Olá, amigos e amigas do Poringa Boys.
Vim continuar minha aventura com minha vizinha casada e muito perversa.
Hoje vou explicar por que o título de perversa.
Como venho contando nos meus relatos anteriores, eu amo mulheres proibidas, são minha fraqueza. Na verdade, pensando bem, eu gosto de tudo. Curto o sexo em todo seu esplendor. Muitas vezes pensei se sou viciado em sexo, teria que descobrir. Bom, chega de catarse e vamos ao relato.
Com minha vizinha, a gente tinha tido um encontro bem gostoso num hotel. Ela tem cabelo vermelho, é branquinha e tem um corpo lindo, com uma bunda grande que eu não me cansava de morder e chupar.
Não tem nada mais gostoso do que cruzar com ela no bairro e se cumprimentar de forma educada, como dois vizinhos normais, e na mesma hora receber uma mensagem dizendo tudo o que ela faria comigo, haha. A verdade é que ela aumenta meu ego, me faz sentir único e eu adoro isso.
Depois do primeiro encontro, ficamos muito excitados e trocamos um monte de mensagens e fotos, falando tudo o que faríamos um com o outro. Não conseguíamos marcar por causa do trabalho dela e do marido, até que chegou o próximo encontro.
Ela é enfermeira num hospital da zona sul. Um sábado saí com uns amigos e postei uma foto num status. Ela me manda uma mensagem dizendo: "Lembra que essa rola é minha. Se for se comportar mal, me conta." Me deixou louco com uma única mensagem. Começamos uma brincadeira, falei que ia pegar uma gatinha e que ia levar minha rola cheia de gozo e cheiro de outra mulher pra ela limpar com a língua. Ela entrou na brincadeira, percebi que a situação a excitava. Enquanto ela estava de plantão, eu enchia a cara com meus amigos e pensava na vontade de comer ela. Comecei a falar pra ela sair mais cedo pra gente fugir pra um hotel. Ela dizia que era impossível até chegar o substituto, que chegava só ao meio-dia. Eu não aguentava esperar tanto. De repente, ela me manda uma mensagem: "Saio às 8, você me espera?" Eu e minha rola explodimos de prazer. Falei: "Claro que sim."
Ela disse: "Me espera na esquina que pras 8 horas eu tô lá fora, foi assim, às 8 da manhã eu vejo ela saindo com aquela cara de puta gostosa. a gente se dá um puta beijo e na hora ela pega na minha pika e pergunta "você usou ela?".
eu respondo "cê vai descobrir". subimos no meu carro e fomos pra um hotel. fomos em dois e não tinha quarto, eu já tava pensando em comer ela num terreno baldio kkk. até que achamos um, entramos e na hora ela se ajoelhou, baixou minha calça, puxou minha pika e começou a cheirar ela, enfiando a cara toda entre minhas pernas, me olha, ri e começa a lamber da base até a cabeça, fala que delícia de cheiro de pika que eu tenho, é aí que ela enfia toda e começa a rebolar a cabeça como ela sabia, verdade seja dita, eu ainda tava meio bêbado e não tava com muita sensibilidade, a única coisa que eu queria era ter ela de quatro. levantei e coloquei ela de quatro em cima da cama enquanto eu tava em pé atrás dela, vi aquele rabo branco e grande, enfiei a cara toda pra chupar ela inteira, lambia igual um cachorro com fome, ela gemia gostoso pra caralho. saí, massageei minha pika e meti na buceta dela toda molhada dos sucos dela e da minha saliva, comecei devagar mas como sempre o bicho sai de mim e fui metendo com força e brutal, puxando ela pelos cabelos, trazendo ela pra perto pra brincar com nossas línguas, agarrei ela pelos dois braços imobilizando ela, adorava o barulho que essa buceta cheia de fluxo fazia até que percebi que ela gozou porque as pernas tremeram, soltei ela e ela ficou com a bundinha empinada e a cabeça apoiada na cama como quem diz "por mim já era". mas eu não tava afim de gozar, não sei se acontece com vocês mas quando tô bêbado não gozo mais. minha pika continuava dura e firme, tinha que continuar. me agachei e comecei a chupar o cu dela, aquele cu lindo, enfiei a língua um pouco, levantei, apoiei a cabeça da pika e comecei a fazer força pra entrar, ela gemia e franzia a testa, isso me excitava até que entrou metade e comecei a comer ela como devia. ela gritava igual uma puta, é muito escandalosa e o fez notar, me fez sentir um garanhão, comi a bunda dela por um bom tempo e a verdade é que não tava afim de gozar, ela já tava meio dolorida e falou: "vem, bebê, vou fazer você gozar". Ela me deitou e começou a chupar meu pau, bolas e cu, me deixou bem relaxado. Ela dava uns beijos gregos lindos, e foi aí que comecei a sentir aquele formigamento de que a porra tava vindo. Ela brincava mais com a língua no meu cu, e meu pau ficava mais duro até quase estourar. Ela subiu e começou a não deixar escapar nenhum jato de porra. Me fez gozar muito gostoso, tomou tudo, e o que não conseguiu, juntou do meu corpo pra engolir. Continuou chupando, e eu falei que ia mijar. Ela respondeu: "Você queria que eu limpasse bem a sua vara, e é isso que vou fazer". Continuou chupando, e eu pedi pra parar porque ia fazer xixi, e ela só disse: "Faz o que tiver que fazer". Fiz o que meu corpo e mente mandaram, comecei a urinar. Ela tirou da boca e deixou eu mijar na cara dela. Dava pra ver a satisfação dela, e eu adorei a situação. Mijei nela toda, e ela curtiu pra caralho. Terminei de mijar, ela sacudiu meu pau, deu um beijo na cabeça dele e disse: "Comigo você pode fazer tudo o que quiser".
Ficamos deitados mais um tempo no lugar mais seco da cama até que tocou a campainha do fim do turno. Levantamos, tomamos banho, fomos tomar café num bar, matamos um tempo pra ela chegar em casa no horário e ninguém desconfiar de nada.
Espero que tenham gostado desse relato. Minhas histórias são 100% reais e ainda têm muitas pra contar.
Aguardo seus comentários.
Boas punhetas pra todos.
Vim continuar minha aventura com minha vizinha casada e muito perversa.
Hoje vou explicar por que o título de perversa.
Como venho contando nos meus relatos anteriores, eu amo mulheres proibidas, são minha fraqueza. Na verdade, pensando bem, eu gosto de tudo. Curto o sexo em todo seu esplendor. Muitas vezes pensei se sou viciado em sexo, teria que descobrir. Bom, chega de catarse e vamos ao relato.
Com minha vizinha, a gente tinha tido um encontro bem gostoso num hotel. Ela tem cabelo vermelho, é branquinha e tem um corpo lindo, com uma bunda grande que eu não me cansava de morder e chupar.
Não tem nada mais gostoso do que cruzar com ela no bairro e se cumprimentar de forma educada, como dois vizinhos normais, e na mesma hora receber uma mensagem dizendo tudo o que ela faria comigo, haha. A verdade é que ela aumenta meu ego, me faz sentir único e eu adoro isso.
Depois do primeiro encontro, ficamos muito excitados e trocamos um monte de mensagens e fotos, falando tudo o que faríamos um com o outro. Não conseguíamos marcar por causa do trabalho dela e do marido, até que chegou o próximo encontro.
Ela é enfermeira num hospital da zona sul. Um sábado saí com uns amigos e postei uma foto num status. Ela me manda uma mensagem dizendo: "Lembra que essa rola é minha. Se for se comportar mal, me conta." Me deixou louco com uma única mensagem. Começamos uma brincadeira, falei que ia pegar uma gatinha e que ia levar minha rola cheia de gozo e cheiro de outra mulher pra ela limpar com a língua. Ela entrou na brincadeira, percebi que a situação a excitava. Enquanto ela estava de plantão, eu enchia a cara com meus amigos e pensava na vontade de comer ela. Comecei a falar pra ela sair mais cedo pra gente fugir pra um hotel. Ela dizia que era impossível até chegar o substituto, que chegava só ao meio-dia. Eu não aguentava esperar tanto. De repente, ela me manda uma mensagem: "Saio às 8, você me espera?" Eu e minha rola explodimos de prazer. Falei: "Claro que sim."
Ela disse: "Me espera na esquina que pras 8 horas eu tô lá fora, foi assim, às 8 da manhã eu vejo ela saindo com aquela cara de puta gostosa. a gente se dá um puta beijo e na hora ela pega na minha pika e pergunta "você usou ela?".
eu respondo "cê vai descobrir". subimos no meu carro e fomos pra um hotel. fomos em dois e não tinha quarto, eu já tava pensando em comer ela num terreno baldio kkk. até que achamos um, entramos e na hora ela se ajoelhou, baixou minha calça, puxou minha pika e começou a cheirar ela, enfiando a cara toda entre minhas pernas, me olha, ri e começa a lamber da base até a cabeça, fala que delícia de cheiro de pika que eu tenho, é aí que ela enfia toda e começa a rebolar a cabeça como ela sabia, verdade seja dita, eu ainda tava meio bêbado e não tava com muita sensibilidade, a única coisa que eu queria era ter ela de quatro. levantei e coloquei ela de quatro em cima da cama enquanto eu tava em pé atrás dela, vi aquele rabo branco e grande, enfiei a cara toda pra chupar ela inteira, lambia igual um cachorro com fome, ela gemia gostoso pra caralho. saí, massageei minha pika e meti na buceta dela toda molhada dos sucos dela e da minha saliva, comecei devagar mas como sempre o bicho sai de mim e fui metendo com força e brutal, puxando ela pelos cabelos, trazendo ela pra perto pra brincar com nossas línguas, agarrei ela pelos dois braços imobilizando ela, adorava o barulho que essa buceta cheia de fluxo fazia até que percebi que ela gozou porque as pernas tremeram, soltei ela e ela ficou com a bundinha empinada e a cabeça apoiada na cama como quem diz "por mim já era". mas eu não tava afim de gozar, não sei se acontece com vocês mas quando tô bêbado não gozo mais. minha pika continuava dura e firme, tinha que continuar. me agachei e comecei a chupar o cu dela, aquele cu lindo, enfiei a língua um pouco, levantei, apoiei a cabeça da pika e comecei a fazer força pra entrar, ela gemia e franzia a testa, isso me excitava até que entrou metade e comecei a comer ela como devia. ela gritava igual uma puta, é muito escandalosa e o fez notar, me fez sentir um garanhão, comi a bunda dela por um bom tempo e a verdade é que não tava afim de gozar, ela já tava meio dolorida e falou: "vem, bebê, vou fazer você gozar". Ela me deitou e começou a chupar meu pau, bolas e cu, me deixou bem relaxado. Ela dava uns beijos gregos lindos, e foi aí que comecei a sentir aquele formigamento de que a porra tava vindo. Ela brincava mais com a língua no meu cu, e meu pau ficava mais duro até quase estourar. Ela subiu e começou a não deixar escapar nenhum jato de porra. Me fez gozar muito gostoso, tomou tudo, e o que não conseguiu, juntou do meu corpo pra engolir. Continuou chupando, e eu falei que ia mijar. Ela respondeu: "Você queria que eu limpasse bem a sua vara, e é isso que vou fazer". Continuou chupando, e eu pedi pra parar porque ia fazer xixi, e ela só disse: "Faz o que tiver que fazer". Fiz o que meu corpo e mente mandaram, comecei a urinar. Ela tirou da boca e deixou eu mijar na cara dela. Dava pra ver a satisfação dela, e eu adorei a situação. Mijei nela toda, e ela curtiu pra caralho. Terminei de mijar, ela sacudiu meu pau, deu um beijo na cabeça dele e disse: "Comigo você pode fazer tudo o que quiser".
Ficamos deitados mais um tempo no lugar mais seco da cama até que tocou a campainha do fim do turno. Levantamos, tomamos banho, fomos tomar café num bar, matamos um tempo pra ela chegar em casa no horário e ninguém desconfiar de nada.
Espero que tenham gostado desse relato. Minhas histórias são 100% reais e ainda têm muitas pra contar.
Aguardo seus comentários.
Boas punhetas pra todos.
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