Gira o chefe da buceta no bairro - Parte 1

Era uma madrugada fria, tava sem sono, e entrei nos meus perfis de putaria, mais pra ler uns contos ou ver geral se virando do que pra transar. Aí, do nada, um cara num chat me manda que tá afim de tomar uma broxada. Fala que tá perto da minha quebrada, umas 15 quadras. E que não tem local, mas que a gente podia ir pra um lugar bem maneiro perto da casa dele onde ninguém vê. Perguntei se era uma casa, uma praça, sei lá, e ele solta que é a entrada de uma casa. Fiquei meio desconfiado, porque ia ser quase na rua, e se passasse alguém na calçada ou algo assim, ia dar mó na cara. Mas, verdade seja dita, a conversa me esquentou, e bateu uma vontade de rola e gozo (quando não, né? haha). Falei que em 20 minutos tava lá. Ele manda eu esperar numa esquina, num lugar específico.
Não tinha nem viva alma na rua, ainda mais que naquele pedaço do bairro quase não passa ônibus. Chego no lugar combinado, aviso ele, e em uns minutos aparece um cara gordinho, de moletom e boné, cara de malandro, com um copo de birita. A gente se cumprimenta, ele me oferece um gole (recuso educadamente), e fala "vamos ali na esquina". Literalmente, era na esquina, uma rua meio escura. Chegamos na entrada de uma casa/prédio baixo, que mesmo sendo meio escondida, tava bem iluminada, e como o resto da calçada era mais escuro, pra mim tava na cara. Mas antes de ir, eu já desconfiava se não era uma casa com gente, e dava pra ver que era uma construção que, embora bem adiantada, ainda tava em obra. Então, certeza que tava vazia. O cara entra lá pra dentro e faz menção de tirar o pau, me chamando pra entrar junto. Mas nessa hora, vejo os faróis de um carro entrando na quadra. E, de fato, um carro parou perto da gente, embora estivesse escondido pelos galhos de uma árvore e outros carros estacionados do nosso lado, além da escuridão geral da rua. O cara sai do portão, e a gente fica na calçada fingindo que tava bebendo. Era um carro que veio deixar alguém. Espero o passageiro entrar no prédio dele e o carro vai embora. Enquanto isso, meu eventual amigo me avisa que tinha uns caras bebendo na outra quadra. E, de fato, do nosso lado da calçada, mas na quadra seguinte, tinha um grupo de uns 3 caras. Fico na dúvida se não tava sendo muito na cara. Quando o carro vai embora, meu amigo fica ali, na calçada, quase na beira do meio-fio, protegido pela árvore, pelos carros e pela escuridão. "Vem, chupa aqui que é melhor", ele fala. Eu tava pensando nos caras da outra quadra. E também na janela que a gente tinha na frente, que mesmo sendo de vidro fosco, tinha uma luz fraca acesa. "Não, amigo, ali não rola nada. E os caras tão longe pra caralho, além de que tão na deles, os moleques, vem chupar, vai"... E é isso, já tava no clima!
Ali mesmo, na calçada, me ajoelho na frente dele e descubro a pica dele debaixo de uma cueca já meio velha de serviço. Não tenho nojo de nada, mas essa pica era BEM pequena (tamanho de mindinho, e grossura tipo dois mindinhos juntos). Além disso, tava mortinha. Mas como eu falei, não tenho nojo de nada, não tinha ido até lá pra voltar de boca vazia. Então começo a chupar ela. Ficou bem dura. Não cresceu muito, mas a rigidez ajudava na tarefa. Quase de cara ele pegou minha nuca e começou a marcar o ritmo. Firme, mas sem desespero. A real é que a situação me deixava super a mil, então eu chupava com muita vontade. Ficamos uns bons minutos ali, chupando sem parar. Nunca passou ninguém, e os caras da outra quadra realmente estavam na deles. De repente ele fala "vamos pra outro lugar mais tranquilo". Achei que queria voltar pro prédio do começo. Mas não, ele começou a sair de lá, então fui seguindo ele.
Terminamos no local onde nos encontramos. Algo que parecia ser um depósito de bairro, mas com as persianas abaixadas, com uma cobertura que trazia mais escuridão pra já existente na quadra. Sentei num murinho que tinha, e meu amigo parou na minha frente, pelando a pica. Comecei a chupar de novo. Já tava pouco me fodendo se alguém passasse. Melhor! Assim esquenta! Chupava desesperado, em parte porque a situação de estar chupando pica no meio da calçada me deixava do caralho, e em parte porque queria que acabasse logo. Ele continuava marcando o ritmo com as mãos na minha nuca. E isso me esquentava ainda mais. De novo, ele tira. "Vem mais pra cá", ele fala, se apoiando num carro estacionado na calçada. Aí me faz continuar chupando. Até aí não tinha usado as mãos, mas minha boca já tava cansando. Então comecei a bater uma pra ele. Pela primeira vez olhei pra ele. O cara tava sempre de olho pros lados pra ver se alguém passava. Me senti cuidado, haha. A posição pra mim era meio desconfortável, e ele percebeu. De novo, guarda a pica e fala "vamos pra outro lugar". Então, segui ele de novo, peregrinando pelo bairro...
Fomos pra outra quadra. Dessa vez ele entrou na entrada de um comércio, também meio escondido, mas agora no escuro. Quando tirei o pau dele da cueca, dessa vez tinha broxado (desde que tinha ficado duro na primeira mamada, nunca tinha murchado). Pensei "afff, agora vou ficar meia hora chupando até ele gozar". O cara parecia mais tranquilo, menos alerta. E começou a quase foder minha boca. Me segurou firme pela nuca e meteu com tudo. "Vou engolir a porra?" me perguntei. Minha resposta foi balançar a cabeça que sim, colaborando com o vai e vem do pau dele na minha boca. Ele me perguntou mais umas duas vezes, talvez pra se animar. E comecei a sentir a essência dele... E aí, depois que soltou a última gota, guardou o pau, e me disse "tchau, a gente se vê". E foi embora.

1 comentários - Gira o chefe da buceta no bairro - Parte 1

que rico morbo, me encanta chupar pija en baños, plazas o parques oscuros, baldios
si, donde sea, pero chupar pijas a full!!