Minha primeira vez

Olá, antes de tudo, obrigada por entrar e ler. Vale dizer que tudo que está escrito é mera ficção e não é real de forma alguma, também é a primeira história que escrevo, então talvez não seja tão boa, críticas são aceitas. Espero que gostem. ----------------------------------------------Quando era menina e descobri o que era sexo e virgindade, tive a ideia de que minha primeira vez seria bem romântica e que seria com quem um dia seria meu marido, mas não foi assim. Foi aos 15 anos, quando minha curiosidade pelo sexo estava altíssima. No começo, pensei que minhas dúvidas seriam resolvidas vendo vídeos pornô, mas só ficava pensando como seria sentir um pau grande entrando na minha buceta ou no meu cu, como seria lamber um pau grande e se o leite era tão gostoso quanto as atrizes pintavam, como seria sentir brincarem com meus peitos e beliscarem e chuparem meus mamilos. Pensar nisso tudo só me deixava com tanto tesão que, para me consolar, começava a brincar com meus peitos e enfiar dedos na minha buceta, mas não era suficiente. Sem dúvida, estava decidida a perder minha virgindade de qualquer jeito, estava tão desejosa de ter um pau dentro de mim que pouco me importava com quem fosse. Estava no meu computador, vagando de página em página sobre como transar pela primeira vez, estava mais que excitada fantasiando como seria, que não consegui evitar descer minhas mãos para enfiá-las debaixo da minha calcinha e começar a massagear minha buceta, soltava pequenos suspiros e gemidos até que o toque de chamada do meu celular me tirou da minha bolha de prazer. - Alô... Falei com a voz meio trêmula. - Oi, Olivia, é o Edgar... Ele disse com uma voz cheia de energia e rapidez, ele é um amigão meu, então as ligações dele não eram surpresa. - Sim, oi, o que foi?... Falei enquanto me sentava direito no lugar. - Queria saber se você quer vir aqui em casa amanhã? Já que vai lançar a nova temporada da série que a gente gosta... Era verdade, eu estava tão concentrada pensando em como perder a virgindade que Esqueci completamente. —Sim, claro, adoraria... —falei animada, já que tava morrendo de vontade de ver ela. —Ok, que tal à uma? Podemos pedir pizza e fazer pipoca... —Sim, tá bom, até amanhã... —Até amanhã. Desliguei a ligação e larguei o celular de lado. Fiquei pensando um pouco e, do nada, uma pergunta invadiu minha cabeça: por que não perder a virgindade com o Edgar? Pensando bem, não seria uma má ideia; ele é um grande amigo e, lembrando um pouco, uma vez ele mencionou que queria transar. Era o plano perfeito, só precisava botar em prática. Levantei da minha escrivaninha e fui até meu armário pra ver o que vestir amanhã. Meu plano era usar algo sexy pra esquentar ele um pouco, então escolhi uma saia curta preta bem justa no quadril, uma blusa de alcinha branca e um tênis branco de plataforma baixa. Depois, fui até uma das minhas gavetas pra escolher a roupa íntima; optei por um sutiã e uma calcinha preta. Adorava esse conjunto porque o sutiã realçava bem meus peitos — vale dizer que eles eram um pouco maiores que a média pra minha idade — e a calcinha era um pouco menor, então sumia entre minhas nádegas. Já tinha quase tudo pronto, só faltava me depilar. Mesmo que os pelos nas minhas pernas e buceta não fossem tão aparentes, queria que estivessem completamente lisos. Já era sábado à tarde e meu pai tava me levando de carro até a casa do Edgar. Vale dizer que eu tava nervosa. Faltavam só três quadras quando mandei um WhatsApp pra ele avisando que já tinha chegado, pra ele abrir a porta. Senti o carro frear e meu pai falou que já tínhamos chegado e que passaria pra me buscar às oito. Me despedi dele com um beijo no rosto e desci do carro. O Edgar já tava lá fora esperando eu entrar. Ele tava vestido como sempre: uma camisa normal vermelha e uma calça jeans. —Oi... —falei animada enquanto ele me deixava passar. —Oi, como cê tá? —pergunta enquanto fecha o portão. —Tô bem, e você? —meus nervos tão no limite, mas tento disfarçar. bem, pronta?... - sim
Entramos na casa e fui cumprimentada pelos pais dele, retribuí o gesto e fomos pra escada pra subir pro quarto dele. Quando entrei, sentei na beirada da cama abraçando minha bolsa de nervoso, e logo depois ele sentou do meu lado.
- Animada?... Ele pergunta enquanto entra na Netflix e procura a série
- Sim, e você?... Tento falar com empolgação, mas o nervosismo tá me vencendo
- Pra caralho, tô esperando faz tempo essa temporada sair... ele fala cheio de energia.
Ele se acomodou encostado na cabeceira da cama enquanto eu continuava sentada na beirada.
- Não quer deitar aqui?... Ele fala dando tapinhas do lado dele
- Sim, só vou tirar meus tênis...
Tirei os tênis e deixei no chão junto com a bolsa, depois subi na cama e fui de gatinhas até onde ele tava. A blusa que eu tava usando era meio largona, então quando me inclinei dava pra ver meu sutiã, e percebi que ele não desviou o olhar de mim.
Deitei do lado dele e ele colocou a série.
A gente já tava no capítulo 6, tinha passado umas 3 horas, e eu tava ficando impaciente. O nervosismo me consumia por dentro e uma sensação de tesão tomava conta da minha buceta. Tava tão perto dele que não conseguia me concentrar na série. Resolvi esperar mais um pouco, e aí, como se fosse um sinal do destino, no capítulo apareceu uma cena de dois personagens transando, e foi ali que eu soube que já era hora.
- Ei, você já fez isso?... Pergunto sem tirar os olhos da TV
- Fez o quê?... Ele se ajeita reto na cabeceira e pausa
- Sexo... Falo sentindo meu corpo esquentar
- Não... E você?... Ele pergunta
- Não...
Levanto do meu lugar e me posiciono em cima das pernas dele, cuidando pra minha bunda ficar bem em cima do pau dele, pra esfregar e dar umas estimuladas leves.
- Você gostaria?... Falo olhando direto nos olhos dele enquanto continuo me esfregando
- ahhh... Ele solta um gemidinho
- Isso é um sim?... Começo a simular sentadas, sentindo um volume crescendo ali na calça dele... sim... Ela coloca as mãos na minha cintura pra descer um pouco e tocar minha bunda. Eu me aproximo mais do rosto dele pra poder beijá-lo, meu primeiro beijo. Primeiro é meigo e inocente, mas depois é ele quem toma a iniciativa e mete a língua na minha boca, não consegui evitar soltar um gemido, os movimentos são um pouco lentos e outros bruscos, mostrando que nenhum dos dois tinha experiência. Aos poucos, a gente consegue se coordenar e fazer um ao outro se sentir bem. Entre os beijos, eu sentia as mãos dele, meio trêmulas, subindo da minha bunda pra debaixo do meu peito, então decidi dar uma ajuda. Me afastei do beijo pra poder tirar minha blusa e jogar pro lado, o olhar dele ficou perdido entre meus peitos. — Cê gosta?... Aproximo eles um pouco mais — sim... Ele diz quase num suspiro — Cê quer tocar neles?... Falei colocando as mãos atrás das costas pra tirar o sutiã — sim... Desabotoei e tirei, jogando igual a blusa, Edgar parecia nervoso, então peguei as mãos dele e coloquei nos meus peitos. Ele começou a massagear e brincar com eles. — São grandes... Falou enquanto começava a beliscar meus mamilos — ahhh... Da minha boca só saíam gemidos enquanto as mãos dele davam apertões fortes nos meus peitos... Chupa meus mamilos... Falei entre gemidos, mas ele entendeu, porque levou um deles à boca enquanto beliscava o outro, os gemidos saíam sem vergonha da minha boca enquanto minha buceta tava molhada, e mais ainda quando sentia um volume debaixo dela. Edgar largou meus mamilos enquanto da minha boca só saíam suspiros, de repente ele tira a camisa dele e joga, mostrando o peito e o abdômen, me abraça e faz meu peito bater no dele enquanto me beija com tanta fúria. — Quero que você me faça um boquete... Fala assim que a gente termina de se beijar — sim... Falei entre gemidos. Saí de cima dele pra ele sentar na beira da cama e eu ficar de joelhos no chão na frente dele. Desabotoei o botão da calça dele e a excitação me tomou de um jeito... ponto que ficava com água na boca. Ao baixar a calça, continuei com a cueca e, ao tirá-la, me deparei com o que tanto ansiava esse tempo todo. Fiquei olhando por um momento para o pênis ereto dele — não era o pênis que eu imaginava, mas serviria. Não era tão comprido, mas era grosso; pelo meu cálculo, uns 13 cm de comprimento e uns 5 de largura. Peguei ele com a mão para primeiro masturbá-lo. Meus movimentos eram suaves e lentos, porque achava que se fizesse muita força, ia machucá-lo. Continuei assim por mais alguns segundos enquanto ele suspirava. Aproximei ele da minha boca e comecei a dar lambidas na ponta, depois fui lambendo todo o contorno do pênis dele. — Você gosta?... — falei antes de colocar um dos testículos dele na minha boca e começar a chupar. — Sim... — ele diz entre gemidos. — Coloca na sua boca... Larguei os testículos dele e voltei a posicionar minha boca na ponta. Dei pequenas lambidas e, depois, meti ele na minha boca. Primeiro coloquei a cabeça e comecei a dar lambidas circulares na ponta, depois fui descendo. Quando cheguei na metade, senti que não cabia mais na minha boca, então comecei a subir e descer até onde minha boca permitia. Mas as mãos de Edgar se posicionaram nas laterais da minha cabeça e, com força, fizeram com que o pênis inteiro entrasse na minha boca, batendo na minha garganta. Ele começou a meter forte na minha boca enquanto gemidos escapavam da boca dele. Até esse ponto, eu estava ficando sem ar, mas a sensação era tão boa que eu não oferecia resistência. — Vou gozar... — ele diz entre gemidos, e sinto um jato grande na minha boca. Ele tira o pênis e começa a suspirar enquanto eu saboreava o gosto do sêmen. Era tão delicioso que eu queria mais. Levantei do chão e, de repente, Edgar me jogou na cama. Quando levantei um pouco o tronco, pude ver que ele tirava a calça junto com a cueca. Já nu, ele se colocou sobre mim e puxou minha saia para tirá-la, me deixando só de calcinha. Ele começou a me beijar apaixonadamente, fazendo do nosso beijo uma dança entre nossas línguas. De repente, senti a mão dele... se posiciona sobre minha buceta e começa a fazer movimentos circulares por cima do tecido, para de me beijar pra começar a beijar meus peitos e só fazia com que mais gemidos saíssem da minha boca. - você tá muito molhada... Diz Edgar enquanto tira minha calcinha e joga ela pra fora da cama, ele aproxima a boca da minha buceta e sinto a língua dele passando por ela, meus gemidos ficavam cada vez mais altos então eu tapava minha boca lembrando que os pais dele estavam lá embaixo, de repente senti ele enfiar a língua fundo e me meter com ela. Ele para de lamber minha buceta e se coloca entre minhas pernas começando a esfregar o pau dele na minha buceta, eu já tava pronta pro pau dele entrar em mim mas... - para... Diz Edgar enquanto se afasta um pouco - O que foi?... Eu me levanto um pouco pra ver o que tá rolando - a gente não tem camisinha... Ele fala sério - tem na minha bolsa... Falo enquanto vou até onde deixei minha bolsa jogada pra pegar o pacote, jogo pra ele e quando pega abre e tira uma pra colocar no pau dele. - pronta?... Ele fala enquanto arruma a camisinha e eu me deito na cama - pronta... Falo enquanto abro minhas pernas pra dar passagem e deixar minha buceta à mostra, Ele se ajeita no meio de mim e começa a esfregar o pau dele na minha buceta, pequenos gemidos escapam das nossas bocas quando sinto a cabeça do pau dele se posicionar na minha entrada, o nervosismo me invade e a excitação aumenta. Sinto a ponta entrar dentro de mim e gemidos e suspiros saem da minha boca enquanto me agarro nas costas dele, Edgar vai entrando devagar soltando pequenos suspiros. Sinto uma ardência e sinto como se estivesse me rasgando, sabia que era normal mas não achava que ia doer tanto, depois de alguns minutos Edgar já tinha enfiado o pau dele por completo, ele ficava parado pra que eu pudesse me acostumar com ele dentro. - você tá muito apertada, tá doendo?... Ele fala entre suspiros - um pouco... Os gemidos saem da minha boca - posso continuar?... Levo minha mão até o rosto dele pra aproximar e poder beijá-lo no meio ele começa a se mover, começando a dar umas estocadas meio lentas dentro de mim - ahh ahhh a ahhh sim-continua assim ahh... A dor vai sumindo aos poucos, deixando tudo cada vez mais gostoso, cada vez que ele tira e mete o pau faz minha mente ficar nublada e a excitação no meu corpo aumentar. - m-mais ahhh ahhh rá-rápido ahhh... Edgar obedece meus desejos e as estocadas começam a subir de nível, chegando bem mais fundo, continuo gemendo e me agarrando nas costas dele, sinto Edgar colocar a boca no meu pescoço pra beijar e com certeza deixar uns chupões, tô ficando louca. - ah eu-vou gozar... Diz Edgar enquanto começa a meter bem mais rápido e forte, fazendo ficar mais quente dentro de mim. Depois de gozar, ele deixa o pau dentro de mim por uns minutos enquanto a gente regula a respiração, ele saiu de dentro de mim e eu não consegui evitar soltar um gemido, ele se deitou do meu lado ainda com a camisinha e respirava mais tranquilo, ele parecia cansado mas eu ainda não tava satisfeita. Me aproximei de onde tava o pau dele e tirei a camisinha, todo o sêmen escorria pelo pau dele e deixava ele ainda mais gostoso, peguei ele, Edgar só ficou me olhando mas não falou nada, aproximei minha boca e de uma vez meti tudo, o gosto de sêmen só deixava mais gostoso e suculento, comecei a subir e descer a cabeça, só ouvia os gemidos do Edgar. Ele gozou de novo e eu engoli tudo, não ia desperdiçar nem uma gota. - me passa as camisinhas... Viro pra olhar ele e ele procura com o olhar, acha e me passa, pego uma pra abrir e colocar no pau dele - pronto pra próxima rodada?... Falo enquanto subo em cima dele pra montar - sim... Falei com toda segurança Seguro o pau dele pra procurar minha buceta, quando acho vou sentando devagar pra poder meter, Edgar segura minha cintura e faz eu meter o pau dele de uma vez, solto um gemido alto. A sensação é completamente diferente, sinto que o pau dele tá tocando bem mais fundo tão fundo que começo a mexer meus quadris e a subir e descer, fazendo os dois gemermos. Edgar começou a me ajudar pra ficar mais rápido e profundo, sem dúvida nenhuma eu não esqueceria aquele dia. Edgar e eu tínhamos passado boa parte da tarde realizando nossas fantasias sexuais, mas já era hora de chegarem pra me buscar. Meu pai tinha me ligado dizendo que chegava em 5 minutos, então começamos a nos trocar. Quando já estava pronta, assim como o Edgar, ele me encurralou na parede e começou a me beijar enquanto uma das mãos dele pousava na minha bunda e a outra no meu peito. — Foi incrível... — ele sussurrou perto do meu ouvido. — Ahh, sim... — escapou um gemido meu por causa da estimulação anterior. — Vai me deixar assim?... Olhei pra entreperna dele e vi como ainda estava ereto. Levantei minha saia pra tirar minha calcinha e entregar pra ele. — Pra você se lembrar de mim... Depois beijei ele de novo, mas dessa vez mais devagar. Saímos da casa dele, onde meu pai esperava. Me virei pra abraçar o Edgar e sussurrar perto do ouvido dele: — Te vejo sábado que vem... Me afastei e entrei no carro. ---------------------------------------------Obrigado por ler

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