Praia, calor e putaria

Me digam, quem nunca foi pra praia e quis fazer algo safado, se deixar levar por uma certa situação ou simplesmente se animar pra chegar naquela pessoa com quem tava flertando? Pois é, a gente fez e foi isso que rolou.

O Carlos tinha completado um ano no trampo dele e a gente comemorou reservando umas férias na praia. Nos esperavam 4 noites gostosas num hotel só pra adultos, mas não era swing. Chegamos numa quinta, fizemos o check-in e já fomos pro quarto trocar de roupa e cair no mar. O Carlos me falou pra levar só fio-dental e biquínis provocantes, já que não ia ter menor de idade por perto. Coloquei um biquíni de duas peças, neon, e uns saltinhos confortáveis pra ficar na praia, que faziam minhas pernas parecerem mais longas. Botei meu saída de praia e fomos pra areia. Eu sentia o olhar de uns solteiros que tavam lá, mas especialmente de um cara que, por enquanto, vou deixar vocês na curiosidade. Era um moreno, meio atlético, mão grossa e um olhar tarado (acho que foi isso que mais me chamou a atenção). A gente sentou na espreguiçadeira e começamos com as bebidas. Dois caras se aproximaram tentando puxar conversa, mas o Carlos foi meio seco com eles. Nosso primeiro dia foi normal.

No segundo dia, já descansados da viagem (porque ele dirigiu umas 6 horas), saímos pra dar uma volta na área hoteleira. Minha minissaia não podia faltar e meu top transparente sem sutiã. Meu Deus, os olhares que eu sentia... também me deram um tesão, muito tesão. Minha imaginação tava a mil. Eu flertava com alguns de um jeito descarado e o Carlos adorava. Chegamos no hotel e transamos com as janelas abertas, sem ligar pra nada.

Já descansados depois da soneca, fomos pra praia de novo, mas eu ainda tava com fogo. Coloquei outro biquíni de duas peças, preto fio-dental, e saímos. Chegamos na espreguiçadeira e, nisso, o cara que me chamou a atenção no dia anterior se aproximou e perguntou: "Vocês não tão a fim de dar um passeio de lancha pra outra... Tem praia perto daqui?" O Carlos percebeu a expressão que eu fiz quando ele se aproximou, fez uma careta e perguntou ao rapaz quanto custava e quanto tempo a gente podia ficar naquela praia. Ele disse que duas horas e que a gente podia levar bebidas ou comprar lá. O Carlos falou pra irmos, e o garoto completou que agora não tinha ninguém lá porque era baixa temporada, e no fim ele topou.

O garoto entrou no mar pra encostar o barco o mais perto possível. O Carlos me pediu pra tirar o pareô e ficar só de biquíni, e eu fiz isso. Quando esse cara saiu da água e subiu no barco, eu notei uma coisa... e gostei do que vi. A gente ficou conversando durante o caminho até a praia particular. O Carlos me segurava pela cintura e me apertava a buceta, e eu não aguentava, mordia meu lábio. Esse cara, o barqueiro, me olhava quando ele fazia isso e claramente se tocava no pau, imagino pra não marcar no short dele. O Carlos perguntou ao barqueiro se não tinha problema eu ficar de topless, já que ele queria que eu me bronzeasse toda, e ele disse que sem problema. O Carlos tirou a parte de cima do meu biquíni.

Chegamos na tal praia particular e, sim, não tinha ninguém. O barqueiro nos deu um par de toalhas. Eu estendi a minha na areia e me deitei de bruços pra bronzear as costas, e eles começaram a conversar e a beber. Depois de uns minutos, só ouvi alguém dizer "já volto", mas não consegui identificar direito. Achei que era o barqueiro e que só tínhamos ficado eu e o Carlos. Ouço alguém se aproximar e sinto uma mão acariciando minhas costas. A mão se movia pra cima e pra baixo, e eu fingindo de gatinha. Quando a mão dela se aproximava da minha bunda, eu levantava, convidando pra acariciar ainda mais, coisa que ela fez sem pensar. Sinto as mãos dela na minha bunda e ela tira minha tanga devagar. Abre minhas pernas e começa a me chupar. Aí eu senti que não era o Carlos. Ele faz de um jeito, e essa pessoa fazia de um jeito desenfreado. Apertava minha bunda e enfiava a língua o mais fundo que podia. podia.
Aí ele me vira de barriga pra cima e eu vejo ele ali nos meus pés, pelado, se tocando, tava tão duro que ele se aproxima e coloca o pau na minha boca e eu começo a chupar que nem uma louca, minhas mãos acariciam os ovos dele e minha boca envolve e mama o pau dele, ele segura minha cabeça com as duas mãos e me empurra cada vez mais, não deixa eu voltar, me sufocando, começo a babar tanto que escorre pela minha boca, respingando no meu peito e nas coxas dele, meus olhos começam a lacrimejar e a minha rímel escorre, nessa hora ele me deixa respirar, só sorri, e me pergunta "cê gosta de pancada?" respondo que sim na hora e ele sem mais me cospe na cara e com a mão espalha tudo pelo meu rosto, me puxa pelo cabelo com força e leva minha boca de volta pros ovos dele, começo a beijar e a enfiar eles na boca, minha língua tenta lamber mais pra baixo, só consigo lamber a área entre o cu e os ovos dele, o que deixa ele ainda mais doido.

Ele me para e me levanta pelo cabelo, andamos uns metros até uma palapa, me coloca de quatro na cama e fala "teu boy me deu isso" e mostra a camisinha, coloca e sem mais penetra, abre minha bunda e cuspi saliva e com o dedão grosso massageia meu cu, dilatando, e enfia o dedo inteiro simulando uma dupla penetração, eu adorava sentir ele dentro de mim, me mexia cada vez mais, gemia e gritava, ele pedia pra eu fazer ainda mais alto porque ninguém ia nos ouvir, ele me comia com violência, com desespero, tira o dedão do meu cu mas agora mete o pau dele, eu sentia tão dilatado que entrou com menos esforço mas dava um puta prazer e continuou assim por uns minutos, pra depois mudar de posição.

Agora ele sentou na cama e eu de costas pra ele, sentei em cima dele de novo pedindo anal, minhas pernas abertas olhando pro mar, ele me beijava e mordia minhas costas e cada vez metia mais violento, aí vejo o Carlos se aproximando devagar, ele vê aquela imagem de mim aberta pernas, minha buceta exposta e o barqueiro me comendo, Carlos se aproximou cada vez mais e começou a enfiar os dedos na minha buceta, aí tive um dos melhores orgasmos da minha vida.

Carlos deu uns passos pra trás e começou a se masturbar enquanto a gente não parava de transar, o barqueiro não aguentava mais e pediu pra gozar na minha cara, o que eu aceitei, me ajoelhei e ele se esvaziou em mim, não sei quantos dias ele tava sem comer ninguém, mas a quantidade foi enorme, ao me ver assim Carlos também não segurou, se aproximou e ajudou com a quantidade de porra no meu rosto.

A gente sentou um pouco pra tomar ar, rimos, me lavei com água do mar e voltamos pro hotel. No resto das férias repetimos as escapadas, mas uma vez fui sozinha.

4 comentários - Praia, calor e putaria

Hermoso relato ,muy caliente ,me hubiese gustado verte comiendo en la playa y pajearme mientras lo hacias+10
Siempre quedan buscando más, les gusta poner cuernos Jajajaja esas son las mejores para pasar el rato solamente, mujeres es lo que hay.