Bom, hesitei muito em postar essa história real na internet, já que sempre foi algo que mantive em segredo. Meu nome é Javier, tenho 30 anos e isso aconteceu no final de 2018. Sou torcedor fanático do River Plate, infelizmente não vou mais ao estádio com tanta frequência quanto gostaria (além da quarentena), mas antes era costume ir a cada dois domingos para a arquibancada assistir a um bom jogo. Sou loiro, olhos verdes puxando para o azul claro, 1,80m de altura e, na real, na rua passo despercebido, zero trejeitos. Mas... sou bissexual enrustido e, se tem uma coisa que eu gosto, é me ajoelhar na frente de um macho bem leiteiro e tirar até a última gota. Pra não enrolar, no final de 2018, como todo mundo sabe, o River dançou no Boca, ganhando de 3 a 1, e eu não cabia em mim de tanta alegria, tanto que aproveitei pra enlouquecer o amigo de um amigo, um bocó fanático com quem eu não me dava muito bem. Perdi as contas de quantas vezes falei "e vai o terceiro" e ele se irritava, o de sempre, me chamava de vagabundo e essas coisas. Surgiu uma noite de encontro entre amigos no meu apê, se não me engano uma semana e pouco depois do superclássico, onde estavam Mati (o amigo em comum), outro amigo Seba, o bocó e eu. A ideia era se juntar pra beber algo e depois ver se rolava sair pra algum lugar com umas minas que íamos encontrar mais tarde. O encontro tava normal, música de fundo, cerveja e fernet. Com o bocó, de vez em quando trocávamos olhares de raiva ou desconforto, porque, como eu disse, não nos aturávamos muito, falávamos besteiras de vez em quando, mas só isso. Pra mim, ele era o "preto bocó" e pra ele eu era o "playboy frango" (não sei por quê, não me considero playboy, mas parece que pra ele eu era). Num determinado momento, bateu aquele desânimo que às vezes rola num encontro com amigos: acabou o gelo pro fernet. Então combinamos que Mati e Seba iam comprar gelo e de quebra mais umas cervejas... e o bocó e eu ficamos. Sozinho. O que aconteceu depois foi totalmente real, rolou em uns 20 ou 25 minutos e às vezes eu mesmo custo a acreditar que foi assim, talvez porque a gente já tava meio alto. Mas o fato é que com o bostero comecei a falar de futebol, coisa esperada, e o clima foi esquentando.
- O 3 a 1 você nunca vai esquecer, bostero
- Você deixou de ser grande desde 2011, frango, cala a boca
- Então você perdeu a final histórica pra um time pequeno, bostero?
- Você não tem história, frango, sua história sempre foi ser a putinha do Boca
- Não cansa de passar a pica na minha cara, bostero?
Minha pergunta deixou ele surpreso por uns segundos, mas ele reagiu rápido e eu juro que vi um brilho nos olhos dele.
- Não, frango putinha
E na mesma hora começou a se esfregar a pica por cima da calça. A mesa já tava posta pro superclássico. Eu fiquei de boca semiaberta olhando ele se tocar e soltei a frase mais picante:
- Quer fazer jus à nossa história, bostero?
Falei passando a língua nos lábios. Fomos pro quarto, vesti a camisa do River e na hora ele se jogou em cima de mim.
- Ajoelha, frango putinha!
Dava pra ver que ele tava louco e tarado, e isso me deixou a mil. Me ajoelhei, comecei a baixar a calça dele enquanto olhava pra ele fazendo cara de boqueteiro, o que deixava ele mais excitado. Tirei a pica dele e fiquei olhando uns segundos de boca aberta. Era uma pica tremenda, não tão comprida, mas grossa, meio torta pra baixo e cabeçuda pra caralho.
- Gostou, viado?
- Vamos ver se você aguenta, bostero
E na hora comecei a passar a língua e dar beijinhos, fingindo que ia meter na boca mas sem fazer. Sou bem brincalhão e filho da puta quando chupo. Ele respirava cada vez mais ofegante até que não aguentou mais e enfiou de uma vez. Engasguei, mas me segurei, chupando enquanto brincava com a língua, alternando chupadas e beijos na cabeça da pica. A calientura e a adrenalina no ar eram fodas, um verdadeiro clássico entre rivais, mas ao mesmo tempo a gente tentava ficar ligado pra ouvir a campainha.
- Chupa minhas bolas, viado!
Comecei a lamber as bolas dele enquanto ele se punhetava violentamente a rola.
- Será que é verdade que os bosteros são tão leiteiros?
Provocava de propósito, por tesão e porque queria que ele gozasse em mim, me banhando de porra. De repente, ele me pegou pelos cabelos e começou a bombar minha boca violentamente enquanto me xingava:
- Não, bostero, não!
- Siiim, viado!!
Engolia ele inteiro entre engasgos e babadas, totalmente possuído enquanto chupava a rola dele.
- Vai tomar o leite do papai, filho da puta!
- Nããããooo agasdbdabs!
E ele meteu tudo até eu começar a sentir jatos quentes de porra me afogando por dentro. Tive que me esforçar pra engolir até a última gota, enquanto lutava contra os engasgos e a vontade de arrancar a rola dele de tanto tesão. Finalmente, a respiração dele foi se acalmando e eu lentamente tirei a rola da boca, respirando devagar com os olhos fechados. Ficamos assim por um minuto, até que eu abri os olhos, olhei pra cima e vi ele me encarando entre extasiado, relaxado e confuso com o que tinha acabado de rolar. Limpei a rola dele bem devagar com a língua e terminei com um beijo lento na ponta.
Ele subiu a calça e, sem dizer uma palavra, foi pro banheiro se lavar, ou pelo menos foi o que eu achei. Eu fui lavar a boca na pia da cozinha. Nos encontramos de volta na sala e nos olhamos sem falar nada, mas acho que os dois sacaram o que cada um queria dizer em silêncio: "isso fica entre a gente". Meus outros amigos voltaram e a gente seguiu com a zoeira e os planos que tínhamos, como se nada tivesse acontecido. Ele desviava o olhar, mas de vez em quando eu via ele me encarando de canto com aquela mistura de alegria e confusão.
Um clássico que duvido que tanto o bostero quanto o seu puto petero do River esqueçam.
- O 3 a 1 você nunca vai esquecer, bostero
- Você deixou de ser grande desde 2011, frango, cala a boca
- Então você perdeu a final histórica pra um time pequeno, bostero?
- Você não tem história, frango, sua história sempre foi ser a putinha do Boca
- Não cansa de passar a pica na minha cara, bostero?
Minha pergunta deixou ele surpreso por uns segundos, mas ele reagiu rápido e eu juro que vi um brilho nos olhos dele.
- Não, frango putinha
E na mesma hora começou a se esfregar a pica por cima da calça. A mesa já tava posta pro superclássico. Eu fiquei de boca semiaberta olhando ele se tocar e soltei a frase mais picante:
- Quer fazer jus à nossa história, bostero?
Falei passando a língua nos lábios. Fomos pro quarto, vesti a camisa do River e na hora ele se jogou em cima de mim.
- Ajoelha, frango putinha!
Dava pra ver que ele tava louco e tarado, e isso me deixou a mil. Me ajoelhei, comecei a baixar a calça dele enquanto olhava pra ele fazendo cara de boqueteiro, o que deixava ele mais excitado. Tirei a pica dele e fiquei olhando uns segundos de boca aberta. Era uma pica tremenda, não tão comprida, mas grossa, meio torta pra baixo e cabeçuda pra caralho.
- Gostou, viado?
- Vamos ver se você aguenta, bostero
E na hora comecei a passar a língua e dar beijinhos, fingindo que ia meter na boca mas sem fazer. Sou bem brincalhão e filho da puta quando chupo. Ele respirava cada vez mais ofegante até que não aguentou mais e enfiou de uma vez. Engasguei, mas me segurei, chupando enquanto brincava com a língua, alternando chupadas e beijos na cabeça da pica. A calientura e a adrenalina no ar eram fodas, um verdadeiro clássico entre rivais, mas ao mesmo tempo a gente tentava ficar ligado pra ouvir a campainha.
- Chupa minhas bolas, viado!
Comecei a lamber as bolas dele enquanto ele se punhetava violentamente a rola.
- Será que é verdade que os bosteros são tão leiteiros?
Provocava de propósito, por tesão e porque queria que ele gozasse em mim, me banhando de porra. De repente, ele me pegou pelos cabelos e começou a bombar minha boca violentamente enquanto me xingava:
- Não, bostero, não!
- Siiim, viado!!
Engolia ele inteiro entre engasgos e babadas, totalmente possuído enquanto chupava a rola dele.
- Vai tomar o leite do papai, filho da puta!
- Nããããooo agasdbdabs!
E ele meteu tudo até eu começar a sentir jatos quentes de porra me afogando por dentro. Tive que me esforçar pra engolir até a última gota, enquanto lutava contra os engasgos e a vontade de arrancar a rola dele de tanto tesão. Finalmente, a respiração dele foi se acalmando e eu lentamente tirei a rola da boca, respirando devagar com os olhos fechados. Ficamos assim por um minuto, até que eu abri os olhos, olhei pra cima e vi ele me encarando entre extasiado, relaxado e confuso com o que tinha acabado de rolar. Limpei a rola dele bem devagar com a língua e terminei com um beijo lento na ponta.
Ele subiu a calça e, sem dizer uma palavra, foi pro banheiro se lavar, ou pelo menos foi o que eu achei. Eu fui lavar a boca na pia da cozinha. Nos encontramos de volta na sala e nos olhamos sem falar nada, mas acho que os dois sacaram o que cada um queria dizer em silêncio: "isso fica entre a gente". Meus outros amigos voltaram e a gente seguiu com a zoeira e os planos que tínhamos, como se nada tivesse acontecido. Ele desviava o olhar, mas de vez em quando eu via ele me encarando de canto com aquela mistura de alegria e confusão.
Um clássico que duvido que tanto o bostero quanto o seu puto petero do River esqueçam.
6 comentários - River vs Boca: O Clássico das Gostosas
Saludos
Ahi me paso a chusmear tu perfil