la desvirgada que me dio papa

Olá, doutora Milena. Meu nome é Alejandra e tenho 18 anos. O que vou contar aconteceu quando eu era mais nova. Tudo começou com a relação com meu pai, que sempre foi estável. Apesar de termos diferenças frequentes, depois do divórcio nós dois ficamos mais unidos, como se precisássemos um do outro pra não afundar.

Parei de vê-lo com os mesmos olhos quando cresci. Quando as coisas começaram a me excitar, meus bicos ficavam duros, quando minha buceta começou a criar pelinhos e ficava molhada toda vez que dormíamos abraçados. Sabia que ele também tinha notado, percebi pela ereção crescente que cutucava minha bunda toda noite e que eu fingia ignorar, como se não soubesse o que era aquilo, como se ainda fosse a filha inocente que perguntava como os bebês eram feitos.

Achei que era só uma paranoia minha pensar daquele jeito sobre meu pai… Porra, era meu pai! O homem que me viu de fralda agora queria me ver de tanguinha, era uma loucura. Toda vez que via pornô pra saciar meus desejos, acabava procurando algo de incesto, algo de pai e filha, e no fim me imaginava que éramos eu e meu pai.

Precisava tentar. Se algo desse errado, fingiria demência e diria que ele tinha interpretado tudo errado.

Lembro que naquela noite eu estava realmente desanimada, tinha tido um dia horrível e só queria chorar. Sabia que meu pai percebeu na hora, porque assim que me viu, me abraçou.O que foi, filha?—me questionou quando me soltou.Não foi um bom dia, papi.— falei, sorrindo desanimada.
Meu pai era muito ciumento e eu nunca contava pra ele dos caras de quem eu gostava, muito menos ia contar que um tinha partido meu coração. Naquele dia, tinha acabado de chegar do colégio e fui direto pra cozinha. Precisava comer e depois chorar ou dormir, o que viesse primeiro.
Me afastei do abraço dele pra chegar perto de um dos armários e me estiquei na ponta dos pés pra pegar a caixa de cereal, mas, como sempre, não consegui.Esta casa foi feita pra ser útil.—eu disse e só ouvi ele rir e se aproximar.
Ele ficou atrás de mim e eu pude sentir o corpo dele se encostar no meu. Só com isso já fico excitada. Meu pai tinha barriga, mas pra mim aquilo era excitante; sentir o peso grande dele sobre meu corpinho e depois a calça dele…Também me faz parecer um inútil.—disse ele, se espreguiçando. Senti o roçar da calça dele na minha saia e vi a oportunidade da minha fantasia ali. Me inclinei sobre o balcão fingindo que estava pegando o açúcar só pra sentir o pau dele, que não tava duro, mas dava pra ver o volume na calça, ou pelo menos era o que eu achava.
Fez silêncio e ouvi ele engolir seco segundos depois.
Ele abaixou o cereal e se afastou.Não fica acordada até tão tarde, meu amor.—disse ele, subindo as escadas.
Passei os dedos rápido pela minha buceta e fui comer pra depois dormir com ele. Depois que ele se afastou, não tava muito convencida, mas queria ver até onde aquilo podia ir, pelo menos pra ter algo pra me masturbar.
Comi rápido e, quando entrei no quarto, vi ele deitado sem camisa, vendo TV. Fui ao banheiro escovar os dentes, tirei a saia e o sutiã, fiquei só de blusa e calcinha cavada pra dormir.
Me enfiei debaixo dos lençóis e ele desligou a televisão. Virei pro lado oposto e não demorou muito pra ele se aproximar e me abraçar, como quase sempre dormíamos. Empinei um pouco a bunda pra me ajeitar e senti o pau dele encostando. Aquele tesão só fazia minha buceta pulsar e minha entrada ficar molhada.
Ouvi ele suspirar e esperei uns minutos pra sentir a ereção dele. Ele se mexia de vez em quando, e eu sentia o pau duro no short dele cutucando minha bunda — não sabia se era pra se ajeitar ou se ele queria mesmo que eu sentisse como tava excitado.
Resolvi arriscar e comecei a me esfregar nele. Na hora, ouvi ele soltar um gemido e soube que tinha sinal verde. Levei a mão até o pau dele e comecei a acariciar, sentindo a ponta da ereção molhada — pelo menos o short dele tava assim. Será que ele não tava de cueca? Aquilo fez minha buceta quase gritar de tesão e desejo.
Senti as mãos dele acariciando minhas curvas, e uma delas parou na minha bunda pra apertar. Quando minha mão naquela posição cansou, soltei ele e encostei mais minha bunda, como quem oferece.
Ele tirou o pau pra fora e esfregou contra minha bunda, simulando que tava me penetrando enquanto enfiava entre a fenda das minhas coxas e minha entrada. Gemi ao sentir ele daquele jeito, e isso pareceu excitá-lo ainda mais, porque ele acelerou.Que gostosa, papai—gemí y me nalgueó.
Sin decir nada se separó de mí y lo escuché moverse. Cuando me giré me di cuenta de que se había quitado el short y estaba desnudo. Aunque su verga no era muy grande como las del prono que miraba, aún así la quería dentro de mí, de cualquier forma y en cualquier orificio.
Me blusa por la cabeza y me quité las braguitas. De inmediato gateé hasta él y me subí para chupársela, poniendo mi coñito en su cara. Mi boca se hacía agua con tan sólo ver su verga parada frente a mí. Llevé mi lengua desde abajo hasta la punta y de pronto sentir la suya lamerme todo. Su lengua era fiera, se veía que estaba lujurioso y lo hacía de una forma salvaje, pero placentera. Recorrió cada milímetro de mis labios, mi clítoris y hasta el ano.
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Yo estaba más que extasiada, no podía creerlo… Se la estaba chupando a mi padre. Mi padre me estaba comiendo el coño.
Comencé a meter su verga en mi boca sintiendo el sabor salado y lo succioné. Mi lengua no era experta. De hecho, en nada era experta, a lo máximo que había llegado era a fajar con alguien, todo lo había visto en vídeos porno, pero escucharlo gemir me decía que iba bien.
Chupé la punta y jugué con el liquido viscoso que salía de ella. Llegó un momento en que simuló penetrar mi boca y su verga entraba y salía provocándome ganas de vomitar. Cuando me dejó, por mera venganza me erguí y casi me senté sobre su cara, sintiendo como su lengua buscaba mi entrada y como de vez en cuando succionaba mi vulva. Gemí con fuerza y moví mis caderas contra él, moviendo mis labios contra su lengua, hasta que paso su lengua a la entrada de mi ano me volví a inclinar hacia su pene.
El porno me había entrenado bien, era cierto.
Con cada lengüetazo o succión por parte de ambos la situación se ponía más cachonda, hasta que me tumbó en la cama y se hecho saliva en su mano, la esparció por toda su verga y tomo mis piernas llevando mis pies hasta sus hombros.
Su mirada era indescriptible. Se veía como un animal fuera de control y eso me hacía explotar.
Minha doce filha—sussurro, apoiando o peso nas minhas pernas. O pau dele foi entrando devagar na minha buceta e juro que senti algo rasgando dentro de mim. O membro dele foi se abrindo caminho sem pressa nenhuma e, quando custava a entrar, ele forçava mais, até eu gritar. Ele parou na hora, mas não demorou muito pra começar as metidas, lentas mas dolorosas.Dói, papai.— falei com a voz embargada. Uma lágrima já tinha escorrido pela minha bochecha.Já passou, filha.—disse ele, com a respiração ofegante. Quando levantei a cabeça, pude ver o pau dele saindo completamente coberto de sucos vaginais e sangue. Ele me penetrou de novo com mais força e rapidez, e eu só consegui me agarrar com força no lençol. Ele levou uma das mãos aos meus mamilos e apertou delicadamente. Não posso negar que, apesar da dor, eu estava gostando. Minha buceta foi se acostumando com ele aos poucos, e a dor foi diminuindo. Logo passei uma das mãos pros meus peitos e a outra pro meu clitóris, complementando o prazer que ele estava me fazendo sentir. Queria tomar o controle e indiquei que ele se deitasse ao meu lado, o que ele obedeceu na hora. Montei nele e peguei o pau dele, enfiando em mim e movendo meus quadris devagar contra ele, mas parece que ele não queria que eu assumisse o controle, porque segurou meus braços e começou a me penetrar com força. A dor quase não se sentia mais, mas o prazer era difícil de ignorar. O jeito que o pau dele entrava curvado me fez ter um orgasmo, muito melhor do que os que meus dedos já tinham me dado, e quando senti que escorreu, ele percebeu. As estocadas ficaram mais rápidas, e eu ouvi ele gemer, e então senti um líquido viscoso preencher toda a minha buceta e soube que ele tinha gozado. Ele ainda não tinha soltado meus braços, e o pau dele ainda estava dentro de mim, nós dois escorrendo e em êxtase. Meu rosto estava escondido no pescoço dele, e a respiração dele estava muito ofegante.Ah, filha da puta!—suspirou e ficamos um tempão ali grudados, igual cachorros.
Dois malditos cachorrinhos

— 😊 —
Vocês não fazem ideia do que rolou por aqui…

Bom, nos primeiros dias tive problemas com o e-mail por não vincular e blá blá blá, o estresse do trabalho tava me matando que esse era o menor dos meus problemas, então deixei pra lá.
E aí, uns dias atrás, lembrei de tudo isso e tentei de novo. Recuperei e cá estamos, kkkk

Valeu por ler isso e espero que tenha curtido, doutora





oi, sou a SEXÓLOGA Milena,, amigo argentino, se você é pai e tem uma filha que te excita e você bate punheta espiando ela ou bate punheta com as calcinhas usadas dela, já não aguenta mais ter essa fantasia com ela,, só me escreve que eu te digo o que fazer, também tenho vídeos reais de pai e filha de todos os meus pacientes e amigos reais 100% só pra troca, ok. Mas se precisar de conselhos e ajuda pra uma fantasia com sua filha, me escreve no milena99altamirano@outlook.com que eu respondo rápido ou aqui no PORINGA

2 comentários - la desvirgada que me dio papa

gt43
muy buen relato, gracias por compartir, si tienes videos me gustaria verlos!!! +10