

- Flor, quero que você mostre de frente.
- De frente?
- Sim!
- Ooookey.

A garota se ajoelhou na cama de frente para o irmão e abaixou o jeans até as coxas. Diante dele, apareceu a buceta da irmã coberta por uma calcinha branca. Dava pra ver que transparecia um pouco a moita de pelos da buceta.

- Já viu, vou subir o jeans.
- Pera aí mais um pouquinho, Flor.
- Ah, fala sério, querido, o que mais você quer ver?

Depois de mais alguns segundos mostrando a calcinha para o irmão, ela já subiu o jeans.

- Valeu, Flor, você está uma gostosa.
- Hahaha, vai se foder…
- Quando você vai tomar banho?
- Agora daqui a pouco vou, você vai usar minha calcinha?
- Sim, tô com muita vontade.
- Tá, mas não me suja de porra….
- Te incomoda muito? Se lava, ué… não seja chataaaa, adoro cheirar ela e adoro encher de porra.
- Porra?
- É assim que se diz sêmen, irmãzinha.
- Eu sei, seu bobinho…
- Então? Deixa eu gozar nela, por favor….
- Táááá, mas se encher de porra, coloca na máquina de lavar, não deixa largada, entendeu??? Se a Agustina ver, ela nos mata, e vai saber o que a mãe vai pensar se ver.
- Sim, fica tranquila.

Martín saiu do quarto. Florencia, só de pensar que o irmão ia bater uma punheta com a calcinha dela, já ficava excitada. No banheiro, tirou quase toda a roupa e esfregou bem a calcinha na buceta, pra garantir que ficasse bem molhada e cheirosa pro irmãozinho. Tirou a calcinha e deixou largada ali com o resto da roupa.

Depois de se banhar, o garoto entrou no banheiro e pegou a peça. Abriu bem e percebeu o quanto estava encharcada. O cheiro de buceta era insano. Bateu uma punheta e gozou em cima da calcinha direto. Limpou a pica com o pano da irmã e deixou ali. Quando terminou de se banhar, foi até o tanque e colocou na máquina. máquina de lavar.
A garota, quando foi dormir, recriou na mente imaginando como o irmão mais novo se masturbava cheirando a calcinha dela, e depois imaginou como ele passaria ela no pau, enchendo de porra quente e grossa. Ela se sentiu super excitada. No começo achava nojento, mas agora adorava. Curtia dar a calcinha molhada pro irmãozinho bater punheta e encher de gozo.

Teve que se masturbar na cama, pensando nisso. Enfiando a mão dentro da calcinha, se tocando no clitóris e nos mamilos. Decidiu ir mais longe, e enfiar a calcinha na racha da buceta, pra enchê-la ainda mais com os fluidos e o cheiro dela. Teve um orgasmo foda. Mal tinha ido dormir e já tava com a calcinha encharcada pra amanhã! Dormiu toda molhada.

Agora que sabia o que o irmão fazia com as roupas dela, tava mais tesuda do que nunca. Quase todo dia ficava excitada, e molhava o dobro das calcinhas. O irmão percebia isso, porque cada vez que recebia elas, tavam muito mais molhadas do que nas primeiras vezes.

:::Capítulo VII: Onde fica a linha do limite?Na segunda-feira, antes de ir pra escola, Florencia pensou em trocar a calcinha, sentia ela muito molhada por causa do orgasmo da noite anterior, mas deixou ela pra ficar, pra provocar mais o irmão dela.

Ficou a manhã inteira excitada, mesmo tendo se masturbado à noite. Precisava fazer de novo, Florcha tinha a necessidade de se tocar outra vez. De vez em quando, enquanto estava na sala e se certificava de que ninguém tava olhando, ela roçava os dedos disfarçadamente por baixo da saia do colégio, tocando de leve a buceta por cima da calcinha.

Na volta da escola, Florencia agradeceu ao Martín por ter feito os exercícios de matemática que ela tinha que levar naquele dia, porque estavam todos certos.

No meio da tarde, enquanto a mãe ainda tava no trabalho e a Agustina na faculdade, Florencia deixou as anotações de matemática pra ele na mesa da cozinha, porque tinham passado mais lição. Martín abriu os cadernos enquanto tomava um café.

— Hoje não vamos estudar? — perguntou o rapaz.
— Não tô muito a fim, além disso daqui a pouco tenho inglês.
— Ok. Mas tô com vontade de ver um pouquinho da sua calcinha.
— Hahaha. O trato era que eu mostrava quando a gente estudava!
— É, eu sei... mas como hoje não vamos estudar... deixa eu ver um pouquinho.
— Ahhh, não, você é muito trapaceiro! Agora vou tomar banho, vou deixar ela no banheiro pra você se masturbar depois.
— Simmm, valeu, irmãzinha.

Depois de entrar no banheiro, Florencia tirou toda a roupa menos a calcinha. Abriu o chuveiro e começou a se tocar de novo antes de entrar.

Tava parada na frente da banheira, apoiada na parede. Se tocava o clitóris em círculos pra se dar prazer. Mais molhada, mais safada, mais excitada que nem uma gostosa. Levava dois dedos à boca pra lamber, e depois de novo no clitóris pra estimular. Não demorou pra chegar ao clímax. Gozou que nem uma puta, deixando o máximo de rastro possível na calcinha que naquela altura já tava quase completamente encharcada. empapada direto. Ela tinha se masturbado duas vezes em cima daquela calcinha.

Ela enxugou toda a porra da buceta com a calcinha e deixou ela largada no banheiro pro irmão dela.

Em poucos dias, ela tinha se transformado numa putinha.

Florença saiu do banheiro já vestida, penteou o cabelo e foi pra aula de inglês, dando tchau pro irmão que ainda tava fazendo a lição dela na mesa da cozinha.

Assim que o moleque terminou a tarefa, foi até o banheiro, pegou a calcinha molhada da irmã e fez o de sempre. Não acreditava como a irmã deixava elas encharcadas, mas agradecia. Depois de sentir o cheiro da buceta suja da irmã, colocou a calcinha na ponta da rola pra terminar a punheta e encher ela toda de porra quentinha.

Depois de fazer isso, dobrou ela todinha e jogou na máquina de lavar banhada de sêmen.

Pouco depois, chegou a irmã mais velha, Agustina, da faculdade. A primeira coisa que fez foi tomar um banho. O que aconteceu quando Martín foi se lavar? Ele remexeu a roupa da Agustina, achou a calcinha dela e bateu mais uma punheta.

Dessa vez era uma calcinha preta, diferente das da Florença, não tava molhada. Tava toda seca, mas quando cheirou a parte da buceta, sentiu aquele cheiro inconfundível de buceta, embora não tão forte, mas igualmente excitante.

Nessa calcinha ele não podia gozar, então bateu a punheta só cheirando ela.

Depois de tudo isso, já bem satisfeito, foi tomar banho.

Depois do jantar, Martín sentou do lado da Florença no sofá da sala, enquanto a Agustina e a mãe já tinham ido dormir.

- Terminei sua lição, Flor. Deixei tudo na sua pasta.
- Sério??? Muito obrigada, irmãozinho!! Sua recompensa eu deixei no banheiro como prometi.
- Siiim, valeu por deixar pra mim, Flor, juro que adorei!!
- Que bom, então você se divertiu.
- Muito!!! Ontem e hoje você deixou elas muito molhadas. Tinha um cheiro delicioso. Bati uma masturbação com a sua, e depois bati outra com a calcinha da Agus.
- Com as duas?!!!??
- Sim hehe.
- As da Agustina você também cheira?
- Sim.
- Kkkk, que cara safado. Vou dormir. Até amanhã.
- Até amanhã, maninha.

:::

Amanhecia. Quando ia se levantar da cama, Martín percebeu que a cabeça estava explodindo, e sentia dor de garganta.

Disse pra mãe que não estava bem. Mamãe colocou a mão na testa dele pra medir a temperatura e deu o diagnóstico: "você está com febre, querido" "Fica hoje dormindo e descansando".

O rapaz não falou mais nada e ficou na cama dormindo, enquanto as irmãs se arrumavam pra ir pra universidade e pra escola.

Dormiu até o meio-dia, quando levantou e preparou o almoço pras três mulheres da casa. Ele não estava com fome, só ia tomar uma sopa quente, e voltou a dormir a sesta.

De tarde, Florencia entrou no quarto do irmão e acordou ele.

- Vamos estudar um pouco? Ou você tá muito dodói?
- Tô dodói mas posso estudar, ainda mais com você.
- Kkk.

O garoto aceitou. Florencia disse pra ele ficar deitado na cama, e ela sentou do lado dele. Abriu a pasta, e Martín foi ensinando uns problemas de matemática e as soluções.

Florencia estava vestida com uma regata decotada, que convidava a espiar os peitos, e a saia xadrez vermelha e preta do colégio, sentada de pernas cruzadas na cama do irmão. Martín olhou pra ela, olhava as pernas dela, e obviamente queria ver o que tinha debaixo daquela saia escolar.

- E esse problema, como resolve? - Perguntou a garota.
- Assim... você tem que... (a explicação do rapaz)
- Aí consegui!!!! - Exclamou Florencia.
- Que bom.

Florencia olhou pro irmão, e percebeu como ele olhava descaradamente pras pernas dela.

- Você tá doente mas continua me olhando do mesmo jeito, hein, kkkk.
- Kkkk, sim. Que pernas lindas.
- Obrigada. - Hoje é sua vez de cumprir sua parte no trato, hein.
- Kkkk sim, maninho, fica tranquilo que não esqueci.
- Hoje você tá de calcinha ou fio dental?
- Fio dental.
- Vai de fio dental pra escola?
- Kkkk sim, ninguém vê, hein, não fica com ciúmes.
- Kkkk. Me mostra o fio dental, maninha?
- Sim, tarado.

Florencia descruzou as pernas, abriu um pouquinho, e levantou a saia, assim sentada na cama, pra mostrar a parte da frente do fio dental pro irmão. Martín via o triângulo azul do fio dental cobrindo a ppk da irmã.

- Hum, que linda, Flor. Tô com o pau durasso.
- Por me ver de fio dental?
- Simmm. Você se anima a levantar e tirar a saia?
- Você ia gostar de me ver sem saia?
- Sim, por favor. Quero ver como o fio dental fica na sua raba.

Florencia não conseguia evitar de molhar o fio dental. A situação tava demais pra ela, tava muito tesuda, com a ppk inchada de tesão. Quanto mais inchava, mais a tirinha fina do fio dental sumia. O fio dental tava um pouco enfiado na ppk.

Ela se levantou e tirou a saia até os pés. Se virou, mostrando a bunda enorme enfiada no fio dental pro irmão. Só cobria a rachadura do cu.

- Uff, adoro como o fio dental fica em você, Flor… mas gosto mais da sua raba… é enorme!
- Kkk, sério que você gosta da minha raba?
- Simmm, além disso, o fio dental quase não cobre nada… você vai me dar pra eu bater uma punheta?
- Sim, daqui a pouco vou tomar banho.
- Tá molhada igual a calcinha de ontem?
- …Sim, tá um pouco molhada.
- Que bom… mal posso esperar pra cheirar sua ppk, maninha.
- Vai ter cheiro bom?
- Simmm… já te falei que é uma delícia, vou gozar na hora.
- Vai encher ela com sua porra?
- Sim, não aguento mais… tô com o pau durasso, Flor.
- Quer que eu te dê agora?
- Simmm.

Florencia levantou a saia. Enfiou as mãos por baixo e foi descendo o fio dental pelas coxas, sem que Martín pudesse ver nada.

Pegou o fio dental todo molhado e jogou pro irmão. na cama.

- Vou tomar um banho. Se diverte.
- Valeu, Flor!!!

Florencia saiu do quarto do irmão de saia e sem nada por baixo, com a buceta ardendo. Assim que entrou no banheiro, sentou no vaso, abriu as pernas o máximo que conseguiu e se masturbou como nunca. Cuspiu nos dois dedos e passou por toda a buceta peluda, tentando aliviar a ardência, a puta excitação. Imaginou como o irmão, naquele momento, devia estar cheirando a calcinha dela, curtindo o cheiro da buceta dela, e enchendo ela de porra quente, gostosa e grossa. Gozou um tesão do caralho, tentando não gemer que nem uma puta. Ficou tremendo. Agarrou forte os pelos da ppk e levou os dedos à boca. Nunca tinha sentido a xota tão inchada.

E o irmão? Assim que Florencia saiu do quarto dele, ele baixou a calça e cheirou a calcinha inteira que segundos antes tinha estado enfiada na buceta e na raba da irmã. Tava tão excitado que gozou na hora. Saiu tanta porra. Encheu a pica e o saco de leite. Limpou tudo passando a calcinha na pica e nos ovos, deixando ela toda melada de porra.

Pouco depois, já calma, Florencia saiu do banho. Foi ao quarto do irmão, enrolada numa toalha, buscar a calcinha. Ele entregou.

- Ah, legal. Quantas punhetas você bateu? Kkkk.
- Só uma… mas saiu muita porque você me deixou muito excitado, irmãzinha.
- Kkkk, a culpa é minha? Fazer o quê, não vou ter escolha a não ser mexer no seu leite.

Florencia pegou o que parecia a calcinha dela, toda suja de fluidos vaginais e porra do irmão. Teve que sujar os dedos de porra. Foi pro quarto dela se vestir. Deixou a calcinha no chão, pra depois levar pra máquina. Tava se vestindo quando ouviu a mãe chegar em casa.

- Florenciaaaaaa – gritou a mãe da sala.
- O quêêêêêêêêê? – respondeu ela.
- Preciso de ajuda com uma coisaaaa.

Florcha se vestiu rápido e foi. Vamos ver o que a mãe dela queria. Tinha que ajudar ela com umas sacolas de compras do supermercado.

Enquanto ajudava a mãe com isso, viu a Agustina passando, que chegava em casa e ia direto pra sala. Florencia lembrou da tanga cheia de porra no quarto dela.!!!!!!!!!!

Tarde demais. Florcha largou uma das sacolas de verduras no chão e olhou pro corredor. Viu a irmã entrar no quarto dela.

“Ah, não. E agora?”

A mãe perguntou o que tinha acontecido, que ela ficou besta. Ela terminou de arrumar as coisas e foi pro quarto dela.

Não sabia se entrava ou não. Talvez ela não tivesse visto, pensou. Tava apavorada e tremendo!!!!!!!! Fazia um tempo que tava tremendo por causa do orgasmo, e agora tava tremendo de medo.

Finalmente, abriu a porta. Viu o pior. Agustina com a tanga nas mãos, tentando descobrir que tipo de nojeira era aquilo.

Agus viu ela entrar e encarou. Florencia entrou e fechou a porta.

- Florencia… isso é o quê?

Florcha ficou muda, enquanto sentia os olhos começarem a lacrimejar, tremia, e começava a chorar que nem uma criança.

Continua…

5 comentários - Irmãs: fio dental e calcinha III

Que garrón que no esté más. Que pasó? Vale la pena que lo resubas, se agradece. La leí en su momento. Una historia muy caliente.
gracias, ni idea, quizás se fue solo o pasó algo más, la verdad no lo sé
Una de las mejores historias del sitio. Una pena que NickBendt se fuese/le borrasen el usuario.
sí, una pena tremenda, tenía muy buenos relatos
No tenes el de un verano con mi hermana? Era del nick tambien
me tengo que fijar, si lo encuentro lo publico
Trvp7 +1
Es elo podcast martin 🤣🤣🤣