Fala galera, como é que cês tão? Vou contar uma parada que rolou comigo quando eu era só um adolescente. Devia ter uns 16 anos quando uma mulher se mudou pra três casas da minha. Ela era holandesa, já bem velhinha, uns 55 anos, ruiva, gordinha, não muito alta, cheia de sardas, dava pra ver que era estrangeira. Os dias foram passando, na mudança eu via ela trazendo móveis, até que terminou tudo, nada demais até aí. Até que um dia escutei um barulho perto, fiquei curioso, saí e vi que ela tava instalando uma rede Wi-Fi na casa dela. Naquela época, eu não tinha internet e os celulares de tela tinham acabado de chegar. Então, depois de uns dias, fui lá, bati na porta e ela apareceu.
Eu: "Fala, vizinha, beleza? Como é que cê tá?"
Ela: "Oi, gato. Ah, não me trata de 'você' não, que me faz sentir véia demais."
Eu: "Desculpa, vizinha, é que é por educação."
Ela: "Relaxa, fala aí, cê queria alguma coisa?"
Eu: "Então, é o seguinte: reparei que esses dias instalaram um Wi-Fi aí."
Ela: "Sim, é verdade, gato. Preciso de internet pra trabalhar, então botei uma rede Wi-Fi pra me conectar e fazer meu trampo. Mas me diz, o que tem a ver com a minha rede?"
Eu: "Bom, como cê sabe, os celulares de tela tão virando moda. Eu tenho um, mas lá em casa não tem internet, então não consigo usar direito. Tava pensando se cê podia me emprestar a senha pra eu conectar de vez em quando no meu celular."
Nessa hora, minha vizinha ficou pensativa e perguntou: "E pra que cê precisa?" Eu expliquei que era pra baixar uns jogos, jogar online e tal. Depois de um tempinho explicando, ela topou e me passou a senha. E é aqui que a coisa fica boa.
De casa, o sinal não pegava, então eu tinha que chegar perto da porta dela. Ela tinha uma espécie de persiana na porta, onde eu podia me esconder e ninguém me via. Então, eu ia de noite, me conectava na internet, via uns jogos, via YouTube, o normal. até que um dia pensei: "será que dá pra ver pornô?" aí comecei a navegar até que encontrei um site pornô bem famoso na época. fiquei nervoso, me certifiquei de deixar o volume no mudo, entrei no site e comecei a procurar vídeos. logo fiquei excitado, comecei a ver os vídeos e meu pau ficou bem duro. eu me esfregava um pouco por cima da roupa até não aguentar mais e voltava correndo pra casa, entrava no meu quarto e batia uma boa punheta. até aí tudo normal pra um garoto adolescente. passaram uns dias fazendo isso: ia, via pornô, voltava pra casa e batia uma boa punheta, até que um dia fui além. numa dessas noites, me preparei pra fazer o de sempre: fui até a casa da minha vizinha, me escondi atrás da persiana e comecei a ver vídeos pornô. enquanto minha excitação crescia, eu acariciava meu pau por cima da roupa, cada vez com mais força. naquele dia, tava bem excitado, então meti a mão dentro da calça e comecei a tocar devagar. minha tesão subia e subia com aquilo. sabia que dava pra fazer porque era de noite e eu tava atrás da persiana, então ninguém podia me ver. aí fui além: abaixei um pouco a calça, deixando meu pau escapar, e comecei a me masturbar devagar enquanto via aqueles vídeos. a excitação era enorme, tava muito tarado, sentia que não ia aguentar muito tempo. e foi o que aconteceu: depois de uns três ou quatro minutos de punheta, senti que ia gozar. não sabia pra onde apontar os jatos que iam sair, então me virei e terminei enchendo de porra toda a porta de entrada da casa da minha vizinha. quando terminei, fiquei com medo de ser descoberto, então saí correndo pra casa, deixando toda minha porra na porta da vizinha. esperava que ela não percebesse e que, durante a noite, escorresse tudo e sumisse. na noite seguinte, voltei lá de novo, tipo... De costume, a primeira coisa que fiz foi olhar pra porta. Pra minha surpresa, não tinha nenhum vestígio de mancha. Achei estranho, mas aquilo me agradou, então repeti exatamente igual: coloquei um pornô, me masturbei e gozei na porta da minha vizinha, deixando todo o meu gozo lá.
Passaram-se alguns dias assim. Todo dia eu me masturbava e deixava todo o meu gozo na porta da minha vizinha. No dia seguinte, voltava e não tinha nenhum vestígio. Eu imaginava que ela via aquilo e limpava, e isso me excitava. Até que uma noite aconteceu o que eu não esperava.
Como toda noite, me preparei pra começar meu ritual. Coloquei pornô de novo, tirei o pau pra fora e comecei a me masturbar, normal como sempre. Mas aquela noite não ia ser normal. Tinha passado uns dois ou três minutos me masturbando quando, de repente, a porta da minha vizinha se abre. Olho pra cima e vejo ela me encarando. Demorei pra reagir e rapidamente guardei meu pau como pude. Ela ficou me olhando, assim como eu, e foi quando eu disse:
— Oi, vizinha, desculpa se te incomodei. Tava pegando um Wi-Fi. Já vou indo.
Ela: — Então era você, hein?
Eu: — Como assim?
Ela: — É você que todo dia deixa minha porta cheia de esperma?
Eu: — Desculpa, como assim? Não, não, eu só vim jogar.
Ela: — Sim, sim, jogar com seu pau. Acabei de ver você se masturbando.
Naquele momento, não dava mais pra negar o óbvio, porque eu sabia que ela tinha me visto. Então só falei:
— Me desculpa muito, vizinha, é verdade. Fica tranquila, não vai acontecer de novo. Se você quiser, não volto mais na sua porta.
Ela: — Fica tranquilo, filho, você tá na idade. Mas pelo menos, quando terminar, limpa a porta ou goza em outro lugar.
Eu: — Sim, sim, vou fazer isso.
Ela: — Você vai continuar fazendo agora?
Eu: — Bom, é provável que sim, vizinha. Espero que não se importe.
Ela ficou calada por alguns segundos e então me convidou pra entrar na casa dela. Eu não sabia o que tava rolando, mas a excitação só crescia, porque as intenções daquela mulher pareciam ser bem mais do que me oferecer um refrigerante. CONTINUARÁ...
Eu: "Fala, vizinha, beleza? Como é que cê tá?"
Ela: "Oi, gato. Ah, não me trata de 'você' não, que me faz sentir véia demais."
Eu: "Desculpa, vizinha, é que é por educação."
Ela: "Relaxa, fala aí, cê queria alguma coisa?"
Eu: "Então, é o seguinte: reparei que esses dias instalaram um Wi-Fi aí."
Ela: "Sim, é verdade, gato. Preciso de internet pra trabalhar, então botei uma rede Wi-Fi pra me conectar e fazer meu trampo. Mas me diz, o que tem a ver com a minha rede?"
Eu: "Bom, como cê sabe, os celulares de tela tão virando moda. Eu tenho um, mas lá em casa não tem internet, então não consigo usar direito. Tava pensando se cê podia me emprestar a senha pra eu conectar de vez em quando no meu celular."
Nessa hora, minha vizinha ficou pensativa e perguntou: "E pra que cê precisa?" Eu expliquei que era pra baixar uns jogos, jogar online e tal. Depois de um tempinho explicando, ela topou e me passou a senha. E é aqui que a coisa fica boa.
De casa, o sinal não pegava, então eu tinha que chegar perto da porta dela. Ela tinha uma espécie de persiana na porta, onde eu podia me esconder e ninguém me via. Então, eu ia de noite, me conectava na internet, via uns jogos, via YouTube, o normal. até que um dia pensei: "será que dá pra ver pornô?" aí comecei a navegar até que encontrei um site pornô bem famoso na época. fiquei nervoso, me certifiquei de deixar o volume no mudo, entrei no site e comecei a procurar vídeos. logo fiquei excitado, comecei a ver os vídeos e meu pau ficou bem duro. eu me esfregava um pouco por cima da roupa até não aguentar mais e voltava correndo pra casa, entrava no meu quarto e batia uma boa punheta. até aí tudo normal pra um garoto adolescente. passaram uns dias fazendo isso: ia, via pornô, voltava pra casa e batia uma boa punheta, até que um dia fui além. numa dessas noites, me preparei pra fazer o de sempre: fui até a casa da minha vizinha, me escondi atrás da persiana e comecei a ver vídeos pornô. enquanto minha excitação crescia, eu acariciava meu pau por cima da roupa, cada vez com mais força. naquele dia, tava bem excitado, então meti a mão dentro da calça e comecei a tocar devagar. minha tesão subia e subia com aquilo. sabia que dava pra fazer porque era de noite e eu tava atrás da persiana, então ninguém podia me ver. aí fui além: abaixei um pouco a calça, deixando meu pau escapar, e comecei a me masturbar devagar enquanto via aqueles vídeos. a excitação era enorme, tava muito tarado, sentia que não ia aguentar muito tempo. e foi o que aconteceu: depois de uns três ou quatro minutos de punheta, senti que ia gozar. não sabia pra onde apontar os jatos que iam sair, então me virei e terminei enchendo de porra toda a porta de entrada da casa da minha vizinha. quando terminei, fiquei com medo de ser descoberto, então saí correndo pra casa, deixando toda minha porra na porta da vizinha. esperava que ela não percebesse e que, durante a noite, escorresse tudo e sumisse. na noite seguinte, voltei lá de novo, tipo... De costume, a primeira coisa que fiz foi olhar pra porta. Pra minha surpresa, não tinha nenhum vestígio de mancha. Achei estranho, mas aquilo me agradou, então repeti exatamente igual: coloquei um pornô, me masturbei e gozei na porta da minha vizinha, deixando todo o meu gozo lá.
Passaram-se alguns dias assim. Todo dia eu me masturbava e deixava todo o meu gozo na porta da minha vizinha. No dia seguinte, voltava e não tinha nenhum vestígio. Eu imaginava que ela via aquilo e limpava, e isso me excitava. Até que uma noite aconteceu o que eu não esperava.
Como toda noite, me preparei pra começar meu ritual. Coloquei pornô de novo, tirei o pau pra fora e comecei a me masturbar, normal como sempre. Mas aquela noite não ia ser normal. Tinha passado uns dois ou três minutos me masturbando quando, de repente, a porta da minha vizinha se abre. Olho pra cima e vejo ela me encarando. Demorei pra reagir e rapidamente guardei meu pau como pude. Ela ficou me olhando, assim como eu, e foi quando eu disse:
— Oi, vizinha, desculpa se te incomodei. Tava pegando um Wi-Fi. Já vou indo.
Ela: — Então era você, hein?
Eu: — Como assim?
Ela: — É você que todo dia deixa minha porta cheia de esperma?
Eu: — Desculpa, como assim? Não, não, eu só vim jogar.
Ela: — Sim, sim, jogar com seu pau. Acabei de ver você se masturbando.
Naquele momento, não dava mais pra negar o óbvio, porque eu sabia que ela tinha me visto. Então só falei:
— Me desculpa muito, vizinha, é verdade. Fica tranquila, não vai acontecer de novo. Se você quiser, não volto mais na sua porta.
Ela: — Fica tranquilo, filho, você tá na idade. Mas pelo menos, quando terminar, limpa a porta ou goza em outro lugar.
Eu: — Sim, sim, vou fazer isso.
Ela: — Você vai continuar fazendo agora?
Eu: — Bom, é provável que sim, vizinha. Espero que não se importe.
Ela ficou calada por alguns segundos e então me convidou pra entrar na casa dela. Eu não sabia o que tava rolando, mas a excitação só crescia, porque as intenções daquela mulher pareciam ser bem mais do que me oferecer um refrigerante. CONTINUARÁ...
0 comentários - A história da minha vizinha gostosa