Minha primeira sessão de BDSM
Como falei no meu post anterior, minha primeira experiência BDSM foi com o mesmo cara que me tirou a virgindade. Ele me ligou um tempo depois prame propor isso

Nessa altura eu já tinha mais experiência, tinha ficado com outros caras, às vezes no carro deles, outras na casa deles e outras num lugar que eles procuravam de propósito pra se encontrar.

Ela me explicou como seria, disse que por ser a primeira vez o nível seria médio, mas que seria pesado, e eu poderia falar se queria que fosse mais forte ou mais fraco.

De qualquer forma, eu tinha que me submeter, ele seria meu DONO durante a sessão e seria rigoroso. Eu sabia que ele era um macho alfa, dominante, e sabia qual era o meu lugar.

Combinamos num lugar que eu tinha acesso, era uma academia e a gente se encontrou tarde, quando já tava fechada. Era ideal por causa dos aparelhos que tinha e que a gente podia usar, e também pelos chuveiros pra quandoacabou, porra

Eu já tinha alguns itens de BDSM que fui comprando: coleira, guia, algemas, chicote, consolos...

Ele me disse pra levar os meus, que ele levaria as cordas. Como pude ver, era um puta expert em usá-las pra amarrar e imobilizar.

Quando cheguei, deu tempo de me maquiar e trocar de roupa. Coloquei uma lingerie vermelha e uma saia curta também vermelha, daquelas que deixam a bunda à mostra, porque ele disse que gostou da primeira vez.

Coloquei o colar e a coleira, enquanto ele preparava o resto. Quando apareci, ele estava nu, com o pau duro e tesudo, usando um anel no pênis e as bolas presas pra deixar ele bem ereto e firme.

- Certo, vadia, vou te explicar algumas regras. Pra começar, você deve baixar o olhar, a não ser que eu peça o contrário. E deve se dirigir a mim como DONO. Eu vou te chamar de vadia.
Sim, ADORO
- Enquanto eu não usar você, sua posição vai ser de joelhos com as mãos nas costas

Obediente, me ajoelhei e coloquei as mãos nas costas.
- Se não me agradar em algo, vou te castigar. De qualquer forma, hoje vou fazer do mesmo jeito pra você aprender que não preciso de explicações pra te punir se eu tiver vontade.
Eu mantinha os olhos no chão, ouvindo as instruções dela.

Sem mais, sentou num banco e me pegou pela coleira, me fez inclinar sobre os joelhos dele e me deu uns tapas fortes com a mão. Depois me colocou de pé, encostada na parede.
Levanta essa saia, vou te dar 10 chicotadas na bunda, você tem que contar em voz alta e quando acabar vai me agradecer.

Mesmo com a saia tão curta que deixava a bunda à mostra, eu levantei ela e tomei umas palmadas. Senti dor enquanto contava em voz alta. No final, agradeci ela.


Em seguida, me colocou as algemas nas costas, me pegou pela coleira e me levou pra sala principal.

Ali, ele me inclinou sobre um cavalo, enfiou um consolo bem grande e começou a mexer, mesmo doendo eu não reclamei. No final, deixou ele preso dentro do meu cu e se colocou na minha frente, enfiando o pau dele na minha boca.


Depois me colocou no chão, com a bunda pra cima e a cabeça baixa, e me segurando pela coleira, se dedicou a me foder.


Me amarrei com as cordas em várias posições e ele estava falhando comigo, eu estava muito excitada e molhada, sentindo a masculinidade dele e como ele me submetia aos desejos dele.
- Assim, vadia, gosto que você seja tão submisa, aprende rápido.
- Valeu, MEU DONO
Assim ficou alternando: umas vezes me fodia, outras me dava de mamar. O pau dela tava molhado, bem duro e grande.


Depois pegou o chicote e disse que ia me disciplinar, mesmo estando bem satisfeito com minha submissão e entrega.


Pra gozar, ele mandou eu olhar nos olhos dele enquanto ele fodia minha boca. Continuou batendo uma e disse pra eu abrir bem a boca. Fiz isso até ele gozar.



Um jato enorme de porra bateu na minha cara, um pouco foi pra dentro da boca, o resto escorreu da minha boca e do meu rosto.
- Limpa bem ela com sua boquinha e sua língua, foxy, obedece



Foi assim que eu fiz. Ela tinha uma resistência danada, porque depois de gozar, ainda enfiou o pau bem duro dentro de mim mais uma vez enquanto os restos da porra no meu rosto ainda escorriam. Me colocou na frente de um espelho porque isso excitava ela pra caralho.



No final, ele me levou pro chuveiro e a gente tomou banho junto. Eu lavei ele e ele me lavou, me deu um beijo demorado, enfiando a língua na minha boca enquanto segurava minha bunda com as duas mãos.


Ela disse que a experiência tinha sido muito prazerosa e que a gente ia repetir de novo.


No próximo post, vou explicar meu primeiro gang bang como parte do meu processo de aprendizado como sissy.



Como falei no meu post anterior, minha primeira experiência BDSM foi com o mesmo cara que me tirou a virgindade. Ele me ligou um tempo depois prame propor isso

Nessa altura eu já tinha mais experiência, tinha ficado com outros caras, às vezes no carro deles, outras na casa deles e outras num lugar que eles procuravam de propósito pra se encontrar.

Ela me explicou como seria, disse que por ser a primeira vez o nível seria médio, mas que seria pesado, e eu poderia falar se queria que fosse mais forte ou mais fraco.

De qualquer forma, eu tinha que me submeter, ele seria meu DONO durante a sessão e seria rigoroso. Eu sabia que ele era um macho alfa, dominante, e sabia qual era o meu lugar.

Combinamos num lugar que eu tinha acesso, era uma academia e a gente se encontrou tarde, quando já tava fechada. Era ideal por causa dos aparelhos que tinha e que a gente podia usar, e também pelos chuveiros pra quandoacabou, porra

Eu já tinha alguns itens de BDSM que fui comprando: coleira, guia, algemas, chicote, consolos...

Ele me disse pra levar os meus, que ele levaria as cordas. Como pude ver, era um puta expert em usá-las pra amarrar e imobilizar.

Quando cheguei, deu tempo de me maquiar e trocar de roupa. Coloquei uma lingerie vermelha e uma saia curta também vermelha, daquelas que deixam a bunda à mostra, porque ele disse que gostou da primeira vez.

Coloquei o colar e a coleira, enquanto ele preparava o resto. Quando apareci, ele estava nu, com o pau duro e tesudo, usando um anel no pênis e as bolas presas pra deixar ele bem ereto e firme.

- Certo, vadia, vou te explicar algumas regras. Pra começar, você deve baixar o olhar, a não ser que eu peça o contrário. E deve se dirigir a mim como DONO. Eu vou te chamar de vadia.
Sim, ADORO
- Enquanto eu não usar você, sua posição vai ser de joelhos com as mãos nas costas

Obediente, me ajoelhei e coloquei as mãos nas costas.
- Se não me agradar em algo, vou te castigar. De qualquer forma, hoje vou fazer do mesmo jeito pra você aprender que não preciso de explicações pra te punir se eu tiver vontade.
Eu mantinha os olhos no chão, ouvindo as instruções dela.

Sem mais, sentou num banco e me pegou pela coleira, me fez inclinar sobre os joelhos dele e me deu uns tapas fortes com a mão. Depois me colocou de pé, encostada na parede.
Levanta essa saia, vou te dar 10 chicotadas na bunda, você tem que contar em voz alta e quando acabar vai me agradecer.

Mesmo com a saia tão curta que deixava a bunda à mostra, eu levantei ela e tomei umas palmadas. Senti dor enquanto contava em voz alta. No final, agradeci ela.


Em seguida, me colocou as algemas nas costas, me pegou pela coleira e me levou pra sala principal.

Ali, ele me inclinou sobre um cavalo, enfiou um consolo bem grande e começou a mexer, mesmo doendo eu não reclamei. No final, deixou ele preso dentro do meu cu e se colocou na minha frente, enfiando o pau dele na minha boca.


Depois me colocou no chão, com a bunda pra cima e a cabeça baixa, e me segurando pela coleira, se dedicou a me foder.


Me amarrei com as cordas em várias posições e ele estava falhando comigo, eu estava muito excitada e molhada, sentindo a masculinidade dele e como ele me submetia aos desejos dele.
- Assim, vadia, gosto que você seja tão submisa, aprende rápido.
- Valeu, MEU DONO
Assim ficou alternando: umas vezes me fodia, outras me dava de mamar. O pau dela tava molhado, bem duro e grande.


Depois pegou o chicote e disse que ia me disciplinar, mesmo estando bem satisfeito com minha submissão e entrega.


Pra gozar, ele mandou eu olhar nos olhos dele enquanto ele fodia minha boca. Continuou batendo uma e disse pra eu abrir bem a boca. Fiz isso até ele gozar.



Um jato enorme de porra bateu na minha cara, um pouco foi pra dentro da boca, o resto escorreu da minha boca e do meu rosto.
- Limpa bem ela com sua boquinha e sua língua, foxy, obedece



Foi assim que eu fiz. Ela tinha uma resistência danada, porque depois de gozar, ainda enfiou o pau bem duro dentro de mim mais uma vez enquanto os restos da porra no meu rosto ainda escorriam. Me colocou na frente de um espelho porque isso excitava ela pra caralho.



No final, ele me levou pro chuveiro e a gente tomou banho junto. Eu lavei ele e ele me lavou, me deu um beijo demorado, enfiando a língua na minha boca enquanto segurava minha bunda com as duas mãos.


Ela disse que a experiência tinha sido muito prazerosa e que a gente ia repetir de novo.


No próximo post, vou explicar meu primeiro gang bang como parte do meu processo de aprendizado como sissy.



1 comentários - Meu aprendizado como sissy (Parte 3)