Olá, antes de tudo, obrigado por entrar e ler. Vale dizer que tudo o que está escrito é mera ficção e não é real de forma alguma, também é o primeiro conto que escrevo, então talvez não seja tão bom, críticas são aceitas. Espero que gostem.
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Quando era criança e descobri o que era sexo e virgindade, tive a ideia de que minha primeira vez seria bem romântica e que seria com quem um dia seria meu marido, mas não foi assim. Foi aos 15 anos, quando minha curiosidade pelo sexo estava altíssima. No começo, pensei que minhas dúvidas seriam resolvidas vendo vídeos pornô, mas só ficava pensando como seria sentir um pau grande entrando na minha buceta ou no meu cu, como seria lamber um pau enorme e se o leite era tão gostoso quanto as atrizes pintavam, como seria sentir brincarem com meus peitos e beliscarem e chuparem meus mamilos. Pensar nisso tudo só me deixava com tanto tesão que, para me consolar, eu começava a brincar com meus peitos e enfiar dedos na minha buceta, mas não era o suficiente. Sem dúvida, eu estava decidida a perder minha virgindade de qualquer jeito, estava tão desesperada para ter um pau dentro de mim que pouco me importava com quem fosse. Estava no meu computador, vagando de página em página sobre como transar pela primeira vez, tão excitada fantasiando como seria que não consegui evitar baixar as mãos para enfiar por baixo da minha calcinha e começar a massagear minha buceta, soltando pequenos suspiros e gemidos até que o toque do meu celular me tirou da minha bolha de prazer.
- Alô... Falei com a voz meio trêmula.
- Oi, Olívia, é o Edgar... Ele disse com uma voz cheia de energia e rapidez. Ele é um amigão meu, então as ligações dele não eram surpresa.
- Sim, oi, o que foi?... Falei enquanto me sentava direito no lugar.
- Tava pensando se você queria vir aqui em casa amanhã? Já que vai lançar a nova temporada da série que a gente gosta... Era verdade, eu estava tão concentrada pensando em como perder a virgindade que o Esqueci completamente — Claro, adoraria... Falei com alegria, ja que tava morrendo de vontade de ver ela — Ok, que tal uma hora? Podemos pedir pizza e fazer pipoca... — Ta bom, ate amanha... — Ate amanha. Desliguei a chamada e larguei meu celular de lado. Fiquei pensando um momento e do nada uma pergunta invadiu minha cabeca: Por que nao perder a virgindade com o Edgar? Pensando bem, nao seria uma ideia ruim, ele e um grande amigo e, lembrando um pouco, uma vez ele mencionou que queria transar. Era o plano perfeito, so precisava botar em pratica. Levantei da minha escrivaninha e fui ate meu armario pra ver o que vestir amanha. Meu plano era usar algo sexy pra esquentar ele um pouco, entao escolhi uma saia curta preta, bem justa no quadril, uma blusa de alcinha branca e um tenis branco de plataforma baixa. Depois fui ate uma das minhas gavetas pra escolher a roupa intima. Optei por um sutiã e uma calcinha preta. Adorava o conjunto porque o sutiã destacava bem meus peitos — vale dizer que eram um pouco maiores que a media pra minha idade — e a calcinha era um pouco menor, entao sumia entre minhas nadegas. Ja tinha quase tudo pronto, so faltava depilar. Apesar de nao dar pra notar muito pelo nas minhas pernas e buceta, queria que estivessem completamente lisas. Ja era sabado a tarde e meu pai tava me levando de carro ate a casa do Edgar. Vale dizer que eu tava nervosa. Faltavam so tres quadras quando mandei um WhatsApp pra ele avisando que ja tinha chegado pra ele abrir a porta. Senti o carro frear e meu pai falou que ja tinhamos chegado e que passava por mim as 8. Me despedi dele com um beijo na bochecha e desci do carro. O Edgar ja tava la fora esperando eu entrar. Ele tava vestido como de costume: uma camisa normal vermelha e uma calca jeans. — Oi... falei animada enquanto ele me deixava passar. — Oi, como cê ta? — perguntou enquanto fechava o portao. — Muito bem, e voce? — Meus nervos tao no limite, mas tento disfarcar. bem, Pronta?... - sim Entramos na casa e fui recebida pelos pais dele, retribuí o gesto e fomos pra escada pra subir pro quarto dele. Quando entrei, sentei na beirada da cama abraçando minha bolsa de nervoso, e ele sentou do meu lado. - Animada?... Ele pergunta enquanto entra na Netflix e procura a série - Sim, e você?... Tento falar com entusiasmo, mas o nervosismo tá me pegando - Muito, tô esperando essa temporada sair há um tempão... ele fala cheio de energia. Ele se acomodou encostado na cabeceira da cama enquanto eu ainda tava sentada na beirada. - Não quer deitar aqui?... Ele fala dando uns tapinhas do lado dele - Quero, só vou tirar meus tênis... Tirei os tênis e deixei no chão junto com a bolsa, depois subi na cama e fui de quatro até onde ele tava. A blusa que eu tava usando era meio largona, então quando me inclinei dava pra ver meu sutiã, e notei que ele não tirou os olhos de mim. Deitei do lado dele e ele colocou a série. A gente já tava no capítulo 6, tinham passado 3 horas e eu tava ficando impaciente. O nervosismo me matava por dentro e uma sensação de tesão tomava conta da minha buceta, tão perto dele que não conseguia me concentrar na série. Resolvi esperar mais um pouco, e aí, como se fosse um sinal do destino, no capítulo apareceu uma cena de dois personagens transando, e foi ali que eu soube que já era hora. - Ei, você já fez?... Pergunto sem tirar os olhos da TV - Fez o quê?... Ele se endireita na cabeceira e pausa - Sexo... Falo sentindo meu corpo esquentar - Não... E você?... Ele pergunta - Não... Levanto do meu lugar e me posiciono em cima das pernas dele, cuidando pra minha bunda ficar bem em cima do pau dele, pra esfregar e dar umas estimuladas. - Você gostaria?... Falo olhando bem nos olhos dele enquanto continuo me esfregando - ahhh... Ele solta um gemidinho - Isso é um sim?... Começo a simular umas sentadas, sentindo um volume crescendo ali na calça dele - sim... Ela coloca as mãos na minha cintura pra descer um pouco e tocar minha bunda. Eu me aproximo mais do rosto dele pra poder beijá-lo, meu primeiro beijo. Primeiro é meigo e inocente, mas depois é ele quem toma a iniciativa e mete a língua na minha boca, não consegui evitar soltar um gemido, os movimentos são um pouco lentos e outros bruscos, mostrando que nenhum dos dois tinha experiência. Aos poucos a gente consegue se coordenar e fazer um ao outro se sentir bem. Entre os beijos, sentia as mãos dele, meio trêmulas, subindo da minha bunda pra debaixo do meu peito, então decidi dar uma ajuda. Me afastei do beijo pra poder tirar minha blusa e jogar pro lado, o olhar dele ficou perdido entre meus peitos. - Você gosta?... Aproximo eles um pouco mais - sim... Ele diz quase num suspiro - Quer tocá-los?... Falei colocando as mãos atrás das costas pra tirar o sutiã - sim... Desabotoei e tirei, jogando igual a blusa, o Edgar tava nervoso, então peguei as mãos dele e coloquei nos meus peitos. Ele começou a massagear e brincar com eles. - São grandes... Falou enquanto começava a beliscar meus mamilos - ahhh... Da minha boca só saíam gemidos enquanto as mãos dele davam apertões fortes nos meus peitos... Chupa meus mamilos... Falei entre gemidos, mas ele entendeu, porque levou um deles à boca enquanto beliscava o outro, os gemidos saíam sem vergonha da minha boca enquanto minha buceta tava molhada, e mais ainda quando senti um volume debaixo dela. Edgar largou meus mamilos enquanto da minha boca só saíam suspiros, de repente ele tira a camisa dele e joga, mostrando o peito e o abdômen, me abraça e faz meu peito bater no dele enquanto me beija com tanta fúria. - Quero que você me faça um boquete... Ele fala assim que a gente termina de se beijar - sim... Falei entre gemidos Saí de cima dele pra ele sentar na beira da cama e eu me ajoelhar no chão na frente dele. Desabotoei o botão da calça dele e a excitação me tomava de um jeito... ponto que já dava água na boca. Quando baixei a calça, continuei com a cueca e, ao tirá-la, me deparei com o que tanto ansiava esse tempo todo. Fiquei olhando por um momento pro pau dele ereto — não era o pau que eu imaginava, mas serviria. Não era tão comprido, mas era grosso. Pelo meu cálculo, uns 13 cm de comprimento e uns 5 de largura. Peguei ele na minha mão pra começar a masturbar ele primeiro. Meus movimentos eram suaves e lentos, porque achava que se fizesse muita força, ia machucar. Continuei assim por mais alguns segundos enquanto ele suspirava. Aproximei ele da minha boca e comecei a lamber a ponta, depois fui lambendo todo o contorno do pau dele. — Você tá gostando?... — falei antes de colocar um dos testículos dele na minha boca e começar a chupar. — Sim... — ele disse entre gemidos. — Coloca na sua boca... Soltei os testículos dele e voltei a posicionar minha boca na ponta. Dei pequenas lambidas pra depois meter ele na minha boca. Primeiro coloquei a cabeça e comecei a dar lambidas circulares na ponta, depois fui descendo. Quando cheguei na metade, senti que não cabia mais na minha boca, então comecei a subir e descer até onde minha boca permitia. Mas as mãos do Edgar se posicionaram nas laterais da minha cabeça e, com força, fizeram o pau inteiro entrar na minha boca, batendo na minha garganta. Ele começou a meter forte na minha boca enquanto gemidos escapavam da boca dele. Nesse ponto, eu já tava ficando sem ar, mas a sensação era tão boa que eu não oferecia resistência. — Vou gozar... — ele disse entre gemidos, e eu senti um jorro enorme na minha boca. Ele tirou o pau e começou a suspirar enquanto eu saboreava o gosto do leite. Era tão gostoso que eu queria mais. Me levantei do chão e, de repente, o Edgar me jogou na cama. Quando levantei um pouco o tronco, vi ele tirando a calça junto com a cueca. Já pelado, ele se colocou por cima de mim e puxou minha saia pra tirar, me deixando só de calcinha. Ele começou a me beijar apaixonadamente, fazendo do nosso beijo uma dança entre nossas línguas. De repente, senti a mão dele... se posiciona sobre minha buceta e começa a fazer movimentos circulares por cima do tecido, para de me beijar pra começar a beijar meus peitos e só fazia com que mais gemidos saíssem da minha boca. - você tá muito molhada... Diz Edgar enquanto tira minha calcinha e joga pra fora da cama, ele aproxima a boca da minha buceta e sinto a língua dele passando por ela, meus gemidos ficavam cada vez mais altos então eu tapava minha boca lembrando que os pais dele estavam lá embaixo, de repente senti ele enfiar a língua fundo e me meter com ela. Ele para de lamber minha buceta e se coloca entre minhas pernas começando a esfregar o pau dele na minha buceta, eu já tava pronta pro pau dele entrar em mim mas... - para... Diz Edgar enquanto se afasta um pouco - O que foi?...me levanto um pouco pra ver o que acontece - não temos camisinha... Ele diz sério - tem na minha bolsa... Falo enquanto vou até onde deixei minha bolsa jogada pra pegar o pacote, jogo pra ele e quando pega abre e tira uma pra colocar no pau dele. - pronta?... Diz enquanto arruma a camisinha e eu me acomodo na cama - pronta... Falo enquanto abro minhas pernas pra dar passagem e deixar minha buceta à vista, Ele se posiciona no meio de mim e volta a esfregar o pau dele na minha buceta, pequenos gemidos escapam das nossas bocas quando sinto a cabeça do pau dele se encaixar na minha entrada, o nervosismo me invade e a excitação aumenta. Sinto a ponta entrando dentro de mim e suspiros e gemidos saem da minha boca enquanto me agarro nas costas dele, Edgar vai entrando devagar soltando pequenos suspiros. Sinto uma ardência e sinto como se estivesse me rasgando, sabia que era normal mas não imaginava que doeria tanto, depois de alguns minutos Edgar já tinha enfiado o pau dele por completo, ele ficava parado pra que eu pudesse me acostumar com ele dentro. - você tá muito apertada, tá doendo?... Diz entre suspiros - um pouco... Os gemidos saem da minha boca - posso continuar?... Levo minha mão até o rosto dele pra puxá-lo e poder beijá-lo no meio do ele começa a se mover, começando a dar estocadas um pouco lentas dentro de mim - ahh ahhh a ahhh sim-continua assim ahh... A dor vai desaparecendo aos poucos, fazendo com que fique cada vez mais prazeroso, cada vez que ele tira e mete o pau dele faz minha mente ficar nublada e a excitação no meu corpo aumentar. - m-mais ahhh ahhh rá-rápido ahhh... Edgar obedece meus desejos e as estocadas começam a subir de nível, fazendo com que cheguem muito mais fundo, continuo gemendo e me agarrando nas costas dele, sinto Edgar colocar a boca no meu pescoço para poder beijar e com certeza deixar chupões, estou ficando louca. - ah eu vou gozar... Diz Edgar enquanto começa a estocar muito mais rápido e forte, fazendo com que dentro de mim ficasse mais quente. Ao terminar de gozar, ele deixa o pau dele dentro de mim por mais alguns minutos enquanto ambos regulamos nossa respiração, ele saiu de dentro de mim e não pude evitar soltar um gemido, ele se deitou ao meu lado ainda com a camisinha colocada e respirava já com mais tranquilidade, ele parecia cansado mas eu ainda não estava satisfeita. Me aproximei de onde está o pau dele e tirei a camisinha, todo o sêmen escorria sobre o pau dele e o fazia parecer ainda mais gostoso, peguei ele, Edgar só ficou me olhando mas não disse nada, aproximei minha boca e de uma vez meti tudo, o gosto de sêmen só o tornava mais gostoso e suculento, comecei a subir e descer minha cabeça, só ouvia os gemidos do Edgar. Ele gozou de novo e eu engoli tudo, não ia desperdiçar nem uma gota. - me passa as camisinhas... Viro para olhar ele e ele procura com o olhar, encontra e me passa, e pego uma para abrir e colocar sobre o pau dele - pronto para a próxima rodada?... Digo enquanto subo nele para poder montar - sim... Disse com muita segurança. Seguro o pau dele para procurar minha buceta, ao encontrar vou sentando aos poucos para poder meter, Edgar pega minhas cadeiras e faz com que eu meta o pau dele de uma vez, solto um gemido alto. Sente-se completamente diferente, sinto que o pau dele está tocando muito mais fundo que começo a mexer meus quadris e a subir e descer, fazendo nós dois gemermos. Edgar começou a me ajudar pra ficar mais rápido e fundo, sem dúvida nenhuma eu não esqueceria aquele dia. Edgar e eu tínhamos passado boa parte da tarde realizando nossas fantasias sexuais, mas já era hora de chegarem pra me buscar. Meu pai tinha me ligado dizendo que chegava em 5 minutos, então começamos a nos trocar. Quando já estava pronta, assim como Edgar, ele me encurralou na parede e começou a me beijar enquanto uma das mãos dele pousava na minha bunda e a outra no meu peito. — Foi incrível... — ele disse perto do meu ouvido. — Ahh, sim... — escapou um gemido meu pela estimulação anterior. — Vai me deixar assim?... — Olhei pra entreperna dele e vi como ainda estava ereto. Levantei minha saia para tirar minha calcinha e dar pra ele. — Pra você se lembrar de mim... — Depois o beijei de novo, mas dessa vez mais devagar. Fomos pra fora da casa dele, onde meu pai esperava. Me virei pra abraçá-lo e sussurrar perto do ouvido dele: — Te vejo sábado que vem... — Me separei e entrei no carro. ---------------------------------------------Obrigado por ler
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Quando era criança e descobri o que era sexo e virgindade, tive a ideia de que minha primeira vez seria bem romântica e que seria com quem um dia seria meu marido, mas não foi assim. Foi aos 15 anos, quando minha curiosidade pelo sexo estava altíssima. No começo, pensei que minhas dúvidas seriam resolvidas vendo vídeos pornô, mas só ficava pensando como seria sentir um pau grande entrando na minha buceta ou no meu cu, como seria lamber um pau enorme e se o leite era tão gostoso quanto as atrizes pintavam, como seria sentir brincarem com meus peitos e beliscarem e chuparem meus mamilos. Pensar nisso tudo só me deixava com tanto tesão que, para me consolar, eu começava a brincar com meus peitos e enfiar dedos na minha buceta, mas não era o suficiente. Sem dúvida, eu estava decidida a perder minha virgindade de qualquer jeito, estava tão desesperada para ter um pau dentro de mim que pouco me importava com quem fosse. Estava no meu computador, vagando de página em página sobre como transar pela primeira vez, tão excitada fantasiando como seria que não consegui evitar baixar as mãos para enfiar por baixo da minha calcinha e começar a massagear minha buceta, soltando pequenos suspiros e gemidos até que o toque do meu celular me tirou da minha bolha de prazer.
- Alô... Falei com a voz meio trêmula.
- Oi, Olívia, é o Edgar... Ele disse com uma voz cheia de energia e rapidez. Ele é um amigão meu, então as ligações dele não eram surpresa.
- Sim, oi, o que foi?... Falei enquanto me sentava direito no lugar.
- Tava pensando se você queria vir aqui em casa amanhã? Já que vai lançar a nova temporada da série que a gente gosta... Era verdade, eu estava tão concentrada pensando em como perder a virgindade que o Esqueci completamente — Claro, adoraria... Falei com alegria, ja que tava morrendo de vontade de ver ela — Ok, que tal uma hora? Podemos pedir pizza e fazer pipoca... — Ta bom, ate amanha... — Ate amanha. Desliguei a chamada e larguei meu celular de lado. Fiquei pensando um momento e do nada uma pergunta invadiu minha cabeca: Por que nao perder a virgindade com o Edgar? Pensando bem, nao seria uma ideia ruim, ele e um grande amigo e, lembrando um pouco, uma vez ele mencionou que queria transar. Era o plano perfeito, so precisava botar em pratica. Levantei da minha escrivaninha e fui ate meu armario pra ver o que vestir amanha. Meu plano era usar algo sexy pra esquentar ele um pouco, entao escolhi uma saia curta preta, bem justa no quadril, uma blusa de alcinha branca e um tenis branco de plataforma baixa. Depois fui ate uma das minhas gavetas pra escolher a roupa intima. Optei por um sutiã e uma calcinha preta. Adorava o conjunto porque o sutiã destacava bem meus peitos — vale dizer que eram um pouco maiores que a media pra minha idade — e a calcinha era um pouco menor, entao sumia entre minhas nadegas. Ja tinha quase tudo pronto, so faltava depilar. Apesar de nao dar pra notar muito pelo nas minhas pernas e buceta, queria que estivessem completamente lisas. Ja era sabado a tarde e meu pai tava me levando de carro ate a casa do Edgar. Vale dizer que eu tava nervosa. Faltavam so tres quadras quando mandei um WhatsApp pra ele avisando que ja tinha chegado pra ele abrir a porta. Senti o carro frear e meu pai falou que ja tinhamos chegado e que passava por mim as 8. Me despedi dele com um beijo na bochecha e desci do carro. O Edgar ja tava la fora esperando eu entrar. Ele tava vestido como de costume: uma camisa normal vermelha e uma calca jeans. — Oi... falei animada enquanto ele me deixava passar. — Oi, como cê ta? — perguntou enquanto fechava o portao. — Muito bem, e voce? — Meus nervos tao no limite, mas tento disfarcar. bem, Pronta?... - sim Entramos na casa e fui recebida pelos pais dele, retribuí o gesto e fomos pra escada pra subir pro quarto dele. Quando entrei, sentei na beirada da cama abraçando minha bolsa de nervoso, e ele sentou do meu lado. - Animada?... Ele pergunta enquanto entra na Netflix e procura a série - Sim, e você?... Tento falar com entusiasmo, mas o nervosismo tá me pegando - Muito, tô esperando essa temporada sair há um tempão... ele fala cheio de energia. Ele se acomodou encostado na cabeceira da cama enquanto eu ainda tava sentada na beirada. - Não quer deitar aqui?... Ele fala dando uns tapinhas do lado dele - Quero, só vou tirar meus tênis... Tirei os tênis e deixei no chão junto com a bolsa, depois subi na cama e fui de quatro até onde ele tava. A blusa que eu tava usando era meio largona, então quando me inclinei dava pra ver meu sutiã, e notei que ele não tirou os olhos de mim. Deitei do lado dele e ele colocou a série. A gente já tava no capítulo 6, tinham passado 3 horas e eu tava ficando impaciente. O nervosismo me matava por dentro e uma sensação de tesão tomava conta da minha buceta, tão perto dele que não conseguia me concentrar na série. Resolvi esperar mais um pouco, e aí, como se fosse um sinal do destino, no capítulo apareceu uma cena de dois personagens transando, e foi ali que eu soube que já era hora. - Ei, você já fez?... Pergunto sem tirar os olhos da TV - Fez o quê?... Ele se endireita na cabeceira e pausa - Sexo... Falo sentindo meu corpo esquentar - Não... E você?... Ele pergunta - Não... Levanto do meu lugar e me posiciono em cima das pernas dele, cuidando pra minha bunda ficar bem em cima do pau dele, pra esfregar e dar umas estimuladas. - Você gostaria?... Falo olhando bem nos olhos dele enquanto continuo me esfregando - ahhh... Ele solta um gemidinho - Isso é um sim?... Começo a simular umas sentadas, sentindo um volume crescendo ali na calça dele - sim... Ela coloca as mãos na minha cintura pra descer um pouco e tocar minha bunda. Eu me aproximo mais do rosto dele pra poder beijá-lo, meu primeiro beijo. Primeiro é meigo e inocente, mas depois é ele quem toma a iniciativa e mete a língua na minha boca, não consegui evitar soltar um gemido, os movimentos são um pouco lentos e outros bruscos, mostrando que nenhum dos dois tinha experiência. Aos poucos a gente consegue se coordenar e fazer um ao outro se sentir bem. Entre os beijos, sentia as mãos dele, meio trêmulas, subindo da minha bunda pra debaixo do meu peito, então decidi dar uma ajuda. Me afastei do beijo pra poder tirar minha blusa e jogar pro lado, o olhar dele ficou perdido entre meus peitos. - Você gosta?... Aproximo eles um pouco mais - sim... Ele diz quase num suspiro - Quer tocá-los?... Falei colocando as mãos atrás das costas pra tirar o sutiã - sim... Desabotoei e tirei, jogando igual a blusa, o Edgar tava nervoso, então peguei as mãos dele e coloquei nos meus peitos. Ele começou a massagear e brincar com eles. - São grandes... Falou enquanto começava a beliscar meus mamilos - ahhh... Da minha boca só saíam gemidos enquanto as mãos dele davam apertões fortes nos meus peitos... Chupa meus mamilos... Falei entre gemidos, mas ele entendeu, porque levou um deles à boca enquanto beliscava o outro, os gemidos saíam sem vergonha da minha boca enquanto minha buceta tava molhada, e mais ainda quando senti um volume debaixo dela. Edgar largou meus mamilos enquanto da minha boca só saíam suspiros, de repente ele tira a camisa dele e joga, mostrando o peito e o abdômen, me abraça e faz meu peito bater no dele enquanto me beija com tanta fúria. - Quero que você me faça um boquete... Ele fala assim que a gente termina de se beijar - sim... Falei entre gemidos Saí de cima dele pra ele sentar na beira da cama e eu me ajoelhar no chão na frente dele. Desabotoei o botão da calça dele e a excitação me tomava de um jeito... ponto que já dava água na boca. Quando baixei a calça, continuei com a cueca e, ao tirá-la, me deparei com o que tanto ansiava esse tempo todo. Fiquei olhando por um momento pro pau dele ereto — não era o pau que eu imaginava, mas serviria. Não era tão comprido, mas era grosso. Pelo meu cálculo, uns 13 cm de comprimento e uns 5 de largura. Peguei ele na minha mão pra começar a masturbar ele primeiro. Meus movimentos eram suaves e lentos, porque achava que se fizesse muita força, ia machucar. Continuei assim por mais alguns segundos enquanto ele suspirava. Aproximei ele da minha boca e comecei a lamber a ponta, depois fui lambendo todo o contorno do pau dele. — Você tá gostando?... — falei antes de colocar um dos testículos dele na minha boca e começar a chupar. — Sim... — ele disse entre gemidos. — Coloca na sua boca... Soltei os testículos dele e voltei a posicionar minha boca na ponta. Dei pequenas lambidas pra depois meter ele na minha boca. Primeiro coloquei a cabeça e comecei a dar lambidas circulares na ponta, depois fui descendo. Quando cheguei na metade, senti que não cabia mais na minha boca, então comecei a subir e descer até onde minha boca permitia. Mas as mãos do Edgar se posicionaram nas laterais da minha cabeça e, com força, fizeram o pau inteiro entrar na minha boca, batendo na minha garganta. Ele começou a meter forte na minha boca enquanto gemidos escapavam da boca dele. Nesse ponto, eu já tava ficando sem ar, mas a sensação era tão boa que eu não oferecia resistência. — Vou gozar... — ele disse entre gemidos, e eu senti um jorro enorme na minha boca. Ele tirou o pau e começou a suspirar enquanto eu saboreava o gosto do leite. Era tão gostoso que eu queria mais. Me levantei do chão e, de repente, o Edgar me jogou na cama. Quando levantei um pouco o tronco, vi ele tirando a calça junto com a cueca. Já pelado, ele se colocou por cima de mim e puxou minha saia pra tirar, me deixando só de calcinha. Ele começou a me beijar apaixonadamente, fazendo do nosso beijo uma dança entre nossas línguas. De repente, senti a mão dele... se posiciona sobre minha buceta e começa a fazer movimentos circulares por cima do tecido, para de me beijar pra começar a beijar meus peitos e só fazia com que mais gemidos saíssem da minha boca. - você tá muito molhada... Diz Edgar enquanto tira minha calcinha e joga pra fora da cama, ele aproxima a boca da minha buceta e sinto a língua dele passando por ela, meus gemidos ficavam cada vez mais altos então eu tapava minha boca lembrando que os pais dele estavam lá embaixo, de repente senti ele enfiar a língua fundo e me meter com ela. Ele para de lamber minha buceta e se coloca entre minhas pernas começando a esfregar o pau dele na minha buceta, eu já tava pronta pro pau dele entrar em mim mas... - para... Diz Edgar enquanto se afasta um pouco - O que foi?...me levanto um pouco pra ver o que acontece - não temos camisinha... Ele diz sério - tem na minha bolsa... Falo enquanto vou até onde deixei minha bolsa jogada pra pegar o pacote, jogo pra ele e quando pega abre e tira uma pra colocar no pau dele. - pronta?... Diz enquanto arruma a camisinha e eu me acomodo na cama - pronta... Falo enquanto abro minhas pernas pra dar passagem e deixar minha buceta à vista, Ele se posiciona no meio de mim e volta a esfregar o pau dele na minha buceta, pequenos gemidos escapam das nossas bocas quando sinto a cabeça do pau dele se encaixar na minha entrada, o nervosismo me invade e a excitação aumenta. Sinto a ponta entrando dentro de mim e suspiros e gemidos saem da minha boca enquanto me agarro nas costas dele, Edgar vai entrando devagar soltando pequenos suspiros. Sinto uma ardência e sinto como se estivesse me rasgando, sabia que era normal mas não imaginava que doeria tanto, depois de alguns minutos Edgar já tinha enfiado o pau dele por completo, ele ficava parado pra que eu pudesse me acostumar com ele dentro. - você tá muito apertada, tá doendo?... Diz entre suspiros - um pouco... Os gemidos saem da minha boca - posso continuar?... Levo minha mão até o rosto dele pra puxá-lo e poder beijá-lo no meio do ele começa a se mover, começando a dar estocadas um pouco lentas dentro de mim - ahh ahhh a ahhh sim-continua assim ahh... A dor vai desaparecendo aos poucos, fazendo com que fique cada vez mais prazeroso, cada vez que ele tira e mete o pau dele faz minha mente ficar nublada e a excitação no meu corpo aumentar. - m-mais ahhh ahhh rá-rápido ahhh... Edgar obedece meus desejos e as estocadas começam a subir de nível, fazendo com que cheguem muito mais fundo, continuo gemendo e me agarrando nas costas dele, sinto Edgar colocar a boca no meu pescoço para poder beijar e com certeza deixar chupões, estou ficando louca. - ah eu vou gozar... Diz Edgar enquanto começa a estocar muito mais rápido e forte, fazendo com que dentro de mim ficasse mais quente. Ao terminar de gozar, ele deixa o pau dele dentro de mim por mais alguns minutos enquanto ambos regulamos nossa respiração, ele saiu de dentro de mim e não pude evitar soltar um gemido, ele se deitou ao meu lado ainda com a camisinha colocada e respirava já com mais tranquilidade, ele parecia cansado mas eu ainda não estava satisfeita. Me aproximei de onde está o pau dele e tirei a camisinha, todo o sêmen escorria sobre o pau dele e o fazia parecer ainda mais gostoso, peguei ele, Edgar só ficou me olhando mas não disse nada, aproximei minha boca e de uma vez meti tudo, o gosto de sêmen só o tornava mais gostoso e suculento, comecei a subir e descer minha cabeça, só ouvia os gemidos do Edgar. Ele gozou de novo e eu engoli tudo, não ia desperdiçar nem uma gota. - me passa as camisinhas... Viro para olhar ele e ele procura com o olhar, encontra e me passa, e pego uma para abrir e colocar sobre o pau dele - pronto para a próxima rodada?... Digo enquanto subo nele para poder montar - sim... Disse com muita segurança. Seguro o pau dele para procurar minha buceta, ao encontrar vou sentando aos poucos para poder meter, Edgar pega minhas cadeiras e faz com que eu meta o pau dele de uma vez, solto um gemido alto. Sente-se completamente diferente, sinto que o pau dele está tocando muito mais fundo que começo a mexer meus quadris e a subir e descer, fazendo nós dois gemermos. Edgar começou a me ajudar pra ficar mais rápido e fundo, sem dúvida nenhuma eu não esqueceria aquele dia. Edgar e eu tínhamos passado boa parte da tarde realizando nossas fantasias sexuais, mas já era hora de chegarem pra me buscar. Meu pai tinha me ligado dizendo que chegava em 5 minutos, então começamos a nos trocar. Quando já estava pronta, assim como Edgar, ele me encurralou na parede e começou a me beijar enquanto uma das mãos dele pousava na minha bunda e a outra no meu peito. — Foi incrível... — ele disse perto do meu ouvido. — Ahh, sim... — escapou um gemido meu pela estimulação anterior. — Vai me deixar assim?... — Olhei pra entreperna dele e vi como ainda estava ereto. Levantei minha saia para tirar minha calcinha e dar pra ele. — Pra você se lembrar de mim... — Depois o beijei de novo, mas dessa vez mais devagar. Fomos pra fora da casa dele, onde meu pai esperava. Me virei pra abraçá-lo e sussurrar perto do ouvido dele: — Te vejo sábado que vem... — Me separei e entrei no carro. ---------------------------------------------Obrigado por ler
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