Comi uma amiga gostosa no verão

Comi uma amiga gostosa no verãoBeleza, galera, esse é meu primeiro relato real. Vou tentar ser o mais explicativo possível pra vocês se colocarem no lugar daquele cara num verão de 2017. (Os nomes vou trocar por questão pessoal) Era uma noite já meio tarde... tipo 03:20 da manhã, eu tava voltando da casa de um amigo de jogar videogame (eu era um pivete) e voltando pro bairro, escuto numa esquina "ei, amigo". Viro e vejo uma amiga daquelas típicas que você vê na rua e cumprimenta, mas nada além... nem uma conversa na vida toda. Cumprimento como de costume (e eu na idade de pirar com qualquer coisa, os hormônios fervendo da cabeça aos pés e nas veias corria mais porra que sangue...) e sigo meu caminho pra casa, que já era tarde. (Sou de uma cidade bem tranquila, então andar na rua nesse horário não dá nada) De repente escuto "vem cá, Santi", e volto e vou direto pra casa dessa amiga que tava me chamando... aliás, uma morena gostosa, jogadora de hóquei... tava ali pra foder, baixinha, olhos castanhos e uma bunda dura que nem pedra... daquelas que eram gordinhas e meteram a cara num esporte e ficaram 7-10. "Oi, Mili, tudo bem, como cê tá?" Pergunto ao virar depois de beijar a bochecha dela... eu, verdade seja dita, nunca me senti atraído por ela, mas naquela noite eu senti o clima na hora, mesmo sendo um cara virgem. "Essa quer alguma coisa... pra que caralho ela me chama nesse horário?" pensava enquanto voltava... e começamos uma conversa daquelas que você tenta de algum jeito fechar algo, mas tem impedimento... ficamos um tempão conversando até que deu umas 04:00, e nisso chega um amigo dela, pá pá pá, e do nada vejo que ela comeu ele e ele foi embora... "Tipo, que porra é essa, essa é uma doida", e acendeu a luz na hora... "Tô dormindo, mano, já devia ter metido ela como um prego na minha amiguinha, mas eu tava com um sono da porra já", do nada ela solta: "Cê podia ficar pra dormir, mas tá... Minha mãe em casa haha" — "Uau, a puta da mãe, eu comecei a ficar com tesão pra caralho e já queria comer ela também, mas sou mais na minha... tipo, só parto pra cima se for muito seguro... e pergunto: 'Quando sua velha for embora, eu faço a segunda?' (Eu morava a duas quadras). A gente conversava super à vontade, mesmo nunca tendo trocado ideia antes... só 'oi' e 'tchau'. Nessa hora ela fala: 'Fala, passo meu número e quando ela for embora te mando, ok?' 'Claro, Mili, você manda e a gente joga um mate do jeito que quiser.' Despeço ela numa boa, sem saber que aquela noite ia ser inesquecível... Chego em casa e deito na cama de uma vez... deixei o celular no volume máximo pra caso ela mandasse mensagem... mas não consegui pregar o olho a noite toda esperando a mensagem haha... Passaram as horas e eu dormi um pouco, até que o barulho do celular me acordou e, quando olhei, era a Mili dizendo: 'E aí Santi, minha velha acabou de sair, vem se quiser'... Falei 'Porra, Sandra' e peguei tudo acordado pra caralho, vesti a melhor camiseta que tinha, uma bermuda maneira e umas havaianas que eram do meu tio, que calçava uns 43, o filho da puta... aquelas havaianas de borracha com tira de pano colorida, estilo gaúcho, com uns desenhos, e um pouco de perfume, e saí com os olhos saindo da cara de sono, além de bater as havaianas enormes. Chego e vejo que ela me esperava atrás de um portão que cobria a esquina da casa, ela com o celular na mão, parecia meio envergonhada por nunca ter tido esse tipo de interação social comigo. Entro e ela fala: 'Vamos dormir? Ou tomar um mate, algo assim...' Respondo: 'Vamos dormir, Mili, tô com um sono da porra haha.' Na sequência, ela coloca o peito na parada — que por sinal tinha umas tetas enormes pra idade dela, que logo eu ia lamber com minha língua, mas eu não fazia ideia que isso ia rolar. Ela, ao sair na frente, me deu a chance de ver aquela bunda bem empinada que ela tinha, vestindo um short de hóquei e por baixo uma fio dental que marcava e me deixava de cabelo em pé, mas eu pensava... essa é maluca, só. Ela me convidou pra dormir e só. Chegamos no quarto dela, que era perto da entrada, e as coisas já estavam meio arrumadas, parecia. Duas camas prontas pra escolher em qual a gente ia liberar dopamina em algum minuto imprevisível. Ela se vira e me pega com os olhos cravados naquela bunda morena que eu já não controlava mais, quem controlava era ela, e nós dois já sabíamos o que queríamos, só faltava o primeiro passo. Vejo na boca dela um sorriso safado e ela fala: "Você deita aí e eu nessa cama". Eu concordo com a cabeça e me deito, pensando no sorriso que ela me deu e me mandou pra outra cama, e eu pensando: "O passo sou eu que tenho que dar", mesmo estando cagado de medo até o peito porque nunca tinha comido ninguém antes e minha amiga Mili intimidava com aquela bundinha pequena. Começamos uma conversa no mesmo clima da anterior, mas dessa vez ativei meu modo comedor e solto: "Viu como seu amigo comeu sua boca ali atrás?" Mili responde com a voz já meio safada e quente: "Ah, sim, ele é muito pesado..." Soltei mais duas palavras e, apostando tudo na mesa, falo: "E se eu te beijar, você vai falar alguma coisa?" E Mili, já entregue, diz: "Não, idiota, me beija." Chamo ela pra onde eu tô e ela deita do meu lado... Olho um pouco nos olhos dela e como a boca dela, e a gente se desespera rápido, parecia que ela tinha pensado em mim tanto quanto eu nela. Desço devagar e meto a mão por baixo do short dela e, enquanto beijava, ela se deixava tocar toda na bunda e, aos poucos, me aproximando da buceta, mando um dedinho e tava molhadíssima, a filha da puta. Do jeito que a gente tava, falo: "Como é que a gente tá, hein?" E ela responde: "Hum, sim." E vou descendo o short dela devagar, deixando à vista aquela bunda preta com uma fio dental branca que parecia feita pra mim. A gente continuou se comendo que nem bichos insaciáveis, e levanto a blusa dela e tiro a minha (eu meio trincado, cara, fazia artes marciais e tava meio definido, de vencedor). Pra minha sorte, ela não tinha nada por baixo da blusinha de viagem dela. formandos e chupei os dois peitos como o que era... um cara. No tesão que a gente tava, ele deu um tempo pra pegar uma camisinha e continuamos nos comendo, e ele me pergunta: "como você vai me colocar?"... eu não fazia a menor ideia e até hoje me arrependo, mas beleza... coloquei de missionário, eu, cara virgem, usando camisinha pela primeira vez e, pra minha sorte, a pica encaixava bem naquele preservativo... vi ela já entregue e só aí me dei ao luxo de olhar pros pezões pretos enormes que ela tinha e aquela buceta depilada... a pica tava duríssima e, mesmo sendo virgem, acho que eu já manjava um pouco, comecei a passar a pica de cima a baixo na buceta dela e deixei cair de uma vez até o talo, e ela soltou um grito que eu nunca tinha ouvido na vida e fiquei doido. Continuamos nos comendo, eu metia com força e dava bomba um tempo, ouvia ela gemer, e depois ia devagar pra não gozar igual um animal tão cedo... ficamos assim uns 20 minutos até que vi ela começar a mijar e percebi que ela tava gozando, com mini convulsões, e entre gemidos ela falou: "vai, cara, termina" e eu meti sem parar... parecia que nossas pelves batiam palmas e gozei dentro com a camisinha, e ficamos um tempo nos comendo, todos suados por causa do calor do verão, mas que importava... a gente se divertiu muito... depois ela mandou umas poses quando terminamos de transar, mas de puta mesmo, dava pra ver que eu tinha comido bem... já era umas 10 da manhã e falei que ia voltar pra casa e que a gente tinha que repetir... umas duas vezes a mais a gente fez loucuras e daí até hoje nada, se eu ver que apoiam a causa, posso chamar ela de novo e ver no que dá... aí vai uma fotinha dela que ela me mandou, e se rolar, vou tirar fotos melhores dela. Valeu, resumi um pouco a história... espero que curtam e entendam.

5 comentários - Comi uma amiga gostosa no verão

Buen relato y buena experiencia, que buen vecindario 🙂 😎
Buen relato! Linda historia y hermosa la pendeja
Rodr23
Día temenda cola para romperla toda..