Sempre leio muitos contos e nunca tinha me animado a contar algumas das minhas experiências (essa é 100% real, só mudei os nomes). Hoje chegou o dia de quebrar o gelo e me animar. Vou me descrever: sou uma mulher morena de 30 anos bem vividos, vida saudável, muito esporte, o que deixou meu corpo bem definido, apesar de ter tido duas gestações e dois filhos lindos com meu marido (que eu amo). Tenho um bom par de peitos, como dizem, bem grandes, cabelo cacheado e, quando saio na rua, roubo uns olhares aqui e ali. Pernas e bunda bem firmes por causa do meu esporte favorito (ciclismo). Enfim, vou me chamar de Angy (para manter o anonimato). Isso aconteceu uns 5 anos atrás, mais ou menos. Na época, eu estava na universidade, onde meu marido trabalhava como professor, já que ele se formou lá e ficou com algumas horas de aula (ele é profissional da área da medicina). Naquele momento, eu tinha 25 anos, dois filhos, o mais novo de 2 anos e meio, pouco tempo para os estudos e preferia gastá-lo fazendo atividade física. Meio que me irritava ir para a universidade assistir às aulas, mas precisava. Na época, estudava com garotos de 20 anos, em média, e realmente não me sentia no meu lugar ali. Mas havia uma exceção: um rapaz que vou chamar de Juan. Cabelo comprido e ondulado, dava para ver que se cuidava, corpo definido, muito bonito, mas sua atitude tão masculina, tão desinteressada em se encaixar, parecia diferente dos outros. Cada comentário era equilibrado e educado. As garotas perguntavam coisas para ele, zoavam, e ele, indiferente, respondia como uma pessoa madura de 40 anos. Ele talvez não soubesse o que despertava nas mulheres da idade dele. Além disso, era extremamente inteligente e solitário, todo um mistério. Percebi na hora que era casado, usava aliança, não escondia. Era seguro de si. Além de achá-lo atraente fisicamente e intelectualmente, ele me dava curiosidade, mas sabia que era impossível, por causa daquela forma impenetrável dele. ser. Um dia tivemos que fazer grupos de 3, não sei como foi, mas acabei no grupo dele e de outro cara (Marcos). A gente se encontrou algumas vezes na biblioteca. Marcos era muito bom em socializar, ele perguntava e tentava puxar conversa, saber dos outros colegas, se dava super bem com o Juan. Foi aí que descobri que o Juan era casado mesmo, não tinha filhos, era apaixonado por motos, até montava e desmontava elas, o típico motoqueiro de cabelo comprido. Tudo era mais indecifrável naquele cara, ou eu tava muito obcecada. Numa das conversas, comentei que era esposa de um professor de algumas matérias do curso (meu marido Roberto). Nisso, o Juan me olhou e falou: "Dr. Roberto? Ele foi meu colega de trabalho por quase 2 anos." Fiquei muda (porque o Roberto é uma pessoa que costuma ser um saco quando quer, fiquei me perguntando como foi a relação deles) e falei: "Sim!! Como ele é como colega? Como marido é insuportável" e dei uma risada nervosa, hahahaha. Juan me disse: "Acho que no trabalho era igual em casa." Rimos todos.
Tentei não perguntar nada pro Roberto, mas não consegui. Falei, meio de brincadeira: "Tô fazendo curso com um cara que trabalhava com você, chama Juan, mandou um abraço." Aí o Roberto respondeu: "Juaaan!! O motoqueiro. Não é do estilo do Juan mandar abraços, hahahaha. Mas fica tranquila que a relação profissional era boa, ele não vai te xingar," ele disse. "Juan era muito bom no que fazia e saiu porque teve uma oferta melhor. Ele era residente na clínica onde eu era chefe, e mesmo eu pressionando ele, ele sempre mostrava talento. Alguma vez deve ter me amaldiçoado, mas foi o melhor residente que trabalhou comigo." Fiquei satisfeita com a resposta, mas na faculdade continuaria falando com o Juan. Ele começou a falar mais comigo, combinamos de fazer trabalhos da faculdade juntos. Cada vez mais, as tardes de estudo na faculdade ficavam mais agradáveis nas bibliotecas. Uma vez, forcei ele a me dizer que esporte praticava. Ele me perguntou por que deveria fazer algum esporte. Aproveitei pra alagar ele sutilmente pelo jeito resistente dele, falei: "Vai, você tem um corpo diferente de alguém que passa o dia lendo numa biblioteca". Hahaha, a gente riu. Ele me diz: "Faço muitos esportes. E você, que esporte faz pra estar assim?" Hahahaha, "Tá me dizendo que nesse corpo dá pra notar esporte?" Respondi. Aí ele, inesperadamente, responde: "Nesse corpo dá pra notar muito esporte, você nasceu fazendo esporte pra estar tão gostosa assim." Naquele momento foi uma tensão, senti eletricidade, calor, tudo junto. Eu ri, e ele responde: "Upa, desculpa, às vezes não desconecto o que penso do que falo." Na hora eu digo: "Você tem minha permissão pra me falar o que pensa sempre, mas sempre que aguentar o que eu penso também." E ri de novo. Ele responde: "É intrigante saber o que pensa a esposa do meu ex-colega, ainda mais quando a esposa é uma gostosa e o marido não fez por merecer comigo pra ter peso na consciência." (De novo ele me deixava sem palavras, pensava: "Será que ele realmente gosta de mim? Eu já vi a esposa dele na faculdade, é uma mulher muito bonita e da idade dele, mas ele reparou em mim, no tesão de ser a esposa do ex-colega.") Respondi: "Eu também fico intrigada com o que pensa o garoto bonito e inteligente que senta sozinho como o rebelde da sala." A gente riu, eu tremia. "Bom, um dia a gente vai satisfazer todas as nossas dúvidas", ele disse. Respondi sem demora: "Faz tempo que não me acontece isso, hahahahaha." Ele pergunta: "O que não te acontece?" E eu respondo: "Satisfazer dúvidas, hahahahaha." A gente riu, e naquele dia combinamos de estudar no sábado com nosso colega Marcos, João e eu. Na época, eu não tinha muito tempo, pensava em ir pra academia depois de estudar na casa do nosso colega Marcos pra terminar a maldita atividade prática. Já fazia vários sábados que a gente fazia a mesma coisa. Marcos mora sozinho, eu em casa tenho meus filhos e meu marido, muita bagunça, e João nunca nem disse onde morava, típico dele. Eu fui preparada com uma legging cinza claro, bem justinha. Muito bem, dava até pra ver minha calcinha fio dental vermelha por baixo, uma regata branca decotada com um sutiã vermelho. Me olhei várias vezes no espelho antes de sair e me senti tão puta naquele dia. Sempre que ia pra academia, sentia os olhares dos homens me despindo, isso me excitava e me deixava no fogo. Cheguei primeiro na casa do Marcos e os dois já estavam lá. Quando cheguei, eles ficaram bobos. O Juan fala: "Bom, vamos começar a treinar, hahaha" e ri. Respondo: "Uma dona de casa tem que coordenar os horários de treinar e estudar, hahaha". O Marcos diz: "Tá bom, tá bom, vamos começar senão você perde sua aula de spinning, hahahaha, e além disso tenho pouco tempo". Nisso, já tinham se passado 20 minutos e o Marcos fala pro Juan: "Me dá uma força, tenho que ir ao aeroporto, minha mãe vai viajar e preciso chegar uma hora antes do embarque. Se terminarem antes de eu voltar, tranca a porta e me avisa onde deixar a chave. Acho que em uma hora eu volto." Nisso, mil coisas passavam pela minha cabeça por causa da situação: sozinha numa casa neutra com o Juan. Um calor tomou meu corpo, senti até que comecei a me molhar só de pensar. O Juan responde: "Fala sério, não se preocupa, vai tranquilo, não vamos quebrar nenhum móvel." O Marcos foi embora rindo. Ficou um silêncio absoluto, até que o Juan me pergunta: "Qual é a sua rotina hoje na academia?" Respondo: "Pedalar na bicicleta como uma louca o máximo que der, hahahaha. E você, qual é a sua rotina hoje?" Ele me diz: "Até o momento em que o Marcos foi embora, eu não tinha planos de atividade física." Ele falou isso e eu fiquei tipo louca. Falei: "Bom, os planos podem se ajustar conforme o dia passa." Rimos de forma safada. Já tava no fogo, e olhava pra entreperna dele, o volume marcava, era evidente. Ele bocejava e se espreguiçava pra mostrar ainda mais aquele pênis lindo querendo sair da calça, procurando a saída pro lado da perna. Dava pra ver bem a cabeça dele, e devia ser grande porque chegava quase até o bolso da calça. Nessa altura, eu já tava com um tesão... Dos momentos mais eróticos, eu também brincava com a caneta na boca e com meus peitos, fingia me descuidar e, passando a caneta pela alça do meu sutiã, soltei um pouco pra deixar ver mais meus peitos, quase até o mamilo. Levantei e falei: "Vou ao banheiro, peço licença porque você é o novo dono da casa." Ele riu, e eu saí andando feito uma puta de rua. Me olhei no espelho de novo e pensei: "É agora ou nunca." Me despi e vesti minha regata e minha legging sem nada por baixo (deixei no banheiro o bolsinho com minha calcinha e meu sutiã). Subi minha legging até o máximo, vendo como minha buceta devorava aquele pedaço de tecido fino da legging. Também ia ser evidente a ausência daquele sutiã vermelho segurando meus peitos. Era um convite aos berros pra ele fazer o que quisesse comigo. Saí como uma vagabunda pra ver se ele dava o primeiro passo. Saí desfilando de novo como a puta que eu me sentia naquele momento, sem calcinha, e sei que ele cravou o olhar em mim — senti o olhar dele me perfurando. Parei do lado da cadeira sem sentar (sentia minha legging entrando nos lábios da minha buceta) e falei: "Que tal descansarmos um pouco?" Ele olhava fixamente pra minha legging (os lábios da minha buceta) e disse: "Agora a esposa do corno do meu colega vai me mostrar o quão puta ela é." (Fiquei tremendo, esperava outro tipo de reação, algo mais gentil.) "Ou não vai me mostrar o quão puta você é? Me mostra teu corpo, sai do banheiro sem calcinha e quer que eu não te trate como puta? Eu sei que você vai ser minha puta, por isso pedi pro Marcos me emprestar a casa." (Naquele momento, soube que era tudo ideia do Juan.) E falei: "Juan, ninguém pode saber disso. Se fizermos algo, tem que ser..." Nessa hora, ele me cortou e disse: "Eu sei bem o que fazer!! Você também sabe bem o que fazer, então vem cá, ajoelha!! Vou meter alguma coisa nessa boca pra você ficar quieta!!" Naquele momento, me assustei, mas fiquei com muito mais tesão. Concordei com a cabeça e me ajoelhei. Ele se aproximou e tirou aquela pica enorme. Coisa que eu tinha, mais grossa e comprida que a do Roberto, cheia de veias. Ela me olha e diz: "Cara de surpresa? Obviamente é maior que a do cuck, e agora você vai poder chupar uma rola grande como realmente merece." Comecei a chupar sem dizer nada, tava tão excitada. Ela me diz: "Agora você vai engolir tudo, não quero que perca uma gota, me ouviu, puta?" Passou um tempo, começaram os gemidos e senti o calor da porra dela. Comecei a engolir como ela mandava, mas era tanto que transbordava. Ela terminou, me olhou e disse: "Viu o que fez? Nem uma gota era..." Me pegou pelos cabelos, me colocou em cima do sofá, arrancou minha legging com desespero e disse: "Agora você vai ver como se usa a boca." Se meteu entre minhas pernas e nunca na vida me fizeram sentir o que o Juan fez. Era um expert. Gozei umas três vezes. Ele sentia minhas contrações quando eu tava quase gozando, me deixava descansar e depois voltava. Era como um orgasmo que nunca chegava completo no final, porque ele deixava isso acontecer até que eu não aguentasse mais. Peguei ele pelos cabelos, enfiei com força na minha buceta e foi um momento impressionante. Tão cansada e ofegante que eu tava, já estava plenamente satisfeita, mas isso não ia terminar assim. Ele me virou antes que eu me recuperasse completamente e começou a meter aquele pênis enorme na minha buceta toda melada. Era tão apertado e gostoso. Comecei a acompanhar o movimento dele, primeiro devagar, e depois as cadeiras dele batiam com muita força nas minhas nádegas, algo brutal. Gritávamos, gemíamos. Ele me dizia mil putarias que eu adorava: "É isso que você queria, pedaço de puta? Que gostosa que você tá, neguinha. Hoje vou te arrebentar toda, neguinha." Com o furor do movimento, sentir aqueles ovos batendo contra minhas nádegas, soando como tapas fortes, e dentro de mim um momento de calma. Senti as batidas do pênis dele. Era a hora da gozada. Eu tava plena e sem vontade de que saísse. Gozava uma e outra vez, perdi a conta dos orgasmos. Mesmo assim, nunca saiu. Ele me encheu por dentro, o sem-vergonha. Gozamos quase juntos. De novo, ele me jogou no sofá. se enfia entre minhas pernas (deus, por favor, não aguento tanto) de novo dando aquelas chupadas deliciosas que me deixavam louca. ficamos assim até eu explodir de novo, naquele momento cheio de sucos, sinto um dedo na minha bunda, coisa que com meu marido nunca fiz (embora com o Roberto tenhamos brinquedos e jogos, tenho um consolador pequeno que ele costuma enfiar no meu booty quando me come, mas sempre senti incômodo ou por obrigação e nunca deixei ele meter outra coisa além daquele brinquedo, mas nunca tinha recebido uma fodida como aquela). o dedo entrou sem problemas, me deixei levar pelo jeito que ele usava a língua na minha buceta e o dedo brincando na minha bunda, como fazendo força pros lados. ele enfiou o segundo dedo, mexia como quem sabia o que tava fazendo e eu tava morrendo de prazer. nisso ele disse: já tá pronta, slut. deita de bruços e me deixa cuidar, que você vai ficar dois dias escorrendo tudo que vou meter nessa bunda. não ofereci resistência nenhuma, até agora tudo que ele fez foi me fazer torcer de prazer e me sentir a mais foxy das vadias, tanto que nem pensei naquele pedaço de carne cheio de veias dentro da minha bunda, onde já não sei quantos dedos dele tinham entrado e com tanto suco escorrendo, tudo que entrava entrava como sem pedir licença. ele começa a empurrar o pênis dele na minha bunda, pra minha surpresa não senti dor, deslizando lento e suave. com a mão dele, pegou a minha e levou até meu clitóris e disse: é aqui que você tem que se tocar pra sentir o prazer do meu cock no seu cu. depois começou mais e mais forte, enquanto ele me empurrava cada pijada e eu esfregando minha pussy com mais força, senti gozar de um jeito que nunca tinha experimentado, tava no céu... até que finalmente ele cumpriu o que disse, encheu meu cu de cum e eu me masturbando enquanto ele descarregava tudo dentro. que slut me sinto, ele encheu de cum todos meus buraquinhos. lembro que horas depois, já banhada e trocada depois da suposta aula de ginástica, tava na minha casa cozinhando pro meu marido. sentindo como os sucos dela ainda escorriam das minhas partes, e até dando em cima do meu marido pra ele me dar mais uma deliciosa fodida em casa.... essa é uma das experiências mais loucas que vivi e que tenho pra compartilhar, espero que tenham gostado.....
Tentei não perguntar nada pro Roberto, mas não consegui. Falei, meio de brincadeira: "Tô fazendo curso com um cara que trabalhava com você, chama Juan, mandou um abraço." Aí o Roberto respondeu: "Juaaan!! O motoqueiro. Não é do estilo do Juan mandar abraços, hahahaha. Mas fica tranquila que a relação profissional era boa, ele não vai te xingar," ele disse. "Juan era muito bom no que fazia e saiu porque teve uma oferta melhor. Ele era residente na clínica onde eu era chefe, e mesmo eu pressionando ele, ele sempre mostrava talento. Alguma vez deve ter me amaldiçoado, mas foi o melhor residente que trabalhou comigo." Fiquei satisfeita com a resposta, mas na faculdade continuaria falando com o Juan. Ele começou a falar mais comigo, combinamos de fazer trabalhos da faculdade juntos. Cada vez mais, as tardes de estudo na faculdade ficavam mais agradáveis nas bibliotecas. Uma vez, forcei ele a me dizer que esporte praticava. Ele me perguntou por que deveria fazer algum esporte. Aproveitei pra alagar ele sutilmente pelo jeito resistente dele, falei: "Vai, você tem um corpo diferente de alguém que passa o dia lendo numa biblioteca". Hahaha, a gente riu. Ele me diz: "Faço muitos esportes. E você, que esporte faz pra estar assim?" Hahahaha, "Tá me dizendo que nesse corpo dá pra notar esporte?" Respondi. Aí ele, inesperadamente, responde: "Nesse corpo dá pra notar muito esporte, você nasceu fazendo esporte pra estar tão gostosa assim." Naquele momento foi uma tensão, senti eletricidade, calor, tudo junto. Eu ri, e ele responde: "Upa, desculpa, às vezes não desconecto o que penso do que falo." Na hora eu digo: "Você tem minha permissão pra me falar o que pensa sempre, mas sempre que aguentar o que eu penso também." E ri de novo. Ele responde: "É intrigante saber o que pensa a esposa do meu ex-colega, ainda mais quando a esposa é uma gostosa e o marido não fez por merecer comigo pra ter peso na consciência." (De novo ele me deixava sem palavras, pensava: "Será que ele realmente gosta de mim? Eu já vi a esposa dele na faculdade, é uma mulher muito bonita e da idade dele, mas ele reparou em mim, no tesão de ser a esposa do ex-colega.") Respondi: "Eu também fico intrigada com o que pensa o garoto bonito e inteligente que senta sozinho como o rebelde da sala." A gente riu, eu tremia. "Bom, um dia a gente vai satisfazer todas as nossas dúvidas", ele disse. Respondi sem demora: "Faz tempo que não me acontece isso, hahahahaha." Ele pergunta: "O que não te acontece?" E eu respondo: "Satisfazer dúvidas, hahahahaha." A gente riu, e naquele dia combinamos de estudar no sábado com nosso colega Marcos, João e eu. Na época, eu não tinha muito tempo, pensava em ir pra academia depois de estudar na casa do nosso colega Marcos pra terminar a maldita atividade prática. Já fazia vários sábados que a gente fazia a mesma coisa. Marcos mora sozinho, eu em casa tenho meus filhos e meu marido, muita bagunça, e João nunca nem disse onde morava, típico dele. Eu fui preparada com uma legging cinza claro, bem justinha. Muito bem, dava até pra ver minha calcinha fio dental vermelha por baixo, uma regata branca decotada com um sutiã vermelho. Me olhei várias vezes no espelho antes de sair e me senti tão puta naquele dia. Sempre que ia pra academia, sentia os olhares dos homens me despindo, isso me excitava e me deixava no fogo. Cheguei primeiro na casa do Marcos e os dois já estavam lá. Quando cheguei, eles ficaram bobos. O Juan fala: "Bom, vamos começar a treinar, hahaha" e ri. Respondo: "Uma dona de casa tem que coordenar os horários de treinar e estudar, hahaha". O Marcos diz: "Tá bom, tá bom, vamos começar senão você perde sua aula de spinning, hahahaha, e além disso tenho pouco tempo". Nisso, já tinham se passado 20 minutos e o Marcos fala pro Juan: "Me dá uma força, tenho que ir ao aeroporto, minha mãe vai viajar e preciso chegar uma hora antes do embarque. Se terminarem antes de eu voltar, tranca a porta e me avisa onde deixar a chave. Acho que em uma hora eu volto." Nisso, mil coisas passavam pela minha cabeça por causa da situação: sozinha numa casa neutra com o Juan. Um calor tomou meu corpo, senti até que comecei a me molhar só de pensar. O Juan responde: "Fala sério, não se preocupa, vai tranquilo, não vamos quebrar nenhum móvel." O Marcos foi embora rindo. Ficou um silêncio absoluto, até que o Juan me pergunta: "Qual é a sua rotina hoje na academia?" Respondo: "Pedalar na bicicleta como uma louca o máximo que der, hahahaha. E você, qual é a sua rotina hoje?" Ele me diz: "Até o momento em que o Marcos foi embora, eu não tinha planos de atividade física." Ele falou isso e eu fiquei tipo louca. Falei: "Bom, os planos podem se ajustar conforme o dia passa." Rimos de forma safada. Já tava no fogo, e olhava pra entreperna dele, o volume marcava, era evidente. Ele bocejava e se espreguiçava pra mostrar ainda mais aquele pênis lindo querendo sair da calça, procurando a saída pro lado da perna. Dava pra ver bem a cabeça dele, e devia ser grande porque chegava quase até o bolso da calça. Nessa altura, eu já tava com um tesão... Dos momentos mais eróticos, eu também brincava com a caneta na boca e com meus peitos, fingia me descuidar e, passando a caneta pela alça do meu sutiã, soltei um pouco pra deixar ver mais meus peitos, quase até o mamilo. Levantei e falei: "Vou ao banheiro, peço licença porque você é o novo dono da casa." Ele riu, e eu saí andando feito uma puta de rua. Me olhei no espelho de novo e pensei: "É agora ou nunca." Me despi e vesti minha regata e minha legging sem nada por baixo (deixei no banheiro o bolsinho com minha calcinha e meu sutiã). Subi minha legging até o máximo, vendo como minha buceta devorava aquele pedaço de tecido fino da legging. Também ia ser evidente a ausência daquele sutiã vermelho segurando meus peitos. Era um convite aos berros pra ele fazer o que quisesse comigo. Saí como uma vagabunda pra ver se ele dava o primeiro passo. Saí desfilando de novo como a puta que eu me sentia naquele momento, sem calcinha, e sei que ele cravou o olhar em mim — senti o olhar dele me perfurando. Parei do lado da cadeira sem sentar (sentia minha legging entrando nos lábios da minha buceta) e falei: "Que tal descansarmos um pouco?" Ele olhava fixamente pra minha legging (os lábios da minha buceta) e disse: "Agora a esposa do corno do meu colega vai me mostrar o quão puta ela é." (Fiquei tremendo, esperava outro tipo de reação, algo mais gentil.) "Ou não vai me mostrar o quão puta você é? Me mostra teu corpo, sai do banheiro sem calcinha e quer que eu não te trate como puta? Eu sei que você vai ser minha puta, por isso pedi pro Marcos me emprestar a casa." (Naquele momento, soube que era tudo ideia do Juan.) E falei: "Juan, ninguém pode saber disso. Se fizermos algo, tem que ser..." Nessa hora, ele me cortou e disse: "Eu sei bem o que fazer!! Você também sabe bem o que fazer, então vem cá, ajoelha!! Vou meter alguma coisa nessa boca pra você ficar quieta!!" Naquele momento, me assustei, mas fiquei com muito mais tesão. Concordei com a cabeça e me ajoelhei. Ele se aproximou e tirou aquela pica enorme. Coisa que eu tinha, mais grossa e comprida que a do Roberto, cheia de veias. Ela me olha e diz: "Cara de surpresa? Obviamente é maior que a do cuck, e agora você vai poder chupar uma rola grande como realmente merece." Comecei a chupar sem dizer nada, tava tão excitada. Ela me diz: "Agora você vai engolir tudo, não quero que perca uma gota, me ouviu, puta?" Passou um tempo, começaram os gemidos e senti o calor da porra dela. Comecei a engolir como ela mandava, mas era tanto que transbordava. Ela terminou, me olhou e disse: "Viu o que fez? Nem uma gota era..." Me pegou pelos cabelos, me colocou em cima do sofá, arrancou minha legging com desespero e disse: "Agora você vai ver como se usa a boca." Se meteu entre minhas pernas e nunca na vida me fizeram sentir o que o Juan fez. Era um expert. Gozei umas três vezes. Ele sentia minhas contrações quando eu tava quase gozando, me deixava descansar e depois voltava. Era como um orgasmo que nunca chegava completo no final, porque ele deixava isso acontecer até que eu não aguentasse mais. Peguei ele pelos cabelos, enfiei com força na minha buceta e foi um momento impressionante. Tão cansada e ofegante que eu tava, já estava plenamente satisfeita, mas isso não ia terminar assim. Ele me virou antes que eu me recuperasse completamente e começou a meter aquele pênis enorme na minha buceta toda melada. Era tão apertado e gostoso. Comecei a acompanhar o movimento dele, primeiro devagar, e depois as cadeiras dele batiam com muita força nas minhas nádegas, algo brutal. Gritávamos, gemíamos. Ele me dizia mil putarias que eu adorava: "É isso que você queria, pedaço de puta? Que gostosa que você tá, neguinha. Hoje vou te arrebentar toda, neguinha." Com o furor do movimento, sentir aqueles ovos batendo contra minhas nádegas, soando como tapas fortes, e dentro de mim um momento de calma. Senti as batidas do pênis dele. Era a hora da gozada. Eu tava plena e sem vontade de que saísse. Gozava uma e outra vez, perdi a conta dos orgasmos. Mesmo assim, nunca saiu. Ele me encheu por dentro, o sem-vergonha. Gozamos quase juntos. De novo, ele me jogou no sofá. se enfia entre minhas pernas (deus, por favor, não aguento tanto) de novo dando aquelas chupadas deliciosas que me deixavam louca. ficamos assim até eu explodir de novo, naquele momento cheio de sucos, sinto um dedo na minha bunda, coisa que com meu marido nunca fiz (embora com o Roberto tenhamos brinquedos e jogos, tenho um consolador pequeno que ele costuma enfiar no meu booty quando me come, mas sempre senti incômodo ou por obrigação e nunca deixei ele meter outra coisa além daquele brinquedo, mas nunca tinha recebido uma fodida como aquela). o dedo entrou sem problemas, me deixei levar pelo jeito que ele usava a língua na minha buceta e o dedo brincando na minha bunda, como fazendo força pros lados. ele enfiou o segundo dedo, mexia como quem sabia o que tava fazendo e eu tava morrendo de prazer. nisso ele disse: já tá pronta, slut. deita de bruços e me deixa cuidar, que você vai ficar dois dias escorrendo tudo que vou meter nessa bunda. não ofereci resistência nenhuma, até agora tudo que ele fez foi me fazer torcer de prazer e me sentir a mais foxy das vadias, tanto que nem pensei naquele pedaço de carne cheio de veias dentro da minha bunda, onde já não sei quantos dedos dele tinham entrado e com tanto suco escorrendo, tudo que entrava entrava como sem pedir licença. ele começa a empurrar o pênis dele na minha bunda, pra minha surpresa não senti dor, deslizando lento e suave. com a mão dele, pegou a minha e levou até meu clitóris e disse: é aqui que você tem que se tocar pra sentir o prazer do meu cock no seu cu. depois começou mais e mais forte, enquanto ele me empurrava cada pijada e eu esfregando minha pussy com mais força, senti gozar de um jeito que nunca tinha experimentado, tava no céu... até que finalmente ele cumpriu o que disse, encheu meu cu de cum e eu me masturbando enquanto ele descarregava tudo dentro. que slut me sinto, ele encheu de cum todos meus buraquinhos. lembro que horas depois, já banhada e trocada depois da suposta aula de ginástica, tava na minha casa cozinhando pro meu marido. sentindo como os sucos dela ainda escorriam das minhas partes, e até dando em cima do meu marido pra ele me dar mais uma deliciosa fodida em casa.... essa é uma das experiências mais loucas que vivi e que tenho pra compartilhar, espero que tenham gostado.....

25 comentários - Juan, colega da facul e ex-colega de trampo do meu marido
Te felicito van puntitos