E aí, galera, tudo bem? Hoje vou contar o que rolou com a filha da minha prima, que vamos chamar de S, que acabou de fazer 18 anos. Bom, a S desde nova já era bem desenvolvida e a gente sempre teve uma intimidade bem legal, porque sou o que mais passava tempo na casa dela. Ela é uma morena fofa, pele morena, bem gostosinha, com um bumbum espetacular e uns peitos normais. Um dia, quando cheguei de viagem, ela me pergunta se a gente vai tomar um mate. Eu falei: "Sim, daqui a pouco eu vou." S: "Beleza, já ponho a chaleira." Y: "Tranquilo, num instante eu passo." S: "Vem, priminho."
Quando cheguei, ela tinha acabado de acordar. Bati na porta e ela disse pra entrar. Entrei e perguntei onde ela tava. Ela falou: "No quarto." Eu esperei na cozinha e ela me chamou: "Vem aqui dois segundos." Quando entrei, fiquei boquiaberto ao vê-la deitada, só coberta com um lençol que ficava transparente com o sol, e dava pra ver uma calcinha fio dental vermelha. Cumprimentei e falei: "Vamos tomar mate?" Ela respondeu: "Traz aqui." Y: "Ah, nem, vamos lá." S: "Vai, faz o mate na cama, não tô com vontade de me trocar." Y: "Ah, para com isso, levanta e faz o mate." S: "Prefiro ficar aqui, vai, faz o mate, quero ficar deitada de fio dental."
Fui, preparei o mate e tudo, e a gente começou a conversar besteira. Em um momento, soltei, fazendo de bobo: "Sério, você tá de fio dental? Hahaha." S: "Sim, não acredita?" Y: "Não sei, talvez seja papo pra não levantar." S: "Tá falando sério, tô de fio dental, olha." Ela se descobriu e me mostrou o fio da calcinha do lado, e meu pau ficou duro na hora, já queria comer ela. Y: "Seu namorado veio ontem? Hahaha." S: "Não, ele é um virjão, hahaha." Y: "Que foi?" S: "Nada, ele não sabe fazer nada além de gozar e ir embora." Y: "Hahaha, que merda. Mas você tá gostosa, hein, garota." S: "Você acha, primo?" Y: "Aham, deixa ele aí, tem coisa melhor." S: "Vou no banheiro, me espera?"
Pensei que ela ia falar "não olha" ou "sai", mas não. Ela se levantou na minha frente e disse: "Vou no banheiro e já volto pra cama, me espera dois segundos." Ao vê-la andando até a porta, pensei: "É agora ou nunca." Quando ela voltou: Y: "Que rabão, hein!" S: "Nada a ver." Y: "Olha o que seu namorado perde com essa cara de bobo." S: "Ele não tem coragem, tem medo, hahaha." Y: "Bom, eu te chuparia. Tudo. Caiu um silêncio constrangedor e eu pensei: "fodeu". Aí ela me responde: "Se anima a chupar?" E óbvio, por que não, haha. E eu acaricio a perna dela. Ela: "Me faz massagem? Pufavô". E nem a pau, prefiro fazer outra coisa. Ela: "Qual?" Aí eu comi a boca dela e minhas mãos foram direto pros peitos. Apertei e no meio do beijo escapou um gemido. Aproveitei pra tocar aquela buceta que eu tanto queria. Tava bem molhada, então os dedos entraram fácil. Ela: "Mmm, que gostoso, primo". E: "Faz tempo que você me deixa com fogo". Ela: "E você a mim, sempre quis isso". Desci até as pernas dela, abri e comecei a chupar sua buceta devagar. Enfiava a língua e subia até o clitóris pra puxar com meus lábios. Ela: "Aaah, que gostoso... Meu namorado nunca faz isso". E: "Seu namorado é um corno". Ela: "Sim, e eu tou te dando com você". Continuei chupando mais um pouco e disse: "Vem, sua vez agora". Ela começou a chupar meu pau com suavidade. Beijava a cabeça e descia pelo tronco até enfiar na boca. Não chegava até o final porque engasgava, mas era um boquete ótimo. Ela continuou chupando mais um pouco. Ela: "Me come, primo". E: "Fica de quatro". Comecei a foder ela devagar e no pelo, enquanto ela segurava os gemidos. Dei um tempo nela de quatro e com meu dedo brincava com seu cuzinho, bem fechado e virgem. Deixei cair saliva e fiquei brincando. Ela: "Isso me deixa com muito tesão". E: "Agora vem o melhor". Tirei o pau e, mantendo ela de quatro, abri a bunda e comecei a chupar como um louco. Abria seu cuzinho suavemente com a língua e ela se agarrava no lençol. Uma vez bem lubrificado, parei de chupar e, sem dizer nada, comecei a enfiar devagar. Ela: "Para, dói". E: "Sempre quis arrombar seu cu, putinha". Ela: "Ayyy, dói, para". E: "Calma e cala a boca, morde o travesseiro". Ela: "Tá bom, chega". Mordeu o travesseiro e eu enfiei a cabeça toda. Ela deu um pulo, mas eu me firmei. E: "Vem aqui, putinha". Ela: "Chega, tá doendo, tira". E: "Aguenta um pouco". Ela: "Qualé, tira". Continuei fodendo o cu dela mais um pouco até entrar mais fundo, e ela disse que doía muito e queimava. Isso me deixou ainda mais louco, e eu disse que já ia gozar se ela aguentasse. Ela disse que sim, e enchi o cuzinho dela de porra. Ela: "Filho da puta... você me deixou o... Cu doendo. E, mas você gostou?
S: Sim, adorei.
Y: E agora essa bunda é minha.
S: Toda sua, me come sempre.
Y: Óbvio.
Me levantei, me troquei e tomamos uns mates e fui tomar banho. Ela não sei o que fez, mas no outro dia acordo com uma foto normal que dizia: "Ainda tá doendo, mas eu adoro que você me coma assim. Quando você faz de novo?
Quando cheguei, ela tinha acabado de acordar. Bati na porta e ela disse pra entrar. Entrei e perguntei onde ela tava. Ela falou: "No quarto." Eu esperei na cozinha e ela me chamou: "Vem aqui dois segundos." Quando entrei, fiquei boquiaberto ao vê-la deitada, só coberta com um lençol que ficava transparente com o sol, e dava pra ver uma calcinha fio dental vermelha. Cumprimentei e falei: "Vamos tomar mate?" Ela respondeu: "Traz aqui." Y: "Ah, nem, vamos lá." S: "Vai, faz o mate na cama, não tô com vontade de me trocar." Y: "Ah, para com isso, levanta e faz o mate." S: "Prefiro ficar aqui, vai, faz o mate, quero ficar deitada de fio dental."
Fui, preparei o mate e tudo, e a gente começou a conversar besteira. Em um momento, soltei, fazendo de bobo: "Sério, você tá de fio dental? Hahaha." S: "Sim, não acredita?" Y: "Não sei, talvez seja papo pra não levantar." S: "Tá falando sério, tô de fio dental, olha." Ela se descobriu e me mostrou o fio da calcinha do lado, e meu pau ficou duro na hora, já queria comer ela. Y: "Seu namorado veio ontem? Hahaha." S: "Não, ele é um virjão, hahaha." Y: "Que foi?" S: "Nada, ele não sabe fazer nada além de gozar e ir embora." Y: "Hahaha, que merda. Mas você tá gostosa, hein, garota." S: "Você acha, primo?" Y: "Aham, deixa ele aí, tem coisa melhor." S: "Vou no banheiro, me espera?"
Pensei que ela ia falar "não olha" ou "sai", mas não. Ela se levantou na minha frente e disse: "Vou no banheiro e já volto pra cama, me espera dois segundos." Ao vê-la andando até a porta, pensei: "É agora ou nunca." Quando ela voltou: Y: "Que rabão, hein!" S: "Nada a ver." Y: "Olha o que seu namorado perde com essa cara de bobo." S: "Ele não tem coragem, tem medo, hahaha." Y: "Bom, eu te chuparia. Tudo. Caiu um silêncio constrangedor e eu pensei: "fodeu". Aí ela me responde: "Se anima a chupar?" E óbvio, por que não, haha. E eu acaricio a perna dela. Ela: "Me faz massagem? Pufavô". E nem a pau, prefiro fazer outra coisa. Ela: "Qual?" Aí eu comi a boca dela e minhas mãos foram direto pros peitos. Apertei e no meio do beijo escapou um gemido. Aproveitei pra tocar aquela buceta que eu tanto queria. Tava bem molhada, então os dedos entraram fácil. Ela: "Mmm, que gostoso, primo". E: "Faz tempo que você me deixa com fogo". Ela: "E você a mim, sempre quis isso". Desci até as pernas dela, abri e comecei a chupar sua buceta devagar. Enfiava a língua e subia até o clitóris pra puxar com meus lábios. Ela: "Aaah, que gostoso... Meu namorado nunca faz isso". E: "Seu namorado é um corno". Ela: "Sim, e eu tou te dando com você". Continuei chupando mais um pouco e disse: "Vem, sua vez agora". Ela começou a chupar meu pau com suavidade. Beijava a cabeça e descia pelo tronco até enfiar na boca. Não chegava até o final porque engasgava, mas era um boquete ótimo. Ela continuou chupando mais um pouco. Ela: "Me come, primo". E: "Fica de quatro". Comecei a foder ela devagar e no pelo, enquanto ela segurava os gemidos. Dei um tempo nela de quatro e com meu dedo brincava com seu cuzinho, bem fechado e virgem. Deixei cair saliva e fiquei brincando. Ela: "Isso me deixa com muito tesão". E: "Agora vem o melhor". Tirei o pau e, mantendo ela de quatro, abri a bunda e comecei a chupar como um louco. Abria seu cuzinho suavemente com a língua e ela se agarrava no lençol. Uma vez bem lubrificado, parei de chupar e, sem dizer nada, comecei a enfiar devagar. Ela: "Para, dói". E: "Sempre quis arrombar seu cu, putinha". Ela: "Ayyy, dói, para". E: "Calma e cala a boca, morde o travesseiro". Ela: "Tá bom, chega". Mordeu o travesseiro e eu enfiei a cabeça toda. Ela deu um pulo, mas eu me firmei. E: "Vem aqui, putinha". Ela: "Chega, tá doendo, tira". E: "Aguenta um pouco". Ela: "Qualé, tira". Continuei fodendo o cu dela mais um pouco até entrar mais fundo, e ela disse que doía muito e queimava. Isso me deixou ainda mais louco, e eu disse que já ia gozar se ela aguentasse. Ela disse que sim, e enchi o cuzinho dela de porra. Ela: "Filho da puta... você me deixou o... Cu doendo. E, mas você gostou?
S: Sim, adorei.
Y: E agora essa bunda é minha.
S: Toda sua, me come sempre.
Y: Óbvio.
Me levantei, me troquei e tomamos uns mates e fui tomar banho. Ela não sei o que fez, mas no outro dia acordo com uma foto normal que dizia: "Ainda tá doendo, mas eu adoro que você me coma assim. Quando você faz de novo?
3 comentários - La hija de mi prima